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Ofertas imperdíveis na Semana de Aquarismo Terra Zoo!

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Você já tá sabendo da Semana de Aquarismo da Terra Zoo? São descontos incríveis de até 90%, em todas as nossas lojas e no site pra deixar qualquer aquário de tirar o fôlego. Para ficar ainda melhor, a cada dois dias, um grupo diferente de peixe estará com até 30% de desconto. E se você ama esse universo assim como eu, vai adorar conhecer o novo aquário da Terra Zoo no Rio Anil Shopping!

E, todos os sábados, acontece um super bate papo sobre Aquarismo, como nosso especialista no assunto, Ewerton Filho, das 9h às 10h30, no auditório da Terra Zoo da Cohama. Entrada gratuita!

Aproveite que essa aventura vai até o dia 03 de setembro em todas as lojas e também no site www.terrazoo.com.br.

Semana de Aquarismo Terra Zoo. Descontos para deixar qualquer aquário de tirar o fôlego.

 

 

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Já conhece a TV Terra Zoo? Confira a novidade!

logo TV Terra Zoo

A Terra Zoo tem mais uma novidade! Toda quinta, em seu canal no YouTube, entra no ar um episódio inédito da TV Terra Zoo, com dicas, entrevistas, novidades e muita notícia bacana sobre pets, jardinagem, aquarismo, cultura e muito mais!

Vários quadros como o Você Precisa Saber, Da Terra e Minha Vida de Pet serão apresentados por Beto Lima, um dos nossos colaborazoores, sempre com muita simpatia e descontração, mas também com muita informação sobre esse universo tão encantador!

Confira aqui em nosso canal!

 

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Terra Zoo recebe visita de consultor técnico da Lumare Import

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Nos dias 31/05 a 03/06, a Terra Zoo recebeu a visita do sr. Homero Costa, consultor técnico da empresa Lumare Import, fornecedor dos produtos Microbe-Lift, que esteve à disposição dos clientes para tirar todas as dúvidas sobre uso dos produtos para a prática do Aquarismo.

Na ocasião, ele também ministrou treinamento aos colaborazoores do setor de aquarismo das lojas Terra Zoo da Cohama, Rio Anil e Forquilha. Tudo para as equipes estarem cada vez mais atualizadas e mais preparadas para atender clientes.

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Dicas de locais para uma boa pescaria

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A pesca é o sustento de vida de muitas pessoas e também um hobby para outras, mas, seja qual for a motivação, o objetivo é sempre o mesmo: ter sucesso na quantidade e na qualidade dos peixes.

A primeira dica é escolha do local. Se você busca por peixe maiores, deve observar o ambiente, primeiro, se há presença de aves aquáticas, pois elas procuram sempre por peixes para sua alimentação, e onde há peixes pequenos, também se encontram peixes grandes.

Margens com capim também são excelentes locais, pois pequenos peixes se refugiam para escapar dos ataques dos predadores, além de haver também uma infinidade de outras espécies de peixes que têm no capim sua base de alimentação.

Refúgio

Locais com presença de rochas possuem organismos vivos, como ostras, mariscos, etc., também possuem bons peixes nas proximidades. Em ilhas, nos rios ou baías de litoral, as pedras ao redor, são refúgios de pequenos peixes, e nesses locais também é que se encontram também os peixes maiores. As árvores frutíferas próximas a rios e lagos são fonte de alimento para várias espécies de peixes, como por exemplo, tilápias que se encontram em represas e se alimentam de goiaba.

Presença de troncos ou árvores submersas também são um importante sinal de presença de peixes, tanto em rios do litoral como em rios de água doce ou represas. Muitas espécies de peixes predadoras procuram esses locais para se alimentar, pois em volta de paus e árvores, parcial ou totalmente submersas, se encontram organismos vivos, que são as iscas de peixes maiores.

Locais como rios e marés, com pequenos cursos d’água, são ótimos para encontrar peixes grandes que ficam à espera do alimento, que sai do pequeno curso d’água. O melhor local para a pesca é na junção das águas. Outro local são os canais, pois os peixes sempre trafegam pela parte mais profunda. No mar, a identificação de um canal é pela formação das ondas. Em baías e rios de litoral, pela formação das pedras ou terra firme. Em rios, é necessário descobrir os remansos, podendo ser feito através da observação de plantas aquáticas que ficam na superfície das águas. Em represas, a dica é utilizar um bambu ou uma corda com um peso e ir batendo o fundo da represa. Quando chegar ao canal, a profundidade aumentará repentinamente.

Barrancos de terra firme é outro local onde o predador dá caça aos outros peixes e que estes não tem oportunidade de fugir. Nesse local, prefira pescar sempre observando a categoria do peixe desejado.

Fartura

Quem busca fartura visual de peixes pode optar por cachoeiras ou corredeiras. Quem já presenciou o fenômeno da piracema, já viu os peixes menores vencendo obstáculos, rio acima, para a desova. São nas corredeiras que os peixes maiores costumam se alimentar, por isso é um excelente local de pesca. Mas, deve ser observado um detalhe: existe um limite onde pode se pescar, normalmente 200 metros abaixo ou acima desses locais. É proibido pescar fora desses locais, informe-se antes de escolher o local para a pesca.

E se você já sabe onde vai curtir uma boa pescaria, que tal conferir nossas ofertas no site da Terra Zoo? Aproveite o desconto de 20% em toda a linha de pesca, clicando aqui.

 

 

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Tem dúvidas sobre produtos de aquarismo?

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Você que curte criar peixes, plantas e outros organismos aquáticos ou quer aprender para começar a praticar o Aquarismo, não perca a oportunidade de tirar todas as dúvidas com um especialista no assunto!

Nos dias 31/05 a 03/06, a Terra Zoo recebe a visita do sr. Homero Costa, consultor técnico da empresa Lumare Import, fornecedor dos produtos Microbe-Lift, que estará à disposição dos clientes para tirar todas as dúvidas sobre uso dos produtos para a prática do Aquarismo.

Confira a agenda em nossas lojas e programe-se:

Dia 31/05, Quarta-feira
LOJA RIO ANIL:
14:00 as 18:00h Plantão tira dúvidas

Dia 01/06, Quinta-feira
LOJA FORQUILHA:
14:00 as 18:00h Plantão tira dúvidas

Dia 02/06, Sexta-feira
LOJA COHAMA:
14:00 as 18:00h Plantão tira dúvidas

Dia 03/06, Sábado
LOJA COHAMA:
08:00h as 12:00h Plantão tira dúvidas

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Coridoras: os peixes “limpa-fundo”?

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Conheça as particularidades dessa espécie sobre a qual existem diversos mitos

Conhecidas por muitos apenas pelo nome vulgar “limpa-fundo”, as Coridoras recebem esse nome por fazerem parte do gênero Corydoras.

Suas mais de 100 espécies são mais do que simples faxineiras. Na verdade, apesar de se alimentarem junto ao fundo do tanque, não comem os detritos dos outros peixes do aquário.

De aparência e comportamento peculiares, esses peixes proporcionam um atrativo à parte, com a movimentação feita em grupo, oferecem maior dinâmica para a comunidade que habita o aquário.

Água e pH

As cores e os comportamentos naturais desses peixes se revelam em água com pH neutro para levemente ácido e mole, com temperatura entre 25° e 27°C típico das bacias sul-americanas que formam a região de origem das Coridoras, com destaque para as bacias da Amazônia. Vale lembrar que algumas espécies, quando bem cuidadas, chegam a viver 10 anos ou mais em aquário.

Manejo

É bom garantir um bom espaço livre para permitir que as Coridoras se movimentem, o que fazem em pequenos cardumes de pelo menos quatro indivíduos, a procura de alimentos nos fundos.

A maioria das espécies de Coridoras presentes nos aquários não oferece ameaça e ambientes comunitários. Elas podem ser mantidas praticamente com todos os demais peixes que compartilham as mesmas necessidades quanto ao Ph e à temperatura da água. Só não é recomendado que esses outros peixes tenham muito mais que cinco ou seis centímetros – comprimento típico das Coridoras -, para não tentarem predá-las.

A exemplo de outros peixes de fundo, as Coridoras possuem espinhos defensivos que podem machucar o aquarista descuidado. A regra geral para o manuseio seguro é contar com a ajuda de um puçá ou de um pote.

A maior atividade das Coridoras acontece á noite. Como elas não apreciam iluminação muito clara pode-se promover sombreamento com o uso de plantas e troncos, o que ajuda a compor um cenário mais próximo ao do ambiente natural.

É aconselhável que o cascalho do substrato não tenha arestas nem cantos cortantes, qualidades encontradas nos seixos rolados. Evita-se, assim, provocar ferimentos no aparelho bucal das Coridoras, que mais aparece uma mini tromba rodeada por barbilhões.

Alimentação

As Coridoras mantêm-se à procura de alimento pelas frestas do tanque, sugando o que está depositado no fundo. Contudo, quando esfomeadas, não hesitarão em subir à superfície para se alimentarem.

Ao contrário do que muitos pensam, elas não são comedoras de algas. Aceitam bem as várias rações próprias para peixes de fundo, encontradas no mercado, mas é sempre bom enriquecer o cardápio com alguns petiscos, como pedacinhos de minhoca e cubinhos de Tubifex desidratado.

Reprodução

Dificilmente se consegue sucesso na primeira tentativa de reprodução das Coridoras. Para despertar nelas o relógio biológico que dá início a um longo período de “namoro” e “cortejo”, em que macho e fêmea se “abraçam” e os novos ovos são expelidos, é preciso simular a chegada da estação das chuvas, o que envolve ações relacionadas com a água e a alimentação.

Os melhores resultados são obtidos mantendo muitos indivíduos em um aquário de bom tamanho e dando-lhes alimento vivo, como pequenas minhocas e artêmias, por pelo menos sete dias, a uma temperatura de 28°C. Ao termino desse período, aumenta-se a temperatura para 29°C durante 24 horas e se faz a troca de aproximadamente 40% da água por outra um pouco mais fria, com cerca de 25°C, o que geralmente leva à desova.

A fêmea, então, gruda os ovos numa superfície previamente limpa, geralmente o vidro do aquário. Com a eclosão dos ovos, os alevinos nascem bem pequenos e, por sua vez, precisam de alimentos minúsculos, sendo recomendado dar náuplios de artêmia (artêmias recém-eclodidas).

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Molinésia ou Molly: resistentes e ideal para iniciantes

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A Molinésia, ou Molly é um peixe muito resistente e de fácil reprodução, por conta disso, tem muito espaço entre os iniciantes na criação de peixes ornamentais. São peixes que convivem bem com outros peixes, sendo uma excelente opção para aquários comunitários. Embora a Molinésia seja muito fácil de ser criada em um aquário, e importante alimentá-lo corretamente e manter o aquário limpo para poder aumentar a vida útil do peixe e deixá-lo ainda mais vistosos e colorido.

6- MOLINÉSIA NEGRA

Possuem uma variação de cor muito grande, indo do prata ao negro. São também encontrados na cor branca com pintas negras, e por isto, chamadas de Molinésia Dálmata.

6- MOLINÉSIA DALMATA

Na natureza, são encontrados até na foz dos rios, sendo resistentes às águas salobras e até à àgua do mar. Originárias do sul dos Estados unidos ao norte do México, Colômbia até a Venezuela, são encontradas em rios, lagos e estuários, preferindo zonas litorais de baixas altitudes com temperaturas entre os 21 e os 28°C.

4- MOLINÉSIA NEGRA

ALIMENTAÇÃO

Vegetarianas por excelência, gostam de comer alface, espinafre cozido, algas marinhas picadas, etc. Podem ser oferecidos alimentos vivos como artêmia salina, larva de mosquito, tubifex e micro vermes. Passam o tempo procurando algas e limo nas paredes e no fundo do aquário. Na Terra Zoo encontra-se ração industrializada apropriada para as Molinésias, o que torna muito mais prático a sua alimentação.

3 MOLINÉSIA PRATA

REPRODUÇÃO

O macho procura a fêmea em busca de uma oportunidade para a fecundação. Depois de acasalar, a fêmea demora cerca de um mês para liberar os filhotes, durante este período o seu ventre vai aumentando de tamanho, conforme os filhotes se desenvolvem dentro dos ovos, uma mancha escura vai se tornando mais evidente na área próxima à nadadeira anal. Sua reprodução é bem fácil, a gestação completa dura de 28 a 40 dias e todos os filhos já nascem completamente desenvolvidos e prontos para a vida no aquário. É importante separar os filhotes dos outros peixes, pois ele nascem pequenos demais e os maiores podem comê-los com facilidade.

2 MOLINÉSIA DÁLMATA

Como abrigo para os filhotes, pode-se usar plantas flutuantes no aquário para que eles se escondam entre suas raízes ( ou plantas fixas, que ofereçam abrigo entre suas folhas), pelo menos até que sejam separados ou tenham tamanho suficiente para não virarem alimento de outros peixes. A fêmea e outros peixes podem tentar comer os filhotes por confundi-los com alimento vivo.

1 MOLINÉSIA NEGRA

A melhor alternativa para proteger os filhotes, é que se tenha um aquário separado para a reprodução, uma maternidade, para que a fêmea tenha as crias, e também para que você possa separá-los com mais facilidade. Como os pais não cuidam dos filhotes, desde o início, já se pode oferecer rações específicas para alevinos e alimentos vivos como micro vermes, conforme os filhotes forem crescendo alimentos de maior porte podem ser oferecidos.

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Nome Popular:
São conhecidos com o nome de Molinésia ou Molly

Nome Científico:
Foi batizado de Poecilia latipinna

Molinésia Dalmata
Molinésia Dalmata

Origem:
São peixes nativos do Sul dos EUA até Norte do México

Tipos de Molinésia:
Molinesia negra, Molinésia Negra Cauda de Lira, Molinésia Dalmata, Molinésia Dalmata Balão, Molinésia Dalmata Balão Albina, Molinésia Albina Lira, Molinésia Prata, Molinésia Prata Balão, Molinésia Tigre, Molinésia Chocolate, Molinesia Tangerina, Molinésia Tangerina Balão.

Temperatura:
Para manter a qualidade do habitat ideal para a Molinésia, a água deve estar entre 24°C e 28°C, mas de preferência manter em 27°C.

Água:
O pH da água deve ficar entre 7.0 a 8.0, com um dH de 10 a 25 dGH

Alimentação:
As Molinésias tem uma alimentação Onívora, comem várias coisas, vou listar algumas delas: Rações em flocos, algas, spirulina, alimentos vivos entre outros.

Comportamento/ Sociabilidade:
Peixes normalmente pacíficos, machos em aquários pequenos podem ser agressivos uns com os outros, o ideal é manter um macho e algumas fêmeas, com os demais peixes é pacífico e calmo.

Dimorfismo Sexual:
O macho é menor e possui a nadadeira dorsal bem mais desenvolvida que a fêmea e a nadadeira anal prolongada e fina que na verdade é o orgão reprodutor chamado gonopódio, a fêmea maior tem o ventre roliço e não tem o gonopódio.

Temperatura:
De 25°C a 30°C. De preferência 27°C.

Água:
pH 7.0 a 7.2. dH 6 a 10.

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Peixe Kinguio (Japonês): Brincalhões e indefesos

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Qualidades como dócil, sociável e fácil de criar, dão ao Kinguio diversas razões para ser o peixe mais famoso e colecionado do mundo.

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Mais popularmente conhecido como peixe japonês, peixinho dourado ou Goldfish mundo afora, o Kinguio é o peixe ornamental mais antigo e mais popular do mundo. Até mesmo quem não é fanático por peixes, já deve tê-lo visto ao menos uma vez na vida. Seja num filme, num comercial de televisão ou na casa de algum amigo. Fatores como resistência, comportamento pacífico, variedades de cores e formatos, dão ao kinguio diversas razões para serem os peixes mais famosos e colecionados há tanto tempo.

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Encontrado nas variedades oranda, cometa, cabeça de leão, bolha, celestial e telescópio, o peixe Kinguio tem descendência de um peixe carpa selvagem cujo nome científico é Carassius auratus. Pertencente à família dos Ciprinídeos (Cyprinidae), a que pertencem as carpas, é originário da Ásia Oriental, e datado como o primeiro peixe a ser criado com fins ornamentais pelo ser humano, na China. Existem relatos chineses de mais de mil anos de Kinguios sendo colocados em pequenos baldes para mostrar aos hóspedes e visitas em ocasiões especiais. Kinguios são peixes fascinantes e populares. Embora ele seja originalmente da China, contudo, sua popularidade espalha-se hoje por todos os continentes. Essa espécie também é forte no Japão e causa grande admiração na Europa. Conta-se que o rei francês Luiz XV freqüentemente os oferecia de presente a sua amante, a marquesa de Pompadour.

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Os kinguios são peixes dóceis, graciosos, calmos, amigos e até indefeso, por isso é recomendável deixa-los somente com outros kinguios no aquário, pois outros peixes, como por exemplo, tetras e sumatras, mordem suas caudas, provocando estresse e ferimentos, que podem gerar problemas de saúde. Os peixes recomendáveis para lhe fazer companhia são: Molinésia, Limpa-Vidros, Cascudos, Tanitis, Limpa Fundo, Barbos, Coridoras e Colisa.

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Brincalhões, coloridos e bagunceiros, os Kinguios são conhecidos como “porquinhos do aquário”, este peixe tem uma mania: a de revirar todo o substrato do aquário, sujando tudo, arrancando plantas e objetos de decoração à procura de alimento, deixando assim a água turva. Para que ele esqueça esse hábito nada civilizado, o ideal é fazer uma grossa forração no fundo do aquário usando cascalho. Como vegetação, as plantas que melhor resistem às peripécias do kinguio são a Vallisneria, a Elodea e a Echinodorus. O ideal é um aquário bem espaçoso, sem obstáculos, para eles nadarem a vontade.

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A alimentação, desses magníficos animais, deve ser bem variada. Eles apreciam vegetais, como pepino, mostarda, alface, agrião, espinafre, acelga, alga nori, lentilha d’água, salvínia e elodea. Já o brócolis, a couve-flor e até ervilhas precisam ser cozidos. Elesapreciam também alimentos vivos como artêmias, e até pequenos peixes, minhocas e Blood worms, que possuem alto teor de proteínas, além de alimentos secos em geral. Como todo peixe em cativeiro, devem ser alimentados 2 vezes ao dia, manhã e tarde. Uma dica: procure alimentar os peixes com os alimentos naturais pela manhã e com os secos à tarde. Isto melhora a assimilação das proteínas e demais nutrientes pelos kinguios. Existem rações específicas, à venda na Terra Zoo, o que torna mais prática e completa a alimentação do seu mascote.

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Os Kinguios atingem em média 15 cm de comprimento e podem viver entre 5 e 10 anos. Todavia existem relatos de Kinguios que chegaram a medir 30 cm de comprimento e de outros que viveram por 70 anos. O certo é que com uma boa dose de carinho e cuidado, estes peixes milenares certamente trarão alegria e distração para você e sua família. Na Terra Zoo, encontra-se Kinguios de várias espécies e cores, aquários, e alimentos, para que o seu peixinho cresça e viva com saúde.

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Peixe Betta: Um pet diferente!

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Resistente e fácil de cuidar, ideal para quem quer um bicho de estimação mas não dispõe de muito tempo.

Ao lado dos cães e gatos, cada vez mais os peixes têm conquistado os lares dos brasileiros. Eles estão em segundo lugar na preferência e já somam mais de 26 milhões nadando nos aquários, ficando atrás apenas dos cachorros.
Estudos já comprovaram os benefícios de se ter um aquário em casa. Segundo Raimundo Ewerton Filho, Gerente de Aquarismo da Terra Zoo, peixes sãoótimos animais de estimação: “Não precisam de passeios e são relativamente fáceis de cuidar, e ainda ajudam a combater o stress e a ansiedade. Observar um aquário reduz a pressão arterial e os batimentos cardíacos”.

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Devido à sua exuberância e beleza, o Peixe Betta, também conhecido como Betta splendens, está entre os peixes de estimação mais famosos do mundo, pois exigem menos cuidados, são incrivelmente resistentes e baratos. Encantam adultos e crianças, além de serem decorativos. Exuberantes, exibem-se por meio de diferentes cores. Entre os amantes do aquarismo, não há outro peixe que ocupe tamanha posição de destaque.

Alimentação diferenciada

O peixe Betta apresenta características bastante peculiares, como o fato de possuírem um intestino curto e de serem carnívoros. Aceitam desde alimentos vivos, como artêmias, dáfnias, larvas de mosquito, enquitreia e larvas de drosófila, até rações específicas e alimentos in natura ou processados, como carne ou coração raspado, camarão, patês e outros alimentos com proteínas elevadas.

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É importante oferecer um alimento que atenda todas as suas necessidades, garantindo uma maior qualidade de vida, afirma Ewerton. Recomenda-se alimentá-lo entre 2 a 3 vezes ao dia, sempre com ração própria para sua espécie, que pode ser facilmente encontrada na Terra Zoo. ”É importante também não superalimentar o peixe. Caso ele não coma tudo, retire o que sobrou. O resto de alimento no aquário pode se transformar em fungo, adoecendo o animal e podendo até mesmo matá-lo”, alerta Ewerton.
Aquário

Os aquários dos bettas são comumente chamados de betteiras. Pequenos e decorados, dispensam bombas de oxigênio, graças ao sistema respiratório dos bettas. É um peixe que vive bem em regiões que tenham água pouco movimentada e baixo nível de oxigênio, como lagos ou até mesmo arrozais. Mas com certeza vai adorar, se ganhar um aquário maior, com túneis e arcos, que servirão para ele se divertir, além de deixar o aquário mais bonito é claro. A água do aquário deve ser parcialmente trocada a cada quinze dias, podendo ser usada água de filtro ou mineral, sempre à temperatura ambiente.

Valentão

Territorialista e cheio de personalidade, do tipo casca grossa e valentão, o betta tem comportamento extremamente agressivo com peixes de sua espécie, o que lhe confere o apelido de “peixe de briga”. Por isso, devem ser criados separadamente. O uso do espelho duas vezes por semana durante aproximadamente 1 minuto faz com que permaneça sempre ativo e saudável. Ao ver seu reflexo no espelho ele pensa ser um oponente querendo se apossar do seu “território”, por isso ele abre as barbatanas e fica ainda mais bonito zangado.

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O betta só fica bem na solidão. Todo o cuidado com a convivência é pouco até mesmo na hora de reproduzir. A fêmea deve ser colocada dentro de um vidro com água e esse recipiente, por sua vez, deve ficar mergulhado no aquário. “O encontro amoroso deve ser rápido, sem dar tempo para desentendimentos”, brinca Ewerton. Assim que a fêmea desova, precisa ser retirada do aquário. É o macho que, então, constrói o ninho na superfície, produzindo bolhas com muco que servirão de abrigo para os filhotes. O macho permanece cuidando de seus filhotes, por sete dias, e logo depois os filhotes devem ser retirados do aquário também.

Curiosidades sobre o Betta

  1. Na verdade, existem 65 espécies de peixes classificados como “Betta” e podem ser encontrados em mais de 25 diferentes cores e padrões.
  2. Em 1800 na China, eram criados para lutar. Até hoje ,na Tailândia, eles apostam para ver qual deles ganha. Durante uma briga, o Beta fica com sua coloração bastante intensa.
  3. Conseguem respirar ar. Eles têm um órgão exclusivo chamado labirinto que permite respirar ar. Por causa disso podem realmente se afogar se não tiverem acesso à superfície da água.
  4. Normalmente vivem 2-3 anos, mas há alguns casos de bettas com mais de 10 anos de idade.
  5. Conseguem ficar até quatro dias sem comer e até quatro horas fora dágua.
  6. É o macho que cria os alevinos (filhotes), não a fêmea.
  7. São muito inteligentes. Você pode treinar seu peixe betta para passar por aros, e até mesmo tocar sinos para pedir alimentos.
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