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Banho e tosa: escolhendo o lugar ideal

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O carinho, a paciência, a boa receptividade e o relacionamento amigável do prestador de serviço de banho e tosa são sinais positivos.

Quem pratica a guarda responsável precisa ser rigoroso ao selecionar a empresa que irá cuidar da higiene e da beleza dos seus animais de estimação.

Ao escolher um local para seu animal tomar banho e ser tosado, é importante observar a estrutura, a limpeza e a organização do estabelecimento. Pet shops mais modernos adotam paredes de vidros, o que permite observar o trato dos animais durante o banho e a tosa, característica arquitetônica que dá a qualquer leigo condições de observar a qualidade dos procedimentos, além de inibir os maus profissionais.

Uma dica simples, ao deixar o animal para tomar banho, é avaliar a qualidade do contato inicial, ou seja, como o cão ou gato é recebido pelo estabelecimento. O acolhimento feito por pessoa capacitada, que sabe como abordar o animal, resulta em relacionamento amigável, na maioria das vezes com ele dando demonstrações de alegria ou se mantendo tranquilo, sem muitas alterações de comportamento. Tremores e demonstração de medo, como tentativas de fuga, olhar cabisbaixo e agressividade podem ser sinais de lembranças negativas, de atendimentos anteriores.

Na Terra Zoo os profissionais são capacitados tanto para prestar um bom serviço de banho e tosa, quanto para cuidar bem do seu pet, com muita atenção e carinho. Três lojas contam com o Beauty Pet, centro estético de banho e tosa: Cohama e Rio Anil Shopping em São Luís e na loja localizada em Imperatriz. Consulte horários de atendimento pela central: (98) 3248 9555.

Responsabilidade técnica

De acordo com a legislação, todos os estabelecimentos que exercem atividades peculiares à medicina veterinária precisam ter, obrigatoriamente, um médico-veterinário responsável técnico. Para garantir a segurança do animal, portanto, é necessário confirmar se o estabelecimento tem médico-veterinário responsável técnico e quem é o profissional. Essa é uma garantia para o bem estar e a segurança dos animais, além de ser um importante sinal de que as atividades estão sendo realizadas de acordo com a orientação de um profissional da saúde animal que conhece cada espécie e suas particularidades.

 

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Dicas para ensinar seu cão a fazer as necessidades no lugar certo

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Chegar em casa e encontrar uma poça de xixi fora do lugar não é nada legal. Além da sujeira e do mau cheiro, cachorros que fazem xixi e cocô fora do lugar podem sempre estragar um móvel ou até mesmo destruir aquela planta que você tanto ama. Mas como ensinar cachorro a fazer necessidades no lugar certo? Se você enfrenta esse problema em casa, não se desespere! Confira as dicas de especialistas para acabar com isso.

Infelizmente, essa é uma das principais reclamações que donos de cachorro fazem para adestradores profissionais e veterinários. E a dor de cabeça não se restringe apenas aos filhotes, que ainda estão em fase de aprendizado. Cães adultos e já treinados também podem voltar a urinar e defecar pela casa.

Mas, como ensinar cachorro a fazer necessidades no lugar certo se já são adultos? O deslize pode acontecer porque seu peludo está tentando chamar sua atenção por falta de brincadeiras e passeios ou até mesmo como um indicativo de problemas de saúde. Alguns animais podem, por exemplo, desenvolver incontinência urinária e não conseguem mais segurar o xixi até o cantinho da sujeira. Nesses casos, é preciso agendar uma consulta com um médico veterinário.

É possível ensinar cães adultos?

Com certeza! É preciso ensinar cachorro a fazer necessidades no lugar certo desde o primeiro dia em casa. E isso vale tanto para os filhotes, quanto para aqueles que foram adotados já adultos. Não existe limite de idade para aprender a usar o jornal ou o tapete higiênico! Cachorros mais velhos e até os idosos conseguem ser treinados para isso.

E jamais dê broncas ou esfregue o focinho dele no xixi ou no cocô. Além de não serem educativas, essas repreensões só tendem a agravar o quadro. A grande maioria dos animais passa a ter medo dos donos quando são censurados com muita veemência. Isso pode fazer com que ele queira esconder as fezes (comer o cocô pode ser ) ou procure cantinhos escondidos da casa para se aliviar.

Como ensinar o cachorro a fazer necessidades no lugar certo

Para ajudar você a treinar seu animal, separamos algumas dicas e técnicas que são bastante eficazes. Mas lembre-se: todo e qualquer tipo de adestramento exige muita paciência, consistência e persistência. Por isso, não desista se seu cachorro tiver alguma recaída!

Veja como ensinar o cachorro a fazer necessidades no lugar certo:

Eleja um cantinho

  • Crie uma rotina
  • Escolha um caminho: você quer que ele fique mais solto ou preso no período de adaptação? Isso muda a forma de educá-lo
  • Tenha paciência
  • Atenção aos passeios!
  • Invista na associação positiva
  • Nunca dê broncas
  • Elimine o cheiro
  • Eleja um cantinho
  • Escolha o cantinho que será o banheiro do seu cachorro. É importante que seja sempre o mesmo lugar e que ele esteja distante, de preferência em locais opostos, da caminha e dos potes de água e de comida.

Crie uma rotina

É importante que o cachorro tenha hora para dormir, comer, brincar e principalmente para fazer xixi e cocô. Filhotes tendem a defecar e urinar logo após comer. Cães adultos costumam demorar de 15 a 30 minutos.

Escolha um caminho

Caminho A
Mantenha o filhote em um espaço pequeno desde o primeiro dia na sua casa. Pode ser na região da cozinha e da área de serviço, por exemplo, se por ali for seu local escolhido para ele fazer suas necessidades. Você pode deixá-lo também em um cercadinho. Como ele ainda é filhote, não é preciso espaços grandes.

Forre cerca de 80% do local com jornal ou tapete higiênico. Assim que o filhote comer, leve-o para o tapetinho e espere ele defecar e urinar. É importantíssimo que você o recompense pelo acerto: dê petisquinhos, faça festa e carinho. Isso ajuda a reforçar o bom comportamento. Com o passar dos dias, ele vai se habituando com o local, e você pode ir reduzindo a quantidade de jornal. Esse período de maior contenção costuma durar três semanas, mas pode variar de animal para animal. Vá liberando os demais cômodos da casa aos poucos e de acordo com os acertos do animal.

Caminho B
Se você preferir deixá-lo livre pela casa, uma dica é espalhar muitos tapetinhos ou jornais pela casa. Deixe alguns debaixo da mesa, em frente às portas, nos cantos da sala etc. Como o cachorro ainda é novinho, ele não consegue segurar as necessidades e vai acabar fazendo ali por onde estiver. Por isso, não economize. Quando ele acertar e fizer as sujeirinhas no local certo, é importantíssimo que você o recompense. Vale oferecer petiscos, fazer festa e dar muito carinho.

Conforme ele for assimilando o lugar certo para fazer suas necessidades, você pode ir reduzindo a quantidade do produto espalhado pela casa. Após as refeições, é indicado que você coloque o animal em uma área cercada ou restrita e que tenha um tapetinho ou jornal. Dessa forma, ele entende mais rápido que precisa fazer xixi e cocô ali. Mas é fundamental que você esteja por perto quando for prendê-lo. Com a sua presença, ele não associa esse momento com um castigo ou algo ruim.

Tenha paciência

A tríade do sucesso do treinamento é: paciência, persistência e consistência. É normal que o animal erre de vez em quando, mas não desista! Assim como as crianças, eles também estão desenvolvendo sua habilidade de segurar as necessidades para chegar a tempo no banheiro. Alguns cometem deslizes até os seis meses de idade.

Fique atento aos passeios

Se a ideia é que ele faça as necessidades fora de casa, saia para passear logo após a refeição do filhote que já tiver com o ciclo completo de vacinação. Dessa forma, no começo do treinamento, é mais seguro leva-lo no colo até a rua, para evitar deslizes pelo caminho. Já com cães adultos, o recomendado é que você faça de quatro a cinco passeios por dia. O primeiro, logo pela manhã, deve ser antes da primeira refeição. Já os seguintes devem contemplar o pós-refeição. É importante lembrar que cães adultos costumam urinar e defecar cerca de 15 a 30 minutos após a refeição. Caso você não consiga manter a rotina de passeios com seu cãozinho, conheça as pessoas que passeiam com ele para você, os dog walkers.

Invista na associação positiva

SEMPRE recompense os acertos! Vale tudo: fazer festa, carinho e dar petiscos. Esse é o melhor caminho para ajudá-lo a acertar o local de fazer suas necessidades!

Nunca dê broncas

Muito menos esfregue o focinho do animal no xixi ou cocô feitos fora do lugar. Isso não ajuda em nada, já que ele não entende o que está acontecendo, nem aprende o local certo. Na maioria dos casos, o cachorro acaba ficando com medo do dono e passa a procurar cantinhos escondidos da casa para fazer suas necessidades. Outros até começam a comer as fezes para esconde-las. Eles podem ainda desenvolver certa resistência às broncas e passam a fazer isso para ganhar atenção. A dica é ignorar os erros e limpar a sujeira sem o cão ver – se for preciso, prenda-o em outro cômodo enquanto você faz a higienização.

Elimine o cheiro

Higienize o local do erro com produtos adequados para eliminar o cheiro e evitar que o cão volte a procurar aquela área. Remover o xixi e o cocô, passar um pano umedecido com água e só depois usar algum desinfetante é mais eficiente do que usar os produtos de limpeza diretamente.

No site da Terra Zoo, você encontra vários produtos que auxiliam no processo de ensino do seu cãozinho, confira: https://terrazoo.com.br/loja/?s=xixi

Aretha Yarak – Especial para DogHero

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Rações terapêuticas: poderosas aliadas

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Veja os benefícios que esses alimentos podem proporcionar à saúde do seu pet.

O que são?

A variedade desses alimentos nas gôndolas de pet shops e lojas especializadas é enorme e atende a complicações frequentes em cães e gatos. Entre elas, podemos citar a obesidade, problemas no trato gastrointestinal, diabetes mellitus, doenças cardíacas, período de convalescência, alterações neurológicas e hepáticas, problemas renais, entre outras. Esses alimentos possuem o mesmo propósito: auxiliar o tratamento medicamentoso, mas são totalmente diferentes em sua composição nutricional. Animais que apresentam o diagnostico hipo – alergênico, isto é, hipersensibilidade alimentar ou doença inflamatória intestinal, necessitam ingerir fontes diferenciadas de proteínas, maior inclusão de ômega 3 e ingredientes de pouca alergenicidade .

Quando oferecer

As rações são coadjuvantes aos tratamentos clínicos ou cirúrgicos e não substituem as medicações prescritas. O uso desse alimento em paralelo com a medicação pode diminuir o tempo de recuperação do paciente, além de apresentar características de uma ração comercial do seguimento super premium. Ainda de acordo com ela, outros tutores não devem ofertar tais alimentos sem antes passar por consulta veterinária. Caso o paciente seja sadio, ele poderá receber nutrientes em excesso ou restrito ao que seu organismo, podendo causar inúmeros desequilíbrios na nutrição e fisiologia do pet.

Por que têm um custo maior?

Desenvolvidos a partir de ingredientes selecionados e fruto de muitas pesquisas de ponta, esses produtos são mais caros que as rações tradicionais. Em sua fabricação, são utilizados ingredientes específicos com funções terapêuticas, como os nutracêuticos e ingredientes de altíssima absorção. O alimento deve ser altamente digestível para que se aproveite o máximo de cada nutriente na dieta, além de palatável, pois os pacientes enfermos tendem a ter uma queda no seu apetite.

No site da Terra Zoo, você encontra uma grande variedade de marcas de rações terapêuticas, confira aqui.

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Não perca o Zera Estoque na Terra Zoo Forquilha!

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Que tal conferir as ofertas no Zera Estoque na Terra Zoo da Forquilha?

Centenas de produtos em promoção com descontos de 20% a 70%, todos os setores com ofertas imperdíveis!

Até dia 28 de fevereiro e somente na loja Terra Zoo Forquilha!

Avenida Guajajaras, 5000, Galpão 01. Forquilha
CEP: 65.055.285
Fone: (98) 3248-9555
Horário de Funcionamento:
Segunda a Sexta – das 08h00 às 20h00
Sábado – das 08h00 às 18h00
Domingo – das 08h00 às 13h00

 

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Primeira Feirinha de Adoção de 2019

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Obaaaaa!!!! No dia 05 de janeiro, teremos Feirinha de Adoção na Terra Zoo do Rio Anil Shopping. É pra começar o ano com o amor de um novo amiguinho peludo!

PROGRAMAÇÃO:

•FEIRINHA DE ADOÇÃO
Cães e gatos SRD disponíveis!
Das 10h às 18h.
Para adotar você precisa ser maior de idade, ter em mãos documento com foto, comprovante de residência, passar por uma entrevista com a ong na hora da adoção e fazer uma doação de 3kg de ração (pacote lacrado de fábrica) para ajudar outros animais em situação de abandono.

•VENDA DE LANCHES (ONGs)
Para arrecadar dinheiro pra ajudar animais em situação de abandono.
Das 10h às 18h.

•OFICINA DE CHAVEIRINHOS
Inscrição: R$20 (pagamento no dia) – Todo valor arrecado será repassado para as 3 ONGs parceiras da Terra Zoo em São Luís: @amadasaoluis @caesegatosderuaslz @patinhassemtetoslz_2_
+QUEM VAI MINISTRAR A OFICINA? Jakeline @linhadebordar; Iara @feltrandoideiasbyiara; Nádia @feltrojardim; Michele @doce_feltro1 (Instagram)

FEIRINHA DE ADOÇÃO!
Dia 05/01
Terra Zoo, Rio Anil Shopping
Das 10h às 18h.
#adoção #adote #ongs #causa

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Como prevenir tártaro em cães

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Assim como os seres humanos, os cachorros também desenvolvem o tártaro e isso muitas vezes é negligenciado pelos tutores de cães e gatos. Muitas vezes os donos não sabem nem em que estado estão os dentes do animal pois não tem o costume de checar a boca do cão com frequência.

Às vezes os dentes da frente parecem saudáveis mas os dentes de trás estão cheios de tártaro. Tenha o costume de sempre verificar como estão os dentes do seu cachorro e saiba identificar o tártaro. Se você não se sente seguro para mexer na boca do cachorro (o ideal é acostumar desde filhote), leve-o no veterinário para que o profissional diga se o seu cão precisa da cirurgia de limpeza de tártaro.

O que é o tártaro?

O tártaro é uma placa de bactérias que vai acumulando com o tempo por conta de restos de comida. Mesmo que o cachorro só se alimente de ração seca, biscoitos crocantes para cachorro e petiscos que “limpam” os dentes, muitas vezes isso não é suficiente.

Os riscos do tártaro

O tártaro é um acúmulo de bactérias e ele vai consumindo a gengiva do animal. Conforme o avanço do tártaro, as bactérias podem entrar na corrente sanguínea e irem parar no coração, nos rins e fígado, levando até à morte do cachorro. Sim, tártaro pode matar seu cão.

Como evitar o tártaro?

É importante saber que o tártaro é uma questão de tendência. Alguns cães possuem o pH bucal que facilita o acúmulo do tártaro, assim como algumas pessoas tem mais tendência pra ter placa e outras não. Normalmente, as raças pequenas são mais propensas a ter tártaro, mas isso não é uma regra. Cachorros grandes também podem ter tártaro e há cachorros pequenos que não tem essa tendência. Vai variar de acordo com o indivíduo.

A única forma de evitar o tártaro (ou prorrogar o aparecimento dele, caso seja um cão com mais tendência) é a escovação DIÁRIA. Sim, você precisa escovar os dentes do seu cachorro todos os dias.

Também existem opções de produtos em que não é necessária a escovação como o Defengy OC, que é uma pasta oral com gosto de mental e é comestível, recomendada para cães que não aceitam escovação. Confira aqui.

Como saber se meu cão está com tártaro?

Um dos primeiros sintomas do tártaro é o mau-hálito. Às vezes você não vê tanta diferença na coloração dos dentes mas começa a sentir que o cão está com “bafo”, isso normalmente indica que o tártaro está se acumulando.

Os dentes afetados pelo tártaro ficam amarelos e vão passando pro marrom. Além disso, o tártaro começa a empurrar a gengiva, deixando-a vermelha, inflamada e em casos mais graves, correm o tecido gengival. Em casos ainda mais graves, o cachorro para de se alimentar, pois o tártaro causa dor e o cachorro começa a evitar a mastigação.

 

Meu cão já está com tártaro, o que fazer?

Não procure soluções caseiras para acabar com o tártaro do seu cachorro, procure um veterinário e ele vai dizer se é necessária a cirurgia de limpeza de tártaro. Nada que você faça em casa vai eliminar o tártaro do seu cachorro uma vez que ele estiver instalado.

Como é o tratamento de tártaro em cães?

É feita uma cirurgia simples para a limpeza do tártaro, normalmente realizada por um odonto veterinário (dentista) e um anestesista. A anestesia mais indicada é a inalatória, por ser mais segura para a maioria dos cães.

São necessários exames pré-operatórios para ter certeza que seu cachorro está saudável para realizar o procedimento, que é simples e o cão volta pra casa no mesmo dia.

Fonte: Site Tudo sobre Cães

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Calendário de vacinação em felinos

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As vacinas para gatos são algo de extrema necessidade para que a saúde e o bem-estar dos bichanos possam ser constantes, e quem deseja ter um felino como parte da família, deve estar ciente da importância que essa imunização tem na vida dos animais. Levando em conta que o sistema imunológico dos gatos filhotes ainda não é completamente desenvolvido, esse cuidado se torna ainda mais preciso na primeira fase da vida dos bichanos, que podem garantir sua proteção contra problemas graves na saúde dos felinos.

Imunizando os gatos de doenças como Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicivirose, e Clamidiose, a vacina quádrupla – conhecida como V4 – é, na maioria das vezes, a escolha de quem busca a proteção de seus novos gatinhos. Entretanto, o mercado conta, ainda, com a versão V3 para as vacinas para gatos, sendo que a diferença entre elas está na quantidade de antígenos presentes na sua formulação.

Seja qual for a sua escolha, ela deve ser aprovada e aplicada por um profissional veterinário de confiança, pois somente ele terá condições de definir quais são as prioridades de imunização para seu pet, além de poder indicar vacinas adicionais para protegê-lo de outras doenças comuns que não fazem parte dos pacotes polivalentes, como Raiva, Leucemia Felina e Dermafitose.

Tendo em vista que o calendário de vacinação felina é específico, fica reforçada a necessidade de uma visita ao veterinário, que poderá dar as instruções adequadas em relação aos tipos de vacina e tempo de intervalo entre elas, garantindo que a imunização seja completa e eficiente.

Além disso, o profissional veterinário também terá condições de identificar outras possíveis complicações que o gatinho esteja sujeito a ter (de acordo com sua raça ou o ambiente em que vive, por exemplo), ajudando a prevenir mais um leque de problemas na vida do animal e de sua família. Conheça, neste artigo, as principais doenças que podem ser imunizadas por meio das vacinas para gatos, e saiba que tipo de cuidado é necessário para garantir a eficácia das vacinas e a saúde do seu pet.

Calendário de vacinas para gatos

As vacinas mais importantes para manter seu bichano longe dos principais perigos felinos são a vacina polivalente e a vacina antirrábica; sendo que a polivalente pode ser encontrada em duas versões diferentes: tríplice e quádrupla – respectivamente chamadas de V3 e V4. Também existem no mercado, vacinas V5, que incluem imunização contra Felv (leucemia felina). Conforme citado anteriormente, a diferença entre elas se dá em função da quantidade de antígenos contida em cada uma.

A V3 (Vacina Tríplice) previne os gatos contra Panleucopenia, Rinotraqueíte e Calicivirose; enquanto a V4 (Vacina Quádrupla), além de todos os antígenos contidos na V3, inclui, ainda, a proteção contra a Clamidiose e a V5 inclui a imunização contra Felv. Confira, abaixo, como seguir os intervalos corretos entre as doses para proteger o seu gatinho:

Aos 60 dias de vida: 1ª dose da polivalente
Aos 90 dias de vida: 2ª dose da polivalente
Aos 120 dias de vida: vacina antirrábica

Conforme detalhado acima, cada uma das doses destas principais vacinas para gatos devem ser administradas com um intervalo de 30 dias, sendo que a primeira dose só pode ser dada ao bichano a partir de seus 60 dias de vida.

Doenças felinas imunizadas pela vacinação

Tendo em vista que Raiva, Clamidiose, Rinotraqueíte, Panleucopenia e Calicivirose são algumas das doenças mais perigosas para os gatos e que todas elas podem ser imunizadas com o simples ato da vacinação, conheça, a seguir, um pouco mais sobre elas:

  • Panleucopenia: Extremamente contagiosa, a Panleucopenia Felina é transmitida por meio do contato com animais doentes ou objetos contaminados com o vírus da doença. Febre, vômitos, falta de apetite, depressão e diarreia são alguns dos sintomas mais comuns em felinos infectados; sendo que filhotes podem, ainda, sofrer com a falta de coordenação motora. Provocando alterações nas células de defesa do organismo dos bichanos, a doença os deixa mais suscetíveis a outras complicações, que podem levar o pet à morte.
  • Rinotraqueíte: Causada pelo herpesvírus – responsável por mais de 40% das doenças respiratórias em felinos – a Rinotraqueíte é fatal para 60% dos filhotes que desenvolvem a doença. Altamente contagioso, o problema tem o aparecimento de espirros, rinite, salivação, conjuntivite, febre, falta de apetite e secreções nasais entre os seus principais sinais.
  • Calicivirose: Causando uma espécie de gripe nos gatos, a Calicivirose afeta as mucosas oral e respiratória dos felinos, e a presença de úlceras na cavidade oral do animal é o sinal mais típico da doença. Podendo ser associada a outros problemas (como a Rinotraqueíte, por exemplo), a complicação também pode facilitar a infecção do animal contaminado por doenças diferentes, que podem evoluir para pneumonias e levar o gato a óbito.
  • Clamidiose: Tendo os microrganismos intracelulares como agentes causadores, a Clamidiose se apresenta como uma mistura entre a rinite e a conjuntivite aguda, tendo febre, secreções oculares e espirros como seus principais sintomas.
  • Raiva: Podendo afetar todos os mamíferos, esta zoonose pode ser transmitida por meio da saliva de animais contaminados e pela mordida de morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue). Responsável por alterações no sistema neurológico dos infectados, a Raiva não tem cura, e sua única forma de prevenção é por meio da vacinação antirrábica. Alterações de comportamento, fotofobia (medo de luz), agressividade, hidrofobia (medo de água) e falta de apetite são alguns dos sintomas mais comuns em gatos com a doença.
  • Felv (leucemia felina): A Leucemia felina é uma doença causada pelo vírus FeLV que compromete as defesas imunológicas dos gatos domésticos e felídeos selvagens. Com o vírus, o felino fica vulnerável a doenças infecciosas, lesões na pele, desnutrição, cicatrização mais lenta de feridas e problemas reprodutivos.

Vacinação de filhotes felinos

Embora a necessidade das vacinas para gatos seja ainda maior quando filhotes, é preciso lembrar que os felinos não devem ser vacinados antes dos 60 dias de vida, já que os anticorpos passados de mãe para cria podem interferir na eficácia das vacinas, fazendo com que a imunização do gatinho não seja completa.

Outro cuidado que deve ser tomado antes de vacinar o seu felino – em qualquer idade – é o de certificar-se de que ele está saudável e sem sintomas como febre ou diarreia, por exemplo.

Vale a pena lembrar que, por seus sistemas imunológicos ainda não estarem completamente desenvolvidos, gatos filhotes não devem ser expostos às ruas ou a outros animais enquanto não tiverem tomado todas as vacinas necessárias aos felinos; já que, nesta fase, o risco de contaminação por qualquer tipo de doença é muito maior. Tendo isso em mente, basta levar seu bichano para a vacinação, e reforçar as doses anualmente para que ele continue protegido.

Vacinação de gatos adultos

Independentemente da idade do gato, a vacinação segue como item imprescindível. Como estes já apresentam o sistema imune formado, basta uma dose da polivalente e uma dose da antirrábica. Feito isso, basta reforçar a dose todos os anos para mantê-lo longe de problemas.

Gatos adultos também devem estar saudáveis e vermifugados para que possam receber toda a proteção oferecida pelas vacinas, e passar por uma consulta com um veterinário pode ser uma boa pedida – principalmente, se o felino tiver sido adotado das ruas, pois tem mais chances de ter sido exposto a diferentes doenças e zoonoses.

Reações das vacinas para gatos

Há uma série de reações que podem ser desencadeadas nos gatos que recebem vacinas e, embora não sejam tão frequentes, é importante que os donos de pets fiquem atentos aos sinais.

Durante a primeira imunização dos felinos, infelizmente, não é possível prever complicações; no entanto, há medidas que podem ser tomadas por profissionais veterinários para diminuir reações em gatos que já demonstraram uma tendência para problemas desse tipo. Estas precauções serão tomadas de acordo com os motivos da reação do animal e, em alguns casos, a administração de antialérgicos ou anti-histamínicos pode ser recomendada antes da vacinação.

Coceiras na cabeça e no rosto, dificuldades respiratórias, vômitos e falta de coordenação são alguns dos sintomas mais frequentes em bichanos com reações às vacinas e, ao notar qualquer um destes sinais no seu pet, não hesite em levá-lo para uma clínica veterinária. Sem o pronto-atendimento o gato pode desenvolver ainda mais complicações, que podem ser fatais.

Reações que incluem paralisias localizadas e um andar manco do bichano podem ser causadas em função da maneira com que a vacina felina foi aplicada, e não pelo seu conteúdo. Entretanto, a melhor pedida ao perceber qualquer tipo de comportamento incomum no seu pet após a vacinação é recorrer a um profissional da saúde animal.

Fonte: Site CachorroGato

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Terra Zoo na Fecoimp 2018

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De 12 a 15 de setembro, a Fecoimp – Feira do Comércio e Indústria de Imperatriz vai movimentar a cidade e região. Realizada pela Associação Comercial e Industrial de Imperatriz-ACII, em parceria com empresas e instituições públicas e privadas, a Fecoimp tem como princípio básico a integração, a divulgação e o fomento do comércio e indústria.

A Terra Zoo e a Potiguar estão presentes com um stand, especialmente montado com cenários,  oferecendo uma demonstração do mix de produtos encontrados nas lojas e atrações imperdíveis para os visitantes da Fecoimp. Dentre elas, oficinas de decoração como: iluminação e decoração de ambientes, utilização de tintas e efeitos marmorizados ministradas por arquitetos e decoradores da Potiguar. A Terra Zoo irá oferecer oficinas de aquarismo (como montar aquários), jardinagem (técnicas de plantio), demonstração de tosa e cuidados básicos de cães e gatos, ministradas por profissionais das respectivas áreas como biólogo e veterinária.

No stand, também acontecerá a ação Foto Premiada, onde o visitante poderá tirar qualquer foto de seu celular, postar em seu perfil no Instagram (deixando o perfil público), marcar @terrazoo e usar a hashtag #terrazooitz e receber a foto impressa. Dentre essa fotos impressas, algumas serão premiadas com 15% de desconto em compras (somente no setor pet, como rações e acessórios) ou um banho e tosa (na máquina) para cão de qualquer porte, na loja Terra Zoo de Imperatriz. A validade para utilização da premiação é até o dia 29 de setembro de 2018.

 

A Fecoimp 2018 acontece até o dia 15 de setembro, no Centro de Convenções de Imperatriz, na rua Marechal Hermes da Fonseca- Centro.

 

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Saiba como proteger seu cão contra barulho de fogos de artifício

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Em determinadas épocas do ano como Natal, Ano Novo, festas juninas e mais especificamente, Copa do Mundo, fogos de artifício são muito comuns. O que muitas pessoas não sabem é que os animais, principalmente cachorros, sofrem muito com estes barulhos. Saiba como acalmar seu cachorro contra fogos de artifício, evitando que ele se machuque gravemente ou até de uma fatalidade.

Para acalmar seu cachorro nestas situações, é necessário compreender o medo do seu animal. Cachorros têm uma audição muito sensível. Por isso, o som dos fogos, como alarmes e trovões, provocam muita ansiedade e inquietação nesses animais.

Em dias tranquilos, pode ser interessante fazer seu cachorro escutar o som dos fogos, pelo celular, computador ou televisão. Ao mesmo tempo que ele ouve o barulho, faça brincadeiras e dê petiscos. Assim, o cachorro irá associar o barulho à um momento de diversão e poderá ficar mais calmo quando os fogos acontecerem de fato.

Colocar um pouco de algodão nos ouvidos do animal pode ajudar a reduzir a intensidade do som. Outra opção é ligar o som da televisão ou do ar condicionado, isso pode ajudar a tirar a atenção dos sons dos fogos lá fora.

Deixe seu veterinário por dentro do problema. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de tranquilizantes. Além disso, eles podem indicar soluções para o problema mais específicas para o seu cachorro.

Verificar as portas de casa, colocar a guia no animal e ter uma coleira de identificação podem ser medidas essenciais para que o cachorro se sinta mais seguro. Além disso, pode evitar que o cachorro fuja com medo e se perca, podendo sentir mais medo por estar sozinho.

Truque do Pano

O truque do pano já é conhecido por muitos donos de cachorros. Enrolar um pano em volta do seu animal faz com que ele se sinta “abraçado” e seguro. Isso pode ajudar a acalmar seu cachorro contra fogos de artifício.

 

Fonte: Blog Zee Dog

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