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Minicoelho: um pet fofíssimo para você se apaixonar

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Se os coelhos comuns já seduzem com sua fofura, imagine suas miniaturas! Com apenas, em média, 30 cm da ponta do focinho à base da calda, eles têm menos da metade do comprimento de seus primos de tamanho normal. Em vez dos 10 a 12 kg dos coelhos tradicionais, pesam 800 g a 2,5 kg, dependendo da raça. São diversas opções. Com pelos curtos há o Netherland, O Dwarf, o Hotot, o Mini Rex e o Mini Lop. Já com pelos medianos e longos, macios e volumosos, existem o Lion Head, o Angorá, o Teddy e o Fuzzy Lop.

Convívio

Interativos, silenciosos e inteligentes, os minicoelhos estabelecem relações de convívio social com toda a família. Podem ser ótimas companhias para crianças, desde que manuseados com cuidado e segurança, sob supervisão de adulto como se recomenda fazer com os animais de estimação em geral.

Com os animais em geral, os minicoelhos costumam ser tranquilos. Por isso, nunca deixe o minicoelho sozinho na presença de outros animais com os quais ele não tenha tido contato prévio. Um simples descuido poderá ser fatal.

Aproximadamente com 6 meses de idade, quando os minicoelhos chegam à maturidade sexual, tendem a desenvolver territorialidade e dificuldade de convívio pacifico com exemplares da mesma espécie ou até mesmo com pessoas. Nesses casos castrar o exemplar adulto reduz a agressividade.

Alimentação

Minicoelhos precisam de muita verdura, preferencialmente folhas verde escuro como: couve, almeirão e espinafre, que podem ser complementadas com as folhas mais claras, como alface, devem ser evitadas as rações destinadas a coelhos de produção, por conterem excesso de micronutrientes que ao longo prazo causam problemas clínicos aos minicoelhos.

Saúde

Não há necessidade de vacinar minicoelhos mantidos como pet no Brasil. Mas convém estar atento à presença de parasitas e, caso ocorram, providenciar o respectivo tratamento. Pulgas, carrapatos e, principalmente sarnas de ouvido são comumente observados em exemplares expostos a ambientes contaminados ou que convivem com espécies hospedeiras.

A expectativa média de vida dos minicoelhos é de 6 a 8 anos. Mas há exemplares que chegam aos 12 anos.

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Como socializar um novo gato em casa

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Uma dúvida frequente na vida dos gateiros de plantão é como introduzir um novo gato em casa. Se fosse uma coisa simples, não teria tanta gente pesquisando e com receio da adaptação dos felinos.

É difícil para nós humanos aceitarmos que gatos são animais solitários e que eles não sentem falta de outro gato em casa. (Sim, você pode ter dois ou mais felinos em casa e eles podem conviver maravilhosamente bem, mas em sua essência ainda são seres que se viram muito bem sozinhos).

Imagina seu animal todo territorialista e adaptado aos próprios ambiente e rotina ter que dividir todo o espaço, brinquedos e atenção com um novo integrante? É um caos na vida de um gato. Gatos podem conviver harmoniosamente ou traçarem uma terceira guerra mundial na sua casa, e a forma com que é feita a introdução do novo animal é fundamental pra nortear a relação.

O que fazer antes

Antes da chegada do animal, prepare o ambiente sem mover de móveis e objetos importantes para o gato da casa. Existem feromônios artificiais que podem ajudar o gato a ficar mais receptivo e calmo antes da chegada. Procure um veterinário antes para ajudar na escolha do produto.

Durante a chegada

Separe um cômodo da casa apenas para o novo gato. Deixe água, ração, areia e algum cobertor ou pano para que o novo gato se adapte. Não o deixe sozinho por muito tempo. Brinque, dê atenção e se aproxime do novo morador com carinho.

Atenção: Os gatos não devem ter contato direto nessa etapa, no máximo se cheirarem pela fresta da porta.

Após uma semana

Você pode trocar objetos, cobertores ou outros pertences dos gatos para que eles se familiarizem mais com o cheiro um do outro. Para apresentar os gatos, coloque o novo animal dentro de uma caixa de transporte e deixe que eles se vejam e se cheirem pela grade.

Se eles apresentarem uma estranheza ou mesmo “bufarem” um pro outro, não reprima pois é nessa etapa que estão definindo quem são e quem manda. Se houver agressividade excessiva, retorne o novo gato ao cômodo e repita essa etapa novamente no próximo dia. Se o clima for pacífico, tente abrir a porta da caixa transportadora e observe o comportamento dos dois.

Quando estiverem juntos, brinque com os dois e oferte brinquedos, petiscos e atenção de maneira igual aos dois.

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Fique atento

Se as etapas falharem, comece do zero como no primeiro dia. Tente aproximações diárias e respeite o limite de medo e estresse dos animais. A reação provável do novo gato é tentar fugir, por isso tenha sempre telas de proteção nas janelas e atenção redobrada com portas. Em casos extremos, existem medicações e calmantes que podem ser receitados por um médico veterinário.

Mesmo que estejam pacíficos e coabitando sem problemas, você pode ser surpreendido com brigas durante à noite. Não reaja com gritos ou sustos, pois pode aumentar a agressividade entre os animais.

Tenha paciência e respeite o tempo de cada animal que tudo vai se encaminhar bem.

Fonte: Site E aí, Beleza

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Outubro Rosa Pet Terra Zoo

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Nos últimos anos, o mês de outubro tornou-se um importante aliado na luta contra o câncer de mama na mulher. Conhecido como “Outubro Rosa”, o movimento agrega várias instituições em prol da missão de orientar a população quanto à prevenção do tumor. No mundo animal a história não é diferente. Uma corrente cada vez maior de veterinários e profissionais da área se reúne todo mês de outubro para lembrar que o câncer de mama pode atingir também nossos melhores amigos.

O câncer de mama atinge mais cadelas do que gatas de qualquer raça, sendo mais frequente em bichos com idade acima de 5 anos. O diagnóstico precoce pode ser feito com o auxílio dos donos, realizando uma espécie de “auto-exame” no animal, por meio da palpação das mamas da fêmea.

Na campanha do “Outubro Rosa Pet”, veterinários em todo o Brasil orientam os tutores a palpar as mamas dos animais à procura de pequenos nódulos firmes do tamanho de uma ervilha. Uma vez que esse nódulo é confirmado em consultório, a conduta é retirá-lo em uma cirurgia e mandá-lo para análise em laboratório para averiguar de que tipo de tumor se trata. Em 50% dos casos são encontrados tumores malignos — daí a necessidade de detectá-los precocemente. Quando retirados logo no início, as chances de cura tornam-se altíssimas e muitas vezes nem é preciso submeter o bicho a sessões de quimioterapia. A cirurgia, por si só, atinge a cura. Aliás, é bom que se diga que, nos animais, essa intervenção não causa tantos efeitos colaterais como no ser humano.

Outra medida preventiva importantíssima disseminada nas campanhas do mês de outubro é a castração. Sabe-se que a realização precoce do procedimento resulta numa queda expressiva no risco de um câncer de mama aparecer. Por isso é importante conscientizar a população sobre essa ferramenta de prevenção. Fêmeas não castradas têm 26% de probabilidade de desenvolver um tumor maligno na mama; se a castração for realizada antes do primeiro cio, entre 5 e 9 meses de idade, este índice cai para 0,5 %. Esses números apontam, portanto, que a castração pode ser positiva tanto em termos de longevidade quanto na qualidade de vida do animal.

Vamos aproveitar o mês de outubro para apoiar também o combate ao câncer de mama nos bichos, lembrando parentes e amigos que possuem fêmeas sobre esses cuidados tão importantes para o bem-estar de nossos grandes amigos.

Fonte: Saúde Abril – Vida Animal

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Como prevenir tártaro em cães

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Assim como os seres humanos, os cachorros também desenvolvem o tártaro e isso muitas vezes é negligenciado pelos tutores de cães e gatos. Muitas vezes os donos não sabem nem em que estado estão os dentes do animal pois não tem o costume de checar a boca do cão com frequência.

Às vezes os dentes da frente parecem saudáveis mas os dentes de trás estão cheios de tártaro. Tenha o costume de sempre verificar como estão os dentes do seu cachorro e saiba identificar o tártaro. Se você não se sente seguro para mexer na boca do cachorro (o ideal é acostumar desde filhote), leve-o no veterinário para que o profissional diga se o seu cão precisa da cirurgia de limpeza de tártaro.

O que é o tártaro?

O tártaro é uma placa de bactérias que vai acumulando com o tempo por conta de restos de comida. Mesmo que o cachorro só se alimente de ração seca, biscoitos crocantes para cachorro e petiscos que “limpam” os dentes, muitas vezes isso não é suficiente.

Os riscos do tártaro

O tártaro é um acúmulo de bactérias e ele vai consumindo a gengiva do animal. Conforme o avanço do tártaro, as bactérias podem entrar na corrente sanguínea e irem parar no coração, nos rins e fígado, levando até à morte do cachorro. Sim, tártaro pode matar seu cão.

Como evitar o tártaro?

É importante saber que o tártaro é uma questão de tendência. Alguns cães possuem o pH bucal que facilita o acúmulo do tártaro, assim como algumas pessoas tem mais tendência pra ter placa e outras não. Normalmente, as raças pequenas são mais propensas a ter tártaro, mas isso não é uma regra. Cachorros grandes também podem ter tártaro e há cachorros pequenos que não tem essa tendência. Vai variar de acordo com o indivíduo.

A única forma de evitar o tártaro (ou prorrogar o aparecimento dele, caso seja um cão com mais tendência) é a escovação DIÁRIA. Sim, você precisa escovar os dentes do seu cachorro todos os dias.

Também existem opções de produtos em que não é necessária a escovação como o Defengy OC, que é uma pasta oral com gosto de mental e é comestível, recomendada para cães que não aceitam escovação. Confira aqui.

Como saber se meu cão está com tártaro?

Um dos primeiros sintomas do tártaro é o mau-hálito. Às vezes você não vê tanta diferença na coloração dos dentes mas começa a sentir que o cão está com “bafo”, isso normalmente indica que o tártaro está se acumulando.

Os dentes afetados pelo tártaro ficam amarelos e vão passando pro marrom. Além disso, o tártaro começa a empurrar a gengiva, deixando-a vermelha, inflamada e em casos mais graves, correm o tecido gengival. Em casos ainda mais graves, o cachorro para de se alimentar, pois o tártaro causa dor e o cachorro começa a evitar a mastigação.

 

Meu cão já está com tártaro, o que fazer?

Não procure soluções caseiras para acabar com o tártaro do seu cachorro, procure um veterinário e ele vai dizer se é necessária a cirurgia de limpeza de tártaro. Nada que você faça em casa vai eliminar o tártaro do seu cachorro uma vez que ele estiver instalado.

Como é o tratamento de tártaro em cães?

É feita uma cirurgia simples para a limpeza do tártaro, normalmente realizada por um odonto veterinário (dentista) e um anestesista. A anestesia mais indicada é a inalatória, por ser mais segura para a maioria dos cães.

São necessários exames pré-operatórios para ter certeza que seu cachorro está saudável para realizar o procedimento, que é simples e o cão volta pra casa no mesmo dia.

Fonte: Site Tudo sobre Cães

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Calendário de vacinação em felinos

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As vacinas para gatos são algo de extrema necessidade para que a saúde e o bem-estar dos bichanos possam ser constantes, e quem deseja ter um felino como parte da família, deve estar ciente da importância que essa imunização tem na vida dos animais. Levando em conta que o sistema imunológico dos gatos filhotes ainda não é completamente desenvolvido, esse cuidado se torna ainda mais preciso na primeira fase da vida dos bichanos, que podem garantir sua proteção contra problemas graves na saúde dos felinos.

Imunizando os gatos de doenças como Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicivirose, e Clamidiose, a vacina quádrupla – conhecida como V4 – é, na maioria das vezes, a escolha de quem busca a proteção de seus novos gatinhos. Entretanto, o mercado conta, ainda, com a versão V3 para as vacinas para gatos, sendo que a diferença entre elas está na quantidade de antígenos presentes na sua formulação.

Seja qual for a sua escolha, ela deve ser aprovada e aplicada por um profissional veterinário de confiança, pois somente ele terá condições de definir quais são as prioridades de imunização para seu pet, além de poder indicar vacinas adicionais para protegê-lo de outras doenças comuns que não fazem parte dos pacotes polivalentes, como Raiva, Leucemia Felina e Dermafitose.

Tendo em vista que o calendário de vacinação felina é específico, fica reforçada a necessidade de uma visita ao veterinário, que poderá dar as instruções adequadas em relação aos tipos de vacina e tempo de intervalo entre elas, garantindo que a imunização seja completa e eficiente.

Além disso, o profissional veterinário também terá condições de identificar outras possíveis complicações que o gatinho esteja sujeito a ter (de acordo com sua raça ou o ambiente em que vive, por exemplo), ajudando a prevenir mais um leque de problemas na vida do animal e de sua família. Conheça, neste artigo, as principais doenças que podem ser imunizadas por meio das vacinas para gatos, e saiba que tipo de cuidado é necessário para garantir a eficácia das vacinas e a saúde do seu pet.

Calendário de vacinas para gatos

As vacinas mais importantes para manter seu bichano longe dos principais perigos felinos são a vacina polivalente e a vacina antirrábica; sendo que a polivalente pode ser encontrada em duas versões diferentes: tríplice e quádrupla – respectivamente chamadas de V3 e V4. Também existem no mercado, vacinas V5, que incluem imunização contra Felv (leucemia felina). Conforme citado anteriormente, a diferença entre elas se dá em função da quantidade de antígenos contida em cada uma.

A V3 (Vacina Tríplice) previne os gatos contra Panleucopenia, Rinotraqueíte e Calicivirose; enquanto a V4 (Vacina Quádrupla), além de todos os antígenos contidos na V3, inclui, ainda, a proteção contra a Clamidiose e a V5 inclui a imunização contra Felv. Confira, abaixo, como seguir os intervalos corretos entre as doses para proteger o seu gatinho:

Aos 60 dias de vida: 1ª dose da polivalente
Aos 90 dias de vida: 2ª dose da polivalente
Aos 120 dias de vida: vacina antirrábica

Conforme detalhado acima, cada uma das doses destas principais vacinas para gatos devem ser administradas com um intervalo de 30 dias, sendo que a primeira dose só pode ser dada ao bichano a partir de seus 60 dias de vida.

Doenças felinas imunizadas pela vacinação

Tendo em vista que Raiva, Clamidiose, Rinotraqueíte, Panleucopenia e Calicivirose são algumas das doenças mais perigosas para os gatos e que todas elas podem ser imunizadas com o simples ato da vacinação, conheça, a seguir, um pouco mais sobre elas:

  • Panleucopenia: Extremamente contagiosa, a Panleucopenia Felina é transmitida por meio do contato com animais doentes ou objetos contaminados com o vírus da doença. Febre, vômitos, falta de apetite, depressão e diarreia são alguns dos sintomas mais comuns em felinos infectados; sendo que filhotes podem, ainda, sofrer com a falta de coordenação motora. Provocando alterações nas células de defesa do organismo dos bichanos, a doença os deixa mais suscetíveis a outras complicações, que podem levar o pet à morte.
  • Rinotraqueíte: Causada pelo herpesvírus – responsável por mais de 40% das doenças respiratórias em felinos – a Rinotraqueíte é fatal para 60% dos filhotes que desenvolvem a doença. Altamente contagioso, o problema tem o aparecimento de espirros, rinite, salivação, conjuntivite, febre, falta de apetite e secreções nasais entre os seus principais sinais.
  • Calicivirose: Causando uma espécie de gripe nos gatos, a Calicivirose afeta as mucosas oral e respiratória dos felinos, e a presença de úlceras na cavidade oral do animal é o sinal mais típico da doença. Podendo ser associada a outros problemas (como a Rinotraqueíte, por exemplo), a complicação também pode facilitar a infecção do animal contaminado por doenças diferentes, que podem evoluir para pneumonias e levar o gato a óbito.
  • Clamidiose: Tendo os microrganismos intracelulares como agentes causadores, a Clamidiose se apresenta como uma mistura entre a rinite e a conjuntivite aguda, tendo febre, secreções oculares e espirros como seus principais sintomas.
  • Raiva: Podendo afetar todos os mamíferos, esta zoonose pode ser transmitida por meio da saliva de animais contaminados e pela mordida de morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue). Responsável por alterações no sistema neurológico dos infectados, a Raiva não tem cura, e sua única forma de prevenção é por meio da vacinação antirrábica. Alterações de comportamento, fotofobia (medo de luz), agressividade, hidrofobia (medo de água) e falta de apetite são alguns dos sintomas mais comuns em gatos com a doença.
  • Felv (leucemia felina): A Leucemia felina é uma doença causada pelo vírus FeLV que compromete as defesas imunológicas dos gatos domésticos e felídeos selvagens. Com o vírus, o felino fica vulnerável a doenças infecciosas, lesões na pele, desnutrição, cicatrização mais lenta de feridas e problemas reprodutivos.

Vacinação de filhotes felinos

Embora a necessidade das vacinas para gatos seja ainda maior quando filhotes, é preciso lembrar que os felinos não devem ser vacinados antes dos 60 dias de vida, já que os anticorpos passados de mãe para cria podem interferir na eficácia das vacinas, fazendo com que a imunização do gatinho não seja completa.

Outro cuidado que deve ser tomado antes de vacinar o seu felino – em qualquer idade – é o de certificar-se de que ele está saudável e sem sintomas como febre ou diarreia, por exemplo.

Vale a pena lembrar que, por seus sistemas imunológicos ainda não estarem completamente desenvolvidos, gatos filhotes não devem ser expostos às ruas ou a outros animais enquanto não tiverem tomado todas as vacinas necessárias aos felinos; já que, nesta fase, o risco de contaminação por qualquer tipo de doença é muito maior. Tendo isso em mente, basta levar seu bichano para a vacinação, e reforçar as doses anualmente para que ele continue protegido.

Vacinação de gatos adultos

Independentemente da idade do gato, a vacinação segue como item imprescindível. Como estes já apresentam o sistema imune formado, basta uma dose da polivalente e uma dose da antirrábica. Feito isso, basta reforçar a dose todos os anos para mantê-lo longe de problemas.

Gatos adultos também devem estar saudáveis e vermifugados para que possam receber toda a proteção oferecida pelas vacinas, e passar por uma consulta com um veterinário pode ser uma boa pedida – principalmente, se o felino tiver sido adotado das ruas, pois tem mais chances de ter sido exposto a diferentes doenças e zoonoses.

Reações das vacinas para gatos

Há uma série de reações que podem ser desencadeadas nos gatos que recebem vacinas e, embora não sejam tão frequentes, é importante que os donos de pets fiquem atentos aos sinais.

Durante a primeira imunização dos felinos, infelizmente, não é possível prever complicações; no entanto, há medidas que podem ser tomadas por profissionais veterinários para diminuir reações em gatos que já demonstraram uma tendência para problemas desse tipo. Estas precauções serão tomadas de acordo com os motivos da reação do animal e, em alguns casos, a administração de antialérgicos ou anti-histamínicos pode ser recomendada antes da vacinação.

Coceiras na cabeça e no rosto, dificuldades respiratórias, vômitos e falta de coordenação são alguns dos sintomas mais frequentes em bichanos com reações às vacinas e, ao notar qualquer um destes sinais no seu pet, não hesite em levá-lo para uma clínica veterinária. Sem o pronto-atendimento o gato pode desenvolver ainda mais complicações, que podem ser fatais.

Reações que incluem paralisias localizadas e um andar manco do bichano podem ser causadas em função da maneira com que a vacina felina foi aplicada, e não pelo seu conteúdo. Entretanto, a melhor pedida ao perceber qualquer tipo de comportamento incomum no seu pet após a vacinação é recorrer a um profissional da saúde animal.

Fonte: Site CachorroGato

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Doença de pele em pug: como tratar

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Com o rosto enrugado e os olhos esbugalhados, os pugs são companheiros leais, adaptam-se com facilidade a qualquer ambiente e se dão bem com outros cachorros, por isso são tão populares, principalmente entre os tutores que têm pouco espaço disponível em casa.

Eles são bastante conhecidos pelos seus focinhos achatados e olhos saltados. Suas dobrinhas também são características, fazendo com que a raça seja querida por aqueles que gostam de cachorros pequenos, ativos e muito fofos.

Essas características dos pugs, no entanto, acabam gerando diversos problemas de pele. As dermatites, como são chamadas as doenças de pele, acometem os pugs por conta do pelo curto e das pregas espalhadas no corpo.

Além desse problema de saúde, esses cães frequentemente sofrem frequentemente com deficiências respiratórias, doenças oculares, problemas dentários e dificuldades no parto.

Confira as dicas para que você saiba mais sobre a prevenção, os sintomas e os cuidados a serem tomados para manter a pele do seu cão da raça pug sempre saudável:

Prevenção

A boa higiene do cachorro é primordial para manter a saúde em dia. Como os pugs têm muitas dobrinhas pelo corpo, é necessário prestar muita atenção para deixá-las sempre bem limpas e secas.

Escovações frequentes previnem o acúmulo de sujeira, diminuindo as chances de haver desenvolvimento de fungos e bactérias na pele do cachorro. Por questões genéticas, os pugs têm maiores chances de desenvolver atopias, um tipo de reação alérgica na pele.

Os agentes alergênicos responsáveis por desencadear essa reação variam. Poeira e ácaro até fumaça de cigarro são apenas alguns deles. Por isso, fique sempre atento ao comportamento do seu cão, assim você saberá quais são as possíveis causas da alergia.

A parte do corpo na qual os pugs mais apresentam alergia é nas dobras do nariz, logo, essa área deve receber cuidados especiais. É preciso manter o focinho do seu cachorro limpo e seco, realizando a higienização com frequência.

Manter o ambiente no qual o seu cão vive sempre limpo e arejado previne o acúmulo de sujeira, poeira e ácaros. Isso reduz as chances de aparecimento de bactérias e fungos. Além disso, tome cuidado com os produtos de limpeza utilizados nos locais que o cachorro costuma ficar.

Alguns componentes químicos podem provocar alergias, não só na pele, mas também nas mucosas do seu pet. Como os pugs já tem mais chances de desenvolver essas doenças, é importante eliminar todos os fatores de risco, usando produtos neutros para a limpeza.

O seu cão também pode desenvolver dermatites por conta da alimentação. Muitas vezes os cachorros não se adaptam a determinadas rações, por isso é preciso tomar cuidado na hora de escolher o alimento de seu pug.

Compre rações específicas para a raça e, caso você opte pela alimentação natural, converse com um nutricionista veterinário para que a pele e o pelo do cão não sejam afetados por deficiências nutricionais.

Sintomas 

O tutor deve conhecer muito bem seu cachorro, assim qualquer mudança de comportamento será facilmente percebida. Os principais sintomas das dermatites são quedas de pelo, coceira, mau cheiro e descamação no local da alergia.

Quando as dermatites acontecem perto dos olhos ou dos ouvidos, os cães também podem desenvolver conjuntivites e otites. Caso a alergia ataque os olhos do cachorro, sintomas como lacrimejamento, inchaço e aparecimento de secreções podem surgir. A otite faz com que os cachorros cocem muito a região das orelhas, chorem durante o processo e exalem um cheiro forte.

Os pugs, assim como outros cães com pelos curtos, fazem duas trocas de pelo por ano. Isso costuma acontecer antes do verão e antes do inverno. Se o seu cachorro estiver soltando muitos pelos nessas épocas, preste atenção para saber se é um processo natural ou se a queda está sendo agravada por alguma alergia.

Tratamento

O tratamento da dermatite canina depende de sua causa. É necessário que o seu pug seja avaliado por um veterinário que, ciente de todas as informações sobre a rotina do seu cão, alimentação adotada e ambiente de vivência, saberá avaliar as possíveis explicações para a alergia. É possível que o veterinário solicite testes de alergia, para ter certeza do que causa irritabilidade na pele o seu cão, evitando dermatites no futuro.

Quando o agente alergênico for identificado, o tratamento com medicamentos pode começar. É possível utilizar xampus medicinais, que acalmam a pele reduzindo os sintomas da alergia, e também anti histamínicos.

Para saber qual é o tratamento mais adequado para o seu pug e recuperar ou deixar sua pele e seus pelos ainda mais bonitos, consulte um médico veterinário.

Fonte: agência SEO Marketing

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Boiadeiro de Appenzell, o cão rural suíço

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Os cães rurais suíços são de origem antiguíssima. Alguns naturalistas admitem que trata-se de raças de formação local, isto é, autóctones, e que são derivadas do cão da idade de bronze e do setentrião (Canis familiares inostranzewil) com infusão de sangue de lobo. Por outro lado, estudiosos como Tschudy, Keller e Kraemer, reconhecem o antepassado destes atuais cães rurais, no cão Tibetano. Assim como no caso do São Bernardo e o Rottweiler, os romanos teriam levado para suas colônias suíças, numerosas manadas, fazendo-se seguir naturalmente pelos próprios pastores. Já numa lâmpada de terracota da época romana, está representado um cão pastor semelhante ao atual cão rural bernês. Portanto, o Boiadeiro Bernês e o de Appenzeller são parecidos com o tibetano leve de pelagem pardo-preta, enquanto que o São Bernardo é mais parecido com o tibetano pesado.

O Appenzeller Sennenhund é um boiadeiro de incrível vitalidade e grande dedicação ao trabalho e ao dono. É usado para conduzir rebanhos e manadas pelas montanhas; de noite, está sempre vigilante, e enquanto não está a conduzir o gado a pastorear, está a vigiar a casa do dono e seus bens. Esta raça necessita de atividades ao ar livre e grandes espaços abertos para se exercitar.

Expectativa de vida: de 12 a 14 anos

Personalidade: Vivaz, Confiável, Seguro de si mesmo, Energético, Destemido

Altura: Feminino: 50–54 cm, Macho: 52–56 cm

Cores: Vermelho tricolor, Preto tricolor

Peso: Feminino: 22–32 kg, Macho: 22–32 kg

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Conheça o Pastor de Beauce

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Também chamado pastor francês de pelo curto ou beauceron ou bas rouge ( isto é “meias vermelhas” pelas manchas cor de fogo nas garras), o pastor de Beauce é um pouco parecido com o dobermann, e não são poucos os que vêm nesta antiga raça francesa, a origem do mais moderno cão de defesa alemão.

O pastor de Beauce, por sua vez, descenderia de um cão muito mais primitivo, de pelo duro e aspecto selvagem, no qual atuaram minuciosos processos seletivos até que, em 1897, a raça, tal como é conhecida hoje, foi apresentada pela primeira vez em exposições caninas francesas, suscitando o interesse de numerosos cinófilos; Desde então, sua criação tem-se estendido notavelmente.

Sobre as qualidades psíquicas deste cão, escreveu Boulet de Elbeufs, criador do griffon homônimo: “…a inteligência, a obediência, a atividade do beauceron são proverbiais: é também um guardião fiel e um defensor denotado e sua inclinação para cuidar o rebanho parece inata, escrupulosamente transmitida através de séculos..”.

Comportamento

O Pastor Beauceron é tenaz, sociável, curioso e sente um grande apego por seus donos. Ele é inteligente, tem uma grande memória e é muito obediente. Apesar disso, eles não aceitam imposições sem sentido, mesmo que por seus donos. Devido ao seu passado como cão pastor e a sua desconfiança com pessoas estranhas, ele é um cão de guarda nato. Essa raça adora brincar e fazer exercícios com seus donos.

O cão Beauceron trabalha com empenho e é muito determinado, principalmente em situações de pastoreio como está acostumado a trabalhar há séculos, porém dentro de casa ele é gentil e sociável, sempre pronto para brincar, fazer uma caminhada ou simplesmente trocar carinhos e descansar no sofá.

Um pouco reservado e desconfiado com pessoas de fora do circulo familiar, o Pastor de Beauce tem instintos protetores poderosos. Eles tendem a ser especialmente protetores e vigilantes com as crianças da família. Com um treinamento e socialização corretos, o Pastor Beauceron pode se dar muito bem com outros cães e até mesmo gatos.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Expectativa de vida: de 10 a 12 anos

Peso: Macho: 32 – 45 kg, Feminino: 30 – 39 kg

Personalidade: Protetor, Amigável, Calmo, Destemido, Inteligente

Altura: Macho: 66 – 71 cm, Feminino: 64 – 66 cm

Cores: Tricolor, Preto e canela, Arlequim, Preto e Ferrugem

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Curiosidades sobre o Dobermann

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Há poucas raças de cães tão aptas para a defesa e a guarda, as qualidades físicas e psíquicas do dobermann o colocaram em pouco tempo em primeiríssima linha, dotado de grande desconfiança com os desconhecidos, sempre prefere estar perto do dono, sua vigilância é interessante, seu olhar vivaz investiga sem descanso ao redor, de modo que possa advertir o dono de qualquer perigo eventual. Não conhece o medo, no momento do perigo seu corpo musculoso põe-se tenso na fisionomia se endurece o olho se acende e ao menor sinal ou ordem do dono ataca corajosamente o adversário.

Surpreende que, no caso desta raça, a obra de seleção tenha sido lograda em um período muito breve, obtendo com rigor características excepcionais. A origem do dobermann é recente: tal como conhecemos, a raça existe desde há poucas décadas, e ainda antes, quando se apresentava menos refinada, a sua origem não ia mais além da metade do século passado.

Mesmo assim, sabemos pouco sobre a sua origem. Os franceses consideram que havia descendência do seu cão pastor de Beauce e é certo que há entre ambas as raças uma notável semelhança. Por sua vez, os cinófilos alemães preferem derivar o dobermann de diversos antepassados; por exemplo, o consideram originário da Turingia e precisamente da aldeia de Apold, onde um simples porteiro de palácio de nome Dobermann (de quem derivaria o nome da raça) haveria conseguido obter este cão pelo cruzamento de várias raças, entre elas o pastor alemão antigo e o pinscher alemão.

No princípio, a raça tivera por nome “belling”, aparentemente o apelido daquele porteiro, mas há quem diga que o belling era um cão completamente diferente. Segundo outros especialistas, o velho pastor alemão haveria sido a raça básica para criar o dobermann, mas empregando além do pinscher, o braco de Weimar. Não falta, finalmente, quem supõe a intervenção do black-and-tan-terrier e do rottweiler, mas isto foi rejeitado categoricamente por Otto Goller, quem seguiu na criação a Dobermann; diz-se que Goller foi o verdadeiro selecionador, o que fixou a raça. É provável também, que mais adiante o dobermann tenha recebido sangue inglês no sentido de que, num primeiro momento, era um pouco tosco e logo afinou-se através do cruzamento com o terrier preto fogo (black-and-tan), presente na Alemanha com dimensões consideráveis. Parece que somente em 1900 o dobermann adquiriu a conformação ágil que ostenta hoje.

Além dos dotes psíquicos e as aptidões da raça. A raça ainda possui grande capacidade de aprendizagem e é fácil de adestrar. De constituição muito robusta, suporta facilmente fadigas e intempéries e, em qualquer circunstância, está disposto a sacrificar a vida para proteger o dono.

Temperamento do Dobermann

O Dobermann é um cão de guarda inteligente e capaz, sempre alerta e pronto para proteger sua família e sua casa. Ele é um companheiro leal e aventureiro. Gosta de desafios mentais, e é muito obediente como aluno. É sensível e muito receptivo aos desejos da família, embora alguns possam ser dominadores. Geralmente é desconfiado com estranhos.

Origem: Alemanha

Expectativa de vida: de 10 a 13 anos

Personalidade: Alerta, Obediente, Leal, Energético, Destemido, Inteligente

Cores: Preto, Branco, Vermelho, Fulvo, Azul

Altura: Macho: 66–72 cm, Feminino: 61–68 cm

Peso: Macho: 34–45 kg, Feminino: 27–41 kg

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