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“Mãe por 1 minuto” movimenta e gera ação social

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No último sábado e domingo (13 e 14/05), a Terra Zoo realizou a ação “Mãe por 1 minuto” no hall de entrada do Rio Anil Shopping, em São Luís.

A ação consistia no seguinte: a cada 1 minuto que a pessoa dedicou do seu tempo, ficando no local indicado no totem, foi contabilizado 1 quilo de ração que será doado para ONGs pela Terra Zoo. Porém, a arrecadação só era mantida se sempre alguém ficasse no local, não deixando a corrente do bem parar!

Famílias, grupos de amigos, casais de namorados, todo mundo se revezou ficando um pouco no totem e brincando com os filhotes. Uma ação que mexeu com o coração de todos que passaram por lá!

 

Outra função do totem foi mostrar o instinto maternal, adotando um dos animaizinhos que estavam disponíveis no local. Os adotantes passaram por entrevista com voluntários das Ongs, apresentaram a documentação e levaram para casa um gatinho ou cachorrinho para chamar de seu!

 

No total, foram 9 horas no sábado e 6 horas no domingo, que contabilizaram 880 kg de ração e 15 cãezinhos e 5 gatinhos adotados, que ganharam novas mamães e papais.

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Sem medo do barulho do trânsito

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Barulho de motos e carros

Assim como se age com estampidos de trovões e fogos de artifício, o barulho de motos e carros não deve causar reação nossa diante do filhote. O certo é, a partir dos dois meses de idade, apresentar a rua para ele de forma gradual. Antes de terminado o período da vacinação, dê voltinhas com o filhote no carro ou no colo, inicialmente em ruas calmas. Enquanto ele se mantiver tranquilo e observando ao redor, recompense-o de vez em quando com um clique e um pedaço de petisco. Por outro lado sempre que ele se mostrar assustado, ignore-o. Dessa maneira, aos poucos, ele se acostumará a encarar com naturalidade as várias situações típicas das ruas.

Andar de carro

A adaptação ao veiculo também deve acontecer de forma gradual. O primeiro passo é fazer o cão gostar de entrar nele. Para tanto, leve-o até o carro e, quando estiverem em seu interior, clique, ofereça um pedaço de petisco e brinque um pouco com ele. Depois de três sessões em que ele se mantiver confiante dentro do automóvel, ligue o motor. Na primeira saída, dê apenas uma volta de quarteirão. De acordo com a confiança mostrada pelo cão, aumente gradativamente a extensão e a movimentação do percurso.

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Sem medo de barulhos e trovões

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Aprenda a evitar que o filhote desenvolva medos e, caso ele já os tenha adquirido, saiba como eliminá-los.

Entre os motivos que podem deixar o cão inseguro a ponto de sentir muito medo, estão á falta de socialização, os traumas causados pela inexperiência na lida por parte dos donos e até a predisposição genética à insegurança, gerada de algum ancestral. Mas, qualquer que seja o motivo, um cão medroso pode ficar agressivo e atacar o próprio dono e seus familiares. Por isso, ajudar o animal a não sentir medo significa assegurar maior qualidade de vida para ele, bem como para a família humana com a qual ele convive.

Para crescer equilibrado

As primeiras experiências do filhote influenciarão o comportamento dele por toda a vida. Muitos medos podem ser evitados encaminhando corretamente o contato inicial com as situações que podem causa-los.

Fogos e trovões

São, sem dúvida, o motivo número 1 para os cães ficarem temporariamente apavorados. Para o filhote aprender que estrondo não significa ameaça, é preciso que quando o barulho ocorrer pela primeira vez na vida dele, todos por perto se mantenham calmos.

Nesse momento, o cãozinho colocará as orelhas para trás, olhará ao redor e, se ninguém reagir, sossegará e interpretará que não há o que temer, a não ser que sofra de insegurança de origem genética.

Entreter o filhote com algo do agrado dele, como roer um ossinho ou brincar de buscar bolinha antes de o estrondo acontecer, de modo que o filhote ouça o barulho enquanto está se divertindo, é uma boa alternativa, desde que seja possível. Dessa maneira, o impacto do primeiro contato com o primeiro ruído  fica reduzido e o risco de ele sentir medo diminui.

O que não deve ser feito em hipótese alguma ao ocorrer estrondo é pegar o filhote no colo ou acaricia-lo. Ou, então dar bronca nele porque abaixou as orelhas ou fugiu e tentou se esconder embaixo de algum lugar. Essas reações, como qualquer outra poderão ser compreendidas como confirmação de que o ruído é uma ameaça e que há razão para ter medo dele.

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PASTOR BELGA

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No fim do século passado, na Bélgica, a situação das raças pastoras apresentava-se confusa: o país estava inundado de cães condutores de rebanho de todo tipo e estatura, com origens incertas. Num país como a Bélgica, onde está viva em todo o país  a paixão por selecionar e melhorar as raças de animais domésticos, era estranha a pouca atenção prestada aos cães de pastoreio.

Com a finalidade de colocar um pouco de ordem nisto, vários cinófilos apaixonados começaram a organização de um grupo, que foi fundado por A. Reul, da Escola de Medicina Veterinária de Cureghem.

Assim,  conseguiram agrupar em poucas raças e variedades os cães que haviam conservado as características consideradas fundamentais e as qualidades necessárias para auxiliar eficazmente o homem no exercício do pastoreio. Chegou-se então a fixar um grupo de raças bélgicas de pastores ( Groenendael, malinois, tervueren, laekenois) e algumas de suas variedades.

As quatro variedades eram conhecidas na época como pastor belga ou pastor continental. Contudo, o cão que herdou o nome de Pastor Belga foi originalmente conhecido como a variação Groenendael da raça. Como todos os Pastores Belgas, ele era um cão de fazenda tanto para deslocar o rebanho, quanto como cão de guarda.

Esta raça difere das outras por conta dos pelos mais longos. Em 1910, estes cães foram oficialmente apelidados Groenendael, graças ao castelo, cujos donos tinham criado  seletivamente os cães pretos desde 1893 (logo após os Pastores Belgas serem reconhecidos como uma raça). Entre as raças de pastores belgas, é a mais difundida, criada por Nicolau Rose, proprietário do castelo de Groenendael, ao sul de Bruxelas, originou-se do acasalamento entre Petite, uma fêmea preta com mancha branca no peito, e o macho Piccard d´Uccle (exemplar adquirido diretamente a um proprietário de rebanhos) que tinha características físicas análogas as de Petite. Num primeiro momento pensou-se  em batizar “Rose” á raça, em homenagem ao criador, mas conferir este nome a um cão preto como um carvão pareceu um contrassenso. Foi assim que pensou no lugar de origem, o castelo de Groenendael.

Por sua atrativa linha estética, a pelagem reluzente (longa, espessa e preta), o Groenendael hoje pode competir com os melhores cães de luxo e de companhia. Com esta raça também veio a acontecer o mesmo que com outros cães de pastoreio, passou  a ter sua utilização em setores distintos do original; é assim que este pastor, valente, afetuoso, vigilante, se há revelado ótimo para a defesa e a guarda,  mas também tem sido empregado vantajosamente como auxiliar da ação policial e bélica.

 

Temperamento do Pastor Belga

Sempre alerta e em movimento, o Pastor Belga é bastante brincalhão, vigilante e protetor além de ser um cachorro muito forte. Ele pode ser indiferente com estranhos e alguns podem ser bravos e até avançar. Esta raça é inteligente e dócil mais independente. Ele é o protetor de sua casa e família.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Expectativa de vida: de 10 a 14 anos

Origem: Bélgica

Altura: Macho: 61 – 66 cm, Feminino: 56 – 61 cm

Peso: Macho: 25 – 30 kg, Feminino: 20 – 25 kg

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MANCHESTER TERRIER

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Muito escreveu-se sobre um provável cruzamento entre o Manchester primitivo ( também chamado, mais propriamente, black and tan terrier) e o pequeno lebrel italiano, vendo-se confirmada a hipótese pelo fato de que nesta raça advertem-se algumas formações características dos lebréis.

O Manchester desde a fundação do clube em 1879, ficou dividido em dois tipos: um de estatura maior, com características semelhantes ao Manchester atual, que teve funções de cão de toca e de ratos; outro, de estatura reduzido, que assumiu o papel de cão de companhia e constituem o progenitor do toy terrier, atualmente chamado pequeno terrier inglês de pelo curto (black and tan toy terrier).

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O Manchester terrier não goza, hoje, do favor que mereceria. A raça vai-se extinguindo na própria Inglaterra. É lamentável , pois trata-se dum cão inteligente, fiel, ativo e de uma elegante raça adequada à vida em apartamentos, já que ocupa pouquíssimo lugar e tem pelo fino e curto, que não requer atenções e cuidados especiais.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 14 a 16 anos

Origem: Inglaterra

Personalidade: Dedicado, Alerta, Alegre, Esperto, Ativo, Discerning

Cores: Preto, Azul e Bronze, Preto e canela, Azul, Tan

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SCOTTISH TERRIER

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Na pequena e simpática cidade escocesa de Aberdeen, viveu no principio do século XIX um senhor Van Best, considerado, durante muito tempo, o melhor criador de um terrier especial, habilíssimo para a caça na toca. Quando esse cão difundiu-se no resto da Escócia e em toda a Grã-Bretanha, recebeu o nome de Aberdeen Terrier, que conservou com variável sucesso até 1887, quando decidiu-se chama-lo simplesmente scottish terrier.

Os primeiros pedigrees tem data precisamente daquele ano, que indica, principalmente, o começo da seleção que fez do atual scottish terrier um cão muito mais refinado que o criado por van Best.

No entanto, ainda hoje, esse terrier conserva aptidões especiais para a caça de animais nocivos: a potente musculatura da traseira e a brevidade dos membros permitem-lhe uma rapidez notável nos caminhos subterrâneos.

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Personalidade

O Scottish, como bom terrier, é um cão extremamente valente e ativo. Muito ágil e versátil e segundo seus admiradores, poucos conseguiram manter as qualidades de temperamento na caça como o Scottish. Além de desentocarem suas presas, muitas vezes podem ser usados como auxiliares na caçada com armas de fogo, buscando a caça após o abate ou mostrando a caça para o seu dono. São cães bastante alegres e de temperamento bem forte. São muito úteis como cães de alarme, uma vez que não costumam deixar passar o menor movimento estranho em seu território.

Até em função de ter mantido suas características primordiais, o Scottish pode dar alguma dor de cabeça ao seu proprietário com sua necessidade de exercitar suas habilidades de ‘toqueiro’. Se existir um jardim, certamente ele será escavado pelo Scottish. Sua personalidade forte e valente pode também ser uma característica que dificulte a convivência com outros cães e mesmo entre cães do mesmo sexo, talvez seja por isso que tenha ganho o apelido de “Galo do Norte”. Seu relacionamento com crianças pode ser complexo, uma vez que apesar do tamanho e de sua aparência de pelúcia não são absolutamente cães de ‘colo’ e realmente podem acabar revidando com mordidas as brincadeiras mais violentas das crianças.

Segundo a classificação do estudioso Stanley Coren, em seu livro “A inteligência dos Cães” os Scotties aparecem apenas em 65lugar. Justamente por isso e devido à sua personalidade forte e grande independência dos donos, devem o quanto antes frequentar classes de adestramento e socialização para que a convivência entre cão e dono seja mais tranquila e proveitosa.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Origem: Escócia

Personalidade: Brincalhão, Resoluto, Alerta, Seguro de si mesmo, Rápido, Independente

Cores: Preto, Tigrado, Cor de trigo

Altura: Macho: 25–28 cm, Feminino: 25–28 cm

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MASTIM NAPOLITANO

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O mastim é descendente do mastiff que os romanos trouxeram da Grã-Bretanha. O grande porte do animal dava um aspecto imperial ao mascote, que caiu no gosto da nobreza romana. Quando chegou a Napoles, no sul da bota, o mastiff foi cruzado com o molosso romano, uma raça já extinta, ganhou a pele abundante e pendente no rosto e teve o nome latinizado para “mastim”. Por séculos, foram selecionados para servir de cães de guarda em elegantes mansões napolitanas, o que gerou uma raça leal aos seus donos. O filhote enrugado e acizentado está entre os mais fofos do reino canino, mas precisa ser socializado para conviver em harmonia com a família. Depois que se acostuma com humanos, é para toda a vida – apesar de ser levemente bagunceiro quando adulto.

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Temperamento e cuidados com a raça Mastim Napolitano

O Mastim Napolitano, raça de cães oficialmente chamada de Mastino Napoletano, não é uma raça para todos. Esta raça a primeira vista, pode parecer um pouco intimidante, mas na verdade é uma raça de cachorros muito carinhosos, calmos, tranquilos e amorosos. Cachorros da raça Mastim Napolitano gostam de receber visita de pessoas da família e amigos, sendo muito bons anfitriões. O Mastim Napolitano é um cachorro que baba bastante, principalmente em tempo muito quente, e depois de beber água gostam de se limpar nas pessoas o que ás vezes não é lá muito agradável. Os machos tendem a ser mais babões do que as fêmeas.

Cães da raça Mastim Napolitano são muito inteligentes e também muito obedientes, trata-se de uma raça de cachorros com uma índole extremamente protetora, corajosa e apesar de ter um ar um pouco sério, devido a expressão de seu rosto, são muito gentis. Dotados de um temperamento calmo, estes cães tendem a latir apenas quando necessário. Alguns exemplares da raça podem ser reservados com estranhos e por isso é sempre importante socializá-los bem com pessoas, lugares, sons e animais desde muito cedo. Estes cães são geralmente muito carinhosos com as crianças, desde que sejam crianças que não machuquem, não gritem com eles e tenham sido ensinadas a ter um comportamento adequado e educado diante de um cachorro, em geral cães sabem respeitar quando são respeitados e também em geral cães não reagem bem a gritos e comportamentos pouco amistosos.

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Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 8 a 10 anos

Personalidade: Protetor, Obediente, Teimoso, Destemido, Dominante, Treinável

Peso: Macho: 60–70 kg, Feminino: 50–60 kg

Altura: Macho: 63–77 cm, Feminino: 58–70 cm

Cores: Preto, Tawny, Mahogany, Tigrado, Azul

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OS BENEFÍCIOS DA CASTRAÇÃO

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Quando seu pet entra na “puberdade” é chegada a hora de tomar a decisão, às vezes difícil, de castrá-lo. Muitos donos ainda ficam receosos com a operação, em grande parte pelas dúvidas que têm sobre ela e pelo medo de fazer seu amigo sofrer. Para esclarecer os mitos e verdades da castração, consultamos especialistas que vão ajudar você a entender melhor essa operação que, além de evitar a reprodução indesejada, previne doenças que podem surgir devido a presença de hormônios do ciclo reprodutivo. Segundo veterinários cerca de 70% das cadelas não castradas desenvolvem tumor de mama, mas, se forem operadas precocemente, a chance de terem a doença é praticamente zero. O tumor de mama está diretamente relacionado com a cadela que tem ovário, não importando se ela teve cria ou não. A castração também previne problemas como a piometra, grave infecção uterina em gatas e cadelas, e tumores da próstata nos machos.

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Muitos têm medo do pós-operatório

A dentista Marta Ribeiro,  conta que só aprendeu os benefícios da castração há alguns anos quando suas gatas Ligia e Luiza tiveram piometra. “Minha gatinha mais velha, morreu no pós-operatório da cirurgia de infecção no útero, até ela ficar doente, não sabia que a castração poderia ser benéfica, por isso não fazia a operação em pets antes”. Hoje Marta tem dois gatinhos, o Junior, de 8 anos, e a Lady, de 2 anos, que foram castrados ainda jovenzinhos. Devido à diminuição hormonal, a esterilização pode trazer mudanças comportamentais, mais evidentes três meses após operação.

A castração também evita que o bicho fuja de casa para procriar, ficando sujeito a doenças e acidentes, e em machos atenua problemas como demarcação de território, além da agressividade motivada pela excitação sexual constante. Nas fêmeas, a castração minimiza episódios de gravidez psicológica e suas consequências, como a inflamação das mamas.

 

Como saber se é hora de castrar o pet?

Em geral, os especialistas sugerem que a castração aconteça no primeiro ano de vida, por volta dos 6 ou 8 meses de idade, no machos. No caso das fêmeas, alguns recomendam castrá-las antes do primeiro cio, ou após esse período. Outros acreditam que a melhor idade é após o primeiro cio das fêmeas, e nos machos antes da puberdade.

A fase da vida em que o pet é castrado influência no comportamento que ele terá dali em diante. Quando a castração é feita antes do primeiro cio nas fêmeas e nos machos antes dos 10 meses de idade, a tendência é que o pet se mantenha ativo e brincalhão por muito tempo. Já quando a cirurgia é feita tardiamente, após 1,5 ano nos machos e depois do segundo cio nas fêmeas, o animal tende a ficar mais sedentário e a engordar, alguns cães ficam mais mansos, e os gatos põem deixar de demarcar território. Mesmo com a esterilização, alguns machos mantêm comportamentos como urinar fora do lugar, perceber quando a fêmea está no cio e acasalar, brigar com outros machos, entre outras peraltices, devido ao instinto natural dos animais.

Anestesia: o pesadelo dos donos de pets

Muitos ficam receosos de castrar suas cadelas por causa da anestesia. Independentemente do tamanho do animal, não existe procedimento médico sem riscos. Contudo, na anestesia se utilizam anestésicos e equipamentos para diminuir o risco calculado.  Antes da cirurgia é recomendado fazer exames de sangue, como hemograma, para avaliar o estado de saúde do pet. No caso dos mais velhos ou daqueles que têm alguma doença, é feito um acompanhamento mais específico.

Cuidados pós-cirúrgico são essenciais

Nos dias que se seguem à castração deve-se seguir a orientação do veterinário. O pós-cirúrgico consiste em cuidar da ferida cirúrgica, além da administração de anti-inflamatórios e antibióticos para prevenir dores e infecções. Animais muitos agitados devem evitar o sobe e desce de escadas e sofás para não infeccionar os pontos. Maior cuidado deve se tomar com as fêmeas, pois a incisão é abdominal, já os machos ficam com sutura somente na pele.

Outra dica é oferecer alimentos com maior índice de proteína. Os pontos, feitos com fios cirúrgicos à base de náilon ou outros materiais, são retirados, em média, após 8 a 10 dias de castração, e a quantidade dependerá do tamanho do pet. Os fios cirúrgicos absorvíveis também são adotados em cirurgias realizadas em pets.

Atenção redobrada com os pontos!

Enquanto os pontos não são retirados, seu amiguinho não deve coçar ou lamber a região. Se o seu pet for daqueles que não conseguem se controlar, existem roupinhas pós-cirúrgicas e colares que podem ajudar.

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Pets no ambiente de trabalho

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Teca: gata que é a vedete da empresa

Com trânsito livre pelos departamentos do estabelecimento, Teca é mais do que uma mascote. Segundo Marcos Santos, publicitário da Marketing Spot, a gata mestiça é “responsável por aquela pausa necessária durante o expediente”. Sua presença ali suaviza o clima de estresse tão comum dentro de uma empresa. Isso por que a companhia de um animal de estimação em um escritório tem o poder de amenizar o estresse no ambiente e ainda fomenta a criatividade. Essa não é a opinião de alguém apaixonado por bichos, mas sim informação de uma pesquisa realizada este ao pela Universidade Virginia Commonwealth, nos Estados Unidos.

A rainha do pedaço

Todos os funcionários são um pouco responsáveis por ela,  talvez por isso, hoje reine absoluta, pois tem total permissão para vagar perto de todos e escolher onde quer tirar o próximo cochilo. “Quando estamos trabalhando, muitas vezes ela resolve andar e deitar sobre o teclado de algum computador”, revela . A gata cheia de mimos ainda colabora trazendo ao cotidiano da empresa situações divertidas. “Como ficamos no segundo andar, ela fica de olho nos pombos da rua e sempre tenta pegar algum, mas acaba dando com a cabeça no vidro”, conta o publicitário, comprovando que tudo vira motivo de riso quando Tequinha se envolve em aventuras que quebram a rotina do trabalho.

O bom é que, até  agora, nenhum cliente reclamou da presença ilustre e muito ativa da gatinha. “Tem vezes que nem conseguimos fazer a reunião direito, pois os clientes querem ficar brincando com a gata”, se diverte o gerente da empresa, Claudio Pinto.

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No Brasil, empresas resistem à iniciativa

Nos Estados Unidos muitas empresas já praticam o Pet Day, aquele dia em que os funcionários levam seus animais para interagir no ambiente de trabalho. Aqui no Brasil ainda é uma novidade que encontra bastante resistência. Para a consultora de RH Patricia Lima, isso ocorre por pura falta de uma politica de inclusão, e até mesmo pelo fato de nem sequer haver interesse em aprender como lidar com o tema. O outro ponto pela consultora, que defende a prática do Pet Day nas empresas em que presta serviço, é a falta de infraestrutura. Telma explica que a promoção de ações como essa demanda, além de espaço para o livre trânsito dos animais, pausas para acompanhá-los na hora das necessidades fisiológicas. “O animal é um objeto de amor e afeto, normalmente, num ambiente de trabalho, todos se policiam para não demonstrar esse tipo de sentimento, mas, com a presença dele, você faz isso com naturalidade, pois o bicho atua com um ponto comum para que todos á sua volta relaxem e recarreguem as baterias, ele aproxima as pessoas, pois acabamos conhecendo esse lado mais emocional de cada um”, argumenta Patricia, que já levou Guto –seu poodle – para acompanha-la em visitas que faz á empresas.

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TERRA NOVA

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Na ilha Terra Nova, uma raça faz companhia ao popular labrador. Os pescadores contam com a ajuda de uma raça de cães batizada com o mesmo nome da ilha. O terra-nova vive na água, quase como um cão aquático, puxando redes de pesca e salvando pessoas que acidentalmente mergulham nas águas geladas. Com perfil corajoso e leal, o gigante peludo não tem medo de se jogar no mar para levar cordas e boias para pessoas em perigo. Na costa da França as autoridades mantém um plantel de terra-novas que atuam como salva-vidas. Em terra firme, que está acostumado a puxar ainda mais carga seja no lombo ou carregando trenós. É muito trabalho, mas o terra-nova adora desafios e agradece. Está entre os cães mais amáveis: adora carinho, conviver com humanos e outros mascotes.

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Temperamento

O cão da raça Terra Nova tem o costume de ser um cão bastante gentil e dócil, gostam muito de água, de recuperar objetos e não hesitam em salvar tudo e todos que caem na água mesmo que não se precise de salvamentos. O cão Terra Nova é um animal bastante obediente ao seu dono, que gosta de agradá-lo. Apesar disso pode demonstrar uma certa dificuldade em termos de treinamento. Seus movimentos mais lentos exigem que seu treinador possua muita paciência nas atividades.

É um cão um tanto sensível principalmente a tons de voz mais ásperos, deve ser treinado porém precisa de um treino que seja estimulante e ao mesmo tempo divertido. É um cão que costuma ser carinhoso e afetuoso com seu próximo, não gosta de solidão e podem ficar deprimidos caso fiquem sozinhos por muito tempo. É ótimo nas atividades de cão de guarda e também cão de alerta. Possui um ladrar grave, que utiliza sempre que possível para dar sinal ao seu dono. Se sentir que sua família ou seus criadores estão em perigo, irá sempre se colocar a postos entre o dono e o perigo, protegendo assim os seus mentores.

São cães excelentes com as crianças, e acima de tudo precisam ser ensinados principalmente a não partirem para brincadeiras mais bruscas para que não aconteçam assim acidentes. São cães que se mostram desconfiados com pessoas estranhas, apesar de serem considerados cães pacíficos. São muito harmoniosos, se dando bem com gatos e outros animais. Existem apenas alguns registros que apontam determinadas raças com uma certa dificuldade de lidar com outros cães da mesma família, principalmente se forem machos. Muito provavelmente está relacionado á briga por espaço. Os cães desta raça possuem um nível de energia moderado, se adaptando inclusive a vida em apartamento, desde que possam ser suficientemente exercitados. Uma boa alternativa e uma piscina, pois a natação é ideal para este cão. Caso você tenha uma piscina, certamente irá o encontrar por lá se divertindo pois adora água. Os passeios diários são altamente recomendados para este cão, indispensáveis para o bom desenvolvimento da raça principalmente nos primeiros meses até dois anos de vida.

O cão Terra Nova não é um cão que se mantêm limpo por muito tempo. Sempre que ele tiver acesso a água ele não irá hesitar em se molhar, por isso é importante sempre ter uma toalha a mão caso passeie por locais onde tiverem rios, lagos ou mares. O cão baba muito após beber água, largando pingos por onde passa.

 

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 8 a 10 anos

Altura: Macho: 69–74 cm, Feminino: 63–69 cm

Personalidade: Gentil, Dócil, Treinável

Peso: Macho: 60–70 kg, Feminino: 45–55 kg

Cores: Preto, Cinzento, Marrom, Preto e branco

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