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Última Feirinha de Adoção do ano, neste sábado

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Neste sábado, dia 16/12, acontece a última edição do ano da Feirinha de ADOÇÃO Terra Zoo!

Adote AMOR, ALEGRIA e DIVERSÃO! Cães e gatos, adultos castrados e filhotes com castração posterior, vacinados e com microchip de identificação estarão aguardando ansiosamente por um novo lar!

Para adotar, você já sabe, né?! Você precisa ser maior de 18 anos, ter em mãos documento com foto e comprovante de residência, passar por uma entrevista com a ONG e doar 3kg de ração (pacote lacrado) para ajudar outros animais que precisam.

Teremos ainda barraca de venda de lanches da Amada para ajudar os AUmiguinhos que precisam e muita diversão no pet park.

Sábado, 16 de dezembro.
Terra Zoo da Forquilha.
A partir das 8h.

Não perca!
#feirinhadeadoção

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Neon Blue Goby, beleza e resistência

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Diversos atributos fazem do Neon Blue Goby (Elacatinus oceanops) um peixe interessante para aquaristas marinhos novatos. Parece ter sido o primeiro peixe ornamental marinho a ser criado em cativeiro, destacando-se pelas listras na cor azul incandescente e pela facilidade de manejo, e por ser muito resistente em sistemas fechados. Seu comprimento não passa de 5 centímetros, o que permite mantê-lo em aquário compacto com até 140 litros. Facilmente encontrado nas lojas de aquarismo, é criado em escala em todo mundo. Não ser proveniente de captura é mais um ponto a favor na escolha desse pequeno peixe.

Na natureza

O habitat de Neon Blue Goby está no Oeste do Oceano Atlântico, concentrado principalmente nos recifes de corais da Flórida, nos Estados Unidos. Normalmente, a espécie vive em profundidade média de 1 metro, mas pode ser encontrada até 40 metros abaixo da superfície. É comum ver o Neon Blue Goby fazendo simbiose com peixes de recife de diversos tamanhos. Nessa atividade, ele presta serviço de retirada de ectoparasitas os quais ingere como alimento. A troca é vantajosa para ambas as partes.

Na costa brasileira vive um peixe muito parecido: o Neon Goby Amarelo (Elacantinus fígaro). A diferença está na faixa colorida, em vez de azul, é amarela. A coleta do primo brasileiro é proibida pelo Ibama e até pouco tempo, era quase impossível conseguir uma autorização para reproduzi-lo comercialmente. Mas há notícia de que atualmente existe criação legalizada da espécie no Brasil. Nos Estados Unidos, já criam Neon Goby Amarelo há muitos anos e fazem hibridização dele com o Neon Blue Goby.

Comportamento

O Neon Blue Goby é extremamente territorial, mas somente com indivíduos da própria espécie e do mesmo sexo. No máximo, dá pra ter um casal da espécie no mesmo aquário. Mas, por ser quase imperceptível a diferença entre macho e fêmea, não se deve comprar um par a não ser que esteja junto e conviva pacificamente. Já com os peixes de outras espécies, o Blue Goby não é agressivo. Pelo contrário. Dá mostras de achar ótima a companhia. Passa a maior parte do tempo limpando os colegas dos quais remove pequenos parasitas. É comum ver um peixe se “deitar” na frente dele, sinal de que ele deseja receber o serviço de limpeza.

Ambiente

Habitante de regiões de recife, o Blue Goby prefere aquário com bastante rocha e que abrigue outros peixes de recifes, como Palhaços, Tangs e Wrasses. Gosta de ambiente bem iluminado. Tolera temperaturas de 22 a 28 graus, densidade de água de 1021 a 1026, pH de 8.1 a 8.4 e dKH de 6.0 a 12. Adapta-se aos mais diversos fluxos de circulação da água no aquário.

Dieta

Carnívoro, o Blue Goby come crustáceos e pequenos parasitas em seu habitat. Já em sistemas fechados, todos os peixes marinhos necessitam de dieta variada. No caso do Neon Goby, escolha raçoes com microgrânulos ou flocos que possam ser ingeridos pela boca bem pequena dele.

A escolha

Ao adquirir um Blue Goby não se esqueça de verificar a limpeza do sistema de aquários onde ele se encontra, bem como a saúde dos peixes bem ali estão (verifique toda a bateria de aquários interligados). É essencial que a cor do peixe seja vibrante. Estando tudo aparentemente em ordem, peça para o vendedor alimentar o peixe na sua frente. Comer é uma confirmação de boa saúde.

Quer saber onde encontrar produtos para aquarismo? Acesse www.terrazoo.com.br

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Conheça o Pastor Catalão

pastor catalão

Muito comum na Catalunha, onde é chamado “gos d´atura”, este cão tem uma origem claramente análoga as dos demais pastores europeus. Interessante observar que o tipo de pastor de pelo longo, difundido por toda Europa, não podia deixar de imigrar para a Espanha, principalmente na zona dos pirineus, onde o pastoreio sempre constituiu um dos recursos principais.

Na região de origem, o pastor catalão ainda é empregado como auxiliar na condução de rebanhos, atividade na qual mostra-se realmente formidável: sabe evitar com muita facilidade que os animais passem a zonas cultivadas ou que o rebanho se disperse. Nem o touro mais impetuoso ou o potro mais selvagem o desobedecem: graças a sua astúcia, força e capacidade, obtém do gado uma submissão tal que lhe basta colocar-se no limite de um terreno cultivado para que nenhum animal se atreva a entrar nele. É possível observar, ás vezes, como um pastor, sem mais ajuda que um ou dois destes cães, consegue conduzir um rebanho muito numeroso com segurança, rapidez e precisão tais, que desperta assombro.

Excelente para a guarda, como cão policial de guerra, graças à pelagem e à estatura reduzida, o pastor catalão vai-se afirmando cada vez mais também como raça de companhia.

Temperamento

O Pastor Catalão é carinhoso, rústico e fiel. É bastante inteligente e obediente, o que faz com que seja de fácil treinamento, é capaz de seguir os seus próprios instintos de forma a resolver os problemas com que se depara. Por vezes encontra-se exemplares desta raça em concursos de agility, pois é muito ágil e enérgico. É aconselhável que seja habituado à socialização, devido à presença forte de características de cão de guarda. É ainda um cão reservado, mas mesmo assim é brincalhão.

Expectativa de Vida: 12 – 14 anos
Personalidade: Protetor, Ágil, Inteligente, Treinável
Altura: Macho: 47–55 cm, Feminino: 45–53 cm
Cores: Preto, Vermelho, Cinzento, Fulvo, Sable, Marrom
Peso: Macho: 16–20 kg, Fêmea: 16–20 kg

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Entrega de rações para ONGs participantes da Feirinha de Adoção

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Na última semana, foram entregues às doações de ração feitas pela Terra Zoo para as ongs e projetos participantes da Feirinha de adoção, realizada no último dia 21 de outubro de 2017. Para ajudar e incentivar o trabalho voluntário das pessoas que se dedicam a resgatar e cuidar de animais em situação de abandono, a Terra Zoo realiza a doação de 5 kg de ração para cada animal doado nas feirinhas por cada grupo e/ong participante.

As ongs Amada – Associação Maranhense em Defesa dos Animais, Dindas Formiguinha e Lar de Noé e o grupo Patinhas Sem Teto receberam as rações referentes às suas doações e agradeceram o apoio à causa animal.

Grupo Patinhas Sem Teto
ONG Amada – Associação Maranhense em Defesa dos Animais
ONG Lar de Noé
ONG Dindas Formiguinha
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Participe do Cãocurso, neste sábado, dia 2

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A Secretaria do Estado da Saúde promove neste sábado, dia 02/12, o evento “Mais Saúde Animal”, com apoio da Terra Zoo e do Hospital Veterinário da UEMA – Universidade Estadual do Maranhão. O evento vai oferecer vários serviços gratuitos para a comunidade em geral como consultas veterinárias para cães e gatos, vacinação antirrábica, testagem para leishmaniose em cães e castrações de cães machos, previamente cadastrados e indicados por ongs protetoras de animais.

A Terra Zoo estará presente com um stand de demonstração e venda de produtos e na organização do Cãocurso, onde todos os presentes poderão concorrer com seus cães nas seguintes categorias: o cão mais parecido com o dono, a fêmea mais elegante, o look mais criativo e o macho mais posudo. Os primeiros colocados nessas categorias ganharão super kits oferecidos pela Terra Zoo. Para participar, os tutores deverão inscrever seus cães mediante a doação de 2 kg de ração para cães ou gatos (pacotes lacrados), onde toda a arrecadação irá para as ongs participantes do evento. O Cãocurso acontecerá às 11h da manhã.

O evento “Mais Saúde Animal” acontece das 8h às 17h, no Hospital Veterinário da UEMA e ainda trará stand de adoção de animais com painéis com fotos de animais que estão disponíveis para adoção, venda de lanches de ongs com renda revertida para os mesmos continuarem seus trabalhos voluntários com animais em situação de abandono.

Participe!

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Prepare seu cão para as festas de fim de ano

fim de ano

Quando os festejos de final de ano são anunciados, muita gente começa a se afligir com o que vem pela frente. Nessa época, alguns problemas comportamentais do cão podem se tornar bem incômodos. Por exemplo, quanto maior o cão, maior a facilidade para ele explorar com o focinho as gostosuras da ceia de natal em cima da mesa. Se os estouros dos fogos fizerem o fiel amigo entrar em pânico, a comemoração da entrada do Ano Novo poderá ser bastante tumultuada. Sem falar nos trovões das chuvas de verão, que podem resultar em buscas atrás do cão fugitivo no meio do aguaceiro. O impacto de situações estressantes como essas, porém, pode ser evitado ou bastante reduzido com algumas dicas.

Medo de fogos

Cães com receio de estampidos costumam salivar com excesso, perdem o apetite, ficam ofegantes e procuram o tempo todo um lugar seguro para se esconderem (geralmente menor que eles). Há também os que fogem ou acabam se machucando ao tentar pular uma cerca ou muro, por exemplo. Se não para começar a preparar o cão para os estrondos sejam aceitos com naturalidade, algumas dicas poderão ser úteis na hora H.

Segurança

Não se esqueça de verificar se o local onde o cão fica abrigado nas situações que o amedrontam é seguro e livre de perigos. Alguns cães chegam a quebrar portas de vidro, podendo se ferir gravemente.

Medicação

Se o caso do seu cão é caracterizado como fobia em alto grau, é indicado consultar um veterinário de confiança. Ele poderá prescrever medicamentos para os mais ansiosos, se for o caso.

Roubo de comida

É normal que o cão saudável tenha bom apetite. Mas alguns são vorazes demais, difíceis de controlar. Raças selecionadas para caça, como os Beagles, tendem a estar esfomeadas o tempo todo. É um comportamento que até pode contribuir para manter o interesse pela presa, mas tanta gula não é bem-vinda nas confraternizações familiares.
E como agir quando não foi possível preparar o cão para ser bem-comportado ao ver comida? Sugerimos, em seguida, algumas providências com potencial para reduzir significativamente os ímpetos de abocanhar gostosuras. Mas lembre-se que, no futuro, quando você resolver ensinar obediência básica ao cão, um comando poderá ser suficiente para controlar os impulsos gastronômicos dele.

Canse o cão antes da festa

Algumas poucas horas antes do evento, faça um passeio longo e vigoroso com o cão. Com isso, ele terá menos energia para atividades como dar uma espiada na mesa e, quem sabe, conseguir alguma guloseima.

Encha a barriga dele previamente

Alimente bem o cão antes da reunião familiar para diminuir o interesse dele por comida. Além disso, quando for servir a refeição aos convidados, ofereça antes ao cão um osso novo, do tipo que ele mais gosta. Ou, então, dê um brinquedo daqueles que desafiam a tirar a comida do seu interior (alguns modelos permitem até que a comida esteja congelada, o que prolonga a duração do entretenimento). Cansado depois de passear, barriga cheia e ainda entretido com as delícias especialmente oferecidas para ele provavelmente participará da confraternização familiar sem incomodar.

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O doce gigante Irish Wolfhound

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Apesar do seu tamanho gigante e do seu aspecto eriçado, o Irish Wolfhound – consciente, talvez, de ser o mais forte – é de índole amável, e de grande bondade e generosidade; paciente com todos, em particular com as crianças, coisa em que dificilmente o iguala a outras raças caninas.

É muito inteligente, mais reflexivo que vivaz, e muito hábil. Quem teve por companheiro a um destes cães dificilmente poderá escolher outro. Bom cão de guarda, valente, enérgico, não é de natureza mordedora: limita-se a latir e a observar o intruso até que chegue o dono. Entretanto, se adestrado para o ataque, pode ser perigosíssimo, porque a sua extraordinária força permite-lhe chegar a matar um homem.

Ama a todos os membros da família, mas mostra especial tendência a tomar carinho por uma pessoa mais que por outras, a que logo considera o seu guia; por ela, o seu apego não conhecerá limites e não será transferido a outros.

Não é aconselhável tê-lo na cidade: sofre com o calor e gosta de estar ao ar livre. Mas, para estar junto ao dono, adapta-se a todos os ambientes embora a falta de liberdade e espaço possa influir na sua saúde e caráter.

Diz-se que as origens desta raça datam de 1863, a partir de cruzas com o Dogue alemão. Outros consideram, que as suas origens são muito remotas, já que pareceria certo que na Irlanda existiam antigamente cães lutadores de grande tamanho e estatura, dotados de excepcional força muscular.

O naturalista E.C.Ash não crê que a raça tenha uma origem anterior ao século XIV: refere-se a cães irlandeses de grande volume, mas diz que teriam sido simplesmente descendentes dos dogues alemães, mastins e greyhonds.

Nestes últimos anos, o Irish Wolfhound voltou a estar na moda na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos; em ambos os países o seu número aumentou consideravelmente e as suas qualidades psicofísicas melhoraram notavelmente.

Expectativa de vida: de 6 a 10 anos
Classificação: Raça
Personalidade: Leal, Dócil, Generoso, Digno, Aprende fácil, Paciente
Cores: Preto, Branco, Vermelho, Cinzento, Fulvo, Tigrado
Origem: Bélgica, Irlanda

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Vários filhotes adotados neste sábado, na Cohama

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Vários filhotes de cães e gatos ganharam novos lares, neste fim de semana (25/11), durante a adoção na Terra Zoo da Cohama. Treze cães e 4 gatos foram adotados, todos vacinados, vermifugados e microchipados, e ganharam uma nova oportunidade, sem sofrimento e sem abandono.

A Associação Maranhense em Defesa dos Animais, Amada, foi a ong responsável pela doação dos animais e também vendeu lanches, com toda a renda revertida para os cuidados de outros animais sob sua tutela.

E se você não conseguiu adotar um pet, não se preocupe! A próxima Feirinha de adoção já tem data marcada, dia 16/12, na loja da Forquilha.

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Agapórnis: as aves do amor

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Parecidos com papagaios, só que em tamanho reduzido, os agapórnis são pets muito queridos e bastante presente nos lares brasileiros. Como os psitacídeos em geral (a exemplo de araras, papagaios e calopsitas), são monogâmicos. Mas, por ficarem trocando carícias o dia inteiro e permanecerem fiéis ao parceiro por toda a vida, ganharam o carinhoso apelido de “aves do amor”. Assim, mantê-los sempre em casais é uma boa iniciativa para a saúde mental deles.

Dentre os hábitos curiosos dos agapórnis, podemos destacar o de “tagarelarem” bastante entre eles. Além disso, são ativos e brincalhões, inclusive com os donos. Mas, para aceitarem ficar docilmente na mão das pessoas, é preciso amansá-los alimentando-os com seringa desde quando são retirados do ninho, aos 15 dias de vida. Fora isso, são de ficar na gaiola, mas podem circular fora dela sob supervisão.

Atualmente, estão catalogadas nove espécies de agapórnis. Medem por volta de 13 a 17 cm, o que coloca essas aves entre os menores psitacídeos. Oito espécies são encontradas na África em regiões muito secas, de diferentes países, próximas a linha do Equador. A nona, Agapornis Cana, é da ilha de Madagascar.

Essa rusticidade em conjunto com a beleza e constante atividade torna os Agapórnis muito procurados por admiradores de aves. A procura é ainda mais estimulada pela infinidade de cores e mutações adquiridas por meio de cruzamentos em cativeiro. Nos pet shops brasileiros, as espécies mais encontradas são o Agapornis roseicollis, o fischeri e o personata.

Alimentação

Na natureza esses periquitos comem basicamente sementes de gramíneas, brotos de folhas, frutas e sementes de cultura como cevada, milho e sorgo. Em cativeiro, serve-se ração extrusada, água de excelente qualidade, bloco de cálcio, areia própria para aves, fruta, verduras e legumes. Contudo, não deve ser oferecido nada relacionado com abacate a qualquer psitacídeo.

Não utilize comedouros e bebedouros de plástico. O bico muito forte dessas aves pode destruí-los em questão de minutos. Prefira vasilhas de porcelana, mas fáceis de higienizar e mais difíceis de serem estragadas “mordendo”.

Manejo da criação

Os Agapórnis adoram banho. Para eles, a colocação da banheira no viveiro ou na gaiola emotivo de alegria. Terminado o banho, retira-se a banheira para evitar ingestão da água com sujeiras.
Na época do choco, que vai de setembro a abril, o banho se torna imprescindível para a maioria das espécies de Agapórnis. A água que fica na ave ao sair da banheira é útil para dar aos ovos a umidade adequada. Por isso, nesse período a recomendação é proporcionar dois banhos diários.

Brinquedos próprios para as aves penduradas na gaiola ou viveiro proporcionam distração e contribuem para a boa saúde mental dos Agarpórnis. Outros complementos interessantes são espelhos e galhos de árvores. Variar o diâmetro dos poleiros é um cuidado importante para evitar o aparecimento de inflamação nos pés, bem como de problemas articulares. Para que não caiam fezes das aves nos alimentos e na água, deixa-se e o bebedouro afastado do poleiro.

Gaiola ideal

Quanto mais espaço houver para as aves, melhor. As dimensões mínimas pré-defindas para um casal de Agapórnis são de 80 x 50 x 50 cm. Na parte externa da gaiola, acopla-se uma caixa-ninho com 25 x 15 x 15 cm, forrada com serragem para formar uma “cama” onde a fêmea depositará os ovos.

A maturidade sexual começa por volta dos 10 a 12 meses de vida, tanto para os machos quanto para as fêmeas, em cada postura são colocados de três a oito ovos. Com a chegada do terceiro ovo começa a incubação (choco), que dura de 22 a 25 dias. A tarefa pode contar com a ajuda do macho, que muitas vezes choca também. Por volta de 38 a 50 dias de idade, os filhotes começam a sair do ninho e duas semanas depois se tornam independentes.

Saúde

Um Agapórnis bem cuidado pode viver por 25 anos, mas toda ave, mesmo rústica, está sujeita a enfermidades. Por isso é importante ficar sempre atento. Por exemplo, plumagem com falta de brilho, pernas eriçadas e arrancar as penas podem indicar doença. Sintomas evidentes são diarreias, espirros, lacrimejamento com secreção nasal, respiração ofegante e coçar-se em excesso. Alterações comportamentais como assumir atitude arredia repentina, esconder-se sempre e ficar no fundo da gaiola são também um alerta para procurar auxílio veterinário.

Entre as doenças mais frequentes em Agapórnis estão as nutricionais, respiratórias, hepáticas e intestinais. Há risco de pegarem clamidiose, circovirus (doença de bico e das penas), bouba aviária, infecções bacterianas e fúngicas, ectoparasitose e coccidiose. Tumores também podem ocorrer. O ideal é detectar um eventual problema no início e combate-los antes que se agrave. Os check up semestrais ou anuais, como avaliação clínica veterinária e exames diversos, ajudam nesse sentido.

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Cheio de energia, o Foxhound Inglês é um corredor nato

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Corajoso e amigável, o Foxhound Inglês gosta de ficar perto da família. Contudo, gosta da companhia de outros cães. Precisa de exercícios diários para não se tornar ansioso e dominante. É mais indicado para a vida no campo, ou com donos que pratiquem atividades diárias. Cheio de energia, consegue correr por quatro ou cinco horas sem parar. De difícil adestramento, exige paciência do dono.

A maioria dos especialistas e autores concordam em que o Foxhound Inglês deriva do cruzamento entre o antigo cão rastejador normando e várias raças de sabujos, muito abundantes desde a antiguidade em todas as regiões da Grã-Bretanha. Embora os ingleses sempre possuíssem e caçassem com cães rastejadores, foi somente depois da conquista normanda que a caça a cavalo com um grupo de cães foi introduzida no país e organizada regularmente. Os cães levados pelos conquistadores normandos eram, sem dúvida alguma, os sabujos normandos. Na Inglaterra, esta raça tomou mais tarde o nome de talbot.

Com o passar dos anos, o talbot continuou existindo enquanto várias raças derivadas dele, evoluíram em formas diferentes nas distintas zonas de Grã-Bretanha, segundo a necessidade, o tipo de terreno e os gostos e ideias dos caçadores e criadores.

Durante o reinado de Jaime I e de Carlos I, ocorreu um súbito melhoramento na velocidade de alguns tipos de sabujos ingleses. Alguns autores atribuem esta modificação imprevista nas aptidões do cão, ao fato de que Jaime I da Inglaterra ter recebido de presente de Henrique IV da França um grupo de cães, para caçar cervos a cavalo, de uma das raças reais de “chiens courants”, e que esses cães, considerados de moda, foram amplamente usados como reprodutores em todas as zonas do país; outros, ao contrário, atribuem-na cruzamentos reiterados e bem dosificados com o greyhound. Mas, na segunda metade do século XVIII, na Grã-Bretanha, a raposa substitui o cervo como presa preferida na caça esportiva; portanto, as normas e regras do “fox hunting” foram uniformizadas e regulamentadas em todo o país e o foxhound adquiriu um tipo definido, com características precisas e válidas ainda hoje.

O foxhound inglês, atualmente, é um modelo de sabujo por suas qualidades, seus dotes estéticos e aptidão para a caça. É difícil encontrar outro cão que possa trotar 15 ou 20 quilômetros desde o canil até o sítio prefixado, caçar durante 5 ou 6 horas (seguindo quase sempre a galope o passo da presa, descoberta no mato) e logo refazer o caminho para voltar à casa, sempre atento.

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