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Calendário de vacinação em felinos

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As vacinas para gatos são algo de extrema necessidade para que a saúde e o bem-estar dos bichanos possam ser constantes, e quem deseja ter um felino como parte da família, deve estar ciente da importância que essa imunização tem na vida dos animais. Levando em conta que o sistema imunológico dos gatos filhotes ainda não é completamente desenvolvido, esse cuidado se torna ainda mais preciso na primeira fase da vida dos bichanos, que podem garantir sua proteção contra problemas graves na saúde dos felinos.

Imunizando os gatos de doenças como Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicivirose, e Clamidiose, a vacina quádrupla – conhecida como V4 – é, na maioria das vezes, a escolha de quem busca a proteção de seus novos gatinhos. Entretanto, o mercado conta, ainda, com a versão V3 para as vacinas para gatos, sendo que a diferença entre elas está na quantidade de antígenos presentes na sua formulação.

Seja qual for a sua escolha, ela deve ser aprovada e aplicada por um profissional veterinário de confiança, pois somente ele terá condições de definir quais são as prioridades de imunização para seu pet, além de poder indicar vacinas adicionais para protegê-lo de outras doenças comuns que não fazem parte dos pacotes polivalentes, como Raiva, Leucemia Felina e Dermafitose.

Tendo em vista que o calendário de vacinação felina é específico, fica reforçada a necessidade de uma visita ao veterinário, que poderá dar as instruções adequadas em relação aos tipos de vacina e tempo de intervalo entre elas, garantindo que a imunização seja completa e eficiente.

Além disso, o profissional veterinário também terá condições de identificar outras possíveis complicações que o gatinho esteja sujeito a ter (de acordo com sua raça ou o ambiente em que vive, por exemplo), ajudando a prevenir mais um leque de problemas na vida do animal e de sua família. Conheça, neste artigo, as principais doenças que podem ser imunizadas por meio das vacinas para gatos, e saiba que tipo de cuidado é necessário para garantir a eficácia das vacinas e a saúde do seu pet.

Calendário de vacinas para gatos

As vacinas mais importantes para manter seu bichano longe dos principais perigos felinos são a vacina polivalente e a vacina antirrábica; sendo que a polivalente pode ser encontrada em duas versões diferentes: tríplice e quádrupla – respectivamente chamadas de V3 e V4. Também existem no mercado, vacinas V5, que incluem imunização contra Felv (leucemia felina). Conforme citado anteriormente, a diferença entre elas se dá em função da quantidade de antígenos contida em cada uma.

A V3 (Vacina Tríplice) previne os gatos contra Panleucopenia, Rinotraqueíte e Calicivirose; enquanto a V4 (Vacina Quádrupla), além de todos os antígenos contidos na V3, inclui, ainda, a proteção contra a Clamidiose e a V5 inclui a imunização contra Felv. Confira, abaixo, como seguir os intervalos corretos entre as doses para proteger o seu gatinho:

Aos 60 dias de vida: 1ª dose da polivalente
Aos 90 dias de vida: 2ª dose da polivalente
Aos 120 dias de vida: vacina antirrábica

Conforme detalhado acima, cada uma das doses destas principais vacinas para gatos devem ser administradas com um intervalo de 30 dias, sendo que a primeira dose só pode ser dada ao bichano a partir de seus 60 dias de vida.

Doenças felinas imunizadas pela vacinação

Tendo em vista que Raiva, Clamidiose, Rinotraqueíte, Panleucopenia e Calicivirose são algumas das doenças mais perigosas para os gatos e que todas elas podem ser imunizadas com o simples ato da vacinação, conheça, a seguir, um pouco mais sobre elas:

  • Panleucopenia: Extremamente contagiosa, a Panleucopenia Felina é transmitida por meio do contato com animais doentes ou objetos contaminados com o vírus da doença. Febre, vômitos, falta de apetite, depressão e diarreia são alguns dos sintomas mais comuns em felinos infectados; sendo que filhotes podem, ainda, sofrer com a falta de coordenação motora. Provocando alterações nas células de defesa do organismo dos bichanos, a doença os deixa mais suscetíveis a outras complicações, que podem levar o pet à morte.
  • Rinotraqueíte: Causada pelo herpesvírus – responsável por mais de 40% das doenças respiratórias em felinos – a Rinotraqueíte é fatal para 60% dos filhotes que desenvolvem a doença. Altamente contagioso, o problema tem o aparecimento de espirros, rinite, salivação, conjuntivite, febre, falta de apetite e secreções nasais entre os seus principais sinais.
  • Calicivirose: Causando uma espécie de gripe nos gatos, a Calicivirose afeta as mucosas oral e respiratória dos felinos, e a presença de úlceras na cavidade oral do animal é o sinal mais típico da doença. Podendo ser associada a outros problemas (como a Rinotraqueíte, por exemplo), a complicação também pode facilitar a infecção do animal contaminado por doenças diferentes, que podem evoluir para pneumonias e levar o gato a óbito.
  • Clamidiose: Tendo os microrganismos intracelulares como agentes causadores, a Clamidiose se apresenta como uma mistura entre a rinite e a conjuntivite aguda, tendo febre, secreções oculares e espirros como seus principais sintomas.
  • Raiva: Podendo afetar todos os mamíferos, esta zoonose pode ser transmitida por meio da saliva de animais contaminados e pela mordida de morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue). Responsável por alterações no sistema neurológico dos infectados, a Raiva não tem cura, e sua única forma de prevenção é por meio da vacinação antirrábica. Alterações de comportamento, fotofobia (medo de luz), agressividade, hidrofobia (medo de água) e falta de apetite são alguns dos sintomas mais comuns em gatos com a doença.
  • Felv (leucemia felina): A Leucemia felina é uma doença causada pelo vírus FeLV que compromete as defesas imunológicas dos gatos domésticos e felídeos selvagens. Com o vírus, o felino fica vulnerável a doenças infecciosas, lesões na pele, desnutrição, cicatrização mais lenta de feridas e problemas reprodutivos.

Vacinação de filhotes felinos

Embora a necessidade das vacinas para gatos seja ainda maior quando filhotes, é preciso lembrar que os felinos não devem ser vacinados antes dos 60 dias de vida, já que os anticorpos passados de mãe para cria podem interferir na eficácia das vacinas, fazendo com que a imunização do gatinho não seja completa.

Outro cuidado que deve ser tomado antes de vacinar o seu felino – em qualquer idade – é o de certificar-se de que ele está saudável e sem sintomas como febre ou diarreia, por exemplo.

Vale a pena lembrar que, por seus sistemas imunológicos ainda não estarem completamente desenvolvidos, gatos filhotes não devem ser expostos às ruas ou a outros animais enquanto não tiverem tomado todas as vacinas necessárias aos felinos; já que, nesta fase, o risco de contaminação por qualquer tipo de doença é muito maior. Tendo isso em mente, basta levar seu bichano para a vacinação, e reforçar as doses anualmente para que ele continue protegido.

Vacinação de gatos adultos

Independentemente da idade do gato, a vacinação segue como item imprescindível. Como estes já apresentam o sistema imune formado, basta uma dose da polivalente e uma dose da antirrábica. Feito isso, basta reforçar a dose todos os anos para mantê-lo longe de problemas.

Gatos adultos também devem estar saudáveis e vermifugados para que possam receber toda a proteção oferecida pelas vacinas, e passar por uma consulta com um veterinário pode ser uma boa pedida – principalmente, se o felino tiver sido adotado das ruas, pois tem mais chances de ter sido exposto a diferentes doenças e zoonoses.

Reações das vacinas para gatos

Há uma série de reações que podem ser desencadeadas nos gatos que recebem vacinas e, embora não sejam tão frequentes, é importante que os donos de pets fiquem atentos aos sinais.

Durante a primeira imunização dos felinos, infelizmente, não é possível prever complicações; no entanto, há medidas que podem ser tomadas por profissionais veterinários para diminuir reações em gatos que já demonstraram uma tendência para problemas desse tipo. Estas precauções serão tomadas de acordo com os motivos da reação do animal e, em alguns casos, a administração de antialérgicos ou anti-histamínicos pode ser recomendada antes da vacinação.

Coceiras na cabeça e no rosto, dificuldades respiratórias, vômitos e falta de coordenação são alguns dos sintomas mais frequentes em bichanos com reações às vacinas e, ao notar qualquer um destes sinais no seu pet, não hesite em levá-lo para uma clínica veterinária. Sem o pronto-atendimento o gato pode desenvolver ainda mais complicações, que podem ser fatais.

Reações que incluem paralisias localizadas e um andar manco do bichano podem ser causadas em função da maneira com que a vacina felina foi aplicada, e não pelo seu conteúdo. Entretanto, a melhor pedida ao perceber qualquer tipo de comportamento incomum no seu pet após a vacinação é recorrer a um profissional da saúde animal.

Fonte: Site CachorroGato

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Pets também precisam de protetor solar

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Os índices de radiação UV nunca estiveram tão altos e diariamente ouvimos a recomendação do uso de protetor solar com fator cada vez mais alto. O que poucos sabem é que cães e gatos de pelagem branca, com pouco pelo na ponta da orelha, no focinho, nas patas e no rabo ou com focinho rosado precisam usar protetor solar diariamente antes de se expor ao sol. A ocorrência de câncer de pele em cães e gatos vem aumentando muito nos últimos anos. Em gatos, o câncer de pele é mais agressivo e se não tratado e controlado no início pode se espalhar para outros órgãos.

Sintomas e tratamento

Os primeiros sinais são crostas e feridas de difícil cicatrização e que voltam repetidas vezes no mesmo local. O tratamento é cirúrgico para a remoção completa da área atingida – o que pode causar mutilações dependendo da região afetada. Por esse motivo, a criocirurgia, uma técnica de congelamento do tumor para a sua eliminação, é muito utilizada em casos desse tipo. Porém, mesmo essa técnica tem suas limitações em casos mais avançados.

Prevenção

Se seu cão ou gato tem o nariz e o dorso do focinho rosado, as pontas das orelhas com pouco pelo e a pele fica exposta, ou qualquer outra área sem pelo pelo corpo, use e abuse do filtro solar fator 60 e reaplique durante o dia, de acordo com a recomendação do fabricante. Pode ser usado protetor solar humano, ou específico para animais, que é mais espesso e difícil de ser removido pela lambedura. Além da textura, os produtos próprios para os bichos têm gosto amargo, repelindo a vontade do animal em retirá-lo.

No caso da utilização de protetor solar para humanos, o pet provavelmente vai lamber o produto, atente para a composição. Uma boa indicação são produtos para bebê ou hipoalergênicos, mas cuidado: não use nunca nada aromatizado nem colorido no seu pet!

Observe também se o protetor não tem salicilatos nos ingredientes (vem escrito em inglês: Salicylate, o mais comum é o Octyl Salicylate) e nem óxido de zinco (Zinc Oxide), os dois são altamente nocivos – leia o rótulo! Depois de escolhido o produto, passe diariamente nas pontinhas das orelhas e nariz do seu pet; se ele fica muito em janelas ou já teve problemas de pele, passe mais de uma vez por dia. É interessante distraí-lo enquanto o protetor seca na pele, para ele ficar menos incomodado e lamber menos.

E atenção: todos os cães e gatos de pele clara devem passar protetor solar! Mesmo que fiquem só dentro de casa e mesmo que esteja nublado.

Acesso à rua

Para os cães, evite passeios entre 10h da manhã até às 16h, além de proteger as almofadinhas das patas de queimaduras por contato, você também protege os cães (principalmente, os de pele clara) da exposição nociva do sol.

No caso dos gatos, evite o acesso à rua, se não puder evitar totalmente, pois a rua é cheia de perigos, a exposição excessiva ao sol também pode causar danos à pele do seu gatinho, principalmente dos gatos brancos e de narizes rosados! Para mantê-lo em casa, a castração cirúrgica é indicada e colocar telas em janelas e portões  também é recomendado. Se o gatinho for o único pet em casa, adote mais um gato para fazer companhia, também enriqueça o ambiente dentro de casa com prateleiras, túneis, caixas de papelão, arranhadores , quebra-cabeças e brinque com os peludos todo dia, eles não vão nem sentir falta da rua e vão estar protegidos.

Colocar proteção anti-UV nas janelas

Essa é uma opção um pouco mais cara, mas os pets curtem um solzinho e ter um vidro que impede as passagens dos raios nocivos é uma boa pedida. A proteção anti-UV já pode vir no vidro ou ser colocada depois, é só uma película como insulfilm de carro, mas transparente. Assim o calorzinho e a luz passam, mas o perigo fica de fora. Só não adianta colocar a proteção e deixar o vidro aberto nos horários de sol!

E se o pior acontecer?

Orelha vermelha, nariz descascando, pelos caindo? Veterinário imediatamente! Cuidar da queimadura é uma parte importante para prevenir problemas mais graves. Caso o pior dos piores aconteça e o pet for diagnosticado com câncer, procure um veterinário de sua confiança e não demore pra começar o tratamento, pois o câncer é uma doença que espalha super rápido. Mas mantenha sempre a calma, seu pet sente seu nervoso e com tratamento adequado ele tem grandes chances de se recuperar!

Fontes: Sites Época e Gatinho Branco

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O que fazer quando seu gato não usa a caixa de areia

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O seu gato sempre usou a caixa de areia para fazer as necessidades, só que de uma hora para outra começou a preferir outros lugares? Não entre em pânico — esse comportamento pode ocorrer por diversos motivos.

Fique tranquilo e confira abaixo as dicas que vão ajudá-lo a identificar a causa dessa mudança nos hábitos do seu pet.

Os gatos gostam de limpeza

A primeira coisa a fazer, ao identificar essa mudança de comportamento, é verificar as condições da caixa de areia, o que significa que os gatos se recusam a usar um “banheiro sujo”.

É recomendado que a limpeza da caixa de areia, retirando o xixi e o cocô, seja realizada 2 vezes ao dia, de manhã e à noite. E o descarte de toda areia 1 vez por semana, porém, já existem no mercado areias que não necessitam dessa mesma frequência de descarte por conta dos torrões (blocos) de areia mais firmes. Confira opções aqui.

Lembre-se de deixar os potes de água e comida longe da caixinha de areia, pois os gatos não gostam de comer perto de sujeira!

Demarcação de território é coisa séria

Se você tem mais de um gato, é natural que a disputa pelo território exista, e isso pode desmotivar um de seus bichanos a usar a caixa de areia, sobretudo se eles forem do mesmo sexo. Para resolver esse problema é importante que se tenha uma caixa de areia para cada gato e também castrá-los, já que uma vez castrados os gatos tendem a perder o interesse por demarcar território.

Verifique o tamanho da caixa de areia

Tenha em mente que existem vários tamanhos de caixa de areia para gatos, elas não são “tamanho único”. Se a caixa for pequena demais, seu pet pode sentir dificuldade em enterrar as fezes ou, se a caixa for grande demais, ele pode se sentir incomodado com os odores, já que, quanto maior a caixa, mais odores ela armazena.

Observe com cuidado, também, a altura da caixa, procurando observar se ele tem dificuldade de acessar o interior dela.

Verifique a localização da caixa de areia

Outro ponto importante a ser observado é a localização da caixa de areia, pois os gatos são desconfiados por natureza e adoram ter privacidade. Se a caixinha estiver localizada em um ponto de intensa circulação de pessoas ou em uma área muito ampla, mude-a de lugar. Os gatos preferem fazer suas necessidades em lugares mais reservados e silenciosos, pois assim eles se sentem menos vulneráveis.

O desinteresse pela caixa de areia pode estar ligado à saúde

Quando os gatos têm algum problema de saúde, a forma de demonstrar isso é pelo comportamento, incluindo o uso da caixa de areia. Portanto, se você já tomou em consideração todos os outros possíveis motivos e nenhuma das atitudes recomendadas deu certo, leve-o ao veterinário. Desde infecção no trato urinário a problemas de locomoção — principalmente se a caixa for muito alta —, qualquer alteração no organismo do animal pode levá-lo a ter comportamentos fora do comum, então, fique atento!

Fonte: Blog Areia de Gato

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Ragdoll, o gato com características caninas

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Muitos associam as palavras indiferença, independência ou até mesmo antipatia aos gatos, porém, os amantes dos felinos contestam essas associações. E com razão, pois o convívio com felinos tem aumentado e essa impressão negativa tem diminuído.

E quando um felino tem comportamento canino? Existe? Sim! Os gatos da raça Ragdoll, que devido a sua personalidade, se parece muito mais ao de um cão do que de gato.

Para começar, o que torna esse felino diferente de todos outros é que sua personalidade, é muito dependente, assim como a de um cão. Ele não sairá do seu lado, tampouco irá ignorá-lo quando você o chamar. Sempre irá responder ao seu chamado e procurará seus cuidados e suas carícias. É um gato ideal para estar com crianças, com outros gatos, com cães e com qualquer outro animal. Tal como um cão, o Ragdoll irá saudá-lo quando você entrar pela porta. Ele irá querer estar sempre em cima de você e, se deixar de lhe dar atenção, ele vai seguir aonde quer que você vá, sempre pedindo um cafuné. São muito bons anfitriões com os convidados, pois em seus esmeros para conseguir carinhos, eles irão atrás deles em suas buscas. Uma carícia extra nunca será demais.

Como um bom gato canino, você poderá brincar com ele e lhe jogar objetos, e ele irá atrás deles. Ele irá correndo quando lhe vir sorrir ou passar por perto. Ele também é parte da família e adora brincar! Sua inteligência é superior à de outros gatos, portanto, não espere vê-lo dentro de algum lugar sem saber como sair. O Ragdoll não passará por isso.

Quase nunca miam, pois, sua voz não é muito potente e preferem utilizá-la para avisar que é a hora de comer, fazendo leves ruídos. Não gostam das alturas. Devido a sua paixão pelas carícias, preferem permanecer no sofá, caso chegue alguém disposto a lhe fazer alguns carinhos.

O Ragdoll não é aconselhado para famílias que ficam fora o dia todo ou viajam com frequência e deixam a casa sozinha por muito tempo. Por ser um gatinho que gosta muito de carinho, precisa de companhia por perto.

São usados em sessões de terapia, especialmente com pessoas idosas, pois o grande carinho e amor desses felinos faz com que os idosos se sintam amados e úteis, o que melhora o humor e também a autoestima deles.

Origem da raça

De origem americana e raramente encontrada em outros países, a raça Ragdoll foi batizada pela criadora norte-americana Ann Baker, no início da década de 60. Bem polêmica, a criadora patenteou o nome Ragdoll obrigando qualquer pessoa que viesse a criar ou comercializar a raça a lhe pagar os devidos royalties. Relativamente recente, é considerada uma das raças domésticas de maior porte do mundo, resultado do cruzamento de um gato semelhante ao Angorá com a raça Sagrado da Birmânia.

Curiosamente seu nome significa “boneca de pano”, em referência a sua maior característica: a capacidade de relaxar completamente quando está no colo. Ele é tão dócil que se deixa ser jogado de um lado para o outro sem reclamar, coisa que a maioria dos gatos não aceita.

 

Saúde e cuidados especiais

O gato da raça Ragdoll é um felino de desenvolvimento lento e que precisa de cuidados especiais para ter um crescimento saudável. A alimentação deve ser balanceada com rações de qualidade e adequadas para cada etapa de seu crescimento. Também é aconselhável que se pergunte ao veterinário sobre suplementos vitamínicos.

É preciso vermifugar seu gato periodicamente e vaciná-lo nas épocas certas. Os exercícios físicos devem ser bem moderados já que é uma raça muito sedentária.

A raça possui um pelo semi longo e predisposição para ter bolas de pelos. Como possui o hábito de se lamber constantemente, esse pelos podem ir parar em seu intestino, causando problemas de saúde. Para evitar essa complicação, é indicada a escovação diária do pelo. Além disso, uma vez por semana, os olhos e as orelhas devem limpos e as pontas das unhas aparadas. É importante deixar um arranhador por perto para que o gatinho possa brincar e afiar bem as suas unhas.

Brinquedos que fazem barulho, bolinhas que acendem, almofadinhas etc. são alguns dos brinquedinhos indicados para a diversão do gatinho. Sua caixa de areia deve ser limpa todos os dias e a água e os alimentos frescos também devem estar facilmente à sua disposição.

Apesar de considerada uma raça bem forte e não possuir defeitos genéticos recorrentes, algumas doenças poderão surgir, como cardiomiopatia hipertrófica felina (adensamento do músculo do coração) e doença de rins policísticos.

Se precisar ficar muito tempo sem seus donos e outros animais como companhia, é aconselhável deixar alguns brinquedos à disposição de seu gatinho para que ele se distraia. E, no mais, dar sempre muito amor, carinho e atenção para manter seu Ragdoll saudável e feliz.

Descrição
Porte: grande
Área de criação: vive bem em apartamentos
Escala de energia (1 a 5): 4
Escala de saúde (1 a 5): 3
Tipo de pelo: semi longo, abundante e macio, em padrão pontiagudo. Curto no rosto e nas omoplatas, mais denso na barriga e ao redor no pescoço e longo na direção da cauda
Temperamento: inteligente, quieto, gentil e dócil
Expectativa de vida: 12 a 17 anos
Peso: 4,5 a 9 kg

Fontes: Adimaxpet / Canal do Pet / meusanimais.com.br

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É possível levar seu gatinho para passear

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Não se preocupe, você não leu errado. O título da matéria é realmente esse que você leu acima. Agora você deve estar se perguntando “Como? Gatos são animais extremamente caseiros!”. Vamos explicar aqui quais são as vantagens de levar seu gatinho passear.

Pesquisas recentes revelam que o hábito de sair para passear com seu gato podem devolver a ele alguns instintos primitivos que ele não usa na vida dentro de casa, como caçar e se aventurar em lugares que ele não conhece. Passear com gato pode devolver a liberdade dele, sem que ele corra riscos de ser atacado por outro animal, envenenado ou atropelado na rua.

Porém, deve-se ter em mente também que muitos gatos se arrepiam e morrem de medo de saírem de casa, é importante respeitar o felino nessa hora. Se ele não se incomodar, não mostrar medo, ótimo, ele provavelmente vai adorar o passeio. Agora, se ele ficar muito amedrontado e arredio, não o force a sair. O estresse que o gatinho vai passar na rua pode lhe fazer muito mal posteriormente.

Gatos são animais extremamente obcecados por controle do território deles, a maioria não consegue relaxar se não conhece detalhadamente o ambiente em que estão. Gostam também de sempre terem um “’esconderijo”, um lugarzinho onde eles se sintam seguros e protegidos. Por isso, na hora do passeio com seu gato, leve-o sempre no mesmo lugar, por exemplo, na mesma praça, na mesma casa de amigos ou parentes, na mesma creche, etc. E leve junto também sempre a caixinha de transporte dele e deixe-a por perto, aberta. Assim, se ele sentir necessidade, ele pode se esconder a hora que quiser.

Veja aqui alguns pré-requisitos para passear com seu gatinho de forma segura. Antes de começar a levar um gato passear, deixe ele se acostumar a usar o peitoral e a guia dentro de casa. Sempre fique de olho enquanto ele usa a coleira dentro de casa, para ver se ele está se adaptando bem. Não deixe as coleiras muito frouxas, para que ele não consiga tirá-las, nem muito justas, para não machucar o bichano. Para aumentar a segurança no passeio fora de casa, coloque a peitoral com uma coleira em volta do pescoço. Veja algumas opções aqui. Manter uma plaquinha de identificação com o telefone de contato do tutor é super importante.

TREINOS

Para que o gato se acostume a ter esse item em seu corpo, o ideal é começar apenas brincando com a coleira, sem ainda prendê-la no felino, fazendo associações positivas com recompensas saborosas ou brincadeiras que o gato goste. Aos poucos, colocar e logo tirar, aumentando o tempo à medida que ele se mostre confortável. Só se deve colocar a coleira e a guia e começar a andar pela casa quando ele não demonstrar sinais de desconforto ou medo.

HORA DE SAIR

Quando o gato já estiver habituado à coleira e à guia dentro de casa, pode-se começar a explorar novos ambientes. O indicado é começar em lugares pouco movimentados e sem muitos estímulos, como, por exemplo, o hall de entrada do prédio ou a garagem de casa. Se o gato se mostrar com medo do novo local a ser explorado, o ideal é voltar um passo atrás, ou seja, ir para um local menos estimulante, onde ele não se sinta inseguro. É importante ir aos poucos, deixando o gato ficar totalmente à vontade em um lugar para somente então levá-lo a outro, com sessões curtas no início.

Quando o gato estiver demonstrando segurança e curiosidade natural em relação a novos locais, pode-se avançar um pouco mais, indo para lugares com mais estímulos visuais e sonoros. Caminhar com o gato já treinado em horários mais calmos e em locais com poucos cachorros pode tornar o passeio ainda mais legal e seguro. Lembrando que será um passeio bem diferente do que é com um cão: o gato vai preferir cheirar cada cantinho, subir em tronco de árvore etc. Se tudo correr bem com o treinamento, passear com o gato de coleira pode ser divertido para o animal e para o tutor.

Fontes: Site CachorroGato  e Canal do Pet – iG

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Participe do Cãocurso, neste sábado, dia 2

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A Secretaria do Estado da Saúde promove neste sábado, dia 02/12, o evento “Mais Saúde Animal”, com apoio da Terra Zoo e do Hospital Veterinário da UEMA – Universidade Estadual do Maranhão. O evento vai oferecer vários serviços gratuitos para a comunidade em geral como consultas veterinárias para cães e gatos, vacinação antirrábica, testagem para leishmaniose em cães e castrações de cães machos, previamente cadastrados e indicados por ongs protetoras de animais.

A Terra Zoo estará presente com um stand de demonstração e venda de produtos e na organização do Cãocurso, onde todos os presentes poderão concorrer com seus cães nas seguintes categorias: o cão mais parecido com o dono, a fêmea mais elegante, o look mais criativo e o macho mais posudo. Os primeiros colocados nessas categorias ganharão super kits oferecidos pela Terra Zoo. Para participar, os tutores deverão inscrever seus cães mediante a doação de 2 kg de ração para cães ou gatos (pacotes lacrados), onde toda a arrecadação irá para as ongs participantes do evento. O Cãocurso acontecerá às 11h da manhã.

O evento “Mais Saúde Animal” acontece das 8h às 17h, no Hospital Veterinário da UEMA e ainda trará stand de adoção de animais com painéis com fotos de animais que estão disponíveis para adoção, venda de lanches de ongs com renda revertida para os mesmos continuarem seus trabalhos voluntários com animais em situação de abandono.

Participe!

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Vários filhotes adotados neste sábado, na Cohama

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Vários filhotes de cães e gatos ganharam novos lares, neste fim de semana (25/11), durante a adoção na Terra Zoo da Cohama. Treze cães e 4 gatos foram adotados, todos vacinados, vermifugados e microchipados, e ganharam uma nova oportunidade, sem sofrimento e sem abandono.

A Associação Maranhense em Defesa dos Animais, Amada, foi a ong responsável pela doação dos animais e também vendeu lanches, com toda a renda revertida para os cuidados de outros animais sob sua tutela.

E se você não conseguiu adotar um pet, não se preocupe! A próxima Feirinha de adoção já tem data marcada, dia 16/12, na loja da Forquilha.

Confira:

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Venda de lanche e Adoção de cães e gatos na loja Cohama

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Neste sábado, a Terra Zoo da Cohama abre espaço, mais uma vez, para as ongs fazerem seu belíssimo trabalho social. A partir das 8h da manhã, o projeto Cães e Gatos de Rua de São Luís vai vender lanches com toda renda revertida para animais resgatados por eles. Já a ong Dindas Formiguinha vai realizar a doação de filhotes de cães e gatos adultos e filhotes, todos com a primeira dose aplicada de vacina viral e microchip de identificação.

Para adotar é preciso ser maior de 18 anos, apresentar RG e comprovante de residência, passar por entrevista e realizar a doação de 3kg de ração (para cães ou gatos), somente pacotes lacrados.

Participe! você pode ajudar comprando lanche ou adotando!

O quê? Venda de lanches e adoção de cães e gatos

Onde? Terra Zoo Cohama

Horário: 8h às 18h

 

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Bengal: o “leopardo” de bolso

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Com estampa de felino selvagem e estilo animado e afetuoso, esse gato lidera o ranking de registros da The Internacional Cat Association (TICA). Pode-se dizer que o Bengal é o fruto da admiração humana pelos felinos selvagens, com relação a aparência. Mas, até algumas décadas atrás, não existiam gatos domésticos com pele de onça. Havia, porém, quem sonhasse com essa possibilidade. E foi a norte-americana Jean Sugden Mill, da Califórnia, que gostava tanto de felinos selvagens quanto de gatos domésticos, que trabalhou intensamente para que o anseio se tornasse realidade.

Ela trazia na memória uma experiência vivida em 1963, indicando que a natureza poderia ajuda-la nessa tarefa. Naquela época, Jean mantinha como animal de estimação uma fêmea de Leopardo Asiático (Prionailurus bengalensis), pequeno gato selvagem do Sudeste Asiático e Subcontinente Indiano. Qual não foi a surpresa dela quando a felina deu á luz uma ninhada apesar de não haver nas redondezas machos da espécie? Ficou evidente que a gestação fora obra de um gato doméstico.

Mas Jean não aproveitou naquela casualidade para começar uma criação. Ela só viria a fazer isso a partir do início dos anos 1980, com a aquisição que os filhos de Leopardos Asiáticos com gatos domésticos produzidos pelo pesquisador Dr. Willard Centerwall’s na década de 1970.

Jean percebeu que, para chegar a gatos dóceis e confiáveis, era necessário acasalar naqueles felinos com gatos domésticos por quatro gerações consecutivas. Na primeira geração, ela chamou de “F1”, a pelagem era parecida com a do Leopardo Asiático, mas o temperamento não costumava ser suficiente dócil e “civilizado”. Por um lado, a confiabilidade quanto ao equilíbrio comportamental das ninhadas só vinha depois de cruzar as gerações “F1”, “F2” e “F3” com gatos domésticos.

Em 1986, Jean conseguiu que a TICA reconhecesse o Bengal como um novo doméstico. A raça continuou a ser aprimorada com o uso de bengals, no lugar de gatos domésticos, nos cruzamentos com o Leopardo Asiático.

Adestrabilidade

Bengals costumam ter personalidade forte: gostam de fazer o que bem entendem. Quando ensinados, porém, aprendem depressa a se comportar e a executar atividades do cotidiano.

Sociabilidade

Na chegada de visitas com ou sem crianças, o Bengal fica desconfiado, simplesmente se mantém na dele, sem ser agressivo, mais depois de uma pequena convivência, ele se entrega.
Quem pensa em criar peixes, pássaros e outros pequenos animais junto com o Bengal, precisa tomar bastante cuidado. Mesmo quando for bem socializado desde filhote com esses animais, é difícil para ele resistir ao forte instinto de caça.

Saúde

Atualmente, a criação mundial de Bengals trabalha para combater cardiomiopatia hipertrófica (aumento exagerado do músculo do coração), que é o mal cardíaco mais comum em gatos, com ou sem pedigree, e cuja incidência na área está entre as mais baixas, estimada em 2,2% pela veterinária de felinos. Os sintomas da doença incluem cansaço, redução de atividade, aumento da frequência respiratória e dificuldade na respiração, sem excluir a possibilidade de morte súbita.

Cores e marcações

As grandes entidades da gatofilia aceitam a marcação spotted – com marcas (spots) ou rosetas, como as dos grandes felinos – e a marble, ou mármore, com desenhos em posições aleatórias. Essas marcações sobre fundo marrom (brown) ou prata (silver), podem ser de cor preta (black) ou marrom (brown), quanto mais escuro, melhor. Geralmente, os Bengals têm listra horizontais nas extremidades, outros tem pintas e são mais valorizados. Já na barriga, as pintas são obrigatórias.

Filhotes

A melhor idade para avaliar a marcação dos spotteds é entre as três e quatro semanas de vida, depois disso, cresce uma pelagem mais longa, que cobre parcialmente as marcações. A partir de um ano de idade, o Bengal amadurece. É quando se troca a ração de filhotes pela de adultos e também quando se cruza as fêmeas (os machos podem ficar maduros um pouco antes ou um pouco depois disso).

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Conheça a campanha Outubro Rosa Pet

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Neste sábado, dia 30/09, a partir das 16h, acontece o evento Outubro Rosa Pet, na Lagoa da Jansen, em frente à Concha Acústica. O evento é o lançamento da campanha de mesmo nome, que seguirá durante todo o mês de outubro e tem como objetivo orientar e conscientizar os proprietários sobre a importância da prevenção ao câncer de mama em cadelas e gatas e informar sobre as principais formas de prevenção (castração) desta enfermidade.

Ações que serão realizadas no evento:
– Palpação mamária;
– Dicas sobre nutrição de pets;
– Prevenção do câncer de próstata;
– Importância da castração e seus benefícios frente à prevenção do câncer mamário e de próstata em cães e gatos;
– Vacinação antirrábica;
– Entrega de brindes para os pets e material informativo.

A Terra Zoo abraçou o evento e estará presente com sorteio de brindes na Lagoa e também durante todo o mês de outubro, com distribuição de panfletos informativos em seus consultórios, na Cohama, Centro, Rio Anil e Forquilha. E qualquer dúvida sobre como prevenir tumores em cadelas e gatas, consulte nossos veterinários em nossas lojas.

 

Outubro Rosa Pet 2017

Nos últimos anos, o mês de outubro tornou-se um importante aliado na luta contra o câncer de mama na mulher. Conhecido como “Outubro Rosa”, o movimento agrega várias instituições em prol da missão de orientar a população quanto à prevenção do tumor. No mundo animal a história não é diferente. Uma corrente cada vez maior de veterinários e profissionais da área se reúne todo mês de outubro para lembrar que o câncer de mama pode atingir também nossos melhores amigos. Falamos agora do “Outubro Rosa Pet”.

O câncer de mama atinge mais cadelas do que gatas de qualquer raça, sendo mais frequente em bichos com idade acima de 5 anos. O diagnóstico precoce pode ser feito com o auxílio dos donos, realizando uma espécie de “auto-exame” no animal, por meio da palpação das mamas da fêmea. Na campanha do “Outubro Rosa Pet”, veterinários em todo o Brasil orientam os tutores a palpar as mamas dos animais à procura de pequenos nódulos firmes. Uma vez que esse nódulo é confirmado em consultório, a conduta é retirá-lo em uma cirurgia e mandá-lo para análise em laboratório para averiguar de que tipo de tumor se trata. Outra medida preventiva importantíssima disseminada nas campanhas do mês de outubro é a castração.

Sabe-se que a realização precoce do procedimento resulta numa queda expressiva no risco de um câncer de mama aparecer. Por isso é importante conscientizar a população sobre essa ferramenta de prevenção. Fêmeas não castradas têm 26% de probabilidade de desenvolver um tumor maligno na mama; se a castração for realizada antes do primeiro cio, entre 5 e 9 meses de idade, este índice cai para 0,5 %. Esses números apontam, portanto, que a castração pode ser positiva tanto em termos de longevidade quanto na qualidade de vida do animal. Vamos aproveitar o mês de outubro para apoiar também o combate ao câncer de mama nos pets, lembrando parentes e amigos que possuem fêmeas sobre esses cuidados tão importantes para o bem-estar de nossos grandes amigos.

 

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