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Coridoras: os peixes “limpa-fundo”?

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Conheça as particularidades dessa espécie sobre a qual existem diversos mitos

Conhecidas por muitos apenas pelo nome vulgar “limpa-fundo”, as Coridoras recebem esse nome por fazerem parte do gênero Corydoras.

Suas mais de 100 espécies são mais do que simples faxineiras. Na verdade, apesar de se alimentarem junto ao fundo do tanque, não comem os detritos dos outros peixes do aquário.

De aparência e comportamento peculiares, esses peixes proporcionam um atrativo à parte, com a movimentação feita em grupo, oferecem maior dinâmica para a comunidade que habita o aquário.

Água e pH

As cores e os comportamentos naturais desses peixes se revelam em água com pH neutro para levemente ácido e mole, com temperatura entre 25° e 27°C típico das bacias sul-americanas que formam a região de origem das Coridoras, com destaque para as bacias da Amazônia. Vale lembrar que algumas espécies, quando bem cuidadas, chegam a viver 10 anos ou mais em aquário.

Manejo

É bom garantir um bom espaço livre para permitir que as Coridoras se movimentem, o que fazem em pequenos cardumes de pelo menos quatro indivíduos, a procura de alimentos nos fundos.

A maioria das espécies de Coridoras presentes nos aquários não oferece ameaça e ambientes comunitários. Elas podem ser mantidas praticamente com todos os demais peixes que compartilham as mesmas necessidades quanto ao Ph e à temperatura da água. Só não é recomendado que esses outros peixes tenham muito mais que cinco ou seis centímetros – comprimento típico das Coridoras -, para não tentarem predá-las.

A exemplo de outros peixes de fundo, as Coridoras possuem espinhos defensivos que podem machucar o aquarista descuidado. A regra geral para o manuseio seguro é contar com a ajuda de um puçá ou de um pote.

A maior atividade das Coridoras acontece á noite. Como elas não apreciam iluminação muito clara pode-se promover sombreamento com o uso de plantas e troncos, o que ajuda a compor um cenário mais próximo ao do ambiente natural.

É aconselhável que o cascalho do substrato não tenha arestas nem cantos cortantes, qualidades encontradas nos seixos rolados. Evita-se, assim, provocar ferimentos no aparelho bucal das Coridoras, que mais aparece uma mini tromba rodeada por barbilhões.

Alimentação

As Coridoras mantêm-se à procura de alimento pelas frestas do tanque, sugando o que está depositado no fundo. Contudo, quando esfomeadas, não hesitarão em subir à superfície para se alimentarem.

Ao contrário do que muitos pensam, elas não são comedoras de algas. Aceitam bem as várias rações próprias para peixes de fundo, encontradas no mercado, mas é sempre bom enriquecer o cardápio com alguns petiscos, como pedacinhos de minhoca e cubinhos de Tubifex desidratado.

Reprodução

Dificilmente se consegue sucesso na primeira tentativa de reprodução das Coridoras. Para despertar nelas o relógio biológico que dá início a um longo período de “namoro” e “cortejo”, em que macho e fêmea se “abraçam” e os novos ovos são expelidos, é preciso simular a chegada da estação das chuvas, o que envolve ações relacionadas com a água e a alimentação.

Os melhores resultados são obtidos mantendo muitos indivíduos em um aquário de bom tamanho e dando-lhes alimento vivo, como pequenas minhocas e artêmias, por pelo menos sete dias, a uma temperatura de 28°C. Ao termino desse período, aumenta-se a temperatura para 29°C durante 24 horas e se faz a troca de aproximadamente 40% da água por outra um pouco mais fria, com cerca de 25°C, o que geralmente leva à desova.

A fêmea, então, gruda os ovos numa superfície previamente limpa, geralmente o vidro do aquário. Com a eclosão dos ovos, os alevinos nascem bem pequenos e, por sua vez, precisam de alimentos minúsculos, sendo recomendado dar náuplios de artêmia (artêmias recém-eclodidas).

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Quer saber mais sobre gatos? Confira essas curiosidades

Cat looking at the window

Eles são animais misteriosos e, ao mesmo tempo, companheiros, e fazem parte do cotidiano de muitas pessoas. Gatos têm muito mais curiosidades do que se pode imaginar.

O número de gatos nos lares brasileiros é crescente, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) já são mais de 22 milhões de felinos presentes nas residências, quantidade duas vezes maior do que em 1996. Mas, mesmo com esse aumento na popularidade, muitas pessoas ainda possuem inúmeras perguntas e curiosidades sobre gatos.

Conhecidos por serem animais independentes, os felinos domésticos têm atitudes próprias e conquistam muitos humanos por conta disso. Apesar da grande maioria ser SRD (sem raça definida) e precisar de cuidados como todo pet merece, algumas raças precisam de cuidados muito especiais, como os gatos sem pelo. Além disso, todo tutor deve ter uma preocupação especial com a higiene do ambiente, alimentação, interação e cuidados médicos, independente da raça.

Confira algumas curiosidades sobre gatos:

  • Os gatos têm campo de visão de 185º e não conseguem enxergar bem nem cores nem pequenos detalhes. Em compensação, eles possuem a habilidade de enxergar mesmo quando o ambiente tem pouca luz;
  • Os gatos e gatas tem 11,6% mais ossos do que qualquer pessoa e 10% desses ossos estão presentes em sua cauda, que é a responsável pelo equilíbrio do felino;
  • Esses animais são conhecidos por sua habilidade em pular, afinal, eles sempre caem em pé e se safam de problemas maiores por conta disso. No entanto, o que muita gente não sabe é que eles podem saltar nada mais nada menos do que 5 vezes de sua altura;
  • O maior gato do mundo mede nada menos do que 122 centímetros do focinho até a ponta da cauda e é da raça Maine Coon;

  • O menor gato do mundo tem apenas 19 centímetros da cauda ao focinho e só 7 centímetros de altura, o nome dele é Mr. Peebles;
  • A gata Missi, da Finlândia, é dona do maior bigode do mundo, com 19 centímetros de comprimento. Sim, o mesmo tamanho do menor gato do mundo;
  • Os felinos passam mais de 1/3 do dia se lambendo e limpando cada pedaço de seu corpo como garantia da higiene;
  • Gatos não possuem glândulas sudoríparas, por isso, os bichanos suam pelas patas, o que também explica o fato de eles adorarem ficar com as patas para cima em dias de muito calor;
  • Um gato pode ter 12 sensores em seus bigodes;
  • Cada gato pode emitir nada menos do que 100 tipos diferentes de som, item 10 vezes maior do que os cachorros;
  • Existe uma raça de felinos resistente à agua. São os Van Turco, que tem uma pelagem diferente, resistente à água e que faz com que esses animais amem tomar banho. Isso porque só eles conseguem isolar o calor de seus corpos quando molhados;
  • Os gatos são tão sensíveis que conseguem perceber um terremoto com 15 minutos de antecedência. Talvez seja por isso que os japoneses são apaixonados pelos bichanos;
  • Os felinos podem alcançar a velocidade de até 49 km por hora;
  • Os gatos roçam em seus donos não porque gostam muito deles, mas sim porque essa é uma das formas encontradas para marcar território;
  • No Egito, os gatos eram vistos como divindade e a maioria dos faraós era retratada sempre com seus companheiros de 4 patas;
  • Os felinos têm uma habilidade bem curiosa: conseguem rodar suas orelhas em até 180º.

Essas são apenas algumas das curiosidades sobre gatos. Se você tem um bichano em casa e adora vê-lo se divertir, confira aqui algumas opções de brinquedos e jogos interativos para seu gatinho.

Fonte: Canal do Pet – iG

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Para ter um cão confiante ao andar nas ruas

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Cães na rua e pedestres

Desde os primeiros meses de vida, é recomendado que o filhote tenha contato com pessoas e cães de todos os tipos, caso contrário é provável que desenvolva insegurança e até agressividade nesses encontros. Na faixa etária de dois a cinco meses, até terminar a vacinação, faça a socialização em casa, recebendo convidados, e na residência de amigos, sempre em ambientes limpos e seguros e com cães saudáveis, que estejam com a vacinação em dia.

Aprender a interagir e a interpretar a linguagem canina é fundamental para que o cão consiga, no futuro, se comunicar adequadamente nas interações com cães desconhecidos e se sentir mais seguro.

Medo já adquirido

É possível eliminar medos já adquiridos ou reduzi-los bastante por meio da sensibilização controlada, processo  que pode levar de dois a oito meses, com sessões diárias ou no mínimo, três vezes por semana, de 15 a 40 minutos.

Ruídos assustadores

Coloca-se o cão em contato com o barulho que o atemoriza, no começo com volume bem baixo para não incomodá-lo. Para tanto, utiliza-se uma gravação do ruído (há estrondos de trovão e de fogos, roncos de motocicleta, por exemplo, na internet e em CDs). Sempre que o cão não reagir ao barulho, clique e dê um pedaço de petisco para ele.  Depois de ele se manter calmo por três vezes seguidas, aumente um pouco o som e repita o treino. O exercício avançará gradualmente, até que o medo, não mais se manifeste, mesmo que o som não seja tocado bem alto. Caso, durante a prática, o medo aparecer, retorne á altura de som que não causa reação e prossiga com o treino a partir daí.

Na rua

Se o seu cão tem medo de pessoas ou de outros cães na rua, ou é agressivo, treine-o se manter calmo enquanto a causa da reação indesejável estiver no cenário. Para tanto, poste-se longe o suficiente da pessoa ou do outro cão, de modo que seu cão continue calmo. Ele não deve latir nem rosnar, não pode puxar a guia nem dar sinais de medo ou agressividade (ou seja, ficar arrepiado, franzir os lábios, colocar a cauda atrás das pernas).

Depois de três repetições seguidas em que o seu cão não esboçou reação, aproxime-o mais um pouco do outro cão ou da pessoa e continue a treinar. Sempre que o seu cão mostrar medo ou agressividade para com pessoas ou cães, retome o exercício distanciando-o mais, para que fique calmo e possa ser premiado.

O treino estará completo quando o seu cão se conservar ao lado de pessoas ou cães em dar qualquer sinal de medo ou agressividade. O exercício pode ser praticado com conhecidos (tanto pessoas, como cães).

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Sem medo do barulho do trânsito

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Barulho de motos e carros

Assim como se age com estampidos de trovões e fogos de artifício, o barulho de motos e carros não deve causar reação nossa diante do filhote. O certo é, a partir dos dois meses de idade, apresentar a rua para ele de forma gradual. Antes de terminado o período da vacinação, dê voltinhas com o filhote no carro ou no colo, inicialmente em ruas calmas. Enquanto ele se mantiver tranquilo e observando ao redor, recompense-o de vez em quando com um clique e um pedaço de petisco. Por outro lado sempre que ele se mostrar assustado, ignore-o. Dessa maneira, aos poucos, ele se acostumará a encarar com naturalidade as várias situações típicas das ruas.

Andar de carro

A adaptação ao veiculo também deve acontecer de forma gradual. O primeiro passo é fazer o cão gostar de entrar nele. Para tanto, leve-o até o carro e, quando estiverem em seu interior, clique, ofereça um pedaço de petisco e brinque um pouco com ele. Depois de três sessões em que ele se mantiver confiante dentro do automóvel, ligue o motor. Na primeira saída, dê apenas uma volta de quarteirão. De acordo com a confiança mostrada pelo cão, aumente gradativamente a extensão e a movimentação do percurso.

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Sem medo de barulhos e trovões

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Aprenda a evitar que o filhote desenvolva medos e, caso ele já os tenha adquirido, saiba como eliminá-los.

Entre os motivos que podem deixar o cão inseguro a ponto de sentir muito medo, estão á falta de socialização, os traumas causados pela inexperiência na lida por parte dos donos e até a predisposição genética à insegurança, gerada de algum ancestral. Mas, qualquer que seja o motivo, um cão medroso pode ficar agressivo e atacar o próprio dono e seus familiares. Por isso, ajudar o animal a não sentir medo significa assegurar maior qualidade de vida para ele, bem como para a família humana com a qual ele convive.

Para crescer equilibrado

As primeiras experiências do filhote influenciarão o comportamento dele por toda a vida. Muitos medos podem ser evitados encaminhando corretamente o contato inicial com as situações que podem causa-los.

Fogos e trovões

São, sem dúvida, o motivo número 1 para os cães ficarem temporariamente apavorados. Para o filhote aprender que estrondo não significa ameaça, é preciso que quando o barulho ocorrer pela primeira vez na vida dele, todos por perto se mantenham calmos.

Nesse momento, o cãozinho colocará as orelhas para trás, olhará ao redor e, se ninguém reagir, sossegará e interpretará que não há o que temer, a não ser que sofra de insegurança de origem genética.

Entreter o filhote com algo do agrado dele, como roer um ossinho ou brincar de buscar bolinha antes de o estrondo acontecer, de modo que o filhote ouça o barulho enquanto está se divertindo, é uma boa alternativa, desde que seja possível. Dessa maneira, o impacto do primeiro contato com o primeiro ruído  fica reduzido e o risco de ele sentir medo diminui.

O que não deve ser feito em hipótese alguma ao ocorrer estrondo é pegar o filhote no colo ou acaricia-lo. Ou, então dar bronca nele porque abaixou as orelhas ou fugiu e tentou se esconder embaixo de algum lugar. Essas reações, como qualquer outra poderão ser compreendidas como confirmação de que o ruído é uma ameaça e que há razão para ter medo dele.

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Ele não para de latir!

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Sabe aquele momento em que você está tranquilo e quer somente descansar quando, de repente, escuta uma sequência de latidos, uivos e uma sinfonia de “au-aus” que não param nunca? Por mais que amemos nossos pets, isso é bem irritante, ainda mais se não sabemos como controlar a histeria do bicho.

Alguns especialistas consideram que latir é pouco saudável, considerando essa vocalização similar a um grito. Para estes especialistas, o animal late para aliviar o estresse, dizer que tem algo de errado acontecendo,  avisar que alguém está por perto, e, se o dono não interfere, ele entende que pode latir. Logo, se torna um habito, explicam. Não podemos esquecer que o latido é um forma de comunicação para os cães, além de ser um comportamento auto recompensante, ou seja traz alívio ao animal.

Para resolver o problema dos latidos e acabar com o motivo que leva o cão a ter esse comportamento, que pode se dar por diversos fatores psicológicos, como medo, ansiedade, excitação, tédio, entre outros, frequentemente, os dono reforçam comportamentos indesejados, como latidos, sem sequer perceberem. Só o fato de você falar com o bicho, mesmo que seja em tom de repreensão, tocar ou olhar na hora em que está latindo, ou fazendo algo errado, pra ele, isso já é uma conquista, pois conseguiu ganhar a sua atenção.

Os latidos também podem indicar doenças

Outros dois fatores que podem contribuir para os latidos incansáveis do animal são a genética e ainda problemas físicos.

No primeiro caso, o cruzamento entre bichos mais agitados e ansiosos resulta em filhotes com esse mesmo temperamento. Já na segunda situação, o animal pode latir demasiadamente por que está sofrendo com algum problema físico, se sente incomodado e avisa que precisa da sua ajuda.

Infelizmente, não conseguiremos trazer o silêncio absoluto entre os cães, mas você pode aprender alguns truques que prometem acabar com a gritaria em diferentes casos de latidos.

Latindo o dia todo

Cães que latem por qualquer motivo são inseguros: Eles latem em reação a essa insegurança, por que ficam com medo, para eles, agindo dessa forma, é como se fossem espantar a fonte do barulho, afirmam alguns adestradores comportamentais.

Excesso de mimos pode tornar o animal muito dependente do dono. Quando você sai de casa, o bicho se sente inseguro, logo, o latido para eles se transforma em uma maneira de exigir que você volte.

Tudo pra chamar atenção

Um dia você estava vendo TV e seu pet subiu no seu colo. Você fez um agrado e ele gostou. A atitude se repetiu por diversas vezes até que isso se tornou um hábito. Pronto! É o suficiente para ele aprender que, sempre que você não estiver fazendo nada, ele vai receber atenção. Esse comportamento se explica pela falta de sociabilização do cão associada á falta de liderança do dono. Provavelmente o bicho percebeu que aquele momento é o melhor para ir lá buscar atenção.

Barulho só no fim do dia

Adestradores da linha “naturalista”, acreditam que os cães latem no final do dia porque no mundo selvagem, é nessa hora que os lobos, seus ancestrais, se reúnem depois de um dia longo de caçada. No entanto, não temos como saber se essa teoria é correta.

A explicação mais “urbana”, é que esse animal só vê seu dono no final do dia, quando chega do trabalho. É quase uma reação em cadeia por que a maioria dos donos chega em casa nesse horário, e aí o bicho fica excitado porque sabe que vai ganhar carinho e atenção nesse momento.

Toque da campainha

Almeida enfatiza que, quando a campainha toca, o bicho entende que alguém novo está chegando: Em casos de cães agressivos, o animal deixa claro que não quer aproximação, então late para proteger seu ambiente.

Quando a visita chega, o cão fica mais excitado pela situação e, portanto, late mais ainda para ter atenção, proteger o local ou então por puro medo. Tirar o bicho do local e prende-lo para evitar mais euforia pode torna-lo agressivo e fazer com que associe o toque com algo negativo.

Latição nos passeios

Cães que não têm o hábito de passear muito tendem a latir mais nas horas de lazer. A falta de sociabilização do bicho, tanto com outros animais como com pessoas ou bicicletas, por exemplo, é a principal culpada nesses casos: Para o animal aquele território é imenso e novo, com diversos invasores, além disso, deve-se considerar que o pet conseguiria andar muito mais que o tempo do passeio, assim, essa hora é a melhor para ele, por isso quer fazer tudo o que não pode enquanto está preso.

Euforia no portão

Esses latidos podem ser de alarme indicar insegurança, para chamar a atenção de outros cães ou de quem está passando na rua e até mesmo para descarregar toda aquela adrenalina que o bicho tem guardado dentro de si. Cães dóceis precisam de atenção, então vocalizam para tê-la, avisam que estão ali, esperando por alguém, no caso dos cães mais agressivos, por serem mais territorialistas, vão latir para avisar que ninguém pode invadir o espaço que é deles.

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PASTOR BELGA

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No fim do século passado, na Bélgica, a situação das raças pastoras apresentava-se confusa: o país estava inundado de cães condutores de rebanho de todo tipo e estatura, com origens incertas. Num país como a Bélgica, onde está viva em todo o país  a paixão por selecionar e melhorar as raças de animais domésticos, era estranha a pouca atenção prestada aos cães de pastoreio.

Com a finalidade de colocar um pouco de ordem nisto, vários cinófilos apaixonados começaram a organização de um grupo, que foi fundado por A. Reul, da Escola de Medicina Veterinária de Cureghem.

Assim,  conseguiram agrupar em poucas raças e variedades os cães que haviam conservado as características consideradas fundamentais e as qualidades necessárias para auxiliar eficazmente o homem no exercício do pastoreio. Chegou-se então a fixar um grupo de raças bélgicas de pastores ( Groenendael, malinois, tervueren, laekenois) e algumas de suas variedades.

As quatro variedades eram conhecidas na época como pastor belga ou pastor continental. Contudo, o cão que herdou o nome de Pastor Belga foi originalmente conhecido como a variação Groenendael da raça. Como todos os Pastores Belgas, ele era um cão de fazenda tanto para deslocar o rebanho, quanto como cão de guarda.

Esta raça difere das outras por conta dos pelos mais longos. Em 1910, estes cães foram oficialmente apelidados Groenendael, graças ao castelo, cujos donos tinham criado  seletivamente os cães pretos desde 1893 (logo após os Pastores Belgas serem reconhecidos como uma raça). Entre as raças de pastores belgas, é a mais difundida, criada por Nicolau Rose, proprietário do castelo de Groenendael, ao sul de Bruxelas, originou-se do acasalamento entre Petite, uma fêmea preta com mancha branca no peito, e o macho Piccard d´Uccle (exemplar adquirido diretamente a um proprietário de rebanhos) que tinha características físicas análogas as de Petite. Num primeiro momento pensou-se  em batizar “Rose” á raça, em homenagem ao criador, mas conferir este nome a um cão preto como um carvão pareceu um contrassenso. Foi assim que pensou no lugar de origem, o castelo de Groenendael.

Por sua atrativa linha estética, a pelagem reluzente (longa, espessa e preta), o Groenendael hoje pode competir com os melhores cães de luxo e de companhia. Com esta raça também veio a acontecer o mesmo que com outros cães de pastoreio, passou  a ter sua utilização em setores distintos do original; é assim que este pastor, valente, afetuoso, vigilante, se há revelado ótimo para a defesa e a guarda,  mas também tem sido empregado vantajosamente como auxiliar da ação policial e bélica.

 

Temperamento do Pastor Belga

Sempre alerta e em movimento, o Pastor Belga é bastante brincalhão, vigilante e protetor além de ser um cachorro muito forte. Ele pode ser indiferente com estranhos e alguns podem ser bravos e até avançar. Esta raça é inteligente e dócil mais independente. Ele é o protetor de sua casa e família.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Expectativa de vida: de 10 a 14 anos

Origem: Bélgica

Altura: Macho: 61 – 66 cm, Feminino: 56 – 61 cm

Peso: Macho: 25 – 30 kg, Feminino: 20 – 25 kg

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MANCHESTER TERRIER

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Muito escreveu-se sobre um provável cruzamento entre o Manchester primitivo ( também chamado, mais propriamente, black and tan terrier) e o pequeno lebrel italiano, vendo-se confirmada a hipótese pelo fato de que nesta raça advertem-se algumas formações características dos lebréis.

O Manchester desde a fundação do clube em 1879, ficou dividido em dois tipos: um de estatura maior, com características semelhantes ao Manchester atual, que teve funções de cão de toca e de ratos; outro, de estatura reduzido, que assumiu o papel de cão de companhia e constituem o progenitor do toy terrier, atualmente chamado pequeno terrier inglês de pelo curto (black and tan toy terrier).

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O Manchester terrier não goza, hoje, do favor que mereceria. A raça vai-se extinguindo na própria Inglaterra. É lamentável , pois trata-se dum cão inteligente, fiel, ativo e de uma elegante raça adequada à vida em apartamentos, já que ocupa pouquíssimo lugar e tem pelo fino e curto, que não requer atenções e cuidados especiais.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 14 a 16 anos

Origem: Inglaterra

Personalidade: Dedicado, Alerta, Alegre, Esperto, Ativo, Discerning

Cores: Preto, Azul e Bronze, Preto e canela, Azul, Tan

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SCOTTISH TERRIER

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Na pequena e simpática cidade escocesa de Aberdeen, viveu no principio do século XIX um senhor Van Best, considerado, durante muito tempo, o melhor criador de um terrier especial, habilíssimo para a caça na toca. Quando esse cão difundiu-se no resto da Escócia e em toda a Grã-Bretanha, recebeu o nome de Aberdeen Terrier, que conservou com variável sucesso até 1887, quando decidiu-se chama-lo simplesmente scottish terrier.

Os primeiros pedigrees tem data precisamente daquele ano, que indica, principalmente, o começo da seleção que fez do atual scottish terrier um cão muito mais refinado que o criado por van Best.

No entanto, ainda hoje, esse terrier conserva aptidões especiais para a caça de animais nocivos: a potente musculatura da traseira e a brevidade dos membros permitem-lhe uma rapidez notável nos caminhos subterrâneos.

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Personalidade

O Scottish, como bom terrier, é um cão extremamente valente e ativo. Muito ágil e versátil e segundo seus admiradores, poucos conseguiram manter as qualidades de temperamento na caça como o Scottish. Além de desentocarem suas presas, muitas vezes podem ser usados como auxiliares na caçada com armas de fogo, buscando a caça após o abate ou mostrando a caça para o seu dono. São cães bastante alegres e de temperamento bem forte. São muito úteis como cães de alarme, uma vez que não costumam deixar passar o menor movimento estranho em seu território.

Até em função de ter mantido suas características primordiais, o Scottish pode dar alguma dor de cabeça ao seu proprietário com sua necessidade de exercitar suas habilidades de ‘toqueiro’. Se existir um jardim, certamente ele será escavado pelo Scottish. Sua personalidade forte e valente pode também ser uma característica que dificulte a convivência com outros cães e mesmo entre cães do mesmo sexo, talvez seja por isso que tenha ganho o apelido de “Galo do Norte”. Seu relacionamento com crianças pode ser complexo, uma vez que apesar do tamanho e de sua aparência de pelúcia não são absolutamente cães de ‘colo’ e realmente podem acabar revidando com mordidas as brincadeiras mais violentas das crianças.

Segundo a classificação do estudioso Stanley Coren, em seu livro “A inteligência dos Cães” os Scotties aparecem apenas em 65lugar. Justamente por isso e devido à sua personalidade forte e grande independência dos donos, devem o quanto antes frequentar classes de adestramento e socialização para que a convivência entre cão e dono seja mais tranquila e proveitosa.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Origem: Escócia

Personalidade: Brincalhão, Resoluto, Alerta, Seguro de si mesmo, Rápido, Independente

Cores: Preto, Tigrado, Cor de trigo

Altura: Macho: 25–28 cm, Feminino: 25–28 cm

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MASTIM NAPOLITANO

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O mastim é descendente do mastiff que os romanos trouxeram da Grã-Bretanha. O grande porte do animal dava um aspecto imperial ao mascote, que caiu no gosto da nobreza romana. Quando chegou a Napoles, no sul da bota, o mastiff foi cruzado com o molosso romano, uma raça já extinta, ganhou a pele abundante e pendente no rosto e teve o nome latinizado para “mastim”. Por séculos, foram selecionados para servir de cães de guarda em elegantes mansões napolitanas, o que gerou uma raça leal aos seus donos. O filhote enrugado e acizentado está entre os mais fofos do reino canino, mas precisa ser socializado para conviver em harmonia com a família. Depois que se acostuma com humanos, é para toda a vida – apesar de ser levemente bagunceiro quando adulto.

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Temperamento e cuidados com a raça Mastim Napolitano

O Mastim Napolitano, raça de cães oficialmente chamada de Mastino Napoletano, não é uma raça para todos. Esta raça a primeira vista, pode parecer um pouco intimidante, mas na verdade é uma raça de cachorros muito carinhosos, calmos, tranquilos e amorosos. Cachorros da raça Mastim Napolitano gostam de receber visita de pessoas da família e amigos, sendo muito bons anfitriões. O Mastim Napolitano é um cachorro que baba bastante, principalmente em tempo muito quente, e depois de beber água gostam de se limpar nas pessoas o que ás vezes não é lá muito agradável. Os machos tendem a ser mais babões do que as fêmeas.

Cães da raça Mastim Napolitano são muito inteligentes e também muito obedientes, trata-se de uma raça de cachorros com uma índole extremamente protetora, corajosa e apesar de ter um ar um pouco sério, devido a expressão de seu rosto, são muito gentis. Dotados de um temperamento calmo, estes cães tendem a latir apenas quando necessário. Alguns exemplares da raça podem ser reservados com estranhos e por isso é sempre importante socializá-los bem com pessoas, lugares, sons e animais desde muito cedo. Estes cães são geralmente muito carinhosos com as crianças, desde que sejam crianças que não machuquem, não gritem com eles e tenham sido ensinadas a ter um comportamento adequado e educado diante de um cachorro, em geral cães sabem respeitar quando são respeitados e também em geral cães não reagem bem a gritos e comportamentos pouco amistosos.

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Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 8 a 10 anos

Personalidade: Protetor, Obediente, Teimoso, Destemido, Dominante, Treinável

Peso: Macho: 60–70 kg, Feminino: 50–60 kg

Altura: Macho: 63–77 cm, Feminino: 58–70 cm

Cores: Preto, Tawny, Mahogany, Tigrado, Azul

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