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Minicoelho: um pet fofíssimo para você se apaixonar

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Se os coelhos comuns já seduzem com sua fofura, imagine suas miniaturas! Com apenas, em média, 30 cm da ponta do focinho à base da calda, eles têm menos da metade do comprimento de seus primos de tamanho normal. Em vez dos 10 a 12 kg dos coelhos tradicionais, pesam 800 g a 2,5 kg, dependendo da raça. São diversas opções. Com pelos curtos há o Netherland, O Dwarf, o Hotot, o Mini Rex e o Mini Lop. Já com pelos medianos e longos, macios e volumosos, existem o Lion Head, o Angorá, o Teddy e o Fuzzy Lop.

Convívio

Interativos, silenciosos e inteligentes, os minicoelhos estabelecem relações de convívio social com toda a família. Podem ser ótimas companhias para crianças, desde que manuseados com cuidado e segurança, sob supervisão de adulto como se recomenda fazer com os animais de estimação em geral.

Com os animais em geral, os minicoelhos costumam ser tranquilos. Por isso, nunca deixe o minicoelho sozinho na presença de outros animais com os quais ele não tenha tido contato prévio. Um simples descuido poderá ser fatal.

Aproximadamente com 6 meses de idade, quando os minicoelhos chegam à maturidade sexual, tendem a desenvolver territorialidade e dificuldade de convívio pacifico com exemplares da mesma espécie ou até mesmo com pessoas. Nesses casos castrar o exemplar adulto reduz a agressividade.

Alimentação

Minicoelhos precisam de muita verdura, preferencialmente folhas verde escuro como: couve, almeirão e espinafre, que podem ser complementadas com as folhas mais claras, como alface, devem ser evitadas as rações destinadas a coelhos de produção, por conterem excesso de micronutrientes que ao longo prazo causam problemas clínicos aos minicoelhos.

Saúde

Não há necessidade de vacinar minicoelhos mantidos como pet no Brasil. Mas convém estar atento à presença de parasitas e, caso ocorram, providenciar o respectivo tratamento. Pulgas, carrapatos e, principalmente sarnas de ouvido são comumente observados em exemplares expostos a ambientes contaminados ou que convivem com espécies hospedeiras.

A expectativa média de vida dos minicoelhos é de 6 a 8 anos. Mas há exemplares que chegam aos 12 anos.

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Como socializar um novo gato em casa

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Uma dúvida frequente na vida dos gateiros de plantão é como introduzir um novo gato em casa. Se fosse uma coisa simples, não teria tanta gente pesquisando e com receio da adaptação dos felinos.

É difícil para nós humanos aceitarmos que gatos são animais solitários e que eles não sentem falta de outro gato em casa. (Sim, você pode ter dois ou mais felinos em casa e eles podem conviver maravilhosamente bem, mas em sua essência ainda são seres que se viram muito bem sozinhos).

Imagina seu animal todo territorialista e adaptado aos próprios ambiente e rotina ter que dividir todo o espaço, brinquedos e atenção com um novo integrante? É um caos na vida de um gato. Gatos podem conviver harmoniosamente ou traçarem uma terceira guerra mundial na sua casa, e a forma com que é feita a introdução do novo animal é fundamental pra nortear a relação.

O que fazer antes

Antes da chegada do animal, prepare o ambiente sem mover de móveis e objetos importantes para o gato da casa. Existem feromônios artificiais que podem ajudar o gato a ficar mais receptivo e calmo antes da chegada. Procure um veterinário antes para ajudar na escolha do produto.

Durante a chegada

Separe um cômodo da casa apenas para o novo gato. Deixe água, ração, areia e algum cobertor ou pano para que o novo gato se adapte. Não o deixe sozinho por muito tempo. Brinque, dê atenção e se aproxime do novo morador com carinho.

Atenção: Os gatos não devem ter contato direto nessa etapa, no máximo se cheirarem pela fresta da porta.

Após uma semana

Você pode trocar objetos, cobertores ou outros pertences dos gatos para que eles se familiarizem mais com o cheiro um do outro. Para apresentar os gatos, coloque o novo animal dentro de uma caixa de transporte e deixe que eles se vejam e se cheirem pela grade.

Se eles apresentarem uma estranheza ou mesmo “bufarem” um pro outro, não reprima pois é nessa etapa que estão definindo quem são e quem manda. Se houver agressividade excessiva, retorne o novo gato ao cômodo e repita essa etapa novamente no próximo dia. Se o clima for pacífico, tente abrir a porta da caixa transportadora e observe o comportamento dos dois.

Quando estiverem juntos, brinque com os dois e oferte brinquedos, petiscos e atenção de maneira igual aos dois.

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Fique atento

Se as etapas falharem, comece do zero como no primeiro dia. Tente aproximações diárias e respeite o limite de medo e estresse dos animais. A reação provável do novo gato é tentar fugir, por isso tenha sempre telas de proteção nas janelas e atenção redobrada com portas. Em casos extremos, existem medicações e calmantes que podem ser receitados por um médico veterinário.

Mesmo que estejam pacíficos e coabitando sem problemas, você pode ser surpreendido com brigas durante à noite. Não reaja com gritos ou sustos, pois pode aumentar a agressividade entre os animais.

Tenha paciência e respeite o tempo de cada animal que tudo vai se encaminhar bem.

Fonte: Site E aí, Beleza

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Evento Outubro Rosa Pet Terra Zoo

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No último sábado, dia 20 de outubro, aconteceu o evento Outubro Rosa Pet na Terra Zoo, que incentiva a prevenção ao câncer de mama em cães e gatos. A programação do evento teve Feirinha de Adoção, Desfile de cães fantasiados e não fantasiados, exames gratuitos de apalpação de mamas, encontro de raças, pet park e muito mais!

A Feirinha de adoção reuniu pets que foram resgatados pelas ongs e grupos parceiros da Terra Zoo, e desses, 47 cães e 6 gatos ganharam novos lares e foram doados todos com, pelo menos, 1 dose de vacina viral, animais adultos já castrados e filhotes com castração agendada posteriormente. Para adotar, os candidatos precisavam ser maiores de idade, ter em mãos documento com foto, comprovante de residência, passarem por uma entrevista com a ong na hora da adoção e realizarem uma doação de 3kg de ração (pacote lacrado de fábrica) para ajudar outros animais.

Além da Feirinha, o evento trouxe mais um lado social, a venda de lanches por parte das ongs e grupos de proteção animal, para arrecadar dinheiro pra ajudar animais em situação de abandono.

O Pet Park ficou à disposição dos visitantes durante todo o evento e fez a alegria dos cães! Na parte da tarde, aconteceu o Encontro de cães das raças Shihtzu e Chow Chow, onde foi feito um registro fotográfico e logo em seguida o desfile de cães, aberto para todos as raças. O desfile foi dividido em dois momentos, cães não fantasiados e cães com fantasia, com direito a premiação!

Ainda à tarde, aconteceu o exame gratuito de toque de mama (preventivo), realizado pelo veterinário da equipe da Terra Zoo, que tirou muitas dúvidas dos tutores.

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Como detectar doenças nas aves

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Quem já perdeu uma ave de estimação, pouco tempo depois de ter percebido que ela não estava bem, sabe como é triste não conseguir providenciar tratamento em tempo hábil. São muitos os casos de pessoas que só percebem que estão com a ave doente quando ela já se encontra em estado grave, com evidente fraqueza e depressão. Por esse motivo, as aves ganham fama de frágeis, de que “morrem de um dia para o outro”. Isso também não é verdade.

O que há é a diferença da anatomia e a fisiologia das aves em comparação com a nossa. Vem daí a dificuldade de perceber com antecedência a presença de problema de saúde. Mas, é possível seguir algumas rotinas que permitem identificar no início os sinais de que algo não vai bem. Entre as técnicas, uma é a da observação das fezes e da urina da ave, tema desta edição.

Vulnerabilidade

A rapidez com que bactérias, vírus, fungos e parasitos podem causar infecção generalizada nas aves é muito maior do que nos mamíferos. Isso por que as aves, diferentemente dos mamíferos, não tem proteção dos linfonodos, estruturas espalhadas ao longo de todo o corpo com a principal função de alojar as células de defesa. Como um quartel general, dos linfonodos um aumento de células de defesa ao redor do foco da infecção, aumentando o sucesso no combate ao microorganismo patogênico. Por estarem ausentes nas aves, é mais fácil que bactérias, vírus e parasitos tenham acesso a corrente sanguínea delas. Consequentemente, a tendência de desenvolver infecção generalizada, e de reproduzir danos nos rins e o fígado, é maior nas aves do que nos mamíferos. E, anormalidade nesses órgãos produzem alterações nos excrementos alguns dias antes do agravamento da doença.

Fezes alteradas

Nas aves, os rins têm enorme capacidade de reabsorção de água. Por isso, exemplares saudáveis produzem pouca urina, a qual é transparente e eliminada juntamente com fezes firmes cilíndricas e de cor marrom escuro e verde claro.

Por outro lado, quando os rins são atacados por infecção ou lesionados perdem a capacidade de retenção de água, o que significa maior volume de líquido eliminado. Percebe-se, ao redor das fezes, maior quantidade de água. Ao mesmo tempo, a ave vai ficando desidratada e aquela massinha branca que se vê ao lado das fezes, chama-se de ácido úrico e que faz parte da urina, fica mais evidenciada.

Diarreias

Se as penas da ave estiverem sujas de fezes ao redor da cloaca e, no fundo da gaiola, houver excrementos liquefeitos, sem consistência firme e com coloração verde-escura, o indício é de infecção intestina.

Monitoramento

Forrar o fundo da gaiola com jornal ou qualquer tipo de papel de cor clara permite constatar facilmente o volume e a coloração da urina da ave, bem como a consistência das fezes. Não se deve, portanto, fazer a forração com areia, serragem ou qualquer outro tipo de cobertura.

Por meio da observação diária do estado da urina e das fezes, fica fácil detectar qualquer alteração no volume e na coloração dos excrementos antes que a ave apresente perda de apetite e fraqueza. Leva-la imediatamente ao médico-veterinário proporcionará tempo hábil para diagnosticar o problema de saúde e a possibilidade de medicá-la antes que apresente riscos de vida.

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Zebrasomas: Peixes coloridos e cobiçados por criadores

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A família Acanthuridae possui alguns dos peixes mais cobiçados para se manter em aquários marinhos. Conhecidos como Tangs ou peixes-cirurgiões, apresentam nado elegante e cores muito chamativas, além de várias espécies.

Dos vários gêneros da família, um se destaca por ter peixes relativamente menores, coloridos e com formato um pouco diferente dos demais: o gênero Zebrasoma. Nativos do Oceano Pacífico e Índico, o gênero possui pelo menos sete espécies reconhecidas, algumas muito comuns em nossos aquários, como o Yelloe Tang (Zebrasoma flavencens) ou o Sailfin Tang (Zebrasoma veliferum). É uma família de peixes exclusivamente marinhos, cuja principal característica é um espinho afiado que adorna o pedúnculo caudal, usado como arma de ataque e defesa, como se fosse um bisturi. Daí a origem de seu nome popular peixe-cirurgião.

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Diferencia-se dos demais gêneros da família pelo fato mais arredondado e a boca mais proeminente formando um “bico”. São peixes sociáveis, geralmente encontrados em cardume, porém apresentam hierarquia, podendo ser agressivos entre si, em caso de poucos indivíduos ou espaço insuficiente. Alcançam tamanho médio entre 20 e 25 cm na fase adulta, variando conforme a espécie.

Todos possuem hábitos muito similares, vivendo geralmente em cardumes na natureza. Contudo, para repetir o habito em aquário, é preciso muito espaço e muitos indivíduos (geralmente, no mínimo três) para que o dominante não oprima apenas um dominado, e acabe por matá-lo por estresse, devido a frequentes investidas.

Sua alimentação e onívora podendo se alimentar de rações básicas, artêmia e camarão. Também se alimentam com frequência de algas, que não devem faltar em sua alimentação. Existem no mercado algas próprias para serem fornecidas a esses peixes, porém, na sua falta, algas coletadas e tratadas, como nori, e vegetais, como a acelga e espinafre levemente cozidos, podem ser uma opção para suprir a necessidade desses animais por algas.

 

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Outubro Rosa Pet Terra Zoo

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Nos últimos anos, o mês de outubro tornou-se um importante aliado na luta contra o câncer de mama na mulher. Conhecido como “Outubro Rosa”, o movimento agrega várias instituições em prol da missão de orientar a população quanto à prevenção do tumor. No mundo animal a história não é diferente. Uma corrente cada vez maior de veterinários e profissionais da área se reúne todo mês de outubro para lembrar que o câncer de mama pode atingir também nossos melhores amigos.

O câncer de mama atinge mais cadelas do que gatas de qualquer raça, sendo mais frequente em bichos com idade acima de 5 anos. O diagnóstico precoce pode ser feito com o auxílio dos donos, realizando uma espécie de “auto-exame” no animal, por meio da palpação das mamas da fêmea.

Na campanha do “Outubro Rosa Pet”, veterinários em todo o Brasil orientam os tutores a palpar as mamas dos animais à procura de pequenos nódulos firmes do tamanho de uma ervilha. Uma vez que esse nódulo é confirmado em consultório, a conduta é retirá-lo em uma cirurgia e mandá-lo para análise em laboratório para averiguar de que tipo de tumor se trata. Em 50% dos casos são encontrados tumores malignos — daí a necessidade de detectá-los precocemente. Quando retirados logo no início, as chances de cura tornam-se altíssimas e muitas vezes nem é preciso submeter o bicho a sessões de quimioterapia. A cirurgia, por si só, atinge a cura. Aliás, é bom que se diga que, nos animais, essa intervenção não causa tantos efeitos colaterais como no ser humano.

Outra medida preventiva importantíssima disseminada nas campanhas do mês de outubro é a castração. Sabe-se que a realização precoce do procedimento resulta numa queda expressiva no risco de um câncer de mama aparecer. Por isso é importante conscientizar a população sobre essa ferramenta de prevenção. Fêmeas não castradas têm 26% de probabilidade de desenvolver um tumor maligno na mama; se a castração for realizada antes do primeiro cio, entre 5 e 9 meses de idade, este índice cai para 0,5 %. Esses números apontam, portanto, que a castração pode ser positiva tanto em termos de longevidade quanto na qualidade de vida do animal.

Vamos aproveitar o mês de outubro para apoiar também o combate ao câncer de mama nos bichos, lembrando parentes e amigos que possuem fêmeas sobre esses cuidados tão importantes para o bem-estar de nossos grandes amigos.

Fonte: Saúde Abril – Vida Animal

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Como prevenir tártaro em cães

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Assim como os seres humanos, os cachorros também desenvolvem o tártaro e isso muitas vezes é negligenciado pelos tutores de cães e gatos. Muitas vezes os donos não sabem nem em que estado estão os dentes do animal pois não tem o costume de checar a boca do cão com frequência.

Às vezes os dentes da frente parecem saudáveis mas os dentes de trás estão cheios de tártaro. Tenha o costume de sempre verificar como estão os dentes do seu cachorro e saiba identificar o tártaro. Se você não se sente seguro para mexer na boca do cachorro (o ideal é acostumar desde filhote), leve-o no veterinário para que o profissional diga se o seu cão precisa da cirurgia de limpeza de tártaro.

O que é o tártaro?

O tártaro é uma placa de bactérias que vai acumulando com o tempo por conta de restos de comida. Mesmo que o cachorro só se alimente de ração seca, biscoitos crocantes para cachorro e petiscos que “limpam” os dentes, muitas vezes isso não é suficiente.

Os riscos do tártaro

O tártaro é um acúmulo de bactérias e ele vai consumindo a gengiva do animal. Conforme o avanço do tártaro, as bactérias podem entrar na corrente sanguínea e irem parar no coração, nos rins e fígado, levando até à morte do cachorro. Sim, tártaro pode matar seu cão.

Como evitar o tártaro?

É importante saber que o tártaro é uma questão de tendência. Alguns cães possuem o pH bucal que facilita o acúmulo do tártaro, assim como algumas pessoas tem mais tendência pra ter placa e outras não. Normalmente, as raças pequenas são mais propensas a ter tártaro, mas isso não é uma regra. Cachorros grandes também podem ter tártaro e há cachorros pequenos que não tem essa tendência. Vai variar de acordo com o indivíduo.

A única forma de evitar o tártaro (ou prorrogar o aparecimento dele, caso seja um cão com mais tendência) é a escovação DIÁRIA. Sim, você precisa escovar os dentes do seu cachorro todos os dias.

Também existem opções de produtos em que não é necessária a escovação como o Defengy OC, que é uma pasta oral com gosto de mental e é comestível, recomendada para cães que não aceitam escovação. Confira aqui.

Como saber se meu cão está com tártaro?

Um dos primeiros sintomas do tártaro é o mau-hálito. Às vezes você não vê tanta diferença na coloração dos dentes mas começa a sentir que o cão está com “bafo”, isso normalmente indica que o tártaro está se acumulando.

Os dentes afetados pelo tártaro ficam amarelos e vão passando pro marrom. Além disso, o tártaro começa a empurrar a gengiva, deixando-a vermelha, inflamada e em casos mais graves, correm o tecido gengival. Em casos ainda mais graves, o cachorro para de se alimentar, pois o tártaro causa dor e o cachorro começa a evitar a mastigação.

 

Meu cão já está com tártaro, o que fazer?

Não procure soluções caseiras para acabar com o tártaro do seu cachorro, procure um veterinário e ele vai dizer se é necessária a cirurgia de limpeza de tártaro. Nada que você faça em casa vai eliminar o tártaro do seu cachorro uma vez que ele estiver instalado.

Como é o tratamento de tártaro em cães?

É feita uma cirurgia simples para a limpeza do tártaro, normalmente realizada por um odonto veterinário (dentista) e um anestesista. A anestesia mais indicada é a inalatória, por ser mais segura para a maioria dos cães.

São necessários exames pré-operatórios para ter certeza que seu cachorro está saudável para realizar o procedimento, que é simples e o cão volta pra casa no mesmo dia.

Fonte: Site Tudo sobre Cães

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Calendário de vacinação em felinos

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As vacinas para gatos são algo de extrema necessidade para que a saúde e o bem-estar dos bichanos possam ser constantes, e quem deseja ter um felino como parte da família, deve estar ciente da importância que essa imunização tem na vida dos animais. Levando em conta que o sistema imunológico dos gatos filhotes ainda não é completamente desenvolvido, esse cuidado se torna ainda mais preciso na primeira fase da vida dos bichanos, que podem garantir sua proteção contra problemas graves na saúde dos felinos.

Imunizando os gatos de doenças como Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicivirose, e Clamidiose, a vacina quádrupla – conhecida como V4 – é, na maioria das vezes, a escolha de quem busca a proteção de seus novos gatinhos. Entretanto, o mercado conta, ainda, com a versão V3 para as vacinas para gatos, sendo que a diferença entre elas está na quantidade de antígenos presentes na sua formulação.

Seja qual for a sua escolha, ela deve ser aprovada e aplicada por um profissional veterinário de confiança, pois somente ele terá condições de definir quais são as prioridades de imunização para seu pet, além de poder indicar vacinas adicionais para protegê-lo de outras doenças comuns que não fazem parte dos pacotes polivalentes, como Raiva, Leucemia Felina e Dermafitose.

Tendo em vista que o calendário de vacinação felina é específico, fica reforçada a necessidade de uma visita ao veterinário, que poderá dar as instruções adequadas em relação aos tipos de vacina e tempo de intervalo entre elas, garantindo que a imunização seja completa e eficiente.

Além disso, o profissional veterinário também terá condições de identificar outras possíveis complicações que o gatinho esteja sujeito a ter (de acordo com sua raça ou o ambiente em que vive, por exemplo), ajudando a prevenir mais um leque de problemas na vida do animal e de sua família. Conheça, neste artigo, as principais doenças que podem ser imunizadas por meio das vacinas para gatos, e saiba que tipo de cuidado é necessário para garantir a eficácia das vacinas e a saúde do seu pet.

Calendário de vacinas para gatos

As vacinas mais importantes para manter seu bichano longe dos principais perigos felinos são a vacina polivalente e a vacina antirrábica; sendo que a polivalente pode ser encontrada em duas versões diferentes: tríplice e quádrupla – respectivamente chamadas de V3 e V4. Também existem no mercado, vacinas V5, que incluem imunização contra Felv (leucemia felina). Conforme citado anteriormente, a diferença entre elas se dá em função da quantidade de antígenos contida em cada uma.

A V3 (Vacina Tríplice) previne os gatos contra Panleucopenia, Rinotraqueíte e Calicivirose; enquanto a V4 (Vacina Quádrupla), além de todos os antígenos contidos na V3, inclui, ainda, a proteção contra a Clamidiose e a V5 inclui a imunização contra Felv. Confira, abaixo, como seguir os intervalos corretos entre as doses para proteger o seu gatinho:

Aos 60 dias de vida: 1ª dose da polivalente
Aos 90 dias de vida: 2ª dose da polivalente
Aos 120 dias de vida: vacina antirrábica

Conforme detalhado acima, cada uma das doses destas principais vacinas para gatos devem ser administradas com um intervalo de 30 dias, sendo que a primeira dose só pode ser dada ao bichano a partir de seus 60 dias de vida.

Doenças felinas imunizadas pela vacinação

Tendo em vista que Raiva, Clamidiose, Rinotraqueíte, Panleucopenia e Calicivirose são algumas das doenças mais perigosas para os gatos e que todas elas podem ser imunizadas com o simples ato da vacinação, conheça, a seguir, um pouco mais sobre elas:

  • Panleucopenia: Extremamente contagiosa, a Panleucopenia Felina é transmitida por meio do contato com animais doentes ou objetos contaminados com o vírus da doença. Febre, vômitos, falta de apetite, depressão e diarreia são alguns dos sintomas mais comuns em felinos infectados; sendo que filhotes podem, ainda, sofrer com a falta de coordenação motora. Provocando alterações nas células de defesa do organismo dos bichanos, a doença os deixa mais suscetíveis a outras complicações, que podem levar o pet à morte.
  • Rinotraqueíte: Causada pelo herpesvírus – responsável por mais de 40% das doenças respiratórias em felinos – a Rinotraqueíte é fatal para 60% dos filhotes que desenvolvem a doença. Altamente contagioso, o problema tem o aparecimento de espirros, rinite, salivação, conjuntivite, febre, falta de apetite e secreções nasais entre os seus principais sinais.
  • Calicivirose: Causando uma espécie de gripe nos gatos, a Calicivirose afeta as mucosas oral e respiratória dos felinos, e a presença de úlceras na cavidade oral do animal é o sinal mais típico da doença. Podendo ser associada a outros problemas (como a Rinotraqueíte, por exemplo), a complicação também pode facilitar a infecção do animal contaminado por doenças diferentes, que podem evoluir para pneumonias e levar o gato a óbito.
  • Clamidiose: Tendo os microrganismos intracelulares como agentes causadores, a Clamidiose se apresenta como uma mistura entre a rinite e a conjuntivite aguda, tendo febre, secreções oculares e espirros como seus principais sintomas.
  • Raiva: Podendo afetar todos os mamíferos, esta zoonose pode ser transmitida por meio da saliva de animais contaminados e pela mordida de morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue). Responsável por alterações no sistema neurológico dos infectados, a Raiva não tem cura, e sua única forma de prevenção é por meio da vacinação antirrábica. Alterações de comportamento, fotofobia (medo de luz), agressividade, hidrofobia (medo de água) e falta de apetite são alguns dos sintomas mais comuns em gatos com a doença.
  • Felv (leucemia felina): A Leucemia felina é uma doença causada pelo vírus FeLV que compromete as defesas imunológicas dos gatos domésticos e felídeos selvagens. Com o vírus, o felino fica vulnerável a doenças infecciosas, lesões na pele, desnutrição, cicatrização mais lenta de feridas e problemas reprodutivos.

Vacinação de filhotes felinos

Embora a necessidade das vacinas para gatos seja ainda maior quando filhotes, é preciso lembrar que os felinos não devem ser vacinados antes dos 60 dias de vida, já que os anticorpos passados de mãe para cria podem interferir na eficácia das vacinas, fazendo com que a imunização do gatinho não seja completa.

Outro cuidado que deve ser tomado antes de vacinar o seu felino – em qualquer idade – é o de certificar-se de que ele está saudável e sem sintomas como febre ou diarreia, por exemplo.

Vale a pena lembrar que, por seus sistemas imunológicos ainda não estarem completamente desenvolvidos, gatos filhotes não devem ser expostos às ruas ou a outros animais enquanto não tiverem tomado todas as vacinas necessárias aos felinos; já que, nesta fase, o risco de contaminação por qualquer tipo de doença é muito maior. Tendo isso em mente, basta levar seu bichano para a vacinação, e reforçar as doses anualmente para que ele continue protegido.

Vacinação de gatos adultos

Independentemente da idade do gato, a vacinação segue como item imprescindível. Como estes já apresentam o sistema imune formado, basta uma dose da polivalente e uma dose da antirrábica. Feito isso, basta reforçar a dose todos os anos para mantê-lo longe de problemas.

Gatos adultos também devem estar saudáveis e vermifugados para que possam receber toda a proteção oferecida pelas vacinas, e passar por uma consulta com um veterinário pode ser uma boa pedida – principalmente, se o felino tiver sido adotado das ruas, pois tem mais chances de ter sido exposto a diferentes doenças e zoonoses.

Reações das vacinas para gatos

Há uma série de reações que podem ser desencadeadas nos gatos que recebem vacinas e, embora não sejam tão frequentes, é importante que os donos de pets fiquem atentos aos sinais.

Durante a primeira imunização dos felinos, infelizmente, não é possível prever complicações; no entanto, há medidas que podem ser tomadas por profissionais veterinários para diminuir reações em gatos que já demonstraram uma tendência para problemas desse tipo. Estas precauções serão tomadas de acordo com os motivos da reação do animal e, em alguns casos, a administração de antialérgicos ou anti-histamínicos pode ser recomendada antes da vacinação.

Coceiras na cabeça e no rosto, dificuldades respiratórias, vômitos e falta de coordenação são alguns dos sintomas mais frequentes em bichanos com reações às vacinas e, ao notar qualquer um destes sinais no seu pet, não hesite em levá-lo para uma clínica veterinária. Sem o pronto-atendimento o gato pode desenvolver ainda mais complicações, que podem ser fatais.

Reações que incluem paralisias localizadas e um andar manco do bichano podem ser causadas em função da maneira com que a vacina felina foi aplicada, e não pelo seu conteúdo. Entretanto, a melhor pedida ao perceber qualquer tipo de comportamento incomum no seu pet após a vacinação é recorrer a um profissional da saúde animal.

Fonte: Site CachorroGato

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Terra Zoo na Fecoimp 2018

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De 12 a 15 de setembro, a Fecoimp – Feira do Comércio e Indústria de Imperatriz vai movimentar a cidade e região. Realizada pela Associação Comercial e Industrial de Imperatriz-ACII, em parceria com empresas e instituições públicas e privadas, a Fecoimp tem como princípio básico a integração, a divulgação e o fomento do comércio e indústria.

A Terra Zoo e a Potiguar estão presentes com um stand, especialmente montado com cenários,  oferecendo uma demonstração do mix de produtos encontrados nas lojas e atrações imperdíveis para os visitantes da Fecoimp. Dentre elas, oficinas de decoração como: iluminação e decoração de ambientes, utilização de tintas e efeitos marmorizados ministradas por arquitetos e decoradores da Potiguar. A Terra Zoo irá oferecer oficinas de aquarismo (como montar aquários), jardinagem (técnicas de plantio), demonstração de tosa e cuidados básicos de cães e gatos, ministradas por profissionais das respectivas áreas como biólogo e veterinária.

No stand, também acontecerá a ação Foto Premiada, onde o visitante poderá tirar qualquer foto de seu celular, postar em seu perfil no Instagram (deixando o perfil público), marcar @terrazoo e usar a hashtag #terrazooitz e receber a foto impressa. Dentre essa fotos impressas, algumas serão premiadas com 15% de desconto em compras (somente no setor pet, como rações e acessórios) ou um banho e tosa (na máquina) para cão de qualquer porte, na loja Terra Zoo de Imperatriz. A validade para utilização da premiação é até o dia 29 de setembro de 2018.

 

A Fecoimp 2018 acontece até o dia 15 de setembro, no Centro de Convenções de Imperatriz, na rua Marechal Hermes da Fonseca- Centro.

 

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Como alimentar peixes ornamentais

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Eles são adoráveis, ornamentam com beleza sem igual o aquário, mas exigem cuidados específicos. Extremamente sensíveis, os peixes necessitam, além de atenção quanto à água, temperatura, ph, etc, cuidados com a alimentação. Justamente por não reclamarem que estão com fome, torna-se um verdadeiro mistério para os criadores descobrirem a quantidade ideal oferecida.

Apesar de não haver uma fórmula mágica que se aplique a 100% das espécies, a dica mais comum e eficaz, é alimentar o animal de duas a três vezes ao dia. A quantidade adequada deve ser aquela que o peixe consuma em menos de três minutos. Isso quer dizer que, após esse tempo, se ainda tiver comida no aquário, o dono deve diminuir a quantidade que está oferecendo.

Isso porque os animais não devem ser alimentados até que pareçam satisfeitos. Ao contrário do que muitos imaginam, na natureza, os peixes são adaptados a passar a maior parte do dia com fome, à procura de pequenos pedaços de comida. É justamente por isso que é considerado um erro superalimentá-los.

Vale lembrar que, apesar desta tática funcionar bem para aquários de principiantes e comunitários, as criações de espécie única, de reprodução e de hospital exigem uma abordagem mais cuidadosa e específica. Nesse caso, apenas um veterinário ou especialista pode indicar a quantidade ideal de comida.

Para regra geral, o criador deve ter em mente que é mais fácil enfraquecer ou até matar um peixe devido à alimentação em excesso (porque isso estraga a água do aquário) do que fazê-los morrer de fome. Há aquaristas, inclusive, que defendem o jejum um dia por semana, porque o processo pode limpar o organismo do animal.

Frequência

Muitos preconizam a alimentação apenas uma vez ao dia, isso não necessário e nem é o ideal. Duas a três distribuições diárias de alimento em pequena costumam apresentar melhores resultados. Distribuindo uma pequena quantidade de alimento de cada vez você evita que restos de ração deteriorem-se e prejudiquem a qualidade da água. Além disso essa frequência de alimentação permite que você alterne 2 ou 3 tipos de alimentos diferentes ao longo do dia. A alternância de alimentos é sempre benéfica aos peixes.

Quantidade

É muito importante controlar a quantidade de alimento oferecido em cada “refeição” a seus peixes. O ideal é oferecer uma quantidade que seja inteiramente consumida por eles em no máximo 5 minutos. Não deve haver sobras de alimento. O ciclo digestivo de seus peixes é de cerca de 1 hora, se você os alimentar de hora em hora eles com certeza comerão, mas não é o melhor para a saúde deles. Um máximo de 3 vezes ao dia em pequena quantidade está ótimo.

Rações Industrializadas

A ração industrializada de boa qualidade pode ser usada como único tipo de alimentação de peixes em aquário na maior parte dos casos. Se houver a possibilidade de oferecer alimento vivo pelo menos 2 vezes por semana com certeza o desenvolvimento dos peixes será favorecido. Muita atenção é necessária nesse caso, pois as sobras de alimento vivo podem comprometer rapidamente a qualidade da água do tanque. Em breve traremos uma série de artigos sobre alimentos vivos.

Caso opte por usar apenas rações industrializadas, não economize no preço nem na variedade. Compre algumas variedades diferentes e alterne-as ao longo do dia, variando sempre. Sugerimos que opte pelas em forma de grânulos ou em crisps e evite os flocos. Rações flocadas costumam desmanchar em poucos minutos e qualquer excesso pode prejudicar gravemente a qualidade da água no seu tanque. Confira opções aqui.

Receitas Caseiras

A não ser que você tenha um grande conhecimento sobre alimentação animal, evite aventurar-se preparando rações e patês caseiros. Uma ração ou patê que não seja corretamente formulado pode conter excesso de gordura animal ou outros nutrientes que podem comprometer a saúde de seus peixes.

Fontes: Vida no aquário e Pet Mag

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