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Como cuidar e cultivar Rosa do Deserto em casa

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Originária da região do Saara, na África, a rosa-do-deserto (Adenium obesum) é uma das flores mais amadas pelos brasileiros. Por gostar bastante de clima quente e úmido, ela se desenvolve bem em diversas áreas do país. “Ela é uma planta ornamental, que vai muito bem para dentro de casa. Também pode ser cultivada em jardins e canteiros, pois cresce até se tornar uma árvore”, diz Karina Saab, arquiteta e paisagista.

A rosa-do-deserto se adapta tanto em vasos grandes, quanto em pequenos. Por precisar de sol, é indicada para ficar perto da janela e em cantos que recebem o máximo de luz natural. A espécie não suporta temperaturas abaixo de 14 graus. “A planta precisa ser molhada constantemente para manter o substrato úmido. O ideal é colocar a mão na terra e, se estiver seca, fazer a rega”, explica Karina. Só cuidado para não molhar demais, pois a água em excesso pode apodrecer a raiz.

Segundo a paisagista, não é preciso realizar a poda, mas é necessário trocar o substrato conforme o desenvolvimento da planta. “Ao regar, os nutrientes vão embora com a água, então é preciso voltar a adubar para manter seu crescimento”, ela informa. Caso a flor seja cultivada em vasos pequenos, pode ser que pare de crescer em determinado momento, pois precisa de espaço e novos nutrientes.

As suas pétalas são rosas, vermelhas, esbranquiçadas, arroxeadas ou a mescla dessas cores. “O florescimento é uma maravilha, está sempre com flores, principalmente na época de bastante calor”, comenta Karina.

Dicas de como cuidar:

1. Preparação do vaso

Assim como as suculentas, as rosas do deserto gostam de água, mas não de solo encharcado, por isso é importante que elas sejam mantidas em um vaso com alto poder de drenagem. Cubra o fundo do vaso com pedras e tela plástica ou TNT para que as raízes não saiam pelos furos.

O substrato ideal é aquele que mistura terra preparada com areia grossa e húmus de minhoca. A proporção deve ser de 2/3 de areia para 1/3 de terra preparada. Isso porque essa planta está habituada com o clima semiárido e altas temperaturas.

2. Iluminação

As rosas do deserto são plantas que precisam de muita luz do sol direta para se desenvolverem plenamente. Você pode até mantê-la em uma situação de meia sombra, mas ela pode não dar uma floração tão exuberante. Prepare-se para oferecer pelo menos 6 horas de sol por dia para a sua planta ou ela pode ter um desenvolvimento insuficiente e ficar torta para um lado só enquanto procura por mais luz.

3. Temperatura

Essa planta não gosta de frio, portante evite deixá-la em ambientes muito úmidos ou que tenham ar condicionado, caso ela fique dentro de casa. Para a rosa do deserto, quanto mais sol e calor, melhor. Em baixas temperaturas ela fica dormente, com metabolismo lento e caso já tenha florido, as flores caem e as folhas ficam amareladas.

4. Podas

As podas são muito importantes para que a sua planta floresça com mais facilidade e também para dar forma a ela. Você pode usar recursos que os produtores de bonsais utilizam, como envolver os galhos com arames e ancorá-los com barbante, para dar o formato desejado na planta.

5. Adubação

Como essa planta precisa de um vaso com drenagem alta, com o tempo certos nutrientes acabam se perdendo. Por isso é preciso fornecer adubação e garantir assim que ela se desenvolva bem e forneça mais flores ao longo do ano. Os fertilizantes não devem ser aplicados diretamente nas raízes ou quando o substrato estiver totalmente seco, pois ele pode queimar as raízes e fazer com que as folhas caiam. Uma dica é usar o Forth Cactos para ter bons resultados com a sua rosa do deserto.

6. Regas

As rosas do deserto precisam de água, viu. Você só não pode exagerar para não apodrecer suas raízes e matar a planta. Uma das formas de saber se a planta precisa de água é apertar o bulbo de leve, se ele estiver murcho significa que a planta está desidratada. Outra maneira de saber se a planta deve ser regada é verificar se o solo está úmido. Só molhe a planta se o solo estiver bem seco.

7. Salvando uma planta que apodreceu

Se você descuidou das regas e a sua planta apodreceu, tenha calma, pode ser que ainda haja salvação. Retire a planta da terra, limpe todas as raízes e com uma colher elimine todas as partes apodrecidas. Pendure a planta num local com sombra até que cicatrizem todos os cortes. Isso vai levar de 5 a 6 dias. Depois replante o bulbo num vaso com um substrato novo e deixe-a mais uns 3 a 4 dias na sombra. Aos poucos, vá colocando sua planta no sol e acompanhe o desenvolvimento dela. Não se preocupe se as folhas caírem durante esse processo, é normal.

8. Adaptação a um novo ambiente

Logo que você compra a rosa do deserto, de um viveiro ou de um mercado, é normal as folhas ficarem amareladas e as flores caírem. Isso acontece porque a planta mudou de ambiente drasticamente, mas não se preocupe. Não é necessário mudá-la de vaso ou receber adubo nesse período de adaptação, espere até que a planta demonstre crescimento.

9. Cuidados com o manuseio

Apesar de ser uma planta exótica e linda, a rosa do deserto é extremamente tóxica. Há séculos a sua seiva é usada como veneno em lanças e flechas pelos nativos do continente africano. Eles fervem a planta por 12 horas até retirar todo o extrato e a viscosidade resultando desse processo é um veneno altamente concentrado.

Todo cuidado é pouco, portanto sempre use luvas ao manusear a sua planta, especialmente ao fazer a poda e saiba que o veneno dessa planta pode levar crianças ou animais à morte. Se você tem animais de estimação que costumam ser curiosos com plantas, não é recomendável ter uma rosa do deserto em casa.

Uma curiosidade acerca dessa planta é que no seu ambiente natural, ou seja, quando em crescimento livre no solo e clima adequado, ela pode atingir até 4 metros de altura e 1 metro e meio de diâmetro. Além disso, essa planta pode alcançar preços altos no mercado. Uma espécie com modelagem aprimorada pode chegar a custar R$ 1.000 e o número de colecionadores e associações só aumenta.

A rosa do deserto é uma planta diferente de tudo o que você já viu. Se você se sente seguro para adquirir uma e começar os cuidados com a sua, comece agora mesmo a cultivar! Ela vai lhe dar flores lindas na época da floração e vai render comentários de quem visitar a sua casa e conhecer essa espécie tão exótica.

Você encontra Rosas do deserto e tudo para cultivá-la nas lojas Terra Zoo e na Terra Zoo Conceito Quixaba.

Fontes: Revista Casa e Jardim e Decor Fácil

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Sinais de alerta na saúde do seu cão

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Problemas cardiológicos e nas articulações, insuficiência renal e hepática, alterações no funcionamento de outros órgãos, infecções, alergias, tumores… vale a pena conhecer alguns sinais de alerta que denunciam males assim que começam a surgir.

Olhos

Falta de brilho, vermelhidão e secreção podem ser sintomas de conjuntivite tanto em cães como em gatos. Manchas brancas algumas vezes podem indicar catarata nos cães.

Patas

Algumas alergias fazem o cão lamber a parte dos pés que fica em contato com o chão, causando mudanças na cor. Pulgas e carrapatos também gostam de se esconder ali. Para os gatos, deve-se observar lesões em unhas e coxins ( a parte molinha da sola do pé).

Pelagem

Alergias, alterações hormonais e várias doenças afetam o pelo. Então, fique atento se ele estiver sem brilho, caindo demais ou com falhas ( e isso vale para cães e gatos).

Rabo e genitália

Se o animal não puder levantar a cauda, talvez alguma vértebra esteja fraturada. Já fêmeas que lambem muito os genitais podem estar com secreções causadas por uma infecção no útero.

Focinho e boca

Cães e gatos com anemia apresentam gengiva esbranquiçada (quando você aperta a gengiva, o sangue demora a voltar). Já problemas de fígado deixam a boca amarelada. Nos felinos, pode ser sinal de lipidose ( acúmulo de gordura no fígado) e nos cães é o sintoma mais comum da hepatite. E doenças transmitidas por carrapatos, como a erliquiose canina, podem desencadear o sangramento nas narinas.

Orelhas

A otite, uma infecção no ouvido comum em cães e gatos, causa coceira, mau cheiro e deixa manchas vermelhas na parte interna da orelha.

Com o passar dos anos, o organismo precisa de mais atenção. Os cães idosos devem visitar o veterinário pelo menos três vezes ao ano – e, algumas vezes, até mais que isso.

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Curiosidades e dicas sobre gatos

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Os gatos têm hábitos alimentares diferentes dos cães. Você sabia que os bichanos não gostam de encostar os bigodes nas laterais dos pratos de água ou comida, portanto, providencie pratos largos. E não esqueça de trocar a água várias vezes por dia, os gatos gostam de água fresca. Diferentemente dos cães, a ração dos gatos deve ficar sempre à disposição. Jamais ofereça alimentos humanos industrializados a seu bicho de estimação. A teobromina, por exemplo, presente em chocolates, provoca sérios problemas e pode intoxicar o animal. Porcarias também favorecem as doenças dentárias, como o tártaro e a placa bacteriana. Existem rações para gatos de acordo com a raça, a idade, a fase da vida e as condições de saúde do seu bichano. Na Terra Zoo você encontra uma grande variedade de ração e outros produtos específicos para o seu gato.

Sedentarismo

Os gatos são preguiçosos por natureza, para que o seu bichano coloque o sedentarismo de lado e queime as calorias a mais, aqui vão algumas sugestões:

  • Estimule o gato a se movimentar, aumentando a distância entre a vasilha de água, de comida, a caixa de areia e a cama.
  • Crie barreiras que desafiem o gato a se exercitar enquanto caminha pela casa – rampas e obstáculos espalhados ao longo de seu trajeto ajudam.
  • Estimule atividades físicas do bichinho com bolinhas, arranhadores e uma espécie de parque de diversões felino.

Bolas de pelo

Os gatos se lambem o tempo todo. Na verdade, esta é a forma que eles se limpam, usando a língua. Então, eles acabam engolindo um monte de pelos. É comum eles vomitarem bolas de pelo. É melhor que os pelos sejam eliminados pela boca do que se acumulem no aparelho digestivo, provocando prisão de ventre e até obstrução intestinal. Para gatos com dificuldade de se livrar da cabeleira ingerida, há rações especiais que favorecem o trânsito intestinal, além de biscoitos à base de malte e pomadas medicamentosas.

Na Terra Zoo, você encontra várias produtos para o seu felino e produtos específicos para ajudar a eliminar bolas de pelo mais facilmente: www.terrazoo.com.br

 

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Câncer em animais, cada vez mais comum

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Tem sido cada vez mais comum, o diagnóstico de câncer em animais de estimação. O câncer acontece devido à proliferação desordenada de células de qualquer tecido do organismo, provocando danos ao funcionamento dos órgãos comprometidos. Existe uma série de fatores envolvidos – de predisposição genética ou familiar a questões ligadas ao ambiente que o animal vive, como hábitos alimentares, estilo de vida e exposição a substâncias carcinogênicas, isto é, substâncias capazes de contribuir para o aparecimento de um tumor. Tudo isso pode ajudar a aumentar a incidência do câncer.

Se a doença for detectada após produzir metástase, quando o tumor já se espalhou pelo corpo, a morte do animal pode ser inevitável. Os tipos mais comuns de câncer passíveis de prevenção são o de mama e útero, nas fêmeas, e o de próstata e testículos, nos machos. A forma de prevenir, no caso, é por meio da cirurgia de castração precoce. Os sinais clínicos variam de acordo com o tipo de tumor. Na maioria das vezes, porém, o bicho apresenta apatia e uma acentuada perda de peso.

Em geral, o diagnóstico é por meio de biópsia, radiografia, exame de sangue, ultrassonografia, tomografia computadorizada e endoscopia, dependendo sempre do local do tumor. Conforme o tipo de tumor e do estágio de sua evolução, o tratamento pode ser cirúrgico e/ou medicamentoso. Os efeitos adversos da quimioterapia são menores quando comparados aos dos seres humanos. Em alguns casos, no entanto, além de matar as células tumorais, a quimio pode deprimir a medula óssea, causando reações indesejáveis. Recentemente uma nova técnica denominada eletroquimioterapia, que seria a aplicação do quimioterápico e de choque elétrico diretamente no tumor, tem apresentado excelentes resultados.

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Como evitar erros na educação dos cães

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Educar nossos mascotes não é tarefa fácil. Muitas das vezes, agimos impulsivamente, sem perceber que nossas atitudes podem estar contribuindo para deixar nosso  melhor amigo, um cãozinho mal educado.

  • Dar comida durante as refeições: É muito comum você não resistir ao olhar de pidão do seu cão na hora das refeições. Seu cachorro todo faceiro começa a latir, pular, fica embaixo da mesa, lamber e fazer aquela cara irresistível. Para acalmá-lo, você dá um pouco da comida do seu prato e, sem perceber, inicia um processo que acaba recompensando o comportamento.
  • Como agir: Diga “não” cada vez que o filhote ou cão adulto executar o ritual pidão. Assim que ele se afastar ou interromper o comportamento, recompense-o com um agrado verbal. Diga “muito bem” ou “isso”, por exemplo. Por outro lado, se ele ficar quieto ou entretido com algum brinquedo enquanto você come, estimule esse comportamento positivo. Ao terminar a refeição, dê um petisco para ele ou faça um agrado nele em outro ambiente. Aos poucos, ele entenderá que é recompensado por não efetuar pedidos enquanto você come.
  • Fazer festa quando você chega em casa: Você passa o dia fora correndo no trabalho e, quando retorna ao lar, não vê a hora de encontrar seu amigo. Por isso, ao revê-lo exagera nas festas e agrados. Fala com voz fina, bate palmas, propõe brincadeiras e, quem sabe, até dá um presente, pensando que assim está fazendo bem ao cachorro. Na verdade, está aumentando a possível ansiedade de separação que o amigão já tem por ficar muito tempo sozinho.
  • Como agir: Em primeiro lugar, se você passa muito tempo fora de casa e o cão permanece sozinho, antes de sair procure levá-lo para passear. O exercício físico e a possibilidade de sentir cheiros diferentes irão ajudar bastante para que o seu amigo permaneça em casa mais sereno. Outra coisa: toda vez que você for sair de casa, dê um pedaço de petisco ao cão. É sempre bom ele associar a sua saída com recompensa. E, finalmente, quando você retornar, não faça festa. Haja como se nada estivesse acontecendo. Somente depois de uns 10 minutos de calma, cumprimente seu amigo, mas sem exageros. Dessa maneira, ele entenderá a sua volta como fato normal, corriqueiro, sem sofrer ansiedade.
  • Só sair com o filhote depois de todas as vacinas estarem em dia: Cachorros devem tomar várias vacinas quando filhotes. Geralmente chegam no novo lar com 2 meses e há quem diga que, para evitar doenças, só devem frequentar a rua depois de determinada a vacinação por volta dos 5 meses. O problema de manter o filhote trancado por tanto tempo é prejudicar a socialização e o aprendizado dele. A melhor fase para o cão descobrir como o mundo é grande e que nele há ampla diversidade de pessoas, cachorros, barulhos e carros vai dos 2 aos 4 meses de vida. Sem dúvida, nessa faixa etária a socialização ajuda demais a formação da boa saúde comportamental do nosso amigo.
  • Como agir: Por um lado, leve em conta as precauções do pedido de vacinação. Não exponha o filhote ao cão das ruas e parques, nem deixe que interaja com cachorros desconhecidos. Por outro, leve-o para passear de carro ou para dar uma volta no quarteirão carregando-o no colo. Visite também amigos que tenham cães saudáveis que estejam com as vacinas em dia. Iniciativas como essas durante os 2 a 4 meses de idade do cãozinho o ajudarão a crescer muito mais seguro de si.

 

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Brincando de esconde esconde e estimulando o olfato do cão

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O faro é o sentido mais aguçado dos cães. Por isso, vencer desafios guiando-se pelo cheiro pode proporcionar grande entretenimento a esses animais. As raças que foram aprimoradas para se sobressaírem no rastreamento são os sabujos e farejadores, como o Bloodhound, o Basset Hound e o Beagle.

Esconder brinquedos e petiscos pela casa é uma maneira de estimular o seu cão a farejar. Caminhadas ao ar livre e trilhas são ótimas alternativas para proporcionar diversidade de odores. E dentro de casa ou em parques é possível ensinar seu cão a se divertir usando as narinas de uma maneira diferente: achando, pelo nome, uma pessoa escondida. Para ele adquirir essa habilidade, pratique os seguintes passos:

  1. Peça para uma pessoa de casa ficar a cerca de um metro de você e do cão, que estará ao seu lado.
  2. Diga o nome da pessoa como se fosse um comando. Na sequência, a pessoa chamará o cão, atraindo-o com alguns grãos de ração ou com um petisco, que entregará a ele assim que chegar. Repita o exercício várias vezes. Quando o cão estiver realizando corretamente, passe para a próxima etapa.
  3. Diga o nome da pessoa, a qual ficará quieta e não acenará para o cão. Assim que ele chegar nela, ela o recompensará. Quando o cão estiver praticando o exercício sem erros, o nome da pessoa desempenhará o papel equivalente ao de um comando.
  4. Peça para seu ajudante a se afastar mais dois metros e repita o exercício até que o cão pratique fluentemente.
  5. A pessoa se distancia outros dois metros e o exercício é repetido até estar bem absorvido pelo cão.
  6. Agora, segure o cão de modo que ele não veja onde a pessoa está, a qual, em seguida, se esconderá. Quando estiver oculta, diga o nome dela. O cão deverá procurá-la e, assim que a encontrar, ganhará recompensa. Sempre que o acerto acontecer por algumas vezes seguidas, a pessoa passa a se esconder mais longe (a distância aumenta gradativamente de dois em dois metros).
  7. Depois que o seu ajudante estiver se escondendo a 30 metros de distância e o cão conseguir acha-lo sempre, considere-o “diplomado” para brincar de esconde-esconde. Concluído o treino em casa, é possível estender a diversão a parques e praças, locais com muitas distrações para o cão. Comece com a pessoa se escondendo pertinho e vá aumentando a distância gradativamente. Seguindo lógica semelhante, é possível ensinar nomes de objetos ao cão e pedir para ele encontrá-los (uma Border Collie ficou famosa por ter aprendido o nome de mais de mil brinquedos!). Em comparação com o treino para achar pessoa, no exercício para encontrar coisas não há necessidade de ajudante. Diga o nome do objeto, arremesse-o inicialmente a um metro e estimule-o cão a pegá-lo. Quando ele estiver feito isso, você mesmo entrega o prêmio e aproveita para recuperar o objeto. Além de aprender a identificar o objeto pelo nome, o cão aprenderá a trazê-lo de volta. Quando a associação do objeto com seu respectivo nome estiver feita, o cão será capaz de encontra-lo sob comando.

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Cão de guarda: protetor e seguro, jamais violento

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Treinamento deve ser feito por adestrador profissional, caso contrário, tutores inexperientes podem se machucar e correr riscos

Entre as diferentes raças, há cães com os mais variados temperamentos. Calmos, ativos, protetores; cada um possui características particulares. Alguns tutores tentam atenuá-las ou até mesmo modifica-las, mas será que é possível alterar por completo o comportamento de um cão? A dúvida é comum entre aqueles que, por exemplo, buscam transformar um pet extremamente dócil e submisso em um protetor. Adestradores afirmam que é possível transformar um cão, mas a metodologia para essa alteração deve ser bem avaliada e aplicada. Uma das premissas da psicologia é a que diz que ‘todo comportamento é passível de modificação’, mas muitas vezes o trabalho será bem grande.

Como educar um cão de guarda?

É necessário salientar que o temperamento ideal do dito cão de proteção não é violento, muito pelo contrário, é seguro e equilibrado. Ou seja, ao contrário do que pensam, cães que demonstram comportamentos de agressividade nos portões de residências, por exemplo, na grande maioria das vezes, são animais que podemos considerar como exímios protetores. Um cão protetor deve ser emocionalmente e fisicamente forte, e manter o equilíbrio em situações em que depara-se com estímulos negativos para que possa atuar de acordo com o que foi previamente ensinado. Isso porque, o medo excessivo pode gerar a chamada “Neurose” (colapso psicológico), daí por diante o cão não consegue aprender e, inclusive esquece comportamentos já assimilados. Também pode ser agressivo com outros cães da própria casa ou com a família humana, além de poder travar sua musculatura ou, se tiver oportunidade, fugir da situação adversa.

É importante verificar inicialmente se o medo ou a passividade são reflexo do manejo do cão quando filhote e\ou adulto, ou se têm influência genética. Se for genético, por incrível que pareça, é mais simples de mudar, comparando-se a um trauma. Animais emocionalmente abalados podem ser mais difíceis de lidar, pois, para educá-los, é necessário compreender a origem e as consequências geradas pelo trauma. Caso contrário, qualquer tentativa pode aumentar o problema. Portanto, embora a modificação comportamental seja possível, é necessário ter consciência de que ela nem sempre é viável.

Perigos durante o adestramento

Tentar adestrar um cão com métodos violentos nunca é recomendado. Pode ser perigoso para ele e para o tutor. A agressão traumatiza o cachorro, que por sua vez responde por medo e não por entender que o que fez não é correto. Logo, o uso de uma linguagem mais próxima do natural é importante para facilitar um condicionamento e evitar possíveis traumas. A falta de clareza na comunicação com o animal pode, por exemplo, generalizar seu comportamento. Ou seja, estímulos aversivos oriundos de seres humanos que se arriscam a dar treinamentos equivocados podem fazer com que o cão entenda que todos os seres humanos oferecem risco para sua sobrevivência, o que estimulará a morder indiscriminadamente as pessoas por se sentir em constante perigo na presença delas. A influência do dono é muito importante, mas isso não quer dizer que ele esteja habilitado a treinar o cão sem orientação técnica. É importante destacar que adestramentos inadequados podem gerar situações perigosas e, até mesmo, incontroláveis.

Os perigos são relatados em um estudo da US National Center for Injury Prevention and Ccontrol, que pesquisou registros de mortes relacionadas a ataques de cães nas últimas décadas e descobriu algumas tendências. Muitas vítimas são fatores determinantes no desencadeamento da tragédia. Em 53% dos casos fatais, foi constatado que o cão não fora corretamente ensinado, mas simplesmente provocado. O adestrador ainda aponta que cães que ficam acorrentados presos em pequenos quintais, têm três vezes mais probabilidade de atacar pessoas.

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Diferentes tipos de ração para cada problema de saúde

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É possível tratar vários tipos de doenças com o auxílio de rações terapêuticas. A ração terapêutica é uma forma usada para ajudar a tratar determinadas doenças. Este tipo de alimentação é feita, exclusivamente, para alguns tipos de doenças e só pode ser administrada para um cachorro com a indicação e acompanhamento veterinário.

Existem muitas marcas que produzem rações terapêuticas para cães. Elas devem ser indicadas por veterinários, pois tanto as porções como a quantidade de refeições que devem ser feitas por dia, assim como o intervalo entre elas, devem ser avaliados pelos profissionais de saúde, que poderão indicar o que é mais adequado para cada animal, levando em conta a doença, o peso, o porte e mais uma série de fatores.

Para cada problema de saúde um tipo de ração

Doentes renais: Doença renal não tem cura e é progressiva. Por isso, as dietas específicas para cães acometidos por esse problema ajudam a diminuir a velocidade da evolução da doença, além de proporcionarem melhor qualidade de vida ao animal. Elas apresentam níveis de proteína e fósforo restritos, pois esses nutrientes sobrecarregam a função renal, apesar de necessários para o organismo. A ração será recomendada quando o paciente tiver doença renal crônica ou aguda, conforme o estágio de cada pet.

Diabéticos: Cães com diabetes precisam ter maior controle na ingestão de carboidratos. As rações utilizadas para essa enfermidade são as específicas para ela ou as para obesidade, pois estas utilizam, em sua composição, ingredientes de baixo índices glicêmicos. Também é fundamental medir a quantidade de alimento que o paciente irá ingerir, pois, se comer muito, mesmo sendo um alimento com altos índices de fibra, pode ser excedida a quantidade de glicose que ele consegue metabolizar.

Cães com problemas no sistema digestivo (gastrointestinal): esse tipo de ração apresenta, em sua composição, ingredientes de alta digestibilidade\absorção e alta energia. São indicadas para animais que estejam se recuperando de doenças ou cirurgias específicas e aos que tenham problemas de má absorção e má digestão.

Para os obesos: A dúvida é comum: afinal de contas, qual é a diferença de uma ração light para uma ração terapêutica contra a obesidade? A diferença está nas condições físicas do animal. Os alimentos light são para animais que têm sobrepeso e tendência a engordar. Já quando o cão está obeso, necessita-se de um alimento com maior restrição energética. A medida de energia metabólica dos produtos no mercado é de 2.800 kcal\kg de produto. Os níveis de proteína são altos a fim de proporcionar saciedade e evitar que o paciente tenha perda de massa muscular durante o programa de redução de peso, explica. Antes de iniciar esse tipo de tratamento, recomenda-se sempre fazer exames para avaliar o estado geral do pet e evitar que possa haver sobrecarga de órgãos que, silenciosamente, possam estar comprometidos.

Problemas no sistema urinário: Animais que têm formação de cálculos de estruvita precisam se alimentar com esse tipo de ração. Os cálculos de estruvita são formados em pH urinário alcalino e, por isso, esses alimentos conferem um pH levemente acidificado a urina do paciente, suficiente para promover a dissolução da estruvita, elucida a veterinária. É fundamental que o pet não ingira nenhum outro tipo de alimento concomitante ao tratamento, pois outras rações e petiscos influenciam no pH urinário, o que compromete o sucesso do tratamento. Esse tipo de ração deve ser utilizada por, no máximo, 3 meses.

Cardiopatias: Os alimentos destinados a cães com cardiopatias apresentam teores de sódio controlados e de fósforo, moderado, afim de evitar sobrecarga cardíaca. Importante salientar que, deve-se sempre avaliar se o cão não apresenta outras doenças concomitantes.  O início da utilização deste tipo de ração vai depender do estágio da doença em que ele se encontra. Por isso, é fundamental a avaliação de um profissional qualificado.

Alérgicos e com doenças dermatológicas: As doenças dermatológicas podem ter diversas origens. As alergias de origem nutricional, geralmente, têm como fonte alergênica a proteína utilizada nos alimentos. Nesse caso, utiliza-se alimentos coadjuvantes hipoalergênicos, que fornecem fontes alternativas de proteína, com a qual o pet nunca tenha tido contato. Elas podem ainda apresentar, na formação, proteínas hidrolisadas, que passam por um processo de quebra, transformadas em pequenas moléculas que o organismo não reconhece como corpos estranhos e sim como se fossem do próprio organismo, resolvendo, assim, o problema de alergia. Em caso de confirmação dessa suspeita clínica, o veterinário irá prescrever esse alimento pelo resto da vida e o cão não deverá ingerir outros, inclusive petiscos.

Na Terra Zoo você encontra rações terapêuticas de diversas marcas para os mais variados tipos de doenças. Também dispõe de orientação veterinária para a forma correta de usá-las em benefício da saúde do seu cão.

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E agora? Meu gato tem me causado alergia

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Mesmo quem já convive anos com gatos e nunca teve manifestações alérgicas está sujeito a desenvolvê-las de uma hora para outra. Boa parte das alergias decorre de processos acumulativos. Cada organismo pode ter resistência predeterminada a certos fatores alergênicos. Até que seu limite de tolerância seja atingido, a exposição a tais fatores não traz nenhum prejuízo aparente. A partir daí, no entanto, as reações alérgicas são desencadeadas; na maioria das vezes de forma respiratória e/ou cutânea.

No caso das alergias causadas por gatos, há um mito que se propaga: o de que os vilões da história são os pelos do bichano. Daí, volta e meia, donos alérgicos decidirem tosar seus mascotes ou adquirir exemplares de raças de pelagem mais curta. Não surpreendentemente, as crises de espirros, coceiras e afins não desaparecem. Razão: o agente deflagrador das alergias provenientes do convívio com felinos é uma proteína da saliva deles. Não é de fato uma novidade que gatos se lambem regularmente no intuito de se limpar.

A língua dos gatos tem uma superfície áspera, que auxilia na remoção da sujeira e de fios mortos. Se por um lado a natureza foi sábia em criar este mecanismos de limpeza para os bichanos, por outros humanos mais propensos à alergia, são prejudicados pela liberação da proteína alergênica liberada no ambiente durante as lambidas do bichano. Pode-se combater o problema com uma medida simples: banho periódico. Lavar o gato semanalmente pode eliminar de vez a alergia dos donos ou, pelo menos, amenizá-la de forma considerável. É fundamental escolher xampus de primeira linha e apropriados para o uso frequente em felinos. Do contrário, a oleosidade natural da pele é removida, tornando o gato mais propenso a males dermatológicos, como dermatites, ressecamento da derme e queda de pelos.

Outra opção é dispensar o uso de xampu em parte dos banhos. A proteína que causa alergia, sai apenas com água, mais também não é indicado abandonar de vez o xampu. O melhor é alternar: um ou dois banhos só com água, outro com xampu. O xampu retira outras impurezas, deixando o gato mais limpo e, portanto, com menor necessidade de se lamber. Assim o ciclo do problema é interrompido: o gato se sente mais limpo, não se lambe tanto, libera menor quantidade da proteína em seu corpo e se torna, digamos, mais antialérgico.

Entre um banho e outro, recomenda-se não escovar o bichano nem esfregá-lo demais com as mãos. Tanto a escovação como a massagem manual favorecem a liberação de partículas da proteína no ambiente, o que pode acabar desencadeando alergias nas pessoas predispostas.

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Regras para viver bem em condomínio com o seu cão

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Criar cães em condomínios é algo que gera muita polêmica sobre o que pode ou o que não pode fazer.  É importante que o dono seja responsável e garanta que a presença do cão não represente riscos a saúde, segurança ou ameace o sossego dos demais moradores.

Xixi e cocô nas áreas comuns

Cabe ao tutor limpar todos os dejetos do seu cão nas áreas comuns do condomínio, pois além de sujar, eles podem transmitir doenças. Os cães filhotes tendem a fazer cocô em qualquer lugar, portanto, sempre que for levar os seus cães para um passeio nas áreas comuns do condomínio, leve sempre alguns saquinhos com você para que, em caso de emergência, consiga limpar imediatamente a sujeira do seu animal de estimação.

Evitando o excesso de latidos

Latidos intermináveis e barulhos podem incomodar muito os vizinhos. Quando o cão apresenta qualquer problema de comportamento, é preciso verificar se suas necessidades básicas de alimentação, atividade física, social e mental, estão sendo supridas. Não deixe de gastar a energia do seu cão com passeios diários, não basta apenas uma volta no quarteirão para fazer xixi, ele precisa se exercitar, ter contato com diversas pessoas e animais, ir a lugares diferentes, aprender coisas novas, se alimentar de maneiras desafiadoras. Os latidos também podem aparecer caso o cachorro não tenha aprendido a ficar sozinho e, portanto, tem uma relação de dependência emocional com seu tutor. Nessas situações, a ajuda de um adestrador é fundamental para que o problema seja resolvido.

Cuidado com barulho

As brincadeiras do seu cãozinho podem tirar a paz de quem vive no andar de baixo, com barulhos excessivos. Mantenha as unhas dos cães sempre curtas para que não façam barulho no piso. Quando seu cão arrasta brinquedos pesados pelo apartamento, também pode causar barulho no andar debaixo, ossos artificiais ou naturais podem fazer bastante barulho. Fique atento. Uma dica, é oferecer brinquedos ou ossos sobre um tapete de EVA para que não fique em contato direto com o chão, podendo incomodar o seu vizinho do andar debaixo.

Mau cheiro

O mau cheiro vindo da casa onde os cães habitam também incomoda. Mantenha limpas as áreas internas usadas de banheiro para o cão em sua casa. Respeitar o próximo é a chave para a boa convivência.

Entenda que nem todo mundo gosta de cachorro

Se você conhece alguém que tem medo ou não gosta de cachorro, evite que ele tenha contato com a pessoa.  No geral, mantenha o seu cão próximo ao seu corpo enquanto ele estiver nas áreas comuns do condomínio, e não deixe que ele se aproxime das pessoas, a não ser que tenha autorização.

Comandos que facilitam a boa convivência

Ensinar o comando “senta” será de grande utilidade na hora de abrir a porta. Aprender a ficar sentado quando o dono abre a porta de casa e não sair correndo em disparada evita que o cão entre em casas alheias ou até mesmo que ele corra o risco de sair para a rua. Quando o “senta” já estiver consistente, comece a ensina-lo a ficar sentado quando se abre a porta. Com o cão na posição “sentado”, coloque a mão na maçaneta, volte e recompense.

Depois a gire, volte e recompense. Vá abrindo a porta lentamente e recompensando o cão sentado. Caso ele saia, feche a porta rapidamente e retome o processo. Assim que conseguir abrir toda a porta com o cão sentado, dê o comando OK para que ele seja liberado.

A importância de manter o cão na guia e coleira

Importante acostumar o cão com o uso da guia e coleira. Circular nas áreas do condomínio sem guia causa desconforto com os vizinhos. A rua oferece novos estímulos, importante o cão está bem familiarizado com a guia, para não ter problemas comuns, como o cão que empaca e não sai do lugar ou puxa demais para chegar logo em locais que o interessam.

Primeiro acostume-o com a coleira logo que ele chegar em sua casa, depois coloque a guia, deixe que ele ande pela casa e entenda como tudo isso funciona, e só depois o cão estará preparado para sair na rua com algo o prendendo.

É muito importante que o filhote não seja deixado sem supervisão com a coleira e a guia. Ele pode se enroscar ao tentar tirar e até destruí-la para evitar incomodo. Quando o cão já estiver acostumado com a guia, é preciso ensiná-lo que andar ao lado do dono é legal e vale a pena.

Normalmente os filhotes já andam para lá e para cá dentro de casa, então aproveite essa oportunidade para treina-los. Dentro de casa, vá em algum lugar onde possa andar um pouco mais, como um corredor, e dê um grão de ração ou petisco a cada passo que o cão andar ao seu lado. Em pouco tempo ele vai entender que precisa caminhar com você para ser recompensado. Faça isso sem a guia e depois com a guia. Quando o cão estiver saindo de casa, transfira esse mesmo treino para as áreas comuns do prédio.

Quando um cão que não recebe recompensa por andar ao lado do seu dono na guia, ele vai buscar suas próprias recompensas no ambiente, como ir ao encontro de outras pessoas ou cheirar um matinho. Quando ele passa a entender que a recompensa vem do dono, ele entende que é mais valioso para ele, permanecer por perto.

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