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Como distrair cães que ficam sozinhos em casa

1- BRINQUEDOS PARA CÃES

Os cães são animais muito brincalhões, sociais e ativos, por isso, precisam de exercícios, brincadeiras e atividades diárias, principalmente aqueles que passam muito tempo em casa sozinhos. Isso porque pets que não liberam de forma adequada a energia que têm, podem ficar entediados e irritados e, a partir daí, passam a se preocupar com destruição de imóveis e objetos, além de desenvolverem problemas comportamentais como compulsão ou a ansiedade de separação, distúrbios muito comuns nos dias de hoje justamente por erros de manejo de tutores que não promovem enriquecimento ambiental correto ao animal. Assim para manter o animal de estimação saudável e feliz, é importante que seus tutores saibam que não basta apenas encher a casa de brinquedos, já que nada substitui os passeios, que são fundamentais para o físico do animal e para a sua mente também. A importância de um não exclui a importância do outro, posto que todas as atividades são válidas para um cão que passeia sozinho.

Caçando a ração

Espalhe parte da sua refeição pela casa, fazendo uma espécie de “caça a ração”. Além de ser divertido para o pet, ele se alimenta de forma correta e ainda gasta energia ao procurar os grãos de ração escondidos.

Liberadores de comida

Brinquedos que liberam petisco ou que são recheáveis são ótimos para estimular mentalmente seu pet e animá-lo. É possível até fazer um liberador de comida em casa, com uma garrafa pet. Faça furos nela e queime cada um deles com um isqueiro, para que não machuque a boca do cão. Quanto menos furos, maior será a dificuldade para obter os grãos. Porém devemos ter em mente que cães muito ansiosos podem desistir da brincadeira se encontrarem muita dificuldade, por isso é ideal vê-lo interagindo com a garrafa para saber quantos furos fazer. Assim a brincadeira será prazerosa.

Brinquedos mastigáveis

Outra opção também são os brinquedos mastigáveis e comestíveis como ossinhos, palitos, orelhas de boi, tutano, tíbia e outros petiscos vendidos no mercado feitos de componentes não tóxicos e biodegradáveis. Recomendo que a periodicidade da oferta de tais distrações seja verificada com o veterinário para que a dieta do pet não seja alterada de forma inadequada.

Para cães destruidores

Se o prazer do seu cão é somente a destruição, sem correr o risco de comer pedaços do brinquedo destruído, você pode investir no enriquecimento ambiental com itens de reciclagem, como uma garrafa pet sem rótulo e tampa com petisco dentro, caixas de papelão e até coco verde para ele despedaçar. Contudo, evite, por exemplo, pelúcias que podem causar algum acidente digestivo ou respiratório no peludo, bolas de gude, que podem ser engolidas e são de vidro, e ossos naturais.

Esses últimos, além de desgastarem excessivamente o dente do cão, podem quebrar e até perfurar o esôfago do seu amigo. Eles inda apresentam risco de contaminação por alguma bactéria ou fungo. Assim, se além de destruidor seu cão come pedacinhos dos brinquedos destruídos, uma boa opção são produtos mais resistentes e duráveis, com os feitos de nylon, que também ajudam na higiene bucal do pet. As bolas de tênis, que têm grande durabilidade por serem resistentes e podem ser molhadas para dificultar a destruição, também não despedaçam.

Petiscos congelados

No calor, você pode usar os brinquedos recheáveis de outra forma, congelando-os com frutas, água de coco ou até a própria ração amolecida com água ou alimento úmido que o cão consuma. Além de refrescar o cão a brincadeira fica mais difícil e entretém o animal por mais tempo.

Treinar comandos nas horas vagas, além de ajudar a controlar o pet, é um passatempo bem legal. Deixe as outras brincadeiras para quando você não estiver com ele, assim, elas serão bem mais interessantes nos momentos em que realmente forem necessárias.

Não podemos esquecer também que o adestramento é um ótimo estimulo para seu pet e, na duvida sobre qual brinquedo deixar com seu amiguinho de quatro patas consulte um profissional.

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Recebendo visitas em casa: ensinando seu cão a se comportar

1- cães e visitas

Existem algumas técnicas que ajudam bastante a obter um cão bem educado com visitas, sendo recomendado aplicá-las desde filhote. São essas as dicas explicadas a seguir.

Socialização

Expor o cão a maior número de pessoas, animais, objetos e situações da forma mais agradável possível é fundamental para se tornar sociável, inclusive com as visitas. O período de ouro da socialização vai do segundo até o terceiro mês de vida fase em que o filhote está totalmente aberto ao aprendizado. Visitas e rotinas de recepção, quando associadas ás coisas boas para o animal, contribuem de forma importante para a socialização.

Antes de a visita chegar

É importante definir quem, da casa, ficará responsável por ensinar ao cão como se comportar diante das visitas. A pessoa escolhida controlará o filhote, direcionando-o sempre para exibir bons comportamentos e impedido que as pessoas, mesmo involuntariamente, o estimulem a se comportar de forma inadequada.

Para aumentar as chances de o filhote ficar tranquilo na presença das visitas, nos primeiros treinos convém fazê-lo gastar um pouco de energia antes de elas chegarem.

Quando a campainha toca

Não impeça o cão de latir quando as visitas tocam a campainha – afinal, é assim que ele adverte sobre a chegada de alguém. Dado o recado, ele deverá silenciar, até para tomar a recepção mais fácil e controlada.

Exercício

Peça que alguém toque a campainha e deixe o cão latir. Aproxime-se dele passando alguns segundos, mesmo que esteja ainda latindo, com o petisco preferido por ele escondido na mão e deixe que cheire a guloseima. Quando os latidos pararem, diga “quieto” e entregue o petisco (parece estranho, mas nas primeiras vezes “capturamos” o comportamento e depois o “nomeamos”, até o cão fazer a associação – só depois disso diremos “quieto” para interromper os latidos). Em seguida, ponha uma guia de 1,15 ou 1,5 metro no cão, para mantê-lo próximo e controlado, e vá até a porta receber a visita.

Controle do cão

Manter o cão na guia ajuda a controlá-lo e a prevenir comportamentos inadequados. Aproxime-se calmamente da visita levando o filhote na guia. Permita que ele cheire a pessoa, a qual deverá estar instruída para, somente quando o cão estiver com as quatro patas no chão, lhe dar carinho ou petisco. E, se o cão pular nela ou latir para ela ou, ainda, morder a mão ou a roupa dela, a visita deverá dar as costas e se afastar. Outra possibilidade é o responsável pelo cão encurtar a guia e se afastar, mantendo o filhote contido enquanto se acalma e se acostuma com a presença e a movimentação das visitas. Assim ela fica sabendo que pular, latir e morder faz perder recompensas, carinho, petisco e interação.

Dicas gerais

Mesmo um cão de guarda deve aprender a se comportar na presença de estranhos, porém sem precisar fazer contato direto com as visitas.

Evite prender o cão ou lhe dar broncas quando as visitas chegarem. Isso poderia causar uma má associação e gerar problemas futuros.

Não deixe que as visitas estimulem o filhote a fazer coisas erradas, como pular e morder, pois quando o cão ficar adulto, esses comportamentos incomodarão bastante.

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Groomer Marcelo Mehret em São Luís

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O Groomer Marcelo Mehret está em São Luís para mais um aperfeiçoamento da equipe de banho e tosa da Terra Zoo!

Nossos amiguinhos peludos merecem sempre o melhor!

E olha que legal… você pode deixar o seu pet ainda mais cheio de estilo durante esse período.

Nesta quinta-feira e sexta-feira, dias 28 e 29 de março, ele estará na Terra Zoo da Cohama e você pode levar o seu cãozinho ou gatinho pra aproveitar essa exclusividade com 50% de desconto nos serviços do Beauty Pet. Mas olha… as vagas são limitadas e sem marcação antecipada. É só chegar cedo pra garantir esse acompanhamento sob o olhar atento do Marcelo Mehret. Mais informações pelo 3248 9555.

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12 dicas para evitar que roubem seu cão

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Cães têm sido cada vez mais objeto de desejo dos ladrões. Prevenir que sejam furtados é o melhor remédio, já que a chance de recuperação é pequena.

1. Redobrar a atenção com cães de maior risco: Os mais visados para roubo são os de companhia, de pequeno porte e das raças mais populares. Ou seja, Torkshire Terrier, Spitz Alemão Anão (ou Lulu da Pomerânia), Shih Tzu, Boldogue Francês, Boston Terrier e Maltês fazem parte da lista. Quanto mais jovem o cão, maior o interesse despertado nos ladrões.

2. Evitar que o cão de pequeno porte fique na área externa: Cão do grupo de risco que fica próximo à grade do portão de acesso à rua ou da cerca é prato cheio para os ladrões tanto de dia quanto de noite.

3. Não deixar o cão na rua enquanto faz compras: Outra atitude de risco é deixar o cão esperando na frente do estabelecimento comercial onde seu condutor faz compras, situação bastante comum de se ver na entrada de padarias.

4. Ser precavido com prestadores de serviço: Antes de contratar passeador, adestrador ou babá canino pegue referências do profissional e verifique se ele tem antecedentes criminais. Para tanto, peça ao candidato deixar um currículo com nome completo, RG, CPF e telefones. Com esses dados vá até uma delegacia e peça para ver a situação da pessoa, explicando o motivo ao atendente. Ao receber prestadores de serviços em casa, cuide pessoalmente do atendimento. Evite que detalhes sobre a rotina da sua casa sejam divulgados.

5. Monitorar constantemente cão solto em parque: Ao deixar o cão correr e brincar com outros cães em ambiente público, mantenha-o sempre no seu campo de visão.

6. Não deixar o cão no carro: Além do perigo da hipertermia – muitos cães morrem por excesso de calor no interior do veículo – há também o de ser roubado.

7. Impedir criança de passear sozinha com cão: Conduzido por criança, o cão de companhia se torna alvo muito fácil.

8. Optar por passear em horários de movimento: Evite em andar com o cão em locais isolados, com pouco movimento ou escuros.

9. Ser discreto na internet: Cuidado, informações como detalhes sobre seus filhos e cães, comentários sobre a rotina de sua casa, local onde você leva o cão para tomar banho podem ser aproveitados por pessoas mal-intencionadas.

10. Usar luzes automáticas e câmeras: Luzes que se acendem em determinados horários ou quando alguém está na frente da casa inibem a ação de ladrões, além de poderem chamar a atenção de algum vizinho que conhece a sua rotina. Câmeras ajudam a interromper ou a recuperar o que foi roubado, por registrarem dados como a fisionomia do ladrão, placa do carro ou da moto dele, etc.

11. Aliar-se a seus vizinhos: O vizinho pode alertar você em caso de movimentação estranha na sua casa e até chamar a polícia. A parceria permite também que, se estiver sob ameaça, recorra ao vizinho para pedir ajuda adotando uma senha previamente combinada, como chama-lo por nome errado.

12. Impedir que o cão saia sozinho da propriedade: Muitos casos de roubo acontecem quando seu pet sai sozinho de casa, em geral por fuga. Cercar bem a propriedade, manter portões fechados e educar o cão a não sair sem companhia são medidas preventivas para evitar fugas.

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Saiba mais sobre a Dirofilariose

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O mosquito Aedes aegypti causador das doenças Dengue, Febre Amarela, ZIKA, e Chicungunha nos seres humanos, também causa transmite uma doença que pode ser fatal para o seu cão ou gato, a Dirofilariose. O Aedes é principal hospedeiro da DIROFILARIOSE, conhecida popularmente como verme do coração, que afeta cães e gatos e pode também ser transmitida aos humanos. A doença também pode ser transmitidas pelos mosquitos dos gêneros Anopheles e Culex, e se não tratada a tempo pode matar animais e seres humanos.

A incidência dos mosquitos transmissores é maior em áreas de praia e regiões com mata. É uma doença que atingiu vários animais na década de 90. Depois disso, devido aos cuidados preventivos e talvez até ao processo de urbanização, ela praticamente desapareceu. Porém, têm sido frequente o diagnóstico de novos casos da doença. Os principais sintomas são: tosse, cansaço e dificuldade respiratória , que podem levar o animal a óbito.

Entenda o ciclo evolutivo da doença

O mosquito, ao picar o focinho de um animal infectado, ingere larvas (microfilárias) presentes no sangue periférico, que evoluem no mosquito passando para a fase infectante, onde se tornam transmissíveis aos animais domésticos e aos seres humanos, onde evoluem e se alojam no coração e artéria pulmonar (por isso o nome popular “verme do coração”).

Dra. Debora Campos, veterinária da Terra Zoo alerta sobre a importância da prevenção a partir de 6 meses de vida do seu mascote, com medicações à base de moxidectina. Antes de iniciar a prevenção, deve ser feito um exame de sangue para descartar a possibilidade de infeção prévia de parasitas adultos.

O combate ao mosquito é fundamental para a prevenção, e só surtirá os efeitos desejados, se houver a plena colaboração da população, que deve se empenhar completamente nesta batalha, uma vez que aproximadamente 85% dos focos do mosquito transmissor, estão dentro dos domicílios, o que exige atenção constante dos moradores, algo que nem sempre acontece.

A melhor forma é a prevenção, para o cães, recomenda-se o uso de coleiras repelentes de mosquitos, confira aqui.

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Outubro Rosa Pet Terra Zoo

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Nos últimos anos, o mês de outubro tornou-se um importante aliado na luta contra o câncer de mama na mulher. Conhecido como “Outubro Rosa”, o movimento agrega várias instituições em prol da missão de orientar a população quanto à prevenção do tumor. No mundo animal a história não é diferente. Uma corrente cada vez maior de veterinários e profissionais da área se reúne todo mês de outubro para lembrar que o câncer de mama pode atingir também nossos melhores amigos.

O câncer de mama atinge mais cadelas do que gatas de qualquer raça, sendo mais frequente em bichos com idade acima de 5 anos. O diagnóstico precoce pode ser feito com o auxílio dos donos, realizando uma espécie de “auto-exame” no animal, por meio da palpação das mamas da fêmea.

Na campanha do “Outubro Rosa Pet”, veterinários em todo o Brasil orientam os tutores a palpar as mamas dos animais à procura de pequenos nódulos firmes do tamanho de uma ervilha. Uma vez que esse nódulo é confirmado em consultório, a conduta é retirá-lo em uma cirurgia e mandá-lo para análise em laboratório para averiguar de que tipo de tumor se trata. Em 50% dos casos são encontrados tumores malignos — daí a necessidade de detectá-los precocemente. Quando retirados logo no início, as chances de cura tornam-se altíssimas e muitas vezes nem é preciso submeter o bicho a sessões de quimioterapia. A cirurgia, por si só, atinge a cura. Aliás, é bom que se diga que, nos animais, essa intervenção não causa tantos efeitos colaterais como no ser humano.

Outra medida preventiva importantíssima disseminada nas campanhas do mês de outubro é a castração. Sabe-se que a realização precoce do procedimento resulta numa queda expressiva no risco de um câncer de mama aparecer. Por isso é importante conscientizar a população sobre essa ferramenta de prevenção. Fêmeas não castradas têm 26% de probabilidade de desenvolver um tumor maligno na mama; se a castração for realizada antes do primeiro cio, entre 5 e 9 meses de idade, este índice cai para 0,5 %. Esses números apontam, portanto, que a castração pode ser positiva tanto em termos de longevidade quanto na qualidade de vida do animal.

Vamos aproveitar o mês de outubro para apoiar também o combate ao câncer de mama nos bichos, lembrando parentes e amigos que possuem fêmeas sobre esses cuidados tão importantes para o bem-estar de nossos grandes amigos.

Fonte: Saúde Abril – Vida Animal

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Como prevenir tártaro em cães

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Assim como os seres humanos, os cachorros também desenvolvem o tártaro e isso muitas vezes é negligenciado pelos tutores de cães e gatos. Muitas vezes os donos não sabem nem em que estado estão os dentes do animal pois não tem o costume de checar a boca do cão com frequência.

Às vezes os dentes da frente parecem saudáveis mas os dentes de trás estão cheios de tártaro. Tenha o costume de sempre verificar como estão os dentes do seu cachorro e saiba identificar o tártaro. Se você não se sente seguro para mexer na boca do cachorro (o ideal é acostumar desde filhote), leve-o no veterinário para que o profissional diga se o seu cão precisa da cirurgia de limpeza de tártaro.

O que é o tártaro?

O tártaro é uma placa de bactérias que vai acumulando com o tempo por conta de restos de comida. Mesmo que o cachorro só se alimente de ração seca, biscoitos crocantes para cachorro e petiscos que “limpam” os dentes, muitas vezes isso não é suficiente.

Os riscos do tártaro

O tártaro é um acúmulo de bactérias e ele vai consumindo a gengiva do animal. Conforme o avanço do tártaro, as bactérias podem entrar na corrente sanguínea e irem parar no coração, nos rins e fígado, levando até à morte do cachorro. Sim, tártaro pode matar seu cão.

Como evitar o tártaro?

É importante saber que o tártaro é uma questão de tendência. Alguns cães possuem o pH bucal que facilita o acúmulo do tártaro, assim como algumas pessoas tem mais tendência pra ter placa e outras não. Normalmente, as raças pequenas são mais propensas a ter tártaro, mas isso não é uma regra. Cachorros grandes também podem ter tártaro e há cachorros pequenos que não tem essa tendência. Vai variar de acordo com o indivíduo.

A única forma de evitar o tártaro (ou prorrogar o aparecimento dele, caso seja um cão com mais tendência) é a escovação DIÁRIA. Sim, você precisa escovar os dentes do seu cachorro todos os dias.

Também existem opções de produtos em que não é necessária a escovação como o Defengy OC, que é uma pasta oral com gosto de mental e é comestível, recomendada para cães que não aceitam escovação. Confira aqui.

Como saber se meu cão está com tártaro?

Um dos primeiros sintomas do tártaro é o mau-hálito. Às vezes você não vê tanta diferença na coloração dos dentes mas começa a sentir que o cão está com “bafo”, isso normalmente indica que o tártaro está se acumulando.

Os dentes afetados pelo tártaro ficam amarelos e vão passando pro marrom. Além disso, o tártaro começa a empurrar a gengiva, deixando-a vermelha, inflamada e em casos mais graves, correm o tecido gengival. Em casos ainda mais graves, o cachorro para de se alimentar, pois o tártaro causa dor e o cachorro começa a evitar a mastigação.

 

Meu cão já está com tártaro, o que fazer?

Não procure soluções caseiras para acabar com o tártaro do seu cachorro, procure um veterinário e ele vai dizer se é necessária a cirurgia de limpeza de tártaro. Nada que você faça em casa vai eliminar o tártaro do seu cachorro uma vez que ele estiver instalado.

Como é o tratamento de tártaro em cães?

É feita uma cirurgia simples para a limpeza do tártaro, normalmente realizada por um odonto veterinário (dentista) e um anestesista. A anestesia mais indicada é a inalatória, por ser mais segura para a maioria dos cães.

São necessários exames pré-operatórios para ter certeza que seu cachorro está saudável para realizar o procedimento, que é simples e o cão volta pra casa no mesmo dia.

Fonte: Site Tudo sobre Cães

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Doença de pele em pug: como tratar

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Com o rosto enrugado e os olhos esbugalhados, os pugs são companheiros leais, adaptam-se com facilidade a qualquer ambiente e se dão bem com outros cachorros, por isso são tão populares, principalmente entre os tutores que têm pouco espaço disponível em casa.

Eles são bastante conhecidos pelos seus focinhos achatados e olhos saltados. Suas dobrinhas também são características, fazendo com que a raça seja querida por aqueles que gostam de cachorros pequenos, ativos e muito fofos.

Essas características dos pugs, no entanto, acabam gerando diversos problemas de pele. As dermatites, como são chamadas as doenças de pele, acometem os pugs por conta do pelo curto e das pregas espalhadas no corpo.

Além desse problema de saúde, esses cães frequentemente sofrem frequentemente com deficiências respiratórias, doenças oculares, problemas dentários e dificuldades no parto.

Confira as dicas para que você saiba mais sobre a prevenção, os sintomas e os cuidados a serem tomados para manter a pele do seu cão da raça pug sempre saudável:

Prevenção

A boa higiene do cachorro é primordial para manter a saúde em dia. Como os pugs têm muitas dobrinhas pelo corpo, é necessário prestar muita atenção para deixá-las sempre bem limpas e secas.

Escovações frequentes previnem o acúmulo de sujeira, diminuindo as chances de haver desenvolvimento de fungos e bactérias na pele do cachorro. Por questões genéticas, os pugs têm maiores chances de desenvolver atopias, um tipo de reação alérgica na pele.

Os agentes alergênicos responsáveis por desencadear essa reação variam. Poeira e ácaro até fumaça de cigarro são apenas alguns deles. Por isso, fique sempre atento ao comportamento do seu cão, assim você saberá quais são as possíveis causas da alergia.

A parte do corpo na qual os pugs mais apresentam alergia é nas dobras do nariz, logo, essa área deve receber cuidados especiais. É preciso manter o focinho do seu cachorro limpo e seco, realizando a higienização com frequência.

Manter o ambiente no qual o seu cão vive sempre limpo e arejado previne o acúmulo de sujeira, poeira e ácaros. Isso reduz as chances de aparecimento de bactérias e fungos. Além disso, tome cuidado com os produtos de limpeza utilizados nos locais que o cachorro costuma ficar.

Alguns componentes químicos podem provocar alergias, não só na pele, mas também nas mucosas do seu pet. Como os pugs já tem mais chances de desenvolver essas doenças, é importante eliminar todos os fatores de risco, usando produtos neutros para a limpeza.

O seu cão também pode desenvolver dermatites por conta da alimentação. Muitas vezes os cachorros não se adaptam a determinadas rações, por isso é preciso tomar cuidado na hora de escolher o alimento de seu pug.

Compre rações específicas para a raça e, caso você opte pela alimentação natural, converse com um nutricionista veterinário para que a pele e o pelo do cão não sejam afetados por deficiências nutricionais.

Sintomas 

O tutor deve conhecer muito bem seu cachorro, assim qualquer mudança de comportamento será facilmente percebida. Os principais sintomas das dermatites são quedas de pelo, coceira, mau cheiro e descamação no local da alergia.

Quando as dermatites acontecem perto dos olhos ou dos ouvidos, os cães também podem desenvolver conjuntivites e otites. Caso a alergia ataque os olhos do cachorro, sintomas como lacrimejamento, inchaço e aparecimento de secreções podem surgir. A otite faz com que os cachorros cocem muito a região das orelhas, chorem durante o processo e exalem um cheiro forte.

Os pugs, assim como outros cães com pelos curtos, fazem duas trocas de pelo por ano. Isso costuma acontecer antes do verão e antes do inverno. Se o seu cachorro estiver soltando muitos pelos nessas épocas, preste atenção para saber se é um processo natural ou se a queda está sendo agravada por alguma alergia.

Tratamento

O tratamento da dermatite canina depende de sua causa. É necessário que o seu pug seja avaliado por um veterinário que, ciente de todas as informações sobre a rotina do seu cão, alimentação adotada e ambiente de vivência, saberá avaliar as possíveis explicações para a alergia. É possível que o veterinário solicite testes de alergia, para ter certeza do que causa irritabilidade na pele o seu cão, evitando dermatites no futuro.

Quando o agente alergênico for identificado, o tratamento com medicamentos pode começar. É possível utilizar xampus medicinais, que acalmam a pele reduzindo os sintomas da alergia, e também anti histamínicos.

Para saber qual é o tratamento mais adequado para o seu pug e recuperar ou deixar sua pele e seus pelos ainda mais bonitos, consulte um médico veterinário.

Fonte: agência SEO Marketing

 

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Boiadeiro de Appenzell, o cão rural suíço

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Os cães rurais suíços são de origem antiguíssima. Alguns naturalistas admitem que trata-se de raças de formação local, isto é, autóctones, e que são derivadas do cão da idade de bronze e do setentrião (Canis familiares inostranzewil) com infusão de sangue de lobo. Por outro lado, estudiosos como Tschudy, Keller e Kraemer, reconhecem o antepassado destes atuais cães rurais, no cão Tibetano. Assim como no caso do São Bernardo e o Rottweiler, os romanos teriam levado para suas colônias suíças, numerosas manadas, fazendo-se seguir naturalmente pelos próprios pastores. Já numa lâmpada de terracota da época romana, está representado um cão pastor semelhante ao atual cão rural bernês. Portanto, o Boiadeiro Bernês e o de Appenzeller são parecidos com o tibetano leve de pelagem pardo-preta, enquanto que o São Bernardo é mais parecido com o tibetano pesado.

O Appenzeller Sennenhund é um boiadeiro de incrível vitalidade e grande dedicação ao trabalho e ao dono. É usado para conduzir rebanhos e manadas pelas montanhas; de noite, está sempre vigilante, e enquanto não está a conduzir o gado a pastorear, está a vigiar a casa do dono e seus bens. Esta raça necessita de atividades ao ar livre e grandes espaços abertos para se exercitar.

Expectativa de vida: de 12 a 14 anos

Personalidade: Vivaz, Confiável, Seguro de si mesmo, Energético, Destemido

Altura: Feminino: 50–54 cm, Macho: 52–56 cm

Cores: Vermelho tricolor, Preto tricolor

Peso: Feminino: 22–32 kg, Macho: 22–32 kg

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