close

Pets

DestaquesGatosSem categoria

Calendário de vacinação em felinos

3iga6rlhfwpmdwb0ac9524ilj

As vacinas para gatos são algo de extrema necessidade para que a saúde e o bem-estar dos bichanos possam ser constantes, e quem deseja ter um felino como parte da família, deve estar ciente da importância que essa imunização tem na vida dos animais. Levando em conta que o sistema imunológico dos gatos filhotes ainda não é completamente desenvolvido, esse cuidado se torna ainda mais preciso na primeira fase da vida dos bichanos, que podem garantir sua proteção contra problemas graves na saúde dos felinos.

Imunizando os gatos de doenças como Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicivirose, e Clamidiose, a vacina quádrupla – conhecida como V4 – é, na maioria das vezes, a escolha de quem busca a proteção de seus novos gatinhos. Entretanto, o mercado conta, ainda, com a versão V3 para as vacinas para gatos, sendo que a diferença entre elas está na quantidade de antígenos presentes na sua formulação.

Seja qual for a sua escolha, ela deve ser aprovada e aplicada por um profissional veterinário de confiança, pois somente ele terá condições de definir quais são as prioridades de imunização para seu pet, além de poder indicar vacinas adicionais para protegê-lo de outras doenças comuns que não fazem parte dos pacotes polivalentes, como Raiva, Leucemia Felina e Dermafitose.

Tendo em vista que o calendário de vacinação felina é específico, fica reforçada a necessidade de uma visita ao veterinário, que poderá dar as instruções adequadas em relação aos tipos de vacina e tempo de intervalo entre elas, garantindo que a imunização seja completa e eficiente.

Além disso, o profissional veterinário também terá condições de identificar outras possíveis complicações que o gatinho esteja sujeito a ter (de acordo com sua raça ou o ambiente em que vive, por exemplo), ajudando a prevenir mais um leque de problemas na vida do animal e de sua família. Conheça, neste artigo, as principais doenças que podem ser imunizadas por meio das vacinas para gatos, e saiba que tipo de cuidado é necessário para garantir a eficácia das vacinas e a saúde do seu pet.

Calendário de vacinas para gatos

As vacinas mais importantes para manter seu bichano longe dos principais perigos felinos são a vacina polivalente e a vacina antirrábica; sendo que a polivalente pode ser encontrada em duas versões diferentes: tríplice e quádrupla – respectivamente chamadas de V3 e V4. Também existem no mercado, vacinas V5, que incluem imunização contra Felv (leucemia felina). Conforme citado anteriormente, a diferença entre elas se dá em função da quantidade de antígenos contida em cada uma.

A V3 (Vacina Tríplice) previne os gatos contra Panleucopenia, Rinotraqueíte e Calicivirose; enquanto a V4 (Vacina Quádrupla), além de todos os antígenos contidos na V3, inclui, ainda, a proteção contra a Clamidiose e a V5 inclui a imunização contra Felv. Confira, abaixo, como seguir os intervalos corretos entre as doses para proteger o seu gatinho:

Aos 60 dias de vida: 1ª dose da polivalente
Aos 90 dias de vida: 2ª dose da polivalente
Aos 120 dias de vida: vacina antirrábica

Conforme detalhado acima, cada uma das doses destas principais vacinas para gatos devem ser administradas com um intervalo de 30 dias, sendo que a primeira dose só pode ser dada ao bichano a partir de seus 60 dias de vida.

Doenças felinas imunizadas pela vacinação

Tendo em vista que Raiva, Clamidiose, Rinotraqueíte, Panleucopenia e Calicivirose são algumas das doenças mais perigosas para os gatos e que todas elas podem ser imunizadas com o simples ato da vacinação, conheça, a seguir, um pouco mais sobre elas:

  • Panleucopenia: Extremamente contagiosa, a Panleucopenia Felina é transmitida por meio do contato com animais doentes ou objetos contaminados com o vírus da doença. Febre, vômitos, falta de apetite, depressão e diarreia são alguns dos sintomas mais comuns em felinos infectados; sendo que filhotes podem, ainda, sofrer com a falta de coordenação motora. Provocando alterações nas células de defesa do organismo dos bichanos, a doença os deixa mais suscetíveis a outras complicações, que podem levar o pet à morte.
  • Rinotraqueíte: Causada pelo herpesvírus – responsável por mais de 40% das doenças respiratórias em felinos – a Rinotraqueíte é fatal para 60% dos filhotes que desenvolvem a doença. Altamente contagioso, o problema tem o aparecimento de espirros, rinite, salivação, conjuntivite, febre, falta de apetite e secreções nasais entre os seus principais sinais.
  • Calicivirose: Causando uma espécie de gripe nos gatos, a Calicivirose afeta as mucosas oral e respiratória dos felinos, e a presença de úlceras na cavidade oral do animal é o sinal mais típico da doença. Podendo ser associada a outros problemas (como a Rinotraqueíte, por exemplo), a complicação também pode facilitar a infecção do animal contaminado por doenças diferentes, que podem evoluir para pneumonias e levar o gato a óbito.
  • Clamidiose: Tendo os microrganismos intracelulares como agentes causadores, a Clamidiose se apresenta como uma mistura entre a rinite e a conjuntivite aguda, tendo febre, secreções oculares e espirros como seus principais sintomas.
  • Raiva: Podendo afetar todos os mamíferos, esta zoonose pode ser transmitida por meio da saliva de animais contaminados e pela mordida de morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue). Responsável por alterações no sistema neurológico dos infectados, a Raiva não tem cura, e sua única forma de prevenção é por meio da vacinação antirrábica. Alterações de comportamento, fotofobia (medo de luz), agressividade, hidrofobia (medo de água) e falta de apetite são alguns dos sintomas mais comuns em gatos com a doença.
  • Felv (leucemia felina): A Leucemia felina é uma doença causada pelo vírus FeLV que compromete as defesas imunológicas dos gatos domésticos e felídeos selvagens. Com o vírus, o felino fica vulnerável a doenças infecciosas, lesões na pele, desnutrição, cicatrização mais lenta de feridas e problemas reprodutivos.

Vacinação de filhotes felinos

Embora a necessidade das vacinas para gatos seja ainda maior quando filhotes, é preciso lembrar que os felinos não devem ser vacinados antes dos 60 dias de vida, já que os anticorpos passados de mãe para cria podem interferir na eficácia das vacinas, fazendo com que a imunização do gatinho não seja completa.

Outro cuidado que deve ser tomado antes de vacinar o seu felino – em qualquer idade – é o de certificar-se de que ele está saudável e sem sintomas como febre ou diarreia, por exemplo.

Vale a pena lembrar que, por seus sistemas imunológicos ainda não estarem completamente desenvolvidos, gatos filhotes não devem ser expostos às ruas ou a outros animais enquanto não tiverem tomado todas as vacinas necessárias aos felinos; já que, nesta fase, o risco de contaminação por qualquer tipo de doença é muito maior. Tendo isso em mente, basta levar seu bichano para a vacinação, e reforçar as doses anualmente para que ele continue protegido.

Vacinação de gatos adultos

Independentemente da idade do gato, a vacinação segue como item imprescindível. Como estes já apresentam o sistema imune formado, basta uma dose da polivalente e uma dose da antirrábica. Feito isso, basta reforçar a dose todos os anos para mantê-lo longe de problemas.

Gatos adultos também devem estar saudáveis e vermifugados para que possam receber toda a proteção oferecida pelas vacinas, e passar por uma consulta com um veterinário pode ser uma boa pedida – principalmente, se o felino tiver sido adotado das ruas, pois tem mais chances de ter sido exposto a diferentes doenças e zoonoses.

Reações das vacinas para gatos

Há uma série de reações que podem ser desencadeadas nos gatos que recebem vacinas e, embora não sejam tão frequentes, é importante que os donos de pets fiquem atentos aos sinais.

Durante a primeira imunização dos felinos, infelizmente, não é possível prever complicações; no entanto, há medidas que podem ser tomadas por profissionais veterinários para diminuir reações em gatos que já demonstraram uma tendência para problemas desse tipo. Estas precauções serão tomadas de acordo com os motivos da reação do animal e, em alguns casos, a administração de antialérgicos ou anti-histamínicos pode ser recomendada antes da vacinação.

Coceiras na cabeça e no rosto, dificuldades respiratórias, vômitos e falta de coordenação são alguns dos sintomas mais frequentes em bichanos com reações às vacinas e, ao notar qualquer um destes sinais no seu pet, não hesite em levá-lo para uma clínica veterinária. Sem o pronto-atendimento o gato pode desenvolver ainda mais complicações, que podem ser fatais.

Reações que incluem paralisias localizadas e um andar manco do bichano podem ser causadas em função da maneira com que a vacina felina foi aplicada, e não pelo seu conteúdo. Entretanto, a melhor pedida ao perceber qualquer tipo de comportamento incomum no seu pet após a vacinação é recorrer a um profissional da saúde animal.

Fonte: Site CachorroGato

Leia mais
CãesCuriosidadesDestaques

Doença de pele em pug: como tratar

como-limpar-as-dobras-do-pug

Com o rosto enrugado e os olhos esbugalhados, os pugs são companheiros leais, adaptam-se com facilidade a qualquer ambiente e se dão bem com outros cachorros, por isso são tão populares, principalmente entre os tutores que têm pouco espaço disponível em casa.

Eles são bastante conhecidos pelos seus focinhos achatados e olhos saltados. Suas dobrinhas também são características, fazendo com que a raça seja querida por aqueles que gostam de cachorros pequenos, ativos e muito fofos.

Essas características dos pugs, no entanto, acabam gerando diversos problemas de pele. As dermatites, como são chamadas as doenças de pele, acometem os pugs por conta do pelo curto e das pregas espalhadas no corpo.

Além desse problema de saúde, esses cães frequentemente sofrem frequentemente com deficiências respiratórias, doenças oculares, problemas dentários e dificuldades no parto.

Confira as dicas para que você saiba mais sobre a prevenção, os sintomas e os cuidados a serem tomados para manter a pele do seu cão da raça pug sempre saudável:

Prevenção

A boa higiene do cachorro é primordial para manter a saúde em dia. Como os pugs têm muitas dobrinhas pelo corpo, é necessário prestar muita atenção para deixá-las sempre bem limpas e secas.

Escovações frequentes previnem o acúmulo de sujeira, diminuindo as chances de haver desenvolvimento de fungos e bactérias na pele do cachorro. Por questões genéticas, os pugs têm maiores chances de desenvolver atopias, um tipo de reação alérgica na pele.

Os agentes alergênicos responsáveis por desencadear essa reação variam. Poeira e ácaro até fumaça de cigarro são apenas alguns deles. Por isso, fique sempre atento ao comportamento do seu cão, assim você saberá quais são as possíveis causas da alergia.

A parte do corpo na qual os pugs mais apresentam alergia é nas dobras do nariz, logo, essa área deve receber cuidados especiais. É preciso manter o focinho do seu cachorro limpo e seco, realizando a higienização com frequência.

Manter o ambiente no qual o seu cão vive sempre limpo e arejado previne o acúmulo de sujeira, poeira e ácaros. Isso reduz as chances de aparecimento de bactérias e fungos. Além disso, tome cuidado com os produtos de limpeza utilizados nos locais que o cachorro costuma ficar.

Alguns componentes químicos podem provocar alergias, não só na pele, mas também nas mucosas do seu pet. Como os pugs já tem mais chances de desenvolver essas doenças, é importante eliminar todos os fatores de risco, usando produtos neutros para a limpeza.

O seu cão também pode desenvolver dermatites por conta da alimentação. Muitas vezes os cachorros não se adaptam a determinadas rações, por isso é preciso tomar cuidado na hora de escolher o alimento de seu pug.

Compre rações específicas para a raça e, caso você opte pela alimentação natural, converse com um nutricionista veterinário para que a pele e o pelo do cão não sejam afetados por deficiências nutricionais.

Sintomas 

O tutor deve conhecer muito bem seu cachorro, assim qualquer mudança de comportamento será facilmente percebida. Os principais sintomas das dermatites são quedas de pelo, coceira, mau cheiro e descamação no local da alergia.

Quando as dermatites acontecem perto dos olhos ou dos ouvidos, os cães também podem desenvolver conjuntivites e otites. Caso a alergia ataque os olhos do cachorro, sintomas como lacrimejamento, inchaço e aparecimento de secreções podem surgir. A otite faz com que os cachorros cocem muito a região das orelhas, chorem durante o processo e exalem um cheiro forte.

Os pugs, assim como outros cães com pelos curtos, fazem duas trocas de pelo por ano. Isso costuma acontecer antes do verão e antes do inverno. Se o seu cachorro estiver soltando muitos pelos nessas épocas, preste atenção para saber se é um processo natural ou se a queda está sendo agravada por alguma alergia.

Tratamento

O tratamento da dermatite canina depende de sua causa. É necessário que o seu pug seja avaliado por um veterinário que, ciente de todas as informações sobre a rotina do seu cão, alimentação adotada e ambiente de vivência, saberá avaliar as possíveis explicações para a alergia. É possível que o veterinário solicite testes de alergia, para ter certeza do que causa irritabilidade na pele o seu cão, evitando dermatites no futuro.

Quando o agente alergênico for identificado, o tratamento com medicamentos pode começar. É possível utilizar xampus medicinais, que acalmam a pele reduzindo os sintomas da alergia, e também anti histamínicos.

Para saber qual é o tratamento mais adequado para o seu pug e recuperar ou deixar sua pele e seus pelos ainda mais bonitos, consulte um médico veterinário.

Fonte: agência SEO Marketing

Leia mais
CãesDestaquesRaças

Boiadeiro de Appenzell, o cão rural suíço

entlebucher-sennenhund-hunderassen-760×560

Os cães rurais suíços são de origem antiguíssima. Alguns naturalistas admitem que trata-se de raças de formação local, isto é, autóctones, e que são derivadas do cão da idade de bronze e do setentrião (Canis familiares inostranzewil) com infusão de sangue de lobo. Por outro lado, estudiosos como Tschudy, Keller e Kraemer, reconhecem o antepassado destes atuais cães rurais, no cão Tibetano. Assim como no caso do São Bernardo e o Rottweiler, os romanos teriam levado para suas colônias suíças, numerosas manadas, fazendo-se seguir naturalmente pelos próprios pastores. Já numa lâmpada de terracota da época romana, está representado um cão pastor semelhante ao atual cão rural bernês. Portanto, o Boiadeiro Bernês e o de Appenzeller são parecidos com o tibetano leve de pelagem pardo-preta, enquanto que o São Bernardo é mais parecido com o tibetano pesado.

O Appenzeller Sennenhund é um boiadeiro de incrível vitalidade e grande dedicação ao trabalho e ao dono. É usado para conduzir rebanhos e manadas pelas montanhas; de noite, está sempre vigilante, e enquanto não está a conduzir o gado a pastorear, está a vigiar a casa do dono e seus bens. Esta raça necessita de atividades ao ar livre e grandes espaços abertos para se exercitar.

Expectativa de vida: de 12 a 14 anos

Personalidade: Vivaz, Confiável, Seguro de si mesmo, Energético, Destemido

Altura: Feminino: 50–54 cm, Macho: 52–56 cm

Cores: Vermelho tricolor, Preto tricolor

Peso: Feminino: 22–32 kg, Macho: 22–32 kg

Leia mais
CãesDestaques

Conheça o Pastor de Beauce

beauce

Também chamado pastor francês de pelo curto ou beauceron ou bas rouge ( isto é “meias vermelhas” pelas manchas cor de fogo nas garras), o pastor de Beauce é um pouco parecido com o dobermann, e não são poucos os que vêm nesta antiga raça francesa, a origem do mais moderno cão de defesa alemão.

O pastor de Beauce, por sua vez, descenderia de um cão muito mais primitivo, de pelo duro e aspecto selvagem, no qual atuaram minuciosos processos seletivos até que, em 1897, a raça, tal como é conhecida hoje, foi apresentada pela primeira vez em exposições caninas francesas, suscitando o interesse de numerosos cinófilos; Desde então, sua criação tem-se estendido notavelmente.

Sobre as qualidades psíquicas deste cão, escreveu Boulet de Elbeufs, criador do griffon homônimo: “…a inteligência, a obediência, a atividade do beauceron são proverbiais: é também um guardião fiel e um defensor denotado e sua inclinação para cuidar o rebanho parece inata, escrupulosamente transmitida através de séculos..”.

Comportamento

O Pastor Beauceron é tenaz, sociável, curioso e sente um grande apego por seus donos. Ele é inteligente, tem uma grande memória e é muito obediente. Apesar disso, eles não aceitam imposições sem sentido, mesmo que por seus donos. Devido ao seu passado como cão pastor e a sua desconfiança com pessoas estranhas, ele é um cão de guarda nato. Essa raça adora brincar e fazer exercícios com seus donos.

O cão Beauceron trabalha com empenho e é muito determinado, principalmente em situações de pastoreio como está acostumado a trabalhar há séculos, porém dentro de casa ele é gentil e sociável, sempre pronto para brincar, fazer uma caminhada ou simplesmente trocar carinhos e descansar no sofá.

Um pouco reservado e desconfiado com pessoas de fora do circulo familiar, o Pastor de Beauce tem instintos protetores poderosos. Eles tendem a ser especialmente protetores e vigilantes com as crianças da família. Com um treinamento e socialização corretos, o Pastor Beauceron pode se dar muito bem com outros cães e até mesmo gatos.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Expectativa de vida: de 10 a 12 anos

Peso: Macho: 32 – 45 kg, Feminino: 30 – 39 kg

Personalidade: Protetor, Amigável, Calmo, Destemido, Inteligente

Altura: Macho: 66 – 71 cm, Feminino: 64 – 66 cm

Cores: Tricolor, Preto e canela, Arlequim, Preto e Ferrugem

Leia mais
CãesDestaques

Curiosidades sobre o Dobermann

doberman

Há poucas raças de cães tão aptas para a defesa e a guarda, as qualidades físicas e psíquicas do dobermann o colocaram em pouco tempo em primeiríssima linha, dotado de grande desconfiança com os desconhecidos, sempre prefere estar perto do dono, sua vigilância é interessante, seu olhar vivaz investiga sem descanso ao redor, de modo que possa advertir o dono de qualquer perigo eventual. Não conhece o medo, no momento do perigo seu corpo musculoso põe-se tenso na fisionomia se endurece o olho se acende e ao menor sinal ou ordem do dono ataca corajosamente o adversário.

Surpreende que, no caso desta raça, a obra de seleção tenha sido lograda em um período muito breve, obtendo com rigor características excepcionais. A origem do dobermann é recente: tal como conhecemos, a raça existe desde há poucas décadas, e ainda antes, quando se apresentava menos refinada, a sua origem não ia mais além da metade do século passado.

Mesmo assim, sabemos pouco sobre a sua origem. Os franceses consideram que havia descendência do seu cão pastor de Beauce e é certo que há entre ambas as raças uma notável semelhança. Por sua vez, os cinófilos alemães preferem derivar o dobermann de diversos antepassados; por exemplo, o consideram originário da Turingia e precisamente da aldeia de Apold, onde um simples porteiro de palácio de nome Dobermann (de quem derivaria o nome da raça) haveria conseguido obter este cão pelo cruzamento de várias raças, entre elas o pastor alemão antigo e o pinscher alemão.

No princípio, a raça tivera por nome “belling”, aparentemente o apelido daquele porteiro, mas há quem diga que o belling era um cão completamente diferente. Segundo outros especialistas, o velho pastor alemão haveria sido a raça básica para criar o dobermann, mas empregando além do pinscher, o braco de Weimar. Não falta, finalmente, quem supõe a intervenção do black-and-tan-terrier e do rottweiler, mas isto foi rejeitado categoricamente por Otto Goller, quem seguiu na criação a Dobermann; diz-se que Goller foi o verdadeiro selecionador, o que fixou a raça. É provável também, que mais adiante o dobermann tenha recebido sangue inglês no sentido de que, num primeiro momento, era um pouco tosco e logo afinou-se através do cruzamento com o terrier preto fogo (black-and-tan), presente na Alemanha com dimensões consideráveis. Parece que somente em 1900 o dobermann adquiriu a conformação ágil que ostenta hoje.

Além dos dotes psíquicos e as aptidões da raça. A raça ainda possui grande capacidade de aprendizagem e é fácil de adestrar. De constituição muito robusta, suporta facilmente fadigas e intempéries e, em qualquer circunstância, está disposto a sacrificar a vida para proteger o dono.

Temperamento do Dobermann

O Dobermann é um cão de guarda inteligente e capaz, sempre alerta e pronto para proteger sua família e sua casa. Ele é um companheiro leal e aventureiro. Gosta de desafios mentais, e é muito obediente como aluno. É sensível e muito receptivo aos desejos da família, embora alguns possam ser dominadores. Geralmente é desconfiado com estranhos.

Origem: Alemanha

Expectativa de vida: de 10 a 13 anos

Personalidade: Alerta, Obediente, Leal, Energético, Destemido, Inteligente

Cores: Preto, Branco, Vermelho, Fulvo, Azul

Altura: Macho: 66–72 cm, Feminino: 61–68 cm

Peso: Macho: 34–45 kg, Feminino: 27–41 kg

Leia mais
DestaquesPets

Como e quando realizar a troca de ração de seu pet

19pg07(2)

Diferente do que ocorre com os seres humanos, os animais comem o mesmo tipo de alimento todos os dias. Por causa disso, é importante que os tutores se certifiquem que o alimento consumido é capaz de oferecer e repor todos os nutrientes que o pet necessita para ser saudável. Vários motivos podem ser enumerados para a troca de ração do pet, independente da razão é recomendado fazer de forma gradual.

O principal motivo para que a troca de ração seja dessa forma está no fato de que é necessário que o sistema digestório do animal se adapte ao novo alimento. “O ser humano está acostumado a variações diárias na alimentação. Com isso, o seu metabolismo e sistema gastrointestinal são capazes de lidar com a diversidade. Já o cão e o gato comem o mesmo alimento diariamente e uma mudança repentina pode acarretar em problemas de saúde, como fezes amolecidas, diarreia e vômitos”, afirma a pesquisadora Mariana Martins.

Dentre os motivos para trocar a ração de seu pet estão:

  • Idade: trocar de ração de filhotes para de adultos ou de adultos para idosos;
  • Preferência: troca de uma ração normal ou premium para uma ração super premium, que possui mais qualidade e nutrientes;
  • Escolha: o cachorro se recusa a comer a ração e então é necessário fazer a troca;
  • Lançamento de marca: há uma novidade no mercado de ração específica para o seu cachorro;
  • Preço: a ração que costumava comprar teve o preço muito aumentado e é preciso comprar uma marca mais acessível;
  • Localidade: mudança para uma região onde não se tem fácil acesso à determinada marca de ração;
  • Saúde: nesta questão há diversos motivos diferentes, como a questão das fezes (odor e consistência), gases, alergia ou problemas de pele e doenças que exigem uma ração medicamentosa.

Quando realizar a troca de ração

A troca de ração deve ser realizada apenas quando for solicitada pelo veterinário do animal. Além de ser necessária quando os pets têm problemas de saúde, cães e gatos precisam mudar de ração quando desmamam, deixam de ser filhotes e passam para a fase adulta e quando as fêmeas estão grávidas. Confira opções aqui.

Filhotes de cães e gatos com mais de um mês de idade devem continuar sendo amamentados pela mãe até, pelo menos, o segundo mês de vida, mas o alimento próprio para filhote também deve ficar disponível. Em algum momento, eles terão interesse e comerão a ração.

Já a transição do tipo de ração para filhote para a ração para animais adultos depende da idade do animal. Os filhotes de cães raças mini e pequenas começam a transição para a fase adulta a partir dos dez meses, enquanto os de raça média iniciam a troca aos 12 meses. Por fim, os pets de raças grandes podem iniciar a alimentação recomendada para cães adultos a partir dos 18 meses. “No caso dos gatos, a troca gradual do alimento de filhote para o de adulto deve ocorrer a partir dos 12 meses”, orienta Mariana.

Além disso, o que muitos tutores não sabem é que as fêmeas gestantes devem se alimentar de ração própria para filhotes durante o período em que estão grávidas.

Como realizar a troca da ração

O ideal é dedicar sete dias para a troca de alimento do animal. Durante esse período, deve haver o aumento gradual da quantidade oferecida da nova ração e a diminuição da anterior até que, no sétimo dia, o pet esteja consumindo 100% do alimento novo. Mesmo para a alimentação natural é importante que a transição seja feita gradativamente, da mesma forma como é feito para a ração nova, sempre respeitando proporcionalmente a quantidade diária recomendada da alimentação natural e da ração anterior, assim o o trato digestório do cachorro irá se adaptando.

Fonte: Pet Cidade e Tudo sobre Cachorros

Leia mais
DestaquesHamstersPets

Cuidados com hamsters filhotes

img_doencas_mais_comuns_nos_hamsters_21586_orig

Tomar conta de hamsters filhotes – independentemente de tê-los criado ou comprado – pode ser bastante trabalhoso. Mesmo se estiverem com a mãe, é necessário ficar de olho neles para verificar se ela está realizando corretamente seus “afazeres” maternos e não os machucando. Se a mãe não estiver presente, hamsters criados à mão têm pouca chance de sobreviver, mesmo se o dono for bastante carinhoso e atencioso. No entanto, existem algumas maneiras de aumentar a chance de sobrevivência deles, com ou sem a mãe por perto.

Preparando o parto da mãe

Avalie os fatores de risco dos pais. Os hamsters chegam à maturidade sexual ao completarem seis semanas de idade, mas não é aconselhável deixar que cruzem nesse momento. A fêmea deve ter ao menos entre 8 a 10 semanas de idade antes de cruzar, enquanto os machos deverão ter de 10 a 12 semanas de vida. Quando o hamster completar 1 ano, ele não deve mais procriar, já que o risco de os filhotes desenvolverem problemas de saúde disparam. A expectativa de vida média de um hamster é de 18 a 24 meses.

Procure por sinais de que a fêmea dará cria. As gestações desses animais são curtíssimas, durando de 15 a 18 dias. Quando souber que a fêmea está grávida, fique de olhos nos indícios a seguir para saber que ela está prestes a dar à luz:
Agitação
Construção de ninhos
Irritabilidade
Aumento no apetite

Prepare a gaiola para o parto, confira opções aqui. Ao observar qualquer um dos sinais acima descritos, a fêmea está perto de dar à luz, logo, a gaiola deve ser arrumada para que os filhotes possam ficar à vontade. Limpe e prepare-a antes do nascimento, mas não muito perto do dia do parto. É muito importante não incomodar a mãe nos últimos dias da gravidez, já que isso aumenta a chance dela canibalizar os filhotes (devido a uma má formação congênita, por exemplo).

Alguns dias antes de dar à luz, coloque-a em uma gaiola limpa e deixe-a em paz. Se não souber em qual período da gestação ela está, isole-a ao perceber que a barriguinha está aumentando de tamanho.

Tire os brinquedos da gaiola. A mãe pode machucar ou matar os bebês se os brinquedos a atrapalharem. Evite lã de algodão ou outros materiais que possam formar muitos fios no chão da gaiola, atrapalhando a movimentação dos pequenos. Além disso, não coloque palha, já que as pontas afiadas machucarão os filhotes. As alternativas mais seguras são: polpa de celulose, pedaços de papel, faia preta ou carefresh (um material agradável para os animais e que absorve os excrementos).

Dê à mãe o material necessário para que ela faça o ninho, como algo aconchegante, quente e que possa formar uma toca. Papel-toalha ou papel de tecido não tingido são recomendados. A partir dos dois dias anteriores à data prevista do nascimento dos filhotes até 10 dias após ela dar à luz, não mexa na gaiola e nem pegue a mãe no colo. Verifique se a mãe preparou o ninho. Quando estiver quase pronta para dar cria, ela construirá um ninho para cuidar dos filhotes. Por isso, não há necessidade de colocar mais revestimento ou materiais para deixá-los confortáveis ou colocar os pequenos em outro local. Na verdade, mexer nele após o nascimento pode ser algo desastroso, já que hamsters são conhecidos pelo canibalismo; deixar a mãe nervosa pode colocar os filhotes em risco. Ele é maior na primeira semana após o nascimento e em mães de primeira viagem.

Cuidando de filhotes de hamster com a presença da mãe

Interfira muito pouco durante a primeira semana. Depois que os bebês nascerem, continue preenchendo os bebedouros com água e os pratinhos com ração durante sete dias, mas não incomode a mãe e os filhotes. Deixe-os quanto mais isolados for possível, ou seja, longe de barulhos de crianças curiosas, do trânsito e da TV e do rádio, por exemplo. Cães e gatos também não devem entrar no cômodo.

Não pegue os bebês no colo em hipótese alguma durante os primeiros 14 dias. A mãe dos hamsters poderá praticar canibalismo nos filhotes se o dono incomodar. Como é um mecanismo de autodefesa desses animais, fique apenas observando durante os primeiros dias. Durante essas mesmas duas semanas, não limpe a gaiola. Deixe a temperatura do ambiente por volta de 21 °C.

Entenda como os filhotes se desenvolverão. Os hamsters recém nascidos são extremamente vulneráveis – sem pelos, surdos, cegos e com os membros parcialmente desenvolvidos. No entanto, eles crescem com muita velocidade; nesse período os acontecimentos devem ocorrer após esses períodos de tempo se eles estiverem se desenvolvendo de maneira normal e saudável:

5-15 dias: os olhos e ouvidos devem abrir
Sete dias: começarão a andar
Sete a dez dias: comerão alimentos sólidos
Dez dias: início do crescimento dos pelos
10-20 dias: os filhotes já conseguirão usar o bebedouro

Deixe que a mãe cuide dos filhotes. Para maior chance de sobrevivência dos recém-nascidos, a mãe deve ter instintos maternos adequados para isso. A função do dono é apenas ficar de olho e deixá-la fazer o que for necessário. Enervar ou incomodá-la fará com que ela ataque os filhotes. Deixe-a em paz; quando os recém-nascidos estiverem sob os cuidados da mãe, não é preciso fazer nada. Verifique se a mãe está bem alimentada. Nas primeiras duas ou três semanas, quando os filhotes são nutridos pela mãe, é importante que ela esteja bem alimentada e saudável. O dono poderá dar ração de hamster ou comida fresca, como cenouras e erva dos prados.

Bolinhas nutritivas para ratos ou camundongos são melhores opções do que muesli para hamster. Isso acontece porque o animal acaba comendo as partes mais saborosas e deixa as mais nutritivas – e menos apetitosas – no pratinho. Forneça água e alimentos para os filhotes. Ao completarem de 7 a 10 dias de vida, os pequenos já estarão prontos para consumir alimentos e bebidas de outra fonte que não a mãe. Não coloque uma tigela de água na gaiola, já que eles podem se afogar; em vez disso, pegue um bebedouro e coloque o bico cerca de 1 ou 2 cm sobre o leito da gaiola. O bebedouro da mãe também deve ser deixado na gaiola, com a diferença que o outro (especial para os filhotes) será baixo demais para um hamster crescido. Quando estiverem prontos para consumir alimentos, os bebês começarão a “roubar” a comida da mãe, logo, coloque bastante ração sólida após observar que estão prontos.

Separe os hamsters por sexo na idade adequada. Hamsters sírios devem ser segregados ao atingirem três ou quatro semanas de vida ou começarão a brigar. Os hamsters anões podem ficar juntos, mas separe-os por sexo se não quiser que cruzem. Isso deve ser feito dentro de 48 horas após o desmame, que por sua vez, deve ser realizado de 21 a 28 dias após nascerem. A puberdade se inicia entre 2 a 18 dias após o desmame. Nesse momento, os hamsters estarão prontos para reprodução.

Cuidando de hamsters órfãos

Entenda os riscos. Conseguir criar hamsters sem a presença da mãe é algo quase impossível. Os filhotes nascem pouco desenvolvidos e precisam de uma alimentação adequada para sobreviverem. Os nutrientes vêm do leite materno e as fórmulas criadas para substitui-los pouco ajudam na formação saudável dos órgãos e ossos ainda deficientes.

Não fique triste se os filhotes morrerem. A chance já era muito pequena desde o começo, mas ao menos você tentou. Cuidado ao usar uma “mãe de aluguel”. Apesar do leite natural de hamster ser a melhor fonte de nutrição para desenvolvimento dos filhotes, o “aluguel” de uma mãe não é algo que funciona muito bem com hamsters, já que a chance da fêmea lactante canibalizar os pequenos é muito grande. Fêmeas que não estão lactando não poderão fornecer o leite necessário para os filhotes.

Substitua o leite materno da melhor maneira possível. O lactol é a melhor opção para servir como leite materno de hamsters (ele geralmente é dado a cães). Os filhotes precisam estar sob uma dieta rígida 24 horas por dia até que comecem a consumir alimentos sólidos. Por sorte, eles se interessam por comida sólida ao completarem entre 7 a 10 dias de vida. Quando começarem a ingerir alimentos sólidos, você poderá dar leite apenas uma vez a cada três horas.

Use um conta-gotas para alimentá-los. Coloque um pouco de lactol no conta-gotas e aperte a borracha para que uma gota fique pendurada na ponta. Segure-a sobre a boca do filhote; ele tentará lamber ou chupar o leite da ponta. Não espirre leite na boca do hamster. Eles são tão frágeis que até mesmo uma pequena quantidade do fluido pode entrar no pulmão do animal, causando pneumonia ou até afogamento. Essa é uma das principais razões que fazem com que cuidar de hamsters órfãos seja tão difícil.

Regule a temperatura do ambiente. Como nascem sem pelos, os filhotes não conseguem regular a própria temperatura corporal até completarem 10 dias de idade. Mantenha o cômodo em uma temperatura constante de ao menos 21 °C, através de uma almofada, compressa quente ou fechando as janelas e ajustando a temperatura do local. Os filhotes ficarão bem à vontade em temperaturas até 26 °C. Acima disso, eles poderão ser afetados negativamente pelo calor. Quando os filhotes estiverem no ninho, cubra-os parcialmente com o revestimento do leito para deixá-los um pouco mais quentinhos.

Fonte: Wiki How

Leia mais
DestaquesPets

Dicas de como escolher seu pet de estimação

Pets

Animais de estimação podem ser uma responsabilidade para a vida toda, por isso, você deve ter a responsabilidade de escolher bem com quem vai dividir a sua vida. Se você quer ter um pet e ainda não sabe qual escolher ou qual irá se encaixar em sua rotina e vice-versa, confira algumas dicas abaixo, a final, pets são animais vivos – não bichos de pelúcia que podem ser “jogados fora” quando se cansar deles.

Comprar ou adotar um animal de estimação certo pode ser um desafio. Pense em que tipo de animais você gosta. Você gosta de animais pequenos e fáceis de cuidar? Ou você gosta de animais que requeiram um pouco de cuidado? Ou você gosta de animais grandes? Quando pensar em tamanho, lembre-se de que gatos e cachorros crescem. Algumas raças ficam pequenas, mas alguns podem crescer bastante. Depende do tipo de gato ou cachorro.

O custo do animal pode ser um fator importante ao escolher o animal certo. Considere tanto o custo inicial de compra como o custo de manutenção, de cuidados veterinários, alimentação, etc.

Se estiver pensando em ter um animal exótico, veja antes as leis da cidade, do estado e do país sobre possuir ou importar o animal. Se estiver trazendo um animal de fora do país, veja com a empresa aérea e a alfândega sobre os documentos necessários e o procedimento de quarentena de animais vindos de determinado país. Estes podem variar de acordo com a fronteira e mudar sem aviso prévio dependendo das regulamentações de saúde.

Veja o que sua moradia permite. Se estiver alugando ou morando em um apartamento ou condomínio, seu prédio permite esse tipo de animal que você quer? As regras podem variar bastante. Muitos prédios permitem animais menores, mas não os grandes, alguns não permitem certos animais independente do tamanho, alguns permitem contanto que se faça um depósito de caução, etc. Verifique com o síndico sobre espécies diferentes, raças e tamanhos que você pretende ter. Consiga permissão por escrito, e faça uma atualização no seu contrato se achar que possa ter problemas.

Diferentes tipos de pets

  • Animais aquáticos:
    Ao optar por um animal aquático como um peixe ornamental, uma tartaruga, etc., avalie o quanto de espaço você tem sobrando. Para a instalação de um aquário, é preciso verificar o local onde o mesmo ficará e a proximidade dele com uma tomada, pois será necessário.
    Avalie o seu tempo disponível para cuidar disso. Isso significa mais do que dar comida. Você terá que se comprometer com as limpezas regulares do aquário: separar os peixes individualmente, limpar bombas e filtros, lavar toda a estrutura e depois gentilmente colocar os peixes de volta sem estressá-los muito.
  • Aves:
    Ao escolher alguma espécie de ave de estimação, você deve avaliar se o espaço é suficiente para eles, pois, quanto maior for o pássaro, maior será a gaiola que ele vai precisar. Alguns pássaros, especialmente papagaios, tem uma expectativa de vida longa. Papagaios cinza africanos, por exemplo, vivem uma média de 50 anos. Periquitos, por outro lado, vivem entre 5-15 anos. Não escolha um pássaro que não possa ter um compromisso com ele para a vida inteira.
    O tempo de de dedicação para eles também deve ser avaliado. Gaiolas precisam ser limpas semanalmente. Os pássaros devem ser molhados algumas vezes por semana. Eles precisam de pelos menos algumas horas por dia de interação com humanos. Um pássaro solitário fica entediado facilmente e pode desenvolver hábitos ruins de se bicar e comer demais, que podem ser prejudiciais se não tratados. Brinquedos e companhias podem melhorar esse problema, mas eles ainda precisam de interação com a família. Eles podem não se dar bem com as outras aves companheiras e isso também afeta os custos em geral, espaço, etc.
    Muitas espécies de aves são presas. Como tais, elas se desenvolveram para não mostrar sinais de doença até que estejam quase mortas. Você deve ter ou desenvolver um senso de observação aguçado para poder dar atenção médica imediata ao seu pássaro.

  • Hamster e Coelhos:

Os hamsters ficam muito ativos à noite e gostam de correr, escalar e cavar. Uma gaiola espaçosa é importante para que tenham espaço pra explorar e se exercitar e para caber acessórios, tocas e brinquedos.  Preste atenção na segurança. A gaiola não pode ser fácil de ser aberta pelo hamster. Os espaços entre as grades tem que ser pequenos para não ser possível escapar, mas não podem ser  pequenos demais para não prender as patinhas. Pode ter vários andares, túneis, escorregadores, rampas e escadas. Precisa ter uma roda para exercícios que pode já fazer parte da gaiola ou ser comprada separadamente. Tocas, casinhas ou algum tipo de esconderijo são muito importantes para que o hamster tenha onde se esconder e dormir sentindo-se seguro. Os hamsters desidratam facilmente por isso é importante ter certeza que terão água sempre disponível.  Cuidado com bebedouros muito pequenos que não armazenam a quantidade de água necessária para pelo menos 2 ou 3 dias. No caso de coelhos, existem diversos modelos e tamanhos de gaiolas para eles. Escolha sempre o maior tamanho possível. Lembre-se que dentro da gaiola é preciso haver espaço suficiente para o coelho se movimentar com conforto e se esticar para deitar mesmo com todos os acessórios dentro. E essa só é uma opção para coelhos que possam ser soltos diariamente por um longo período para brincar e se exercitar fora da gaiola. As gaiolas são úteis para coelhos que não podem ser sempre supervisionados e para casas onde existam outros animais ou crianças pequenas que possam acidentalmente ferir o bichinho. Gaiolas também são uma boa opção para quem gosta de viajar frequentemente levando seu bichinho. A maioria das gaiolas tem grades no fundo,o que facilita a higienização, mas pode causar desconforto para o coelho, por isso é preciso que pelo menos em parte do alojamento exista uma parte sem grade ou um descanso para as patas para dar conforto ao bichinho.

  • Cobras e Lagartos:
    Você está preparado para ter um pet de vida longa? Está disposto a alimentá-lo com grilos e camundongos? É necessário também ter espaço suficiente, pois cobras e alguns lagartos podem ficar muito grandes. Eles vem ganhando espaço na vida de alguns tutores e, aos poucos, sendo considerados uma boa opção para animal de estimação. Isso porque é ideal para quem tem alergia a pelos, possuem pouco tempo disponível e procuram animais menos carentes de atenção. Eles são ótimas opções para os tutores que não possuem disponibilidade de espaço e tempo. Afinal, ficam dentro dos terrários e não carecem de atenção o tempo todo. No entanto, é uma péssima escolha para os tutores que gostam de carinho e afeto, já que este tipo de animal não é muito adepto a afabilidade. Eles moram dentro de terrários, que são aquários com tampas, planejados especificamente para ficarem parecidos com seu habitat natural, possuem pedras, galhos, pequenos poleiros e uma caverninha para o animal se esconder e descansar. Geralmente, os terrários possuem lâmpadas que mantém o ambiente quente e iluminado, do jeitinho que répteis e lagartos gostam e ficam confortáveis. Sobre o tipo de alimentação, há duas possibilidades: comprar no pet shop alimentos específicos, ou alternativas caseiras como insetos, larvas, minhocas, folhas e legumes. Lagartos devem ser alimentados duas vezes por dia, mas é sempre bom consultar um veterinário, para que este recomende qual o melhor tipo de alimentação com base na espécie do seu lagarto.

  • Cães e Gatos:
    Os campeões na escolha da maioria das pessoas como pets de estimação, os cães e gatos precisam de bastante atenção e cuidados, por isso, você deve se fazer os seguintes questionamentos: Você pode ter gatos ou cães onde mora? Você tem um quintal, ou está preparado para levar o cão para passear? Você pode pagar por treino de obediência? Ter um animal desobediente pode ser um estrago na sua vida. Mesmo que você prefira não fazer um treino formal, deve estar preparado a fazer uma pesquisa e aplicar a disciplina necessária para o treino básico.
    Quanta atenção você pode devotar a eles? A maioria dos cães tem que ser levado para passear todo dia e tem que sair para fazer as necessidades. Certas raças de cães desenvolvem problemas de comportamento se forem deixados sozinhos por longos períodos de tempo.
    Quem vai tomar conta dele quando você viajar? Veja a disponibilidade de canis e hotéis de pets na sua região, se você não tiver amigos ou família dispostos a cuidar deles quando você sair.
    Você se muda muito? Cães especialmente podem não responder bem à mudanças frequentes no habitat imediato.
    Você vai arrumar um animal adulto ou um filhote? Se for um filhote, certifique-se de que ele tenha idade suficiente para ser separado da mãe. Animais novos precisam de muito carinho e cuidados. Lembre-se de que eles precisam de mais atenção e cuidados. Isso significa maior comprometimento do seu tempo.
    Cães e gatos podem viver uma média de 15 anos, dependendo da raça. Você está disposto a ter esse comprometimento? Você pode pagar pelas visitas anuais ao veterinário e contas inesperadas? Talvez você deva reconsiderar um seguro saúde do seu pet. Se não pode gastar com todas essas despesas, melhor avaliar e deixar para uma próxima oportunidade.

Dicas adicionais

Pesquise sobre o animal antes de aceitar a responsabilidade. Não compre ou adote por impulso! Não fique intimidado por tudo isso. Um animal pode ser uma adição preciosa na sua vida, e todo o trabalho e responsabilidade valem a pena. Mas você ainda precisa estar pronto para aceitar a responsabilidade.
Lembre-se de que a adoção pode até ajudar ou salvar a vida de cães e gatos, então é uma ótima maneira de arrumar um bichinho. Além disso, a maioria dos abrigos de adoção fornece serviços de castração e microchip para os pets antes de serem adotados. Em alguns lugares, é até obrigatório que sejam castrados. Isso evita a superpopulação, especialmente de gatos.

Use precaução ao comprar um animal de uma pet shop. Algumas lojas conseguem os filhotes de criadores irregulares. Isso pode significar que os animais têm problemas genéticos, que podem causar problemas de comportamento e humor, ou problemas físicos que requerem cuidados veterinários.

Opção para quem não pode ter um pet

Por algum motivo você não pode ter um pet em casa? Tente ser passeador de cães, babá de animais ou ser voluntário em um abrigo de animais, assim você terá contato com pets sempre que quiser ou puder. Mais importante, lembre-se de ser paciente. Cuidar de um animal nem sempre é fácil.

A maioria dos animais estabelecem uma presença na sua vida de uma maneira muito forte, e manter as coisas limpas e organizadas todo o tempo será impossível. Tente sempre lembrar em como o animal é importante para você e que ter um bichinho é uma experiência recompensadora.
Se não quiser mais um lagarto que já possui, não largue-o no mato! Isso é muito ruim para o ambiente e o lagarto provavelmente vai morrer. Diferentes animais têm diferentes necessidades. Cães precisam de espaços abertos para correr, e gatos também precisam de um espaço razoável, arranhadores e brinquedos para não ficarem entediados. Pássaros são animais sociais e precisam de um amigo ou um companheiro. Certifique-se de que pode garantir todas essas necessidades antes de ter um bichinho.
Se você for alérgico a cães e gatos, ter um pode ser arriscado. Tente ficar com o de um amigo primeiro.
O mesmo se aplica a um peixe. Não jogue fora um peixe de aquário em um lago ou oceano, o peixe irá morrer além de outros animais que vivem lá. Seu peixinho foi criado para um aquário com químicos, ele irá envenenar o lago.

Fontes: Wiki How e Canal do Pet

Leia mais
1 2 3 9
Page 1 of 9