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Arrasta Pet On Line Terra Zoo

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Vem participar da nossa festança online!

Dois anos sem ArrastaPet? 😱 Nãaaooo…
Pra você e seu aumiguinho não ficarem com muita saudade do São João, resolvemos fazer o nosso ArrastaPet Online esse ano, com direito a rei e rainha caipira pet, brincadeiras e muito mais!

Então, coloca o lencinho xadrez ou o vestidinho de chita no seu pet e ‘vumbora’ curtir esse arraiá do jeito que dá (até rimou) 🤭. A partir de amanhã, fique de olho aqui no nosso perfil! 😉

‘Vumbora arrastá’ as patinhas na sala, no quarto, na varanda… 🌽👒🔥🐶

PROGRAMAÇÃO:

•Concurso Rei e Rainha Caipira Pet 👑🐶 com premiação!
•Brincadeiras pra você e seu pet se divertirem (pescaria 🎣, barraca do lambeijo 💋)
•Feirinha de Adoção online 🐕🐈

De 16 a 30 de junho
Acompanhe no insta @terrazoo 💛
São Luís, Imperatriz e Balsas estão convocados! 🥜🌼🎵

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Pandemia despertou a procura por adoção de animais de estimação

Luis Silva, Jordeane Vieira, André Santos e o SRD Big Brother

O isolamento social necessário para conter o avanço da pandemia despertou a procura por adoção de animais domésticos. Muitas pessoas adotaram cães ou gatos para espantar a solidão.

Em São Luís são várias as entidades que atuam pela proteção e respeito aos direitos dos animais. A Terra Zoo realiza de tempos em tempos feirinhas de adoção, em parceria com algumas Ongs e entidades protetoras de animais, promovendo inclusive Feiras de Adoção Online, através de postagens no Instagram @terrazoo, nestes casos, os interessados conhecem pela internet seus futuros mascotes, que já estavam à espera de um novo lar.

Algumas lojas Terra Zoo possuem um espaço integrado à suas vitrines, dedicado à adoção permanente de gatos resgatados por ONGs e entidades protetoras dos animais. Batizados de Espaço de Adoção Responsável Permanente, o espaço disponibiliza poucos gatos por vez para adoção, todos castrados. Os gatos são vacinados e micro chipados pela Terra Zoo, que também é responsável pela alimentação e cuidados deles enquanto estão no espaço, até serem adotados. Esses requisitos são necessários e exigidos pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária. Em 2020, foram realizadas 2 feirinhas on line e 9 presenciais, ao todo 271 gatos foram adotados nas vitrines de quatro lojas, sendo que 96 gatos e 206 cães foram adotados nas feirinhas.

Se por um lado houve aumento da procura de animais de estimação para adoção, por outro, com a chegada da Covid 19 houve aumento do número de animais abandonados. Joyce Millene, Analista de Marketing da Terra Zoo, explica que muitas das aquisições, recolhimento e adoções de cães e gatos ocorrem por impulso, comoção ou até mesmo modismo. “Algumas pessoas adotam para companhia no período de isolamento, e depois chegam à conclusão que não querem mais ter um animal de estimação, após perceberem que esses animais precisam de atenção, carinho e cuidados veterinários, o que gera um custo às vezes inviável para quem tem um orçamento apertado. Diante dessa situação, muitos acabam abandonando o animal”, disse. Por isto é importante orientar e conscientizar os interessados na adoção, das responsabilidades que eles passarão a ter com o novo mascote.

Para adotar um pet você vai precisar ser maior de idade, apresentar documento com foto e comprovante de residência. Também será necessário passar por uma entrevista com a ong parceira, para avaliar questões como o perfil do adotante (e sua família), a rotina da casa, histórico com outros animais e a segurança. Os cães e gatos já vão pra sua casa vacinados, vermifugados e com microchip de identificação. E uma boa novidade, agora você pode comprar o enxoval do seu novo pet com desconto especial no dia da adoção.

Durante a pandemia a Terra Zoo incrementou o seu atendimento on-line, dando suporte para que as pessoas pudessem adquirir produtos para a manutenção dos seus pets em casa. Há quarenta anos no mercado a Terra Zoo, está em constante expansão, e hoje conta com seis lojas em São Luís, uma em Imperatriz e outra em Balsas. Para saber as datas de novas feirinhas de adoção, consulte o instagram da loja @terrazoo.

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Faxineiros do aquário de água salgada

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Mesmo que as algas surjam em pequena quantidade, alguma limpeza periódica para o seu controle é necessária, pois além de atrapalharem a estética do aquário, elas são prejudiciais para o equilíbrio do ecossistema. Existem animais que podem ajudar nesse trabalho, conhecidos entre os aquaristas marinhos como “equipe de limpeza”. Como se alimentam de restos de alimentos e detritos, auxiliam no controle dos parâmetros como nitrato e amônia que podem ser produzidos por material orgânico em deterioração no aquário.

Podemos dividir essa equipe de limpeza em: Algueirosque se alimentam de algas, seja raspando o vidro ou comendo as algas de maior porte de rochas ou substrato, como as filamentosas; detritívoros, animais que se alimentam de resto de ração, animais mortos entre outros resíduos orgânicos que podem se formar no aquário; e bioturbadores, organismos que se enterram, e portanto, reviram o substrato, oxigenando-o impedindo que ele se compacte.

Como e quando colocar limpadores

Muitos aquaristas seguem a regra de um animal para cada 5 litros de aquário para a escolha dos limpadores menores como Mini-paguro, Nishi Snail, Turbo Snail e Neritina. Em aquários maiores é comum a procura por animais maiores. Nesse caso, a Astrea e o Paguro de Pata Amarela podem ser menores. Se a opção forem animais maiores, a proporção em relação ao volume do aquário é inversamente proporcional ao tamanho do animal, menor a quantidade a ser colocada no aquário. A variedade de animais para a equipe de limpeza também é importante, pois alguns podem ter mais facilidade para fazer certos serviços do que outros.

É interessante que os limpadores sejam os primeiros animais a entrar no aquário, assim que o ciclo do nitrogênio estiver completo, ou seja, quando os testes de amônia e nitrito indicarem segurança para os animais. Se o aquário estiver sem algas, não os coloque a não ser que esteja disposto a alimentá-los.

Excesso de algas dá um aspecto sujo ao aquário. Existem animais que comem e regulam a quantidade de algas, contribuindo para a limpeza do aquário. São vários os fatores que podem favorecer o crescimento de algas, como o excesso de luz e nutrientes, como fosfato e nitrato. Portanto, a disponibilidade tanto de algas quanto de nutrientes como alimento para estes animais limpadores também varia de acordo com esses fatores.

Alguns animais marinhos que podem ajudar a manter o aquário mais limpo:

– Ofiúros:

Possuem corpo redondo e braços flexíveis. Alimentam-se de restos de comida que encontram no aquário, evitando que apodreçam. Também comem animais mortos. Alguns de maior porte podem comer peixes ou camarões, informe-se antes de adquirir um.

– Estrela Sand Sifing (Astropecten polyacanthus)

Estrela branca e cinza que vive a maior parte do tempo enterrada no substrato.  Devoradora de detritos, ajuda a manter o substrato limpo como bioturbadora. A maioria das estrelas não deve ser encaixada como equipe de limpeza. Em geral, são animais carnívoros que precisam ser alimentados, podendo inclusive comer corais.

– Ouriços do mar

A maioria dos ouriços do mar são excelentes comedores de algas, podendo também se alimentar de detritos. No entanto, podem raspar as algas coralinas ( algas pink) que são benéficas ao aquário. É preciso tomar cuidado, pois podem fazer bagunça no aquário, como derrubar pedras, e algumas espécies conseguem segurar pedaços de corais vivos e carregar pelo aquário, queimando outros corais que encostem nele. Portanto, escolher bem a espécie de ouriços é importante.

E os peixes, também podem ajudar na tarefa de limpeza do aquário?

É comum encontramos peixes que comam algas e assim contribuem com a limpeza do aquário, além de ornamentarem o aquário com sua beleza. É sempre bom lembrar que antes de colocar qualquer peixe no aquário, é importante verificar se ele é compatível com o tamanho do aquário. A quantidade de animas necessária para manter o aquário limpo varia muito de aquário para aquário.

 

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Como cuidar e cultivar Rosa do Deserto em casa

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Originária da região do Saara, na África, a rosa-do-deserto (Adenium obesum) é uma das flores mais amadas pelos brasileiros. Por gostar bastante de clima quente e úmido, ela se desenvolve bem em diversas áreas do país. “Ela é uma planta ornamental, que vai muito bem para dentro de casa. Também pode ser cultivada em jardins e canteiros, pois cresce até se tornar uma árvore”, diz Karina Saab, arquiteta e paisagista.

A rosa-do-deserto se adapta tanto em vasos grandes, quanto em pequenos. Por precisar de sol, é indicada para ficar perto da janela e em cantos que recebem o máximo de luz natural. A espécie não suporta temperaturas abaixo de 14 graus. “A planta precisa ser molhada constantemente para manter o substrato úmido. O ideal é colocar a mão na terra e, se estiver seca, fazer a rega”, explica Karina. Só cuidado para não molhar demais, pois a água em excesso pode apodrecer a raiz.

Segundo a paisagista, não é preciso realizar a poda, mas é necessário trocar o substrato conforme o desenvolvimento da planta. “Ao regar, os nutrientes vão embora com a água, então é preciso voltar a adubar para manter seu crescimento”, ela informa. Caso a flor seja cultivada em vasos pequenos, pode ser que pare de crescer em determinado momento, pois precisa de espaço e novos nutrientes.

As suas pétalas são rosas, vermelhas, esbranquiçadas, arroxeadas ou a mescla dessas cores. “O florescimento é uma maravilha, está sempre com flores, principalmente na época de bastante calor”, comenta Karina.

Dicas de como cuidar:

1. Preparação do vaso

Assim como as suculentas, as rosas do deserto gostam de água, mas não de solo encharcado, por isso é importante que elas sejam mantidas em um vaso com alto poder de drenagem. Cubra o fundo do vaso com pedras e tela plástica ou TNT para que as raízes não saiam pelos furos.

O substrato ideal é aquele que mistura terra preparada com areia grossa e húmus de minhoca. A proporção deve ser de 2/3 de areia para 1/3 de terra preparada. Isso porque essa planta está habituada com o clima semiárido e altas temperaturas.

2. Iluminação

As rosas do deserto são plantas que precisam de muita luz do sol direta para se desenvolverem plenamente. Você pode até mantê-la em uma situação de meia sombra, mas ela pode não dar uma floração tão exuberante. Prepare-se para oferecer pelo menos 6 horas de sol por dia para a sua planta ou ela pode ter um desenvolvimento insuficiente e ficar torta para um lado só enquanto procura por mais luz.

3. Temperatura

Essa planta não gosta de frio, portante evite deixá-la em ambientes muito úmidos ou que tenham ar condicionado, caso ela fique dentro de casa. Para a rosa do deserto, quanto mais sol e calor, melhor. Em baixas temperaturas ela fica dormente, com metabolismo lento e caso já tenha florido, as flores caem e as folhas ficam amareladas.

4. Podas

As podas são muito importantes para que a sua planta floresça com mais facilidade e também para dar forma a ela. Você pode usar recursos que os produtores de bonsais utilizam, como envolver os galhos com arames e ancorá-los com barbante, para dar o formato desejado na planta.

5. Adubação

Como essa planta precisa de um vaso com drenagem alta, com o tempo certos nutrientes acabam se perdendo. Por isso é preciso fornecer adubação e garantir assim que ela se desenvolva bem e forneça mais flores ao longo do ano. Os fertilizantes não devem ser aplicados diretamente nas raízes ou quando o substrato estiver totalmente seco, pois ele pode queimar as raízes e fazer com que as folhas caiam. Uma dica é usar o Forth Cactos para ter bons resultados com a sua rosa do deserto.

6. Regas

As rosas do deserto precisam de água, viu. Você só não pode exagerar para não apodrecer suas raízes e matar a planta. Uma das formas de saber se a planta precisa de água é apertar o bulbo de leve, se ele estiver murcho significa que a planta está desidratada. Outra maneira de saber se a planta deve ser regada é verificar se o solo está úmido. Só molhe a planta se o solo estiver bem seco.

7. Salvando uma planta que apodreceu

Se você descuidou das regas e a sua planta apodreceu, tenha calma, pode ser que ainda haja salvação. Retire a planta da terra, limpe todas as raízes e com uma colher elimine todas as partes apodrecidas. Pendure a planta num local com sombra até que cicatrizem todos os cortes. Isso vai levar de 5 a 6 dias. Depois replante o bulbo num vaso com um substrato novo e deixe-a mais uns 3 a 4 dias na sombra. Aos poucos, vá colocando sua planta no sol e acompanhe o desenvolvimento dela. Não se preocupe se as folhas caírem durante esse processo, é normal.

8. Adaptação a um novo ambiente

Logo que você compra a rosa do deserto, de um viveiro ou de um mercado, é normal as folhas ficarem amareladas e as flores caírem. Isso acontece porque a planta mudou de ambiente drasticamente, mas não se preocupe. Não é necessário mudá-la de vaso ou receber adubo nesse período de adaptação, espere até que a planta demonstre crescimento.

9. Cuidados com o manuseio

Apesar de ser uma planta exótica e linda, a rosa do deserto é extremamente tóxica. Há séculos a sua seiva é usada como veneno em lanças e flechas pelos nativos do continente africano. Eles fervem a planta por 12 horas até retirar todo o extrato e a viscosidade resultando desse processo é um veneno altamente concentrado.

Todo cuidado é pouco, portanto sempre use luvas ao manusear a sua planta, especialmente ao fazer a poda e saiba que o veneno dessa planta pode levar crianças ou animais à morte. Se você tem animais de estimação que costumam ser curiosos com plantas, não é recomendável ter uma rosa do deserto em casa.

Uma curiosidade acerca dessa planta é que no seu ambiente natural, ou seja, quando em crescimento livre no solo e clima adequado, ela pode atingir até 4 metros de altura e 1 metro e meio de diâmetro. Além disso, essa planta pode alcançar preços altos no mercado. Uma espécie com modelagem aprimorada pode chegar a custar R$ 1.000 e o número de colecionadores e associações só aumenta.

A rosa do deserto é uma planta diferente de tudo o que você já viu. Se você se sente seguro para adquirir uma e começar os cuidados com a sua, comece agora mesmo a cultivar! Ela vai lhe dar flores lindas na época da floração e vai render comentários de quem visitar a sua casa e conhecer essa espécie tão exótica.

Você encontra Rosas do deserto e tudo para cultivá-la nas lojas Terra Zoo e na Terra Zoo Conceito Quixaba.

Fontes: Revista Casa e Jardim e Decor Fácil

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Sinais de alerta na saúde do seu cão

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Problemas cardiológicos e nas articulações, insuficiência renal e hepática, alterações no funcionamento de outros órgãos, infecções, alergias, tumores… vale a pena conhecer alguns sinais de alerta que denunciam males assim que começam a surgir.

Olhos

Falta de brilho, vermelhidão e secreção podem ser sintomas de conjuntivite tanto em cães como em gatos. Manchas brancas algumas vezes podem indicar catarata nos cães.

Patas

Algumas alergias fazem o cão lamber a parte dos pés que fica em contato com o chão, causando mudanças na cor. Pulgas e carrapatos também gostam de se esconder ali. Para os gatos, deve-se observar lesões em unhas e coxins ( a parte molinha da sola do pé).

Pelagem

Alergias, alterações hormonais e várias doenças afetam o pelo. Então, fique atento se ele estiver sem brilho, caindo demais ou com falhas ( e isso vale para cães e gatos).

Rabo e genitália

Se o animal não puder levantar a cauda, talvez alguma vértebra esteja fraturada. Já fêmeas que lambem muito os genitais podem estar com secreções causadas por uma infecção no útero.

Focinho e boca

Cães e gatos com anemia apresentam gengiva esbranquiçada (quando você aperta a gengiva, o sangue demora a voltar). Já problemas de fígado deixam a boca amarelada. Nos felinos, pode ser sinal de lipidose ( acúmulo de gordura no fígado) e nos cães é o sintoma mais comum da hepatite. E doenças transmitidas por carrapatos, como a erliquiose canina, podem desencadear o sangramento nas narinas.

Orelhas

A otite, uma infecção no ouvido comum em cães e gatos, causa coceira, mau cheiro e deixa manchas vermelhas na parte interna da orelha.

Com o passar dos anos, o organismo precisa de mais atenção. Os cães idosos devem visitar o veterinário pelo menos três vezes ao ano – e, algumas vezes, até mais que isso.

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Curiosidades e dicas sobre gatos

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Os gatos têm hábitos alimentares diferentes dos cães. Você sabia que os bichanos não gostam de encostar os bigodes nas laterais dos pratos de água ou comida, portanto, providencie pratos largos. E não esqueça de trocar a água várias vezes por dia, os gatos gostam de água fresca. Diferentemente dos cães, a ração dos gatos deve ficar sempre à disposição. Jamais ofereça alimentos humanos industrializados a seu bicho de estimação. A teobromina, por exemplo, presente em chocolates, provoca sérios problemas e pode intoxicar o animal. Porcarias também favorecem as doenças dentárias, como o tártaro e a placa bacteriana. Existem rações para gatos de acordo com a raça, a idade, a fase da vida e as condições de saúde do seu bichano. Na Terra Zoo você encontra uma grande variedade de ração e outros produtos específicos para o seu gato.

Sedentarismo

Os gatos são preguiçosos por natureza, para que o seu bichano coloque o sedentarismo de lado e queime as calorias a mais, aqui vão algumas sugestões:

  • Estimule o gato a se movimentar, aumentando a distância entre a vasilha de água, de comida, a caixa de areia e a cama.
  • Crie barreiras que desafiem o gato a se exercitar enquanto caminha pela casa – rampas e obstáculos espalhados ao longo de seu trajeto ajudam.
  • Estimule atividades físicas do bichinho com bolinhas, arranhadores e uma espécie de parque de diversões felino.

Bolas de pelo

Os gatos se lambem o tempo todo. Na verdade, esta é a forma que eles se limpam, usando a língua. Então, eles acabam engolindo um monte de pelos. É comum eles vomitarem bolas de pelo. É melhor que os pelos sejam eliminados pela boca do que se acumulem no aparelho digestivo, provocando prisão de ventre e até obstrução intestinal. Para gatos com dificuldade de se livrar da cabeleira ingerida, há rações especiais que favorecem o trânsito intestinal, além de biscoitos à base de malte e pomadas medicamentosas.

Na Terra Zoo, você encontra várias produtos para o seu felino e produtos específicos para ajudar a eliminar bolas de pelo mais facilmente: www.terrazoo.com.br

 

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Câncer em animais, cada vez mais comum

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Tem sido cada vez mais comum, o diagnóstico de câncer em animais de estimação. O câncer acontece devido à proliferação desordenada de células de qualquer tecido do organismo, provocando danos ao funcionamento dos órgãos comprometidos. Existe uma série de fatores envolvidos – de predisposição genética ou familiar a questões ligadas ao ambiente que o animal vive, como hábitos alimentares, estilo de vida e exposição a substâncias carcinogênicas, isto é, substâncias capazes de contribuir para o aparecimento de um tumor. Tudo isso pode ajudar a aumentar a incidência do câncer.

Se a doença for detectada após produzir metástase, quando o tumor já se espalhou pelo corpo, a morte do animal pode ser inevitável. Os tipos mais comuns de câncer passíveis de prevenção são o de mama e útero, nas fêmeas, e o de próstata e testículos, nos machos. A forma de prevenir, no caso, é por meio da cirurgia de castração precoce. Os sinais clínicos variam de acordo com o tipo de tumor. Na maioria das vezes, porém, o bicho apresenta apatia e uma acentuada perda de peso.

Em geral, o diagnóstico é por meio de biópsia, radiografia, exame de sangue, ultrassonografia, tomografia computadorizada e endoscopia, dependendo sempre do local do tumor. Conforme o tipo de tumor e do estágio de sua evolução, o tratamento pode ser cirúrgico e/ou medicamentoso. Os efeitos adversos da quimioterapia são menores quando comparados aos dos seres humanos. Em alguns casos, no entanto, além de matar as células tumorais, a quimio pode deprimir a medula óssea, causando reações indesejáveis. Recentemente uma nova técnica denominada eletroquimioterapia, que seria a aplicação do quimioterápico e de choque elétrico diretamente no tumor, tem apresentado excelentes resultados.

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Mundo Mãe Terra Zoo!

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Mundo Mãe Terra Zoo!

Cultive esse amor!

Um mês inteiro de oportunidades pra presentear a mulher da sua vida: a sua mãe!

Uma grande variedade em produtos do setor de jardinagem para encantar você e sua mamãe.

Arranjos, plantas, flores, ferramentas, adubos, sementes e muito mais!

Até 31 de maio, acontece o evento Mundo Mãe Terra Zoo na praça de eventos do Rio Anil Shopping, com diversas ofertas e ações muito divertidas.

E você também vai encontrar essas ofertas na loja Terra Zoo mais próxima!

Mostre pra sua MÃE que ela merece ser lembrada com muito amor!

Mundo Mãe Terra Zoo, até 31 de maio na Praça de eventos do Rio Anil Shopping e nas lojas Terra Zoo.

Terra Zoo, faz parte da natureza, faz parte da sua família!

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Como evitar erros na educação dos cães

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Educar nossos mascotes não é tarefa fácil. Muitas das vezes, agimos impulsivamente, sem perceber que nossas atitudes podem estar contribuindo para deixar nosso  melhor amigo, um cãozinho mal educado.

  • Dar comida durante as refeições: É muito comum você não resistir ao olhar de pidão do seu cão na hora das refeições. Seu cachorro todo faceiro começa a latir, pular, fica embaixo da mesa, lamber e fazer aquela cara irresistível. Para acalmá-lo, você dá um pouco da comida do seu prato e, sem perceber, inicia um processo que acaba recompensando o comportamento.
  • Como agir: Diga “não” cada vez que o filhote ou cão adulto executar o ritual pidão. Assim que ele se afastar ou interromper o comportamento, recompense-o com um agrado verbal. Diga “muito bem” ou “isso”, por exemplo. Por outro lado, se ele ficar quieto ou entretido com algum brinquedo enquanto você come, estimule esse comportamento positivo. Ao terminar a refeição, dê um petisco para ele ou faça um agrado nele em outro ambiente. Aos poucos, ele entenderá que é recompensado por não efetuar pedidos enquanto você come.
  • Fazer festa quando você chega em casa: Você passa o dia fora correndo no trabalho e, quando retorna ao lar, não vê a hora de encontrar seu amigo. Por isso, ao revê-lo exagera nas festas e agrados. Fala com voz fina, bate palmas, propõe brincadeiras e, quem sabe, até dá um presente, pensando que assim está fazendo bem ao cachorro. Na verdade, está aumentando a possível ansiedade de separação que o amigão já tem por ficar muito tempo sozinho.
  • Como agir: Em primeiro lugar, se você passa muito tempo fora de casa e o cão permanece sozinho, antes de sair procure levá-lo para passear. O exercício físico e a possibilidade de sentir cheiros diferentes irão ajudar bastante para que o seu amigo permaneça em casa mais sereno. Outra coisa: toda vez que você for sair de casa, dê um pedaço de petisco ao cão. É sempre bom ele associar a sua saída com recompensa. E, finalmente, quando você retornar, não faça festa. Haja como se nada estivesse acontecendo. Somente depois de uns 10 minutos de calma, cumprimente seu amigo, mas sem exageros. Dessa maneira, ele entenderá a sua volta como fato normal, corriqueiro, sem sofrer ansiedade.
  • Só sair com o filhote depois de todas as vacinas estarem em dia: Cachorros devem tomar várias vacinas quando filhotes. Geralmente chegam no novo lar com 2 meses e há quem diga que, para evitar doenças, só devem frequentar a rua depois de determinada a vacinação por volta dos 5 meses. O problema de manter o filhote trancado por tanto tempo é prejudicar a socialização e o aprendizado dele. A melhor fase para o cão descobrir como o mundo é grande e que nele há ampla diversidade de pessoas, cachorros, barulhos e carros vai dos 2 aos 4 meses de vida. Sem dúvida, nessa faixa etária a socialização ajuda demais a formação da boa saúde comportamental do nosso amigo.
  • Como agir: Por um lado, leve em conta as precauções do pedido de vacinação. Não exponha o filhote ao cão das ruas e parques, nem deixe que interaja com cachorros desconhecidos. Por outro, leve-o para passear de carro ou para dar uma volta no quarteirão carregando-o no colo. Visite também amigos que tenham cães saudáveis que estejam com as vacinas em dia. Iniciativas como essas durante os 2 a 4 meses de idade do cãozinho o ajudarão a crescer muito mais seguro de si.

 

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Bem vindo ao lar, bichano!

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Você acabou de ganhar um amigão felino? Não fique chateado se ele passar os primeiros dias escondido embaixo da cama ou atrás da estante. Leva um tempo até que o gato se acostume com a mudança de casa e de família. Respeitar esse período é o primeiro passo para conquistar a sua confiança. Enquanto isso, invista nas guloseimas e nos brinquedinhos. Eles ajudam a acelerar o processo de adaptação ao novo ambiente. E jamais force carinhos e coloque o animal no colo contra a vontade dele, o que só o afastará mais. Saiba ter paciência até que ele sinta que a sua casa também é a casa dele.

Para facilitar

Primeiro, instale o gato em um cômodo e vá mostrando o resto da casa aos poucos. Se possível, traga referências do lugar onde ele morava antes, como a cama, um pedaço de pano e até um brinquedo que, para ele, terá um cheiro mais familiar. Isso diminuirá a fase de estranhamento.

Um é pouco?

Apesar da independência, alguns gatos dão sinais de solidão. Começam, por exemplo, a fazer xixi fora da caixa de areia. Se isso acontecer com o seu, porque você precisa ficar muito tempo fora de casa, cogite a possibilidade de arrumar um companheiro de bagunça para o coitado. Diferentemente do que a maioria das pessoas acredita, dois gatos dão menos trabalho porque fazem companhia um para o outro e se divertem sem depender dos seres humanos. Acabam a agitação, a destruição, a falta de vontade de comer, os miados de madrugada. E a despesa não aumenta tanto assim.

Outra dica importante é a esterilização/castração do seu gato ou gata, além de evitar ninhadas indesejadas, demarcação e disputa de território por machos, a cirurgia evita em mais de 90% o surgimento de tumores mamários, uterinos ou de próstata. O gatinho ou gatinha fica mais tranquilo em casa e você também!

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