close

Destaques

CãesDestaques

Curiosidades sobre o Dobermann

doberman

Há poucas raças de cães tão aptas para a defesa e a guarda, as qualidades físicas e psíquicas do dobermann o colocaram em pouco tempo em primeiríssima linha, dotado de grande desconfiança com os desconhecidos, sempre prefere estar perto do dono, sua vigilância é interessante, seu olhar vivaz investiga sem descanso ao redor, de modo que possa advertir o dono de qualquer perigo eventual. Não conhece o medo, no momento do perigo seu corpo musculoso põe-se tenso na fisionomia se endurece o olho se acende e ao menor sinal ou ordem do dono ataca corajosamente o adversário.

Surpreende que, no caso desta raça, a obra de seleção tenha sido lograda em um período muito breve, obtendo com rigor características excepcionais. A origem do dobermann é recente: tal como conhecemos, a raça existe desde há poucas décadas, e ainda antes, quando se apresentava menos refinada, a sua origem não ia mais além da metade do século passado.

Mesmo assim, sabemos pouco sobre a sua origem. Os franceses consideram que havia descendência do seu cão pastor de Beauce e é certo que há entre ambas as raças uma notável semelhança. Por sua vez, os cinófilos alemães preferem derivar o dobermann de diversos antepassados; por exemplo, o consideram originário da Turingia e precisamente da aldeia de Apold, onde um simples porteiro de palácio de nome Dobermann (de quem derivaria o nome da raça) haveria conseguido obter este cão pelo cruzamento de várias raças, entre elas o pastor alemão antigo e o pinscher alemão.

No princípio, a raça tivera por nome “belling”, aparentemente o apelido daquele porteiro, mas há quem diga que o belling era um cão completamente diferente. Segundo outros especialistas, o velho pastor alemão haveria sido a raça básica para criar o dobermann, mas empregando além do pinscher, o braco de Weimar. Não falta, finalmente, quem supõe a intervenção do black-and-tan-terrier e do rottweiler, mas isto foi rejeitado categoricamente por Otto Goller, quem seguiu na criação a Dobermann; diz-se que Goller foi o verdadeiro selecionador, o que fixou a raça. É provável também, que mais adiante o dobermann tenha recebido sangue inglês no sentido de que, num primeiro momento, era um pouco tosco e logo afinou-se através do cruzamento com o terrier preto fogo (black-and-tan), presente na Alemanha com dimensões consideráveis. Parece que somente em 1900 o dobermann adquiriu a conformação ágil que ostenta hoje.

Além dos dotes psíquicos e as aptidões da raça. A raça ainda possui grande capacidade de aprendizagem e é fácil de adestrar. De constituição muito robusta, suporta facilmente fadigas e intempéries e, em qualquer circunstância, está disposto a sacrificar a vida para proteger o dono.

Temperamento do Dobermann

O Dobermann é um cão de guarda inteligente e capaz, sempre alerta e pronto para proteger sua família e sua casa. Ele é um companheiro leal e aventureiro. Gosta de desafios mentais, e é muito obediente como aluno. É sensível e muito receptivo aos desejos da família, embora alguns possam ser dominadores. Geralmente é desconfiado com estranhos.

Origem: Alemanha

Expectativa de vida: de 10 a 13 anos

Personalidade: Alerta, Obediente, Leal, Energético, Destemido, Inteligente

Cores: Preto, Branco, Vermelho, Fulvo, Azul

Altura: Macho: 66–72 cm, Feminino: 61–68 cm

Peso: Macho: 34–45 kg, Feminino: 27–41 kg

Leia mais
AdoçãoDestaquesEventos

Neste Dia dos Namorados, compartilhe AMOR: Adote!

WhatsApp Image 2018-05-23 at 11.57.41

Neste Dia dos Namorados, compartilhe AMOR: Adote… um cãozinho… um gatinho…

Veja essas fofurinhas que estão disponíveis para adoção!

 

Gostou? Quer adotar? É maior de idade? Então corre e manda uma mensagem para 98 98179 2061 (whatsapp), faça uma entrevista com a ong @patinhasemteto e ADOTE AMOR, CARINHO E UMA ÓTIMA COMPANHIA!

Lembre-se, caso você passe na entrevista com a ong, você precisará ter alguns documentos em mãos no dia de buscar seu pet na Terra Zoo do Rio Anil (dia e horário a combinar com a ong): Documento com foto e comprovante de residência.

Ahhh… a Terra Zoo irá doar 5kg de ração para a ong @patinhasemteto por cada cãozinho ou gatinho adotado! Uma maneira de espalhar mais e mais AMOR!
O (a) adotante irá receber um voucher com desconto para compras na loja no dia da adoção! Obaaaa.

Adotar é bom!

Leia mais
AquarismoDestaques

Conheça a compatibilidade de peixes em um aquário

peixe_aquario_laranja

Os peixes são animais incríveis e complexos. Não existe essa história de peixinhos coloridos felizes e juntinhos. Infelizmente, por muitos não entenderem isso, alguns aquários são completamente mal organizados e montados. Ter um aquário não é apenas ter um recipiente cheio de coisinhas coloridas nadando pra lá e pra cá, essa não é a essência do Aquarismo e tampouco a sua íntegra.
Um aquário é uma tentativa de proporcionar a esses incríveis animais, as melhores condições de vida o possível. Algo que quebra essa ideia é a total incompatibilidade de espécies. A natureza é fascinante, e não mantém espécies separadas à toa. Por exemplo, peixes asiáticos não devem ser colocados com peixes americanos ou africanos. Em alguns casos, a mistura pode ser feita, mas na maioria dos casos, essa mistura faz com que os aquários sejam “rings” de brigas ou com que os peixes fiquem completamente apáticos e acabem morrendo.

Basicamente, os peixes são divididos nas seguintes categorias:

Poecilídeos

Os Poecilídeos são peixes mais apropriados para iniciantes, dependendo das condições, se dão bem em aquários comunitários, podendo até servir no combate de algas em aquários (molinésias) e de larvas de mosquito em lagos (qualquer poecilídeo). Esses peixes podem apresentar disputas, principalmente machos, mas, se as condições de tamanho, pH, etc forem atendidas, são peixes simples de se cuidar e muito recomendados a iniciantes.

Anabantídeos

Esta família de peixes se propagou no Aquarismo devido ao “sucesso” do peixe betta (Betta splendens) entre os iniciantes. Porém, a família abrange muitos outros peixes além do conhecido betta. Entre os anabantídeos estão os: tricogasters, colisas, gouramis, entre outros. Esses peixes já são mais complicados em relação à interação com outras espécies. Por serem peixes basicamente agressivos, peixes muito lentos ou “cutucadores” não são boas companhias. Com esses peixes, o tamanho do aquário é algo fundamental para o sucesso. Lembrando também que a maioria dos anabantídeos são asiáticos, não devendo ser misturados com americanos ou africanos.

Ciprinídeos

Esta provavelmente é a família mais conhecida de peixes no Aquarismo. Afinal, é nela que está o famoso peixinho dourado. Essa família se divide basicamente nos seguintes grupos: barbos, danios, rásboras, lamnidae e peixes de água fria. Apesar de pertencerem à mesma família, esses peixes tem características bem diferentes entre si, por isso, é interessante analisar cada uma delas.

  • Barbos: peixes ligeiros e cutucadores, devem ser mantidos em cardumes para que os outros peixes sejam menos incomodados, além disso, aquários pequenos são como um castigo para esses peixes ariscos. Para sua companhia em aquários, são recomendados peixes também ariscos e com faixa de pH semelhante, visto que entre os barbos, esse faixa varia;
  • Danios: nessa aba da família, se encontra o “paulistinha”, um peixe muito usado no Aquarismo. Os Danios são extremamente pacíficos e ariscos. Devem ser mantidos em espaços grandes, pois gostam de correr por todo o lado. Para sua companhia, peixes rápidos e não muito maiores que eles;
  • Rásboras: muito apreciadas quando estão em cardumes densos. Basicamente, são dóceis e não implicam com outros peixes. Para dividir o ambiente com rásboras, são ideais peixes também cardumeiros e não muito lentos;
  • Lamnidae: aqui são encontrados os lábeos, os comedores de algas e o bala-shark. Esses peixes normalmente não toleram outro indivíduo da mesma espécie ou até do mesmo ramo (ex: labeo bicolor e labeo frenatus). São peixes muito bonitos e crescem bem. Alguns são bons no combate às algas. Para comunitários, são ideais peixes mais rápidos. Lembrando que no caso dos comedores de algas, os peixes que possuem mucos não devem ser misturados;
  • Peixes de água fria: são peixes pacíficos e “bobos”. Ideais para lagos, esses peixes são erroneamente colocados em aquários, onde são confinados a uma vida desconfortável e curta. Por crescerem muito, lagos são a melhor opção, a não ser que o aquário seja grande o suficiente. Em geral, não é bom coloca-los com muitos peixes. Basicamente, se dão bem entre si, tolerando peixes limpadores e poecilídeos. Esses peixes não brigam, porém, não reagem a nada que é feito com eles.

Caracídeos

Esta é uma família muito interessante, pois dentro dela estão os lindos e temperamentais “tetras”. Os peixes dessa família são, em geral, cardumeiros e relativamente pacíficos. Dentro do grupo dos caracídeos, estão os seguintes tipos de peixe: tetras, pacus e peixes-lápis.

  • Pacus: peixes que atingem um tamanho grande, apenas alguns tipos devem ser colocados em aquários. Dentro do grupo dos pacus estão também as piranhas, peixes conhecidos pela voracidade em devorar carne. Os pacus grandes (tambaqui, tambacu, etc) são peixes que devem ser criados em lagos grandes, pois eles atingem tamanhos muito além do que um aquário normal comporta. Os pacus pequenos/médios (prateado, cadete, etc) podem ser mantidos tanto em aquários como em lagos, dependendo do tamanho do ambiente. As piranhas devem ser mantidas em cardumes da mesma espécie, pois elas são carnívoras e devoram qualquer outro peixe.
  • Peixes-lápis: geralmente coloridos e cardumeiros. Devem ser mantidos com peixes que não os incomodem frequentemente, além disso, peixes muito grandes ou lentos não são recomendados.
  • Tetras: estes peixes são incríveis. Cada um dos tetras tem uma beleza única e nova. São peixes cardumeiros e, às vezes, cutucadores. Alguns se sentem muito melhor em aquários plantados (ex: neon, matogrosso, etc). Para acompanhá-los, o ideal são peixes normalmente do mesmo tamanho ou um pouco maiores mas que não os incomodem. É bom lembrar também que nem todos os tetras são compatíveis entre si.

Cobitídeos

A famíia das bótias. Esses peixes são considerados por alguns como grandes coridoras. As bótias são peixes ariscos e coloridos. Apreciam muito a presença de tocas e locais escondidos. Algumas gostam de estar em cardumes densos. É bom lembrar que as bótias em geral são muito sensíveis às mudanças de temperatura. Esses peixes são, geralmente, pacíficos com outras espécies, porém, não gostam de ser cutucados ou incomodados. Também é bom ressaltar que bótias não combinam com aquários plantados, pois elas podem “desplantar” tudo rapidamente. As mais conhecidas são as bótias palhaço e YoYo.

Coridoras

As coridoras são peixes muito explorados. Alguns veem esses peixes apenas como faxineiros insignificantes. Porém, esses peixes devem ser tratados da mesma maneira que qualquer outro peixe. As coridoras são, geralmente, cardumeiras. Algumas só saem à noite, por isso, é bom que o aquário tenha muitos buracos e tocas. Esse peixe pode ser posto com praticamente todos os tipos de peixes, exceto os carnívoros, os africanos ou os muito grandes. Um aspecto importante é que os cardumes são específicos, por exemplo: uma coridora albina não anda em cardume com coridoras sterbai e vice-versa. É interessante lembrar também que esses peixes possuem ferrão em suas nadadeiras, por isso, é bom não manuseá-las sem o auxilio de uma rede.

Cascudos

Peixes vulgarmente conhecidos como “limpa-vidro”. Esses peixes são interessantes e necessitam de um bom espaço para poderem viver confortavelmente. Gostam de tocas, troncos e pedras no aquário. É bom lembrar que apesar de comerem algas, necessitam de comida específica. Para sua companhia, a maioria das peixes são colocados sem problema, com exceção de carnívoros e africanos. Alguns tem hábito carnívoro, e isso deve ser um fator na escolha de companheiros.

Killifishes

Peixes com cores exuberantes, muito apreciados pelos aquaristas. Em geral, são fáceis de se manter. A forma de criação mais usada é com um aquário para reprodução (um macho para uma ou duas fêmeas), porém, na natureza, convivem bem com outras espécies de peixes. Em aquários comunitários, convivem bem, desde que com parceiros amigáveis que não os incomodem, porém, quando estão em um aquário só seu, suas cores ficam mais vívidas.

Melanotaenias

As melanotaenias são peixes coloridos, ativos e cardumeiros. Apreciam a convivência em grandes cardumes, além de não incomodarem outros peixes. Aquários com plantas também são apreciados. Esses peixes são muito pacíficos, e isso deve ser notado na escolha de outros peixes caso o aquário seja comunitário. Peixes muito cutucadores podem fazer com que elas percam a cor e fiquem apáticas. Parceiros ideais são peixes ativos e que não incomodem outros peixes.

Ciclídeos Mbuna do lago Malawi

Os mais conhecidos ciclídeos do lago Malawi são os mbuna. A maioria é encontrada na costa, principalmente nas rochas. O comportamento agressivo e as cores vibrantes (principalmente nos machos) são marcas indispensáveis da espécie. Por serem territoriais, na natureza, alguns machos permanecem no mesmo local por anos. Em aquários, esses peixes não devem ser misturados com nenhum outro por vários motivos, tais como: qualidade da água, agressividade, especificidade do local onde vivem, entre outros. Esses e outros fatores tornam os mbunas peixes peculiares, bem como os outros ciclídeos africanos. O aquário pra mbunas deve ter abundante pedragismo, com muitas tocas e esconderijos. Para substrato, quase sempre usa-se cascalho fino (como areia). O aquário deve ser espaçoso para manter os peixes em questão, aquários apertados não dão certo para mbunas. Para conviver com esses peixes, não é recomendado nenhum outro tipo. Além disso, deve-se colocar apenas um macho de cada espécie no aquário, sendo um macho para cada 2-5 femeas, nem machos de outras espécies com coloração parecida são aceitos.

Ciclídeos Haps do lago Malawi

Os haps vivem afastados da costa e também próximos da mesma, porém, em áreas abertas e possuem algumas características interessantes, a principal é o fato de apreciarem cardumes (mesmo de diversas espécies). Apesar de apreciarem a vida em cardumes, isso não os torna dóceis. Os haps são extremamente territorialistas, e podem inclusive comer indivíduos muito pequenos. Alguns haps podem atingir mais de 30 cm, por isso, um aquário para haps deve ser bem espaçoso e deve possuir bastante espaço aberto para nado livre. Os machos não toleram outros de mesma espécie e nem de outra espécie com cor parecida, além disso, recomenda-se entre 2 e 5 fêmeas por macho.Como companhia, não é recomendado nenhum outro tipo de peixe, pois este tipo de ciclídeo é muito agressivo.

Ciclídeos do lago Tanganyika

Os ciclídeos desse lago são chamados de “tangs” (travo, ou algo com odor forte), esse nome deriva do nome do lago. Esse lago possui muitas espécies de peixes, e nem todos podem ser colocados juntos. As espécies do mesmo, basicamente, dividem-se pela zona do lago onde vivem. Existem os tangs das zonas areosas e os tangs das zonas rochosas além dos que vivem nas duas zonas (ex: frontosa). Como todos os ciclídeos, os africanos são extremamente territorialistas e agressivos. Para criá-los, é necessário um aquário de grande porte, com pedras e tocas. Sua agressividade é basicamente entre machos da mesma espécie e entre outros tipos de peixes, após formarem uma hierarquia, as disputas se amenizam, por isso, não é recomendado mistura-los com outros tipos de peixe.

Ciclídeos do lago Vitória

Os ciclídeos desse lago são agressivos como todos os outros africanos, e isso torna desses peixes habitantes exclusivos de seus aquários. Por seus parâmetros adversos e comportamento intrigante, esses peixes devem ser mantidos sem nenhum outro tipo de peixe no aquário. O aquário deve ter rochas, tocas e também algumas zonas areosas.

Ciclídeos anões sul-americanos (apistograma)

Os apistogramas são peixes que fazem sucesso entre os aquaristas que já tem uma certa experiência com o Aquarismo. Podem ser mantidos das seguintes maneiras:

  • Em comunitários: vivem bem, porém não suportam ser incomodados. É bom lembrar também que poucos peixes são compatíveis com os apistogramas. Normalmente peixes sul-americanos de pequeno porte são indicados.
  • Em aquário para reprodução: coloca-se em um aquário o casal em questão, deve-se atender a todos os parâmetros ideais do peixe para obter sucesso na reprodução.
    É notório lembrar que esses peixes (a fêmea) fazem buracos para reprodução, e isso pode prejudicar a estética do aquário.

Ciclídeos sul-americanos (Jumbo)

Os ciclídeos americanos jumbo são peixes geralmente territoriais e devoram peixes menores que eles. O ideal é que sejam mantidos em lagos ou em aquários grandes apenas com peixes jumbo (de preferência americanos). São vorazes e brutos, por isso, o aquário não comporta muitos enfeites e plantas, apenas plantas de folhas grossas e pedras/troncos devem ser usados. Esses peixes também sofrem muito com a questão da incompatibilidade, pois são vendidos pequenos e, muitas vezes, comprados por iniciantes. Esses peixes são territorialistas, e o espaço deve ser de sobra para os habitantes do aquário.

Ciclídeos sul-americanos (discos e bandeiras)

Esses peixes merecem uma atenção em especial, pois seus comportamentos não se enquadram totalmente em nenhuma das outras categorias.

  • Discos: peixes muito sensíveis, devem ser atendidas todas as suas necessidades de qualidade da água. Gostam de viver em cardumes, e em lugares espaçosos. Aquários plantados são um bom habitat para eles. Para companhia, apenas tetras (nem todos) e alguns outros peixes são ideais. Os peixes limpadores são outro problema, apenas as coridoras podem conviver com discos, pois os outros atacam sua mucosa, causando sua morte.
  • Bandeiras: parecem com os discos, exceto quanto a sensibilidade e quanto aos companheiros que podem estar com ele. Os bandeiras são extremamente territorialistas entre si, e quando se reproduzem, eles são agressivos com qualquer um que chegue perto. Por esses fatores, são recomendados cardumes com mais de 5 indivíduos (isso ajuda distribuir as brigas) e aquários grandes. Apreciam aquários plantados. Para sua companhia, peixes mais ágeis podem ser colocados, desde que não o incomodem, alguns tetras também ficam bem com bandeiras.

Biótopos

Alguns aquaristas, na esperança de dar o melhor aos seus peixes, montam aquários biótopos. Esses aquários tentam reproduzir na íntegra determinada região, tal como: um rio, um lago, etc. Para biótopos, são usadas apenas espécies de peixes e plantas contidas na região em questão, além dos parâmetros da água e do paisagismo ideal. É uma excelente alternativa para quem já está a mais tempo no Aquarismo.

Fonte: Site Aquaflux

Leia mais
DestaquesEventos

Novo horário do banho e tosa aos sábados

32780109_2082705041942783_6546677864559804416_n

Super novidade! Agora, aos sábados, o Beauty Pet da Terra Zoo no Rio Anil Shopping iniciará os trabalhos mais cedo para atender mais AUmiguinhos!
Então já sabe! Sábado pode chegar às 8h que o Beauty Pet já estará funcionando.
Lembrando que o Beauty Pet é somente na loja do Rio Anil Shopping (por enquanto).
Mais informações, ligue: 98 3248 9580.

Leia mais
DestaquesPets

Como e quando realizar a troca de ração de seu pet

19pg07(2)

Diferente do que ocorre com os seres humanos, os animais comem o mesmo tipo de alimento todos os dias. Por causa disso, é importante que os tutores se certifiquem que o alimento consumido é capaz de oferecer e repor todos os nutrientes que o pet necessita para ser saudável. Vários motivos podem ser enumerados para a troca de ração do pet, independente da razão é recomendado fazer de forma gradual.

O principal motivo para que a troca de ração seja dessa forma está no fato de que é necessário que o sistema digestório do animal se adapte ao novo alimento. “O ser humano está acostumado a variações diárias na alimentação. Com isso, o seu metabolismo e sistema gastrointestinal são capazes de lidar com a diversidade. Já o cão e o gato comem o mesmo alimento diariamente e uma mudança repentina pode acarretar em problemas de saúde, como fezes amolecidas, diarreia e vômitos”, afirma a pesquisadora Mariana Martins.

Dentre os motivos para trocar a ração de seu pet estão:

  • Idade: trocar de ração de filhotes para de adultos ou de adultos para idosos;
  • Preferência: troca de uma ração normal ou premium para uma ração super premium, que possui mais qualidade e nutrientes;
  • Escolha: o cachorro se recusa a comer a ração e então é necessário fazer a troca;
  • Lançamento de marca: há uma novidade no mercado de ração específica para o seu cachorro;
  • Preço: a ração que costumava comprar teve o preço muito aumentado e é preciso comprar uma marca mais acessível;
  • Localidade: mudança para uma região onde não se tem fácil acesso à determinada marca de ração;
  • Saúde: nesta questão há diversos motivos diferentes, como a questão das fezes (odor e consistência), gases, alergia ou problemas de pele e doenças que exigem uma ração medicamentosa.

Quando realizar a troca de ração

A troca de ração deve ser realizada apenas quando for solicitada pelo veterinário do animal. Além de ser necessária quando os pets têm problemas de saúde, cães e gatos precisam mudar de ração quando desmamam, deixam de ser filhotes e passam para a fase adulta e quando as fêmeas estão grávidas. Confira opções aqui.

Filhotes de cães e gatos com mais de um mês de idade devem continuar sendo amamentados pela mãe até, pelo menos, o segundo mês de vida, mas o alimento próprio para filhote também deve ficar disponível. Em algum momento, eles terão interesse e comerão a ração.

Já a transição do tipo de ração para filhote para a ração para animais adultos depende da idade do animal. Os filhotes de cães raças mini e pequenas começam a transição para a fase adulta a partir dos dez meses, enquanto os de raça média iniciam a troca aos 12 meses. Por fim, os pets de raças grandes podem iniciar a alimentação recomendada para cães adultos a partir dos 18 meses. “No caso dos gatos, a troca gradual do alimento de filhote para o de adulto deve ocorrer a partir dos 12 meses”, orienta Mariana.

Além disso, o que muitos tutores não sabem é que as fêmeas gestantes devem se alimentar de ração própria para filhotes durante o período em que estão grávidas.

Como realizar a troca da ração

O ideal é dedicar sete dias para a troca de alimento do animal. Durante esse período, deve haver o aumento gradual da quantidade oferecida da nova ração e a diminuição da anterior até que, no sétimo dia, o pet esteja consumindo 100% do alimento novo. Mesmo para a alimentação natural é importante que a transição seja feita gradativamente, da mesma forma como é feito para a ração nova, sempre respeitando proporcionalmente a quantidade diária recomendada da alimentação natural e da ração anterior, assim o o trato digestório do cachorro irá se adaptando.

Fonte: Pet Cidade e Tudo sobre Cachorros

Leia mais
DestaquesHamstersPets

Cuidados com hamsters filhotes

img_doencas_mais_comuns_nos_hamsters_21586_orig

Tomar conta de hamsters filhotes – independentemente de tê-los criado ou comprado – pode ser bastante trabalhoso. Mesmo se estiverem com a mãe, é necessário ficar de olho neles para verificar se ela está realizando corretamente seus “afazeres” maternos e não os machucando. Se a mãe não estiver presente, hamsters criados à mão têm pouca chance de sobreviver, mesmo se o dono for bastante carinhoso e atencioso. No entanto, existem algumas maneiras de aumentar a chance de sobrevivência deles, com ou sem a mãe por perto.

Preparando o parto da mãe

Avalie os fatores de risco dos pais. Os hamsters chegam à maturidade sexual ao completarem seis semanas de idade, mas não é aconselhável deixar que cruzem nesse momento. A fêmea deve ter ao menos entre 8 a 10 semanas de idade antes de cruzar, enquanto os machos deverão ter de 10 a 12 semanas de vida. Quando o hamster completar 1 ano, ele não deve mais procriar, já que o risco de os filhotes desenvolverem problemas de saúde disparam. A expectativa de vida média de um hamster é de 18 a 24 meses.

Procure por sinais de que a fêmea dará cria. As gestações desses animais são curtíssimas, durando de 15 a 18 dias. Quando souber que a fêmea está grávida, fique de olhos nos indícios a seguir para saber que ela está prestes a dar à luz:
Agitação
Construção de ninhos
Irritabilidade
Aumento no apetite

Prepare a gaiola para o parto, confira opções aqui. Ao observar qualquer um dos sinais acima descritos, a fêmea está perto de dar à luz, logo, a gaiola deve ser arrumada para que os filhotes possam ficar à vontade. Limpe e prepare-a antes do nascimento, mas não muito perto do dia do parto. É muito importante não incomodar a mãe nos últimos dias da gravidez, já que isso aumenta a chance dela canibalizar os filhotes (devido a uma má formação congênita, por exemplo).

Alguns dias antes de dar à luz, coloque-a em uma gaiola limpa e deixe-a em paz. Se não souber em qual período da gestação ela está, isole-a ao perceber que a barriguinha está aumentando de tamanho.

Tire os brinquedos da gaiola. A mãe pode machucar ou matar os bebês se os brinquedos a atrapalharem. Evite lã de algodão ou outros materiais que possam formar muitos fios no chão da gaiola, atrapalhando a movimentação dos pequenos. Além disso, não coloque palha, já que as pontas afiadas machucarão os filhotes. As alternativas mais seguras são: polpa de celulose, pedaços de papel, faia preta ou carefresh (um material agradável para os animais e que absorve os excrementos).

Dê à mãe o material necessário para que ela faça o ninho, como algo aconchegante, quente e que possa formar uma toca. Papel-toalha ou papel de tecido não tingido são recomendados. A partir dos dois dias anteriores à data prevista do nascimento dos filhotes até 10 dias após ela dar à luz, não mexa na gaiola e nem pegue a mãe no colo. Verifique se a mãe preparou o ninho. Quando estiver quase pronta para dar cria, ela construirá um ninho para cuidar dos filhotes. Por isso, não há necessidade de colocar mais revestimento ou materiais para deixá-los confortáveis ou colocar os pequenos em outro local. Na verdade, mexer nele após o nascimento pode ser algo desastroso, já que hamsters são conhecidos pelo canibalismo; deixar a mãe nervosa pode colocar os filhotes em risco. Ele é maior na primeira semana após o nascimento e em mães de primeira viagem.

Cuidando de filhotes de hamster com a presença da mãe

Interfira muito pouco durante a primeira semana. Depois que os bebês nascerem, continue preenchendo os bebedouros com água e os pratinhos com ração durante sete dias, mas não incomode a mãe e os filhotes. Deixe-os quanto mais isolados for possível, ou seja, longe de barulhos de crianças curiosas, do trânsito e da TV e do rádio, por exemplo. Cães e gatos também não devem entrar no cômodo.

Não pegue os bebês no colo em hipótese alguma durante os primeiros 14 dias. A mãe dos hamsters poderá praticar canibalismo nos filhotes se o dono incomodar. Como é um mecanismo de autodefesa desses animais, fique apenas observando durante os primeiros dias. Durante essas mesmas duas semanas, não limpe a gaiola. Deixe a temperatura do ambiente por volta de 21 °C.

Entenda como os filhotes se desenvolverão. Os hamsters recém nascidos são extremamente vulneráveis – sem pelos, surdos, cegos e com os membros parcialmente desenvolvidos. No entanto, eles crescem com muita velocidade; nesse período os acontecimentos devem ocorrer após esses períodos de tempo se eles estiverem se desenvolvendo de maneira normal e saudável:

5-15 dias: os olhos e ouvidos devem abrir
Sete dias: começarão a andar
Sete a dez dias: comerão alimentos sólidos
Dez dias: início do crescimento dos pelos
10-20 dias: os filhotes já conseguirão usar o bebedouro

Deixe que a mãe cuide dos filhotes. Para maior chance de sobrevivência dos recém-nascidos, a mãe deve ter instintos maternos adequados para isso. A função do dono é apenas ficar de olho e deixá-la fazer o que for necessário. Enervar ou incomodá-la fará com que ela ataque os filhotes. Deixe-a em paz; quando os recém-nascidos estiverem sob os cuidados da mãe, não é preciso fazer nada. Verifique se a mãe está bem alimentada. Nas primeiras duas ou três semanas, quando os filhotes são nutridos pela mãe, é importante que ela esteja bem alimentada e saudável. O dono poderá dar ração de hamster ou comida fresca, como cenouras e erva dos prados.

Bolinhas nutritivas para ratos ou camundongos são melhores opções do que muesli para hamster. Isso acontece porque o animal acaba comendo as partes mais saborosas e deixa as mais nutritivas – e menos apetitosas – no pratinho. Forneça água e alimentos para os filhotes. Ao completarem de 7 a 10 dias de vida, os pequenos já estarão prontos para consumir alimentos e bebidas de outra fonte que não a mãe. Não coloque uma tigela de água na gaiola, já que eles podem se afogar; em vez disso, pegue um bebedouro e coloque o bico cerca de 1 ou 2 cm sobre o leito da gaiola. O bebedouro da mãe também deve ser deixado na gaiola, com a diferença que o outro (especial para os filhotes) será baixo demais para um hamster crescido. Quando estiverem prontos para consumir alimentos, os bebês começarão a “roubar” a comida da mãe, logo, coloque bastante ração sólida após observar que estão prontos.

Separe os hamsters por sexo na idade adequada. Hamsters sírios devem ser segregados ao atingirem três ou quatro semanas de vida ou começarão a brigar. Os hamsters anões podem ficar juntos, mas separe-os por sexo se não quiser que cruzem. Isso deve ser feito dentro de 48 horas após o desmame, que por sua vez, deve ser realizado de 21 a 28 dias após nascerem. A puberdade se inicia entre 2 a 18 dias após o desmame. Nesse momento, os hamsters estarão prontos para reprodução.

Cuidando de hamsters órfãos

Entenda os riscos. Conseguir criar hamsters sem a presença da mãe é algo quase impossível. Os filhotes nascem pouco desenvolvidos e precisam de uma alimentação adequada para sobreviverem. Os nutrientes vêm do leite materno e as fórmulas criadas para substitui-los pouco ajudam na formação saudável dos órgãos e ossos ainda deficientes.

Não fique triste se os filhotes morrerem. A chance já era muito pequena desde o começo, mas ao menos você tentou. Cuidado ao usar uma “mãe de aluguel”. Apesar do leite natural de hamster ser a melhor fonte de nutrição para desenvolvimento dos filhotes, o “aluguel” de uma mãe não é algo que funciona muito bem com hamsters, já que a chance da fêmea lactante canibalizar os pequenos é muito grande. Fêmeas que não estão lactando não poderão fornecer o leite necessário para os filhotes.

Substitua o leite materno da melhor maneira possível. O lactol é a melhor opção para servir como leite materno de hamsters (ele geralmente é dado a cães). Os filhotes precisam estar sob uma dieta rígida 24 horas por dia até que comecem a consumir alimentos sólidos. Por sorte, eles se interessam por comida sólida ao completarem entre 7 a 10 dias de vida. Quando começarem a ingerir alimentos sólidos, você poderá dar leite apenas uma vez a cada três horas.

Use um conta-gotas para alimentá-los. Coloque um pouco de lactol no conta-gotas e aperte a borracha para que uma gota fique pendurada na ponta. Segure-a sobre a boca do filhote; ele tentará lamber ou chupar o leite da ponta. Não espirre leite na boca do hamster. Eles são tão frágeis que até mesmo uma pequena quantidade do fluido pode entrar no pulmão do animal, causando pneumonia ou até afogamento. Essa é uma das principais razões que fazem com que cuidar de hamsters órfãos seja tão difícil.

Regule a temperatura do ambiente. Como nascem sem pelos, os filhotes não conseguem regular a própria temperatura corporal até completarem 10 dias de idade. Mantenha o cômodo em uma temperatura constante de ao menos 21 °C, através de uma almofada, compressa quente ou fechando as janelas e ajustando a temperatura do local. Os filhotes ficarão bem à vontade em temperaturas até 26 °C. Acima disso, eles poderão ser afetados negativamente pelo calor. Quando os filhotes estiverem no ninho, cubra-os parcialmente com o revestimento do leito para deixá-los um pouco mais quentinhos.

Fonte: Wiki How

Leia mais
DestaquesPets

Dicas de como escolher seu pet de estimação

Pets

Animais de estimação podem ser uma responsabilidade para a vida toda, por isso, você deve ter a responsabilidade de escolher bem com quem vai dividir a sua vida. Se você quer ter um pet e ainda não sabe qual escolher ou qual irá se encaixar em sua rotina e vice-versa, confira algumas dicas abaixo, a final, pets são animais vivos – não bichos de pelúcia que podem ser “jogados fora” quando se cansar deles.

Comprar ou adotar um animal de estimação certo pode ser um desafio. Pense em que tipo de animais você gosta. Você gosta de animais pequenos e fáceis de cuidar? Ou você gosta de animais que requeiram um pouco de cuidado? Ou você gosta de animais grandes? Quando pensar em tamanho, lembre-se de que gatos e cachorros crescem. Algumas raças ficam pequenas, mas alguns podem crescer bastante. Depende do tipo de gato ou cachorro.

O custo do animal pode ser um fator importante ao escolher o animal certo. Considere tanto o custo inicial de compra como o custo de manutenção, de cuidados veterinários, alimentação, etc.

Se estiver pensando em ter um animal exótico, veja antes as leis da cidade, do estado e do país sobre possuir ou importar o animal. Se estiver trazendo um animal de fora do país, veja com a empresa aérea e a alfândega sobre os documentos necessários e o procedimento de quarentena de animais vindos de determinado país. Estes podem variar de acordo com a fronteira e mudar sem aviso prévio dependendo das regulamentações de saúde.

Veja o que sua moradia permite. Se estiver alugando ou morando em um apartamento ou condomínio, seu prédio permite esse tipo de animal que você quer? As regras podem variar bastante. Muitos prédios permitem animais menores, mas não os grandes, alguns não permitem certos animais independente do tamanho, alguns permitem contanto que se faça um depósito de caução, etc. Verifique com o síndico sobre espécies diferentes, raças e tamanhos que você pretende ter. Consiga permissão por escrito, e faça uma atualização no seu contrato se achar que possa ter problemas.

Diferentes tipos de pets

  • Animais aquáticos:
    Ao optar por um animal aquático como um peixe ornamental, uma tartaruga, etc., avalie o quanto de espaço você tem sobrando. Para a instalação de um aquário, é preciso verificar o local onde o mesmo ficará e a proximidade dele com uma tomada, pois será necessário.
    Avalie o seu tempo disponível para cuidar disso. Isso significa mais do que dar comida. Você terá que se comprometer com as limpezas regulares do aquário: separar os peixes individualmente, limpar bombas e filtros, lavar toda a estrutura e depois gentilmente colocar os peixes de volta sem estressá-los muito.
  • Aves:
    Ao escolher alguma espécie de ave de estimação, você deve avaliar se o espaço é suficiente para eles, pois, quanto maior for o pássaro, maior será a gaiola que ele vai precisar. Alguns pássaros, especialmente papagaios, tem uma expectativa de vida longa. Papagaios cinza africanos, por exemplo, vivem uma média de 50 anos. Periquitos, por outro lado, vivem entre 5-15 anos. Não escolha um pássaro que não possa ter um compromisso com ele para a vida inteira.
    O tempo de de dedicação para eles também deve ser avaliado. Gaiolas precisam ser limpas semanalmente. Os pássaros devem ser molhados algumas vezes por semana. Eles precisam de pelos menos algumas horas por dia de interação com humanos. Um pássaro solitário fica entediado facilmente e pode desenvolver hábitos ruins de se bicar e comer demais, que podem ser prejudiciais se não tratados. Brinquedos e companhias podem melhorar esse problema, mas eles ainda precisam de interação com a família. Eles podem não se dar bem com as outras aves companheiras e isso também afeta os custos em geral, espaço, etc.
    Muitas espécies de aves são presas. Como tais, elas se desenvolveram para não mostrar sinais de doença até que estejam quase mortas. Você deve ter ou desenvolver um senso de observação aguçado para poder dar atenção médica imediata ao seu pássaro.

  • Hamster e Coelhos:

Os hamsters ficam muito ativos à noite e gostam de correr, escalar e cavar. Uma gaiola espaçosa é importante para que tenham espaço pra explorar e se exercitar e para caber acessórios, tocas e brinquedos.  Preste atenção na segurança. A gaiola não pode ser fácil de ser aberta pelo hamster. Os espaços entre as grades tem que ser pequenos para não ser possível escapar, mas não podem ser  pequenos demais para não prender as patinhas. Pode ter vários andares, túneis, escorregadores, rampas e escadas. Precisa ter uma roda para exercícios que pode já fazer parte da gaiola ou ser comprada separadamente. Tocas, casinhas ou algum tipo de esconderijo são muito importantes para que o hamster tenha onde se esconder e dormir sentindo-se seguro. Os hamsters desidratam facilmente por isso é importante ter certeza que terão água sempre disponível.  Cuidado com bebedouros muito pequenos que não armazenam a quantidade de água necessária para pelo menos 2 ou 3 dias. No caso de coelhos, existem diversos modelos e tamanhos de gaiolas para eles. Escolha sempre o maior tamanho possível. Lembre-se que dentro da gaiola é preciso haver espaço suficiente para o coelho se movimentar com conforto e se esticar para deitar mesmo com todos os acessórios dentro. E essa só é uma opção para coelhos que possam ser soltos diariamente por um longo período para brincar e se exercitar fora da gaiola. As gaiolas são úteis para coelhos que não podem ser sempre supervisionados e para casas onde existam outros animais ou crianças pequenas que possam acidentalmente ferir o bichinho. Gaiolas também são uma boa opção para quem gosta de viajar frequentemente levando seu bichinho. A maioria das gaiolas tem grades no fundo,o que facilita a higienização, mas pode causar desconforto para o coelho, por isso é preciso que pelo menos em parte do alojamento exista uma parte sem grade ou um descanso para as patas para dar conforto ao bichinho.

  • Cobras e Lagartos:
    Você está preparado para ter um pet de vida longa? Está disposto a alimentá-lo com grilos e camundongos? É necessário também ter espaço suficiente, pois cobras e alguns lagartos podem ficar muito grandes. Eles vem ganhando espaço na vida de alguns tutores e, aos poucos, sendo considerados uma boa opção para animal de estimação. Isso porque é ideal para quem tem alergia a pelos, possuem pouco tempo disponível e procuram animais menos carentes de atenção. Eles são ótimas opções para os tutores que não possuem disponibilidade de espaço e tempo. Afinal, ficam dentro dos terrários e não carecem de atenção o tempo todo. No entanto, é uma péssima escolha para os tutores que gostam de carinho e afeto, já que este tipo de animal não é muito adepto a afabilidade. Eles moram dentro de terrários, que são aquários com tampas, planejados especificamente para ficarem parecidos com seu habitat natural, possuem pedras, galhos, pequenos poleiros e uma caverninha para o animal se esconder e descansar. Geralmente, os terrários possuem lâmpadas que mantém o ambiente quente e iluminado, do jeitinho que répteis e lagartos gostam e ficam confortáveis. Sobre o tipo de alimentação, há duas possibilidades: comprar no pet shop alimentos específicos, ou alternativas caseiras como insetos, larvas, minhocas, folhas e legumes. Lagartos devem ser alimentados duas vezes por dia, mas é sempre bom consultar um veterinário, para que este recomende qual o melhor tipo de alimentação com base na espécie do seu lagarto.

  • Cães e Gatos:
    Os campeões na escolha da maioria das pessoas como pets de estimação, os cães e gatos precisam de bastante atenção e cuidados, por isso, você deve se fazer os seguintes questionamentos: Você pode ter gatos ou cães onde mora? Você tem um quintal, ou está preparado para levar o cão para passear? Você pode pagar por treino de obediência? Ter um animal desobediente pode ser um estrago na sua vida. Mesmo que você prefira não fazer um treino formal, deve estar preparado a fazer uma pesquisa e aplicar a disciplina necessária para o treino básico.
    Quanta atenção você pode devotar a eles? A maioria dos cães tem que ser levado para passear todo dia e tem que sair para fazer as necessidades. Certas raças de cães desenvolvem problemas de comportamento se forem deixados sozinhos por longos períodos de tempo.
    Quem vai tomar conta dele quando você viajar? Veja a disponibilidade de canis e hotéis de pets na sua região, se você não tiver amigos ou família dispostos a cuidar deles quando você sair.
    Você se muda muito? Cães especialmente podem não responder bem à mudanças frequentes no habitat imediato.
    Você vai arrumar um animal adulto ou um filhote? Se for um filhote, certifique-se de que ele tenha idade suficiente para ser separado da mãe. Animais novos precisam de muito carinho e cuidados. Lembre-se de que eles precisam de mais atenção e cuidados. Isso significa maior comprometimento do seu tempo.
    Cães e gatos podem viver uma média de 15 anos, dependendo da raça. Você está disposto a ter esse comprometimento? Você pode pagar pelas visitas anuais ao veterinário e contas inesperadas? Talvez você deva reconsiderar um seguro saúde do seu pet. Se não pode gastar com todas essas despesas, melhor avaliar e deixar para uma próxima oportunidade.

Dicas adicionais

Pesquise sobre o animal antes de aceitar a responsabilidade. Não compre ou adote por impulso! Não fique intimidado por tudo isso. Um animal pode ser uma adição preciosa na sua vida, e todo o trabalho e responsabilidade valem a pena. Mas você ainda precisa estar pronto para aceitar a responsabilidade.
Lembre-se de que a adoção pode até ajudar ou salvar a vida de cães e gatos, então é uma ótima maneira de arrumar um bichinho. Além disso, a maioria dos abrigos de adoção fornece serviços de castração e microchip para os pets antes de serem adotados. Em alguns lugares, é até obrigatório que sejam castrados. Isso evita a superpopulação, especialmente de gatos.

Use precaução ao comprar um animal de uma pet shop. Algumas lojas conseguem os filhotes de criadores irregulares. Isso pode significar que os animais têm problemas genéticos, que podem causar problemas de comportamento e humor, ou problemas físicos que requerem cuidados veterinários.

Opção para quem não pode ter um pet

Por algum motivo você não pode ter um pet em casa? Tente ser passeador de cães, babá de animais ou ser voluntário em um abrigo de animais, assim você terá contato com pets sempre que quiser ou puder. Mais importante, lembre-se de ser paciente. Cuidar de um animal nem sempre é fácil.

A maioria dos animais estabelecem uma presença na sua vida de uma maneira muito forte, e manter as coisas limpas e organizadas todo o tempo será impossível. Tente sempre lembrar em como o animal é importante para você e que ter um bichinho é uma experiência recompensadora.
Se não quiser mais um lagarto que já possui, não largue-o no mato! Isso é muito ruim para o ambiente e o lagarto provavelmente vai morrer. Diferentes animais têm diferentes necessidades. Cães precisam de espaços abertos para correr, e gatos também precisam de um espaço razoável, arranhadores e brinquedos para não ficarem entediados. Pássaros são animais sociais e precisam de um amigo ou um companheiro. Certifique-se de que pode garantir todas essas necessidades antes de ter um bichinho.
Se você for alérgico a cães e gatos, ter um pode ser arriscado. Tente ficar com o de um amigo primeiro.
O mesmo se aplica a um peixe. Não jogue fora um peixe de aquário em um lago ou oceano, o peixe irá morrer além de outros animais que vivem lá. Seu peixinho foi criado para um aquário com químicos, ele irá envenenar o lago.

Fontes: Wiki How e Canal do Pet

Leia mais
DestaquesJardinagem

Plantas para cultivar dentro de casa

Cultivar-Plantas-em-Ambientes-Internos-9

Se você tem dúvidas de qual tipo de planta ter dentro de casa, por medo de não saber como cuidar, regar, etc., confira as dicas abaixo.

Orquídea

A orquídea é uma das plantas mais procuradas pata cultivo em áreas internas, pois demanda poucos cuidados. Uma das espécies mais comuns é a falenópsis, cujas flores arredondadas variam entre o branco, o rosa, o amarelo e a púrpura. Por ser bastante delicada, é melhor escorar sua haste com um tutor. E vale a pena substituir os vasos de plástico pelos de barro, pois são porosos e drenam melhor a água. Deve ser cultivada à meia-sombra, recebendo iluminação indireta. Preste atenção na coloração da folhagem: se estiver escura, mude a orquídea de local.

Samambaia

De coloração verde-clara, apresenta folhas longas e pendentes, que costumam formar touceiras volumosas, demonstrando sua bela textura. Para tirar proveito dessas características, plante-a em vasos suspensos ou em um local alto. A iluminação ideal para cultivá-la é a meia-sombra, mas ela também gosta de receber iluminação difusa. O vento é um dos seus maiores inimigos, pois acaba queimando as folhas mais jovens.

Cróton

Esta espécie chama a atenção por suas folhas coloridas e grandes. Brilhantes e um pouco retorcidas, elas surgem em tamanhos variados e podem mesclar tons de vermelho, roxo, rosa, branco, amarelo, verde ou laranja, formando lindas combinações. A folhagem exuberante somente será mantida se a planta receber bastante sol direto. Por isso, posicione o vaso próximo a uma janela. Dicas importantes: ela não se adapta a locais com ar condicionado; ao manipular a planta, utilize luvas, pois sua seiva pode provocar irritações na pele.

Suculentas

São plantas que apresentam raiz, talo ou folhas engrossadas, característica que permite o armazenamento de água durante períodos prolongados. Bastante fáceis de cuidar, elas costumam “avisar” do que precisam, basta prestar atenção aos detalhes. Se as folhas começarem a murchar, aumente gradativamente a quantidade de água; se as folhas da base começarem a apodrecer, diminua. Se ela ficar fina e perder muitas folhas, não está recebendo a quantidade necessária de luz. O ideal é proporcionar pelo menos quatro horas diárias de sol para que elas sobrevivam com saúde.

Palmeira Leque

Por apresentar um crescimento lento, é ótima para o cultivo em vasos. Mas é preciso colocá-la em ambientes amplos e bem iluminados. Suas folhas grandes, plissadas e com margem dentada, em um lindo tom de verde brilhante, chamam a atenção de quem passa. Para mantê-la saudável, remova as folhas velhas e secas e adube a espécie durante o verão. O reenvase a cada dois anos também faz parte dos cuidados necessários. Proteja-a de ventos fortes e do aparelho de ar-condicionado.

Cacto

Ótima opção para quem não tem tempo ou jeito para cuidar de plantas, a espécie gosta de muitas horas de luminosidade direta e pouca água. Quanto mais sol seu cacto receber, mais robusto e bonito ele ficará. Quando plantado em vasos, ele estaciona seu crescimento ao perceber que o espaço acabou. Uma informação: todo cacto é uma sucelenta, mas nem toda suculenta é um cacto.

Zamioculca

É um excelente curinga para corredores e locais com baixa luminosidade natural, onde outras plantas dificilmente sobreviveriam. Destaca-se pela beleza de suas folhas superbrilhantes, com o aspecto de cera, em tom de verde bem escuro. A espécie é tão resistente que continua linda mesmo em ambientes com ar condicionado. Mas tome muito cuidado com a quantidade de água: é preferível deixá-la passar sede do que regar em excesso.

Quer conferir mais opções de plantas para cultivar em casa? Visite a Terra Zoo Conceito Quixaba, em São Luís:

Avenida Deputado Luis Eduardo Magalhães, 50
Cidade: São Luís
Estado: Maranhão
CEP: 65.065-200
Fone: (98) 3248-9555
Horário de Funcionamento:
Segunda a Sábado – das 08h00 às 18h00
Domingo – Fechada

 

Fonte: Revista Casa e Jardim

 

Leia mais
AquarismoDestaques

Quantos peixes podem ser colocados em um aquário?

Aquário

Para averiguar quantos peixes cabem num aquário basta utilizar duas regras básicas. A quantidade de água existente e as medidas do aquário devem ser ajustados aos peixes. Para cada peixe, dependendo do seu tamanho, deve estar disponível uma determinada quantidade de água. Quanto às dimensões do aquário, aplica-se o seguinte: o tanque deve ser pelo menos dez vezes mais comprido e cinco vezes mais largo que o comprimento do corpo do peixe mais comprido. Por isso, é importante que se informe quando da aquisição sobre o comprimento final dos peixes em adultos, para usar este valor como base do cálculo.

Porém, não é necessário seguir estas regras tão rigidamente, porque também a qualidade da água tem um papel decisivo na definição da quantidade de peixes a ter no aquário. É possível ter mais peixes em um aquário bem cuidado, com bastante vegetação, alimentação controlada e boa filtragem, do que em um aquário que tenha um filtro muito fraco e no qual os cuidados de manutenção como a limpeza do filtro e as mudanças parciais de água não sejam realizados regularmente ou no qual seja dada comida em excesso. As informações de associações de aquariofilia também podem servir de orientação.

A Federação das Associações Alemãs de Aquários e Terrários dá as seguintes indicações:

Para peixes até 2 cm de comprimento, é calculado 1litro de água por cm de comprimento do corpo;

Para peixes entre 2 e 5 cm de comprimento, são calculados 1,5 litros de água por cm de comprimento do corpo;

Para peixes entre 5 e 10 cm de comprimento, são calculados 2 litros de água por cm de comprimento do corpo;

Para peixes entre 10 e 15 cm de comprimento, são calculados 3 litros de água por cm de comprimento do corpo;

Para peixes com mais de 15 cm de comprimento, são calculados 4 litros de água por cm de comprimento do corpo.

Além destas recomendações, deve-se também levar em consideração as indicações acima sobre as dimensões necessárias.

Fonte: Aquariofilia.org

Leia mais
1 2 3 10
Page 1 of 10