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FILA: o super cão brasileiro!

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​Muitos não sabem, mas o fila brasileiro é a primeira raça desenvolvida no Brasil e a primeira a ser reconhecida internacionalmente. Sua origem é desconhecida, mas a teoria mais antiga e difundida reconhece o fila como descendente dos mastiffs portugueses e espanhóis, trazidos ao país durante a colonização, do buldogue inglês e do famoso cão farejador britânico, Santo Humberto.

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A mistura originou um cachorro de grande porte, de faro apuradíssimo, que inclusive, em séculos passados, já foi utilizado por capitães-do-mato para recapturar escravos fugitivos. Na história do Brasil, foi cão guarda das tropas de bandeirantes. Fiel escudeiro e dotado de uma coragem incomum, o Fila ajudou os bandeirantes na conquista do território brasileiro, já foi usado para caçar cobras, onças e para capturar escravos fugitivos.

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Durante os anos 70 e 80, chegou ao topo dos registros de novos filhotes no país. Tem um temperamento peculiar no reino canino: é avesso a estranhos. É a única raça que em exposições os juízes cinófilos não o tocam, devido sua valentia. Altamente corajoso. Dominante em seu território. É considerado por muitos exércitos como o melhor cão de guerra, devido a sua indiferença diante de tiros, explosões e luzes fortes.

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Mas não se deixe assustar pelo seu tamanho, porque ele é muito mais do que um cachorro grandão que serve como cão de guarda: pode facilmente se tornar um grande companheiro também. A fidelidade, outra característica marcante nos Filas Brasileiros, sempre foi muito forte. Tanto que ela até originou um ditado popular que diz “fiel como um fila”. Este traço da raça talvez tenha sido o que mais ajudou a popularizá-la no país. Seu comportamento é sereno, seguro e autoconfiante e dotado de aspecto que infunde temor, sempre pronto para o ataque, o fila, contudo, tem caráter dócil e devotado ao dono. É desconfiado na presença de estranhos e não admite a menor familiaridade. Sem dúvida o Fila é um guardião incomparável.

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  • A má fama do fila chegou à Inglaterra antes dele. Em 1991, o animal foi banido antes que sequer fosse importado. Em Nova York, no Reino Unido, Israel, Dinamarca, Noruega, Malta e Chipre é ilegal possuir um fila por ser considerada uma raça perigosa. O Fila brasileiro também é uma raça proibida na Austrália.
  • Alguns creem que o nome “Fila” descende do nome do cão Português então levado para o Brasil, mas também se deve ter em conta que “Fila” significava no Português antigo “Agarrar” e esta era a função principal da raça: “Filar = Agarrar” escravos fugitivos
  • Os cães da raça Fila Brasileiro são também conhecidos como Cão de fila, Boca Negra, cão onceiro, cabeçudo boiadeiro, mastim brasileiro ou cão de guarda brasileiro.
  • O Fila Brasileiro é considerado cão mais apto à guerra

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Ficha Canina

Família: cão de guarda
Lugar de origem: Brasil
Função Original: cão de guarda
Personalidade: Corajoso, determinado, intrépido. Pode ser calmo, seguro de si, obediente aos donos e desconfiado em relação a estranhos.
Expectativa de vida: 12 a 15 anos.
Preço médio: varia entre R$ 1.200,00 e R$ 2.100,00.
Pontos negativos: Não é uma raça indicada para pequenos espaços, casas frequentemente visitadas. Vive melhor em sítios e fazendas, do que na cidade.
Pontos positivos: cão de guarda por excelência
Dono ideal: É pesado e necessita de alguém com força para manejá-lo bem. Pelo seu tamanho e brincadeiras pesadas, é contraindicado para idosos!

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Quantas raças de cães existem no mundo?

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Estima-se que existam mais de 400 raças de cães no mundo. A Federação Cinológica Internacional FCI, reconhece aproximadamente 350 em todo o mundo. Mas sempre poderão surgir novas, que só serão oficializadas pela entidade, se seguirem certos padrões, como terem uma quantidade de cães significativa, que reúnam características homogêneas, tais como tamanho, pelagem, comportamento, entre outras.

Os cães surgiram com a domesticação dos lobos há milhares de anos. Os mais dóceis eram selecionados pelo homem para a reprodução. Assim, com o passar do tempo, os filhotes nasciam cada vez mais mansos, facilitando a convivência com os humanos. Dessa forma, eles poderiam servir para ajudar na caça, cuidar de rebanhos e proteger as pessoas.

O Lobo, a origem de todos os cães!
O Lobo, a origem de todos os cães!

As primeiras raças apareceram há cerca de 300 anos. Todas surgiram porque o homem separou cães com determinadas características e os fez reproduzir. Os filhotes, então, herdavam os mesmos traços e comportamento. Assim foram produzidas raças para ajudar na caça, outras com aptidões para cuidar de rebanhos, os que serviam para guarda, ou apenas para companhia.

Dogue Alemão
Dogue Alemão

Portanto, o objetivo, no começo, era fazer com que as diversas raças criadas atendessem às diferentes necessidades do homem. Enquanto na Inglaterra, o terrier foi criado para caçar roedores,  o husky siberiano teve a função de puxar trenós na neve, nas regiões extremamente frias do Hemisfério Norte, e assim por diante.

PINSCHER MINIATURA
Pinscher miniatura

Algumas raças então deram origens a outras raças mais recentes. O pinscher alemão por exemplo, é uma raça de cão originária da Alemanha e está incluso nas origens do doberman, do pinscher miniatura, do affenpinscher, do schnauzer miniatura, do schnauzer gigante e do schnauzer standard.

No Brasil, o fila brasileiro e o terrier brasileiro são as únicas raças reconhecidas pela FCI.

FILA BRASILEIRO, UMA DAS RAÇAS BRASILEIRAS RECONHECIDAS PELA FCI
Fila Brasileiro, uma das raças brasileiras reconhecidas pela FCI

Apesar da grande variedade de raças existente atualmente, com variações impressionantes, diferenças comportamentais, etc… do ponto de vista genético, todas elas continuam a pertencer a uma mesma espécie, o Canis Lupus, ou seja, a mesma espécie do lobo. O DNA dos lobos é praticamente igual ao de qualquer raça de cão, do minúsculo chihuahua ao imenso dogue alemão.

E os vira-latas?

VIRA LATAS, QUEM RESISTE A UM OLHAR DESTES
Vira-latas, quem resiste a um olhar destes?

Quando cães de raças diferentes se reproduzem, os filhotes são chamados SRD ( Sem Raça Definida), famosos como vira-latas. Isso porque o animal não reune as características necessárias para pertencer a uma raça específica. Cada um nasce de um jeito: pequeno ou grande, com rabo comprido ou curto, pelos de única cor ou várias, orelhas longas ou curtas.

Em geral, a mistura torna os vira-latas mais resistentes. Quando se reproduzem naturalmente ( sem serem selecionados pelo homem, como ocorre com os de raça) só os mais adaptados sobrevivem e produzem descendentes. Assim, transmitem para as gerações seguintes características que os tornam mais fortes e resistentes.
Não significa, porém, que não podem ficar doentes ou que viverão mais. Ou seja, todos os cães, de todas as raças e mesmo os vira-latas precisam de carinho, alimentação adequada, vacinas, vermífugos e de um check up no veterinário de tempos em tempos, afirma o Dr. Máximo Chaves, veterinário da loja da Terra Zoo da Forquilha.

A Terra Zoo oferece o que há de melhor qualidade em produtos e serviços, para que você possa cuidar do seu cão, seja de qual raça for, da melhor forma possível.

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Pet de sucesso, a Calopsita é a ave queridinha do Brasil

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Quando amansada, a Calopsita ( Nymphicus hollandicus) é carinhosa, interativa e fácil de criar!!! Reconhece as pessoas da casa e interage com elas, o que faz desta ave um excelente pet, se tornando um membro da família. Cada vez mais popular nos lares brasileiros, a Calopsita é a ave mais popular como pet no Brasil. Motivos para tanto sucesso não faltam: De pequeno porte, elas se dão bem em pouco espaço e são fáceis de cuidar. Além disso, podem ficar soltas e aprender grande variedade de assobios, algumas palavras e truques diversos.

A Veterinária da Terra Zoo Debora Campos e duas de suas dóceis Calopsitas.

Pertencente à ordem dos Psitaciformes, a Calopsita é oriunda da Austrália. De hábitos nômades, dezenas a centenas de Calopsitas se deslocam em bando à procura de alimento e água perto de riachos e rios. Em boa parte do dia, os integrantes interagem entre eles. Coçam-se,  compartilham alimentos e carinhos entre os familiares. E, ao atingirem a maturidade sexual, por volta de um ano de idade, escolhem um par e são fieis a partir de então.

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Para ficarem mansas, as Calopsitas são retiradas do ninho deste novinhas, e consideram o humano tratador como se fosse própria espécie, processo chamado deimprinting. Quando crescem, acham que as demais pessoas também são Calopsitas. Esse processo ocorre também com outras aves, como araras, papagaios e patos.
No início, elas até se dão bem com todos da casa, mas ao atingirem a maturidade sexual elegem um membro da família para ser o parceiro delas. A partir daí, destinam todos os olhares ao eleito, um comportamento parecido com algumas raças de cães. Quando ele não está, os demais membros da família até são aceitos, mas basta que o “parceiro” apareça, para ser o centro das atenções da ave.

Adoram carinho

ALIMENTAÇÃO E CUIDADOS
As Calopsitas devem ser alimentadas com rações peletizadas, que concentram todos os nutrientes para que elas cresçam e permaneçam saudáveis. Importante acrescentar na dieta sementes de girassol, 2 ou 3 vezes por semana. Você pode misturar no comedouro as sementes com a ração industrial. Tanto as sementes quanto as melhores marcas de ração, você encontra na Terra Zoo. Importante deixar sempre água limpa e renovada na gaiola. Detalhe, as calopsitas adoram mergulhar. Você pode dar banhos uma vez por semana com borrifador. Embora seja uma ave bastante resistente, importante evitar excesso de calor ou frio. Vento direto na gaiola, nem pensar, alerta a veterinária da Terra Zoo, Debora Campos, que também é criadora de Calopsitas!

Gostam da companhia de outras aves

NECESSIDADE DE COMPANHIA
Como ave de bando, a Calopsita necessita da companhia de outros membros da espécie ou da família humana, principalmente com o parceiro. É dele a maior responsabilidade de lhe dar atenção. A falta de atenção deixa a ave com problemas de comportamento, desenvolvendo transtorno obsessivo compulsivo. Podem então arrancar as próprias penas ou amputar os dedos.
Uma maneira de evitar estes transtornos citados é deixar a gaiola em local movimentado, como perto da cozinha, por onde sempre passa alguém, reduz a monotonia e cria oportunidades de interações para a Calopsita. Outra iniciativa é, ao deixar a Calopsita sozinha, abastecer a gaiola com brinquedos próprios ou improvisados para ocupar a mente dela até a solidão acabar. Contudo,  ela precisa dormir de 10 a 12 horas por dia. Para tanto, deverá ficar na gaiola em local tranquilo, com pouco acesso de pessoas e baixa luminosidade. Cubra a gaiola com uma toalha ou colcha e oriente todos para que deixem a ave descansar paz.

Calopsitas mansas assim como gaiolas especiais são encontrados para venda na Terra Zoo.

ALGUMAS CURIOSIDADES SOBRE AS CALOPSITAS:

  • Vivem entre 10 e 15 anos.
  • A ave se reproduz com facilidade, em um ano, podem ter até 3 ninhadas.
  • Após o acasalamento os filhotes nascem em duas semanas.
  • Casal moderno, pai e mãe se dividem para chocar os ovos, de dia o macho choca e a noite, é a vez da mãe.
  • O período do choco é de 16 a 20 dias.
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Deixar o bicho sozinho em casa, nem pensar!

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Se o seu cachorro, gato, passarinho ficar em casa por muito tempo sozinho, ele pode sofrer, ter medo, tédio e ansiedade por separação.

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Não é exagero dizer que ter um bicho em casa é como ter um filho, significa comprometer-se, na íntegra, com o seu bem-estar, não deixar faltar cuidados especiais, alimentação, higiene, carinho, cumplicidade e muitos mimos. Não dá sair de casa e esperar que os adoráveis animais de estimação fiquem numa boa sozinhos, com água, comida e brinquedos, enquanto seus “pais” trabalham. À exceção de roedores e peixes, que ficam bem por até uma semana, é complicado deixar um animal sem avaliar se ele está preparado para isso.

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Alerta: Segundo estudo, animais que passam tempo demais sozinhos sentem-se como crianças abandonadas por seus pais e tendem a ficar estressados e apresentar mudanças de comportamento, como euforia extrema na chegada do dono, traços de apatia ou distúrbios alimentares. O fato de ter que ficar só faz com que eles se sintam perdidos, amedrontados, e desesperados. Com tanto desconforto interior não é a toa que eles percam o controle de seu comportamento e comecem a fazer coisas fora do comum. Pareçe lógico, já que ninguém gosta de ficar sozinho por várias horas.

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A saudade é um sentimento humano, mas exemplos de bichos que sofrem com a ausência do dono ou até de outro animal com o qual estavam acostumados a conviver, são mais comuns do que se imagina. Animais de estimação, principalmente cachorros, muito mais apegados aos donos, sofrem quando estes se ausentam por muito tempo. A falta de movimento na casa ou a saudade podem desencadear um processo de estresse. O cãozinho ao sentir falta do dono demonstrará de alguma maneira, seja latindo, destruindo a casa ou apresentando outra base de comportamento anormal. A bula de martírios caninos inclui parar de comer e beber água, se automutilar (arrancam tufos de pelos e fazem feridas no próprio corpo), correr atrás do rabo, desenvolver gastroenterite ( infecção intestinal que provoca diarreia, às vezes com sangue), otite, micose e dermatite psicogênica ( lambem a pata sem parar, até fazer feridas). Isso quando não baixa um sentimento vingativo e eles destroem o sofá, rasgam revistas, roupas e sapatos ou fazem xixi e cocô pela casa toda como forma de tentar aliviar a tensão e o estresse que eles sentem.

Vale ressaltar que a solidão canina pode ser mais que uma mera circunstância causada pela ausência do dono, inclusive até algo um pouco mais sério, conhecido como “ansiedade da separação”. O transtorno ocorre quando a mascote se encontra em situação de isolamento e encara isso de forma negativa. Ao perceber que foi deixado o cão poderá demonstrar ansiedade da separação não só latindo e se agitando angustiadamente, mas também fazendo cocô e xixi por todo lado, e pode chegar a extremos, como ataques de vômito e diarréia e destruição de qualquer coisa que tenha o cheiro do dono. Ou, longe de se animar, pode ficar deprimido e preguiçoso, até deixando de comer e beber.

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Gatos suportam melhor a solidão, não é atoa que são chamados de “independentes”, mas os felinos, assim como os cães, também sentem a falta de seus donos quando estes se ausentam, o que pode impactar em seu comportamento alimentar. Quando estão sozinhos por longos períodos ou em situação de estresse passam a comer mais ou menos do que o habitual.

Para donos de aves e macacos, a situação é quase igual ao do cão. Eles são muito dependentes dos donos. Uns mais outros menos. A falta de atenção do dono leva a ave a se automutilar extraindo ou destruindo suas próprias penas. Uma ave solitária pode passar a arrancar as penas como forma de chamar a atenção. Se os moradores da casa permanecem o dia todo fora, pode ser necessário a adoção de uma outra ave para companhia  ( pode ser até mesmo um psitacídeo de outra espécie) ou então, o dono deve buscar tempo para passar mais atenção com sua ave.
Quem tem peixe pode respirar aliviado: algumas espécies aguentam ficar até uma semana sem comida -além de não sentirem a menor falta dos donos.

Boa notícia também para quem cria cobra. Quem tem um exemplar da espécie piton pode deixar o réptil um mês em casa depois de servir apenas um camundongo.

Nos outros casos, os especialistas recomendam bom senso. Pelo bem do seu animalzinho, o ideal é evitar se ausentar por longos períodos e, quando sair, enriquecer o ambiente com brinquedos e deixar que o animal tenha acesso aos locais com cheiro das pessoas da casa. Deixe comida e água à vontade. A Terra Zoo tem bebedouros e comedouros automáticos, que vão liberando o alimento e a água na proporção que o animal for solicitando. Isto evita por exemplo, que a ração oxide em contato com o ar, e faz com que conserve seu sabor e propriedades nutricionais por mais tempo.

Outra dica é tentar evitar os rituais que possam ser associados à separação: por exemplo, uma despedida dramática que muitos costumam adotar.

Créditos: Imagens da internet

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Marianinha-de-cabeça-amarela, um excelente pássaro de estimação.

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Quem disse que só cães e gatos interagem com seus donos? Muitas aves adoram um carinho, como o Mariano, passáro da espécie Marianinha-de-cabeça amarela, que foi eleito Mascote da Terra Zoo. Boa praça, o pássaro sempre interagiu com os clientes e funcionários da loja, que adoram brincar com ele. Na foto Mariano é visto recebendo o carinho de Renan Weber, Gerente do Departamento Pet da Terra Zoo.

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Um dia Mariano foi vendido e choveram manifestações dos clientes tanto na loja quanto na internet pedindo por sua volta. Por sorte, o novo proprietário resolveu devolver Mariano e trocá-lo por outro pássaro, um canário, de porte menor e cantador. Para a alegria da clientela da loja, Mariano voltou, e então decidiram nunca mais vendê-lo.
A Marianinha-de-cabeça-amarela é um pássaro da família Psitaciddae. E conhecida como marianinha e periquito d’anta, devido ao seu timbre de voz que ecoa parecido ao da anta.   Seu comprimento mede cerca de 27 cm, chega a pesar até 170 gramas. Sua alimentação é de frutos, néctar e pétalas de flores. Alimentos balanceados próprios para a espécie podem ser encontrados na Terra Zoo.

A sua reprodução é geralmente no mês de janeiro, seu ninho é feito nos buracos de árvores. Põe ovos na cor branco-amarelados. Normalmente vivem na copa de florestas úmidas de terra firme, capoeiras e várzeas. Andam em pequenos bandos e em pares.
Você pode encontrá-los no sul do Rio Amazonas, nordeste do Brasil também. No exterior, pode ser encontrada ao norte da Bolívia e no Peru, no sudoeste.
E um belo periquito, que traz a alegria e diversão para a garotada e para toda a família. Se destaca por seu jeito brincalhão e que traz admiração por onde quer que ande. Um tipo de ave admirável e que todo mundo quer ter em sua casa. Mas para evitar o contrabando e comércio ilegal de animais silvestres, deve ser comprada somente em  lojas ou criadouros autorizados pelo IBAMA.
Algumas curiosidades interessantes:

  1. Tem sua expectativa de vida bem longa cerca de 40 anos;
  2. Tem o porte pequeno, é alegre e muito brincalhona; E pode ser criada como animal de estimação;
  3. Muito usada em shows de aves amestradas pelo fato de aprender e gostar com facilidade de truques e habilidades;
  4. Apresenta pouca capacidade de reprodução de fala;
  5. Também é uma ave que não dá para saber o seu sexo, apresenta dimorfismo sexual.
  6. Conhecida por ter lindas plumagens com cores variadas;
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Flower Horn, é um peixe que adora brincar e receber carinho.

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Ter um Flower Horn é como ter um cão debaixo d’água, diz Raimundo Ewerton Filho, Gerente de Aquarismo da Terra Zoo.
E um peixe muito esperto e brincalhão, costuma comer na mão do dono e adora acompanhar o movimento das suas mãos, o que o torna um excelente pet fish.

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O Flowerhorn é uma espécie híbrida, criada em cativeiro. Resultado da reprodução entre vários Ciclídeos Americanos diferentes, acredita-se que seja fruto do cruzamento entre A. citrinellus x C. trimaculatum x A. labiatum x C. festae x C. synspila x Papagaio (A. citrinellus x C. synspila). Dessa forma possui características muito similares aos Ciclídeos do gênero Amphilophus e Cichlasoma dos quais descende.
É um peixe que foi desenvolvido na Malásia, onde foram geradas quatro cepas da espécie: ZZ’s (Zhen Zhu), Kamfa, Golden Monkey e Golden Base. Com os cruzamentos entre essas linhagens para melhorar a qualidade da espécie, hoje em dia já se conhece outras variantes, como o Flowerhorn Thai Silk, o King Kamfa.

Dicas!

– Em São Luis pode ser encontrado para compra na Terra Zoo. A loja também dispõe do alimento adequado para ele!!!

– O tamanho máximo que o Flower pode atingir é de até uns 35cm, por isso o ideal é que quanto maior o aquário melhor. Recomenda-se um aquário de 100 lts em diante, sendo o mais indicado um aquário de 300 lts.

–  O sistema de filtragem, como para qualquer peixe jumbo, também tem que ser jumbo. O ideal é uma filtragem de 8x a 10x o volume do aquário. Com excelentes mídias, em especial as de filtragem biológica.

– A manutenção deve ser mais intensa, pois são peixes mais sensíveis com a variação dos parâmetros. Fornecendo a seu peixe alta qualidade de água e de cuidados, pode ter certeza que ele mostrará seu verdadeiro potencial e retribuirá com uma coloração exuberante e uma interação com o ambiente e com o dono incríveis!

– Por se tratar de uma espécie híbrida e desenvolvida em cativeiro é muito suscetível a doenças, em especial a parasitas intestinais. O ideal e recomendável é que seja alimentado apenas com ração, sempre de qualidade, encontrada na Terrazoo. Alimentar com alimentos vivos, filé de peixe, camarão ou patês caseiros são permitidos com a condição de que seu Flowerhorn seja vermifugado constantemente, eu recomendo vermifugar a cada duas semanas inserindo metade de um comprimido de Mebendazol Vermífugo ( sim, remédio para humanos) a cada duas semanas.

– Os tankmates desse peixe e sua inserção em comunitários de jumbos devem ser feita com cuidado, uma vez que como qualquer Ciclídeo é, e talvez até mais, agressivo, sobretudo se criado como pet fish.

– O painel de fundo do aquário influencia muito em cada indivíduo, tanto na cor quanto no comportamento. Alguns proprietários de Flowerhorn se utilizam de painéis de fundo coloridos para estimular o tom vibrante de suas cores, outros usam o painel de fundo preto… Não importa qual das combinações citadas você use, o importante é lembrar que cada exemplar é um ser único e com características próprias.

– É interessante colocar de vez em quando um espelho pendurado debaixo d’água para estimular seu peixe, ou então criar os Flower em divisórias, para que eles se estimulem um com o outro. Se trata de um exercício saudável para seu peixe.

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