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Saiba mais sobre aves silvestres

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Dentre as aves, as calopsitas são as preferidas. Originária da Austrália é um psitacídeo da mesma família das cacatuas. Na natureza, alimentam-se de sementes, frutos e insetos.
Diferentemente dos outros psitacídeos que preferem o topo das árvores, costumam alimentar-se no chão. São muito inteligentes, de fácil interação, e baixa agressividade. Costumam ser menos “barulhentas” do que os periquitos e menos agressivas do que os papagaios. Por volta de 1884, a Calopsita já era facilmente encontrada nos aviários europeus. Contudo, tornou-se mais popular a partir do surgimento da primeira mutação de cor, o arlequim, pouco antes de 1950, na Califórnia. A partir daí, outros padrões de cores foram sendo fixados, ganhando enorme popularidade, igualando-se, praticamente àquela do periquito australiano. É um pássaro perfeito para quem quer uma relação mais íntima com uma ave. São divertidos e leais ao bando, do qual o dono passa a fazer parte.

Os periquitos australianos, que já estiveram na moda há um tempo atrás, chamam atenção por suas cores variadas, mas às vezes incomodam pelo excesso de barulho que costumam fazer. São considerados bagunceiros, portanto, se quiser ter um, vá se preparando para suas traquinagens.

Os papagaios são considerados os mais inteligentes e interativos, com boa interação verbal e contato físico, se forem ensinados desde cedo, porém são mais irritadiços e as vezes até agressivos. Outra característica dos papagaios é que eles elegem com quem se relacionar, digamos assim, não vão com a cara de qualquer um. Então, não se iluda se você tiver o sonho de ter um papagaio e, no final, ele só der bola para outra pessoa da família.

Canários são apaixonantes, tanto por serem belas aves, quanto pelo seu canto suave. Afinal de contas é uma delícia, acordar todas as manhãs com seu canto suave. Contudo, entre as aves criadas como pet, os canários são uma das mais frágeis, e podem morrer facilmente por excesso de vento, sol, ou até por inalação de gases, portanto, mantenha o seu longe da cozinha enquanto estiver cozinhando, e longe de produtos químicos também, pois se intoxicam facilmente.

Entre as aves citadas acima, os papagaios são os únicos encontrados na natureza, enquanto os canários, calopsitas e periquitos australianos, só se vêm ao ar livre quando fogem das gaiolas, pois não duram muito nas condições climáticas brasileiras e com a dificuldade de encontrarem todos os alimentos que necessitam ao ar livre.

Muitos tutores não gostam que se cortem as asas de aves, mas se a ave em questão não tem espaço para voar numa gaiola, e considerando que se fugir e for para a nossa natureza não terá como se alimentar sozinha e se adaptar, melhor que ela não consiga voar do que voar, fugir e não sobreviver.

Nas lojas da Terra Zoo você encontra uma grande variedade de gaiolas, brinquedos, alimentos e acessórios, para sua ave de estimação.

Importante: É proibida a compra e venda de animais silvestres, principalmente as aves, de origem não conhecida. A lei ambiental prevê punições para quem vende ou compra animais silvestres de origem ilegal. Portanto, fique atento ao adquirir uma ave silvestre.

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Lambeduras excessivas podem indicar estresse

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Desde filhotes, os cães são lambidos pela mãe, lamber é um comportamento natural canino. Por meio de lambeduras os cães dão demonstrações de afeto ou se higienizam.

Contudo, as lambidas podem se tornar repetitivas demais e podem estar associadas a ansiedade do animal. Um comportamento semelhante ao que ocorre quando o cão late sem parar ou persegue insistentemente a própria cauda. Nos casos de compulsão, o mais comum é que o cão lamba as próprias patas ou a cauda, mas há casos que o cão quer lamber exageradamente pessoas ou móveis e objetos.

As compulsões podem ter causa fisiológica, como alergia ou infecção, mas a motivação mais frequente costuma ser psicológica, resultante de estresse ou tédio em decorrência de alterações no ambiente físico ou social. Podem estar relacionadas a casos como a chegada de novo membro na família, mudanças de residências, ou alteração na rotina dos donos, falta de atenção, ou de distração e de exercício. Pode ser também que ele esteja querendo chamar atenção, caso ele tenha recebido carinho por lamber muito no passado e ter sido recompensado por este comportamento.

Mesmo que você não conviva tanto com o cão, pode observar o excesso de lambeduras por meio de sintomas, tais como vermelhidão na pele, molhados onde ela ocorre ou feridas, neste caso é sinal de que o grau da compulsão é elevado, com risco de o cão vir a apresentar sérios problemas comportamentais e de saúde.

COMO INTERROMPER AS LAMBEDURAS EM EXCESSO

Primeiro consulte o médico veterinário para identificar a causa. Na maioria das vezes o problema é resolvido por meio de reeducação comportamental, com o acompanhamento de um profissional especialista em comportamento animal. Caso não seja obtido o resultado esperado, pode-se associar a utilização de medicamentos que regulam as moléculas químicas do cérebro. Com isso, é produzida a excitação do organismo produzida pelos estímulos causadores da ansiedade.

Promover atividades como brincadeiras rápidas diversas vezes por dia e passear mais frequentemente para gastar mais energia do cão e lhe proporcionar mais distrações também ajuda a resolver.

PREDISPOSIÇÃO

Algumas raças mais ativas precisam de espaço e de atividades para se exercitarem. Um cão extremamente ativo mantido recluso em pequenos espaços, com certeza sofrerá de estresse. O nível de ansiedade e estresse acaba produzindo comportamento direcionado à liberação da energia acumulada, e as lamber em excesso pode ser decorrente disto.

COMO TRATAR

Todos os moradores da casa devem estar engajados no programa de recuperação do cão que lambe por compulsão. Se por um lado, é preciso ignorar o animal enquanto prática lambedura compulsiva. Por outro lado, estimula-se o cão a ocupar o tempo com atividades diversas. Por exemplo, ao nos aproximarmos dele, podemos oferecer um brinquedo que o entretenha.

Uma opção caseira interessante é o da garrafa PET com ração e furinhos que requerem habilidade para a retirada dos grãos. Recomenda-se proporcionar mais passeios e brincadeiras que gastam energia, como pegar bolinha, e promover atividades que estimulem instintos como farejar e caçar. Use a imaginação lembrando que o cão tem necessidades diferentes das nossas. Alterne brinquedos no dia-a-dia.

ADESTRAMENTO

O adestramento traz diversos benefícios, inclusive ajudando a gastar energia e proporcionando distração e companhia, contribuindo assim para diminuir as compulsões. Ensine comandos ao cão. Um treino útil para ensinar é colocar um petisco no chão, dizer “não” e recompensar o cão sempre que ele não insistir em pegar a guloseima.

RESULTADOS

O resultado costuma aparecer mais rapidamente quando o trabalho é feito com filhote ou mesmo com cão adulto que foi apresentado a vários estímulos no período da sociabilização. Não são raros os proprietários que, por falta de informação ou de tempo, não dão importância á compulsão ou que, apesar de tentarem resolvê-la, ainda não acharam a forma de obter sucesso.

Caso precise de auxilio, procure um especialista em adestramento. Além de tratar o problema da compulsão de forma correta, ele ajudará a evitar que o seu cão venha a desenvolver outros problemas comportamentais.

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Rações terapêuticas: poderosas para a saúde do seu pet

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A variedade desses alimentos nas gôndolas de pet shops e lojas especializadas é enorme e atende a complicações frequentes em cães e gatos. Entre elas, podemos citar a obesidade, problemas no trato gastrointestinal, diabetes mellitus, doenças cardíacas, período de convalescência, alterações neurológicas e hepáticas, problemas renais, entre outras. Esses alimentos possuem o mesmo propósito: auxiliar o tratamento medicamentoso, mas são totalmente diferentes em sua composição nutricional. Animais que apresentam o diagnostico hipo – alergênico, isto é, hipersensibilidade alimentar ou doença inflamatória intestinal, necessitam ingerir fontes diferenciadas de proteínas, maior inclusão de ômega 3 e ingredientes de pouca alergenicidade .

Quando oferecer

As rações são coadjuvantes aos tratamentos clínicos ou cirúrgicos e não substituem as medicações prescritas. O uso desse alimento em paralelo com a medicação pode diminuir o tempo de recuperação do paciente, além de apresentar características de uma ração comercial do seguimento super premium. Ainda de acordo com ela, outros tutores não devem ofertar tais alimentos sem antes passar por consulta veterinária. Caso o paciente seja sadio, ele poderá receber nutrientes em excesso ou restrito ao que seu organismo, podendo causar inúmeros desequilíbrios na nutrição e fisiologia do pet.

Desenvolvidos a partir de ingredientes selecionados e fruto de muitas pesquisas de ponta, esses produtos custam um pouco mais que as rações tradicionais. Em sua fabricação, são utilizados ingredientes específicos com funções terapêuticas, como os nutracêuticos e ingredientes de altíssima absorção. O alimento deve ser altamente digestível para que se aproveite o máximo de cada nutriente na dieta, além de palatável, pois os pacientes enfermos tendem a ter uma queda no seu apetite. Se você busca por rações terapêuticas, confira aqui em nosso site.

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Gatos são mais inteligentes?

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O ser humano é considerado por nós, é claro, o animal mais inteligente do planeta. Talvez por isso muita gente quer saber se este ou aquele bicho é inteligente e se é mais ou menos inteligente que outros. Por mais simples que a pergunta possa parecer, a resposta é complexa e quase impossível de ser dada.

A maioria das pessoas sabe o que é inteligência, mas pouquíssimas conseguem defini-la. Mas, de maneia geral, a inteligência está relacionada a algumas capacidade e velocidade de processamentos (respostas), insight, capacidade de observar e relacionar, de arrepende de reter o aprendizado.

O gato não se submete a ordens, por isso é mais inteligente

É verdade que obedecer não é necessariamente um sinal de inteligência. Mas não obedecer também não é. Cães possuem uma predisposição natural para mandar ou ser mandados, já que evoluíram por muito tempo como membros de um grupo de hierarquia era fundamental.

Não se submetendo ao líder, poderiam ser expulsos do grupo e até morrer de fome. Com os gatos a situação é bem diferente. São caçadores solitários natos. Nunca dependem de outros gatos para caçar suas presas. Não precisavam, portanto, se submeter para sobreviver.

Meu gato sabe até onde o cão do vizinho alcança e se aproveita

Alguns gatos ficam deitados ou se limpam, relaxados, próximo a cães loucos para atacá-los, mas que não conseguem fazê-lo por causa de uma grade ou muro que impede a aproximação. Como o gato consegue saber exatamente até onde um cão consegue chegar e aproveitar-se disso, ele tem excelente noção espacial, além de ótima memória e é capaz de aprender diversas coisas por observação.

De tão esperto, tem um miado para cada situação

Existem diversos testes de inteligência que podem ser aplicados em animais. Dois deles, muito famosos, dizem respeito à capacidade de o animal e o ser humano (bebês e crianças) entenderem que um objeto, ao passar por trás de uma barreira, não desaparece, está simplesmente atrás de alguma coisa. Os gatos possuem essa capacidade, pois demonstram interesse em ir procurar o objeto atrás da barreira, assim que ele deixa de ser visível. Os cães também passam nesse teste.

Mas o gato se sai bem melhor que o cão no teste de deslocamento oculto, no qual é avaliada a capacidade de prever onde um objeto em movimento uniforme aparecerá após passar por trás de uma barreira. Isso é feito pela observação da direção do olhar do animal enquanto uma bolinha passa por trás de uma caixa de papelão, por exemplo. A maioria dos gatos é aprovada no teste: consegue prever o continuo deslocamento do objeto, pois olha exatamente para o ponto onde a bolinha irá aparecer. Já a maioria dos cães fica olhando para o local onde a bolinha desapareceu.

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Pets e crianças, como fazer com que esta parceria dê certo

African american girl outdoors on skateboard with her dog.

Quando a família toma conhecimento de que vai ganhar um bebê, é bom começar a planejar o ambiente para que cães e gatos não estranhem a chegada do novo membro da família. Por outro lado, se você já tem criança em casa e pretende adquirir um pet, também deverá estar atento a alguns aspectos. Eis algumas dicas:

  1. Cheiros: interessante introduzir fragrâncias de bebês no dia a dia da casa, para ir acostumando o olfato do seu pet com a novidade.
  2. Paninho do bebê: assim que o bebê chegar, deixe um pano com o cheiro do bebê para que seu pet possa brincar com ele, e comece a associar o cheiro a coisas boas. Interessante colocar deixar o pano ao lado do comedouro com ração.
  3. Como evitar ciúmes: dê muita atenção ao seu pet, assim que ele entrar no ambiente onde o bebê estiver, para evitar ciúmes. Oferecer petiscos neste momento, é uma boa dica. Deixar o pet frequentar o futuro quarto do bebê e fazer associações positivas com ele, com brincadeiras e petiscos no ambiente, trará uma grande chance de fazer com que ele goste do local e do futuro morador.
  4. Cada raça de cão tem um perfil diferente: escolha o cão ideal para o espaço que você dispõe e o perfil de sua família. Pensando nas crianças, é sempre bom escolher um cão mais brincalhão, afinal de contas crianças têm muita energia e estão sempre demandando por brincadeiras. Adotar um cão adulto pode ser uma boa opção, uma vez que permite que se conheça sua personalidade antes, já nos filhotes, esse perfil só será revelado com o passar do tempo.
  5. Sociabilização: se você já tem criança em casa e vai adquirir um filhote, é muito importante sociabilizá-lo com as crianças. É preciso fazer a sociabilização com todas as idades (bebês, crianças, adultos e idosos), sexos (homem e mulher) e comportamentos (pessoas que falam alto, que falam baixo, que se movimentam rapidamente, pessoas com cabelo longo ou sem cabelos, homens com barba ou chapéu). No caso de adoção ou compra de um cão já adulto, a melhor solução é fazer alguns testes antes de trazê-lo para a casa onde há crianças. Uma possibilidade é o tutor (adulto) fazer algumas brincadeiras semelhante ás das crianças em frente ao cão, como se mexer bruscamente, correr na frente dele, pular e bater palma. Dessa maneira, percebemos se o cão reagirá a esses movimentos ou não. No processo de socialização, a ajuda profissional de um adestrador, é sempre muito valiosa.
  6. Ensinar a criança a respeitar os momentos e o espaço do cão:  se o cão chega depois da criança, é necessário explicar os momentos de alimentação, sono e cuidado do cão, ou ainda quando estão com algum brinquedo mastigável. Importante ensinar as crianças que não convém passar a mão nesses momentos, pois há ameaça de mordida.
  7. Ensinar as crianças a entender como tratar o pet de modo adequado: gritar e correr atrás do pet pode fazê-lo se sentir acuado. Gatos gostam de cafuné na cabeça, no pescoço e na base da cauda, mas não gostam que mexam na barriga ou que puxem sua cauda. Fazer o carinho certo pode evitar uma reação agressiva do pet.
  8. Brincadeiras seguras: para evitar aranhões e outros machucados, a criança deve usar um brinquedo, como um bichinho de pelúcia ou mordedores, para se divertir com os pets. Mãos e pés não devem ser usados nas brincadeiras. Tanto crianças como cães podem ter atitudes ou cometer atos que os coloquem em risco, mesmo sem que haja intenção. Ás vezes, uma corrida mais empolgada pode acabar em acidente e, por consequência, traumatizar o cão e a criança.
  9. Supervisão de um adulto é sempre importante, para que se evite excessos na convivência entre pets e crianças.

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Saiba mais sobre roedores

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Os mamíferos roedores têm despertado interesse e começam a ocupar lugares como animais de estimação exóticos em diversas famílias, lado a lado com gatos e cães. Entre os mais populares estão os hamsters, as ratazanas de estimação e os porquinhos-da-índia.

No entanto, estas vantagens também promovem alguma irresponsabilidade: sendo animais muito baratos e disponíveis em qualquer loja, por vezes existe menor cuidado e preocupação com a sua saúde, algo como “se morrer compra-se outro”.

Ao interagir com um destes animais, sobretudo se não tiver uma experiência anterior, poderá ficar surpreendido com a inteligência e a ligação afetiva aos donos de que estes animais são capazes.

Estes mamíferos possuem dois pares de dentes incisivos (dentes da frente) bem desenvolvidos. Um par situa-se no maxilar superior e o outro no maxilar inferior. Estes pares de dentes crescem continuamente, pois são desgastados à medida que o animal vai roendo as cascas dos ramos das plantas. Os roedores não possuem dentes caninos (presas), mas têm molares para a trituração do alimento. Como exemplos, temos o rato, o camundongo, a capivara (o maior roedor do mundo), o esquilo, a marmota e o castor. Estes animais servem de alimento para muitas aves, répteis e mamíferos carnívoros.

Os roedores são animais mamíferos, da ordem Rodentia. Existem cerca de duas mil espécies de roedores no mundo. Há grande diversidade entre os roedores, porém há uma característica em comum a todos eles: a forte e poderosa dentição. Com seus dentes incisivos conseguem roer diversos tipos de alimentos, além de madeira e até alguns tipos de pedras.

A maioria dos roedores é de pequeno porte (entre 100 e 200 gramas). São encontrados em todos os continentes (exceto Antártida). A maioria dos roedores é terrestre e plantígrado (animais que caminham sobre as plantas dos pés). Outra característica comum entre a maioria dos roedores é a reprodução rápida, pois as fêmeas são capazes de gerar muitos filhos num único ano. Além disso, possuem a capacidade de se adaptarem a vários tipos de habitat. Com relação aos hábitos sociais, os roedores e os quirópteros (morcegos) são sociáveis (vivem em grupos), porém os insetívoros possuem uma vida mais solitária.

Exemplos de espécies de animais roedores:

– Capivara (Hydrochoerus hydrocoerus)

– Castor-europeu (Castor fiber)

– Chinchila (Chinchilla lanigera)

– Esquilo-vermelho (Sciurus vulgares)

– Esquilo-voador (Pteromys volans)

– Gerbo-do-deserto (Jaculus jaculus)

– Hamster-comum (Cricetus cricetus)

– Lebre-ártica (Lepus arcticus)

– Leirão-cinzento (Glis glis)

– Marmota-comum (Marmota marmota)

– Morcego-anão (Pipistrellus pipistrellus)

– Morcego-negro (Barbastella barbastellus)

– Tuco-tuco (Ctenomys sp.)

– Vizcacha (Lagostomus maximus)

– Camundongo (Mus musculus)

– Musaranho-comum (Sorex araneus)

– Ratazana (Rattus norvegicus)

– Ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus)

– Porquinho-da-índia (Cavia porcellus)

– Rato-canguru (Dipodomys ordii)

– Toupeira-comum (Talpa europaea)

Classificação científica dos roedores:

Reino: Animalia

Filo: Chordata

Subfilo: Vertebrata

Classe: Mammalia

Infraclasse: Placentalia

Superordem: Euarchontoglires

Ordem: Rodentia

 

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Doença de pele em pug: como tratar

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Com o rosto enrugado e os olhos esbugalhados, os pugs são companheiros leais, adaptam-se com facilidade a qualquer ambiente e se dão bem com outros cachorros, por isso são tão populares, principalmente entre os tutores que têm pouco espaço disponível em casa.

Eles são bastante conhecidos pelos seus focinhos achatados e olhos saltados. Suas dobrinhas também são características, fazendo com que a raça seja querida por aqueles que gostam de cachorros pequenos, ativos e muito fofos.

Essas características dos pugs, no entanto, acabam gerando diversos problemas de pele. As dermatites, como são chamadas as doenças de pele, acometem os pugs por conta do pelo curto e das pregas espalhadas no corpo.

Além desse problema de saúde, esses cães frequentemente sofrem frequentemente com deficiências respiratórias, doenças oculares, problemas dentários e dificuldades no parto.

Confira as dicas para que você saiba mais sobre a prevenção, os sintomas e os cuidados a serem tomados para manter a pele do seu cão da raça pug sempre saudável:

Prevenção

A boa higiene do cachorro é primordial para manter a saúde em dia. Como os pugs têm muitas dobrinhas pelo corpo, é necessário prestar muita atenção para deixá-las sempre bem limpas e secas.

Escovações frequentes previnem o acúmulo de sujeira, diminuindo as chances de haver desenvolvimento de fungos e bactérias na pele do cachorro. Por questões genéticas, os pugs têm maiores chances de desenvolver atopias, um tipo de reação alérgica na pele.

Os agentes alergênicos responsáveis por desencadear essa reação variam. Poeira e ácaro até fumaça de cigarro são apenas alguns deles. Por isso, fique sempre atento ao comportamento do seu cão, assim você saberá quais são as possíveis causas da alergia.

A parte do corpo na qual os pugs mais apresentam alergia é nas dobras do nariz, logo, essa área deve receber cuidados especiais. É preciso manter o focinho do seu cachorro limpo e seco, realizando a higienização com frequência.

Manter o ambiente no qual o seu cão vive sempre limpo e arejado previne o acúmulo de sujeira, poeira e ácaros. Isso reduz as chances de aparecimento de bactérias e fungos. Além disso, tome cuidado com os produtos de limpeza utilizados nos locais que o cachorro costuma ficar.

Alguns componentes químicos podem provocar alergias, não só na pele, mas também nas mucosas do seu pet. Como os pugs já tem mais chances de desenvolver essas doenças, é importante eliminar todos os fatores de risco, usando produtos neutros para a limpeza.

O seu cão também pode desenvolver dermatites por conta da alimentação. Muitas vezes os cachorros não se adaptam a determinadas rações, por isso é preciso tomar cuidado na hora de escolher o alimento de seu pug.

Compre rações específicas para a raça e, caso você opte pela alimentação natural, converse com um nutricionista veterinário para que a pele e o pelo do cão não sejam afetados por deficiências nutricionais.

Sintomas 

O tutor deve conhecer muito bem seu cachorro, assim qualquer mudança de comportamento será facilmente percebida. Os principais sintomas das dermatites são quedas de pelo, coceira, mau cheiro e descamação no local da alergia.

Quando as dermatites acontecem perto dos olhos ou dos ouvidos, os cães também podem desenvolver conjuntivites e otites. Caso a alergia ataque os olhos do cachorro, sintomas como lacrimejamento, inchaço e aparecimento de secreções podem surgir. A otite faz com que os cachorros cocem muito a região das orelhas, chorem durante o processo e exalem um cheiro forte.

Os pugs, assim como outros cães com pelos curtos, fazem duas trocas de pelo por ano. Isso costuma acontecer antes do verão e antes do inverno. Se o seu cachorro estiver soltando muitos pelos nessas épocas, preste atenção para saber se é um processo natural ou se a queda está sendo agravada por alguma alergia.

Tratamento

O tratamento da dermatite canina depende de sua causa. É necessário que o seu pug seja avaliado por um veterinário que, ciente de todas as informações sobre a rotina do seu cão, alimentação adotada e ambiente de vivência, saberá avaliar as possíveis explicações para a alergia. É possível que o veterinário solicite testes de alergia, para ter certeza do que causa irritabilidade na pele o seu cão, evitando dermatites no futuro.

Quando o agente alergênico for identificado, o tratamento com medicamentos pode começar. É possível utilizar xampus medicinais, que acalmam a pele reduzindo os sintomas da alergia, e também anti histamínicos.

Para saber qual é o tratamento mais adequado para o seu pug e recuperar ou deixar sua pele e seus pelos ainda mais bonitos, consulte um médico veterinário.

Fonte: agência SEO Marketing

 

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É possível levar seu gatinho para passear

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Não se preocupe, você não leu errado. O título da matéria é realmente esse que você leu acima. Agora você deve estar se perguntando “Como? Gatos são animais extremamente caseiros!”. Vamos explicar aqui quais são as vantagens de levar seu gatinho passear.

Pesquisas recentes revelam que o hábito de sair para passear com seu gato podem devolver a ele alguns instintos primitivos que ele não usa na vida dentro de casa, como caçar e se aventurar em lugares que ele não conhece. Passear com gato pode devolver a liberdade dele, sem que ele corra riscos de ser atacado por outro animal, envenenado ou atropelado na rua.

Porém, deve-se ter em mente também que muitos gatos se arrepiam e morrem de medo de saírem de casa, é importante respeitar o felino nessa hora. Se ele não se incomodar, não mostrar medo, ótimo, ele provavelmente vai adorar o passeio. Agora, se ele ficar muito amedrontado e arredio, não o force a sair. O estresse que o gatinho vai passar na rua pode lhe fazer muito mal posteriormente.

Gatos são animais extremamente obcecados por controle do território deles, a maioria não consegue relaxar se não conhece detalhadamente o ambiente em que estão. Gostam também de sempre terem um “’esconderijo”, um lugarzinho onde eles se sintam seguros e protegidos. Por isso, na hora do passeio com seu gato, leve-o sempre no mesmo lugar, por exemplo, na mesma praça, na mesma casa de amigos ou parentes, na mesma creche, etc. E leve junto também sempre a caixinha de transporte dele e deixe-a por perto, aberta. Assim, se ele sentir necessidade, ele pode se esconder a hora que quiser.

Veja aqui alguns pré-requisitos para passear com seu gatinho de forma segura. Antes de começar a levar um gato passear, deixe ele se acostumar a usar o peitoral e a guia dentro de casa. Sempre fique de olho enquanto ele usa a coleira dentro de casa, para ver se ele está se adaptando bem. Não deixe as coleiras muito frouxas, para que ele não consiga tirá-las, nem muito justas, para não machucar o bichano. Para aumentar a segurança no passeio fora de casa, coloque a peitoral com uma coleira em volta do pescoço. Veja algumas opções aqui. Manter uma plaquinha de identificação com o telefone de contato do tutor é super importante.

TREINOS

Para que o gato se acostume a ter esse item em seu corpo, o ideal é começar apenas brincando com a coleira, sem ainda prendê-la no felino, fazendo associações positivas com recompensas saborosas ou brincadeiras que o gato goste. Aos poucos, colocar e logo tirar, aumentando o tempo à medida que ele se mostre confortável. Só se deve colocar a coleira e a guia e começar a andar pela casa quando ele não demonstrar sinais de desconforto ou medo.

HORA DE SAIR

Quando o gato já estiver habituado à coleira e à guia dentro de casa, pode-se começar a explorar novos ambientes. O indicado é começar em lugares pouco movimentados e sem muitos estímulos, como, por exemplo, o hall de entrada do prédio ou a garagem de casa. Se o gato se mostrar com medo do novo local a ser explorado, o ideal é voltar um passo atrás, ou seja, ir para um local menos estimulante, onde ele não se sinta inseguro. É importante ir aos poucos, deixando o gato ficar totalmente à vontade em um lugar para somente então levá-lo a outro, com sessões curtas no início.

Quando o gato estiver demonstrando segurança e curiosidade natural em relação a novos locais, pode-se avançar um pouco mais, indo para lugares com mais estímulos visuais e sonoros. Caminhar com o gato já treinado em horários mais calmos e em locais com poucos cachorros pode tornar o passeio ainda mais legal e seguro. Lembrando que será um passeio bem diferente do que é com um cão: o gato vai preferir cheirar cada cantinho, subir em tronco de árvore etc. Se tudo correr bem com o treinamento, passear com o gato de coleira pode ser divertido para o animal e para o tutor.

Fontes: Site CachorroGato  e Canal do Pet – iG

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Schipperke: o pequeno pastor vindo da Bélgica

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O cão da raça Schipperke, que significa “pequeno pastor”, no dialeto Flemisch, possui um atrativo muito pessoal, tanto pelo seu caráter muito alegre e um pouco petulante, como pela pelagem muito preta e a falta absoluta de cauda. Criado durante longo tempo por muitos barqueiros, que recorrem os rios e canais de Flandres e de Brabante, o consideram um amigo inseparável, guardião valente de barcas e botes, caçador fervoroso dos ratos que tentam alcançar as provisões de bordo e distração e passatempo na solidão dessas viagens tão lentas.

O Schipperke adquiriu grande popularidade a partir de 1888, quando uma autêntica mania contagiou os habitantes da Inglaterra e dos Estados Unidos por este curioso cão sem cauda. Os pedidos chegaram a tal quantidade, que qualquer cão mais ou menos parecido com o autêntico Schipperke era exportado a um preço altíssimo. Isto provocou uma transformação da raça, cujas características étnicas ainda hoje diferem notavelmente de acordo aos países para onde foi levada. Assim encontramos na Inglaterra um Schipperke com olhos redondos e pelagem azul e castanho, enquanto o standard belga exige um olho de forma um pouco ovalada e prescreve rigorosamente uma pelagem absolutamente preta.

Personalidade

O Schipperke é um cão especialmente ativo e curioso. Possui uma enorme vivacidade e alegria, sendo muito frequentemente utilizado como cão de alarme, uma vez que late ao menor sinal de que há alguma coisa errada. Aliás, este é um dos comportamentos que o proprietário deve desestimular desde cedo, para que o Schipperke não se transforme numa máquina de latir. Valentes e determinados são cães que precisam de espaço para atividade e estão sempre dispostos a qualquer atividade.

Apesar do tamanho pequeno, são muito resistentes e especialmente afáveis com crianças. Na classificação de Stanley Coren, em seu livro “A Inteligência dos Cães”, o Schipperke ocupa a 15ª posição, juntamente com o Pastor Belga. Assimila com facilidade os comandos básicos e com grande rapidez os exercícios mais complexos, o que explica o grande sucesso que alguns exemplares obtém nas provas de obediência promovidas pelos americanos.

Sua constituição física, agilidade natural e velocidade, também indicam o Schipperke para a prática do agility. Por sua origem, o Schipperke é um cão bastante apegado aos donos, não sendo, de forma alguma, recomendado deixá-los por longos períodos sem supervisão. Com outros cães pode desenvolver uma relação bastante boa, mas não se deve subestimar o gênio forte do Schipperke.

Outros nomes: Skip, Schip, Spitske

País de origem: Bélgica

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Bichon bolonhês: uma excelente companhia para crianças e idosos

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O cão da raça Bichon Bolonhês é comportado, carente e apegado ao dono. É uma excelente companhia para crianças e idosos. Apesar de brincalhão e alegre, é considerado um cão calmo e não necessita de muitas atividades físicas.

A característica mais forte do temperamento do Bichon Bolonhês é o companheirismo. Criado desde tempos remotos como cão de companhia, esta raça é afetuosa e cria um laço especial com o dono. Sociáveis, dão-se bem com humanos e outros animais.

O Bolonhês é uma das 6 raças de Bichons existentes, juntamente com o Lowchen, o Maltês, o Havanês, o Coton de Tulear e o Frise. É parente próximo do maltês, e o mais provável é que descenda dele. Não foi exposta nenhuma outra teoria a este respeito, pois a biografia italiana e a estrangeira, dão escassas notícias sobre este grandioso cão de luxo. De qualquer maneira, é certo que o seu país de origem é a Itália e mais precisamente, a cidade de Bolonha, que lhe deu o nome, sendo as suas origens remotas.

Já nos séculos XI e XII eram apreciados especialmente pela graça e beleza. Em 1668, Cosimo de Médicis enviou à Bélgica oito pequenos cães bolonheses como presente a nobres belgas. Isto confirma, uma vez mais, o valor deste cão que desde aqueles tempos constituía um presente refinado, de bom gosto, muito em voga no ambiente diplomático. A fama manteve-se durante a Renascença. Filipe II, Rei de Espanha entre 1556 e 1598, também recebeu dois cães desta raça da mão do Duque D’Este. Escreveu-lhe dizendo: “Estes dois cães são a prenda mais real que se pode oferecer a um imperador”. O hábito de oferecer cães desta raça chegou mesmo à Casa Real Russa, mais concretamente a Catarina II que foi dona de um Bolonhês.

Quadros célebres retratam cães de aspecto muito parecido com o bolonhês atual, com a diferença de que antes a cor era quase sempre o branco e preto, enquanto que hoje se exige que a pelagem seja rigorosamente branca. Estes cães foram pintados por grandes artistas plásticos tais como Ticiano, Pierre Breughel e Goya. A raça está também retratada em tapeçaria do século XVII.

O Bichon Bolonhês tem uma média de vida de 14 anos, mas alguns exemplares chegam aos 18. Esta raça não tem graves problemas de saúde associados e os primeiros 10 anos de vida são geralmente bastante saudáveis, sem grandes complicações.

FUNÇÃO: Companhia
PESO: 2,5 Kg a 4 Kg
TAMANHO: de 25 a 30 cm
ESCOVAÇÃO: A cada 3 dias
DONO IDEAL: Donos que não fiquem muito tempo fora de casa e tenham disponibilidade para dar atenção ao seu companheiro. Caso fique muito tempo sozinho, o cão pode desenvolver problemas emocionais.

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