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Algumas dicas sobre comportamento canino

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Muito tem se falado sobre inteligência emocional em humanos. Agora já começa a se falar sobre inteligência emocional canina, que está ligada à mesma estrutura cerebral que nós humanos temos, chamada de sistema límbico, que controla as respostas aos estímulos, provocando alterações orgânicas nervosas e hormonais. É um conjunto de conexões entre órgãos responsáveis pela memória, medo, estresse, instinto sexual, personalidade, comportamento, entre outros.

Entre as condições necessárias para que o cão possa crescer estruturado e seguro para o enfrentamento dos desafios da vida diária, convém ressaltar:

  • Ambiente adequado: Com proteção, conforto, e acesso regular a locais para eliminação dos desejos, além de oferecer a possibilidade de movimento e exercício em instalações higiênicas.
  • Convivência com outros cães: A vida em grupos sociais caninos é essencial para os cães. Além disso, a convivência do filhote com a mãe e irmãos deve ser respeitada até pelo menos 8 semanas de vida.
  • Ser cão: Deve ser permitido que o animal expresse padrões normais de comportamento da espécie.
  • Dieta de qualidade: Deve suprir as necessidades fisiológicas e comportamentais do cão, evitando sobrepeso, a obesidade e desnutrição.
  • Proteção: Ele deve estar livre de dor, sofrimento, trauma e doenças.

Brincar faz bem para a saúde

Brincar estimula o bom funcionamento do organismo, melhora o equilíbrio, lubrifica e fortalece a articulação. Ajuda na socialização e interatividade com os donos e outros pets, tanto para os filhotes quanto para os animais adultos. E ainda por cima ajuda a manter o peso ideal do seu mascote. Um cão pleno e feliz é brincalhão, pois brincar é uma forma dele expressar as necessidades da espécie.

Além de ser muito divertido para os tutores também, brincar com o pet deixa o animal mais feliz e o ajuda a gastar energias, principalmente quando as brincadeiras acontecem ao ar livre, trazendo diversos benefícios físicos e mentais para os cães, da mesma forma que acontece com as crianças. Todos os cães precisam de atividades físicas e lúdicas. Por isso é importante fazer o enriquecimento ambiental deles com brinquedos de roer, farejar, que devem estar há disposição quando ele estiver sozinho. É importante que estes objetos sejam retirados quando o dono está em casa ( pois a presença do dono é uma forma de enriquecimento ambiental também).

O latido traduz o estado de humor do seu cão

O latido é a principal forma de comunicação dos cães. Sempre que um cão late ele quer te dizer algo. Quando o latido é em excesso, em geral, o cão quer expressar algum incômodo. Às vezes é difícil para o dono entender o que está causando este incômodo, que pode estar relacionado à frustração, estresse, dor, medo ou desejo de chamar a atenção.

Um cão feliz dá latidos esporádicos, pausados, junto com uma movimentação particular: com pulos “saltitantes”, correndo alegremente, de forma descontraída, com a boca aberta, abanando a calda. Aqueles latidos desesperados, que o cão parece perder o ar, mostra um animal que não tem confiança no potencial dele ou que ele não gostou, por exemplo, que você invadiu o território (mas não tem coragem de chegar perto, então tenta “ganhar no grito”). Esses cães podem morder se acuados, por isso não force a barra.

Estresse pode causar doenças no seu cão

Assim como nos humanos, cada vez mais a ciência tem comprovado a relação do estresse em cães com o aparecimento de doenças. O cão estressado, emite sinais visíveis pelo seu comportamento e através do corpo. Por outro lado, se estiver relaxado, apresentará uma respiração tranquila e sua musculatura também estará relaxada. O abanar da cauda mostra se ele está feliz, inclusive por meio da intensidade e velocidade do movimento, ou seja, quanto mais alegre e feliz, mais rápido vai abanar a cauda.

Cães felizes, que têm a companhia do dono diariamente, adoecem menos e não desenvolvem compulsividades por solidão como dermatites por lambedura. Cães são animais para conviver em família, por isso que longos períodos de solidão os tornam infelizes. Então, quando estiver em casa, supra esse período de solidão, mas não só brincando – senão você vira o brinquedo preferido do pet.

Como identificar um cão amigável e feliz

Pelo comportamento do cão podemos identificar se ele está relaxado, amigável e contente. Por outro lado, se ele apresentar sinais de estresse, como musculatura, focinho e lábios rígidos; corpo tenso; orelhas pra trás; não abanar a cauda; rosnados; tentativa de fuga; boca fechada; e olhos arregalados, com certeza estará para poucos amigos. Existem muitos outros sinais que, associados, também demonstram desconforto, como soltar a glândula adanal (cheiro forte), respiração acelerada, olhos vermelhos, salivação em excesso etc. Esses são indicativos de que o cão não está gostando da situação ou interação que está sendo feita com ele.

Um cão amigável geralmente vem ao seu encontro todo tranquilo, tenta pular, lamber, buscar sua atenção sem afobação. Nesse comportamento temos que tomar cuidado para não acentuar a ansiedade, o exagero no comportamento. O correto é fazer carinho quando ele se acalmar, mas muitos donos também estão ansiosos para rever seus pets e isso dificulta uma abordagem radical.

Sociabilização e equilíbrio emocional do pet

Cães precisam ser socializados de maneira correta, sendo apresentados a barulhos de diferentes intensidades, outras pessoas e animais. Isso vai ajudá-los a diminuir o medo e a ansiedade.

Os cães têm formas diferentes de nós de sociabilizar, para eles o olfato e a linguagem corporal tem grande relevância neste processo, assim como a vocalização. Até os 5 meses de idade, cães devem ter contato com o maior número de estímulos, sons, pessoas e situações para que não se torne um cão ansioso e estressado. Ofereça enriquecimento ambiental enquanto ele estiver sozinho em casa (brinquedos, maneiras diferentes de ofertar comida, entre outros). Momentos de lazer e diversão são indispensáveis, assim como atenção e carinho.

Até os mais velhos podem ser sociabilizados, embora o processo talvez seja mais lento nessa faixa etária. A menos que o animal tenha alguma doença específica, sua cognição está preservada. Os métodos utilizados são idênticos aos das demais idades. O importante é que os tutores tenham paciência para que possam excluir padrões de comportamento já estabelecidos e adotar novas estratégias.

Não deixe seu cão crescer inseguro

Muitos cães são mais sensíveis por natureza e outros, não superam a fase natural de insegurança que é comum na fase de filhotes. As consequências disso podem ser variadas, mas boa parte delas não é nada boa para esses animais. Viver com essas sensações pode aprisionar o cão à uma vida de isolamento e restrições, sem boas perspectivas de real inclusão. Todos os cães, especialmente na fase de filhotes, apresentam algum tipo de insegurança. Nosso papel é saber motivar os novos aprendizados e advogar por eles nessa etapa de construção do temperamento e da segurança do nosso pet. É aqui que está o elemento essencial que vai definir a real superação. Mas como colocar isso em prática?

As maiores causas de problemas de comportamento inseguro em cães são: ambiente conflitivo entre pessoas ou entre cães, local inadequado, punições, atitudes inconsistentes e contraditórias em relação ao que o cão pode ou não fazer, falha na sociabilidade, isolamento, negligência nos cuidados de saúde e monotonia. Por consequência, o animal ficará inseguro, ansioso, potencialmente agressivo e vulnerável a doenças orgânicas. A falta de consciência dos tutores deixa os pets confusos, inseguros e atrapalha o convívio familiar. O que for consentido uma vez deverá ser consentido sempre. E o que não é permitido não deverá ser permitido nunca.

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Dicas de alimentação para seu cão

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Você é o que você come. Essa frase também pode ser aplicada aos animais. Cães mais gordinhos podem estar se alimentando somente de alimentos pobres em nutrientes, com alto valor calórico e, portanto, estarem mal nutridos. A obesidade sozinha já é um problema, se estiver associada a uma má nutrição, o caso se torna ainda mais grave. Como os cães não abrem a geladeira, fica mais fácil para nós tutores controlarmos o que eles comem e em qual quantidade.

A obesidade causa vários prejuízos para a saúde do seu mascote. Um cão obeso possui baixo desenvolvimento, escore corporal alto, cansaço e maior predisposição a problemas cardíacos.  Para que o peso do pet não ultrapasse o ideal, ou seja, o estipulado por um médico-veterinário, alguns produtos podem ser banidos da dieta ou dados em pequenas quantidades ao cão. Cuidado com os petiscos, não podemos ultrapassar 10% da sua alimentação com guloseimas, pois, desse modo, estaremos dando excesso de calorias ou substituindo uma dieta balanceada como uma ração, por um petisco não balanceado. Caso o seu cão já esteja obeso, na Terra Zoo você encontra rações balanceadas e hipo-calóricas, além de veterinários e profissionais capacitados para lhe orientar sobre como manter a boa forma do seu mascote.

Será que o meu cão está bem nutrido?

Para um cão ser considerado bem-nutrido ou saudável, ele deve consumir alimentos essenciais que irão ajudar no seu desenvolvimento. Uma ração de boa qualidade ou uma alimentação natural deve conter vitaminas, sais minerais, proteína e carboidratos. Tais ingredientes são indispensáveis no cardápio de qualquer cachorro, independentemente da raça ou da idade. A ausência de algum deles pode causar diversos danos à saúde, tais como: anemia, baixa imunidade, maior predisposição a fraturas (fragilidade dos ossos), perda de pelos, pele seborreica, alergias, dificuldade de cicatrização, entre outros problemas.

Proteína é muito importante, não há como negar. Mas, não é a única coisa coisa importante a considerar na alimentação dos cães. Ela deve ser de boa qualidade. Por isso evite produtos que contenham farinha de pena e farinha de carne e osso em sua composição, essas proteínas possuem muita matéria mineral, o que dificulta a absorção dos nutrientes na digestão.

Saiba como lidar com um cão guloso

Se você tem um pet que come rápido demais ou em porções excessivas, entender as causas desse comportamento é o primeiro passo para amenizar o problema. A fome em excesso  é chamada de polifagia ou hiperfagia, e pode estar associada a diferentes causas, tanto médicas como comportamentais. Por esse motivo, é importante que, antes de tudo, o cão seja examinado por um veterinário. Descartadas quaisquer questões clínicas ou de saúde, as causas podem ser de origem comportamental.

Entre as causas comportamentais estão a ansiedade, o estresse, a depressão e a carência afetiva. Em relação a ansiedade, o tratamento é bastante amplo e particular de cada caso, pois é preciso tratar todos os aspectos, incluem o manejo diário do animal, o ambiente que ele vive e como os donos reagem a isso, e esse trabalho reflete indiretamente no contexto familiar. Ociosidade pode contribuir para agravar o problema, portanto, aumente a frequência dos passeios.

Experimente fracionar as porções de comida: Você pode experimentar alimentar o cão várias vezes ao dia, em menor quantidade. Pode ser em duas porções ou mais (três ou quatro, se o cão for muito ansioso e compulsivo por comida), para que ele comece a aprender a controlar a ansiedade. Existem no mercado comedouros especiais, desenvolvidos para pets que comem rápido demais. Em geral, eles distribuem a ração de modo que o cão precisa enfrentar “obstáculos” para conseguir alcança-la, o que torna o processo de ingestão mais lento. Brinquedos educativos também ajudam o animal a aprender a comer aos pouquinhos.

Qual ração escolher e quando devo oferecer ao cão?

Existe uma variedade enorme de rações nas gôndolas dos supermercados e pet shops. Fica difícil saber qual marca e tipo de ração levar. Cada marca promete vários benefícios e as embalagens bonitas e coloridas acabam por nos confundir. A melhor forma de escolher um alimento de qualidade é buscando ajuda de um profissional que, após uma consulta, saberá o que indicar. Busque alimentos que contenham ingredientes de boa qualidade, com baixa matéria mineral.

Assim como nós humanos temos horários para fazer as três refeições do dia, estabeleça horários para as refeições do seu pet. Para os filhotes recomenda-se uma frequência de três a quatro refeições diárias, já os adultos podem comer duas vezes ao dia. A quantidade de cada refeição também é importante e deve ser respeitada. Ela será estipulada conforme o peso, idade, atividade física, se o cão está no peso ideal ou abaixo ou acima dele. Todas as indicações vêm descritas nos rótulos dos alimentos. Na Terra Zoo você encontra as linhas completas das melhores rações existentes no mercado, além de contar com a orientação de veterinários e consultores bem informados.

Descubra se você está colocando em prática todos esses macetes para deixar seu pet saudável. Se não estiver, não fique preocupado, ainda há tempo.

Repassando as principais informações:

  1. CONSUMO DE ALIMENTOS ESSENCIAIS: Para um cão ser considerado bem-nutrido ou saudável, ele deve consumir alimentos essenciais que irão ajudar no seu desenvolvimento. Uma ração de boa qualidade ou uma alimentação natural deve conter vitaminas, sais minerais, proteína e carboidratos. Tais ingredientes são indispensáveis no cardápio de qualquer cachorro, independentemente da raça ou da idade. A ausência de algum deles pode causar diversos danos à saúde, tais como: anemia, baixa imunidade, maior predisposição a fraturas (fragilidade dos ossos), perda de pelos, pele seborreica, alergias, dificuldade de cicatrização, entre outros problemas.
  2. MANTENHA OS HORÁRIOS E AS PORÇÕES: Os tutores devem estipular horários para a realização das refeições dos pets, assim como nós, humanos, que temos hora para fazer as três refeições do dia. Para os filhotes recomenda-se uma frequência de três a quatro refeições diárias, já os adultos podem comer duas vezes ao dia. A quantidade de cada refeição também é importante e deve ser respeitada. Ela será estipulada conforme o peso, idade, atividade física, se o cão está no peso ideal ou abaixo ou acima dele. Todas as indicações vêm descritas nos rótulos dos alimentos.
  3. A RAÇÃO MAIS ADEQUADA PARA O SEU MASCOTE: Com a imensidão de opções dispostas nas gôndolas dos supermercados e pet shops fica difícil saber qual marca e tipo de ração levar. Isso porque a indústria pet food consegue atrair a atenção dos tutores com suas embalagens coloridas e mil promessas. A melhor forma de escolher um alimento de qualidade é buscando ajuda de um profissional que, após uma consulta, saberá o que indicar. Busque alimentos que contenham ingredientes de boa qualidade, com baixa matéria mineral.
  4. PROTEINA É IMPORTANTE, MAS NÃO É TUDO: Ela é importante, não tem como negar. Mas, não é o ponto alto da alimentação dos cães. Ela deve ser de boa qualidade. Por isso evite produtos que contenham farinha de pena e farinha de carne e osso em sua composição, essas proteínas possuem muita matéria mineral, o que dificulta a absorção dos nutrientes na digestão.
  5. CUIDE DA SILHUETA DO SEU PET: Você é o que você come. Essa frase também pode ser aplicada aos animais. Cães mais gordinhos podem estar se alimentando somente de alimentos pobres em nutrientes, com alto valor calórico e, portanto, estarem mal nutridos. A obesidade sozinha já propicia e, se estiver associada a uma má nutrição, o caso se torna mais grave.

Entre as consequências ocasionadas pela obesidade animal estão prejuízos a saúde. Um cão obeso possui baixo desenvolvimento, escore corporal alto, cansaço e maior predisposição a problemas cardíacos. Para que o peso do pet não ultrapasse o ideal, ou seja, o estipulado por um médico-veterinário, alguns produtos podem ser banidos da dieta ou dados em pequenas quantidades ao cão. Não podemos ultrapassar 10% da sua alimentação com petiscos, pois, desse modo, estaremos dando excesso de calorias ou substituindo uma dieta balanceada com uma ração por um petisco não balanceado.

Na Terra Zoo você encontra uma grande variedade de rações de qualidade para manter o seu pet saudável e em forma.

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De olho no coração do seu cão

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Muitos tutores ainda desconhecem os sintomas – nada silenciosos – e tratamentos das complicações cardíacas que acometem cães de todas as idades e raças, inclusive os vira-latas. Seguem dicas para proporcionar uma vida saudável ao seu pet.

Diferente do que acontece em humanos e até mesmo em gatos, as doenças cardíacas em cães podem ser classificadas de acordo com a sua alteração estrutural. Em animais de grande porte pode-se observar o desenvolvimento, com mais facilidade, de uma doença chamada cardiomiopatia dilatada, ou seja, uma doença que afeta o miocárdio (músculo cardíaco), tornando-o fraco e flácido, que causa a falha de bombeamento de sangue e, consequentemente, do fluxo sanguíneo para os demais órgãos do corpo do animal.

Como identificar

Para identificar se o cão sofre de algum mal cardíaco é importante estar atento às mudanças, sejam elas comportamentais ou de saúde, do animal de estimação. No geral, os sintomas são cansaço e indisposição, podendo evoluir e causar dificuldade ou aumento de frequência respiratória; tosse seca, como se tivesse engasgado; emagrecimento; coloração azulada nas mucosas e, em casos mais avançados desmaios.

Diagnóstico

Uma vez identificado o problema, para que se tenha um diagnóstico correto, é necessária a avaliação clínica, feita por um veterinário especializado em cardiologia e exames prévios que são capazes de detectar complicações cardíacas. Auscultação cardíaca feita pelo estetoscópio para verificar sopro ou arritmias, e aferição da pressão arterial são alguns deles. Infelizmente as doenças cardíacas não podem ser prevenidas, mais podem ser diagnosticadas precocemente, melhorando a resposta ao tratamento, por isso a importância das consultas periódicas ao veterinário.

Possíveis tratamentos

Como as doenças cardíacas degenerativas são incuráveis e progressivas, o foco principal do tratamento é oferecer qualidade de vida ao animal para que ele possa ter uma sobrevida maior e, claro, tentar retardar o avanço da doença ao máximo. Para isso, a prescrição dos medicamentos por um cardiologista veterinário é primordial, além de outros fatores que podem ser incluídos no dia a dia, como alimentação balanceada e sossego. No caso de doenças congênitas, como persistência de ducto arterioso (conexão fetal entre a aorta e a artéria pulmonar) e estenose pulmonar (obstrução do fluxo sanguíneo do ventrículo direito para a artéria pulmonar), é possível tratamento cirúrgico curativo, desde que diagnosticadas precocemente.

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Como agir em caso de fraturas no seu pet

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Em caso de fratura é preciso ter muito cuidado com o pet. Lembre-se que fraturas causam dor e um incomodo muito grande. Portanto, cuidado para o pet não lhe morder. Para imobilizá-lo, segure-o pelo pescoço para que ele não morda. Pegue uma corda, barbante ou cadarço, enrole o focinho dele e amarre atrás da cabeça. Uma focinheira também pode ser usada.

Não tente colocar os ossos no lugar. Ele vai se estressar e sentir dor com a sua tentativa. Leve-o o mais rápido possível ao atendimento hospitalar veterinário. Lá ele poderá ser submetido a ultrassom, raios-X e tomografia, que apontarão se houve uma lesão mais grave, exigindo cirurgia. Mas os exames só serão realizados após a estabilização do animal.

Não deixe o animal lamber o ferimento, se houver. Em caso de sangramento, pressione uma toalha ou pano limpo no ponto da fratura para estancar o sangue. Tente manter o membro esticado com sua mão por baixo, o que diminui a instabilidade dos fragmentos ósseos e evita que o acidente se torne ainda mais grave.

Evite mexer demais no animal. Evite girar seu pescoço e sua coluna. Para transportar o animal, arraste cuidadosamente uma tábua para debaixo do pet e empurre-o devagar para cima dela, evitando manipulá-lo demais. Tente não deitá-lo sobre o membro fraturado.

Se o problema for uma pata, envolva-a com uma toalha e fixe-a com fita crepe, mantendo o membro esticado e evitando movê-lo. Faça isso antes de levar o pet ao hospital veterinário.

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Como cuidar e cultivar Rosa do Deserto em casa

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Originária da região do Saara, na África, a rosa-do-deserto (Adenium obesum) é uma das flores mais amadas pelos brasileiros. Por gostar bastante de clima quente e úmido, ela se desenvolve bem em diversas áreas do país. “Ela é uma planta ornamental, que vai muito bem para dentro de casa. Também pode ser cultivada em jardins e canteiros, pois cresce até se tornar uma árvore”, diz Karina Saab, arquiteta e paisagista.

A rosa-do-deserto se adapta tanto em vasos grandes, quanto em pequenos. Por precisar de sol, é indicada para ficar perto da janela e em cantos que recebem o máximo de luz natural. A espécie não suporta temperaturas abaixo de 14 graus. “A planta precisa ser molhada constantemente para manter o substrato úmido. O ideal é colocar a mão na terra e, se estiver seca, fazer a rega”, explica Karina. Só cuidado para não molhar demais, pois a água em excesso pode apodrecer a raiz.

Segundo a paisagista, não é preciso realizar a poda, mas é necessário trocar o substrato conforme o desenvolvimento da planta. “Ao regar, os nutrientes vão embora com a água, então é preciso voltar a adubar para manter seu crescimento”, ela informa. Caso a flor seja cultivada em vasos pequenos, pode ser que pare de crescer em determinado momento, pois precisa de espaço e novos nutrientes.

As suas pétalas são rosas, vermelhas, esbranquiçadas, arroxeadas ou a mescla dessas cores. “O florescimento é uma maravilha, está sempre com flores, principalmente na época de bastante calor”, comenta Karina.

Dicas de como cuidar:

1. Preparação do vaso

Assim como as suculentas, as rosas do deserto gostam de água, mas não de solo encharcado, por isso é importante que elas sejam mantidas em um vaso com alto poder de drenagem. Cubra o fundo do vaso com pedras e tela plástica ou TNT para que as raízes não saiam pelos furos.

O substrato ideal é aquele que mistura terra preparada com areia grossa e húmus de minhoca. A proporção deve ser de 2/3 de areia para 1/3 de terra preparada. Isso porque essa planta está habituada com o clima semiárido e altas temperaturas.

2. Iluminação

As rosas do deserto são plantas que precisam de muita luz do sol direta para se desenvolverem plenamente. Você pode até mantê-la em uma situação de meia sombra, mas ela pode não dar uma floração tão exuberante. Prepare-se para oferecer pelo menos 6 horas de sol por dia para a sua planta ou ela pode ter um desenvolvimento insuficiente e ficar torta para um lado só enquanto procura por mais luz.

3. Temperatura

Essa planta não gosta de frio, portante evite deixá-la em ambientes muito úmidos ou que tenham ar condicionado, caso ela fique dentro de casa. Para a rosa do deserto, quanto mais sol e calor, melhor. Em baixas temperaturas ela fica dormente, com metabolismo lento e caso já tenha florido, as flores caem e as folhas ficam amareladas.

4. Podas

As podas são muito importantes para que a sua planta floresça com mais facilidade e também para dar forma a ela. Você pode usar recursos que os produtores de bonsais utilizam, como envolver os galhos com arames e ancorá-los com barbante, para dar o formato desejado na planta.

5. Adubação

Como essa planta precisa de um vaso com drenagem alta, com o tempo certos nutrientes acabam se perdendo. Por isso é preciso fornecer adubação e garantir assim que ela se desenvolva bem e forneça mais flores ao longo do ano. Os fertilizantes não devem ser aplicados diretamente nas raízes ou quando o substrato estiver totalmente seco, pois ele pode queimar as raízes e fazer com que as folhas caiam. Uma dica é usar o Forth Cactos para ter bons resultados com a sua rosa do deserto.

6. Regas

As rosas do deserto precisam de água, viu. Você só não pode exagerar para não apodrecer suas raízes e matar a planta. Uma das formas de saber se a planta precisa de água é apertar o bulbo de leve, se ele estiver murcho significa que a planta está desidratada. Outra maneira de saber se a planta deve ser regada é verificar se o solo está úmido. Só molhe a planta se o solo estiver bem seco.

7. Salvando uma planta que apodreceu

Se você descuidou das regas e a sua planta apodreceu, tenha calma, pode ser que ainda haja salvação. Retire a planta da terra, limpe todas as raízes e com uma colher elimine todas as partes apodrecidas. Pendure a planta num local com sombra até que cicatrizem todos os cortes. Isso vai levar de 5 a 6 dias. Depois replante o bulbo num vaso com um substrato novo e deixe-a mais uns 3 a 4 dias na sombra. Aos poucos, vá colocando sua planta no sol e acompanhe o desenvolvimento dela. Não se preocupe se as folhas caírem durante esse processo, é normal.

8. Adaptação a um novo ambiente

Logo que você compra a rosa do deserto, de um viveiro ou de um mercado, é normal as folhas ficarem amareladas e as flores caírem. Isso acontece porque a planta mudou de ambiente drasticamente, mas não se preocupe. Não é necessário mudá-la de vaso ou receber adubo nesse período de adaptação, espere até que a planta demonstre crescimento.

9. Cuidados com o manuseio

Apesar de ser uma planta exótica e linda, a rosa do deserto é extremamente tóxica. Há séculos a sua seiva é usada como veneno em lanças e flechas pelos nativos do continente africano. Eles fervem a planta por 12 horas até retirar todo o extrato e a viscosidade resultando desse processo é um veneno altamente concentrado.

Todo cuidado é pouco, portanto sempre use luvas ao manusear a sua planta, especialmente ao fazer a poda e saiba que o veneno dessa planta pode levar crianças ou animais à morte. Se você tem animais de estimação que costumam ser curiosos com plantas, não é recomendável ter uma rosa do deserto em casa.

Uma curiosidade acerca dessa planta é que no seu ambiente natural, ou seja, quando em crescimento livre no solo e clima adequado, ela pode atingir até 4 metros de altura e 1 metro e meio de diâmetro. Além disso, essa planta pode alcançar preços altos no mercado. Uma espécie com modelagem aprimorada pode chegar a custar R$ 1.000 e o número de colecionadores e associações só aumenta.

A rosa do deserto é uma planta diferente de tudo o que você já viu. Se você se sente seguro para adquirir uma e começar os cuidados com a sua, comece agora mesmo a cultivar! Ela vai lhe dar flores lindas na época da floração e vai render comentários de quem visitar a sua casa e conhecer essa espécie tão exótica.

Você encontra Rosas do deserto e tudo para cultivá-la nas lojas Terra Zoo e na Terra Zoo Conceito Quixaba.

Fontes: Revista Casa e Jardim e Decor Fácil

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Sinais de alerta na saúde do seu cão

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Problemas cardiológicos e nas articulações, insuficiência renal e hepática, alterações no funcionamento de outros órgãos, infecções, alergias, tumores… vale a pena conhecer alguns sinais de alerta que denunciam males assim que começam a surgir.

Olhos

Falta de brilho, vermelhidão e secreção podem ser sintomas de conjuntivite tanto em cães como em gatos. Manchas brancas algumas vezes podem indicar catarata nos cães.

Patas

Algumas alergias fazem o cão lamber a parte dos pés que fica em contato com o chão, causando mudanças na cor. Pulgas e carrapatos também gostam de se esconder ali. Para os gatos, deve-se observar lesões em unhas e coxins ( a parte molinha da sola do pé).

Pelagem

Alergias, alterações hormonais e várias doenças afetam o pelo. Então, fique atento se ele estiver sem brilho, caindo demais ou com falhas ( e isso vale para cães e gatos).

Rabo e genitália

Se o animal não puder levantar a cauda, talvez alguma vértebra esteja fraturada. Já fêmeas que lambem muito os genitais podem estar com secreções causadas por uma infecção no útero.

Focinho e boca

Cães e gatos com anemia apresentam gengiva esbranquiçada (quando você aperta a gengiva, o sangue demora a voltar). Já problemas de fígado deixam a boca amarelada. Nos felinos, pode ser sinal de lipidose ( acúmulo de gordura no fígado) e nos cães é o sintoma mais comum da hepatite. E doenças transmitidas por carrapatos, como a erliquiose canina, podem desencadear o sangramento nas narinas.

Orelhas

A otite, uma infecção no ouvido comum em cães e gatos, causa coceira, mau cheiro e deixa manchas vermelhas na parte interna da orelha.

Com o passar dos anos, o organismo precisa de mais atenção. Os cães idosos devem visitar o veterinário pelo menos três vezes ao ano – e, algumas vezes, até mais que isso.

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Curiosidades e dicas sobre gatos

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Os gatos têm hábitos alimentares diferentes dos cães. Você sabia que os bichanos não gostam de encostar os bigodes nas laterais dos pratos de água ou comida, portanto, providencie pratos largos. E não esqueça de trocar a água várias vezes por dia, os gatos gostam de água fresca. Diferentemente dos cães, a ração dos gatos deve ficar sempre à disposição. Jamais ofereça alimentos humanos industrializados a seu bicho de estimação. A teobromina, por exemplo, presente em chocolates, provoca sérios problemas e pode intoxicar o animal. Porcarias também favorecem as doenças dentárias, como o tártaro e a placa bacteriana. Existem rações para gatos de acordo com a raça, a idade, a fase da vida e as condições de saúde do seu bichano. Na Terra Zoo você encontra uma grande variedade de ração e outros produtos específicos para o seu gato.

Sedentarismo

Os gatos são preguiçosos por natureza, para que o seu bichano coloque o sedentarismo de lado e queime as calorias a mais, aqui vão algumas sugestões:

  • Estimule o gato a se movimentar, aumentando a distância entre a vasilha de água, de comida, a caixa de areia e a cama.
  • Crie barreiras que desafiem o gato a se exercitar enquanto caminha pela casa – rampas e obstáculos espalhados ao longo de seu trajeto ajudam.
  • Estimule atividades físicas do bichinho com bolinhas, arranhadores e uma espécie de parque de diversões felino.

Bolas de pelo

Os gatos se lambem o tempo todo. Na verdade, esta é a forma que eles se limpam, usando a língua. Então, eles acabam engolindo um monte de pelos. É comum eles vomitarem bolas de pelo. É melhor que os pelos sejam eliminados pela boca do que se acumulem no aparelho digestivo, provocando prisão de ventre e até obstrução intestinal. Para gatos com dificuldade de se livrar da cabeleira ingerida, há rações especiais que favorecem o trânsito intestinal, além de biscoitos à base de malte e pomadas medicamentosas.

Na Terra Zoo, você encontra várias produtos para o seu felino e produtos específicos para ajudar a eliminar bolas de pelo mais facilmente: www.terrazoo.com.br

 

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Câncer em animais, cada vez mais comum

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Tem sido cada vez mais comum, o diagnóstico de câncer em animais de estimação. O câncer acontece devido à proliferação desordenada de células de qualquer tecido do organismo, provocando danos ao funcionamento dos órgãos comprometidos. Existe uma série de fatores envolvidos – de predisposição genética ou familiar a questões ligadas ao ambiente que o animal vive, como hábitos alimentares, estilo de vida e exposição a substâncias carcinogênicas, isto é, substâncias capazes de contribuir para o aparecimento de um tumor. Tudo isso pode ajudar a aumentar a incidência do câncer.

Se a doença for detectada após produzir metástase, quando o tumor já se espalhou pelo corpo, a morte do animal pode ser inevitável. Os tipos mais comuns de câncer passíveis de prevenção são o de mama e útero, nas fêmeas, e o de próstata e testículos, nos machos. A forma de prevenir, no caso, é por meio da cirurgia de castração precoce. Os sinais clínicos variam de acordo com o tipo de tumor. Na maioria das vezes, porém, o bicho apresenta apatia e uma acentuada perda de peso.

Em geral, o diagnóstico é por meio de biópsia, radiografia, exame de sangue, ultrassonografia, tomografia computadorizada e endoscopia, dependendo sempre do local do tumor. Conforme o tipo de tumor e do estágio de sua evolução, o tratamento pode ser cirúrgico e/ou medicamentoso. Os efeitos adversos da quimioterapia são menores quando comparados aos dos seres humanos. Em alguns casos, no entanto, além de matar as células tumorais, a quimio pode deprimir a medula óssea, causando reações indesejáveis. Recentemente uma nova técnica denominada eletroquimioterapia, que seria a aplicação do quimioterápico e de choque elétrico diretamente no tumor, tem apresentado excelentes resultados.

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Como evitar erros na educação dos cães

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Educar nossos mascotes não é tarefa fácil. Muitas das vezes, agimos impulsivamente, sem perceber que nossas atitudes podem estar contribuindo para deixar nosso  melhor amigo, um cãozinho mal educado.

  • Dar comida durante as refeições: É muito comum você não resistir ao olhar de pidão do seu cão na hora das refeições. Seu cachorro todo faceiro começa a latir, pular, fica embaixo da mesa, lamber e fazer aquela cara irresistível. Para acalmá-lo, você dá um pouco da comida do seu prato e, sem perceber, inicia um processo que acaba recompensando o comportamento.
  • Como agir: Diga “não” cada vez que o filhote ou cão adulto executar o ritual pidão. Assim que ele se afastar ou interromper o comportamento, recompense-o com um agrado verbal. Diga “muito bem” ou “isso”, por exemplo. Por outro lado, se ele ficar quieto ou entretido com algum brinquedo enquanto você come, estimule esse comportamento positivo. Ao terminar a refeição, dê um petisco para ele ou faça um agrado nele em outro ambiente. Aos poucos, ele entenderá que é recompensado por não efetuar pedidos enquanto você come.
  • Fazer festa quando você chega em casa: Você passa o dia fora correndo no trabalho e, quando retorna ao lar, não vê a hora de encontrar seu amigo. Por isso, ao revê-lo exagera nas festas e agrados. Fala com voz fina, bate palmas, propõe brincadeiras e, quem sabe, até dá um presente, pensando que assim está fazendo bem ao cachorro. Na verdade, está aumentando a possível ansiedade de separação que o amigão já tem por ficar muito tempo sozinho.
  • Como agir: Em primeiro lugar, se você passa muito tempo fora de casa e o cão permanece sozinho, antes de sair procure levá-lo para passear. O exercício físico e a possibilidade de sentir cheiros diferentes irão ajudar bastante para que o seu amigo permaneça em casa mais sereno. Outra coisa: toda vez que você for sair de casa, dê um pedaço de petisco ao cão. É sempre bom ele associar a sua saída com recompensa. E, finalmente, quando você retornar, não faça festa. Haja como se nada estivesse acontecendo. Somente depois de uns 10 minutos de calma, cumprimente seu amigo, mas sem exageros. Dessa maneira, ele entenderá a sua volta como fato normal, corriqueiro, sem sofrer ansiedade.
  • Só sair com o filhote depois de todas as vacinas estarem em dia: Cachorros devem tomar várias vacinas quando filhotes. Geralmente chegam no novo lar com 2 meses e há quem diga que, para evitar doenças, só devem frequentar a rua depois de determinada a vacinação por volta dos 5 meses. O problema de manter o filhote trancado por tanto tempo é prejudicar a socialização e o aprendizado dele. A melhor fase para o cão descobrir como o mundo é grande e que nele há ampla diversidade de pessoas, cachorros, barulhos e carros vai dos 2 aos 4 meses de vida. Sem dúvida, nessa faixa etária a socialização ajuda demais a formação da boa saúde comportamental do nosso amigo.
  • Como agir: Por um lado, leve em conta as precauções do pedido de vacinação. Não exponha o filhote ao cão das ruas e parques, nem deixe que interaja com cachorros desconhecidos. Por outro, leve-o para passear de carro ou para dar uma volta no quarteirão carregando-o no colo. Visite também amigos que tenham cães saudáveis que estejam com as vacinas em dia. Iniciativas como essas durante os 2 a 4 meses de idade do cãozinho o ajudarão a crescer muito mais seguro de si.

 

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Brincando de esconde esconde e estimulando o olfato do cão

petisco

O faro é o sentido mais aguçado dos cães. Por isso, vencer desafios guiando-se pelo cheiro pode proporcionar grande entretenimento a esses animais. As raças que foram aprimoradas para se sobressaírem no rastreamento são os sabujos e farejadores, como o Bloodhound, o Basset Hound e o Beagle.

Esconder brinquedos e petiscos pela casa é uma maneira de estimular o seu cão a farejar. Caminhadas ao ar livre e trilhas são ótimas alternativas para proporcionar diversidade de odores. E dentro de casa ou em parques é possível ensinar seu cão a se divertir usando as narinas de uma maneira diferente: achando, pelo nome, uma pessoa escondida. Para ele adquirir essa habilidade, pratique os seguintes passos:

  1. Peça para uma pessoa de casa ficar a cerca de um metro de você e do cão, que estará ao seu lado.
  2. Diga o nome da pessoa como se fosse um comando. Na sequência, a pessoa chamará o cão, atraindo-o com alguns grãos de ração ou com um petisco, que entregará a ele assim que chegar. Repita o exercício várias vezes. Quando o cão estiver realizando corretamente, passe para a próxima etapa.
  3. Diga o nome da pessoa, a qual ficará quieta e não acenará para o cão. Assim que ele chegar nela, ela o recompensará. Quando o cão estiver praticando o exercício sem erros, o nome da pessoa desempenhará o papel equivalente ao de um comando.
  4. Peça para seu ajudante a se afastar mais dois metros e repita o exercício até que o cão pratique fluentemente.
  5. A pessoa se distancia outros dois metros e o exercício é repetido até estar bem absorvido pelo cão.
  6. Agora, segure o cão de modo que ele não veja onde a pessoa está, a qual, em seguida, se esconderá. Quando estiver oculta, diga o nome dela. O cão deverá procurá-la e, assim que a encontrar, ganhará recompensa. Sempre que o acerto acontecer por algumas vezes seguidas, a pessoa passa a se esconder mais longe (a distância aumenta gradativamente de dois em dois metros).
  7. Depois que o seu ajudante estiver se escondendo a 30 metros de distância e o cão conseguir acha-lo sempre, considere-o “diplomado” para brincar de esconde-esconde. Concluído o treino em casa, é possível estender a diversão a parques e praças, locais com muitas distrações para o cão. Comece com a pessoa se escondendo pertinho e vá aumentando a distância gradativamente. Seguindo lógica semelhante, é possível ensinar nomes de objetos ao cão e pedir para ele encontrá-los (uma Border Collie ficou famosa por ter aprendido o nome de mais de mil brinquedos!). Em comparação com o treino para achar pessoa, no exercício para encontrar coisas não há necessidade de ajudante. Diga o nome do objeto, arremesse-o inicialmente a um metro e estimule-o cão a pegá-lo. Quando ele estiver feito isso, você mesmo entrega o prêmio e aproveita para recuperar o objeto. Além de aprender a identificar o objeto pelo nome, o cão aprenderá a trazê-lo de volta. Quando a associação do objeto com seu respectivo nome estiver feita, o cão será capaz de encontra-lo sob comando.

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