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Como distrair cães que ficam sozinhos em casa

1- BRINQUEDOS PARA CÃES

Os cães são animais muito brincalhões, sociais e ativos, por isso, precisam de exercícios, brincadeiras e atividades diárias, principalmente aqueles que passam muito tempo em casa sozinhos. Isso porque pets que não liberam de forma adequada a energia que têm, podem ficar entediados e irritados e, a partir daí, passam a se preocupar com destruição de imóveis e objetos, além de desenvolverem problemas comportamentais como compulsão ou a ansiedade de separação, distúrbios muito comuns nos dias de hoje justamente por erros de manejo de tutores que não promovem enriquecimento ambiental correto ao animal. Assim para manter o animal de estimação saudável e feliz, é importante que seus tutores saibam que não basta apenas encher a casa de brinquedos, já que nada substitui os passeios, que são fundamentais para o físico do animal e para a sua mente também. A importância de um não exclui a importância do outro, posto que todas as atividades são válidas para um cão que passeia sozinho.

Caçando a ração

Espalhe parte da sua refeição pela casa, fazendo uma espécie de “caça a ração”. Além de ser divertido para o pet, ele se alimenta de forma correta e ainda gasta energia ao procurar os grãos de ração escondidos.

Liberadores de comida

Brinquedos que liberam petisco ou que são recheáveis são ótimos para estimular mentalmente seu pet e animá-lo. É possível até fazer um liberador de comida em casa, com uma garrafa pet. Faça furos nela e queime cada um deles com um isqueiro, para que não machuque a boca do cão. Quanto menos furos, maior será a dificuldade para obter os grãos. Porém devemos ter em mente que cães muito ansiosos podem desistir da brincadeira se encontrarem muita dificuldade, por isso é ideal vê-lo interagindo com a garrafa para saber quantos furos fazer. Assim a brincadeira será prazerosa.

Brinquedos mastigáveis

Outra opção também são os brinquedos mastigáveis e comestíveis como ossinhos, palitos, orelhas de boi, tutano, tíbia e outros petiscos vendidos no mercado feitos de componentes não tóxicos e biodegradáveis. Recomendo que a periodicidade da oferta de tais distrações seja verificada com o veterinário para que a dieta do pet não seja alterada de forma inadequada.

Para cães destruidores

Se o prazer do seu cão é somente a destruição, sem correr o risco de comer pedaços do brinquedo destruído, você pode investir no enriquecimento ambiental com itens de reciclagem, como uma garrafa pet sem rótulo e tampa com petisco dentro, caixas de papelão e até coco verde para ele despedaçar. Contudo, evite, por exemplo, pelúcias que podem causar algum acidente digestivo ou respiratório no peludo, bolas de gude, que podem ser engolidas e são de vidro, e ossos naturais.

Esses últimos, além de desgastarem excessivamente o dente do cão, podem quebrar e até perfurar o esôfago do seu amigo. Eles inda apresentam risco de contaminação por alguma bactéria ou fungo. Assim, se além de destruidor seu cão come pedacinhos dos brinquedos destruídos, uma boa opção são produtos mais resistentes e duráveis, com os feitos de nylon, que também ajudam na higiene bucal do pet. As bolas de tênis, que têm grande durabilidade por serem resistentes e podem ser molhadas para dificultar a destruição, também não despedaçam.

Petiscos congelados

No calor, você pode usar os brinquedos recheáveis de outra forma, congelando-os com frutas, água de coco ou até a própria ração amolecida com água ou alimento úmido que o cão consuma. Além de refrescar o cão a brincadeira fica mais difícil e entretém o animal por mais tempo.

Treinar comandos nas horas vagas, além de ajudar a controlar o pet, é um passatempo bem legal. Deixe as outras brincadeiras para quando você não estiver com ele, assim, elas serão bem mais interessantes nos momentos em que realmente forem necessárias.

Não podemos esquecer também que o adestramento é um ótimo estimulo para seu pet e, na duvida sobre qual brinquedo deixar com seu amiguinho de quatro patas consulte um profissional.

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Recebendo visitas em casa: ensinando seu cão a se comportar

1- cães e visitas

Existem algumas técnicas que ajudam bastante a obter um cão bem educado com visitas, sendo recomendado aplicá-las desde filhote. São essas as dicas explicadas a seguir.

Socialização

Expor o cão a maior número de pessoas, animais, objetos e situações da forma mais agradável possível é fundamental para se tornar sociável, inclusive com as visitas. O período de ouro da socialização vai do segundo até o terceiro mês de vida fase em que o filhote está totalmente aberto ao aprendizado. Visitas e rotinas de recepção, quando associadas ás coisas boas para o animal, contribuem de forma importante para a socialização.

Antes de a visita chegar

É importante definir quem, da casa, ficará responsável por ensinar ao cão como se comportar diante das visitas. A pessoa escolhida controlará o filhote, direcionando-o sempre para exibir bons comportamentos e impedido que as pessoas, mesmo involuntariamente, o estimulem a se comportar de forma inadequada.

Para aumentar as chances de o filhote ficar tranquilo na presença das visitas, nos primeiros treinos convém fazê-lo gastar um pouco de energia antes de elas chegarem.

Quando a campainha toca

Não impeça o cão de latir quando as visitas tocam a campainha – afinal, é assim que ele adverte sobre a chegada de alguém. Dado o recado, ele deverá silenciar, até para tomar a recepção mais fácil e controlada.

Exercício

Peça que alguém toque a campainha e deixe o cão latir. Aproxime-se dele passando alguns segundos, mesmo que esteja ainda latindo, com o petisco preferido por ele escondido na mão e deixe que cheire a guloseima. Quando os latidos pararem, diga “quieto” e entregue o petisco (parece estranho, mas nas primeiras vezes “capturamos” o comportamento e depois o “nomeamos”, até o cão fazer a associação – só depois disso diremos “quieto” para interromper os latidos). Em seguida, ponha uma guia de 1,15 ou 1,5 metro no cão, para mantê-lo próximo e controlado, e vá até a porta receber a visita.

Controle do cão

Manter o cão na guia ajuda a controlá-lo e a prevenir comportamentos inadequados. Aproxime-se calmamente da visita levando o filhote na guia. Permita que ele cheire a pessoa, a qual deverá estar instruída para, somente quando o cão estiver com as quatro patas no chão, lhe dar carinho ou petisco. E, se o cão pular nela ou latir para ela ou, ainda, morder a mão ou a roupa dela, a visita deverá dar as costas e se afastar. Outra possibilidade é o responsável pelo cão encurtar a guia e se afastar, mantendo o filhote contido enquanto se acalma e se acostuma com a presença e a movimentação das visitas. Assim ela fica sabendo que pular, latir e morder faz perder recompensas, carinho, petisco e interação.

Dicas gerais

Mesmo um cão de guarda deve aprender a se comportar na presença de estranhos, porém sem precisar fazer contato direto com as visitas.

Evite prender o cão ou lhe dar broncas quando as visitas chegarem. Isso poderia causar uma má associação e gerar problemas futuros.

Não deixe que as visitas estimulem o filhote a fazer coisas erradas, como pular e morder, pois quando o cão ficar adulto, esses comportamentos incomodarão bastante.

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Como manter os olhos do seu pet sempre saudáveis?

1- OLHOS DE GATO

Monitorar a saúde ocular de cães e gatos é um cuidado importante a ser tomado em todas as idades. Inflamações da conjuntiva, córnea ou de ambas, conhecidas respectivamente como conjuntivites, ceratites e ceratoconjuntivite secas, podem se manifestar já nos primeiros meses de vida. “Filhotes também não estão livres de apresentarem catarata”.

De maneira geral, é fácil perceber quando algo não vai bem no sistema ocular do pet. Alguns sintomas são bem evidentes. É o caso das secreções em excesso nos olhos e de comportamentos que permitem perceber que o animal está incomodado, como ficar passando a pata no olho ou raspando a cara no chão. Outras sinalizações são mais sutis, mas perceptíveis quando buscamos por elas. É o caso de alteração na cor dos olhos ou das pálpebras mal posicionadas.

Evite irritações

Além de estarem sujeitos a doenças, os olhos dos animais podem sofrer irritações resultantes de manejo. Por exemplo, não se deve permitir que o pet fique tomando vento com a cabeça colocada fora da janela do carro. Isso resseca os olhos e oferece risco de partículas entrarem neles e até perfura-los.

Cães e gatos têm olhos tão sensíveis quanto os nossos, que podem arder na hora do banho dependendo do sabão ou xampu usados. Para evitar problema, basta usar produtos neutros, desenvolvidos especialmente para cães ou gatos.

Doenças comuns

Conjuntivite: Geralmente associada à presença de vírus, pode ser transmitida entre cães e gatos, mas não passa para humanos. Mais frequente em gatos, essa inflamação causa sintomas, como vermelhidão nos olhos, lacrimejamentos e remelas verdes ou amareladas. “É possível curar conjuntivites e uma semana com colírio anti-inflamatório”. Para aliviar o incômodo, é valido também higienizar os olhos com gaze esterilizada embebida com soro fisiológico ou em infusão de camomila.

Ceratite: Inflamação de córnea, comum em cães e gatos de todas as idades, raças e sexos. A ceratite superficial costuma cicatrizar rapidamente, já a profunda demora mais e pode deixar sequelas como opacidades cicatriciais. O tratamento é feito com colírio á base de antibiótico.

Uveíte: É a inflamação da úvea – órgão responsável pelo fornecimento de sangue para a córnea – resultante de trauma ou infecção bacteriana. Mais frequente em gatos, tem como principais sintomas vermelhidão, forma irregular do globo ocular e forte dor no olho, com consequente alteração comportamental. O animal provoca também nebulosidade na visão. Sua evolução pode levar ao glaucoma. Se a córnea estiver ilesa, o tratamento é feito com analgésico e colírio á base de corticoide. Mas esse colírio não deverá ser usado se a corne apresentar lesão, pelo risco de danificá-la ainda mais.

Olho seco: Síndrome do olho seco ou ceratoconjuntivite seca é mais comum em cães. Consiste em produção insuficiente de lagrimas e perda de lubrificação pelos olhos, o que leva á inflamação da córnea. “O tratamento é feito com colírio á base de ciclosporina e colírio de lagrima artificial”.

Catarata: Mais frequente em cães, esta é uma das principais causas de cegueira entre os animais de estimação. Na maioria dos casos, é provocada por herança genética e costuma aparecer aa partir dos 6 anos de idade. Um sintoma é o centro ficar azulado, com aspecto esbranquiçado ao redor. Outro é o animal esbarrar em objetos ao se locomover. Sem tratamento cirúrgico, há risco de perda parcial ou total da visão.

Procedimentos

Uma recomendação é submeter o animal a check up periódico que inclua a saúde ocular. Outra é ficar atento para detectar os primeiros sintomas de males oculares e buscar imediata orientação de médico-veterinário oftalmologista.

Normalmente, o dono do animal desempenha papel importante no tratamento pela atribulação de ministrar os medicamentos prescritos. A rotina costuma ser estressante, já que é normal o animal ficar agitado durante a aplicação. Para diminuir o estresse, é preciso agir com paciência. Elevar a cabeça do animal com cuidado e aplicar com calma facilita o processo, a medicação pode ser formulada como pomada ou colírio, de acordo com o que for mais prático para cada animal.

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Dicas para proteger seu pet durante o período chuvoso

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Alguns cuidados ambientais fazem com que o cão ou gato atravesse o inverno sem maiores complicações.

  • Proteção redobrada: Realize as medidas profiláticas (vacinas e vermífugos) sem atrasos;
  • Sempre quentinhos: Evite que o pet sofra choques térmicos (de local quente para frio e vice-versa), vale também para aquele entra e sai de ambientes com ar refrigerado, no verão. Evitar que o pet fique em locais frios e úmidos;
  • Evite aglomerações: Manter muitos pets no mesmo ambiente facilita a disseminação de doenças;
  • Alimento adequado: Ofereça dietas de qualidade e com necessidades energéticas balanceadas. Escolha o alimento referente à faixa etária animal, pois assim o nível calórico e qualidade de nutrientes são balanceados;
  • No quintal: Os cães que dormem fora de casa devem ter abrigo coberto, seco e aquecido;
  • Passeios alterados: Devem ser mantidos, mais feitos em horários menos frios e em locais secos;
  • Hidratação: Como eles bebem menos água no frio, a hidratação pode ser estimulada com dietas úmidas comerciais aquecidas. Isso minimiza os riscos de formação de cálculos urinários em cães e gatos e desidratações;
  • Pets idosos: Devem ser alvo de maior atenção por sua fragilidade. O uso de roupas e aquecedores ambientais pode minimizar problemas e trazer maior conforto. Esses pets são as maiores vítimas da desidratação, então cuidado redobrado com eles!
  • Roupas: são indicadas quando o animal de estimação se sente confortável em elas ou se possui poucos ou nenhum pelo, como em raças de cão ou gato peladas. Podem ser usadas no passeio. Opte por tecido que não provoque reações alérgicas, e não deixe o pet o dia todo com a roupa. Devem ser retiradas diariamente para a escovação dos pelos e inspeção da pele.
  • Tosas de inverno: As tosas radicais devem ser evitadas nesse período frio, porém as tosas higiênicas e escovações devem ser mantidas;
  • Banho: Só deve ser dado quando necessário, por exemplo, em cães de pelos longos que, por algum motivo, ficaram na chuva ou se sujaram. Nesses casos os banhos devem seguir regras como água em temperatura agradável, ambiente aquecido, sem trocas térmicas abruptas e secagem do pelo completa a fim de evitar que fiquem úmidos.

Importante observar diversos fatores como:

  • Resposta individual do sistema imune;
  • Condição corpórea, ou seja, animais obesos ou muito magros reagem menos a doenças;
  • Qualidade da alimentação, pois bons alimentos estimulam o sistema imune a melhores desempenhos;
  • Idade, já que jovens que ainda estão em fase de produção de anticorpos, idosos e debilitados por outras doenças tendem a apresentar maior gravidade de sintomas;
  • Profilaxia adequada (vacinas e vermífugos) é uma importante aliada na resposta orgânica do pet;
  • E, sobretudo, a capacidade do tutor de reconhecer o problema o quanto antes e levar o pet ao veterinário, a fim de iniciar tratamentos necessários rapidamente;
    Desse modo, a melhor forma de prevenir as doenças do inverno é seguir as recomendações de alimentação e protocolos de saúde indicados pelo seu veterinário.
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Groomer Marcelo Mehret em São Luís

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O Groomer Marcelo Mehret está em São Luís para mais um aperfeiçoamento da equipe de banho e tosa da Terra Zoo!

Nossos amiguinhos peludos merecem sempre o melhor!

E olha que legal… você pode deixar o seu pet ainda mais cheio de estilo durante esse período.

Nesta quinta-feira e sexta-feira, dias 28 e 29 de março, ele estará na Terra Zoo da Cohama e você pode levar o seu cãozinho ou gatinho pra aproveitar essa exclusividade com 50% de desconto nos serviços do Beauty Pet. Mas olha… as vagas são limitadas e sem marcação antecipada. É só chegar cedo pra garantir esse acompanhamento sob o olhar atento do Marcelo Mehret. Mais informações pelo 3248 9555.

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12 dicas para evitar que roubem seu cão

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Cães têm sido cada vez mais objeto de desejo dos ladrões. Prevenir que sejam furtados é o melhor remédio, já que a chance de recuperação é pequena.

1. Redobrar a atenção com cães de maior risco: Os mais visados para roubo são os de companhia, de pequeno porte e das raças mais populares. Ou seja, Torkshire Terrier, Spitz Alemão Anão (ou Lulu da Pomerânia), Shih Tzu, Boldogue Francês, Boston Terrier e Maltês fazem parte da lista. Quanto mais jovem o cão, maior o interesse despertado nos ladrões.

2. Evitar que o cão de pequeno porte fique na área externa: Cão do grupo de risco que fica próximo à grade do portão de acesso à rua ou da cerca é prato cheio para os ladrões tanto de dia quanto de noite.

3. Não deixar o cão na rua enquanto faz compras: Outra atitude de risco é deixar o cão esperando na frente do estabelecimento comercial onde seu condutor faz compras, situação bastante comum de se ver na entrada de padarias.

4. Ser precavido com prestadores de serviço: Antes de contratar passeador, adestrador ou babá canino pegue referências do profissional e verifique se ele tem antecedentes criminais. Para tanto, peça ao candidato deixar um currículo com nome completo, RG, CPF e telefones. Com esses dados vá até uma delegacia e peça para ver a situação da pessoa, explicando o motivo ao atendente. Ao receber prestadores de serviços em casa, cuide pessoalmente do atendimento. Evite que detalhes sobre a rotina da sua casa sejam divulgados.

5. Monitorar constantemente cão solto em parque: Ao deixar o cão correr e brincar com outros cães em ambiente público, mantenha-o sempre no seu campo de visão.

6. Não deixar o cão no carro: Além do perigo da hipertermia – muitos cães morrem por excesso de calor no interior do veículo – há também o de ser roubado.

7. Impedir criança de passear sozinha com cão: Conduzido por criança, o cão de companhia se torna alvo muito fácil.

8. Optar por passear em horários de movimento: Evite em andar com o cão em locais isolados, com pouco movimento ou escuros.

9. Ser discreto na internet: Cuidado, informações como detalhes sobre seus filhos e cães, comentários sobre a rotina de sua casa, local onde você leva o cão para tomar banho podem ser aproveitados por pessoas mal-intencionadas.

10. Usar luzes automáticas e câmeras: Luzes que se acendem em determinados horários ou quando alguém está na frente da casa inibem a ação de ladrões, além de poderem chamar a atenção de algum vizinho que conhece a sua rotina. Câmeras ajudam a interromper ou a recuperar o que foi roubado, por registrarem dados como a fisionomia do ladrão, placa do carro ou da moto dele, etc.

11. Aliar-se a seus vizinhos: O vizinho pode alertar você em caso de movimentação estranha na sua casa e até chamar a polícia. A parceria permite também que, se estiver sob ameaça, recorra ao vizinho para pedir ajuda adotando uma senha previamente combinada, como chama-lo por nome errado.

12. Impedir que o cão saia sozinho da propriedade: Muitos casos de roubo acontecem quando seu pet sai sozinho de casa, em geral por fuga. Cercar bem a propriedade, manter portões fechados e educar o cão a não sair sem companhia são medidas preventivas para evitar fugas.

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São Luís ganha primeiro Pet Park fixo e gratuito aberto ao público

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Escorregadores, pista de obstáculos e muitos outros brinquedos. Não, não se trata de um parquinho infantil, mas de um espaço que crianças, adultos e animaizinhos de estimação da família vão poder frequentar gratuitamente, todos os dias da semana: é o Pet Park Terra Zoo/Rio Anil Shopping, espaço inovador e inédito em São Luís.

Com entrada gratuita, o parque foi inaugurado no dia 09/03 e é exclusivo para cães, onde pretende reunir a família inteira, de forma inclusiva, para uma diversão completa. “O mercado para pets exige constante inovação, porque os bichos de estimação são hoje parte da família. Ser pet friendly é, entre outras coisas, dispor de um espaço para o lazer desses amiguinhos”, enfatiza Natália Zerbini, gerente de marketing do Rio Anil Shopping.

O Pet Park indoor é fruto de uma parceria do Rio Anil com a Terra Zoo, que recebe diariamente inúmeros clientes com seus bichos de estimação e será responsável pela manutenção do espaço. “Os nossos clientes procuram os serviços, os produtos da loja, e uma das formas de reconhecer a importância deles é cuidando de um local onde os seus ‘filhos de quatro patas’ sejam bem-vindos e se divirtam também”, explica Márcio Brasil, proprietário da Terra Zoo.

Para celebrar a inauguração, foi servido um café da manhã para todos os clientes que foram conhecer em primeira mão o Pet Park, distribuição de brindes, sorteio de prêmios, adoção de felinos, a presença do Mascote Juba do Rio Anil Shopping e dicas de comportamento canino com Danilo Viana do canil Fort Cães.

Mercado pet

Tratados, em muitos lares, como membros da família, os animaizinhos se estimação têm movimentado a economia de um modo nunca antes experimentado. É que, quando se trata de qualidade de vida, bem-estar, conforto e tratamentos direcionados aos mascotes, os donos não costumam poupar esforços. O resultado desse comportamento, ao longo dos últimos anos, foi captado pela ABINPET – Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação, cujos dados mostram que, só em 2017, o setor aumentou 4,95%, consolidando o Brasil como o terceiro maior mercado em faturamento no mundo.

O país movimentou cerca de US$ 20,3 bilhões em produtos e serviços para pets nesse ano e fechou 2018 com aumento de 9,8% nas vendas. A grande variedade de produtos, como rações balanceadas, produtos de beleza e higiene, entre outros, e serviços oferecidos, como Pet Shops, planos de saúde, tratamentos alternativos, creches, dog walkers e hotéis tiveram boa aceitação pelos consumidores e se tornaram uma nova oportunidade de mercado dentro dos serviços para animais de estimação, indo além dos necessários banho e tosa.

Sem crise

Mesmo diante da crise que atingiu muitos segmentos do comércio varejista e atacadista em todo o país nos últimos anos, o mercado pet não sofreu queda ou impacto acentuado. Uma das principais razões é explicada pela psicóloga Celiane Chagas, do Hapvida Saúde: “Geralmente, famílias que têm bichinhos de estimação desenvolvem um afeto e uma relação emocional muito intensos com esses animais. Daí, as despesas com os bichos têm tido prioridade no orçamento familiar”, pontua a especialista.

Outro fato importante, identificado pela ABINPET, é que o ano de 2017 também foi marcado pela acentuada profissionalização do setor, o que tem gerado esse bom resultado. “Com a abertura de pet shops, clínicas especializadas, espaços exclusivos para animais de estimação e outros empreendimentos no mercado pet, há uma demanda igualmente crescente por mão-de-obra qualificada. Por isso, falar sobre a abertura do Pet Park, por exemplo, tem outro significado em especial: este é mais um incremento capaz de gerar emprego e renda, em um nicho de mercado que ainda tem muito a crescer”, conclui a gerente de marketing do Rio Anil Shopping, Natália Zerbini.

Assessoria de Comunicação Rio Anil Shopping

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Saiba mais sobre a Dirofilariose

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O mosquito Aedes aegypti causador das doenças Dengue, Febre Amarela, ZIKA, e Chicungunha nos seres humanos, também causa transmite uma doença que pode ser fatal para o seu cão ou gato, a Dirofilariose. O Aedes é principal hospedeiro da DIROFILARIOSE, conhecida popularmente como verme do coração, que afeta cães e gatos e pode também ser transmitida aos humanos. A doença também pode ser transmitidas pelos mosquitos dos gêneros Anopheles e Culex, e se não tratada a tempo pode matar animais e seres humanos.

A incidência dos mosquitos transmissores é maior em áreas de praia e regiões com mata. É uma doença que atingiu vários animais na década de 90. Depois disso, devido aos cuidados preventivos e talvez até ao processo de urbanização, ela praticamente desapareceu. Porém, têm sido frequente o diagnóstico de novos casos da doença. Os principais sintomas são: tosse, cansaço e dificuldade respiratória , que podem levar o animal a óbito.

Entenda o ciclo evolutivo da doença

O mosquito, ao picar o focinho de um animal infectado, ingere larvas (microfilárias) presentes no sangue periférico, que evoluem no mosquito passando para a fase infectante, onde se tornam transmissíveis aos animais domésticos e aos seres humanos, onde evoluem e se alojam no coração e artéria pulmonar (por isso o nome popular “verme do coração”).

Dra. Debora Campos, veterinária da Terra Zoo alerta sobre a importância da prevenção a partir de 6 meses de vida do seu mascote, com medicações à base de moxidectina. Antes de iniciar a prevenção, deve ser feito um exame de sangue para descartar a possibilidade de infeção prévia de parasitas adultos.

O combate ao mosquito é fundamental para a prevenção, e só surtirá os efeitos desejados, se houver a plena colaboração da população, que deve se empenhar completamente nesta batalha, uma vez que aproximadamente 85% dos focos do mosquito transmissor, estão dentro dos domicílios, o que exige atenção constante dos moradores, algo que nem sempre acontece.

A melhor forma é a prevenção, para o cães, recomenda-se o uso de coleiras repelentes de mosquitos, confira aqui.

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Minicoelho: um pet fofíssimo para você se apaixonar

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Se os coelhos comuns já seduzem com sua fofura, imagine suas miniaturas! Com apenas, em média, 30 cm da ponta do focinho à base da calda, eles têm menos da metade do comprimento de seus primos de tamanho normal. Em vez dos 10 a 12 kg dos coelhos tradicionais, pesam 800 g a 2,5 kg, dependendo da raça. São diversas opções. Com pelos curtos há o Netherland, O Dwarf, o Hotot, o Mini Rex e o Mini Lop. Já com pelos medianos e longos, macios e volumosos, existem o Lion Head, o Angorá, o Teddy e o Fuzzy Lop.

Convívio

Interativos, silenciosos e inteligentes, os minicoelhos estabelecem relações de convívio social com toda a família. Podem ser ótimas companhias para crianças, desde que manuseados com cuidado e segurança, sob supervisão de adulto como se recomenda fazer com os animais de estimação em geral.

Com os animais em geral, os minicoelhos costumam ser tranquilos. Por isso, nunca deixe o minicoelho sozinho na presença de outros animais com os quais ele não tenha tido contato prévio. Um simples descuido poderá ser fatal.

Aproximadamente com 6 meses de idade, quando os minicoelhos chegam à maturidade sexual, tendem a desenvolver territorialidade e dificuldade de convívio pacifico com exemplares da mesma espécie ou até mesmo com pessoas. Nesses casos castrar o exemplar adulto reduz a agressividade.

Alimentação

Minicoelhos precisam de muita verdura, preferencialmente folhas verde escuro como: couve, almeirão e espinafre, que podem ser complementadas com as folhas mais claras, como alface, devem ser evitadas as rações destinadas a coelhos de produção, por conterem excesso de micronutrientes que ao longo prazo causam problemas clínicos aos minicoelhos.

Saúde

Não há necessidade de vacinar minicoelhos mantidos como pet no Brasil. Mas convém estar atento à presença de parasitas e, caso ocorram, providenciar o respectivo tratamento. Pulgas, carrapatos e, principalmente sarnas de ouvido são comumente observados em exemplares expostos a ambientes contaminados ou que convivem com espécies hospedeiras.

A expectativa média de vida dos minicoelhos é de 6 a 8 anos. Mas há exemplares que chegam aos 12 anos.

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Como socializar um novo gato em casa

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Uma dúvida frequente na vida dos gateiros de plantão é como introduzir um novo gato em casa. Se fosse uma coisa simples, não teria tanta gente pesquisando e com receio da adaptação dos felinos.

É difícil para nós humanos aceitarmos que gatos são animais solitários e que eles não sentem falta de outro gato em casa. (Sim, você pode ter dois ou mais felinos em casa e eles podem conviver maravilhosamente bem, mas em sua essência ainda são seres que se viram muito bem sozinhos).

Imagina seu animal todo territorialista e adaptado aos próprios ambiente e rotina ter que dividir todo o espaço, brinquedos e atenção com um novo integrante? É um caos na vida de um gato. Gatos podem conviver harmoniosamente ou traçarem uma terceira guerra mundial na sua casa, e a forma com que é feita a introdução do novo animal é fundamental pra nortear a relação.

O que fazer antes

Antes da chegada do animal, prepare o ambiente sem mover de móveis e objetos importantes para o gato da casa. Existem feromônios artificiais que podem ajudar o gato a ficar mais receptivo e calmo antes da chegada. Procure um veterinário antes para ajudar na escolha do produto.

Durante a chegada

Separe um cômodo da casa apenas para o novo gato. Deixe água, ração, areia e algum cobertor ou pano para que o novo gato se adapte. Não o deixe sozinho por muito tempo. Brinque, dê atenção e se aproxime do novo morador com carinho.

Atenção: Os gatos não devem ter contato direto nessa etapa, no máximo se cheirarem pela fresta da porta.

Após uma semana

Você pode trocar objetos, cobertores ou outros pertences dos gatos para que eles se familiarizem mais com o cheiro um do outro. Para apresentar os gatos, coloque o novo animal dentro de uma caixa de transporte e deixe que eles se vejam e se cheirem pela grade.

Se eles apresentarem uma estranheza ou mesmo “bufarem” um pro outro, não reprima pois é nessa etapa que estão definindo quem são e quem manda. Se houver agressividade excessiva, retorne o novo gato ao cômodo e repita essa etapa novamente no próximo dia. Se o clima for pacífico, tente abrir a porta da caixa transportadora e observe o comportamento dos dois.

Quando estiverem juntos, brinque com os dois e oferte brinquedos, petiscos e atenção de maneira igual aos dois.

love and tenderness of cats against the sky

Fique atento

Se as etapas falharem, comece do zero como no primeiro dia. Tente aproximações diárias e respeite o limite de medo e estresse dos animais. A reação provável do novo gato é tentar fugir, por isso tenha sempre telas de proteção nas janelas e atenção redobrada com portas. Em casos extremos, existem medicações e calmantes que podem ser receitados por um médico veterinário.

Mesmo que estejam pacíficos e coabitando sem problemas, você pode ser surpreendido com brigas durante à noite. Não reaja com gritos ou sustos, pois pode aumentar a agressividade entre os animais.

Tenha paciência e respeite o tempo de cada animal que tudo vai se encaminhar bem.

Fonte: Site E aí, Beleza

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