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Arrasta Pet On Line Terra Zoo

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Vem participar da nossa festança online!

Dois anos sem ArrastaPet? 😱 Nãaaooo…
Pra você e seu aumiguinho não ficarem com muita saudade do São João, resolvemos fazer o nosso ArrastaPet Online esse ano, com direito a rei e rainha caipira pet, brincadeiras e muito mais!

Então, coloca o lencinho xadrez ou o vestidinho de chita no seu pet e ‘vumbora’ curtir esse arraiá do jeito que dá (até rimou) 🤭. A partir de amanhã, fique de olho aqui no nosso perfil! 😉

‘Vumbora arrastá’ as patinhas na sala, no quarto, na varanda… 🌽👒🔥🐶

PROGRAMAÇÃO:

•Concurso Rei e Rainha Caipira Pet 👑🐶 com premiação!
•Brincadeiras pra você e seu pet se divertirem (pescaria 🎣, barraca do lambeijo 💋)
•Feirinha de Adoção online 🐕🐈

De 16 a 30 de junho
Acompanhe no insta @terrazoo 💛
São Luís, Imperatriz e Balsas estão convocados! 🥜🌼🎵

#arrastapet #arraial #arraialpet #sãojoão #arrastapet2021 #saoluis #imperatrizma #balsasma

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Pandemia despertou a procura por adoção de animais de estimação

Luis Silva, Jordeane Vieira, André Santos e o SRD Big Brother

O isolamento social necessário para conter o avanço da pandemia despertou a procura por adoção de animais domésticos. Muitas pessoas adotaram cães ou gatos para espantar a solidão.

Em São Luís são várias as entidades que atuam pela proteção e respeito aos direitos dos animais. A Terra Zoo realiza de tempos em tempos feirinhas de adoção, em parceria com algumas Ongs e entidades protetoras de animais, promovendo inclusive Feiras de Adoção Online, através de postagens no Instagram @terrazoo, nestes casos, os interessados conhecem pela internet seus futuros mascotes, que já estavam à espera de um novo lar.

Algumas lojas Terra Zoo possuem um espaço integrado à suas vitrines, dedicado à adoção permanente de gatos resgatados por ONGs e entidades protetoras dos animais. Batizados de Espaço de Adoção Responsável Permanente, o espaço disponibiliza poucos gatos por vez para adoção, todos castrados. Os gatos são vacinados e micro chipados pela Terra Zoo, que também é responsável pela alimentação e cuidados deles enquanto estão no espaço, até serem adotados. Esses requisitos são necessários e exigidos pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária. Em 2020, foram realizadas 2 feirinhas on line e 9 presenciais, ao todo 271 gatos foram adotados nas vitrines de quatro lojas, sendo que 96 gatos e 206 cães foram adotados nas feirinhas.

Se por um lado houve aumento da procura de animais de estimação para adoção, por outro, com a chegada da Covid 19 houve aumento do número de animais abandonados. Joyce Millene, Analista de Marketing da Terra Zoo, explica que muitas das aquisições, recolhimento e adoções de cães e gatos ocorrem por impulso, comoção ou até mesmo modismo. “Algumas pessoas adotam para companhia no período de isolamento, e depois chegam à conclusão que não querem mais ter um animal de estimação, após perceberem que esses animais precisam de atenção, carinho e cuidados veterinários, o que gera um custo às vezes inviável para quem tem um orçamento apertado. Diante dessa situação, muitos acabam abandonando o animal”, disse. Por isto é importante orientar e conscientizar os interessados na adoção, das responsabilidades que eles passarão a ter com o novo mascote.

Para adotar um pet você vai precisar ser maior de idade, apresentar documento com foto e comprovante de residência. Também será necessário passar por uma entrevista com a ong parceira, para avaliar questões como o perfil do adotante (e sua família), a rotina da casa, histórico com outros animais e a segurança. Os cães e gatos já vão pra sua casa vacinados, vermifugados e com microchip de identificação. E uma boa novidade, agora você pode comprar o enxoval do seu novo pet com desconto especial no dia da adoção.

Durante a pandemia a Terra Zoo incrementou o seu atendimento on-line, dando suporte para que as pessoas pudessem adquirir produtos para a manutenção dos seus pets em casa. Há quarenta anos no mercado a Terra Zoo, está em constante expansão, e hoje conta com seis lojas em São Luís, uma em Imperatriz e outra em Balsas. Para saber as datas de novas feirinhas de adoção, consulte o instagram da loja @terrazoo.

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Sinais de alerta na saúde do seu cão

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Problemas cardiológicos e nas articulações, insuficiência renal e hepática, alterações no funcionamento de outros órgãos, infecções, alergias, tumores… vale a pena conhecer alguns sinais de alerta que denunciam males assim que começam a surgir.

Olhos

Falta de brilho, vermelhidão e secreção podem ser sintomas de conjuntivite tanto em cães como em gatos. Manchas brancas algumas vezes podem indicar catarata nos cães.

Patas

Algumas alergias fazem o cão lamber a parte dos pés que fica em contato com o chão, causando mudanças na cor. Pulgas e carrapatos também gostam de se esconder ali. Para os gatos, deve-se observar lesões em unhas e coxins ( a parte molinha da sola do pé).

Pelagem

Alergias, alterações hormonais e várias doenças afetam o pelo. Então, fique atento se ele estiver sem brilho, caindo demais ou com falhas ( e isso vale para cães e gatos).

Rabo e genitália

Se o animal não puder levantar a cauda, talvez alguma vértebra esteja fraturada. Já fêmeas que lambem muito os genitais podem estar com secreções causadas por uma infecção no útero.

Focinho e boca

Cães e gatos com anemia apresentam gengiva esbranquiçada (quando você aperta a gengiva, o sangue demora a voltar). Já problemas de fígado deixam a boca amarelada. Nos felinos, pode ser sinal de lipidose ( acúmulo de gordura no fígado) e nos cães é o sintoma mais comum da hepatite. E doenças transmitidas por carrapatos, como a erliquiose canina, podem desencadear o sangramento nas narinas.

Orelhas

A otite, uma infecção no ouvido comum em cães e gatos, causa coceira, mau cheiro e deixa manchas vermelhas na parte interna da orelha.

Com o passar dos anos, o organismo precisa de mais atenção. Os cães idosos devem visitar o veterinário pelo menos três vezes ao ano – e, algumas vezes, até mais que isso.

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Curiosidades e dicas sobre gatos

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Os gatos têm hábitos alimentares diferentes dos cães. Você sabia que os bichanos não gostam de encostar os bigodes nas laterais dos pratos de água ou comida, portanto, providencie pratos largos. E não esqueça de trocar a água várias vezes por dia, os gatos gostam de água fresca. Diferentemente dos cães, a ração dos gatos deve ficar sempre à disposição. Jamais ofereça alimentos humanos industrializados a seu bicho de estimação. A teobromina, por exemplo, presente em chocolates, provoca sérios problemas e pode intoxicar o animal. Porcarias também favorecem as doenças dentárias, como o tártaro e a placa bacteriana. Existem rações para gatos de acordo com a raça, a idade, a fase da vida e as condições de saúde do seu bichano. Na Terra Zoo você encontra uma grande variedade de ração e outros produtos específicos para o seu gato.

Sedentarismo

Os gatos são preguiçosos por natureza, para que o seu bichano coloque o sedentarismo de lado e queime as calorias a mais, aqui vão algumas sugestões:

  • Estimule o gato a se movimentar, aumentando a distância entre a vasilha de água, de comida, a caixa de areia e a cama.
  • Crie barreiras que desafiem o gato a se exercitar enquanto caminha pela casa – rampas e obstáculos espalhados ao longo de seu trajeto ajudam.
  • Estimule atividades físicas do bichinho com bolinhas, arranhadores e uma espécie de parque de diversões felino.

Bolas de pelo

Os gatos se lambem o tempo todo. Na verdade, esta é a forma que eles se limpam, usando a língua. Então, eles acabam engolindo um monte de pelos. É comum eles vomitarem bolas de pelo. É melhor que os pelos sejam eliminados pela boca do que se acumulem no aparelho digestivo, provocando prisão de ventre e até obstrução intestinal. Para gatos com dificuldade de se livrar da cabeleira ingerida, há rações especiais que favorecem o trânsito intestinal, além de biscoitos à base de malte e pomadas medicamentosas.

Na Terra Zoo, você encontra várias produtos para o seu felino e produtos específicos para ajudar a eliminar bolas de pelo mais facilmente: www.terrazoo.com.br

 

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Câncer em animais, cada vez mais comum

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Tem sido cada vez mais comum, o diagnóstico de câncer em animais de estimação. O câncer acontece devido à proliferação desordenada de células de qualquer tecido do organismo, provocando danos ao funcionamento dos órgãos comprometidos. Existe uma série de fatores envolvidos – de predisposição genética ou familiar a questões ligadas ao ambiente que o animal vive, como hábitos alimentares, estilo de vida e exposição a substâncias carcinogênicas, isto é, substâncias capazes de contribuir para o aparecimento de um tumor. Tudo isso pode ajudar a aumentar a incidência do câncer.

Se a doença for detectada após produzir metástase, quando o tumor já se espalhou pelo corpo, a morte do animal pode ser inevitável. Os tipos mais comuns de câncer passíveis de prevenção são o de mama e útero, nas fêmeas, e o de próstata e testículos, nos machos. A forma de prevenir, no caso, é por meio da cirurgia de castração precoce. Os sinais clínicos variam de acordo com o tipo de tumor. Na maioria das vezes, porém, o bicho apresenta apatia e uma acentuada perda de peso.

Em geral, o diagnóstico é por meio de biópsia, radiografia, exame de sangue, ultrassonografia, tomografia computadorizada e endoscopia, dependendo sempre do local do tumor. Conforme o tipo de tumor e do estágio de sua evolução, o tratamento pode ser cirúrgico e/ou medicamentoso. Os efeitos adversos da quimioterapia são menores quando comparados aos dos seres humanos. Em alguns casos, no entanto, além de matar as células tumorais, a quimio pode deprimir a medula óssea, causando reações indesejáveis. Recentemente uma nova técnica denominada eletroquimioterapia, que seria a aplicação do quimioterápico e de choque elétrico diretamente no tumor, tem apresentado excelentes resultados.

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Como evitar erros na educação dos cães

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Educar nossos mascotes não é tarefa fácil. Muitas das vezes, agimos impulsivamente, sem perceber que nossas atitudes podem estar contribuindo para deixar nosso  melhor amigo, um cãozinho mal educado.

  • Dar comida durante as refeições: É muito comum você não resistir ao olhar de pidão do seu cão na hora das refeições. Seu cachorro todo faceiro começa a latir, pular, fica embaixo da mesa, lamber e fazer aquela cara irresistível. Para acalmá-lo, você dá um pouco da comida do seu prato e, sem perceber, inicia um processo que acaba recompensando o comportamento.
  • Como agir: Diga “não” cada vez que o filhote ou cão adulto executar o ritual pidão. Assim que ele se afastar ou interromper o comportamento, recompense-o com um agrado verbal. Diga “muito bem” ou “isso”, por exemplo. Por outro lado, se ele ficar quieto ou entretido com algum brinquedo enquanto você come, estimule esse comportamento positivo. Ao terminar a refeição, dê um petisco para ele ou faça um agrado nele em outro ambiente. Aos poucos, ele entenderá que é recompensado por não efetuar pedidos enquanto você come.
  • Fazer festa quando você chega em casa: Você passa o dia fora correndo no trabalho e, quando retorna ao lar, não vê a hora de encontrar seu amigo. Por isso, ao revê-lo exagera nas festas e agrados. Fala com voz fina, bate palmas, propõe brincadeiras e, quem sabe, até dá um presente, pensando que assim está fazendo bem ao cachorro. Na verdade, está aumentando a possível ansiedade de separação que o amigão já tem por ficar muito tempo sozinho.
  • Como agir: Em primeiro lugar, se você passa muito tempo fora de casa e o cão permanece sozinho, antes de sair procure levá-lo para passear. O exercício físico e a possibilidade de sentir cheiros diferentes irão ajudar bastante para que o seu amigo permaneça em casa mais sereno. Outra coisa: toda vez que você for sair de casa, dê um pedaço de petisco ao cão. É sempre bom ele associar a sua saída com recompensa. E, finalmente, quando você retornar, não faça festa. Haja como se nada estivesse acontecendo. Somente depois de uns 10 minutos de calma, cumprimente seu amigo, mas sem exageros. Dessa maneira, ele entenderá a sua volta como fato normal, corriqueiro, sem sofrer ansiedade.
  • Só sair com o filhote depois de todas as vacinas estarem em dia: Cachorros devem tomar várias vacinas quando filhotes. Geralmente chegam no novo lar com 2 meses e há quem diga que, para evitar doenças, só devem frequentar a rua depois de determinada a vacinação por volta dos 5 meses. O problema de manter o filhote trancado por tanto tempo é prejudicar a socialização e o aprendizado dele. A melhor fase para o cão descobrir como o mundo é grande e que nele há ampla diversidade de pessoas, cachorros, barulhos e carros vai dos 2 aos 4 meses de vida. Sem dúvida, nessa faixa etária a socialização ajuda demais a formação da boa saúde comportamental do nosso amigo.
  • Como agir: Por um lado, leve em conta as precauções do pedido de vacinação. Não exponha o filhote ao cão das ruas e parques, nem deixe que interaja com cachorros desconhecidos. Por outro, leve-o para passear de carro ou para dar uma volta no quarteirão carregando-o no colo. Visite também amigos que tenham cães saudáveis que estejam com as vacinas em dia. Iniciativas como essas durante os 2 a 4 meses de idade do cãozinho o ajudarão a crescer muito mais seguro de si.

 

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Bem vindo ao lar, bichano!

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Você acabou de ganhar um amigão felino? Não fique chateado se ele passar os primeiros dias escondido embaixo da cama ou atrás da estante. Leva um tempo até que o gato se acostume com a mudança de casa e de família. Respeitar esse período é o primeiro passo para conquistar a sua confiança. Enquanto isso, invista nas guloseimas e nos brinquedinhos. Eles ajudam a acelerar o processo de adaptação ao novo ambiente. E jamais force carinhos e coloque o animal no colo contra a vontade dele, o que só o afastará mais. Saiba ter paciência até que ele sinta que a sua casa também é a casa dele.

Para facilitar

Primeiro, instale o gato em um cômodo e vá mostrando o resto da casa aos poucos. Se possível, traga referências do lugar onde ele morava antes, como a cama, um pedaço de pano e até um brinquedo que, para ele, terá um cheiro mais familiar. Isso diminuirá a fase de estranhamento.

Um é pouco?

Apesar da independência, alguns gatos dão sinais de solidão. Começam, por exemplo, a fazer xixi fora da caixa de areia. Se isso acontecer com o seu, porque você precisa ficar muito tempo fora de casa, cogite a possibilidade de arrumar um companheiro de bagunça para o coitado. Diferentemente do que a maioria das pessoas acredita, dois gatos dão menos trabalho porque fazem companhia um para o outro e se divertem sem depender dos seres humanos. Acabam a agitação, a destruição, a falta de vontade de comer, os miados de madrugada. E a despesa não aumenta tanto assim.

Outra dica importante é a esterilização/castração do seu gato ou gata, além de evitar ninhadas indesejadas, demarcação e disputa de território por machos, a cirurgia evita em mais de 90% o surgimento de tumores mamários, uterinos ou de próstata. O gatinho ou gatinha fica mais tranquilo em casa e você também!

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Brincando de esconde esconde e estimulando o olfato do cão

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O faro é o sentido mais aguçado dos cães. Por isso, vencer desafios guiando-se pelo cheiro pode proporcionar grande entretenimento a esses animais. As raças que foram aprimoradas para se sobressaírem no rastreamento são os sabujos e farejadores, como o Bloodhound, o Basset Hound e o Beagle.

Esconder brinquedos e petiscos pela casa é uma maneira de estimular o seu cão a farejar. Caminhadas ao ar livre e trilhas são ótimas alternativas para proporcionar diversidade de odores. E dentro de casa ou em parques é possível ensinar seu cão a se divertir usando as narinas de uma maneira diferente: achando, pelo nome, uma pessoa escondida. Para ele adquirir essa habilidade, pratique os seguintes passos:

  1. Peça para uma pessoa de casa ficar a cerca de um metro de você e do cão, que estará ao seu lado.
  2. Diga o nome da pessoa como se fosse um comando. Na sequência, a pessoa chamará o cão, atraindo-o com alguns grãos de ração ou com um petisco, que entregará a ele assim que chegar. Repita o exercício várias vezes. Quando o cão estiver realizando corretamente, passe para a próxima etapa.
  3. Diga o nome da pessoa, a qual ficará quieta e não acenará para o cão. Assim que ele chegar nela, ela o recompensará. Quando o cão estiver praticando o exercício sem erros, o nome da pessoa desempenhará o papel equivalente ao de um comando.
  4. Peça para seu ajudante a se afastar mais dois metros e repita o exercício até que o cão pratique fluentemente.
  5. A pessoa se distancia outros dois metros e o exercício é repetido até estar bem absorvido pelo cão.
  6. Agora, segure o cão de modo que ele não veja onde a pessoa está, a qual, em seguida, se esconderá. Quando estiver oculta, diga o nome dela. O cão deverá procurá-la e, assim que a encontrar, ganhará recompensa. Sempre que o acerto acontecer por algumas vezes seguidas, a pessoa passa a se esconder mais longe (a distância aumenta gradativamente de dois em dois metros).
  7. Depois que o seu ajudante estiver se escondendo a 30 metros de distância e o cão conseguir acha-lo sempre, considere-o “diplomado” para brincar de esconde-esconde. Concluído o treino em casa, é possível estender a diversão a parques e praças, locais com muitas distrações para o cão. Comece com a pessoa se escondendo pertinho e vá aumentando a distância gradativamente. Seguindo lógica semelhante, é possível ensinar nomes de objetos ao cão e pedir para ele encontrá-los (uma Border Collie ficou famosa por ter aprendido o nome de mais de mil brinquedos!). Em comparação com o treino para achar pessoa, no exercício para encontrar coisas não há necessidade de ajudante. Diga o nome do objeto, arremesse-o inicialmente a um metro e estimule-o cão a pegá-lo. Quando ele estiver feito isso, você mesmo entrega o prêmio e aproveita para recuperar o objeto. Além de aprender a identificar o objeto pelo nome, o cão aprenderá a trazê-lo de volta. Quando a associação do objeto com seu respectivo nome estiver feita, o cão será capaz de encontra-lo sob comando.

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Será que eles vão ter sua atenção?

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Atenção para o desfile de fofuras!

Infelizmente o caminho até um lar é longo para muitos pets. Diariamente, cães e gatos são abandonados nas ruas da cidade e muitos não têm um bom destino. Mas você pode mudar o destino de um deles!

Não dá para ignorar que, mesmo com toda a ajuda das ongs e protetores independentes, o número de animais em situação de abandono ainda é grande.

As ongs são instituições que realizam trabalhos de conscientização e apoio a causas específicas, durante todo o ano e, apesar de realizarem um belo trabalho beneficente, elas precisam do apoio de pessoas que também possam colaborar.

VOCÊ PODE AJUDAR!
Pode doar ração e outros itens de necessidade a essas ongs; pode doar qualquer quantia em dinheiro; pode usar suas redes sociais para divulgar os peludos que estão para adoção e… pode ADOTAR um deles e ganhar o melhor presente: a alegria e gratidão eterna de um animalzinho adotado! ♥️

A Terra Zoo tem parceria com ongs na cidade de São Luís que precisam muito de você! @amadasaoluis @caesegatosderuaslz @amepetsslz entre em contato!

PARA ADOTAR um dos pets das ongs @amadasaoluis @caesegatosderuaslz ou @amepetsslz, você vai precisar ser maior de idade; apresentar documento com foto e comprovante de residência; passar por uma entrevista com a ong, visando avaliar questões como o perfil do adotante (e sua família), a rotina da casa, histórico com outros animais e a segurança.

ADOTE! Eles merecem um lar e você merece ser ainda mais feliz! 🐶🐱
#adoção #adoteumpet #sãoluís

 

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Eles adoram puxar!

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A tração feita por cães tem séculos de existência. Antes da existência do transporte motorizado, várias raças de cães eram utilizadas para ajudar a transportar objetos e mercadorias, como o Rotweiler e o Bernese Mountain Dog. Puxar trenó também sempre foi uma função muito bem executada por cães das raças Husky Siberiano e Malamute do Alaska.

Na verdade os cães gostam de praticar esta atividade, e interpretam como brincadeira. Pelo grande consumo de energia que a atividade proporciona, quando corretamente administrada pode contribuir positivamente para a saúde física e mental dos cães. É importante que a prática ocorra depois do cão ter se tornado adulto, quando a ossatura está plenamente formada. O esforço exigido não deverá ser excessivo (o médico-veterinário pode avaliar o limite recomendável).

É preciso usar peitoral próprio para tração, que é acolchoado e distribui por vários pontos do corpo a pressão exercida pelo peso puxado (peitorais comuns não são adequados para tração).

Para que o cão não crie o hábito de puxar também quando sai para uma simples caminhada, é importante ensina-lo a só puxar a partir de comando (usaremos a palavra “puxa”). Isso pode ser conseguido com o seguinte treino:

  1. Primeiro, é preciso que o cão aprenda a andar sem puxar a guia. Comece a exercitar em casa, simulando caminhadas. Quando ele estiver andando ao seu lado sem puxar a guia, entregue de tempos em tempos um pedaço de petisco (gradativamente, aumente o intervalo entre as premiações). Sempre que a guia for puxada, interrompa a caminhada até o cão se acalmar (com a repetição, ele perceberá que puxar resulta em suspensão do passeio). Quando o cão estiver caminhando sempre ao seu lado em casa, passe a treiná-lo na rua, de preferência em locais calmos.
  1. O seu cão já está caminhando sem puxar a guia? Chegou o momento de apresentar o peitoral de tração para ele. Inicialmente, deixe o equipamento no cão, para que seja feito o reconhecimento. Depois, coloque o peitoral nele com a guia acoplada.
  1. Quando o cão estiver usando o peitoral de tração com naturalidade, faça-o aprender o comando “puxa”. Segure a guia e dê a ordem “puxa”. Incentive o seu aluno a ir para frente jogando uma bolinha. Assim que a guia ficar tensionada, estimule o cão a prosseguir avançando, regulando a tensão da guia para que ele sinta a sensação de estar puxando. A recompensa é pegar a bolinha que foi jogada. Repita o treino até o cão atender sempre ao comando.
  1. Passe a intercalar esse treino com o de caminhar com o cão com coleira e guia. Se, nessa situação, ele puxar, fique imóvel até que ele se acalme. Repita intercalando o treino de “puxa” com o treino de caminhada sem puxar. Essa etapa termina quando o cão só puxar ao receber comando.
  1. Com o “puxa” bem assimilado, o cão estará pronto para fazer tração. Basta você subir sobre um skate ou calçar patins e dar o comando. Já se ele for puxar algo atrelado a ele, como um carrinho, acostume-o antes a ficar nessa situação e quando ele se mostrar há vontade, comande “puxa”. Diversão garantida!!!
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