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BASSETS ALEMÃES/ DACHSHUND/ TECKEL

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O basset alemão, também conhecido por dachshund ou teckel, é um cão de toca por excelência. Excelentes cães de caça, se o refúgio subterrâneo, onde a raposa e o furão se esconderam, tem uma embocadura que não permite a entrada do basset, este, com maestria e rapidez, põe-se a trabalhar para alarga-la.

A seguir, tanta penetrar nela e estica-se-se para logo encolher-se. A esses exercícios, praticados durante gerações e séculos, deve-se atribuir talvez, a particularíssima estrutura física do basset, obtida por uma leve, mas constante modificação da sua conformação geral; o resto é obra da seleção humana. E justo, então falar de anomalia ao referir-se ás características do basset; mas trata-se evidentemente, duma anomalia que corresponde a exigências precisas de trabalho.

Monumentos funerários do antigo Egito nos mostram cães não muito diferentes do atual basset alemão, mas isto não é suficiente para considerar a raça de origem egípcia, por outro lado, no Perú e no México encontram-se estatuetas que representam cães muito parecidos com os bassets egípcios. Isto demonstraria o que se sustentou muitas vezes, que o “bassetismo” produziu-se em diversas regiões. Pode-se supor, pois que o dachshund tenha-se formado, ou pelo menos se aperfeiçoado, na Alemanha, em tempos muito remotos.

Entre nós é considerado cão de companhia, inteligente e afetuoso; mas na Alemanha, e também na Inglaterra, ainda hoje é utilizado para caçar animais de toca.

Dotado dum olfato finíssimo, que lhe permite seguir a mais tênue das pistas, costuma alcançar a toca e penetrar arrojadamente nela, atacando o adversário que se escondeu; infelizmente, não é raro que se resulte vítima do seu próprio arrojo. Mas o basset alemão é também um bom sabujo, capaz de atacar a animais de caça grossa, aos quais, muitas vezes, consegue entreter até a chegada do caçador, o que resulta difícil de crer dado do seu aspecto e suas dimensões, mas como ocorre muitas vezes, também com os cães as aparências enganam. Apesar da desproporção entre o corpo longo e os membros curtos não deve parecer sem graça.

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Temperamento

Além de ótimo ajudante na caça, o Basset Alemão é um grande companheiro, pois é obediente, adora agradar e assimila bem o que aprende. Embora pequeno, trata-se de um animal de natureza destinada à caça.

Outra qualidade é o seu fácil aprendizado, além de ser um cão muito obediente. De temperamento dócil, o Basset Alemão é um animal muito leal e faz de tudo para agradar ao seu dono.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Altura: 30 – 38 cm (Adulto, até à cernelha)

Origem: Alemanha

Classificação: Raça

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KING CHARLES SPANIEL

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Como indica seu nome, o Cavalier King Charles Spaniel deriva da linhagem spaniel. Os cães europeus pequenos provavelmente foram resultado do cruzamento de pequenos spaniels com raças orientais, como o Chin japonês e talvez o spaniel tibetano. Esses cães Tudor de colo, conhecidos como “Spaniel Consolador”, serviam para aquecer o colo e os pés, e até como substitutos das bolsas de água quente. Além disso, eles tinham a função vital de atrai para eles as pulgas das pessoas! Os Toy Spaniels eram muito populares porque agradavam a todos os membros da família. Nos anos de 1700, o Rei Charles II se encantou de tal forma pelos Toy Spaniels que foi acusado de ignorar assuntos de Estado por causa dos cães. Os cães ficaram tão associados a ele que acabaram conhecidos como “Spaniels do Rei Charles”. Após a sua morte, o Duque de Marlborough assumiu a causa da raça. O “Blenheim” vermelho e branco, que era seu preferido, ganhou o nome de seu palácio. O King Charles spaniel continuou a enfeitar os lares de milionários por gerações, mas com o tempo um cachorro de nariz menor se tornou o preferido. No começo de 1900, os poucos cães que lembravam a raça foram considerados inferiores. Uma reviravolta do destino aconteceu quando um milionário americano, Roswell Eldridge, chegou à Inglaterra e ofereceu um estranho prêmio em dinheiro para os spaniels de “focinho mais longo”, aqueles que mais lembravam o modelo antigo. Criadores começaram a desenvolver juntos seus cães do tipo antigo na tentativa de ganhar o prêmio, e fazendo isso, muitos começaram a gostar dos cachorros. Ironicamente, esses cães, chamados de Cavalier King Charles spaniels em homenagem ao “rei cavaleiro”, acabaram ultrapassando os colegas spaniels em popularidade, e se tornaram uma das mais queridas raças da Europa. Eles levaram mais tempo pra pegar na América, e muitos donos de cavaliers lutaram por seu reconhecimento no AKC na tentativa de controlar os problemas que sempre acompanham a popularidade. Em 1996, o AKC reconheceu o cavaliers. Ainda é cedo pra dizer se isso vai trazer mais sucesso para a raça.

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Temperamento do Cavalier King Charles Spaniel

O Cavalier se encaixa no ideal do cachorro de estimação perfeito em muitos aspectos. Ele é doce, gentil, brincalhão, gosta de agradar é afeito e quieto. É amável com outros cães e com estranhos. Ao ar livre, sua herança spaniel desperta, e ele adora explorar, cheirar e caçar (por isso jamais deve ser solto em um lugar aberto). Os Cavaliers AMAM ficar no colo e ficar junto do dono. É uma raça que não deve ficar sozinha, precisa de companhia constante o tempo todo, são muito apegados e carentes.

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 9 a 14 anos

Altura: Feminino: 30 – 33 cm (Adulto), Macho: 30 – 33 cm (Adulto)

Personalidade: Brincalhão, Adaptável, Destemido, Paciente, Afetuoso

Cores: Blenheim, Tricolor, Preto e canela, Ruby

Peso: Feminino: 5,9 – 8,2 kg (Adulto), Macho: 5,9 – 8,2 kg (Adulto)

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SCHNAUZER

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É sabido que os cães costumam sentir amizade pelos cavalos. Mas existem os que tem uma verdadeira predileção pelo nobre animal: entre estes sobressai o schnauzer.

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Quando a Europa, central especialmente, estava quase completamente coberta de grandes bosques e os viajantes deviam fazer cansativas travessias em diligência, a presença do schnauzer era indispensável: durante o trajeto diurno corria ao lado dos cavalos, quase nos seus calcanhares; cada tanto, adiantava-se a eles para inspecionar o caminho, latindo furiosamente quando advertia algo suspeitoso. Nas horas noturnas acomodava-se junto ao postilhão.

As origens deste cão são confusas e podem-se vincular com as do terrier mais antigos. Por outra parte, o schnauzer, é um verdadeiro terrier; na Itália, na França e outros países é classificado entre os cães guardiões, cujas tarefas cumpre com grande valentia; isto não impede, entretanto, que seja considerado entre os terrier, como bem diz o seu nome alemão de schnauzer pinscher (“pinscher” significa, precisamente, “terrier”). Embora acostume-se utilizá-lo contra os animais monteses, tem aptidões notáveis para a caça de ratos, gatos monteses e fuinhas.

Provém de Wurttemberg, na Baviera e de Baden-Baden, mas há muito tempo que se difundiu, também, na Suissa setentrional e na França. Aparece pela primeira vez numa exposição em 1879, na Alemanha, com o nome de pinscher de pelo duro.

Suas múltiplas qualidades (é forte, vigilante, muito robusto, rude, dinâmico, fiel, inteligentíssimo) fazem dele um cão particularmente apto para aguarda e a defesa pessoal e também para a companhia; graças a seu carácter jovial e graciosa fisionomia, caracterizada pelo seu pêlo do focinho, que ao alongar-se, forma “bigodes” e sobrancelhas muito longas.

Expectativa de Vida: Schnauzer miniatura: 12 – 14 anos, mais

Altura: Schnauzer miniatura: 36 cm, Schnauzer gigante: 65 – 70 cm, Schnauzer standard: 46 – 51 cm

Peso: Schnauzer miniatura: 5 – 8,2 kg, Schnauzer gigante: 34 – 43 kg, Schnauzer standard: 16 – 23 kg

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CÃO DE SANTO HUMBERTO (Bloodhound)

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Seu rosto triste, com orelhas e bochechas pendentes, como se estivesse sofrendo por um amor perdido, dão a sensação de um mascote desligado. Mas poucas raças estão conectadas com a terra quanto o cão de Santo Humberto.  O focinho avantajado e os lábios caídos ajudam a farejar com maestria. Desenvolvido na idade média, ele passa o tempo com o nariz afundado no chão.

Conhecido também como bloodhound, já que consegue rastrear traços de sangue (blood), pode encontrar animais e pessoas e atua em polícias de todo o mundo. Fotógrafos adoram retratá-lo com cachimbo na boca e chapéu, para homenagear Sherlock Holmes, uma associação natural que vem do notório faro para achar quem ninguém estava conseguindo encontrar.

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Origem e história da raça

Essência do Scenthound, as raízes do Bloodhound são muito antigas. Seu ancestral mais antigo pode ter sido o St. Hubert preto, documentado na Europa do século VIII. Guilherme o Conquistador é considerado o responsável por levar esses cães para a Inglaterra em 1066. No século 12, muitas autoridades da igreja caçavam com esses cães, e a maioria dos mosteiros mantinha criações dessa raça. Eles eram tão bem criados que ficaram conhecidos como “blooded hounds” (cães de sangue), uma referência ao seu sangue puro e raça nobre. Bloodhound eram conhecidos na América desde meados de 1800.

Apesar de terem ganho reputação como farejadores de escravos, muitos desses cães tinham faro múltiplo. O Bloodhound provou ser uma das raças mais úteis, usando seu faro insuperável para localizar tanto pessoas desaparecidas como criminosos. Depois de localizar a pessoa, o trabalho do Bloodhound se encerrava, pois ele nunca teve tendências ao ataque. O Bloodhound conquistou muitos recordes de rastreamento, e houve uma época em que ele era a única raça cujas identificações eram aceitas em um tribunal. Ironicamente, o nome do Bloodhound e uma publicidade ruim assustaram muitas pessoas, que acreditavam que os cães rastreavam pessoas por uma sede de sangue. Nada poderia estar mais longe da verdade. A raça é muito conhecida por todas as pessoas, mas não é muito popular como animal de estimação. Por outro lado, ele é um cão de exposição bastante competitivo e um farejador sem igual.

Temperamento do Bloodhound

Com todo seu jeito calmo dentro de casa, é um rastreador incansável quando está seguindo uma trilha. Ele é forte, obstinado e independente, mas ao mesmo tempo gentil e tranquilo e extremamente confiável para conviver com crianças. No entanto, ele não é um velho cachorro preguiçoso como se conta por aí, mas um cão ativo e brincalhão. Embora não seja a raça mais fácil de treinar para tarefas de obediência tradicionais, ele é incrivelmente fácil de treinar quando a tarefa envolve seguir rastros. O Bloodhound é um pouco reservado com estranhos, embora se dê bem com outros animais.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 10 a 12 anos

Personalidade: Temperamento balanceado, Gentil, Teimoso, Afetuoso

Peso: Feminino: 36–45 kg, Macho: 41–50 kg

Altura: Feminino: 58–64 cm, Macho: 64–69 cm

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Chihuahua: O pequeno notável

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Se existe um cãozinho realmente exótico, que desperta paixões e interesse por todo o mundo, esse cão é o Chihuahua. Em primeiro lugar, pelo seu diminuto tamanho: ele é considerado o menor cão do mundo. Depois, pela sua aparência e aspecto físico no mínimo diferente, principalmente, com sua cabecinha parecida com um morcego. Seu temperamento é genial: dócil, meigo, querido, inteligente, ativo, irrequieto, corajoso, elegante e alerta, perfeito para apartamentos ou pequenos espaços.

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Seu nome tem origem da região de Chihuahua, à norte do México, berço desta antiga raça de origem incerta. Alguns acreditam ter sido introduzida no mundo pelos chineses, porém outros acreditam que tenha seus ancestrais no povo Asteca que o teria considerado um animal sagrado, sendo exposto tanto a sacrifícios religiosos quanto a ser tido como amuleto da sorte de muitos lares nos séculos 10 e 12. O que se sabe ao certo é que, em 1850, três minúsculos cães foram encontrados na cidade de Chihuahua, no México, e depois exportados para o vizinho EUA.

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Essa pequena criatura é uma figura e tanto. Tamanho, definitivamente, não é documento para este pequeno notável. Irresistível, não se deixe enganar por sua estatura ou por seu olhar meigo – o bicho é atrevido e tem personalidade forte. Apesar de chegarem no máximo a 3 kg enfrentam cães maiores sem problemas. Não toleram desconhecidos e latem furiosamente.
A pequena estatura deste cãozinho é inversamente proporcional à sua enorme popularidade. Fato: os grandes olhos negros e expressivos dos Chihuahuas cativam pessoas indistintamente. Inclusive, existe uma vasta lista de celebridades que já desfilaram com seus cãezinhos no tapete vermelho. Entre elas, Paris Hilton, Reese Witherspoon, Madonna, Jennifer Love Hewitt, Britney Spears, Hillary Duff, Marilyn Monroe, Jennifer Lopez, Jamie Lee Curtis, Alyssa Milano, Cristina Rici, Anne Heche, Katherine McPhee e Sharon Osborne.

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De tão irresistíveis, Chihuahuas já até estrelaram filmes – desde o blockbuster “Legalmente Loira” 1 e 2, protagonizado por Reese Witherspoon, até a série “Perdido para Cachorro” 1, 2 e 3, com Jamie Lee Curtis e Drew Barrymore. Eles também podem ser vistos em programas de TV, como “As Visões da Raven”, “Coragem, o Cão Covarde”, “Ren & Stimpy” e “Krypto, o Supercão”. Em 2013, a Chihuahua porto-riquenha Miracle Milly foi reconhecida oficialmente pelo livro Guinness World Records como o menor cão do mundo, com apenas 9,6 cm de altura. Na época, a cadelinha tinha pouco menos de dois anos de idade e pesava apenas meio quilo.

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Um detalhe adorável nos Chihuahuas é o apego ao dono. Ele é conhecido por sua extrema devoção a uma única pessoa – e fará de tudo para agradá-la e protegê-la. Aqueles que estiverem dispostos a amá-lo, com certeza ganharão um melhor amigo para muitos anos. Por serem tão pequenininhos, são cuidados como verdadeiros bebês: vivem no colo a ganhar afagos. Cheios de vida e alertas, o Chihuahua sem dúvida nenhuma é um cão e tanto. Um cãozinho assim, com tantas qualidades. Quem resiste?

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Curiosidades

  • A moleira do animal não fecha completamente e, por isso, ele fica com um pequeno ponto na cabeça no qual a fragilidade é maior;
  • O Chihuahua é originalmente um cão de companhia, mas a AKC os colocou no grupo dos toys;
  • Eles ocupam a 67ª posição no ranking de inteligência canina;
  • Algumas tribos indígenas do sul da América costumavam se alimentar de carne dos Chihuahuas, além de realizar alguns sacrifícios religiosos com os bichinhos.
  • É uma raça muito resistente a doenças e sua longevidade chega aos 18 anos.

Ficha Canina

Origem: México
Utilização: companhia
Porte: pequeno
Pelagem: pelo curto ou longo
Cores: as cores são variadas e todas são aceitas
Temperamento: afetuoso, possessivo, alerta e corajoso –
Pontos fortes: Ideal para apartamentos, ele não tem odor e aprende a fazer xixi e defecar em locais determinados, com facilidade. Excelente guardião, alertando o dono mediante qualquer barulho ou movimento estranhos. Adora brincar e tomar banhos de sol.
Pontos fracos: Devido ao seu tamanho, o cão não é uma boa opção para quem tem crianças muito pequenas. Elas podem facilmente pisar ou cair em cima do cachorro.

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Afghan Hound, um cão de estilo exótico

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Dono de um dos penteados mais belos e ‘desejados’ no mundo canino, o cachorro da raça Afghan Hound, também chamado de Galgo Afegão, consegue facilmente chamar a atenção por onde passa. Não se pode negar que é uma das mais belas raças de cães. Tido por muitos como “o rei dos cães” dá um show em elegância e estilo tanto no físico como no jeito de ser e se manter aristocrático. Não é à toa, que foi durante muito tempo companheiro de príncipes e soberanos e de tempos em tempos, surge um Afghan “dando aulas” em desfile de moda, tamanha a elegância na maneira como se move. A postura é impecável, tanto andando, como parado. Se correr, o espetáculo então é maior ainda. Parece flutuar sobre o solo e a pelagem voa ao vento.

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Não há dúvida de que ele é o protótipo da elegância canina. Seus longos ‘cabelos’ são fabulosos e eles parecem saber disso. Sua pelagem incomum a cães de grande porte – os fios retos, lisos e sedosos podem ir quase ao chão- o deixam ainda mais especial. O rabo, geralmente sem pelos e com o inusitado formato de um ponto de interrogação, é um charme à parte. Alguns Afghans complementam a beleza da pelagem com um quê supersofisticado: a barbicha ou mandarim, como é chamada pelos criadores.

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Por traz desta elegância e nobreza, existe uma personalidade forte que faz jus à fama de “distante”. Eles não são carentes e nem obedientes nem sempre – ou melhor, quase nunca -, atende quando é chamado. Por não se submete a ninguém, o Afghan ficou famoso pelo baixo nível de obediência o que lhe rendeu o título de raça menos inteligente do mundo. Porém o Afghan não é exatamente um cão burro já que inteligência e obediência são coisas diferentes e muitas vezes não andam juntas. Muito pelo contrário, ele simplesmente tem uma personalidade forte e obedece a comandos quando quer.

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De fisionomia glamurosa, o Afghan Hound é calmo, quieto e reservado, mas também é alegre e carinhoso. É intuitivo, tem uma boa memória e um grande senso de iniciativa. Ele é dotado de uma excelente visão e de grande velocidade. O convívio com o Afghan é sossegado. Ele é um cão pacato. Apesar de grande, se acostuma facilmente em ambientes pequenos. Dentro de casa, passa a maior parte do tempo repousando.

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Origem e história da raça

A origem do Afghan Hound, considerada uma das mais belas e exóticas entre todas as raças, é muito antiga e perde-se no tempo. Por isso mesmo, sobram lendas a respeito da raça, que teria sido, segundo relatos, o representante da espécie canina na arca de Noé. As especulações sobre a origem da raça são muitas, e algumas acreditam que o Afghan Hound já existia no Antigo Egito há milhares de anos. E possui este nome porque foi no Afeganistão que os cães desta raça se desenvolveram e permaneceram isolados do Ocidente por vários séculos. No Afeganistão, sua terra de origem, os Afghans eram excelentes cães de caça que perseguiam lebres e gazelas. Porém, graças à sua beleza e porte, logo foi transformado em um cão de luxo e de companhia, quando foi levado clandestinamente para a Europa e aos EUA, já no século 20.

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Curiosidades

  • O primeiro cão clonado no mundo, em 4 de agosto de 2005 por cientistas da Coréia do Sul, foi um da raça Afghan Hound, chamado Snuppy.
  • Considerada umas das raças mais antigas que se tem noticia, o Afegão foi apelidado de “Cão da Arca de Noé”;
  • No Westminster Kennel Club Dog Show, uma das mais prestigiadas exposições caninas do mundo, dois Galgos lideraram o pódio, Kabik’s The Challenger (“Pepsi”) em 1957 e Shirkhan of Grandeur em 1983.
  • Aparentam como se tivessem passado todos os dias no salão de beleza. São competidores formidáveis em exposições de cachorro.

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Ficha Canina

Raça: Afghan Hound
País de Origem: Afeganistão
Grupo: Cães Lebréis (sighthound), caça pela visão e velocidade
Utilização: cão de caça, cão de companhia e de exposição, de guarda e de corridas
Porte: Grande
Expectativa de vida: entre 12 e 14 anos
Comportamento: brincalhão, independente, tranquilo, sociável, mas distante com os estranhos
Posição no Ranking de inteligência: 79ª
Cão para apartamento: não
Cão para crianças: sim
Preço do Afghan Hound: R$ 1.800,00
Outros nomes: Tazi, Baluchi Hound
Pontos fortes: Se adapta bem à vida dentro de casa se puder desfrutar de passeios compridos e corridas regularmente.
Pontos fracos: sensível à anestesia, propenso a lesões da cauda. Custo de manutenção elevado. O Afghan é vaidoso o bastante para ficar abatido caso seus pelos estejam maltratados. O banho deve ser semanal. Entre lavar, escovar e secar sua linda pelagem vão cerca de três horas.

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Vizsla: O cão esportista

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Dócil, companheiro e brincalhão. Assim é o rovidszörü magyar vizsla em português conhecido como braco húngaro de pelo curto ou simplesmente vizsla. A raça, pouco conhecida no Brasil, é um velho conhecido no leste europeu, onde surgiu há mais de mil anos. Nunca foi muito popular porque era um cão controlado pelo Estado, só os nobres tinham o privilégio de contar com a raça como mascote e, eventualmente, o davam de presente à aristocracia de outros países. Era uma honra receber um Royal Golden Vizsla.

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De origem húngara, o vizsla tem uma pelagem que se faz notar mais do que qualquer outro traço: é lisa, macia e de um belo dourado. Possui uma enorme versatilidade, agilidade e é fácil de ser treinado, o que o torna também parceiro para provas cinófilas, como as de obediência, faro, busca e resgate e, obviamente, a caça.

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Aliás falar que ele é um espetáculo na caça está escrito em toda e qualquer literatura sobre a raça, mas além de ser um ótimo caçador, ele se destaca pelo seu lado companheiro. Tem o temperamento semelhante ao do labrador e do golden retriever, entretanto possui uma forte ligação com o dono, incluindo crianças, é por isso que no EUA ele é apelidado de “cão velcro” por está sempre perto de seu mestre.

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Passear com um Vizsla é pedir para ser parado, não há quem resista não acariciar seu pelo quente, macio que cobre seus músculos bem definidos. O Vizsla tem uma beleza inconfundível: elegante apesar de simples, porte impecável e de uma inteligência raramente encontrada. Cativante seria um adjetivo que cabe. É uma raça que não cessa de encantar e cativar, amar e ser amado. Devotados, sensíveis, atentos e interessados em demonstrar-se amigos. Extravasam-se em afeição. A maioria dos exemplares da raça adora colo, apesar do tamanho.

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Além das brincadeiras, o Magyar Vizsla adora estar em contato com a natureza. Pode ser criado tanto em casa como em apartamento, mas desde que tenha espaço para se movimentar. Em todos os itens de convívio, o Vizsla é muito bom. Sempre gentilíssimo com pessoas conhecidas, está constantemente em busca de conhecer mais cheiros, mais desafios e tornar-se melhor no que é esperado deles: seja lá isso o que for!

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Vizsla é um cão família. Uma raça genuinamente excepcional!

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Origem

As teorias para a origem dessa raça são várias. Uma delas afirma que o Vizsla seja descendente de cães que viviam antes da fundação do Reino Húngaro. Outra possibilidade é que ele seja originário do cruzamento de cães Transilvânia e Weimaraner.
Ficha Canina
País de origem: Hungria
Nome original: Rövidszörü Magyar Vizsla.
Grupo 7: Cães Apontadores.
Utilização: Caça e companhia.
Expectativa de vida: 12 a 13 anos.
Preço: a partir de R$ 2 mil.
Personalidade: Obediente, dócil, inteligente, afetuoso, leal, protetor e sensível.
Pontos positivos: O Vizsla é um cão de companhia, ideal para pessoas que tenham o perfil agitado e apreciem atividades ao ar livre, pois ele é muito ativo.

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Curiosidades

  • As origens da raça têm ligação com o bando de caçadores Magyar (húngaros) que há mais de 1.000 anos se instalou na região hoje chamada Hungria.
  • No EUA ele é apelidado de cão velcro, pois ele adora estar perto de pessoas conhecidas.
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CuriosidadesRaças

FILA: o super cão brasileiro!

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​Muitos não sabem, mas o fila brasileiro é a primeira raça desenvolvida no Brasil e a primeira a ser reconhecida internacionalmente. Sua origem é desconhecida, mas a teoria mais antiga e difundida reconhece o fila como descendente dos mastiffs portugueses e espanhóis, trazidos ao país durante a colonização, do buldogue inglês e do famoso cão farejador britânico, Santo Humberto.

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A mistura originou um cachorro de grande porte, de faro apuradíssimo, que inclusive, em séculos passados, já foi utilizado por capitães-do-mato para recapturar escravos fugitivos. Na história do Brasil, foi cão guarda das tropas de bandeirantes. Fiel escudeiro e dotado de uma coragem incomum, o Fila ajudou os bandeirantes na conquista do território brasileiro, já foi usado para caçar cobras, onças e para capturar escravos fugitivos.

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Durante os anos 70 e 80, chegou ao topo dos registros de novos filhotes no país. Tem um temperamento peculiar no reino canino: é avesso a estranhos. É a única raça que em exposições os juízes cinófilos não o tocam, devido sua valentia. Altamente corajoso. Dominante em seu território. É considerado por muitos exércitos como o melhor cão de guerra, devido a sua indiferença diante de tiros, explosões e luzes fortes.

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Mas não se deixe assustar pelo seu tamanho, porque ele é muito mais do que um cachorro grandão que serve como cão de guarda: pode facilmente se tornar um grande companheiro também. A fidelidade, outra característica marcante nos Filas Brasileiros, sempre foi muito forte. Tanto que ela até originou um ditado popular que diz “fiel como um fila”. Este traço da raça talvez tenha sido o que mais ajudou a popularizá-la no país. Seu comportamento é sereno, seguro e autoconfiante e dotado de aspecto que infunde temor, sempre pronto para o ataque, o fila, contudo, tem caráter dócil e devotado ao dono. É desconfiado na presença de estranhos e não admite a menor familiaridade. Sem dúvida o Fila é um guardião incomparável.

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Curiosidade

  • A má fama do fila chegou à Inglaterra antes dele. Em 1991, o animal foi banido antes que sequer fosse importado. Em Nova York, no Reino Unido, Israel, Dinamarca, Noruega, Malta e Chipre é ilegal possuir um fila por ser considerada uma raça perigosa. O Fila brasileiro também é uma raça proibida na Austrália.
  • Alguns creem que o nome “Fila” descende do nome do cão Português então levado para o Brasil, mas também se deve ter em conta que “Fila” significava no Português antigo “Agarrar” e esta era a função principal da raça: “Filar = Agarrar” escravos fugitivos
  • Os cães da raça Fila Brasileiro são também conhecidos como Cão de fila, Boca Negra, cão onceiro, cabeçudo boiadeiro, mastim brasileiro ou cão de guarda brasileiro.
  • O Fila Brasileiro é considerado cão mais apto à guerra

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Ficha Canina

Família: cão de guarda
Lugar de origem: Brasil
Função Original: cão de guarda
Personalidade: Corajoso, determinado, intrépido. Pode ser calmo, seguro de si, obediente aos donos e desconfiado em relação a estranhos.
Expectativa de vida: 12 a 15 anos.
Preço médio: varia entre R$ 1.200,00 e R$ 2.100,00.
Pontos negativos: Não é uma raça indicada para pequenos espaços, casas frequentemente visitadas. Vive melhor em sítios e fazendas, do que na cidade.
Pontos positivos: cão de guarda por excelência
Dono ideal: É pesado e necessita de alguém com força para manejá-lo bem. Pelo seu tamanho e brincadeiras pesadas, é contraindicado para idosos!

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Raças

Dálmata: O simpático cão pintado

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Conhecido por ser um cachorro de “bolinhas”, o Dálmata é considerado o cão de raça mais diferente e que mais se ressalta entre todos os outros cães. Ele atrai olhares de verdadeira admiração por onde passa. É impossível resistir à beleza de suas charmosas pintinhas preto e branco. A pelagem branca, enfeitada por pintas escuras que ainda hoje distingue o Dálmata de todos os outros cães, é tão característica e apreciada que chega a determinar o destino da raça. Não é à toa que o Dálmata foi escolhido como acompanhante de nobres nos tempos das carruagens. Sendo assim, apelidados de “coach dog”, cão de carruagem. A aparência bela e chamativa, o porte e a elegância natural, a grande resistência para longas caminhadas faziam dele o cão perfeito para essa função. Herança do tempo em que os carros de combate a incêndios eram puxados por cavalos, o Corpo de Bombeiros, em cidades dos Estados Unidos e da Europa, adotou o Dálmata como mascote. Foi também o charme exclusivo das pintas que levou a raça ao estrelato em 1961, com o lançamento do desenho animado “Os 101 Dálmatas”, da Disney.
Famoso no mundo inteiro, o Dálmata é um cão alegre, atento, divertido e sensível, principalmente com crianças. Não é um guardião, mas defende e vigia o lar se necessário. De aparência elegante e harmoniosa esse simpático cão pintado por ter muita energia, prefere viver em lugares amplos, onde pode correr e brincar. Mas ele vive bem também em apartamentos se o dono levá-lo para passear todos os dias.

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Origem
Não se sabe ao certo a origem da raça. Sua história é ainda desconhecida e motivo de disputas: Alguns acreditam que o animal já era presente no Egito Antigo; outros que o cão vem da Grécia Antiga; e outros, que a raça se desenvolveu na região de Dalmácia, na Iugoslávia, que originou o seu nome. De certo, sabe-se que a origem da raça foi atribuída à nação europeia. Historiadores acreditam que esses cães eram usados para guardar estábulos e escoltar carruagens (como protetores e adornos da aristocracia), além de caçar pragas e pássaros e pastoreio de ovelhas.

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  1. Atrai olhares admirados por sua beleza
  2. Ostenta elegância
  3. É elétrico por natureza
  4. Precisa de muito movimento
  5. Distribui alegria por onde passa
  6. Estar sempre pronto a corridas e caminhadas
  7. É brincalhão, meigo, sociável e dócil com crianças
  8. Tem afinidade com cavalos
  9. Desconfia de estranhos, e avisa sua presença, com latidos de alerta
  10. Convive bem com outros animais
  11. É rústico, limpo e ter uma saúde de ferro
  12. Adora passeios de carro
  13. Aprecia a companhia do dono
  14. Vive bem dentro de casa
  15. Os dálmatas são cães inteligentes.
  16. Possuem o faro desenvolvido, pois fazem parte da família de cães farejadores.
  17. Em função de suas várias habilidades, podem ser usados também como cão-guia e cão pastor.

Ficha Canina
Raça: Dálmata
Origem: Dalmatia, República Croata
Grupo: Sabujos Farejadores e Raças Assemelhadas
Finalidade: Cão de companhia, de família, adequado para ser treinado para várias utilidades
Expectativa de vida: Entre 10 e 14 anos de companhia e alegria a seus donos Características do Pug: Dálmatas são cães cheios de energia, brincalhões, muito inteligentes e leais.
Pontos fortes: sociável e amigável, nem tímido nem desconfiado, nem medroso nem agressivo. Tipo animado, leal, independente e fácil de treinar. O Dálmata gosta de atividades aquáticas e ao ar livre. Ele tem um característico instinto de caça.
Pontos fracos: Surdez e pedras nos rins podem acometer dálmatas.

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CURIOSIDADES…

  • É a única raça com pontinhos;
  • Cães da raça Dálmata já foram muito populares no circo;
  • Nos primeiras 10 dias da vida de um Dálmata, as pintinhas só são visíveis na pele, embaixo do pelo. A partir desse período as manchinhas emergem;
  • As manchinhas de cada Dálmata são únicas e não há dois cães com a mesma padronagem;
  • Tendência para surdez e pedra nos rins;
  • No século XIX, os dálmatas eram usados por bombeiros norte-americanos como cães guias dos cavalos que puxavam os carros de bombeiros.

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Raças

Raça da semana: O Pug, um cão muito fofo e de temperamento incrível!!!

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Alguma dúvida que os pugs são os cachorros mais adoráveis da terra? Entre as não poucas raças de cães de companhia que merecem grande estima no meio da cinofilia, está este diferente e charmoso cão miniatura. O próprio nome da raça já indica o seu tamanho – Pug ou “Pug-Dog”, como foi apelidado na Inglaterra, significa “coisa diminuta”, ou “cachorro diminuto”. À primeira vista, há quem pense que ele é um parente próximo do Buldogue Francês, Mastiff ou até mesmo mini-Bullmastiffs ou o irmão baixinho do Boxer, mas a realidade é que seu primo mais próximo é o também chinês Pequinês.

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Há séculos, esse lindo cãozinho que veio da China, onde sua efígie figura sobre antigas porcelanas, encanta por seu biótipo troncudinho, seus grandes olhos redondos, escuros, expressivos e cheios da vida, marcas registradas que conhecemos bem. Seu focinho achatado que também lhe valeu o nome “Pug” (do inglês pug nose, “nariz achatado”), mascarado de preto, seu temperamento agradável e o famoso rabinho enrolado cativa qualquer um que lhe dê uma chance.

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O Pug é um cão muito dócil e fiel ao dono, daqueles que se tornam, literalmente, um companheiro incrível para todas as horas. Chega a fazer o estilo grude. É capaz de seguir o dono pela casa inteira, de esperá-lo na porta do banheiro e dormir nos seus pés. Volta e meia, se manifesta com pulinhos para ganhar um colo ou cafuné. Com um olhar apaixonante, têm a capacidade de fazer seus donos acreditarem que não são cães, e sim pequenas pessoas.

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Os cães da raça Pug foram selecionados, ainda durante a dinastia Shang, para servir de companhia aos imperadores e, desde então, vem exercendo esse papel muito bem. Por ser um acompanhante nato, ele se adapta facilmente as mudanças de ambiente e convive muito bem com pessoas estranhas, idosos, crianças e outros animais. Com seu jeitinho todo especial de ser, não poderia faltar uma peculiaridade da raça. O latido deste cãozinho é bem interessante e diferente. Quando late parece estar roncando com pequenos intervalos de grunhidos. Para quem não conhece esta raça, pode pensar que o cão está engasgando. Além de toda a fofura, seus pequeninos cérebros até que apresentaram uma performance regular nas avaliações de especialistas. Eles ocupam a 53ª posição no ranking de inteligência canina.

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Os pugs são cães maravilhosos, mas que precisam de cuidados específicos, já que apresentam risco de hipertemia (não se dão bem com temperaturas altas), possuem olhos sensíveis por serem saltados, têm pouca resistência física, precisam de cuidados especiais com a pele, soltam bastante pelo, têm tendência a engordar e roncam bastante, como era de se esperar.
O Pug sempre foi tido como animal de estimação da nobreza e alta sociedade, sua trajetória remonta os episódios com Napoleão Bonaparte, Maria Antonieta, o Príncipe de Orange Willian the Silent e mais recentemente com o Duque de Windsor. A popularidade do Pug foi instantânea, sobretudo porque salvou a vida do príncipe William II, monarca holandês, quando o alertou para o perigo, ladrando para um soldado espanhol com ordens para o matar. O Pug tornou-se o cão oficial da corte, e o túmulo do Rei William II exibe, além dele, seu querido cão de estimação. A partir deste momento, a popularidade do Pug não parou de crescer na Europa. Favorito da realeza, o Pug teve ainda tempo de conquistar os artistas. Goya, pintor espanhol, representou inúmeras vezes este pequeno cão. Ganhou notoriedade ao aparecer no filme Homens de Preto, em 1997, com Will Smith.

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Pug e famosos
Difícil resistir ao encantamento produzido pelo Pug. É grande a lista de famosos que se renderam ao charme desses cachorrinhos de cara amassada, como os apresentadores Rafinha Bastos, Xuxa e Eliana, além da atriz Grazi Massafera e – tendo sido, ainda, o pet escolhido por nomes já finados, como o grande escritor Jorge Amado e o estilista Clodovil. Internacionalmente, o Pug também faz sucesso e é o bichinho de estimação escolhido por grandes nomes do cinema e da moda norte-americanos, incluindo as atrizes Jessica Alba e Tory Spelling, a socialite Paris Hilton, a apresentadora Kelly Osbourne, o ator Gerard Butler e até o estilista Valentino Garavani – que costuma levar seus cinco cães Pug por onde quer que vá; inclusive nas suas viagens de jatinho pelo mundo.

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Curiosidades

  • O Pug é uma das raças de cachorros mais antigas do mundo, relatos datam por volta de 400 anos antes de Cristo.
  • Uma das muitas lendas envolvendo os Pugs conta que os Pugs eram a ‘pedra no sapato’ de Napoleão Bonaparte. Isso porque sua esposa, Josefina, tinha um Pug de quem não se separava nunca e ele, por sua vez, não simpatizava nem um pouco com o imperador, a quem impediu mais de uma vez de entrar no quarto de sua dona.
  • Pugs eram adotados pelos nobres de vários países como símbolo de riqueza e ostentação.
  • Os cães da raça Pug possuem diferentes nomes em alguns países como Alemanha, em que são chamados de Mops, França, em que receberam o nome de Carlin, Itália, em que foram nomeados como Carlino e Inglaterra, onde são conhecidos como Pug-Dogs. Na China Antiga, os pugs eram chamados de ba guo, que significa “o cão que ronca”.

 

Ficha Canina
Raça: Pug
Origem: China
Porte: Pequeno
Grupo: Toys cães de companhia
Finalidade: Cães de companhia
Posição no ranking de inteligência: 53º
Expectativa de vida: De 13 a 15 anos
Características do Pug: Gentil e afetuoso. Adaptável a ambientes diversos e pessoas diferentes, muito inteligente e leal.
Cachorro para apartamento: Sim
Cachorro para casa: Sim
Preço médio de mercado: De 1.800,00 a 4.000,00
Pontos fortes: Muito carinhosos, inteligentes e brincalhões; são pequenos e silenciosos, latem pouco; não precisam de muita atividade física; aceitam outros animais de estimação; adoram colo e gostam de crianças e idosos.
Pontos fracos: não se dão bem com temperaturas muito elevadas; seus olhos são sensíveis; custam caro; tem pouca resistência física e precisam de cuidados especiais com a pele.

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