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Terra Zoo na Fecoimp 2018

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De 12 a 15 de setembro, a Fecoimp – Feira do Comércio e Indústria de Imperatriz vai movimentar a cidade e região. Realizada pela Associação Comercial e Industrial de Imperatriz-ACII, em parceria com empresas e instituições públicas e privadas, a Fecoimp tem como princípio básico a integração, a divulgação e o fomento do comércio e indústria.

A Terra Zoo e a Potiguar estão presentes com um stand, especialmente montado com cenários,  oferecendo uma demonstração do mix de produtos encontrados nas lojas e atrações imperdíveis para os visitantes da Fecoimp. Dentre elas, oficinas de decoração como: iluminação e decoração de ambientes, utilização de tintas e efeitos marmorizados ministradas por arquitetos e decoradores da Potiguar. A Terra Zoo irá oferecer oficinas de aquarismo (como montar aquários), jardinagem (técnicas de plantio), demonstração de tosa e cuidados básicos de cães e gatos, ministradas por profissionais das respectivas áreas como biólogo e veterinária.

No stand, também acontecerá a ação Foto Premiada, onde o visitante poderá tirar qualquer foto de seu celular, postar em seu perfil no Instagram (deixando o perfil público), marcar @terrazoo e usar a hashtag #terrazooitz e receber a foto impressa. Dentre essa fotos impressas, algumas serão premiadas com 15% de desconto em compras (somente no setor pet, como rações e acessórios) ou um banho e tosa (na máquina) para cão de qualquer porte, na loja Terra Zoo de Imperatriz. A validade para utilização da premiação é até o dia 29 de setembro de 2018.

 

A Fecoimp 2018 acontece até o dia 15 de setembro, no Centro de Convenções de Imperatriz, na rua Marechal Hermes da Fonseca- Centro.

 

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Como alimentar peixes ornamentais

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Eles são adoráveis, ornamentam com beleza sem igual o aquário, mas exigem cuidados específicos. Extremamente sensíveis, os peixes necessitam, além de atenção quanto à água, temperatura, ph, etc, cuidados com a alimentação. Justamente por não reclamarem que estão com fome, torna-se um verdadeiro mistério para os criadores descobrirem a quantidade ideal oferecida.

Apesar de não haver uma fórmula mágica que se aplique a 100% das espécies, a dica mais comum e eficaz, é alimentar o animal de duas a três vezes ao dia. A quantidade adequada deve ser aquela que o peixe consuma em menos de três minutos. Isso quer dizer que, após esse tempo, se ainda tiver comida no aquário, o dono deve diminuir a quantidade que está oferecendo.

Isso porque os animais não devem ser alimentados até que pareçam satisfeitos. Ao contrário do que muitos imaginam, na natureza, os peixes são adaptados a passar a maior parte do dia com fome, à procura de pequenos pedaços de comida. É justamente por isso que é considerado um erro superalimentá-los.

Vale lembrar que, apesar desta tática funcionar bem para aquários de principiantes e comunitários, as criações de espécie única, de reprodução e de hospital exigem uma abordagem mais cuidadosa e específica. Nesse caso, apenas um veterinário ou especialista pode indicar a quantidade ideal de comida.

Para regra geral, o criador deve ter em mente que é mais fácil enfraquecer ou até matar um peixe devido à alimentação em excesso (porque isso estraga a água do aquário) do que fazê-los morrer de fome. Há aquaristas, inclusive, que defendem o jejum um dia por semana, porque o processo pode limpar o organismo do animal.

Frequência

Muitos preconizam a alimentação apenas uma vez ao dia, isso não necessário e nem é o ideal. Duas a três distribuições diárias de alimento em pequena costumam apresentar melhores resultados. Distribuindo uma pequena quantidade de alimento de cada vez você evita que restos de ração deteriorem-se e prejudiquem a qualidade da água. Além disso essa frequência de alimentação permite que você alterne 2 ou 3 tipos de alimentos diferentes ao longo do dia. A alternância de alimentos é sempre benéfica aos peixes.

Quantidade

É muito importante controlar a quantidade de alimento oferecido em cada “refeição” a seus peixes. O ideal é oferecer uma quantidade que seja inteiramente consumida por eles em no máximo 5 minutos. Não deve haver sobras de alimento. O ciclo digestivo de seus peixes é de cerca de 1 hora, se você os alimentar de hora em hora eles com certeza comerão, mas não é o melhor para a saúde deles. Um máximo de 3 vezes ao dia em pequena quantidade está ótimo.

Rações Industrializadas

A ração industrializada de boa qualidade pode ser usada como único tipo de alimentação de peixes em aquário na maior parte dos casos. Se houver a possibilidade de oferecer alimento vivo pelo menos 2 vezes por semana com certeza o desenvolvimento dos peixes será favorecido. Muita atenção é necessária nesse caso, pois as sobras de alimento vivo podem comprometer rapidamente a qualidade da água do tanque. Em breve traremos uma série de artigos sobre alimentos vivos.

Caso opte por usar apenas rações industrializadas, não economize no preço nem na variedade. Compre algumas variedades diferentes e alterne-as ao longo do dia, variando sempre. Sugerimos que opte pelas em forma de grânulos ou em crisps e evite os flocos. Rações flocadas costumam desmanchar em poucos minutos e qualquer excesso pode prejudicar gravemente a qualidade da água no seu tanque. Confira opções aqui.

Receitas Caseiras

A não ser que você tenha um grande conhecimento sobre alimentação animal, evite aventurar-se preparando rações e patês caseiros. Uma ração ou patê que não seja corretamente formulado pode conter excesso de gordura animal ou outros nutrientes que podem comprometer a saúde de seus peixes.

Fontes: Vida no aquário e Pet Mag

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Saiba mais sobre roedores

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Os mamíferos roedores têm despertado interesse e começam a ocupar lugares como animais de estimação exóticos em diversas famílias, lado a lado com gatos e cães. Entre os mais populares estão os hamsters, as ratazanas de estimação e os porquinhos-da-índia.

No entanto, estas vantagens também promovem alguma irresponsabilidade: sendo animais muito baratos e disponíveis em qualquer loja, por vezes existe menor cuidado e preocupação com a sua saúde, algo como “se morrer compra-se outro”.

Ao interagir com um destes animais, sobretudo se não tiver uma experiência anterior, poderá ficar surpreendido com a inteligência e a ligação afetiva aos donos de que estes animais são capazes.

Estes mamíferos possuem dois pares de dentes incisivos (dentes da frente) bem desenvolvidos. Um par situa-se no maxilar superior e o outro no maxilar inferior. Estes pares de dentes crescem continuamente, pois são desgastados à medida que o animal vai roendo as cascas dos ramos das plantas. Os roedores não possuem dentes caninos (presas), mas têm molares para a trituração do alimento. Como exemplos, temos o rato, o camundongo, a capivara (o maior roedor do mundo), o esquilo, a marmota e o castor. Estes animais servem de alimento para muitas aves, répteis e mamíferos carnívoros.

Os roedores são animais mamíferos, da ordem Rodentia. Existem cerca de duas mil espécies de roedores no mundo. Há grande diversidade entre os roedores, porém há uma característica em comum a todos eles: a forte e poderosa dentição. Com seus dentes incisivos conseguem roer diversos tipos de alimentos, além de madeira e até alguns tipos de pedras.

A maioria dos roedores é de pequeno porte (entre 100 e 200 gramas). São encontrados em todos os continentes (exceto Antártida). A maioria dos roedores é terrestre e plantígrado (animais que caminham sobre as plantas dos pés). Outra característica comum entre a maioria dos roedores é a reprodução rápida, pois as fêmeas são capazes de gerar muitos filhos num único ano. Além disso, possuem a capacidade de se adaptarem a vários tipos de habitat. Com relação aos hábitos sociais, os roedores e os quirópteros (morcegos) são sociáveis (vivem em grupos), porém os insetívoros possuem uma vida mais solitária.

Exemplos de espécies de animais roedores:

– Capivara (Hydrochoerus hydrocoerus)

– Castor-europeu (Castor fiber)

– Chinchila (Chinchilla lanigera)

– Esquilo-vermelho (Sciurus vulgares)

– Esquilo-voador (Pteromys volans)

– Gerbo-do-deserto (Jaculus jaculus)

– Hamster-comum (Cricetus cricetus)

– Lebre-ártica (Lepus arcticus)

– Leirão-cinzento (Glis glis)

– Marmota-comum (Marmota marmota)

– Morcego-anão (Pipistrellus pipistrellus)

– Morcego-negro (Barbastella barbastellus)

– Tuco-tuco (Ctenomys sp.)

– Vizcacha (Lagostomus maximus)

– Camundongo (Mus musculus)

– Musaranho-comum (Sorex araneus)

– Ratazana (Rattus norvegicus)

– Ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus)

– Porquinho-da-índia (Cavia porcellus)

– Rato-canguru (Dipodomys ordii)

– Toupeira-comum (Talpa europaea)

Classificação científica dos roedores:

Reino: Animalia

Filo: Chordata

Subfilo: Vertebrata

Classe: Mammalia

Infraclasse: Placentalia

Superordem: Euarchontoglires

Ordem: Rodentia

 

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Doença de pele em pug: como tratar

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Com o rosto enrugado e os olhos esbugalhados, os pugs são companheiros leais, adaptam-se com facilidade a qualquer ambiente e se dão bem com outros cachorros, por isso são tão populares, principalmente entre os tutores que têm pouco espaço disponível em casa.

Eles são bastante conhecidos pelos seus focinhos achatados e olhos saltados. Suas dobrinhas também são características, fazendo com que a raça seja querida por aqueles que gostam de cachorros pequenos, ativos e muito fofos.

Essas características dos pugs, no entanto, acabam gerando diversos problemas de pele. As dermatites, como são chamadas as doenças de pele, acometem os pugs por conta do pelo curto e das pregas espalhadas no corpo.

Além desse problema de saúde, esses cães frequentemente sofrem frequentemente com deficiências respiratórias, doenças oculares, problemas dentários e dificuldades no parto.

Confira as dicas para que você saiba mais sobre a prevenção, os sintomas e os cuidados a serem tomados para manter a pele do seu cão da raça pug sempre saudável:

Prevenção

A boa higiene do cachorro é primordial para manter a saúde em dia. Como os pugs têm muitas dobrinhas pelo corpo, é necessário prestar muita atenção para deixá-las sempre bem limpas e secas.

Escovações frequentes previnem o acúmulo de sujeira, diminuindo as chances de haver desenvolvimento de fungos e bactérias na pele do cachorro. Por questões genéticas, os pugs têm maiores chances de desenvolver atopias, um tipo de reação alérgica na pele.

Os agentes alergênicos responsáveis por desencadear essa reação variam. Poeira e ácaro até fumaça de cigarro são apenas alguns deles. Por isso, fique sempre atento ao comportamento do seu cão, assim você saberá quais são as possíveis causas da alergia.

A parte do corpo na qual os pugs mais apresentam alergia é nas dobras do nariz, logo, essa área deve receber cuidados especiais. É preciso manter o focinho do seu cachorro limpo e seco, realizando a higienização com frequência.

Manter o ambiente no qual o seu cão vive sempre limpo e arejado previne o acúmulo de sujeira, poeira e ácaros. Isso reduz as chances de aparecimento de bactérias e fungos. Além disso, tome cuidado com os produtos de limpeza utilizados nos locais que o cachorro costuma ficar.

Alguns componentes químicos podem provocar alergias, não só na pele, mas também nas mucosas do seu pet. Como os pugs já tem mais chances de desenvolver essas doenças, é importante eliminar todos os fatores de risco, usando produtos neutros para a limpeza.

O seu cão também pode desenvolver dermatites por conta da alimentação. Muitas vezes os cachorros não se adaptam a determinadas rações, por isso é preciso tomar cuidado na hora de escolher o alimento de seu pug.

Compre rações específicas para a raça e, caso você opte pela alimentação natural, converse com um nutricionista veterinário para que a pele e o pelo do cão não sejam afetados por deficiências nutricionais.

Sintomas 

O tutor deve conhecer muito bem seu cachorro, assim qualquer mudança de comportamento será facilmente percebida. Os principais sintomas das dermatites são quedas de pelo, coceira, mau cheiro e descamação no local da alergia.

Quando as dermatites acontecem perto dos olhos ou dos ouvidos, os cães também podem desenvolver conjuntivites e otites. Caso a alergia ataque os olhos do cachorro, sintomas como lacrimejamento, inchaço e aparecimento de secreções podem surgir. A otite faz com que os cachorros cocem muito a região das orelhas, chorem durante o processo e exalem um cheiro forte.

Os pugs, assim como outros cães com pelos curtos, fazem duas trocas de pelo por ano. Isso costuma acontecer antes do verão e antes do inverno. Se o seu cachorro estiver soltando muitos pelos nessas épocas, preste atenção para saber se é um processo natural ou se a queda está sendo agravada por alguma alergia.

Tratamento

O tratamento da dermatite canina depende de sua causa. É necessário que o seu pug seja avaliado por um veterinário que, ciente de todas as informações sobre a rotina do seu cão, alimentação adotada e ambiente de vivência, saberá avaliar as possíveis explicações para a alergia. É possível que o veterinário solicite testes de alergia, para ter certeza do que causa irritabilidade na pele o seu cão, evitando dermatites no futuro.

Quando o agente alergênico for identificado, o tratamento com medicamentos pode começar. É possível utilizar xampus medicinais, que acalmam a pele reduzindo os sintomas da alergia, e também anti histamínicos.

Para saber qual é o tratamento mais adequado para o seu pug e recuperar ou deixar sua pele e seus pelos ainda mais bonitos, consulte um médico veterinário.

Fonte: agência SEO Marketing

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Sua ave botou ovo?

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A primavera, além de ser a estação das flores, é a estação de fertilidade das aves. Nessa época, a ovulação e consequente postura são estimuladas pelo aumento de luminosidade (foto período) decorrente dos dias mais longos, típicos da estação, e independentemente de haver macho para a fertilização. Na natureza, a maior disponibilidade de sementes, frutas e insetos, outra característica dessa época do ano, contribui para dar esforço nutricional à ave. De outra parte, quem se dedica à medicina desses animais observa um acúmulo de problemas relacionados com o período produtivo, principalmente nos exemplares de sexo feminino criados em ambientes domésticos.

Luz em excesso

Em locais com iluminação artificial é comum que as aves sejam mantidas em ambiente iluminado durante a noite, o que resulta em estímulo sexual – ovulatório constante. Casos de Calopsitas fêmeas com 15 ovos no ninho, quando o normal para espécie é colocar de quatro a sete ovos. Desempenho como esses são capazes de deixar qualquer galinha com inveja, mas, infelizmente, a postura excessiva é apenas a ponta do iceberg. Junto com ela vem o esgotamento físico e a diminuição das reservas de cálcio no organismo, com várias decorrências negativas.

Nutrição fraca

No período de postura, cresce a necessidade de proteínas. Um dos motivos é o maior nível de atividade da ave porque os dias serão mais longos, seja pela ação da natureza, seja pelo excesso de iluminação artificial. Há ainda a necessidade de nutrientes extra, principalmente de cálcio, para suprir o maior consumo do organismo sobrecarregado pela produção dos ovos.

Mesmo aves criadas em condições ideais precisam de suplementação nessa fase. Na realidade, infelizmente, muitas pessoas continuam insistindo em alimentar sua ave a base de mistura de sementes, como de girassol, alpiste e painço, que tem gorduras demais e nutrientes de menos. Sem controle do foto período e sem dieta adequada, a tendência é que os problemas reprodutivos ocorram em cadeia.

Reproduzir bem

Entre as providências mais importantes para evitar que as aves desenvolvam doenças na fase da postura, uma é colocá-las para dormir ao anoitecer, em ambiente escuro. Outra é fornecer alimentos com todos os nutrientes necessários para suprir as necessidades conforme a fase em que a fêmea se encontra, seguindo orientação dada pelo médico veterinário. Normalmente, a composição das dietas balanceadas é formada principalmente por rações extrusadas e farinhadas de boa qualidade.

Ovo preso

Problema frequente na rotina clínica é a hipocalcemia, ou seja, esgotamento de cálcio no organismo. Essa carência deixa as cascas dos ovos mais finas e flexíveis, o que, geralmente, torna os ovos maiores. Por conta disso e pela falta de contrações musculares adequadas no oviduto (outra consequência da hipocalcemia), a ave passa a ter dificuldade para completar a postura e pode sofrer retenção de ovo. Quando isso acontece, é preciso fazer o ovo sair. O tratamento veterinário adequado vai desde reposição nutricional até cirurgia se o ovo estiver com o tamanho acima do normal ou aderido ao oviduto.

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Boiadeiro de Appenzell, o cão rural suíço

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Os cães rurais suíços são de origem antiguíssima. Alguns naturalistas admitem que trata-se de raças de formação local, isto é, autóctones, e que são derivadas do cão da idade de bronze e do setentrião (Canis familiares inostranzewil) com infusão de sangue de lobo. Por outro lado, estudiosos como Tschudy, Keller e Kraemer, reconhecem o antepassado destes atuais cães rurais, no cão Tibetano. Assim como no caso do São Bernardo e o Rottweiler, os romanos teriam levado para suas colônias suíças, numerosas manadas, fazendo-se seguir naturalmente pelos próprios pastores. Já numa lâmpada de terracota da época romana, está representado um cão pastor semelhante ao atual cão rural bernês. Portanto, o Boiadeiro Bernês e o de Appenzeller são parecidos com o tibetano leve de pelagem pardo-preta, enquanto que o São Bernardo é mais parecido com o tibetano pesado.

O Appenzeller Sennenhund é um boiadeiro de incrível vitalidade e grande dedicação ao trabalho e ao dono. É usado para conduzir rebanhos e manadas pelas montanhas; de noite, está sempre vigilante, e enquanto não está a conduzir o gado a pastorear, está a vigiar a casa do dono e seus bens. Esta raça necessita de atividades ao ar livre e grandes espaços abertos para se exercitar.

Expectativa de vida: de 12 a 14 anos

Personalidade: Vivaz, Confiável, Seguro de si mesmo, Energético, Destemido

Altura: Feminino: 50–54 cm, Macho: 52–56 cm

Cores: Vermelho tricolor, Preto tricolor

Peso: Feminino: 22–32 kg, Macho: 22–32 kg

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Sexta edição da Cãominhada movimentou o fim de semana

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A Cãominhada 2018, promovida pela Mirante FM e com patrocínio da Terra Zoo, movimentou o último sábado com a presença de mais de 1500 pessoas com seus cães, na cobertura do Rio Anil Shopping.

Muitas atrações como vacinação antirrábica gratuita, feirinha de adoção de cães, desfile e concurso canino, apresentação de cães de guarda da Fort Cães, corrida canina, distribuição de brindes, entre outras, agitaram e fizeram a alegria de quem participou do evento.

Com as inscrições, a Cãominhada conseguiu arrecadar mais de 2 toneladas de ração que serão doadas para a ONG Amada – Associação Maranhense em Defesa dos animais, que também dividirá com outros grupos de proteção animal de São Luís.

Confira alguns registros na galeria de fotos:

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Expopet 2018: a primeira feira pet do Maranhão deixou saudades

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Foram 8 dias de evento, com muitas novidades e atrações para todos que amam e trabalham com pets. De 4 a 11 de agosto de 2018, a Expopet, a primeira feira pet do Maranhão, deixou saudades e com gostinho de quero mais para o ano que vem!

Já na abertura, a Expopet trouxe como atração nacional, o biólogo e apresentador, Richard Rasmussen, que fez a festa com todos na feira! Tirou fotos, deu autógrafos, bateu papo e ainda adotou um gatinho na feirinha de adoção que aconteceu no dia! Ele resolveu conferir os pets que estavam para adoção e um gatinho que estava na gaiola, puxou o Richard com sua patinha, e eles se encantou e adotou, passou pela entrevista com o grupo Patinhas sem Teto e preencheu a ficha de adoção.

 

No primeiro dia da Expopet, foram adotados 12 cães e 7 gatos durante a feirinha de adoção, resgatados pela Amada, Cães e Gatos de Rua de São Luís e Patinhas sem Teto. Também aconteceu Exposição de cães de raça como Buldogue Campeiro, Pastor Belga, Pastor Alemão, Pitbull, São Bernardo, Afghan Hound, Old English Bulldog, Cane Corso, entre outros, que se estendeu pelos dias seguintes da Expopet.

No primeiro e última dia da Expopet, aconteceram encontro de raças de cães. No dia 4, os grupos de Golden Retrievers e Poodles fizeram a festa e no dia 11, foi a vez dos Bulldogues, Chihuahuas e dos Labradores, que participaram de palestras e de várias brincadeiras com distribuição de prêmios e brindes.

No domingo, dia 9, a Expopet promoveu o primeiro Concurso de Tosa no Maranhão, onde profissionais da área puderam mostrar seu talento e concorrer a uma premiação. Como banca julgadora, a Centagro, empresa do ramo, trouxe os groomers premiados Marcelo Mehret e Francisco Wagner para avaliar o desempenho dos concorrentes. Quem ficou em primeiro lugar no concurso foi o Alexandre Garcia Viana, do @chiquepracachorro_ com a cadelinha Arya; Em segundo lugar foi o Clenilson Marreiros Cardoso, da @vipdogesteticapet, com o cão Sushi; Em terceiro lugar foi o Ronildo Pinheiro Almeida, da @petlandma, com o cão Fred. Ainda teve premiação por voto popular que foi vencida pelo Clenilson Marreiros.

Já no dia 11/08, a Expopet recebeu a dupla de adestradores da Cão Gentil de Fortaleza-CE, Vladinir Maciel e Marina Volanski, que se apresentaram com os cães Jacó (Border Colie) e Mimosa (Golden Retriever) e emocionaram a todos com sua apresentação de Lampião e Maria Bonita. Eles também realizaram palestras sobre comportamento e truques de adestramento canino.

Durante os dias da Expopet, os visitantes puderam visitar os stands de várias empresas do segmento pet, ganharam brindes, participaram de palestras sobre os mais variados assuntos com profissionais requisitados da área. Além da Feirinha de adoção, também aconteceu vacinação antirrábica e testagem para leishmaniose gratuitos. Também aconteceu exposição de felinos de raça, apresentação de agility e de cães de guarda do canil Fort Cães, além de muitas brincadeiras caninas e muita diversão no Pet Park!

As ongs parceiras da Terra Zoo também participaram da Expopet com a venda de lanche totalmente revertida para seus projetos na praça de alimentação da Expopet!

A Expopet já deixou saudade e tem tudo para voltar em 2019!

 

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Vem aí, o Expopet 2018! Com Concurso de tosa e muito mais!

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De coleiras estampadas à babá digital, o Brasil segue na esteira do crescimento do mercado pet e já é o 3º maior do mundo.

Em 2018, o faturamento deve superar os 2 bilhões de reais. No Maranhão, o segmento acompanha esse ritmo e os consumidores estão cada vez mais exigentes e conectados as muitas novidades do mundo animal.

Para aquecer ainda mais esse mercado, a Terra Zoo, em parceria com a Mirante FM, desenvolveram a Expopet, a primeira feira pet do Maranhão, no período de 4 a 11 de agosto, na Terra Zoo da Forquilha. O evento antecederá a Cãominhada 2018, um evento de sucesso e consolidado, do qual a Terra Zoo já participa desde a primeira edição em 2013.

Serão 8 dias de venda, exposição e demonstração de produtos de expositores da região e do Brasil, cada um com seu stand individual e com espaço para realização de workshops e palestras para o público conhecer melhor seus produtos.

Atrações durante todos os dias da feira como: Exposição de felinos, encontro de raças, feira de adoção de cães e gatos, apresentações de adestramento e agility, praça de alimentação com Food Trucks e muito mais!

No dia 5 de agosto, acontece o Concurso de Tosa durante o Expopet, o Concurso é aberto a todos os profissionais de banho e tosa de São Luís e região e tem como objetivo apresentar ao mercado a criatividade do profissional em estética animal.

O valor da inscrição é de R$ 70,00 (por categoria). As categorias são: Iniciante, penteados, japonesa ou bebê, profissional. As inscrições podem ser feitas pelo hotsite www.expopetma.com.br. Os primeiros lugares concorrerão a super prêmios!

O Expopet também vai trazer atrações nacionais como o biólogo e apresentador de TV, Richard Rasmussen e Vladinir Maciel, adestrador e consultor comportamental da Cão Gentil de Fortaleza-CE.

O aventureiro Richard Rasmussen

Não perca!

O quê? Expopet Terra Zoo – A primeira Feira Pet do Maranhão
Quando? 4 a 11 de agosto de 2018 (segunda a sexta, das 8h às 20h/ sábado, das 8h às 18h e domingo, das 8h às 13h)
Onde? Terra Zoo – Forquilha (Av. Guajajaras, 5000 – Galpão 01 – São Luís – MA)

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A inteligência e curiosidade do Airedale Terrier

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Até há pouco tempo a cinofila oficial colocava o Airedale Terrier entre as raças de defesa. É, na realidade, um excelente auxiliar do homem, não só para a defesa, mas também para a caça: o airedale tem olfato fino e no trabalho pesado do pântano são poucos os cães capazes de igualá-lo. Seu pelo duro e subpelo oleoso o fazem resistente à água e ao gelo e, dada a sua robustez e audácia, é usado em alguns países para a caça do javali, do cervo e do urso.

Os primeiros em criar este cão foram os operários de Leeds, pequena cidade nas margens do Aire, em Yorkshire, Inglaterra. Era usado como destruidor de ratos, caçador de lontras, sabujo, cão de mostra de água naquelas regiões.

No princípio do século passado, os otterhound também eram muito usados para caçar lontras, excelentes nadadores, capazes de seguir estes animais por água e terra, mas inúteis quando a lontra, enganando-os com mil astuciais, achava refúgio na sua toca construída à flor da água, ao longo das margens do rio.

Então pensou-se em criar um cão apto, precisamente, para caçar lontras dentro de sua toca. Na zona existia desde tempos atrás, um tipo particular de cão, muito usado nos cruzamentos com outras raças: era o “working terrier” ou terrier de trabalho, naturalmente, pensou-se em cruzá-lo com o otterhound com o objetivo de conseguir a nova raça desejada, e assim surgiu o airedale terrier.

Em 1900, o patriarca da raça, Champion Master Briar, foi ganhando notoriedade, e sua descendência levou essa influência para a América. O tamanho e a coragem do Airedale Terrier continuaram a promover sua fama de caçador, inclusive de animais grandes. Conhecido como o “rei dos terriers”, o Airedale é o mais alto entre eles. Graças a sua inteligência ele também conquistou seu lugar como cão policial e cão doméstico, duas funções que o agradam até hoje. Depois da Primeira Guerra Mundial a sua popularidade caiu e hoje em dia ele é maior em reputação do que em quantidade.

Expectativa de vida: de 10 a 12 anos

Cor: Preto e canela

Personalidade: Extrovertido, Alerta, Amigável, Confiante, Corajoso, Inteligente

Altura: Fêmea: 56–59 cm, Macho: 58–61 cm

Peso: Fêmea: 18–20 kg, Macho: 23–29 kg

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