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Cão de guarda: protetor e seguro, jamais violento

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Treinamento deve ser feito por adestrador profissional, caso contrário, tutores inexperientes podem se machucar e correr riscos

Entre as diferentes raças, há cães com os mais variados temperamentos. Calmos, ativos, protetores; cada um possui características particulares. Alguns tutores tentam atenuá-las ou até mesmo modifica-las, mas será que é possível alterar por completo o comportamento de um cão? A dúvida é comum entre aqueles que, por exemplo, buscam transformar um pet extremamente dócil e submisso em um protetor. Adestradores afirmam que é possível transformar um cão, mas a metodologia para essa alteração deve ser bem avaliada e aplicada. Uma das premissas da psicologia é a que diz que ‘todo comportamento é passível de modificação’, mas muitas vezes o trabalho será bem grande.

Como educar um cão de guarda?

É necessário salientar que o temperamento ideal do dito cão de proteção não é violento, muito pelo contrário, é seguro e equilibrado. Ou seja, ao contrário do que pensam, cães que demonstram comportamentos de agressividade nos portões de residências, por exemplo, na grande maioria das vezes, são animais que podemos considerar como exímios protetores. Um cão protetor deve ser emocionalmente e fisicamente forte, e manter o equilíbrio em situações em que depara-se com estímulos negativos para que possa atuar de acordo com o que foi previamente ensinado. Isso porque, o medo excessivo pode gerar a chamada “Neurose” (colapso psicológico), daí por diante o cão não consegue aprender e, inclusive esquece comportamentos já assimilados. Também pode ser agressivo com outros cães da própria casa ou com a família humana, além de poder travar sua musculatura ou, se tiver oportunidade, fugir da situação adversa.

É importante verificar inicialmente se o medo ou a passividade são reflexo do manejo do cão quando filhote e\ou adulto, ou se têm influência genética. Se for genético, por incrível que pareça, é mais simples de mudar, comparando-se a um trauma. Animais emocionalmente abalados podem ser mais difíceis de lidar, pois, para educá-los, é necessário compreender a origem e as consequências geradas pelo trauma. Caso contrário, qualquer tentativa pode aumentar o problema. Portanto, embora a modificação comportamental seja possível, é necessário ter consciência de que ela nem sempre é viável.

Perigos durante o adestramento

Tentar adestrar um cão com métodos violentos nunca é recomendado. Pode ser perigoso para ele e para o tutor. A agressão traumatiza o cachorro, que por sua vez responde por medo e não por entender que o que fez não é correto. Logo, o uso de uma linguagem mais próxima do natural é importante para facilitar um condicionamento e evitar possíveis traumas. A falta de clareza na comunicação com o animal pode, por exemplo, generalizar seu comportamento. Ou seja, estímulos aversivos oriundos de seres humanos que se arriscam a dar treinamentos equivocados podem fazer com que o cão entenda que todos os seres humanos oferecem risco para sua sobrevivência, o que estimulará a morder indiscriminadamente as pessoas por se sentir em constante perigo na presença delas. A influência do dono é muito importante, mas isso não quer dizer que ele esteja habilitado a treinar o cão sem orientação técnica. É importante destacar que adestramentos inadequados podem gerar situações perigosas e, até mesmo, incontroláveis.

Os perigos são relatados em um estudo da US National Center for Injury Prevention and Ccontrol, que pesquisou registros de mortes relacionadas a ataques de cães nas últimas décadas e descobriu algumas tendências. Muitas vítimas são fatores determinantes no desencadeamento da tragédia. Em 53% dos casos fatais, foi constatado que o cão não fora corretamente ensinado, mas simplesmente provocado. O adestrador ainda aponta que cães que ficam acorrentados presos em pequenos quintais, têm três vezes mais probabilidade de atacar pessoas.

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Diferentes tipos de ração para cada problema de saúde

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É possível tratar vários tipos de doenças com o auxílio de rações terapêuticas. A ração terapêutica é uma forma usada para ajudar a tratar determinadas doenças. Este tipo de alimentação é feita, exclusivamente, para alguns tipos de doenças e só pode ser administrada para um cachorro com a indicação e acompanhamento veterinário.

Existem muitas marcas que produzem rações terapêuticas para cães. Elas devem ser indicadas por veterinários, pois tanto as porções como a quantidade de refeições que devem ser feitas por dia, assim como o intervalo entre elas, devem ser avaliados pelos profissionais de saúde, que poderão indicar o que é mais adequado para cada animal, levando em conta a doença, o peso, o porte e mais uma série de fatores.

Para cada problema de saúde um tipo de ração

Doentes renais: Doença renal não tem cura e é progressiva. Por isso, as dietas específicas para cães acometidos por esse problema ajudam a diminuir a velocidade da evolução da doença, além de proporcionarem melhor qualidade de vida ao animal. Elas apresentam níveis de proteína e fósforo restritos, pois esses nutrientes sobrecarregam a função renal, apesar de necessários para o organismo. A ração será recomendada quando o paciente tiver doença renal crônica ou aguda, conforme o estágio de cada pet.

Diabéticos: Cães com diabetes precisam ter maior controle na ingestão de carboidratos. As rações utilizadas para essa enfermidade são as específicas para ela ou as para obesidade, pois estas utilizam, em sua composição, ingredientes de baixo índices glicêmicos. Também é fundamental medir a quantidade de alimento que o paciente irá ingerir, pois, se comer muito, mesmo sendo um alimento com altos índices de fibra, pode ser excedida a quantidade de glicose que ele consegue metabolizar.

Cães com problemas no sistema digestivo (gastrointestinal): esse tipo de ração apresenta, em sua composição, ingredientes de alta digestibilidade\absorção e alta energia. São indicadas para animais que estejam se recuperando de doenças ou cirurgias específicas e aos que tenham problemas de má absorção e má digestão.

Para os obesos: A dúvida é comum: afinal de contas, qual é a diferença de uma ração light para uma ração terapêutica contra a obesidade? A diferença está nas condições físicas do animal. Os alimentos light são para animais que têm sobrepeso e tendência a engordar. Já quando o cão está obeso, necessita-se de um alimento com maior restrição energética. A medida de energia metabólica dos produtos no mercado é de 2.800 kcal\kg de produto. Os níveis de proteína são altos a fim de proporcionar saciedade e evitar que o paciente tenha perda de massa muscular durante o programa de redução de peso, explica. Antes de iniciar esse tipo de tratamento, recomenda-se sempre fazer exames para avaliar o estado geral do pet e evitar que possa haver sobrecarga de órgãos que, silenciosamente, possam estar comprometidos.

Problemas no sistema urinário: Animais que têm formação de cálculos de estruvita precisam se alimentar com esse tipo de ração. Os cálculos de estruvita são formados em pH urinário alcalino e, por isso, esses alimentos conferem um pH levemente acidificado a urina do paciente, suficiente para promover a dissolução da estruvita, elucida a veterinária. É fundamental que o pet não ingira nenhum outro tipo de alimento concomitante ao tratamento, pois outras rações e petiscos influenciam no pH urinário, o que compromete o sucesso do tratamento. Esse tipo de ração deve ser utilizada por, no máximo, 3 meses.

Cardiopatias: Os alimentos destinados a cães com cardiopatias apresentam teores de sódio controlados e de fósforo, moderado, afim de evitar sobrecarga cardíaca. Importante salientar que, deve-se sempre avaliar se o cão não apresenta outras doenças concomitantes.  O início da utilização deste tipo de ração vai depender do estágio da doença em que ele se encontra. Por isso, é fundamental a avaliação de um profissional qualificado.

Alérgicos e com doenças dermatológicas: As doenças dermatológicas podem ter diversas origens. As alergias de origem nutricional, geralmente, têm como fonte alergênica a proteína utilizada nos alimentos. Nesse caso, utiliza-se alimentos coadjuvantes hipoalergênicos, que fornecem fontes alternativas de proteína, com a qual o pet nunca tenha tido contato. Elas podem ainda apresentar, na formação, proteínas hidrolisadas, que passam por um processo de quebra, transformadas em pequenas moléculas que o organismo não reconhece como corpos estranhos e sim como se fossem do próprio organismo, resolvendo, assim, o problema de alergia. Em caso de confirmação dessa suspeita clínica, o veterinário irá prescrever esse alimento pelo resto da vida e o cão não deverá ingerir outros, inclusive petiscos.

Na Terra Zoo você encontra rações terapêuticas de diversas marcas para os mais variados tipos de doenças. Também dispõe de orientação veterinária para a forma correta de usá-las em benefício da saúde do seu cão.

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E agora? Meu gato tem me causado alergia

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Mesmo quem já convive anos com gatos e nunca teve manifestações alérgicas está sujeito a desenvolvê-las de uma hora para outra. Boa parte das alergias decorre de processos acumulativos. Cada organismo pode ter resistência predeterminada a certos fatores alergênicos. Até que seu limite de tolerância seja atingido, a exposição a tais fatores não traz nenhum prejuízo aparente. A partir daí, no entanto, as reações alérgicas são desencadeadas; na maioria das vezes de forma respiratória e/ou cutânea.

No caso das alergias causadas por gatos, há um mito que se propaga: o de que os vilões da história são os pelos do bichano. Daí, volta e meia, donos alérgicos decidirem tosar seus mascotes ou adquirir exemplares de raças de pelagem mais curta. Não surpreendentemente, as crises de espirros, coceiras e afins não desaparecem. Razão: o agente deflagrador das alergias provenientes do convívio com felinos é uma proteína da saliva deles. Não é de fato uma novidade que gatos se lambem regularmente no intuito de se limpar.

A língua dos gatos tem uma superfície áspera, que auxilia na remoção da sujeira e de fios mortos. Se por um lado a natureza foi sábia em criar este mecanismos de limpeza para os bichanos, por outros humanos mais propensos à alergia, são prejudicados pela liberação da proteína alergênica liberada no ambiente durante as lambidas do bichano. Pode-se combater o problema com uma medida simples: banho periódico. Lavar o gato semanalmente pode eliminar de vez a alergia dos donos ou, pelo menos, amenizá-la de forma considerável. É fundamental escolher xampus de primeira linha e apropriados para o uso frequente em felinos. Do contrário, a oleosidade natural da pele é removida, tornando o gato mais propenso a males dermatológicos, como dermatites, ressecamento da derme e queda de pelos.

Outra opção é dispensar o uso de xampu em parte dos banhos. A proteína que causa alergia, sai apenas com água, mais também não é indicado abandonar de vez o xampu. O melhor é alternar: um ou dois banhos só com água, outro com xampu. O xampu retira outras impurezas, deixando o gato mais limpo e, portanto, com menor necessidade de se lamber. Assim o ciclo do problema é interrompido: o gato se sente mais limpo, não se lambe tanto, libera menor quantidade da proteína em seu corpo e se torna, digamos, mais antialérgico.

Entre um banho e outro, recomenda-se não escovar o bichano nem esfregá-lo demais com as mãos. Tanto a escovação como a massagem manual favorecem a liberação de partículas da proteína no ambiente, o que pode acabar desencadeando alergias nas pessoas predispostas.

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Regras para viver bem em condomínio com o seu cão

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Criar cães em condomínios é algo que gera muita polêmica sobre o que pode ou o que não pode fazer.  É importante que o dono seja responsável e garanta que a presença do cão não represente riscos a saúde, segurança ou ameace o sossego dos demais moradores.

Xixi e cocô nas áreas comuns

Cabe ao tutor limpar todos os dejetos do seu cão nas áreas comuns do condomínio, pois além de sujar, eles podem transmitir doenças. Os cães filhotes tendem a fazer cocô em qualquer lugar, portanto, sempre que for levar os seus cães para um passeio nas áreas comuns do condomínio, leve sempre alguns saquinhos com você para que, em caso de emergência, consiga limpar imediatamente a sujeira do seu animal de estimação.

Evitando o excesso de latidos

Latidos intermináveis e barulhos podem incomodar muito os vizinhos. Quando o cão apresenta qualquer problema de comportamento, é preciso verificar se suas necessidades básicas de alimentação, atividade física, social e mental, estão sendo supridas. Não deixe de gastar a energia do seu cão com passeios diários, não basta apenas uma volta no quarteirão para fazer xixi, ele precisa se exercitar, ter contato com diversas pessoas e animais, ir a lugares diferentes, aprender coisas novas, se alimentar de maneiras desafiadoras. Os latidos também podem aparecer caso o cachorro não tenha aprendido a ficar sozinho e, portanto, tem uma relação de dependência emocional com seu tutor. Nessas situações, a ajuda de um adestrador é fundamental para que o problema seja resolvido.

Cuidado com barulho

As brincadeiras do seu cãozinho podem tirar a paz de quem vive no andar de baixo, com barulhos excessivos. Mantenha as unhas dos cães sempre curtas para que não façam barulho no piso. Quando seu cão arrasta brinquedos pesados pelo apartamento, também pode causar barulho no andar debaixo, ossos artificiais ou naturais podem fazer bastante barulho. Fique atento. Uma dica, é oferecer brinquedos ou ossos sobre um tapete de EVA para que não fique em contato direto com o chão, podendo incomodar o seu vizinho do andar debaixo.

Mau cheiro

O mau cheiro vindo da casa onde os cães habitam também incomoda. Mantenha limpas as áreas internas usadas de banheiro para o cão em sua casa. Respeitar o próximo é a chave para a boa convivência.

Entenda que nem todo mundo gosta de cachorro

Se você conhece alguém que tem medo ou não gosta de cachorro, evite que ele tenha contato com a pessoa.  No geral, mantenha o seu cão próximo ao seu corpo enquanto ele estiver nas áreas comuns do condomínio, e não deixe que ele se aproxime das pessoas, a não ser que tenha autorização.

Comandos que facilitam a boa convivência

Ensinar o comando “senta” será de grande utilidade na hora de abrir a porta. Aprender a ficar sentado quando o dono abre a porta de casa e não sair correndo em disparada evita que o cão entre em casas alheias ou até mesmo que ele corra o risco de sair para a rua. Quando o “senta” já estiver consistente, comece a ensina-lo a ficar sentado quando se abre a porta. Com o cão na posição “sentado”, coloque a mão na maçaneta, volte e recompense.

Depois a gire, volte e recompense. Vá abrindo a porta lentamente e recompensando o cão sentado. Caso ele saia, feche a porta rapidamente e retome o processo. Assim que conseguir abrir toda a porta com o cão sentado, dê o comando OK para que ele seja liberado.

A importância de manter o cão na guia e coleira

Importante acostumar o cão com o uso da guia e coleira. Circular nas áreas do condomínio sem guia causa desconforto com os vizinhos. A rua oferece novos estímulos, importante o cão está bem familiarizado com a guia, para não ter problemas comuns, como o cão que empaca e não sai do lugar ou puxa demais para chegar logo em locais que o interessam.

Primeiro acostume-o com a coleira logo que ele chegar em sua casa, depois coloque a guia, deixe que ele ande pela casa e entenda como tudo isso funciona, e só depois o cão estará preparado para sair na rua com algo o prendendo.

É muito importante que o filhote não seja deixado sem supervisão com a coleira e a guia. Ele pode se enroscar ao tentar tirar e até destruí-la para evitar incomodo. Quando o cão já estiver acostumado com a guia, é preciso ensiná-lo que andar ao lado do dono é legal e vale a pena.

Normalmente os filhotes já andam para lá e para cá dentro de casa, então aproveite essa oportunidade para treina-los. Dentro de casa, vá em algum lugar onde possa andar um pouco mais, como um corredor, e dê um grão de ração ou petisco a cada passo que o cão andar ao seu lado. Em pouco tempo ele vai entender que precisa caminhar com você para ser recompensado. Faça isso sem a guia e depois com a guia. Quando o cão estiver saindo de casa, transfira esse mesmo treino para as áreas comuns do prédio.

Quando um cão que não recebe recompensa por andar ao lado do seu dono na guia, ele vai buscar suas próprias recompensas no ambiente, como ir ao encontro de outras pessoas ou cheirar um matinho. Quando ele passa a entender que a recompensa vem do dono, ele entende que é mais valioso para ele, permanecer por perto.

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Medo de fogos de artifício

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É muito comum encontrar pets que tenham medo de estímulos sonoros. Fogos de artifício, rojões e bombinhas são exemplos de ruídos que podem provocar esse tipo de medo.

Primeiro passo

Primeiramente, é importante detectar quais são os ruídos que ocasionam medo e desconforto no seu animalzinho. Com o barulho em demasia, alguns cães entram em desespero. Eles procuram atenção, babam, tentam fugir, tremem de medo e se escondem em locais perigosos. Nessa situação é comum que muitos deles acabem se machucando seriamente ou ficando bastante traumatizados. Um animal que é exposto frequentemente a um estímulo que lhe provoca pânico, fica cada vez pior.

Dessensibilização

É essencial observar a sensibilidade do seu animal de estimação quando apresentado a esses ruídos, e tomar algumas precauções. A situação pode ser simulada com a reprodução dos ruídos e estampidos. É muito fácil conseguir esses barulhos pela internet. Chamamos esse treino de “dessensibilização”.

Para iniciar o treino, escolha um local adequado (calmo e com poucos estímulos para o treinamento), onde o animal se sinta confortável e seguro. A apresentação do som deve ser feita sempre com muita calma e respeitando o limite do cãozinho. Comece com o ruído muito baixo para que ele não se assuste. Assim que o barulho começar, dê um petisco bem gostoso a ele. O modo de oferecer um quitute pode variar.

É possível rechear um brinquedo com algo muito gostoso ou até mesmo jogar as comidinhas no cão. Alguns cães são bastante interessados em bolinhas, o que também pode funcionar. O mais importante é que ele não dê importância ao som e que fique totalmente interessado na recompensa.

Aumente o som gradualmente. Percebendo que seu pet ficou desconfortável, baixe o som até que ele volte a ter interesse na recompensa. O treino estará funcionando enquanto o seu cachorro estiver focado nos petiscos oferecidos a ele. Passando a não aceitar, é sinal de que o exercício já passou do limite e é preciso regredir. Se surgir alguma situação que provoque medo durante o treino, ignore o comportamento do animal. Percebendo que é possível distraí-lo e acalmá-lo novamente, elogie muito e o recompense.

É indicado que o animal só seja exposto aos estímulos sonoros que provocam medo nas sessões de treinamento. Por isso, procure iniciar a dessensibilização o quanto antes e não somente nas épocas em que esses ruídos são mais comuns (festas de fim de ano e copa do mundo).

O tutor deve agir calmamente, demonstrando segurança com sua postura e permitindo que o animal se esconda em local seguro, caso queira. E recomendado proteger e respeitar o esconderijo escolhido pelo pet. Certifique-se de que seu cão esteja se sentindo seguro, para evitar acidentes que podem ser provocados por tentativas alucinadas de fuga, como pular de lugares muito altos ou ferimentos em lanças, portões e portas de vidros.

Comandos que ajudam

Ao praticar adestramento, ensinamos comandos que podem ser muito úteis nessas situações. Podemos ensinar o cãozinho a sentar, deitar ou dar a pata, provocando uma sensação de bem-estar e tirando totalmente o foco da causa do medo. Estimulamos também recompensas e brincadeiras que podem ser usadas nos dias de crise, pois farão com que o animal mude o seu estado interno e fique tranquilo.

Lembre-se sempre de que os cães se comportam de maneira diferente quando apresentados a algum estimulo que os amedronta. Não tenha pressa. Por isso quando falamos em treino de dessensibilização temos que ter sensibilidade e paciência. O treino deve ser um momento de descontração e brincadeiras divertidas, por esse motivo, jamais use punições ou brigue com o seu animal ao observar que ele está com medo.

Papel do tutor

É bastante comum que nos dias de queima de fogos os tutores também estejam muito emocionados e exaltados. Animais muito sensíveis acabam associando essas emoções aos barulhos. Por isso, procure controlar e moderar suas emoções. Em alguns casos extremos, a prescrição de medicação pode ser útil. Caso seja necessário, consulte o veterinário do seu cão para que ele possa analisar a situação e verificar se é realmente indicado para ele.

Procure sempre comemorar com petiscos e brincadeiras ao ouvir barulhos muito altos. É muito importante fazer associação positiva em todas as situações que perceber medo e desconforto no seu pet. Tente tirar o foco do seu cãozinho e transforme a queima de fogos em uma divertida e gostosa brincadeira.

Caso a execução de todo processo pareça um pouco complexa, não hesite em buscar ajuda de um profissional especializado em comportamento animal. Certamente ele saberá como ajudar.

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Rações terapêuticas: aliadas no combate a doenças

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Conheça a importância desses alimentos para cães obesos, cardiopatas, diabéticos, entre outros

Infelizmente nossos cães podem ficar doentes. Para ajudar a controlar ou para evitar que as doenças evoluam e se agravem ainda mais, podemos contar com vários tipos de rações terapêuticas. Esse alimento pode proporcionar qualidade de vida auxiliar a condição de saúde de cães obesos, diabéticos, cardiopatas, com complicações dermatológicas e doenças renais.

A principal função desses grãozinhos diferenciados é evitar a sobrecarga do órgão que não está funcionando bem. É necessário ressaltar que a ração, por si só, não garante a cura do problema. Por isso, o pet doente deve ser tratado com remédios que, junto com a dieta adequada, auxiliarão a evitar a evolução da doença. É essencial salientar que as rações terapêuticas não são medicamentosas, ou seja, não há quaisquer medicamentos nelas. O que elas oferecem é apenas o ajuste de nutrientes em função da deficiência em questão.

Sabe-se que a quantidade de alimento, seja ele de manutenção ou terapêutico, oferecida ao cachorro é muito importante. Em caso de cães saudáveis, por exemplo, o excesso ou a falta de controle podem levar a obesidade. No caso de pacientes em tratamento específico, o exagero pode sobrecarregar o órgão comprometido, e a ingestão insuficiente também pode gerar desequilíbrios nutricionais e sobrecarga. A frequência e o uso das rações terapêuticas são fundamentais para o sucesso do tratamento.

Os alimentos desse tipo somente devem ser fornecidos quando prescritos por um veterinário e nas condições por ele indicadas. Existem tipos de rações para doenças específicas. O momento ideal para oferecê-las vai depender do tipo de complicação que o cachorro apresenta e se tem outros problemas concomitantes.

É fundamental destacar que a dieta coadjuvante tem níveis nutricionais muito distintos para cada tipo de problema. Algumas são indicadas para o uso continuo e outras podem ser utilizadas apenas por um determinado período, conforme orientações do médico veterinário. O uso de maneira errada pode oferecer riscos à saúde do paciente.

Na Terra Zoo você encontra rações terapêuticas de diversas marcas para os mais variados tipos de doenças. Também dispõe de orientação veterinária para a forma correta de usá-las em benefício da saúde do seu cão.

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Balistapus, o guloso do aquário

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Com este peixe você jamais terá problemas em relação a alimentação. Ele come vegetais e alimentos de origem animal, sem pestanejar e com uma rapidez incrível, pois tem a boca mais rápida do aquário.

Poucos balistes podem ser chamados de calmos e pacíficos, muito menos o Balistapus undulatus. Ele é um dos mais agressivos e vorazes dos membros da família Balistidae, também conhecidos como peixes-gatilho. O porque desse apelido, é o fato de apresentarem um espinho na nadadeira dorsal que funciona como um gatilho, só sendo “disparado” nas horas de combate.

Apesar da agressividade, o balistapus (que também é chamado de baliste ondulatus) não chega a assustar ninguém. Tem uma aparência muito bonita e é até mesmo simpático. Seu corpo azul-escuro é todo coberto por listas finas amarelo-alaranjado, formando um desenho diferente e bastante atraente.

Até mesmo os exemplares jovens são agressivos, não podendo conviver com peixes mais delicados. Num aquário comunitário, coloque o balistapus com peixes grandes, como o Odonus niger e o Melichthys indicus, mais sempre em recipientes de grandes proporções e com muitos esconderijos. Não o coloque em aquário com invertebrados, pois na natureza ele se alimenta de esponjas, ouriços e estrelas-do-mar e também de corais vivos.

É bastante resistente e adapta-se sem dificuldades em cativeiro. Prefere boa iluminação e água tropical, com temperatura variando entre 24 e 26ºC. O pH deve ficarem torno de 8,3 e a densidade em 1023.

Alimentação

Com suas fortes mandíbulas e seus dentes afiados, o balistapus apresenta uma mastigação violenta, triturando os alimentos com grande facilidade e engolindo-os muito rapidamente, no máximo em trinta segundos.

Sua gula não tem tamanho. Aceita sem cerimônia vegetais (como algas e alface) e alimentos de origem animal. É muito importante que ele receba regularmente pequenos crustáceos com casca, como por exemplo camarões, siris, caranguejos, vôngolis, mariscos e caramujos.

É um peixe muito difícil de se reproduzir em aquários, não se sabendo ao certo como é seu acasalamento. Nem ao menos se conhecem a diferença entre os sexos. A formação acerca desse assunto é que a fêmea deposita os óvulos no meio externo, onde são fecundados pelo macho.

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Castração: cuidados no pós operatório

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Tanto a roupa cirúrgica como o colar elizabetano são obrigatórios no pós-operatório, principalmente nas fêmeas, pois tais acessórios mantêm a cicatriz protegida. Os pets devem usar as roupas cirúrgicas para proteger, fisicamente, a ferida. Como o animal sente incômodo durante a cicatrização, se o local dos pontos não estiver protegido, lesões podem ser provocadas na tentativa de aliviar a coceira. O pet pode lamber, morder, arranhar ou até esfregar a região operada, provocando a abertura dos pontos e complicações médicas. Já o colar elisabetano, que deve ser usado em machos e fêmeas, evita o contato da boca do animal com a área operada, que pode causar o rompimento dos pontos, se isso acontecer haverá exposição da musculatura, infecção, retardo na cicatrização e riscos à saúde do animal. Nas fêmeas as consequências são ainda mais graves, pois o corte cirúrgico é feito no abdome, caso a fêmea consiga puxar os pontos da operação, o tutor deve encaminhar o animal com urgência ao veterinário para que o ferimento não permaneça exposto e suscetível a infecções. O profissional irá avaliar a ferida, fazer o curativo e, se necessário, prescrever um tratamento complementar como pomadas ou curativos com maior frequência, tudo depende da evolução da ferida. Desse modo, esses acessórios devem ser usados pelas fêmeas durante todo o tempo de cicatrização, ou seja, entre 7 e 10 dias.

Neste período é orientado a restrição de atividades físicas. Assim, passeios, corridas, movimentos bruscos, o ato de subir escadas ou em locais altos, como camas e sofás, além de brincadeiras que exijam mais do animal, tanto em fêmeas como machos, estão proibidos durante o processo de recuperação da castração.

Por conta da anestesia ou pelo estresse passado antes do procedimento, alguns pets tendem a apresentar alguns sinais clínicos após a cirurgia. Mas calma, essas mudanças no comportamento, na maioria das vezes, são tidas como normais, mesmo que devam ser observadas pelo tutor e relatados ao veterinário. É normal o animal ficar um pouco enjoado e mais quieto nos dois primeiros dias do pós-operatório, caso o pet apresente vômito, ausência de evacuação, tremores, apatia, isolamento e sangramento, deve ser levado ao veterinário para descobrir o que está causado esses sintomas.

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Dicas para evitar acidentes com pet dentro de casa

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Com alguns cuidados você previne acidentes e ameniza o estresse do cão

Barulhos excessivos

Cães têm uma audição aproximadamente seis vezes maior do que a de humanos, portanto, fogos de artifício ou semelhantes, muito comuns em datas comemorativas, como jogos de futebol, final de eleições, Natal, Ano-novo, etc… são uma tortura auditiva para eles. Alguns cães, quando filhotes, podem desenvolver traumas ou até mesmo pânico quando expostos ao barulho estrondoso de fogos. Alguns, inclusive, desenvolvem traumas e fobias seríssimas que podem carregar consigo por toda a vida.

O melhor a fazer nessas situações é preservar o pet, colocando-o em um local onde conseguimos amenizar o seu sofrimento. Isso significa deixá-lo onde o barulho possa ser menor, como um quarto, junto com alguma camiseta usada que tenha o cheiro do tutor ou feromônios sintéticos que encontramos à venda no mercado pet. Uma toca onde o cão possa se acomodar é outro refúgio que certamente auxiliará a resolver essa questão.

Risco de fuga

Alguns animais que vivem em casa podem ficar tão apavorados sozinhos que se espremem contra grades e janelas pelas quais geralmente não passariam, ou até mesmo saltam portões altíssimos que têm pontas ou vidros devido ao pavor que sentem quando escutam fogos de artifício. Com isso, podem se machucar e fugir.

Geralmente, esse tipo de treino que dessensibiliza o animal a esses barulhos não é tão fácil, pois exige uma habilidade grande por parte dos tutores em relação as técnicas de adestramento. Assim, o ambiente no qual o pet permanece durante as festas deve ser seguro para que não haja acidentes ou fugas, além de conter tocas para que ele fique mais confortável e com maior sensação de proteção.

Cuidado com as quedas

A mesma regra serve para apartamentos, janelas ou escadas abertas, que são extremamente perigosas. Seu cão, em um estado de desespero, pode facilmente se jogar de uma delas. Portanto, coloque a proteção necessária para evitar fatalidades.

Alerta com objetos de decoração

Às vezes, por curiosidade, alguns cães experimentam texturas diferentes com a boca e podem se cortar ou se machucar, caso engulam tais objetos. No período natalino, devemos tomar muito cuidado com as árvores de Natal, pois alguns cães adoram brincar com bolinhas e podem querer fazer o mesmo com aquele seu enfeite de vidro. Para evitar acidentes, a árvore de Natal e seus enfeites podem ser colocados em um lugar de difícil acesso, como um cômodo que pode ser trancado quando não houver ninguém em casa, e os fios elétricos das luzes que piscam podem ser escondidos, para manter o pet seguro. Quando se tem um pet em casa, colocar chocolate na árvore é arriscado, pois esse alimento é tóxico para cães e gatos. Cabos de luminárias, de TV, aparelhos de som, etc… uma vez plugados à corrente elétrica, oferecem sérios riscos para que seu animal de estimação seja eletrocutado ao mordê-los.

Você também pode treiná-lo para que respeite os limites e não se aproxime de elementos de decoração da sua casa, ensinando o “não” e frustrando a aproximação do cão toda vez que ele tentar chegar perto. Quando obedecer, recompense-o com muito carinho e petiscos.

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Bótia-palhaço, um peixe tímido!

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Até mesmo os peixes abominam a ideia de sentir-se só ou viver na solidão. O bótia-palhaço, por exemplo, se sentirá “perdido” caso não tenha um companheiro de sua espécie dividindo o mesmo espaço num aquário.

O Bótia-palhaço não é assim chamado por ser um peixe brincalhão e engraçado – na verdade ele é até muito tímido – mas, sim por ser a espécie mais colorida do gênero Bótia.

Ele pode ser tímido, mas sabe muito bem como se defender. No entanto, não fica mostrando suas armas à toa: numa cavidade ao lado dos olhos, a espécie esconde um ferrão pontudo, que só utiliza quando é molestado.

De hábitos noturnos, o bótia-palhaço adora se esconder em meio aos ornamentos do aquário durante o dia. Portanto, é necessário manter o cativeiro com uma boa quantidade de plantas altas e fixas ao fundo (como a samambaia d´água e a Valisneira sp) e também um bom número de pedras formando grutas, que serão seus locais preferidos.

Ao montar o aquário, uma parte do cascalho do solo deve ficar livre, pois durante a noite o bótia-palhaço procurará alimento no fundo e por entre as pedrinhas. Use o cascalho de rio (com pedrinhas de 2 a 5 mm), pois ele não possui bordas cortantes que poderiam machucar os bótias.

Encontrado geralmente em cardumes na natureza, o peixe apreciará muito se for colocado juntamente com exemplares da mesma espécie no aquário. Quando há mais de um bótia-palhaço no mesmo recipiente, eles parecem se sentir “seguros” e nadam mais livremente. Entretanto, quando sozinho, mesmo que seja num aquário comunitário, o bótia ficará triste e poderá até mesmo definhar. O ideal é colocar pelo menos três exemplares num mesmo viveiro, para que seu peixe não morra de tristeza.

Apesar de tímidos, os bótias-palhaços são bastante sociáveis e pacíficos, convivendo muito bem com várias outras espécies. Porém, não é aconselhável mantê-los com peixes muito pequenos, pois estes corres risco de serem devorados.

O bótia-palhaço possui uma característica pouco usual na maioria dos peixes e bastante curiosa: quando ele está dormindo fica deitado de lado no fundo do aquário! O aquarista que não conhece os seus hábitos, muitas vezes pode se assustar ao surpreender seu peixinho nesta posição e até mesmo pensar que ele está morto ou então muito doente, mas logo perceberá que está apenas descansando.

Um bom aquário para o bótia deve ter água doce ácida, com pH de 6,6 a 6,8, e a temperatura variando entre 24 e 29ºC. o espaço para ele é muito importante, pois trata-se de um peixe de grandes proporções e que precisa movimentar-se livremente; assim, o aquário deve ter no mínimo 35 litros (para um exemplar). A iluminação média, feita com uma lâmpada Grow-lux acesa por 12 horas diárias, é a mais adequada. Tome cuidado com produtos químicos na água, pois o bótia-palhaço é muito sensível a eles.

A alimentação pode ser tanto a viva como seca. Porém, você notará uma preferência pelo alimento vivo, como tubifex, larvas de insetos, artemia salina e dáfnia. O conveniente é fornecer uma alimentação balanceada (mista), afim de garantir o completo desenvolvimento do peixe. Duas refeições diárias são o suficiente.

Em cativeiros, o bótia-palhaço nunca atingirá seu tamanho máximo, só chegando até 15 cm. Nestes locais também é possível que nunca alcance sua maturidade sexual, o que explicaria o insucesso nas tentativas de reprodução em aquários. Não há também uma distinção aparente entre sexos.

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