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Schipperke: o pequeno pastor vindo da Bélgica

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O cão da raça Schipperke, que significa “pequeno pastor”, no dialeto Flemisch, possui um atrativo muito pessoal, tanto pelo seu caráter muito alegre e um pouco petulante, como pela pelagem muito preta e a falta absoluta de cauda. Criado durante longo tempo por muitos barqueiros, que recorrem os rios e canais de Flandres e de Brabante, o consideram um amigo inseparável, guardião valente de barcas e botes, caçador fervoroso dos ratos que tentam alcançar as provisões de bordo e distração e passatempo na solidão dessas viagens tão lentas.

O Schipperke adquiriu grande popularidade a partir de 1888, quando uma autêntica mania contagiou os habitantes da Inglaterra e dos Estados Unidos por este curioso cão sem cauda. Os pedidos chegaram a tal quantidade, que qualquer cão mais ou menos parecido com o autêntico Schipperke era exportado a um preço altíssimo. Isto provocou uma transformação da raça, cujas características étnicas ainda hoje diferem notavelmente de acordo aos países para onde foi levada. Assim encontramos na Inglaterra um Schipperke com olhos redondos e pelagem azul e castanho, enquanto o standard belga exige um olho de forma um pouco ovalada e prescreve rigorosamente uma pelagem absolutamente preta.

Personalidade

O Schipperke é um cão especialmente ativo e curioso. Possui uma enorme vivacidade e alegria, sendo muito frequentemente utilizado como cão de alarme, uma vez que late ao menor sinal de que há alguma coisa errada. Aliás, este é um dos comportamentos que o proprietário deve desestimular desde cedo, para que o Schipperke não se transforme numa máquina de latir. Valentes e determinados são cães que precisam de espaço para atividade e estão sempre dispostos a qualquer atividade.

Apesar do tamanho pequeno, são muito resistentes e especialmente afáveis com crianças. Na classificação de Stanley Coren, em seu livro “A Inteligência dos Cães”, o Schipperke ocupa a 15ª posição, juntamente com o Pastor Belga. Assimila com facilidade os comandos básicos e com grande rapidez os exercícios mais complexos, o que explica o grande sucesso que alguns exemplares obtém nas provas de obediência promovidas pelos americanos.

Sua constituição física, agilidade natural e velocidade, também indicam o Schipperke para a prática do agility. Por sua origem, o Schipperke é um cão bastante apegado aos donos, não sendo, de forma alguma, recomendado deixá-los por longos períodos sem supervisão. Com outros cães pode desenvolver uma relação bastante boa, mas não se deve subestimar o gênio forte do Schipperke.

Outros nomes: Skip, Schip, Spitske

País de origem: Bélgica

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Bichon bolonhês: uma excelente companhia para crianças e idosos

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O cão da raça Bichon Bolonhês é comportado, carente e apegado ao dono. É uma excelente companhia para crianças e idosos. Apesar de brincalhão e alegre, é considerado um cão calmo e não necessita de muitas atividades físicas.

A característica mais forte do temperamento do Bichon Bolonhês é o companheirismo. Criado desde tempos remotos como cão de companhia, esta raça é afetuosa e cria um laço especial com o dono. Sociáveis, dão-se bem com humanos e outros animais.

O Bolonhês é uma das 6 raças de Bichons existentes, juntamente com o Lowchen, o Maltês, o Havanês, o Coton de Tulear e o Frise. É parente próximo do maltês, e o mais provável é que descenda dele. Não foi exposta nenhuma outra teoria a este respeito, pois a biografia italiana e a estrangeira, dão escassas notícias sobre este grandioso cão de luxo. De qualquer maneira, é certo que o seu país de origem é a Itália e mais precisamente, a cidade de Bolonha, que lhe deu o nome, sendo as suas origens remotas.

Já nos séculos XI e XII eram apreciados especialmente pela graça e beleza. Em 1668, Cosimo de Médicis enviou à Bélgica oito pequenos cães bolonheses como presente a nobres belgas. Isto confirma, uma vez mais, o valor deste cão que desde aqueles tempos constituía um presente refinado, de bom gosto, muito em voga no ambiente diplomático. A fama manteve-se durante a Renascença. Filipe II, Rei de Espanha entre 1556 e 1598, também recebeu dois cães desta raça da mão do Duque D’Este. Escreveu-lhe dizendo: “Estes dois cães são a prenda mais real que se pode oferecer a um imperador”. O hábito de oferecer cães desta raça chegou mesmo à Casa Real Russa, mais concretamente a Catarina II que foi dona de um Bolonhês.

Quadros célebres retratam cães de aspecto muito parecido com o bolonhês atual, com a diferença de que antes a cor era quase sempre o branco e preto, enquanto que hoje se exige que a pelagem seja rigorosamente branca. Estes cães foram pintados por grandes artistas plásticos tais como Ticiano, Pierre Breughel e Goya. A raça está também retratada em tapeçaria do século XVII.

O Bichon Bolonhês tem uma média de vida de 14 anos, mas alguns exemplares chegam aos 18. Esta raça não tem graves problemas de saúde associados e os primeiros 10 anos de vida são geralmente bastante saudáveis, sem grandes complicações.

FUNÇÃO: Companhia
PESO: 2,5 Kg a 4 Kg
TAMANHO: de 25 a 30 cm
ESCOVAÇÃO: A cada 3 dias
DONO IDEAL: Donos que não fiquem muito tempo fora de casa e tenham disponibilidade para dar atenção ao seu companheiro. Caso fique muito tempo sozinho, o cão pode desenvolver problemas emocionais.

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Necessidades na rua, não!

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Você planeja ensinar seu cão a só fazer cocô e xixi na rua? Reconsidere essa intenção. Muitos proprietários já passaram pela experiência e se arrependeram. Perceberam que a obrigação de levar o cão para urinar e defecar na rua resulta em perder a liberdade de chegar mais tarde em casa, de dormir um pouco mais e de ficar debaixo das cobertas curtindo um filminho, etc.

Ainda, alguns cães, acostumados a só fazer as necessidades na rua, ficam tão apertados por falta de alguém para acompanhá-los que chegam a chorar de dor e desenvolver problemas fisiológicos.
É verdade que, até determinada idade, alguns filhotes de cães não conseguem relaxar o suficiente para se aliviarem diante da excitação e da segurança causadas pela presença dos muitos estímulos da rua. Mas, com o tempo, a rua se torna o local preferido por grande parte dos cães para fazer xixi. O problema é que, se essa preferência virar regra, o cão passa a depender de uma pessoa para se aliviar.
Quem está nessa situação e quer garantir o bem-estar do animal, além de reconquistar a liberdade de chegar mais tarde em casa, pode seguir as dicas dadas a seguir.

Tentativas intuitivas

Normalmente, pessoas cujos cães estão habituados a só fazer as necessidades na rua não tiveram sucesso em criar um banheiro canino na área de serviço. Em geral, essas pessoas começam o treino colocando um jornal no chão daquela área. Depois, põem um cone sobre o jornal se o cão for macho, para ele poder levantar a perna. Em seguida, recolhem um pouco de xixi do cão e o colocam sobre o cone ou jornal. Feito assim, se a tentativa não funcionou, deixam de levar o cão para a rua para ele ficar apertado e, assim, se sentir mais motivado para usar o novo banheiro.

Segurar por muito tempo pode ser prejudicial

Esses procedimentos são todos válidos, mas muitas vezes insuficientes. Não devemos deixar o cão apertado por tempo demais. É muito desconfortável para ele e pode gerar dor e até problemas fisiológicos. Alguns cães chegam a segurar suas necessidades por mais de 24 horas quando, normalmente, um cão adulto saudável pode ficar cerca de oito horas sem acesso ao local no qual se alivia.

Resultado garantido

Quando as tentativas intuitivas não dão certo, eis um conjunto de técnicas para mudar o hábito de higiene do cão:
*Ensine a fazer as necessidades sob comando;
*Associe o jornal com o lugar permitido para o cão se aliviar;
*Aproxime gradativamente o jornal do local escolhido para ser o banheiro do cão.

Necessidades sob comando

Ao levar o cão para a rua, não deixe que ele se aproxime imediatamente dos locais nos quais costuma se aliviar. Antes disso, diga “xixi”, por exemplo. Assim, sempre que você falar “xixi”, ele saberá que ali é permitido se aliviar. A maioria dos cães, depois de algumas semanas, passa a forçar o xixi ao receber o comando, só para ganhar recompensa! Não se preocupe com esse treinamento – o cão não deixará de fazer algumas necessidades por não receber comando.

Associação com jornal

Leve uma folha de jornal no bolso e abra-a no local em que você permitirá ao cão se aliviar. Mesmo que ele não faça exatamente em cima do jornal, a folha de papel funcionará como um estímulo visual e olfativo. No início, coloque a folha nos locais onde o cão prefere fazer as necessidades, como perto de uma árvore ou na grama. Leve sempre sacolas para coletar as fezes, manter a cidade limpa é um atitude cidadã.

Manutenção

Procure estimular o cão a continuar usando o local na casa que você escolheu para ser o banheiro dele. Uma maneira infalível de manter o novo hábito é levar o cão para passear somente depois de ele ter feito um xixizinho no banheiro dele dentro de casa.

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Coelho: um pet cativante que se adapta à rotina humana

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Já pensou em ter um coelho de estimação? Se sua resposta for positiva, mas, você nunca teve um e quer ter o amor desse pet tão fofo e cativante, confira nossas dicas e sempre consulte seu veterinário de confiança.

Os coelhos são ótimos animais de estimação, pois possuem uma personalidade receptiva e se adaptam facilmente à rotina humana. O coelho é perfeito para a vida doméstica, inclusive para espaços reduzidos e para quem não tem quintal, como para quem mora em apartamentos!

Há muitos tipos de personalidade diferentes de coelhos, alguns são ativos, alguns são preguiçosos e alguns estão no meio termo. Ao segurar um coelho, seja gentil e segure-o com ambas as mãos, nunca tentando puxá-lo de qualquer jeito.

Para preservar sua saúde e alegria, o coelho precisa de alguns cuidados especiais: alimentação adequada, um viveiro confortável e quentinho, e um tempo, durante o dia, para saltitar e correr livremente.

Alimentação

Coelhos devem ser alimentados com ração apropriada e ter feno à vontade. A ração deve ser cuidadosamente controlada a partir de cerca de 6 meses para que o coelho não fique obeso. Os vegetais devem ser dados, todos os dias, a partir de cerca de 6 meses de idade, com o mínimo determinado pelo peso do coelho (leve ao veterinário para uma consulta).

Ofereça, uma vez ao dia, pelo menos um vegetal que contenha vitamina A. Frutas são quitutes especiais e devem ser dadas com moderação. E tanto as frutas quanto as verduras devem ser livres de pesticidas e muito bem lavadas!

Carnes, bebidas gaseificadas ou coloridas artificialmente não foram feitos para coelhos. Alface é um bom alimento, desde que seja orgânico.

Higiene e espaço 

Caso você opte pela gaiola, a limpeza deve ser realizada com certa regularidade, afinal, ninguém gosta de uma casa suja. Mas, deve haver o tempo diário para deixá-lo fora da gaiola também. Deixe o coelho explorar um pouco o espaço da casa, durante algumas horas por dia.

Se você pretende criar em um espaço a céu aberto, como quintal ou jardim, não esqueça de um espaço coberto para o coelho se proteger da chuva. Ele só precisa de uma gaiola (que pode ficar com a porta aberta) de 3 metros de largura x 2 metros de profundidade X 2 metros de altura, no mínimo. Se você optar em ter mais coelhos, eles irão precisar de mais espaço e uma gaiola maior ou cada um ter sua gaiola. O fundo da gaiola deve ser plano e não com os espaços normais de grades. Busque sempre a maior gaiola possível, pois espaços pequenos demais não são para coelhos.

Lembre-se que você terá que dar atenção para ele todos os dias, pelo menos um pouquinho. Quando viajar, certifique-se que alguém poderá tomar conta dele para você. Além desse tempo para seu coelho, deixe ele também ter alguns brinquedos seguros e atóxicos para brincar sozinho.

Se você tem um jardim, cuide para que este fique imune a vermes e bactérias, principalmente se você gosta de levar seu coelho para brincar nele. Doenças simples podem se tornar uma grande dor de cabeça e uma doença grave para seu bichinho. Certifique-se que seu coelho brinca e faz exercícios suficientes para não ter problemas devido a obesidade.

É importante que o coelho tenha sempre algo para roer em sua gaiola, preferencialmente madeira não tratada, ou ele terá problemas com sua dentição. Se ele ficar solto em casa, faça um ambiente à prova de coelhos, escondendo os fios da casa e objetos que você não quer que ele fique roendo.

Não é necessário dar banhos no seu coelho, mas se julgar necessário, pergunte ao seu veterinário qual xampu é mais adequado, para não causar nenhum problema de pele no animal. Para mantê-los frescos nos dias quentes, coloque gelo, água gelada ou um azulejo frio na gaiola. Não coloque cobertores na gaiola, pois o material com que o cobertor é feito pode sufocá-lo.

Gostou das dicas? Qualquer dúvida, consulte sempre um veterinário e, se você pretende ter essa fofura em casa, confira aqui tudo o que seu pet precisa!

 

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Já conhece a TV Terra Zoo? Confira a novidade!

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A Terra Zoo tem mais uma novidade! Toda quinta, em seu canal no YouTube, entra no ar um episódio inédito da TV Terra Zoo, com dicas, entrevistas, novidades e muita notícia bacana sobre pets, jardinagem, aquarismo, cultura e muito mais!

Vários quadros como o Você Precisa Saber, Da Terra e Minha Vida de Pet serão apresentados por Beto Lima, um dos nossos colaborazoores, sempre com muita simpatia e descontração, mas também com muita informação sobre esse universo tão encantador!

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Cães ativos, que tal se exercitar junto?

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Alguns cães são verdadeiros atletas. O seu sistema nervoso, órgãos sensoriais e musculatura coordenam-se de tal modo que pode efetuar verdadeiras proezas físicas. A capacidade física de um cão é no mínimo surpreendente. Um animal que tenha uma vida diária sedentária pode passar um fim de semana inteiro a correr no campo, sem lhe observarmos sinais de cansaço. Realmente, na vida cotidiana é quase impossível distinguir entre um cão verdadeiramente atlético e um outro com uma vida sedentária, dado que a sua capacidade física é notoriamente superior à nossa.

Não devemos confundir um cão ativo com um cão com desequilíbrio nervoso. O primeiro animal que pela sua constituição física está capacitado para efetuar ações onde é necessária velocidade, agilidade, rapidez de reflexos, por exemplo, o Boxer, o Podengo ou um Terrier. O segundo é um animal com um certo equilíbrio emocional, impressionável, emotivo, que se altera com relativa facilidade perante estímulos insignificantes, por exemplo, um cão que se assusta quando ouve um ruído estranho à noite ou perante qualquer estímulo sonoro.

 

 

Raças como o Boxer ou Fox Terrier são frequentemente consideradas “demasiado nervosas”, quando acima de tudo são cães de trabalho, apaixonados por exercício, que precisam e gostam de espaços amplos, onde possam expandir essa sua paixão.
Quem possui um Boxer jamais o vê envelhecer e seu caráter pode ser descrito como: vitalidade, alegria jovial, carinho, apego à família e um constante desejo de movimento e jogo.

 

 

O Fox Terrier é outra raça que secularmente ganhou o título de nervosa. É um cão valente, nascido há mais de um século para a raça e tocas, onde entra sem hesitações. A trabalhar debaixo de terra, este cão atua sem comunicar com o proprietário, sendo que uma das primeiras características de temperamento selecionadas foi à independência, que produziu um cão sem sentido claro de hierarquia, dificultando a sua convivência com outros cães.

Outra característica é o seu ladrar, pois estes ladram ao sentir-se minimamente excitados. A sua voz anunciava a presença de uma caça na toca. Assim, foram selecionados cães de boa voz com o habito de ladrar. Atualmente, o Fox Terrier, mesmo criado para companhia, embora se tenham muitas gerações sem caçar, é ladrador e barulhento como os seus antecessores. Mas é justo rotular de nervoso um cão que segue simplesmente as normas de condutas que lhe foram incutidas durante dezenas de anos? Sem dúvida que não. Para os cães ativos, ação é o melhor remédio, passeios, caminhadas e brincadeiras vão deixá-los mais calmos, pode ser também uma oportunidade para você se exercitar junto e manter a forma.

 

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Seu cão está ansioso? É possível ajudar seu pet

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Como animal que vive em grupo, o cão forma ligações. É normal, portanto, que sinta ansiedade quando está separado de quem tem vínculo. Mas não a ponto de passar por alterações comportamentais como a “latição” exagerada ou a destrutividade apresentada por alguns cães.
O comportamento exacerbado muitas vezes é estimulado pelos próprios donos do animal. Fazer o cão ficar próximo o tempo todo e saudá-lo efusivamente ao sair de casa e ao voltar, são atitudes que podem agravar o apego excessivo e ansiedade por separação, portanto convém não exagerar nas despedidas ou nos reencontros.

Mas as possibilidades vão além. A ansiedade pode se manifestar em cão que foi privado do primeiro aprendizado de “desapego” e “independência”, que, para ocorrer, é preciso que o filhote passe pelo processo completo de desmame. Outra possibilidade é a associação entre “ficar sozinho” e um trauma sofrido pelo barulho de um trovão enquanto estava sozinho, por exemplo.

A ausência prolongada de uma pessoa querida, como acontece em casos de divórcio, morte ou saída de casa do filho que cresceu também pode causar ansiedade por separação. E por aí vai. Até mesmo a chegada de um novo membro à família, o retorno às aulas depois de várias semanas de férias ou de uma estadia traumática ou prolongada fora de casa têm potencial para provocar o problema.

Não é tédio

Ansiedade por separação não é o mesmo que tédio e frustração por ficar sozinho. Na síndrome da ansiedade por separação, as atitudes do cão estão relacionadas com sofrimento psicológico; já em caso de tédio há apenas necessidade de ocupar melhor o tempo.

As duas situações produzem alguns sintomas semelhantes, como latidos excessivos e destrutividade. Mas a ansiedade por separação produz também sinais específicos como arranhar e destruir portas e janelas (tentativa de escapar), destruir objetos, muitas vezes relacionados com os donos (já que a ansiedade decorre da ausência deles), diarreia e vômito, falta de apetite, salivação excessiva, respiração ofegante e taquicardia. Uma soma de sintomas decorre da ansiedade por separação, inclusive evacuar fora do lugar, mas esse comportamento pode também ter relação com aprendizado incompleto do uso do banheiro, neste caso convém observar a causa.

Uma técnica que evidencia bem se o caso é de ansiedade por separação ou de tédio é gravação do que o cão faz enquanto está sozinho em casa. Os sintomas de ansiedade visíveis em um vídeo são inquietação e perambulação frequente sem relaxar, respirar ofegante e sinais de estresse como se lamber, bocejar e erguer uma pata para fora de contexto. Já os de tédio são descansar bastante, eventualmente se levantar, destruir algo e voltar a descansar.

É possível reverter os casos de ansiedade por separação. As sessões educativas devem ser realizadas diariamente, com o objetivo de acostumar o cão a permanecer calmo na medida em que os donos se afastam dele. Durante o período de treinamento, importante chegar em casa de forma neutra, sem qualquer premiação, para que o evento não ganhe importância excessiva. Não se deve punir o animal para não agravar a ansiedade do animal e o sofrimento dele.

Possível recaída

Há risco de a síndrome da ansiedade por separação voltar a se manifestar depois de controlada. O retorno pode acontecer a partir de uma mudança importante de rotina, principalmente em decorrência de algum evento traumático ou pela ausência prolongada do dono, por motivos como divórcio ou falecimento, e até pela morte de um cão de casa. O surgimento de doença neurológica como a síndrome de disfunção cognitiva, semelhante ao Alzheimer humano, também pode provocar recaída, já que a presença desse mal é capaz de trazer à tona antigos problemas comportamentais e neste caso, somente um especialista consegue diagnosticar.

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Neva Masquerade: criado para encantar

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Esta variedade de Gato Siberiano, possui extremidades mais escuras, e encanta por sua beleza

Para os amantes dos gatos ponteados, aqueles com penetrantes olhos azuis e marcações mais escuras no nariz, nas orelhas, na face, nas patas e na cauda, o Neva Masquerade é um prato cheio. Trata-se de uma variedade de gato Siberiano que se diferencia dos demais exemplares da raça apenas por essas características, mas que, desde 2009, passou a ser considerada uma raça à parte pela Federação Felina Internacional (Fife). No Brasil, os primeiros exemplares que se têm conhecimento, foram importados em 2013, da Finlandia e da República Tcheca.
Seu nome homenageia, por um lado, o rio Neva, que cruza a cidade russa de São Petersburgo, e, por outro, o masquerades, bailes de máscara realizados naquela cidade, uma referência a marcação mais escura presente na cabeça do gato. Assim como pode acontecer com os Siberianos em geral, é permitido que o Neva Masquerade tenha qualquer quantidade de branco em qualquer parte do corpo, inclusive em forma de luvas cobrindo as patinhas.
Adaptado ao clima rigoroso do inverno russo, o Neva Masquerade, assim como acontece com Siberiano, tem pelagem semilonga muito densa formada por pelos impermeáveis e ligeiramente ásperos. Os subpelos não ficam deitados, o que lhe dá um aspecto cheinho. Quanto á mudanças na aparência durante o ano, o padrão define que a pelagem de verão é nitidamente mais curta que a de inverno, farta no peito, no colar e nos calções (pelos que cobrem as coxas até os joelhos). Para que a coloração que caracteriza a raça se manifeste numa ninhada, é preciso que ambos os pais portem o gene da cor ponteada, mesmo que esteja oculto.
Grandão, mas ágil

Pesando de 5 até 10 quilos sem ser obeso, o Neva é um gato de médio a grande porte, que demora de 4 a 5 anos para alcançar a maturidade. Moderadamente ativo, adora brincadeiras como perseguir um ponto luminoso de um apontador a laser ou correr atrás de bolinha de papel. É ágil escalador e saltador. Aprecia arranhadores altos, de tipo árvore, gosta de interagir com quem conhece e não costuma ser tímido com os desconhecidos que visitam a casa. Não gosta de viver no colo, mas chega a dormir colado com as pessoas e costuma ronronar e emitir sons baixos, além de participar da rotina da casa.

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Aves: o que fazer em caso de automutilação

Adoram carinho

A auto mutilação é comum em aves caseiras, saiba como proceder

Limpar as penas uma por uma, diariamente, é um hábito natural das aves. Mas, se o comportamento for repetitivo demais, com frequência e intensidade maiores que as típicas da espécie, deixa de ser normal. Nesse caso, é bem provável que esteja ocorrendo falha de manejo, o que torna necessário identificar a causa bem como providenciar correção.

Nos zoológicos, quando há animais em jaulas pequenas demais, é comum vê-los andar insistentemente de um lado para o outro ou balançar a cabeça sem parar, por exemplo. São os chamados comportamentos estereotipados, movimentos repetitivos associados ao transtorno obsessivo compulsivo (TOC). Eles podem aparecer em qualquer idade, geralmente ligados a um evento traumático ocorrido com o animal ou alguma condição filosófica ou ambiental inadequada.

Entre essas manifestações, estão aquelas chamadas de autodestrutivas, pelo potencial que têm para causar lesões corporais. É o caso da limpeza das penas feitas em excesso e, em geral, com mais força aplicada no bico que o normal. A ave envolvida acaba desenvolvendo predileção por retirar as penas e, com isso, obtém alívio momentâneo. O sentimento se assemelha ao das pessoas que roem as unhas. Por mais que o comportamento seja controlado, as recaídas são muito comuns em momentos de estresse, como ao ver um filme de suspense ou ao passar por uma frustração emocional.

Papagaios e araras frequentemente apresentam comportamento autodestrutivo em cativeiro, exibido de diversas maneiras. Podem tirar suas próprias penas arrancando o bulbo, o que danifica o crescimento da nova plumagem. Ou então, cortar as penas deixando a aparência danificada e a plumagem nitidamente desarrumada até a próxima estação de muda. Há, ainda, o bullying, que consiste em arrancar penas dos parceiros de viveiro. Em casos mais graves, as aves chegam a se ferir com o bico, tirando pedaços de pele, muitas vezes com sangramento, ou arrancando unhas e pedaços dos próprios dedos.

Diversos motivos

Apesar de a literatura leiga insistir que a única causa dos comportamentos repetitivos é o tédio do cativeiro, hoje sabemos que esse pensamento é um mito. Com certeza, o tédio e a falta de estímulos mentais contribuem para a instalação do quadro. Mas o desvio comportamental pode ser deflagrado também por fatores de ordem ambiental e fisiológica.

Diante das múltiplas possibilidades, a melhor opção para tratar uma ave que arrancar penas é começar pela averiguação e eventuais causas ambientais e fisiológicas. O trabalho deve contar com a participação de um veterinário especializado em aves trabalhando em conjunto com um especialista em comportamento de animais silvestres. Juntos, eles averiguarão se a ave está com alergia de pele, se há parasitas na parte externa do corpo (ectoparasitas) ou interna (endoparasitas), se não está sendo contaminada por metais pesados ou por produtos químicos em contato com a pele ou com as vias respiratórias (por aerossóis, por exemplo), se não está passando por mudanças hormonais e se não está com falta ou excesso de vitaminas. Se uma ou mais dessas hipóteses se confirmar, deverá ser iniciado tratamento. Somente depois de excluída toda e qualquer causa de tipo ambiental ou fisiológica, a dupla de profissionais poderá dar diagnóstico de doença comportamental e delinear um tratamento com esse enfoque.

É bom salientar que comportamentos obsessivos comprometem o bem-estar das aves, o qual só poderá ser recuperado com tratamento da causa do problema. Não basta, portanto interromper o comportamento com uso de artifícios como passar spray com gosto ruim nas penas colocar um colar elisabetano no pescoço da ave, soluções sugeridas por alguns sites e experts. Trabalhei com varias aves que arrancavam penas, sempre tendo ao meu lado um veterinário. Para restabelecer a integridade física delas, associamos o tratamento comportamental com os remédios necessários. Por exemplo, para tratar uma ave que manifesta comportamento autodestrutivo há muitos anos, além da oferta de uma rotina mais saudável, com exercícios físicos, banhos, brinquedos, brincadeiras e contato social positivo com a família humana, é receitado o uso de psicopáticos.

Um lar feliz

Se a sua ave arranca penas, procure profissionais que possam auxiliar a restabelecer uma rotina saudável para ela, na qual você também estará envolvido. Lembre-se que um animal feliz em casa nos deixa felizes, ao contrário do desconforto e da tristeza que dá vê-lo abatido e com problemas. A felicidade, o bem-estar e a tranquilidade dos nossos animais de estimação depende somente de nós.

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AquarismoCuriosidadesNovidades

Tem dúvidas sobre produtos de aquarismo?

Big colorful Koi carp

Você que curte criar peixes, plantas e outros organismos aquáticos ou quer aprender para começar a praticar o Aquarismo, não perca a oportunidade de tirar todas as dúvidas com um especialista no assunto!

Nos dias 31/05 a 03/06, a Terra Zoo recebe a visita do sr. Homero Costa, consultor técnico da empresa Lumare Import, fornecedor dos produtos Microbe-Lift, que estará à disposição dos clientes para tirar todas as dúvidas sobre uso dos produtos para a prática do Aquarismo.

Confira a agenda em nossas lojas e programe-se:

Dia 31/05, Quarta-feira
LOJA RIO ANIL:
14:00 as 18:00h Plantão tira dúvidas

Dia 01/06, Quinta-feira
LOJA FORQUILHA:
14:00 as 18:00h Plantão tira dúvidas

Dia 02/06, Sexta-feira
LOJA COHAMA:
14:00 as 18:00h Plantão tira dúvidas

Dia 03/06, Sábado
LOJA COHAMA:
08:00h as 12:00h Plantão tira dúvidas

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