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Conheça o Pastor Catalão

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Muito comum na Catalunha, onde é chamado “gos d´atura”, este cão tem uma origem claramente análoga as dos demais pastores europeus. Interessante observar que o tipo de pastor de pelo longo, difundido por toda Europa, não podia deixar de imigrar para a Espanha, principalmente na zona dos pirineus, onde o pastoreio sempre constituiu um dos recursos principais.

Na região de origem, o pastor catalão ainda é empregado como auxiliar na condução de rebanhos, atividade na qual mostra-se realmente formidável: sabe evitar com muita facilidade que os animais passem a zonas cultivadas ou que o rebanho se disperse. Nem o touro mais impetuoso ou o potro mais selvagem o desobedecem: graças a sua astúcia, força e capacidade, obtém do gado uma submissão tal que lhe basta colocar-se no limite de um terreno cultivado para que nenhum animal se atreva a entrar nele. É possível observar, ás vezes, como um pastor, sem mais ajuda que um ou dois destes cães, consegue conduzir um rebanho muito numeroso com segurança, rapidez e precisão tais, que desperta assombro.

Excelente para a guarda, como cão policial de guerra, graças à pelagem e à estatura reduzida, o pastor catalão vai-se afirmando cada vez mais também como raça de companhia.

Temperamento

O Pastor Catalão é carinhoso, rústico e fiel. É bastante inteligente e obediente, o que faz com que seja de fácil treinamento, é capaz de seguir os seus próprios instintos de forma a resolver os problemas com que se depara. Por vezes encontra-se exemplares desta raça em concursos de agility, pois é muito ágil e enérgico. É aconselhável que seja habituado à socialização, devido à presença forte de características de cão de guarda. É ainda um cão reservado, mas mesmo assim é brincalhão.

Expectativa de Vida: 12 – 14 anos
Personalidade: Protetor, Ágil, Inteligente, Treinável
Altura: Macho: 47–55 cm, Feminino: 45–53 cm
Cores: Preto, Vermelho, Cinzento, Fulvo, Sable, Marrom
Peso: Macho: 16–20 kg, Fêmea: 16–20 kg

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Participe do Cãocurso, neste sábado, dia 2

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A Secretaria do Estado da Saúde promove neste sábado, dia 02/12, o evento “Mais Saúde Animal”, com apoio da Terra Zoo e do Hospital Veterinário da UEMA – Universidade Estadual do Maranhão. O evento vai oferecer vários serviços gratuitos para a comunidade em geral como consultas veterinárias para cães e gatos, vacinação antirrábica, testagem para leishmaniose em cães e castrações de cães machos, previamente cadastrados e indicados por ongs protetoras de animais.

A Terra Zoo estará presente com um stand de demonstração e venda de produtos e na organização do Cãocurso, onde todos os presentes poderão concorrer com seus cães nas seguintes categorias: o cão mais parecido com o dono, a fêmea mais elegante, o look mais criativo e o macho mais posudo. Os primeiros colocados nessas categorias ganharão super kits oferecidos pela Terra Zoo. Para participar, os tutores deverão inscrever seus cães mediante a doação de 2 kg de ração para cães ou gatos (pacotes lacrados), onde toda a arrecadação irá para as ongs participantes do evento. O Cãocurso acontecerá às 11h da manhã.

O evento “Mais Saúde Animal” acontece das 8h às 17h, no Hospital Veterinário da UEMA e ainda trará stand de adoção de animais com painéis com fotos de animais que estão disponíveis para adoção, venda de lanches de ongs com renda revertida para os mesmos continuarem seus trabalhos voluntários com animais em situação de abandono.

Participe!

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Prepare seu cão para as festas de fim de ano

fim de ano

Quando os festejos de final de ano são anunciados, muita gente começa a se afligir com o que vem pela frente. Nessa época, alguns problemas comportamentais do cão podem se tornar bem incômodos. Por exemplo, quanto maior o cão, maior a facilidade para ele explorar com o focinho as gostosuras da ceia de natal em cima da mesa. Se os estouros dos fogos fizerem o fiel amigo entrar em pânico, a comemoração da entrada do Ano Novo poderá ser bastante tumultuada. Sem falar nos trovões das chuvas de verão, que podem resultar em buscas atrás do cão fugitivo no meio do aguaceiro. O impacto de situações estressantes como essas, porém, pode ser evitado ou bastante reduzido com algumas dicas.

Medo de fogos

Cães com receio de estampidos costumam salivar com excesso, perdem o apetite, ficam ofegantes e procuram o tempo todo um lugar seguro para se esconderem (geralmente menor que eles). Há também os que fogem ou acabam se machucando ao tentar pular uma cerca ou muro, por exemplo. Se não para começar a preparar o cão para os estrondos sejam aceitos com naturalidade, algumas dicas poderão ser úteis na hora H.

Segurança

Não se esqueça de verificar se o local onde o cão fica abrigado nas situações que o amedrontam é seguro e livre de perigos. Alguns cães chegam a quebrar portas de vidro, podendo se ferir gravemente.

Medicação

Se o caso do seu cão é caracterizado como fobia em alto grau, é indicado consultar um veterinário de confiança. Ele poderá prescrever medicamentos para os mais ansiosos, se for o caso.

Roubo de comida

É normal que o cão saudável tenha bom apetite. Mas alguns são vorazes demais, difíceis de controlar. Raças selecionadas para caça, como os Beagles, tendem a estar esfomeadas o tempo todo. É um comportamento que até pode contribuir para manter o interesse pela presa, mas tanta gula não é bem-vinda nas confraternizações familiares.
E como agir quando não foi possível preparar o cão para ser bem-comportado ao ver comida? Sugerimos, em seguida, algumas providências com potencial para reduzir significativamente os ímpetos de abocanhar gostosuras. Mas lembre-se que, no futuro, quando você resolver ensinar obediência básica ao cão, um comando poderá ser suficiente para controlar os impulsos gastronômicos dele.

Canse o cão antes da festa

Algumas poucas horas antes do evento, faça um passeio longo e vigoroso com o cão. Com isso, ele terá menos energia para atividades como dar uma espiada na mesa e, quem sabe, conseguir alguma guloseima.

Encha a barriga dele previamente

Alimente bem o cão antes da reunião familiar para diminuir o interesse dele por comida. Além disso, quando for servir a refeição aos convidados, ofereça antes ao cão um osso novo, do tipo que ele mais gosta. Ou, então, dê um brinquedo daqueles que desafiam a tirar a comida do seu interior (alguns modelos permitem até que a comida esteja congelada, o que prolonga a duração do entretenimento). Cansado depois de passear, barriga cheia e ainda entretido com as delícias especialmente oferecidas para ele provavelmente participará da confraternização familiar sem incomodar.

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O doce gigante Irish Wolfhound

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Apesar do seu tamanho gigante e do seu aspecto eriçado, o Irish Wolfhound – consciente, talvez, de ser o mais forte – é de índole amável, e de grande bondade e generosidade; paciente com todos, em particular com as crianças, coisa em que dificilmente o iguala a outras raças caninas.

É muito inteligente, mais reflexivo que vivaz, e muito hábil. Quem teve por companheiro a um destes cães dificilmente poderá escolher outro. Bom cão de guarda, valente, enérgico, não é de natureza mordedora: limita-se a latir e a observar o intruso até que chegue o dono. Entretanto, se adestrado para o ataque, pode ser perigosíssimo, porque a sua extraordinária força permite-lhe chegar a matar um homem.

Ama a todos os membros da família, mas mostra especial tendência a tomar carinho por uma pessoa mais que por outras, a que logo considera o seu guia; por ela, o seu apego não conhecerá limites e não será transferido a outros.

Não é aconselhável tê-lo na cidade: sofre com o calor e gosta de estar ao ar livre. Mas, para estar junto ao dono, adapta-se a todos os ambientes embora a falta de liberdade e espaço possa influir na sua saúde e caráter.

Diz-se que as origens desta raça datam de 1863, a partir de cruzas com o Dogue alemão. Outros consideram, que as suas origens são muito remotas, já que pareceria certo que na Irlanda existiam antigamente cães lutadores de grande tamanho e estatura, dotados de excepcional força muscular.

O naturalista E.C.Ash não crê que a raça tenha uma origem anterior ao século XIV: refere-se a cães irlandeses de grande volume, mas diz que teriam sido simplesmente descendentes dos dogues alemães, mastins e greyhonds.

Nestes últimos anos, o Irish Wolfhound voltou a estar na moda na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos; em ambos os países o seu número aumentou consideravelmente e as suas qualidades psicofísicas melhoraram notavelmente.

Expectativa de vida: de 6 a 10 anos
Classificação: Raça
Personalidade: Leal, Dócil, Generoso, Digno, Aprende fácil, Paciente
Cores: Preto, Branco, Vermelho, Cinzento, Fulvo, Tigrado
Origem: Bélgica, Irlanda

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Vários filhotes adotados neste sábado, na Cohama

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Vários filhotes de cães e gatos ganharam novos lares, neste fim de semana (25/11), durante a adoção na Terra Zoo da Cohama. Treze cães e 4 gatos foram adotados, todos vacinados, vermifugados e microchipados, e ganharam uma nova oportunidade, sem sofrimento e sem abandono.

A Associação Maranhense em Defesa dos Animais, Amada, foi a ong responsável pela doação dos animais e também vendeu lanches, com toda a renda revertida para os cuidados de outros animais sob sua tutela.

E se você não conseguiu adotar um pet, não se preocupe! A próxima Feirinha de adoção já tem data marcada, dia 16/12, na loja da Forquilha.

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Cheio de energia, o Foxhound Inglês é um corredor nato

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Corajoso e amigável, o Foxhound Inglês gosta de ficar perto da família. Contudo, gosta da companhia de outros cães. Precisa de exercícios diários para não se tornar ansioso e dominante. É mais indicado para a vida no campo, ou com donos que pratiquem atividades diárias. Cheio de energia, consegue correr por quatro ou cinco horas sem parar. De difícil adestramento, exige paciência do dono.

A maioria dos especialistas e autores concordam em que o Foxhound Inglês deriva do cruzamento entre o antigo cão rastejador normando e várias raças de sabujos, muito abundantes desde a antiguidade em todas as regiões da Grã-Bretanha. Embora os ingleses sempre possuíssem e caçassem com cães rastejadores, foi somente depois da conquista normanda que a caça a cavalo com um grupo de cães foi introduzida no país e organizada regularmente. Os cães levados pelos conquistadores normandos eram, sem dúvida alguma, os sabujos normandos. Na Inglaterra, esta raça tomou mais tarde o nome de talbot.

Com o passar dos anos, o talbot continuou existindo enquanto várias raças derivadas dele, evoluíram em formas diferentes nas distintas zonas de Grã-Bretanha, segundo a necessidade, o tipo de terreno e os gostos e ideias dos caçadores e criadores.

Durante o reinado de Jaime I e de Carlos I, ocorreu um súbito melhoramento na velocidade de alguns tipos de sabujos ingleses. Alguns autores atribuem esta modificação imprevista nas aptidões do cão, ao fato de que Jaime I da Inglaterra ter recebido de presente de Henrique IV da França um grupo de cães, para caçar cervos a cavalo, de uma das raças reais de “chiens courants”, e que esses cães, considerados de moda, foram amplamente usados como reprodutores em todas as zonas do país; outros, ao contrário, atribuem-na cruzamentos reiterados e bem dosificados com o greyhound. Mas, na segunda metade do século XVIII, na Grã-Bretanha, a raposa substitui o cervo como presa preferida na caça esportiva; portanto, as normas e regras do “fox hunting” foram uniformizadas e regulamentadas em todo o país e o foxhound adquiriu um tipo definido, com características precisas e válidas ainda hoje.

O foxhound inglês, atualmente, é um modelo de sabujo por suas qualidades, seus dotes estéticos e aptidão para a caça. É difícil encontrar outro cão que possa trotar 15 ou 20 quilômetros desde o canil até o sítio prefixado, caçar durante 5 ou 6 horas (seguindo quase sempre a galope o passo da presa, descoberta no mato) e logo refazer o caminho para voltar à casa, sempre atento.

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Poodle: uma das raças mais populares

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Por baixo do porte aristocrático e da tosa extravagante, existe um cérebro muito desenvolvido. É característico do poodle imitar quase com perfeição o que vê fazer os demais, principalmente o dono, aprendendo com grande facilidade os exercícios mais diversos; por esta razão, os famosos cães amestrados dos circos foram, na sua maior parte, poodles. A sua aguda inteligência, que muitos especialistas consideram superior a de qualquer outro cão, faz que seja agrupado entre as raças mais interessantes e difundidas.

Além destas qualidades, é preciso levar em conta a sua beleza e originalidade. Trata-se, na realidade, dum cão anatomicamente bem constituído e muito gracioso, que se destingiu pelo seu característico tosado, que a diferencia de qualquer outra raça.

Eles cheiram bem. Não exalam o típico odor de cachorro – muito menos de cachorro molhado. A explicação para o perfume natural, é uma característica da pele que os impede de perder pelos. Por causa disto, são também bastante populares entre os alérgicos.

Cheiram bem, não soltam pelos e são inteligentes. Popularidade garantida. Em São Paulo, por exemplo, é a segunda raça mais popular como cão de estimação. Não há dados precisos referentes às suas origens. Os franceses pretendem que é, indiscutivelmente, originário da sua terra; entretanto os alemães afirma que se trata dum produto nórdico autóctone, mais precisamente teutônico, opinião compartilhada pelo grande naturalista Brehm. Há, também, os que sustentam que é originário do Piemonte. Sélincourt, por exemplo, defende esta opinião, baseada no fato de que antigamente havia na Itália poodles de singular beleza, que os turistas ingleses costumavam comprar para levar consigo à sua terra.

Mas a hipótese mais aceitável é a que sustentam os franceses, para os quais os poodles modernos viriam do barbet, cão de mostra francês hoje quase desaparecido, que se caracteriza pelo pelo lanudo e crespo. Do barbet teria conservado, principalmente o instinto para a caça. Na França é chamado de “caniche”, de “canard” (pato), animal que noutra época este cão caçava com gosto e perícia.

Características:

Altura: 45 – 60 cm (Adulto, até à cernelha)
Expectativa de Vida: 12 anos
Classificação superior: Cachorro
Classificação: Raça

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Venda de lanche e Adoção de cães e gatos na loja Cohama

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Neste sábado, a Terra Zoo da Cohama abre espaço, mais uma vez, para as ongs fazerem seu belíssimo trabalho social. A partir das 8h da manhã, o projeto Cães e Gatos de Rua de São Luís vai vender lanches com toda renda revertida para animais resgatados por eles. Já a ong Dindas Formiguinha vai realizar a doação de filhotes de cães e gatos adultos e filhotes, todos com a primeira dose aplicada de vacina viral e microchip de identificação.

Para adotar é preciso ser maior de 18 anos, apresentar RG e comprovante de residência, passar por entrevista e realizar a doação de 3kg de ração (para cães ou gatos), somente pacotes lacrados.

Participe! você pode ajudar comprando lanche ou adotando!

O quê? Venda de lanches e adoção de cães e gatos

Onde? Terra Zoo Cohama

Horário: 8h às 18h

 

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Conheça o Dogo Argentino

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É a primeira e, até agora, a única raça canina criada na Argentina. O professor de Antropologia, Etnologia e Genética da Universidade de Turim, Dr. Alfredo, no seu tratado “problemas de sistemática biológica”, faz referência a esta raça que apresenta, segundo ele, duas qualidades fundamentais: estabilidade biotipológica e força genética. O criador da raça foi o Dr. Antônio Nores Martinez. Já no ano de 1928, haviam confeccionado o standard da raça, mas somente em 1947 deu-se a publicidade na revista “Diana”. Este standard permanece o mesmo que aprovaram a Sociedade Rural Argentina e a Federação Cinófila Argentina nos anos de 1964 e 1965, respectivamente, datas em que abriram-se os registros genealógicos para o Dogo Argentino, adotado, logo pelo Clube de Criadores do Dogo Argentino.

A finalidade que guiou o criador da raça era obter um cão que reunisse uma série de condições que o tornassem apto para a caça grossa de espécies depredadoras como o puma, o javali, o pecari, a raposa etc. e que se adaptasse às condições naturais, do país, completamente diferentes das que existem nos terrenos cerrados para a caça europeus.

Devia reunir, como condições fundamentais as do cão capaz de bater um mato em silêncio afim de não afugentar a presa, bom olfato para farejar no alto, agilidade, valentia e fortaleza. Para isto reuniu nele as características de várias raças tomando como base o velho cão de luta cordobês, que não era mais que uma mistura de mastim espanhol com bull-terrier, quando não bull-terrier puro ou cruzado com bulldog inglês e que se caracterizava pelas suas condições extraordinárias de combatividade, valentia e resistência, mas que carecia de olfato e velocidade; além disso, a sua ferocidade tornava-o inútil para a caça, porque lutavam entre eles. Partindo desta origem foram-lhe injetando distintas correntes de sangue, a fim de chegar a obter a raça desejada. Intervieram, pois, na sua formação o bull terrier, o bulldog, o grande dinamarquês, o boxer, o mastim dos Pirineus, o galgo irlandês, o pointer, o doge de bordéus e o mastim, seguindo um claro conceito genético que levou o criador a obter a raça atual.

Temperamento do Dogo Argentino

O Dogo Argentino é extremamente fiel aos donos, aprende comandos com facilidade e é muito paciente com crianças. Mas como são muito grandes, não se recomenda deixá-los sozinhos com crianças pequenas. Não é um cão agressivo com sua família e não fará muita festa com pessoas que não conhece ao visitarem sua casa. Tem pouca tolerância quando seu território é invadido por estranhos. Quando filhote tem que ser socializado desde cedo com outros cães e animais para poder ter uma convivência tranquila. Como é um cão com instinto muito forte de luta e caça, dificilmente se dará bem com outro macho no mesmo território.

Origem: Argentina
Expectativa de vida: de 10 a 12 anos
Personalidade: Tolerante, Protetor, Leal, Amigável, Alegre, Afetuoso
Altura: Feminino: 60–65 cm, Macho: 60–68 cm
Peso: Feminino: 35–40 kg, Macho: 40–45 kg

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Muitas fofuras na Feirinha de Filhotes

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No último sábado, 11/11, a Terra Zoo promoveu mais uma edição da Feirinha de Filhotes, um show de fofuras que encantaram a todos! Filhotes das raças Shitzu, Maltês, Dachshund, Bulldog Francês, Pug, Chow Chow, entre outros, estiveram em exposição e conquistaram muitos corações.

Além da Feirinha de Filhotes, várias atrações animaram o sábado na loja da Forquilha, a corrida de obstáculos com cães, o caça-bolinhas, Pet Park, jogo de golf, bolinha do Jack fizeram a festa da família! Premiações e distribuição de brindes para os cães que foram participar das atividades e também que aproveitaram e atualizaram suas carteirinhas com a aplicação de vacina antirrábica (também para os gatinhos) e testes de leishmaniose somente para cães fornecidos gratuitamente pela UVZ – Unidade de Vigilância em Zoonoses.

As ongs também tiveram espaço para venda revertida para os animais resgatados das ruas, as Dindas Formiguinha fizeram um bazar com muitos produtos bacanas e a Amada vendeu deliciosos lanches.

O canil Fort Cães realizou demonstrações de adestramento e de agility, fechando o evento com muitas atrações!

 

 

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