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Os peixes, principalmente os ornamentais, exibem um grande número de cores e nas mais variadas combinações. Essas cores são dadas em parte pela refração da luz que incide sobre eles e também pigmentos (em grânulos) e cristais encontrados nos espaços intercelulares ou em células especiais (os cromatóforos e iridóforos). Esses pigmentos podem com a superfície por quem os vê de cima ou de baixo, respectivamente.

Comunicação

Com relação a função de comunicação, há duas formas básicas: a de alerta e a sexual (epigâmica). Muitos peixes mudam seu padrão de cor ou o intensificam quando em estado de alerta, como fazem os machos da maioria das espécies quando defendem seus territórios contra um invasor. Geralmente a intensificação do colorido é suficiente para avisar o invasor (como se dissesse “caia fora, este pedaço é meu”!) e este se retira do local sem que seja necessário um confronto direto entre eles, o que demandaria um grande gasto de energia.

A mudança de cor por motivos sexuais ocorre nos machos que utilizam um colorido “nupcial” para atrair as fêmeas. Elas ficam “caídas” pelo brilho e coloração dos companheiros e predispõem-se ao acasalamento.

Há ainda alguns peixes que não possuem um padrão de cor. Isso ocorre com os exemplares cavernícolas (que habitam cavernas) e os peixes abissais, que podem apresentar um albinismo mais ou menos acentuado. Nestes casos, a visão e o significado das cores são praticamente nulos.

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Terra Zoo

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