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Ração para cada fase da vida do seu gato

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Assim, como nós humanos comemos um tipo de alimentação na primeira infância e outro tipo na fase adulta, os gatos também precisam desse tipo de atenção.

Gestação

No período de gestação e o lactação, as gatas precisam de mais energia e nutrientes – a necessidade da fêmea aumenta cerca de 25% ao mesmo tempo em que a capacidade do estômago diminui. Então, ao invés de aumentar o tamanho das porções, o ideal é alimentá-las com ração para filhote, que é mais calórica e tem maior concentração de cálcio e outros minerais.

Filhotes

Até 1 mês de vida, o leite materno é suficiente. Após esse período, as rações para filhote se tornam mais adequadas. Além de fornecer nutrientes suficientes para o bom desenvolvimento dos filhotes, elas reforçam a imunidade e são mais fáceis de mastigar.

Filhotes órfãos

Existe no mercado substitutos para o leite materno, uma vez que o leite de vaca é muito fraco para os filhotes.

Adultos

Os gatos necessitam de menos calorias, cálcio e gorduras na fase adulta, quando passa a ser necessário controlar o peso deles. Por isso, as rações para adultos são menos calóricas.

Obesos

Gatos acima do peso necessitam de mais fibras na alimentação, que facilitam o trânsito intestinal e a eliminação de pelos. E precisam ingerir menos gorduras e energias. O mesmo vale para os gatos castrados, que tendem a engordar com facilidade.

Gatos idosos

Pouco calóricas, as rações para gatos maduros além de serem menos calóricas, também estimulam o bom funcionamento do intestino, que pode se tornar mais lento pela falta de movimentação. Para esta turma de mais idade, existem opções mais adequadas para fortalecer a imunidade, proteger as articulações e facilitar a mastigação dos velhinhos.

Para tratar ou prevenir doenças no trato urinário

Alimentos com menor teor de magnésio ajudam a controlar a acidez da urina e evitam a formação de pedras, um problema muito comum em felinos. Na Terra Zoo você encontra rações com esta finalidade.

Gatos peludos necessitam de ração específica

Há no mercado uma ração exclusiva para os bichanos da raça persa que também podem ser utilizadas para outros gatos de pelo longo. A explicação é que os pelos longos podem se acumular no trato digestivo e atrapalhar a absorção de nutrientes. Por isso, o produto contém celulose, uma fibra insolúvel que facilita a passagem dos pelos pelo sistema digestivo, e óleo mineral lubrificante, que facilita sua eliminação por meio das fezes.

Leite causa diarreia

Aprendemos desde cedo nos desenhos animados que os bichanos adoram leite. Gatos de verdade têm dificuldade em digerir bem o leite. Podendo desenvolver uma forte diarreia.

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Qual o melhor pet silvestre

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Antes de mais nada, é preciso saber se você vai dispor de tempo para cuidar do seu novo pet, pois não é interessante ter um animal de estimação com o qual não se consegue interagir.

Importante observar, que diferentemente de cães e gatos que têm instinto de caçadores, a maioria dos animais silvestres são presas na natureza, com tendências a se esconder e fugir, o que vai exigir de nós, mais tempo e paciência para interagir.

No quesito interação, os coelhos são os mais fáceis de se relacionar por serem muito espertos e inteligentes, além de serem “fofinhos”, e por estarem relacionados à figura do “coelhinho de páscoa” gozam de grande popularidade. Por estas e outras, os coelhos são os campeões na escolha de pets silvestres. Contudo, eles mordem e arranham facilmente quando acuados, possuem ossos leves e fracos, e musculatura forte, ideais para fugas, portanto são péssimos para contenção, por isto não são recomendados para crianças muito pequenas ou sem paciência.

Logo a seguir na preferência estão os porquinhos da índia. São menos agressivos e menos frágeis também, por isto são mais recomendados para crianças, porém nem sempre são curiosos, e normalmente são medrosos, dificultando a interação com seus tutores.

Se sua opção for por adquirir um hamster, os hamsters anões, por serem menores do que os sírios, têm frequência maior de preferência, porém são pets mais exigentes e irritadiços. Por isso, o hamster sírio é mais recomendável. Importante observar que diferentemente dos coelhos e porquinhos da índia, os hamsters têm comportamento individualista, por isto não é conveniente colocar mais de um hamster na mesma gaiola. Além disso são animais noturnos (tendem a dormir o dia inteiro) e são muito ativos e metódicos, podendo fazer barulhos durante a noite inteira (melhor não os deixar no seu quarto se você quiser dormir).

Existem vários tipos de gaiolas e brinquedos disponíveis para que o seu hamster se divirta e você também, uma vez que é bem legal observar as peripécias que eles costumam fazer enquanto se exercitam na gaiola.

Os ratos são os últimos colocados nas escolhas mais comuns entre os roedores, talvez pela relação natural que se faz entre ratos e lugares sujos. Outro aspecto que causa repulsa é a calda longa e pelada. Porém, enquanto pets, os ratos são excelentes, apesar de viverem pouco. Criadores de ratos costumam dizer que quem já teve um, sempre terá outros.

Nas lojas da Terra Zoo você encontra uma grande variedade de gaiolas, brinquedos, alimentos e acessórios, para o seu roedor de estimação, seja ele qual for.

Existem vários animais silvestres que se tornaram populares enquanto pets. Antes de pensar em comprar e adotar um, é interessante observar primeiro que eles precisam de cuidados específicos. De acordo com o IBAMA, alguns animais silvestres não podem ser criados como pets, a não ser que sejam adquiridos em criadouros legalizados pelo órgão, se for o caso.

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Medicar? Só com a prescrição do veterinário

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Não é só para humanos que a administração de remédios sem prescrição é perigosa, dar remédios sem a recomendação veterinária para o seu mascote é tão perigoso quanto.

Alguns medicamentos de uso veterinário estão sujeitos a controle especial e só podem ser comercializados com receita. Algumas particularidades devem ser observadas pelo médico veterinário e pelo tutor quando o tratamento exigir alguma dessas substâncias especiais. Cada notificação de receita deve conter, por exemplo, somente um produto de uso veterinário, com qualidade especificada e suficiente para, no máximo, 30 dias de tratamento, exceto no caso de produtos de uso continuo. No caso da falta de medicamento de uso exclusivo veterinário, o produto pode ser substituído somente por um medicamento genérico que também seja de uso veterinário.

Acompanhamento

Durante o tratamento, o tutor tem o papel de não somente seguir as orientações do médico veterinário como também de observar atentamente a evolução do quadro de saúde do animal, para tanto é necessário que o proprietário se informe de antemão com o médico veterinário sobre quais efeitos colaterais podem ser esperados do tratamento.

Vômito, diarreia, hemorragias, dores e mudança de comportamento (como ficar amuado), são alguns dos sinais que podem indicar que os medicamentos causaram uma intoxicação. Nesse caso, é imprescindível leva-lo quanto antes para uma avaliação clínica junto a um veterinário que poderá apontar se é necessário suspender o medicamento, ajustar a dose ou substituir o que foi prescrito.

Pós-tratamento

Como o veterinário prescreve a terapia para cada animal com base no quadro clínico daquele paciente em particular, não é recomendado que o proprietário volte a empregar determinado medicamento por conta própria, ou seja, naquele mesmo animal ou mesmo em um pet diferente.

É fundamental esclarecer que muitos sintomas pareçam familiares na verdade podem representar doenças completamente distintas daquelas já conhecidas pelo tutor. Diferenciá-los só é possível por meio de um exame clínico realizado por um veterinário.

O alerta vale principalmente para quem tem o hábito de guardar o medicamento que restar de um tratamento: além de não ser possível voltar a utilizar a substância sem uma nova avaliação do médico-veterinário, como já explicado, o produto armazenado pode ter a validade expirada perdendo assim a sua eficácia e, consequentemente, a sua finalidade de uso.

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Como evitar excesso de postura das aves

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As aves fêmeas geralmente entram em período reprodutivo no período da primavera, por conta do aumento do período de luz nessa estação do ano. Esse estimulo é importante para que seu organismo inicie a produção de ovos.

Calopsitas fêmeas por exemplo, poderão fazer postura de ovos mesmo na ausência de machos ou ninho, quando são muito próximas de seu criador. Contudo, quando o tutor, na melhor das intenções, retira o ovo da ave, uma vez que não está fecundado ou não pretende reproduzir, a ave continua a fazer a postura, até o seu esgotamento energético.

Isso faz com que ele demonstre fraqueza, fraturas em ossos ou até crises convulsivas. Quando percebem que seus ovos não estão fertilizados, abandonam o ninho em até três semanas e, dependendo dos estímulos externos, poderão retornar a fase de postura. Durante o período no qual ele está no ninho chocando, há uma recuperação do organismo, que interrompe o desgaste energético muito intenso da postura. Portanto, recomenda-se deixá-la com acesso a esses ovos para completar seu ciclo reprodutivo.

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Saiba mais sobre aves silvestres

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Dentre as aves, as calopsitas são as preferidas. Originária da Austrália é um psitacídeo da mesma família das cacatuas. Na natureza, alimentam-se de sementes, frutos e insetos.
Diferentemente dos outros psitacídeos que preferem o topo das árvores, costumam alimentar-se no chão. São muito inteligentes, de fácil interação, e baixa agressividade. Costumam ser menos “barulhentas” do que os periquitos e menos agressivas do que os papagaios. Por volta de 1884, a Calopsita já era facilmente encontrada nos aviários europeus. Contudo, tornou-se mais popular a partir do surgimento da primeira mutação de cor, o arlequim, pouco antes de 1950, na Califórnia. A partir daí, outros padrões de cores foram sendo fixados, ganhando enorme popularidade, igualando-se, praticamente àquela do periquito australiano. É um pássaro perfeito para quem quer uma relação mais íntima com uma ave. São divertidos e leais ao bando, do qual o dono passa a fazer parte.

Os periquitos australianos, que já estiveram na moda há um tempo atrás, chamam atenção por suas cores variadas, mas às vezes incomodam pelo excesso de barulho que costumam fazer. São considerados bagunceiros, portanto, se quiser ter um, vá se preparando para suas traquinagens.

Os papagaios são considerados os mais inteligentes e interativos, com boa interação verbal e contato físico, se forem ensinados desde cedo, porém são mais irritadiços e as vezes até agressivos. Outra característica dos papagaios é que eles elegem com quem se relacionar, digamos assim, não vão com a cara de qualquer um. Então, não se iluda se você tiver o sonho de ter um papagaio e, no final, ele só der bola para outra pessoa da família.

Canários são apaixonantes, tanto por serem belas aves, quanto pelo seu canto suave. Afinal de contas é uma delícia, acordar todas as manhãs com seu canto suave. Contudo, entre as aves criadas como pet, os canários são uma das mais frágeis, e podem morrer facilmente por excesso de vento, sol, ou até por inalação de gases, portanto, mantenha o seu longe da cozinha enquanto estiver cozinhando, e longe de produtos químicos também, pois se intoxicam facilmente.

Entre as aves citadas acima, os papagaios são os únicos encontrados na natureza, enquanto os canários, calopsitas e periquitos australianos, só se vêm ao ar livre quando fogem das gaiolas, pois não duram muito nas condições climáticas brasileiras e com a dificuldade de encontrarem todos os alimentos que necessitam ao ar livre.

Muitos tutores não gostam que se cortem as asas de aves, mas se a ave em questão não tem espaço para voar numa gaiola, e considerando que se fugir e for para a nossa natureza não terá como se alimentar sozinha e se adaptar, melhor que ela não consiga voar do que voar, fugir e não sobreviver.

Nas lojas da Terra Zoo você encontra uma grande variedade de gaiolas, brinquedos, alimentos e acessórios, para sua ave de estimação.

Importante: É proibida a compra e venda de animais silvestres, principalmente as aves, de origem não conhecida. A lei ambiental prevê punições para quem vende ou compra animais silvestres de origem ilegal. Portanto, fique atento ao adquirir uma ave silvestre.

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Lambeduras excessivas podem indicar estresse

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Desde filhotes, os cães são lambidos pela mãe, lamber é um comportamento natural canino. Por meio de lambeduras os cães dão demonstrações de afeto ou se higienizam.

Contudo, as lambidas podem se tornar repetitivas demais e podem estar associadas a ansiedade do animal. Um comportamento semelhante ao que ocorre quando o cão late sem parar ou persegue insistentemente a própria cauda. Nos casos de compulsão, o mais comum é que o cão lamba as próprias patas ou a cauda, mas há casos que o cão quer lamber exageradamente pessoas ou móveis e objetos.

As compulsões podem ter causa fisiológica, como alergia ou infecção, mas a motivação mais frequente costuma ser psicológica, resultante de estresse ou tédio em decorrência de alterações no ambiente físico ou social. Podem estar relacionadas a casos como a chegada de novo membro na família, mudanças de residências, ou alteração na rotina dos donos, falta de atenção, ou de distração e de exercício. Pode ser também que ele esteja querendo chamar atenção, caso ele tenha recebido carinho por lamber muito no passado e ter sido recompensado por este comportamento.

Mesmo que você não conviva tanto com o cão, pode observar o excesso de lambeduras por meio de sintomas, tais como vermelhidão na pele, molhados onde ela ocorre ou feridas, neste caso é sinal de que o grau da compulsão é elevado, com risco de o cão vir a apresentar sérios problemas comportamentais e de saúde.

COMO INTERROMPER AS LAMBEDURAS EM EXCESSO

Primeiro consulte o médico veterinário para identificar a causa. Na maioria das vezes o problema é resolvido por meio de reeducação comportamental, com o acompanhamento de um profissional especialista em comportamento animal. Caso não seja obtido o resultado esperado, pode-se associar a utilização de medicamentos que regulam as moléculas químicas do cérebro. Com isso, é produzida a excitação do organismo produzida pelos estímulos causadores da ansiedade.

Promover atividades como brincadeiras rápidas diversas vezes por dia e passear mais frequentemente para gastar mais energia do cão e lhe proporcionar mais distrações também ajuda a resolver.

PREDISPOSIÇÃO

Algumas raças mais ativas precisam de espaço e de atividades para se exercitarem. Um cão extremamente ativo mantido recluso em pequenos espaços, com certeza sofrerá de estresse. O nível de ansiedade e estresse acaba produzindo comportamento direcionado à liberação da energia acumulada, e as lamber em excesso pode ser decorrente disto.

COMO TRATAR

Todos os moradores da casa devem estar engajados no programa de recuperação do cão que lambe por compulsão. Se por um lado, é preciso ignorar o animal enquanto prática lambedura compulsiva. Por outro lado, estimula-se o cão a ocupar o tempo com atividades diversas. Por exemplo, ao nos aproximarmos dele, podemos oferecer um brinquedo que o entretenha.

Uma opção caseira interessante é o da garrafa PET com ração e furinhos que requerem habilidade para a retirada dos grãos. Recomenda-se proporcionar mais passeios e brincadeiras que gastam energia, como pegar bolinha, e promover atividades que estimulem instintos como farejar e caçar. Use a imaginação lembrando que o cão tem necessidades diferentes das nossas. Alterne brinquedos no dia-a-dia.

ADESTRAMENTO

O adestramento traz diversos benefícios, inclusive ajudando a gastar energia e proporcionando distração e companhia, contribuindo assim para diminuir as compulsões. Ensine comandos ao cão. Um treino útil para ensinar é colocar um petisco no chão, dizer “não” e recompensar o cão sempre que ele não insistir em pegar a guloseima.

RESULTADOS

O resultado costuma aparecer mais rapidamente quando o trabalho é feito com filhote ou mesmo com cão adulto que foi apresentado a vários estímulos no período da sociabilização. Não são raros os proprietários que, por falta de informação ou de tempo, não dão importância á compulsão ou que, apesar de tentarem resolvê-la, ainda não acharam a forma de obter sucesso.

Caso precise de auxilio, procure um especialista em adestramento. Além de tratar o problema da compulsão de forma correta, ele ajudará a evitar que o seu cão venha a desenvolver outros problemas comportamentais.

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Rações terapêuticas: poderosas para a saúde do seu pet

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A variedade desses alimentos nas gôndolas de pet shops e lojas especializadas é enorme e atende a complicações frequentes em cães e gatos. Entre elas, podemos citar a obesidade, problemas no trato gastrointestinal, diabetes mellitus, doenças cardíacas, período de convalescência, alterações neurológicas e hepáticas, problemas renais, entre outras. Esses alimentos possuem o mesmo propósito: auxiliar o tratamento medicamentoso, mas são totalmente diferentes em sua composição nutricional. Animais que apresentam o diagnostico hipo – alergênico, isto é, hipersensibilidade alimentar ou doença inflamatória intestinal, necessitam ingerir fontes diferenciadas de proteínas, maior inclusão de ômega 3 e ingredientes de pouca alergenicidade .

Quando oferecer

As rações são coadjuvantes aos tratamentos clínicos ou cirúrgicos e não substituem as medicações prescritas. O uso desse alimento em paralelo com a medicação pode diminuir o tempo de recuperação do paciente, além de apresentar características de uma ração comercial do seguimento super premium. Ainda de acordo com ela, outros tutores não devem ofertar tais alimentos sem antes passar por consulta veterinária. Caso o paciente seja sadio, ele poderá receber nutrientes em excesso ou restrito ao que seu organismo, podendo causar inúmeros desequilíbrios na nutrição e fisiologia do pet.

Desenvolvidos a partir de ingredientes selecionados e fruto de muitas pesquisas de ponta, esses produtos custam um pouco mais que as rações tradicionais. Em sua fabricação, são utilizados ingredientes específicos com funções terapêuticas, como os nutracêuticos e ingredientes de altíssima absorção. O alimento deve ser altamente digestível para que se aproveite o máximo de cada nutriente na dieta, além de palatável, pois os pacientes enfermos tendem a ter uma queda no seu apetite. Se você busca por rações terapêuticas, confira aqui em nosso site.

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Gatos são mais inteligentes?

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O ser humano é considerado por nós, é claro, o animal mais inteligente do planeta. Talvez por isso muita gente quer saber se este ou aquele bicho é inteligente e se é mais ou menos inteligente que outros. Por mais simples que a pergunta possa parecer, a resposta é complexa e quase impossível de ser dada.

A maioria das pessoas sabe o que é inteligência, mas pouquíssimas conseguem defini-la. Mas, de maneia geral, a inteligência está relacionada a algumas capacidade e velocidade de processamentos (respostas), insight, capacidade de observar e relacionar, de arrepende de reter o aprendizado.

O gato não se submete a ordens, por isso é mais inteligente

É verdade que obedecer não é necessariamente um sinal de inteligência. Mas não obedecer também não é. Cães possuem uma predisposição natural para mandar ou ser mandados, já que evoluíram por muito tempo como membros de um grupo de hierarquia era fundamental.

Não se submetendo ao líder, poderiam ser expulsos do grupo e até morrer de fome. Com os gatos a situação é bem diferente. São caçadores solitários natos. Nunca dependem de outros gatos para caçar suas presas. Não precisavam, portanto, se submeter para sobreviver.

Meu gato sabe até onde o cão do vizinho alcança e se aproveita

Alguns gatos ficam deitados ou se limpam, relaxados, próximo a cães loucos para atacá-los, mas que não conseguem fazê-lo por causa de uma grade ou muro que impede a aproximação. Como o gato consegue saber exatamente até onde um cão consegue chegar e aproveitar-se disso, ele tem excelente noção espacial, além de ótima memória e é capaz de aprender diversas coisas por observação.

De tão esperto, tem um miado para cada situação

Existem diversos testes de inteligência que podem ser aplicados em animais. Dois deles, muito famosos, dizem respeito à capacidade de o animal e o ser humano (bebês e crianças) entenderem que um objeto, ao passar por trás de uma barreira, não desaparece, está simplesmente atrás de alguma coisa. Os gatos possuem essa capacidade, pois demonstram interesse em ir procurar o objeto atrás da barreira, assim que ele deixa de ser visível. Os cães também passam nesse teste.

Mas o gato se sai bem melhor que o cão no teste de deslocamento oculto, no qual é avaliada a capacidade de prever onde um objeto em movimento uniforme aparecerá após passar por trás de uma barreira. Isso é feito pela observação da direção do olhar do animal enquanto uma bolinha passa por trás de uma caixa de papelão, por exemplo. A maioria dos gatos é aprovada no teste: consegue prever o continuo deslocamento do objeto, pois olha exatamente para o ponto onde a bolinha irá aparecer. Já a maioria dos cães fica olhando para o local onde a bolinha desapareceu.

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Pets e crianças, como fazer com que esta parceria dê certo

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Quando a família toma conhecimento de que vai ganhar um bebê, é bom começar a planejar o ambiente para que cães e gatos não estranhem a chegada do novo membro da família. Por outro lado, se você já tem criança em casa e pretende adquirir um pet, também deverá estar atento a alguns aspectos. Eis algumas dicas:

  1. Cheiros: interessante introduzir fragrâncias de bebês no dia a dia da casa, para ir acostumando o olfato do seu pet com a novidade.
  2. Paninho do bebê: assim que o bebê chegar, deixe um pano com o cheiro do bebê para que seu pet possa brincar com ele, e comece a associar o cheiro a coisas boas. Interessante colocar deixar o pano ao lado do comedouro com ração.
  3. Como evitar ciúmes: dê muita atenção ao seu pet, assim que ele entrar no ambiente onde o bebê estiver, para evitar ciúmes. Oferecer petiscos neste momento, é uma boa dica. Deixar o pet frequentar o futuro quarto do bebê e fazer associações positivas com ele, com brincadeiras e petiscos no ambiente, trará uma grande chance de fazer com que ele goste do local e do futuro morador.
  4. Cada raça de cão tem um perfil diferente: escolha o cão ideal para o espaço que você dispõe e o perfil de sua família. Pensando nas crianças, é sempre bom escolher um cão mais brincalhão, afinal de contas crianças têm muita energia e estão sempre demandando por brincadeiras. Adotar um cão adulto pode ser uma boa opção, uma vez que permite que se conheça sua personalidade antes, já nos filhotes, esse perfil só será revelado com o passar do tempo.
  5. Sociabilização: se você já tem criança em casa e vai adquirir um filhote, é muito importante sociabilizá-lo com as crianças. É preciso fazer a sociabilização com todas as idades (bebês, crianças, adultos e idosos), sexos (homem e mulher) e comportamentos (pessoas que falam alto, que falam baixo, que se movimentam rapidamente, pessoas com cabelo longo ou sem cabelos, homens com barba ou chapéu). No caso de adoção ou compra de um cão já adulto, a melhor solução é fazer alguns testes antes de trazê-lo para a casa onde há crianças. Uma possibilidade é o tutor (adulto) fazer algumas brincadeiras semelhante ás das crianças em frente ao cão, como se mexer bruscamente, correr na frente dele, pular e bater palma. Dessa maneira, percebemos se o cão reagirá a esses movimentos ou não. No processo de socialização, a ajuda profissional de um adestrador, é sempre muito valiosa.
  6. Ensinar a criança a respeitar os momentos e o espaço do cão:  se o cão chega depois da criança, é necessário explicar os momentos de alimentação, sono e cuidado do cão, ou ainda quando estão com algum brinquedo mastigável. Importante ensinar as crianças que não convém passar a mão nesses momentos, pois há ameaça de mordida.
  7. Ensinar as crianças a entender como tratar o pet de modo adequado: gritar e correr atrás do pet pode fazê-lo se sentir acuado. Gatos gostam de cafuné na cabeça, no pescoço e na base da cauda, mas não gostam que mexam na barriga ou que puxem sua cauda. Fazer o carinho certo pode evitar uma reação agressiva do pet.
  8. Brincadeiras seguras: para evitar aranhões e outros machucados, a criança deve usar um brinquedo, como um bichinho de pelúcia ou mordedores, para se divertir com os pets. Mãos e pés não devem ser usados nas brincadeiras. Tanto crianças como cães podem ter atitudes ou cometer atos que os coloquem em risco, mesmo sem que haja intenção. Ás vezes, uma corrida mais empolgada pode acabar em acidente e, por consequência, traumatizar o cão e a criança.
  9. Supervisão de um adulto é sempre importante, para que se evite excessos na convivência entre pets e crianças.

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Saiba mais sobre roedores

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Os mamíferos roedores têm despertado interesse e começam a ocupar lugares como animais de estimação exóticos em diversas famílias, lado a lado com gatos e cães. Entre os mais populares estão os hamsters, as ratazanas de estimação e os porquinhos-da-índia.

No entanto, estas vantagens também promovem alguma irresponsabilidade: sendo animais muito baratos e disponíveis em qualquer loja, por vezes existe menor cuidado e preocupação com a sua saúde, algo como “se morrer compra-se outro”.

Ao interagir com um destes animais, sobretudo se não tiver uma experiência anterior, poderá ficar surpreendido com a inteligência e a ligação afetiva aos donos de que estes animais são capazes.

Estes mamíferos possuem dois pares de dentes incisivos (dentes da frente) bem desenvolvidos. Um par situa-se no maxilar superior e o outro no maxilar inferior. Estes pares de dentes crescem continuamente, pois são desgastados à medida que o animal vai roendo as cascas dos ramos das plantas. Os roedores não possuem dentes caninos (presas), mas têm molares para a trituração do alimento. Como exemplos, temos o rato, o camundongo, a capivara (o maior roedor do mundo), o esquilo, a marmota e o castor. Estes animais servem de alimento para muitas aves, répteis e mamíferos carnívoros.

Os roedores são animais mamíferos, da ordem Rodentia. Existem cerca de duas mil espécies de roedores no mundo. Há grande diversidade entre os roedores, porém há uma característica em comum a todos eles: a forte e poderosa dentição. Com seus dentes incisivos conseguem roer diversos tipos de alimentos, além de madeira e até alguns tipos de pedras.

A maioria dos roedores é de pequeno porte (entre 100 e 200 gramas). São encontrados em todos os continentes (exceto Antártida). A maioria dos roedores é terrestre e plantígrado (animais que caminham sobre as plantas dos pés). Outra característica comum entre a maioria dos roedores é a reprodução rápida, pois as fêmeas são capazes de gerar muitos filhos num único ano. Além disso, possuem a capacidade de se adaptarem a vários tipos de habitat. Com relação aos hábitos sociais, os roedores e os quirópteros (morcegos) são sociáveis (vivem em grupos), porém os insetívoros possuem uma vida mais solitária.

Exemplos de espécies de animais roedores:

– Capivara (Hydrochoerus hydrocoerus)

– Castor-europeu (Castor fiber)

– Chinchila (Chinchilla lanigera)

– Esquilo-vermelho (Sciurus vulgares)

– Esquilo-voador (Pteromys volans)

– Gerbo-do-deserto (Jaculus jaculus)

– Hamster-comum (Cricetus cricetus)

– Lebre-ártica (Lepus arcticus)

– Leirão-cinzento (Glis glis)

– Marmota-comum (Marmota marmota)

– Morcego-anão (Pipistrellus pipistrellus)

– Morcego-negro (Barbastella barbastellus)

– Tuco-tuco (Ctenomys sp.)

– Vizcacha (Lagostomus maximus)

– Camundongo (Mus musculus)

– Musaranho-comum (Sorex araneus)

– Ratazana (Rattus norvegicus)

– Ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus)

– Porquinho-da-índia (Cavia porcellus)

– Rato-canguru (Dipodomys ordii)

– Toupeira-comum (Talpa europaea)

Classificação científica dos roedores:

Reino: Animalia

Filo: Chordata

Subfilo: Vertebrata

Classe: Mammalia

Infraclasse: Placentalia

Superordem: Euarchontoglires

Ordem: Rodentia

 

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