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Saiba mais sobre roedores

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Os mamíferos roedores têm despertado interesse e começam a ocupar lugares como animais de estimação exóticos em diversas famílias, lado a lado com gatos e cães. Entre os mais populares estão os hamsters, as ratazanas de estimação e os porquinhos-da-índia.

No entanto, estas vantagens também promovem alguma irresponsabilidade: sendo animais muito baratos e disponíveis em qualquer loja, por vezes existe menor cuidado e preocupação com a sua saúde, algo como “se morrer compra-se outro”.

Ao interagir com um destes animais, sobretudo se não tiver uma experiência anterior, poderá ficar surpreendido com a inteligência e a ligação afetiva aos donos de que estes animais são capazes.

Estes mamíferos possuem dois pares de dentes incisivos (dentes da frente) bem desenvolvidos. Um par situa-se no maxilar superior e o outro no maxilar inferior. Estes pares de dentes crescem continuamente, pois são desgastados à medida que o animal vai roendo as cascas dos ramos das plantas. Os roedores não possuem dentes caninos (presas), mas têm molares para a trituração do alimento. Como exemplos, temos o rato, o camundongo, a capivara (o maior roedor do mundo), o esquilo, a marmota e o castor. Estes animais servem de alimento para muitas aves, répteis e mamíferos carnívoros.

Os roedores são animais mamíferos, da ordem Rodentia. Existem cerca de duas mil espécies de roedores no mundo. Há grande diversidade entre os roedores, porém há uma característica em comum a todos eles: a forte e poderosa dentição. Com seus dentes incisivos conseguem roer diversos tipos de alimentos, além de madeira e até alguns tipos de pedras.

A maioria dos roedores é de pequeno porte (entre 100 e 200 gramas). São encontrados em todos os continentes (exceto Antártida). A maioria dos roedores é terrestre e plantígrado (animais que caminham sobre as plantas dos pés). Outra característica comum entre a maioria dos roedores é a reprodução rápida, pois as fêmeas são capazes de gerar muitos filhos num único ano. Além disso, possuem a capacidade de se adaptarem a vários tipos de habitat. Com relação aos hábitos sociais, os roedores e os quirópteros (morcegos) são sociáveis (vivem em grupos), porém os insetívoros possuem uma vida mais solitária.

Exemplos de espécies de animais roedores:

– Capivara (Hydrochoerus hydrocoerus)

– Castor-europeu (Castor fiber)

– Chinchila (Chinchilla lanigera)

– Esquilo-vermelho (Sciurus vulgares)

– Esquilo-voador (Pteromys volans)

– Gerbo-do-deserto (Jaculus jaculus)

– Hamster-comum (Cricetus cricetus)

– Lebre-ártica (Lepus arcticus)

– Leirão-cinzento (Glis glis)

– Marmota-comum (Marmota marmota)

– Morcego-anão (Pipistrellus pipistrellus)

– Morcego-negro (Barbastella barbastellus)

– Tuco-tuco (Ctenomys sp.)

– Vizcacha (Lagostomus maximus)

– Camundongo (Mus musculus)

– Musaranho-comum (Sorex araneus)

– Ratazana (Rattus norvegicus)

– Ouriço-cacheiro (Erinaceus europaeus)

– Porquinho-da-índia (Cavia porcellus)

– Rato-canguru (Dipodomys ordii)

– Toupeira-comum (Talpa europaea)

Classificação científica dos roedores:

Reino: Animalia

Filo: Chordata

Subfilo: Vertebrata

Classe: Mammalia

Infraclasse: Placentalia

Superordem: Euarchontoglires

Ordem: Rodentia

 

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Doença de pele em pug: como tratar

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Com o rosto enrugado e os olhos esbugalhados, os pugs são companheiros leais, adaptam-se com facilidade a qualquer ambiente e se dão bem com outros cachorros, por isso são tão populares, principalmente entre os tutores que têm pouco espaço disponível em casa.

Eles são bastante conhecidos pelos seus focinhos achatados e olhos saltados. Suas dobrinhas também são características, fazendo com que a raça seja querida por aqueles que gostam de cachorros pequenos, ativos e muito fofos.

Essas características dos pugs, no entanto, acabam gerando diversos problemas de pele. As dermatites, como são chamadas as doenças de pele, acometem os pugs por conta do pelo curto e das pregas espalhadas no corpo.

Além desse problema de saúde, esses cães frequentemente sofrem frequentemente com deficiências respiratórias, doenças oculares, problemas dentários e dificuldades no parto.

Confira as dicas para que você saiba mais sobre a prevenção, os sintomas e os cuidados a serem tomados para manter a pele do seu cão da raça pug sempre saudável:

Prevenção

A boa higiene do cachorro é primordial para manter a saúde em dia. Como os pugs têm muitas dobrinhas pelo corpo, é necessário prestar muita atenção para deixá-las sempre bem limpas e secas.

Escovações frequentes previnem o acúmulo de sujeira, diminuindo as chances de haver desenvolvimento de fungos e bactérias na pele do cachorro. Por questões genéticas, os pugs têm maiores chances de desenvolver atopias, um tipo de reação alérgica na pele.

Os agentes alergênicos responsáveis por desencadear essa reação variam. Poeira e ácaro até fumaça de cigarro são apenas alguns deles. Por isso, fique sempre atento ao comportamento do seu cão, assim você saberá quais são as possíveis causas da alergia.

A parte do corpo na qual os pugs mais apresentam alergia é nas dobras do nariz, logo, essa área deve receber cuidados especiais. É preciso manter o focinho do seu cachorro limpo e seco, realizando a higienização com frequência.

Manter o ambiente no qual o seu cão vive sempre limpo e arejado previne o acúmulo de sujeira, poeira e ácaros. Isso reduz as chances de aparecimento de bactérias e fungos. Além disso, tome cuidado com os produtos de limpeza utilizados nos locais que o cachorro costuma ficar.

Alguns componentes químicos podem provocar alergias, não só na pele, mas também nas mucosas do seu pet. Como os pugs já tem mais chances de desenvolver essas doenças, é importante eliminar todos os fatores de risco, usando produtos neutros para a limpeza.

O seu cão também pode desenvolver dermatites por conta da alimentação. Muitas vezes os cachorros não se adaptam a determinadas rações, por isso é preciso tomar cuidado na hora de escolher o alimento de seu pug.

Compre rações específicas para a raça e, caso você opte pela alimentação natural, converse com um nutricionista veterinário para que a pele e o pelo do cão não sejam afetados por deficiências nutricionais.

Sintomas 

O tutor deve conhecer muito bem seu cachorro, assim qualquer mudança de comportamento será facilmente percebida. Os principais sintomas das dermatites são quedas de pelo, coceira, mau cheiro e descamação no local da alergia.

Quando as dermatites acontecem perto dos olhos ou dos ouvidos, os cães também podem desenvolver conjuntivites e otites. Caso a alergia ataque os olhos do cachorro, sintomas como lacrimejamento, inchaço e aparecimento de secreções podem surgir. A otite faz com que os cachorros cocem muito a região das orelhas, chorem durante o processo e exalem um cheiro forte.

Os pugs, assim como outros cães com pelos curtos, fazem duas trocas de pelo por ano. Isso costuma acontecer antes do verão e antes do inverno. Se o seu cachorro estiver soltando muitos pelos nessas épocas, preste atenção para saber se é um processo natural ou se a queda está sendo agravada por alguma alergia.

Tratamento

O tratamento da dermatite canina depende de sua causa. É necessário que o seu pug seja avaliado por um veterinário que, ciente de todas as informações sobre a rotina do seu cão, alimentação adotada e ambiente de vivência, saberá avaliar as possíveis explicações para a alergia. É possível que o veterinário solicite testes de alergia, para ter certeza do que causa irritabilidade na pele o seu cão, evitando dermatites no futuro.

Quando o agente alergênico for identificado, o tratamento com medicamentos pode começar. É possível utilizar xampus medicinais, que acalmam a pele reduzindo os sintomas da alergia, e também anti histamínicos.

Para saber qual é o tratamento mais adequado para o seu pug e recuperar ou deixar sua pele e seus pelos ainda mais bonitos, consulte um médico veterinário.

Fonte: agência SEO Marketing

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É possível levar seu gatinho para passear

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Não se preocupe, você não leu errado. O título da matéria é realmente esse que você leu acima. Agora você deve estar se perguntando “Como? Gatos são animais extremamente caseiros!”. Vamos explicar aqui quais são as vantagens de levar seu gatinho passear.

Pesquisas recentes revelam que o hábito de sair para passear com seu gato podem devolver a ele alguns instintos primitivos que ele não usa na vida dentro de casa, como caçar e se aventurar em lugares que ele não conhece. Passear com gato pode devolver a liberdade dele, sem que ele corra riscos de ser atacado por outro animal, envenenado ou atropelado na rua.

Porém, deve-se ter em mente também que muitos gatos se arrepiam e morrem de medo de saírem de casa, é importante respeitar o felino nessa hora. Se ele não se incomodar, não mostrar medo, ótimo, ele provavelmente vai adorar o passeio. Agora, se ele ficar muito amedrontado e arredio, não o force a sair. O estresse que o gatinho vai passar na rua pode lhe fazer muito mal posteriormente.

Gatos são animais extremamente obcecados por controle do território deles, a maioria não consegue relaxar se não conhece detalhadamente o ambiente em que estão. Gostam também de sempre terem um “’esconderijo”, um lugarzinho onde eles se sintam seguros e protegidos. Por isso, na hora do passeio com seu gato, leve-o sempre no mesmo lugar, por exemplo, na mesma praça, na mesma casa de amigos ou parentes, na mesma creche, etc. E leve junto também sempre a caixinha de transporte dele e deixe-a por perto, aberta. Assim, se ele sentir necessidade, ele pode se esconder a hora que quiser.

Veja aqui alguns pré-requisitos para passear com seu gatinho de forma segura. Antes de começar a levar um gato passear, deixe ele se acostumar a usar o peitoral e a guia dentro de casa. Sempre fique de olho enquanto ele usa a coleira dentro de casa, para ver se ele está se adaptando bem. Não deixe as coleiras muito frouxas, para que ele não consiga tirá-las, nem muito justas, para não machucar o bichano. Para aumentar a segurança no passeio fora de casa, coloque a peitoral com uma coleira em volta do pescoço. Veja algumas opções aqui. Manter uma plaquinha de identificação com o telefone de contato do tutor é super importante.

TREINOS

Para que o gato se acostume a ter esse item em seu corpo, o ideal é começar apenas brincando com a coleira, sem ainda prendê-la no felino, fazendo associações positivas com recompensas saborosas ou brincadeiras que o gato goste. Aos poucos, colocar e logo tirar, aumentando o tempo à medida que ele se mostre confortável. Só se deve colocar a coleira e a guia e começar a andar pela casa quando ele não demonstrar sinais de desconforto ou medo.

HORA DE SAIR

Quando o gato já estiver habituado à coleira e à guia dentro de casa, pode-se começar a explorar novos ambientes. O indicado é começar em lugares pouco movimentados e sem muitos estímulos, como, por exemplo, o hall de entrada do prédio ou a garagem de casa. Se o gato se mostrar com medo do novo local a ser explorado, o ideal é voltar um passo atrás, ou seja, ir para um local menos estimulante, onde ele não se sinta inseguro. É importante ir aos poucos, deixando o gato ficar totalmente à vontade em um lugar para somente então levá-lo a outro, com sessões curtas no início.

Quando o gato estiver demonstrando segurança e curiosidade natural em relação a novos locais, pode-se avançar um pouco mais, indo para lugares com mais estímulos visuais e sonoros. Caminhar com o gato já treinado em horários mais calmos e em locais com poucos cachorros pode tornar o passeio ainda mais legal e seguro. Lembrando que será um passeio bem diferente do que é com um cão: o gato vai preferir cheirar cada cantinho, subir em tronco de árvore etc. Se tudo correr bem com o treinamento, passear com o gato de coleira pode ser divertido para o animal e para o tutor.

Fontes: Site CachorroGato  e Canal do Pet – iG

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Schipperke: o pequeno pastor vindo da Bélgica

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O cão da raça Schipperke, que significa “pequeno pastor”, no dialeto Flemisch, possui um atrativo muito pessoal, tanto pelo seu caráter muito alegre e um pouco petulante, como pela pelagem muito preta e a falta absoluta de cauda. Criado durante longo tempo por muitos barqueiros, que recorrem os rios e canais de Flandres e de Brabante, o consideram um amigo inseparável, guardião valente de barcas e botes, caçador fervoroso dos ratos que tentam alcançar as provisões de bordo e distração e passatempo na solidão dessas viagens tão lentas.

O Schipperke adquiriu grande popularidade a partir de 1888, quando uma autêntica mania contagiou os habitantes da Inglaterra e dos Estados Unidos por este curioso cão sem cauda. Os pedidos chegaram a tal quantidade, que qualquer cão mais ou menos parecido com o autêntico Schipperke era exportado a um preço altíssimo. Isto provocou uma transformação da raça, cujas características étnicas ainda hoje diferem notavelmente de acordo aos países para onde foi levada. Assim encontramos na Inglaterra um Schipperke com olhos redondos e pelagem azul e castanho, enquanto o standard belga exige um olho de forma um pouco ovalada e prescreve rigorosamente uma pelagem absolutamente preta.

Personalidade

O Schipperke é um cão especialmente ativo e curioso. Possui uma enorme vivacidade e alegria, sendo muito frequentemente utilizado como cão de alarme, uma vez que late ao menor sinal de que há alguma coisa errada. Aliás, este é um dos comportamentos que o proprietário deve desestimular desde cedo, para que o Schipperke não se transforme numa máquina de latir. Valentes e determinados são cães que precisam de espaço para atividade e estão sempre dispostos a qualquer atividade.

Apesar do tamanho pequeno, são muito resistentes e especialmente afáveis com crianças. Na classificação de Stanley Coren, em seu livro “A Inteligência dos Cães”, o Schipperke ocupa a 15ª posição, juntamente com o Pastor Belga. Assimila com facilidade os comandos básicos e com grande rapidez os exercícios mais complexos, o que explica o grande sucesso que alguns exemplares obtém nas provas de obediência promovidas pelos americanos.

Sua constituição física, agilidade natural e velocidade, também indicam o Schipperke para a prática do agility. Por sua origem, o Schipperke é um cão bastante apegado aos donos, não sendo, de forma alguma, recomendado deixá-los por longos períodos sem supervisão. Com outros cães pode desenvolver uma relação bastante boa, mas não se deve subestimar o gênio forte do Schipperke.

Outros nomes: Skip, Schip, Spitske

País de origem: Bélgica

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Bichon bolonhês: uma excelente companhia para crianças e idosos

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O cão da raça Bichon Bolonhês é comportado, carente e apegado ao dono. É uma excelente companhia para crianças e idosos. Apesar de brincalhão e alegre, é considerado um cão calmo e não necessita de muitas atividades físicas.

A característica mais forte do temperamento do Bichon Bolonhês é o companheirismo. Criado desde tempos remotos como cão de companhia, esta raça é afetuosa e cria um laço especial com o dono. Sociáveis, dão-se bem com humanos e outros animais.

O Bolonhês é uma das 6 raças de Bichons existentes, juntamente com o Lowchen, o Maltês, o Havanês, o Coton de Tulear e o Frise. É parente próximo do maltês, e o mais provável é que descenda dele. Não foi exposta nenhuma outra teoria a este respeito, pois a biografia italiana e a estrangeira, dão escassas notícias sobre este grandioso cão de luxo. De qualquer maneira, é certo que o seu país de origem é a Itália e mais precisamente, a cidade de Bolonha, que lhe deu o nome, sendo as suas origens remotas.

Já nos séculos XI e XII eram apreciados especialmente pela graça e beleza. Em 1668, Cosimo de Médicis enviou à Bélgica oito pequenos cães bolonheses como presente a nobres belgas. Isto confirma, uma vez mais, o valor deste cão que desde aqueles tempos constituía um presente refinado, de bom gosto, muito em voga no ambiente diplomático. A fama manteve-se durante a Renascença. Filipe II, Rei de Espanha entre 1556 e 1598, também recebeu dois cães desta raça da mão do Duque D’Este. Escreveu-lhe dizendo: “Estes dois cães são a prenda mais real que se pode oferecer a um imperador”. O hábito de oferecer cães desta raça chegou mesmo à Casa Real Russa, mais concretamente a Catarina II que foi dona de um Bolonhês.

Quadros célebres retratam cães de aspecto muito parecido com o bolonhês atual, com a diferença de que antes a cor era quase sempre o branco e preto, enquanto que hoje se exige que a pelagem seja rigorosamente branca. Estes cães foram pintados por grandes artistas plásticos tais como Ticiano, Pierre Breughel e Goya. A raça está também retratada em tapeçaria do século XVII.

O Bichon Bolonhês tem uma média de vida de 14 anos, mas alguns exemplares chegam aos 18. Esta raça não tem graves problemas de saúde associados e os primeiros 10 anos de vida são geralmente bastante saudáveis, sem grandes complicações.

FUNÇÃO: Companhia
PESO: 2,5 Kg a 4 Kg
TAMANHO: de 25 a 30 cm
ESCOVAÇÃO: A cada 3 dias
DONO IDEAL: Donos que não fiquem muito tempo fora de casa e tenham disponibilidade para dar atenção ao seu companheiro. Caso fique muito tempo sozinho, o cão pode desenvolver problemas emocionais.

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Necessidades na rua, não!

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Você planeja ensinar seu cão a só fazer cocô e xixi na rua? Reconsidere essa intenção. Muitos proprietários já passaram pela experiência e se arrependeram. Perceberam que a obrigação de levar o cão para urinar e defecar na rua resulta em perder a liberdade de chegar mais tarde em casa, de dormir um pouco mais e de ficar debaixo das cobertas curtindo um filminho, etc.

Ainda, alguns cães, acostumados a só fazer as necessidades na rua, ficam tão apertados por falta de alguém para acompanhá-los que chegam a chorar de dor e desenvolver problemas fisiológicos.
É verdade que, até determinada idade, alguns filhotes de cães não conseguem relaxar o suficiente para se aliviarem diante da excitação e da segurança causadas pela presença dos muitos estímulos da rua. Mas, com o tempo, a rua se torna o local preferido por grande parte dos cães para fazer xixi. O problema é que, se essa preferência virar regra, o cão passa a depender de uma pessoa para se aliviar.
Quem está nessa situação e quer garantir o bem-estar do animal, além de reconquistar a liberdade de chegar mais tarde em casa, pode seguir as dicas dadas a seguir.

Tentativas intuitivas

Normalmente, pessoas cujos cães estão habituados a só fazer as necessidades na rua não tiveram sucesso em criar um banheiro canino na área de serviço. Em geral, essas pessoas começam o treino colocando um jornal no chão daquela área. Depois, põem um cone sobre o jornal se o cão for macho, para ele poder levantar a perna. Em seguida, recolhem um pouco de xixi do cão e o colocam sobre o cone ou jornal. Feito assim, se a tentativa não funcionou, deixam de levar o cão para a rua para ele ficar apertado e, assim, se sentir mais motivado para usar o novo banheiro.

Segurar por muito tempo pode ser prejudicial

Esses procedimentos são todos válidos, mas muitas vezes insuficientes. Não devemos deixar o cão apertado por tempo demais. É muito desconfortável para ele e pode gerar dor e até problemas fisiológicos. Alguns cães chegam a segurar suas necessidades por mais de 24 horas quando, normalmente, um cão adulto saudável pode ficar cerca de oito horas sem acesso ao local no qual se alivia.

Resultado garantido

Quando as tentativas intuitivas não dão certo, eis um conjunto de técnicas para mudar o hábito de higiene do cão:
*Ensine a fazer as necessidades sob comando;
*Associe o jornal com o lugar permitido para o cão se aliviar;
*Aproxime gradativamente o jornal do local escolhido para ser o banheiro do cão.

Necessidades sob comando

Ao levar o cão para a rua, não deixe que ele se aproxime imediatamente dos locais nos quais costuma se aliviar. Antes disso, diga “xixi”, por exemplo. Assim, sempre que você falar “xixi”, ele saberá que ali é permitido se aliviar. A maioria dos cães, depois de algumas semanas, passa a forçar o xixi ao receber o comando, só para ganhar recompensa! Não se preocupe com esse treinamento – o cão não deixará de fazer algumas necessidades por não receber comando.

Associação com jornal

Leve uma folha de jornal no bolso e abra-a no local em que você permitirá ao cão se aliviar. Mesmo que ele não faça exatamente em cima do jornal, a folha de papel funcionará como um estímulo visual e olfativo. No início, coloque a folha nos locais onde o cão prefere fazer as necessidades, como perto de uma árvore ou na grama. Leve sempre sacolas para coletar as fezes, manter a cidade limpa é um atitude cidadã.

Manutenção

Procure estimular o cão a continuar usando o local na casa que você escolheu para ser o banheiro dele. Uma maneira infalível de manter o novo hábito é levar o cão para passear somente depois de ele ter feito um xixizinho no banheiro dele dentro de casa.

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Coelho: um pet cativante que se adapta à rotina humana

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Já pensou em ter um coelho de estimação? Se sua resposta for positiva, mas, você nunca teve um e quer ter o amor desse pet tão fofo e cativante, confira nossas dicas e sempre consulte seu veterinário de confiança.

Os coelhos são ótimos animais de estimação, pois possuem uma personalidade receptiva e se adaptam facilmente à rotina humana. O coelho é perfeito para a vida doméstica, inclusive para espaços reduzidos e para quem não tem quintal, como para quem mora em apartamentos!

Há muitos tipos de personalidade diferentes de coelhos, alguns são ativos, alguns são preguiçosos e alguns estão no meio termo. Ao segurar um coelho, seja gentil e segure-o com ambas as mãos, nunca tentando puxá-lo de qualquer jeito.

Para preservar sua saúde e alegria, o coelho precisa de alguns cuidados especiais: alimentação adequada, um viveiro confortável e quentinho, e um tempo, durante o dia, para saltitar e correr livremente.

Alimentação

Coelhos devem ser alimentados com ração apropriada e ter feno à vontade. A ração deve ser cuidadosamente controlada a partir de cerca de 6 meses para que o coelho não fique obeso. Os vegetais devem ser dados, todos os dias, a partir de cerca de 6 meses de idade, com o mínimo determinado pelo peso do coelho (leve ao veterinário para uma consulta).

Ofereça, uma vez ao dia, pelo menos um vegetal que contenha vitamina A. Frutas são quitutes especiais e devem ser dadas com moderação. E tanto as frutas quanto as verduras devem ser livres de pesticidas e muito bem lavadas!

Carnes, bebidas gaseificadas ou coloridas artificialmente não foram feitos para coelhos. Alface é um bom alimento, desde que seja orgânico.

Higiene e espaço 

Caso você opte pela gaiola, a limpeza deve ser realizada com certa regularidade, afinal, ninguém gosta de uma casa suja. Mas, deve haver o tempo diário para deixá-lo fora da gaiola também. Deixe o coelho explorar um pouco o espaço da casa, durante algumas horas por dia.

Se você pretende criar em um espaço a céu aberto, como quintal ou jardim, não esqueça de um espaço coberto para o coelho se proteger da chuva. Ele só precisa de uma gaiola (que pode ficar com a porta aberta) de 3 metros de largura x 2 metros de profundidade X 2 metros de altura, no mínimo. Se você optar em ter mais coelhos, eles irão precisar de mais espaço e uma gaiola maior ou cada um ter sua gaiola. O fundo da gaiola deve ser plano e não com os espaços normais de grades. Busque sempre a maior gaiola possível, pois espaços pequenos demais não são para coelhos.

Lembre-se que você terá que dar atenção para ele todos os dias, pelo menos um pouquinho. Quando viajar, certifique-se que alguém poderá tomar conta dele para você. Além desse tempo para seu coelho, deixe ele também ter alguns brinquedos seguros e atóxicos para brincar sozinho.

Se você tem um jardim, cuide para que este fique imune a vermes e bactérias, principalmente se você gosta de levar seu coelho para brincar nele. Doenças simples podem se tornar uma grande dor de cabeça e uma doença grave para seu bichinho. Certifique-se que seu coelho brinca e faz exercícios suficientes para não ter problemas devido a obesidade.

É importante que o coelho tenha sempre algo para roer em sua gaiola, preferencialmente madeira não tratada, ou ele terá problemas com sua dentição. Se ele ficar solto em casa, faça um ambiente à prova de coelhos, escondendo os fios da casa e objetos que você não quer que ele fique roendo.

Não é necessário dar banhos no seu coelho, mas se julgar necessário, pergunte ao seu veterinário qual xampu é mais adequado, para não causar nenhum problema de pele no animal. Para mantê-los frescos nos dias quentes, coloque gelo, água gelada ou um azulejo frio na gaiola. Não coloque cobertores na gaiola, pois o material com que o cobertor é feito pode sufocá-lo.

Gostou das dicas? Qualquer dúvida, consulte sempre um veterinário e, se você pretende ter essa fofura em casa, confira aqui tudo o que seu pet precisa!

 

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Já conhece a TV Terra Zoo? Confira a novidade!

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A Terra Zoo tem mais uma novidade! Toda quinta, em seu canal no YouTube, entra no ar um episódio inédito da TV Terra Zoo, com dicas, entrevistas, novidades e muita notícia bacana sobre pets, jardinagem, aquarismo, cultura e muito mais!

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Cães ativos, que tal se exercitar junto?

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Alguns cães são verdadeiros atletas. O seu sistema nervoso, órgãos sensoriais e musculatura coordenam-se de tal modo que pode efetuar verdadeiras proezas físicas. A capacidade física de um cão é no mínimo surpreendente. Um animal que tenha uma vida diária sedentária pode passar um fim de semana inteiro a correr no campo, sem lhe observarmos sinais de cansaço. Realmente, na vida cotidiana é quase impossível distinguir entre um cão verdadeiramente atlético e um outro com uma vida sedentária, dado que a sua capacidade física é notoriamente superior à nossa.

Não devemos confundir um cão ativo com um cão com desequilíbrio nervoso. O primeiro animal que pela sua constituição física está capacitado para efetuar ações onde é necessária velocidade, agilidade, rapidez de reflexos, por exemplo, o Boxer, o Podengo ou um Terrier. O segundo é um animal com um certo equilíbrio emocional, impressionável, emotivo, que se altera com relativa facilidade perante estímulos insignificantes, por exemplo, um cão que se assusta quando ouve um ruído estranho à noite ou perante qualquer estímulo sonoro.

 

 

Raças como o Boxer ou Fox Terrier são frequentemente consideradas “demasiado nervosas”, quando acima de tudo são cães de trabalho, apaixonados por exercício, que precisam e gostam de espaços amplos, onde possam expandir essa sua paixão.
Quem possui um Boxer jamais o vê envelhecer e seu caráter pode ser descrito como: vitalidade, alegria jovial, carinho, apego à família e um constante desejo de movimento e jogo.

 

 

O Fox Terrier é outra raça que secularmente ganhou o título de nervosa. É um cão valente, nascido há mais de um século para a raça e tocas, onde entra sem hesitações. A trabalhar debaixo de terra, este cão atua sem comunicar com o proprietário, sendo que uma das primeiras características de temperamento selecionadas foi à independência, que produziu um cão sem sentido claro de hierarquia, dificultando a sua convivência com outros cães.

Outra característica é o seu ladrar, pois estes ladram ao sentir-se minimamente excitados. A sua voz anunciava a presença de uma caça na toca. Assim, foram selecionados cães de boa voz com o habito de ladrar. Atualmente, o Fox Terrier, mesmo criado para companhia, embora se tenham muitas gerações sem caçar, é ladrador e barulhento como os seus antecessores. Mas é justo rotular de nervoso um cão que segue simplesmente as normas de condutas que lhe foram incutidas durante dezenas de anos? Sem dúvida que não. Para os cães ativos, ação é o melhor remédio, passeios, caminhadas e brincadeiras vão deixá-los mais calmos, pode ser também uma oportunidade para você se exercitar junto e manter a forma.

 

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Seu cão está ansioso? É possível ajudar seu pet

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Como animal que vive em grupo, o cão forma ligações. É normal, portanto, que sinta ansiedade quando está separado de quem tem vínculo. Mas não a ponto de passar por alterações comportamentais como a “latição” exagerada ou a destrutividade apresentada por alguns cães.
O comportamento exacerbado muitas vezes é estimulado pelos próprios donos do animal. Fazer o cão ficar próximo o tempo todo e saudá-lo efusivamente ao sair de casa e ao voltar, são atitudes que podem agravar o apego excessivo e ansiedade por separação, portanto convém não exagerar nas despedidas ou nos reencontros.

Mas as possibilidades vão além. A ansiedade pode se manifestar em cão que foi privado do primeiro aprendizado de “desapego” e “independência”, que, para ocorrer, é preciso que o filhote passe pelo processo completo de desmame. Outra possibilidade é a associação entre “ficar sozinho” e um trauma sofrido pelo barulho de um trovão enquanto estava sozinho, por exemplo.

A ausência prolongada de uma pessoa querida, como acontece em casos de divórcio, morte ou saída de casa do filho que cresceu também pode causar ansiedade por separação. E por aí vai. Até mesmo a chegada de um novo membro à família, o retorno às aulas depois de várias semanas de férias ou de uma estadia traumática ou prolongada fora de casa têm potencial para provocar o problema.

Não é tédio

Ansiedade por separação não é o mesmo que tédio e frustração por ficar sozinho. Na síndrome da ansiedade por separação, as atitudes do cão estão relacionadas com sofrimento psicológico; já em caso de tédio há apenas necessidade de ocupar melhor o tempo.

As duas situações produzem alguns sintomas semelhantes, como latidos excessivos e destrutividade. Mas a ansiedade por separação produz também sinais específicos como arranhar e destruir portas e janelas (tentativa de escapar), destruir objetos, muitas vezes relacionados com os donos (já que a ansiedade decorre da ausência deles), diarreia e vômito, falta de apetite, salivação excessiva, respiração ofegante e taquicardia. Uma soma de sintomas decorre da ansiedade por separação, inclusive evacuar fora do lugar, mas esse comportamento pode também ter relação com aprendizado incompleto do uso do banheiro, neste caso convém observar a causa.

Uma técnica que evidencia bem se o caso é de ansiedade por separação ou de tédio é gravação do que o cão faz enquanto está sozinho em casa. Os sintomas de ansiedade visíveis em um vídeo são inquietação e perambulação frequente sem relaxar, respirar ofegante e sinais de estresse como se lamber, bocejar e erguer uma pata para fora de contexto. Já os de tédio são descansar bastante, eventualmente se levantar, destruir algo e voltar a descansar.

É possível reverter os casos de ansiedade por separação. As sessões educativas devem ser realizadas diariamente, com o objetivo de acostumar o cão a permanecer calmo na medida em que os donos se afastam dele. Durante o período de treinamento, importante chegar em casa de forma neutra, sem qualquer premiação, para que o evento não ganhe importância excessiva. Não se deve punir o animal para não agravar a ansiedade do animal e o sofrimento dele.

Possível recaída

Há risco de a síndrome da ansiedade por separação voltar a se manifestar depois de controlada. O retorno pode acontecer a partir de uma mudança importante de rotina, principalmente em decorrência de algum evento traumático ou pela ausência prolongada do dono, por motivos como divórcio ou falecimento, e até pela morte de um cão de casa. O surgimento de doença neurológica como a síndrome de disfunção cognitiva, semelhante ao Alzheimer humano, também pode provocar recaída, já que a presença desse mal é capaz de trazer à tona antigos problemas comportamentais e neste caso, somente um especialista consegue diagnosticar.

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