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Zebrasomas: Peixes coloridos e cobiçados por criadores

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A família Acanthuridae possui alguns dos peixes mais cobiçados para se manter em aquários marinhos. Conhecidos como Tangs ou peixes-cirurgiões, apresentam nado elegante e cores muito chamativas, além de várias espécies.

Dos vários gêneros da família, um se destaca por ter peixes relativamente menores, coloridos e com formato um pouco diferente dos demais: o gênero Zebrasoma. Nativos do Oceano Pacífico e Índico, o gênero possui pelo menos sete espécies reconhecidas, algumas muito comuns em nossos aquários, como o Yelloe Tang (Zebrasoma flavencens) ou o Sailfin Tang (Zebrasoma veliferum). É uma família de peixes exclusivamente marinhos, cuja principal característica é um espinho afiado que adorna o pedúnculo caudal, usado como arma de ataque e defesa, como se fosse um bisturi. Daí a origem de seu nome popular peixe-cirurgião.

Gênero zebrasoma

Diferencia-se dos demais gêneros da família pelo fato mais arredondado e a boca mais proeminente formando um “bico”. São peixes sociáveis, geralmente encontrados em cardume, porém apresentam hierarquia, podendo ser agressivos entre si, em caso de poucos indivíduos ou espaço insuficiente. Alcançam tamanho médio entre 20 e 25 cm na fase adulta, variando conforme a espécie.

Todos possuem hábitos muito similares, vivendo geralmente em cardumes na natureza. Contudo, para repetir o habito em aquário, é preciso muito espaço e muitos indivíduos (geralmente, no mínimo três) para que o dominante não oprima apenas um dominado, e acabe por matá-lo por estresse, devido a frequentes investidas.

Sua alimentação e onívora podendo se alimentar de rações básicas, artêmia e camarão. Também se alimentam com frequência de algas, que não devem faltar em sua alimentação. Existem no mercado algas próprias para serem fornecidas a esses peixes, porém, na sua falta, algas coletadas e tratadas, como nori, e vegetais, como a acelga e espinafre levemente cozidos, podem ser uma opção para suprir a necessidade desses animais por algas.

 

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Como alimentar peixes ornamentais

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Eles são adoráveis, ornamentam com beleza sem igual o aquário, mas exigem cuidados específicos. Extremamente sensíveis, os peixes necessitam, além de atenção quanto à água, temperatura, ph, etc, cuidados com a alimentação. Justamente por não reclamarem que estão com fome, torna-se um verdadeiro mistério para os criadores descobrirem a quantidade ideal oferecida.

Apesar de não haver uma fórmula mágica que se aplique a 100% das espécies, a dica mais comum e eficaz, é alimentar o animal de duas a três vezes ao dia. A quantidade adequada deve ser aquela que o peixe consuma em menos de três minutos. Isso quer dizer que, após esse tempo, se ainda tiver comida no aquário, o dono deve diminuir a quantidade que está oferecendo.

Isso porque os animais não devem ser alimentados até que pareçam satisfeitos. Ao contrário do que muitos imaginam, na natureza, os peixes são adaptados a passar a maior parte do dia com fome, à procura de pequenos pedaços de comida. É justamente por isso que é considerado um erro superalimentá-los.

Vale lembrar que, apesar desta tática funcionar bem para aquários de principiantes e comunitários, as criações de espécie única, de reprodução e de hospital exigem uma abordagem mais cuidadosa e específica. Nesse caso, apenas um veterinário ou especialista pode indicar a quantidade ideal de comida.

Para regra geral, o criador deve ter em mente que é mais fácil enfraquecer ou até matar um peixe devido à alimentação em excesso (porque isso estraga a água do aquário) do que fazê-los morrer de fome. Há aquaristas, inclusive, que defendem o jejum um dia por semana, porque o processo pode limpar o organismo do animal.

Frequência

Muitos preconizam a alimentação apenas uma vez ao dia, isso não necessário e nem é o ideal. Duas a três distribuições diárias de alimento em pequena costumam apresentar melhores resultados. Distribuindo uma pequena quantidade de alimento de cada vez você evita que restos de ração deteriorem-se e prejudiquem a qualidade da água. Além disso essa frequência de alimentação permite que você alterne 2 ou 3 tipos de alimentos diferentes ao longo do dia. A alternância de alimentos é sempre benéfica aos peixes.

Quantidade

É muito importante controlar a quantidade de alimento oferecido em cada “refeição” a seus peixes. O ideal é oferecer uma quantidade que seja inteiramente consumida por eles em no máximo 5 minutos. Não deve haver sobras de alimento. O ciclo digestivo de seus peixes é de cerca de 1 hora, se você os alimentar de hora em hora eles com certeza comerão, mas não é o melhor para a saúde deles. Um máximo de 3 vezes ao dia em pequena quantidade está ótimo.

Rações Industrializadas

A ração industrializada de boa qualidade pode ser usada como único tipo de alimentação de peixes em aquário na maior parte dos casos. Se houver a possibilidade de oferecer alimento vivo pelo menos 2 vezes por semana com certeza o desenvolvimento dos peixes será favorecido. Muita atenção é necessária nesse caso, pois as sobras de alimento vivo podem comprometer rapidamente a qualidade da água do tanque. Em breve traremos uma série de artigos sobre alimentos vivos.

Caso opte por usar apenas rações industrializadas, não economize no preço nem na variedade. Compre algumas variedades diferentes e alterne-as ao longo do dia, variando sempre. Sugerimos que opte pelas em forma de grânulos ou em crisps e evite os flocos. Rações flocadas costumam desmanchar em poucos minutos e qualquer excesso pode prejudicar gravemente a qualidade da água no seu tanque. Confira opções aqui.

Receitas Caseiras

A não ser que você tenha um grande conhecimento sobre alimentação animal, evite aventurar-se preparando rações e patês caseiros. Uma ração ou patê que não seja corretamente formulado pode conter excesso de gordura animal ou outros nutrientes que podem comprometer a saúde de seus peixes.

Fontes: Vida no aquário e Pet Mag

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Dicas de alimentação para peixes ornamentais

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Assim como a maioria dos animais, quanto mais balanceada e diversificada é a alimentação dos peixes ornamentais, mais saudáveis eles serão e, consequentemente, mais beleza e encanto trarão para os aquários e também podem ter um tempo de vida mais longo.

Sempre que adquirir ração para peixes, é preciso estar atento em qual irá suprir as necessidades, o tipo de aquário, etc. Isso porque a eficiência de aproveitamento da ração para o máximo desenvolvimento depende principalmente de sua composição. Se a ração apresenta-se deficiente em qualquer nutriente essencial para o crescimento, como aminoácidos, vitaminas ou minerais específicos, será necessária maior quantidade de alimento para satisfazer essa exigência, tendo como consequência menor eficiência alimentar e até a perda da qualidade da água pelo excesso de ração ofertada, assim como vários outros problemas.

As fábricas de rações para peixes possuem uma imensa diversidade de formulações nutricionais, principalmente pela introdução de novas espécies no mercado da Aquariofilia. As rações mais comuns e usadas hoje em dia podem ser à base de spirulina ou proteína animal. As rações à base de spirulina são indicadas para peixes herbívoros, bem como alguns peixes marinhos como os Tangs, pois passam a maior parte da vida se alimentando de algas entre os corais.

Rações para peixes são diferenciadas por cor, sabor, odor, textura e outras características, bem como formatos para peixes que se alimentam no fundo ou em cima da água do aquário. Sempre compre rações de marcas conhecidas e confiáveis, e tenha muita atenção na validade e no armazenamento dessas rações! Elas devem ser guardadas em lugares secos e arejados, pois rações mal armazenadas podem umedecer e serem contaminadas por fungos, bactérias e outros microorganismos patogênicos. Prefira sempre rações de marcas conhecidas como Tetra, Sera, Tropical, Poytara e Alcon Colors, confira mais opções aqui.

Dicas e cuidados na alimentação dos peixes

1 – Horário de alimentação:
Qualquer animal de estimação precisa de um cuidado especial no momento da alimentação e, com os peixes ornamentais, isso não é diferente. Ter um horário de alimentação é importantíssimo. Inclusive, ter uma rotina é ainda mais crucial quando temos várias espécies em um mesmo aquário, já que os hábitos alimentares costumam ser diferentes entre cada espécie. Sempre mantenha disciplina nos horários de alimentação, pois isso pode ser crucial para manter seu aquário saudável como um todo.

2 – Cardápio variado:
Existem peixes que se alimentam de comidas que afundam, enquanto outros preferem alimentar-se na superfície da água. Cada espécie tem ainda hábitos alimentares variados, como os herbívoros e os carnívoros, e ainda os peixes que se alimentam exclusivamente de matéria viva, como o Peixe Vidro. Para garantir uma alimentação correta para todos os peixes do seu aquário, é necessário ter um cardápio bem diferenciado, com mais de um tipo de ração, ainda mais se tiver várias espécies com hábitos diferentes dentro do mesmo aquário, sendo portanto muito importante adequar-se à necessidade de cada animal.

3 – Quantidade de alimentos:
Alguns peixes lentos demoram mais para acessar o alimento, enquanto outros que são nadadores mais eficazes levam vantagem na hora de comer. Pensando nisso, fica fácil perceber que muitos acabam por superalimentar geralmente os mais rápidos e subalimentar os mais lentos. Associado a este problema, geralmente temos o fato de se colocar comida demais no aquário na tentativa de suprir os mais lentos, comprometendo com isso a qualidade da água de nosso aquário.

4 – Tempo total de alimentação:
O tempo para os peixes consumirem todo o alimento não deve passar de 5 minutos, independente do tipo de ração. Todo e qualquer alimento que não for consumido se decompõe rapidamente, levando assim à deterioração da água, comprometendo o pH, e contribuindo para o crescimento de algas e altos índices de amônia. Além de todos esses prejuízos, a ração ainda perde grande parte das suas qualidades nutritivas quando permanece por mais tempo na água. A vitamina C, como exemplo, se dissipa na água com bastante facilidade.

Portanto, a melhor medida é dar pequenas porções alimentares, em média, três vezes ao dia. Assim, os mais rápidos se alimentam primeiro e os mais lentos não passam fome.

Tipos de rações

  • Ração peletizada: Por meio da combinação da umidade, calor e pressão, as partículas menores são aglomeradas, dando origem a partículas maiores. Sua estabilidade na superfície da água deve estar em torno de 15 minutos, o que garante sua qualidade por mais tempo. Esse tipo de ração reduz as perdas de nutrientes na água e diminui a seleção de alimento pelos peixes. Porém, tem um custo de produção mais elevado, quando comparada à ração farelada, o que acaba resultando em um preço final superior aos consumidores.

  • Ração extrusada: A extrusão consiste num processo de cozimento em alta temperatura, com pressão e umidade controladas. Sua estabilidade na superfície da água é bem maior comparada a outros tipos de ração, tornando o manejo alimentar com esse tipo de ração mais fácil e eficiente. Atualmente, tem sido uma das formas de ração mais indicadas para aquaristas.

  • Ração farelada: Os ingredientes deste tipo de ração são apenas moídos e misturados. Sua utilização é recomendada com cautela, uma vez que as perdas de nutrientes são muito grandes, causando não só problemas aos peixes, como também a poluição da água dos aquários. Porém, por terem um processo de produção mais simples, são também mais baratas.

  • Ração em flocos: São aquelas formadas por finas camadas secas e esmagadas do preparo alimentar. Estas rações existem uma imensa variedade e são apreciadas por varias espécies de peixes. Algumas flutuam por mais tempo, enquanto outras afundam mais depressa. Isso depende principalmente de características como textura, tamanho e espessura, sendo importante se certificar destes detalhes através das especificações técnicas de cada marca e produto, comparando com o hábito alimentar dos seus peixes.

 

Fonte: peixeseaquarios.com.br

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Conheça a compatibilidade de peixes em um aquário

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Os peixes são animais incríveis e complexos. Não existe essa história de peixinhos coloridos felizes e juntinhos. Infelizmente, por muitos não entenderem isso, alguns aquários são completamente mal organizados e montados. Ter um aquário não é apenas ter um recipiente cheio de coisinhas coloridas nadando pra lá e pra cá, essa não é a essência do Aquarismo e tampouco a sua íntegra.
Um aquário é uma tentativa de proporcionar a esses incríveis animais, as melhores condições de vida o possível. Algo que quebra essa ideia é a total incompatibilidade de espécies. A natureza é fascinante, e não mantém espécies separadas à toa. Por exemplo, peixes asiáticos não devem ser colocados com peixes americanos ou africanos. Em alguns casos, a mistura pode ser feita, mas na maioria dos casos, essa mistura faz com que os aquários sejam “rings” de brigas ou com que os peixes fiquem completamente apáticos e acabem morrendo.

Basicamente, os peixes são divididos nas seguintes categorias:

Poecilídeos

Os Poecilídeos são peixes mais apropriados para iniciantes, dependendo das condições, se dão bem em aquários comunitários, podendo até servir no combate de algas em aquários (molinésias) e de larvas de mosquito em lagos (qualquer poecilídeo). Esses peixes podem apresentar disputas, principalmente machos, mas, se as condições de tamanho, pH, etc forem atendidas, são peixes simples de se cuidar e muito recomendados a iniciantes.

Anabantídeos

Esta família de peixes se propagou no Aquarismo devido ao “sucesso” do peixe betta (Betta splendens) entre os iniciantes. Porém, a família abrange muitos outros peixes além do conhecido betta. Entre os anabantídeos estão os: tricogasters, colisas, gouramis, entre outros. Esses peixes já são mais complicados em relação à interação com outras espécies. Por serem peixes basicamente agressivos, peixes muito lentos ou “cutucadores” não são boas companhias. Com esses peixes, o tamanho do aquário é algo fundamental para o sucesso. Lembrando também que a maioria dos anabantídeos são asiáticos, não devendo ser misturados com americanos ou africanos.

Ciprinídeos

Esta provavelmente é a família mais conhecida de peixes no Aquarismo. Afinal, é nela que está o famoso peixinho dourado. Essa família se divide basicamente nos seguintes grupos: barbos, danios, rásboras, lamnidae e peixes de água fria. Apesar de pertencerem à mesma família, esses peixes tem características bem diferentes entre si, por isso, é interessante analisar cada uma delas.

  • Barbos: peixes ligeiros e cutucadores, devem ser mantidos em cardumes para que os outros peixes sejam menos incomodados, além disso, aquários pequenos são como um castigo para esses peixes ariscos. Para sua companhia em aquários, são recomendados peixes também ariscos e com faixa de pH semelhante, visto que entre os barbos, esse faixa varia;
  • Danios: nessa aba da família, se encontra o “paulistinha”, um peixe muito usado no Aquarismo. Os Danios são extremamente pacíficos e ariscos. Devem ser mantidos em espaços grandes, pois gostam de correr por todo o lado. Para sua companhia, peixes rápidos e não muito maiores que eles;
  • Rásboras: muito apreciadas quando estão em cardumes densos. Basicamente, são dóceis e não implicam com outros peixes. Para dividir o ambiente com rásboras, são ideais peixes também cardumeiros e não muito lentos;
  • Lamnidae: aqui são encontrados os lábeos, os comedores de algas e o bala-shark. Esses peixes normalmente não toleram outro indivíduo da mesma espécie ou até do mesmo ramo (ex: labeo bicolor e labeo frenatus). São peixes muito bonitos e crescem bem. Alguns são bons no combate às algas. Para comunitários, são ideais peixes mais rápidos. Lembrando que no caso dos comedores de algas, os peixes que possuem mucos não devem ser misturados;
  • Peixes de água fria: são peixes pacíficos e “bobos”. Ideais para lagos, esses peixes são erroneamente colocados em aquários, onde são confinados a uma vida desconfortável e curta. Por crescerem muito, lagos são a melhor opção, a não ser que o aquário seja grande o suficiente. Em geral, não é bom coloca-los com muitos peixes. Basicamente, se dão bem entre si, tolerando peixes limpadores e poecilídeos. Esses peixes não brigam, porém, não reagem a nada que é feito com eles.

Caracídeos

Esta é uma família muito interessante, pois dentro dela estão os lindos e temperamentais “tetras”. Os peixes dessa família são, em geral, cardumeiros e relativamente pacíficos. Dentro do grupo dos caracídeos, estão os seguintes tipos de peixe: tetras, pacus e peixes-lápis.

  • Pacus: peixes que atingem um tamanho grande, apenas alguns tipos devem ser colocados em aquários. Dentro do grupo dos pacus estão também as piranhas, peixes conhecidos pela voracidade em devorar carne. Os pacus grandes (tambaqui, tambacu, etc) são peixes que devem ser criados em lagos grandes, pois eles atingem tamanhos muito além do que um aquário normal comporta. Os pacus pequenos/médios (prateado, cadete, etc) podem ser mantidos tanto em aquários como em lagos, dependendo do tamanho do ambiente. As piranhas devem ser mantidas em cardumes da mesma espécie, pois elas são carnívoras e devoram qualquer outro peixe.
  • Peixes-lápis: geralmente coloridos e cardumeiros. Devem ser mantidos com peixes que não os incomodem frequentemente, além disso, peixes muito grandes ou lentos não são recomendados.
  • Tetras: estes peixes são incríveis. Cada um dos tetras tem uma beleza única e nova. São peixes cardumeiros e, às vezes, cutucadores. Alguns se sentem muito melhor em aquários plantados (ex: neon, matogrosso, etc). Para acompanhá-los, o ideal são peixes normalmente do mesmo tamanho ou um pouco maiores mas que não os incomodem. É bom lembrar também que nem todos os tetras são compatíveis entre si.

Cobitídeos

A famíia das bótias. Esses peixes são considerados por alguns como grandes coridoras. As bótias são peixes ariscos e coloridos. Apreciam muito a presença de tocas e locais escondidos. Algumas gostam de estar em cardumes densos. É bom lembrar que as bótias em geral são muito sensíveis às mudanças de temperatura. Esses peixes são, geralmente, pacíficos com outras espécies, porém, não gostam de ser cutucados ou incomodados. Também é bom ressaltar que bótias não combinam com aquários plantados, pois elas podem “desplantar” tudo rapidamente. As mais conhecidas são as bótias palhaço e YoYo.

Coridoras

As coridoras são peixes muito explorados. Alguns veem esses peixes apenas como faxineiros insignificantes. Porém, esses peixes devem ser tratados da mesma maneira que qualquer outro peixe. As coridoras são, geralmente, cardumeiras. Algumas só saem à noite, por isso, é bom que o aquário tenha muitos buracos e tocas. Esse peixe pode ser posto com praticamente todos os tipos de peixes, exceto os carnívoros, os africanos ou os muito grandes. Um aspecto importante é que os cardumes são específicos, por exemplo: uma coridora albina não anda em cardume com coridoras sterbai e vice-versa. É interessante lembrar também que esses peixes possuem ferrão em suas nadadeiras, por isso, é bom não manuseá-las sem o auxilio de uma rede.

Cascudos

Peixes vulgarmente conhecidos como “limpa-vidro”. Esses peixes são interessantes e necessitam de um bom espaço para poderem viver confortavelmente. Gostam de tocas, troncos e pedras no aquário. É bom lembrar que apesar de comerem algas, necessitam de comida específica. Para sua companhia, a maioria das peixes são colocados sem problema, com exceção de carnívoros e africanos. Alguns tem hábito carnívoro, e isso deve ser um fator na escolha de companheiros.

Killifishes

Peixes com cores exuberantes, muito apreciados pelos aquaristas. Em geral, são fáceis de se manter. A forma de criação mais usada é com um aquário para reprodução (um macho para uma ou duas fêmeas), porém, na natureza, convivem bem com outras espécies de peixes. Em aquários comunitários, convivem bem, desde que com parceiros amigáveis que não os incomodem, porém, quando estão em um aquário só seu, suas cores ficam mais vívidas.

Melanotaenias

As melanotaenias são peixes coloridos, ativos e cardumeiros. Apreciam a convivência em grandes cardumes, além de não incomodarem outros peixes. Aquários com plantas também são apreciados. Esses peixes são muito pacíficos, e isso deve ser notado na escolha de outros peixes caso o aquário seja comunitário. Peixes muito cutucadores podem fazer com que elas percam a cor e fiquem apáticas. Parceiros ideais são peixes ativos e que não incomodem outros peixes.

Ciclídeos Mbuna do lago Malawi

Os mais conhecidos ciclídeos do lago Malawi são os mbuna. A maioria é encontrada na costa, principalmente nas rochas. O comportamento agressivo e as cores vibrantes (principalmente nos machos) são marcas indispensáveis da espécie. Por serem territoriais, na natureza, alguns machos permanecem no mesmo local por anos. Em aquários, esses peixes não devem ser misturados com nenhum outro por vários motivos, tais como: qualidade da água, agressividade, especificidade do local onde vivem, entre outros. Esses e outros fatores tornam os mbunas peixes peculiares, bem como os outros ciclídeos africanos. O aquário pra mbunas deve ter abundante pedragismo, com muitas tocas e esconderijos. Para substrato, quase sempre usa-se cascalho fino (como areia). O aquário deve ser espaçoso para manter os peixes em questão, aquários apertados não dão certo para mbunas. Para conviver com esses peixes, não é recomendado nenhum outro tipo. Além disso, deve-se colocar apenas um macho de cada espécie no aquário, sendo um macho para cada 2-5 femeas, nem machos de outras espécies com coloração parecida são aceitos.

Ciclídeos Haps do lago Malawi

Os haps vivem afastados da costa e também próximos da mesma, porém, em áreas abertas e possuem algumas características interessantes, a principal é o fato de apreciarem cardumes (mesmo de diversas espécies). Apesar de apreciarem a vida em cardumes, isso não os torna dóceis. Os haps são extremamente territorialistas, e podem inclusive comer indivíduos muito pequenos. Alguns haps podem atingir mais de 30 cm, por isso, um aquário para haps deve ser bem espaçoso e deve possuir bastante espaço aberto para nado livre. Os machos não toleram outros de mesma espécie e nem de outra espécie com cor parecida, além disso, recomenda-se entre 2 e 5 fêmeas por macho.Como companhia, não é recomendado nenhum outro tipo de peixe, pois este tipo de ciclídeo é muito agressivo.

Ciclídeos do lago Tanganyika

Os ciclídeos desse lago são chamados de “tangs” (travo, ou algo com odor forte), esse nome deriva do nome do lago. Esse lago possui muitas espécies de peixes, e nem todos podem ser colocados juntos. As espécies do mesmo, basicamente, dividem-se pela zona do lago onde vivem. Existem os tangs das zonas areosas e os tangs das zonas rochosas além dos que vivem nas duas zonas (ex: frontosa). Como todos os ciclídeos, os africanos são extremamente territorialistas e agressivos. Para criá-los, é necessário um aquário de grande porte, com pedras e tocas. Sua agressividade é basicamente entre machos da mesma espécie e entre outros tipos de peixes, após formarem uma hierarquia, as disputas se amenizam, por isso, não é recomendado mistura-los com outros tipos de peixe.

Ciclídeos do lago Vitória

Os ciclídeos desse lago são agressivos como todos os outros africanos, e isso torna desses peixes habitantes exclusivos de seus aquários. Por seus parâmetros adversos e comportamento intrigante, esses peixes devem ser mantidos sem nenhum outro tipo de peixe no aquário. O aquário deve ter rochas, tocas e também algumas zonas areosas.

Ciclídeos anões sul-americanos (apistograma)

Os apistogramas são peixes que fazem sucesso entre os aquaristas que já tem uma certa experiência com o Aquarismo. Podem ser mantidos das seguintes maneiras:

  • Em comunitários: vivem bem, porém não suportam ser incomodados. É bom lembrar também que poucos peixes são compatíveis com os apistogramas. Normalmente peixes sul-americanos de pequeno porte são indicados.
  • Em aquário para reprodução: coloca-se em um aquário o casal em questão, deve-se atender a todos os parâmetros ideais do peixe para obter sucesso na reprodução.
    É notório lembrar que esses peixes (a fêmea) fazem buracos para reprodução, e isso pode prejudicar a estética do aquário.

Ciclídeos sul-americanos (Jumbo)

Os ciclídeos americanos jumbo são peixes geralmente territoriais e devoram peixes menores que eles. O ideal é que sejam mantidos em lagos ou em aquários grandes apenas com peixes jumbo (de preferência americanos). São vorazes e brutos, por isso, o aquário não comporta muitos enfeites e plantas, apenas plantas de folhas grossas e pedras/troncos devem ser usados. Esses peixes também sofrem muito com a questão da incompatibilidade, pois são vendidos pequenos e, muitas vezes, comprados por iniciantes. Esses peixes são territorialistas, e o espaço deve ser de sobra para os habitantes do aquário.

Ciclídeos sul-americanos (discos e bandeiras)

Esses peixes merecem uma atenção em especial, pois seus comportamentos não se enquadram totalmente em nenhuma das outras categorias.

  • Discos: peixes muito sensíveis, devem ser atendidas todas as suas necessidades de qualidade da água. Gostam de viver em cardumes, e em lugares espaçosos. Aquários plantados são um bom habitat para eles. Para companhia, apenas tetras (nem todos) e alguns outros peixes são ideais. Os peixes limpadores são outro problema, apenas as coridoras podem conviver com discos, pois os outros atacam sua mucosa, causando sua morte.
  • Bandeiras: parecem com os discos, exceto quanto a sensibilidade e quanto aos companheiros que podem estar com ele. Os bandeiras são extremamente territorialistas entre si, e quando se reproduzem, eles são agressivos com qualquer um que chegue perto. Por esses fatores, são recomendados cardumes com mais de 5 indivíduos (isso ajuda distribuir as brigas) e aquários grandes. Apreciam aquários plantados. Para sua companhia, peixes mais ágeis podem ser colocados, desde que não o incomodem, alguns tetras também ficam bem com bandeiras.

Biótopos

Alguns aquaristas, na esperança de dar o melhor aos seus peixes, montam aquários biótopos. Esses aquários tentam reproduzir na íntegra determinada região, tal como: um rio, um lago, etc. Para biótopos, são usadas apenas espécies de peixes e plantas contidas na região em questão, além dos parâmetros da água e do paisagismo ideal. É uma excelente alternativa para quem já está a mais tempo no Aquarismo.

Fonte: Site Aquaflux

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Quantos peixes podem ser colocados em um aquário?

Aquário

Para averiguar quantos peixes cabem num aquário basta utilizar duas regras básicas. A quantidade de água existente e as medidas do aquário devem ser ajustados aos peixes. Para cada peixe, dependendo do seu tamanho, deve estar disponível uma determinada quantidade de água. Quanto às dimensões do aquário, aplica-se o seguinte: o tanque deve ser pelo menos dez vezes mais comprido e cinco vezes mais largo que o comprimento do corpo do peixe mais comprido. Por isso, é importante que se informe quando da aquisição sobre o comprimento final dos peixes em adultos, para usar este valor como base do cálculo.

Porém, não é necessário seguir estas regras tão rigidamente, porque também a qualidade da água tem um papel decisivo na definição da quantidade de peixes a ter no aquário. É possível ter mais peixes em um aquário bem cuidado, com bastante vegetação, alimentação controlada e boa filtragem, do que em um aquário que tenha um filtro muito fraco e no qual os cuidados de manutenção como a limpeza do filtro e as mudanças parciais de água não sejam realizados regularmente ou no qual seja dada comida em excesso. As informações de associações de aquariofilia também podem servir de orientação.

A Federação das Associações Alemãs de Aquários e Terrários dá as seguintes indicações:

Para peixes até 2 cm de comprimento, é calculado 1litro de água por cm de comprimento do corpo;

Para peixes entre 2 e 5 cm de comprimento, são calculados 1,5 litros de água por cm de comprimento do corpo;

Para peixes entre 5 e 10 cm de comprimento, são calculados 2 litros de água por cm de comprimento do corpo;

Para peixes entre 10 e 15 cm de comprimento, são calculados 3 litros de água por cm de comprimento do corpo;

Para peixes com mais de 15 cm de comprimento, são calculados 4 litros de água por cm de comprimento do corpo.

Além destas recomendações, deve-se também levar em consideração as indicações acima sobre as dimensões necessárias.

Fonte: Aquariofilia.org

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Saiba tudo sobre o peixe Betta

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O peixe betta splendens (ou Peixe Beta em português) é um dos peixes ornamentais mais populares em todo o mundo! Por sua beleza encantadora, olhares curiosos e sua cauda colorida desperta o interesse em muitas pessoas. Mas para cuidar dessa espécie é preciso adquirir informações importantes, antes mesmo de comprar um e seus equipamentos necessários.

Os peixes betta mais comuns são o peixe betta vermelho e o peixe beta azul mas existem diferentes cores e tamanhos deste peixinho que adora uma boa briga! Você precisa ter cuidado ao colocar um peixe betta macho em contato com outro no mesmo aquário, eles irão brigar até que um dos dois morra. Por este motivo o ideal é apenas ter um peixe betta macho por cada aquário, já o número de peixe betta fêmea pode variar e depende de quanto grande é o seu aquário. Se for colocar fêmeas Betta, coloque ou uma só, ou mais que duas e coloque-as todas de uma vez, crie espaços no tanque para os peixes se esconderem, como castelo e arcos que além de tudo deixam seu aquário mais bonito.

Se um betta macho gosta de uma fêmea Betta ele vai abrir as suas brânquias, transformar seu corpo e suas barbatanas. Se uma fêmea gosta de um Betta macho, ela vai se contorcer diante dele. Este é um ritual de acasalamento próprio da reprodução do peixe beta.

Peixe Betta precisa de um aquário adequado

O sue peixe betta precisa de espaço para poder abrir a cauda, caso contrário poderá ficar estressado dentro do aquário se estiver sempre tocando outros peixes ou mesmo o vidro. Coloque o seu peixe beta em um aquário de pelo menos cinco litros ou maior, o peixe vai gostar de ter espaço para se exercitar e você se diverte assistindo ele nadar pelo aquário. Tente manter seu aquário coberto pois o seu peixe Betta pode tentar escapar.

As fêmeas do peixe Betta são menores e não têm a barbatana comprida como a do macho, por este motivo muitos criadores inexperientes acabam saindo das pet shops somente com peixes beta macho que consideram mais bonitos sem saber do perigo que representa para criar peixe betta de forma adequada.

Peixe Betta Fêmea

Ao manusear seu peixe betta evite colocá-lo em uma rede uma vez que isso poderia danificar as suas barbatanas delicadas. Em vez disso use um copo pequeno ao transportá-lo para evitar que se machuque. Apesar de ser um peixe de temperamento agressivo e com fama de “durão” já que adora uma boa briga o peixe Betta na verdade é um peixe ornamental muito frágil que requer cuidados.

Se você puder oferecer as corretas condições ao seu peixe betta ele não ficará triste e parado sem se mexer em um canto do aquário. O peixe betta macho quando feliz faz muitas bolhas e se movimenta com energia e desenvoltura que encanta.

Cuidados e dicas

A boa saúde do seu peixe betta começa por um aquário em boas condições e neste sentido a água é um dos fatores mais importantes: lembre-se de limpar seu aquário com frequência, é preciso remover as fezes e restos de comida. A água do aquário deve ser trocada parcialmente, metade de água nova (de preferência use água mineral), metade de água antiga do tanque, pelo menos uma vez por semana.

Não utilize água da torneira mas se for inevitável não se esqueça de usar um produto químico para condicionar a água, pois o cloro da água da torneira pode matar o seu peixe Betta. Certifique-se que a temperatura da água é a mesma, mudanças bruscas também pode matar o peixe ou deixar seu peixe betta doente.

As lojas de animais de estimação vendem termômetros próprios para aquários que não servem apenas para fins estéticos, são importantes para controlar a temperatura da água.
Você também precisa se preocupar com a filtragem: um filtro externo ajuda a manter a qualidade da água e o aquário fica mais saudável, proporcionando um ambiente mais agradável ao seus peixes betta.

O peixe betta é originário da Tailândia e não gosta nem um pouco de frio. O aquário do peixe Betta irá necessitar de um aquecedor de água se você estiver em um local muito frio ou residência sem aquecimento. Existem aquecedores para aquários de 4 a 12 litros. Recomendamos que você coloque um aquecedor de água em seu aquário durante o inverno.

Ótima companhia

Eles são peixes bem espertos, quando você estiver por perto do aquário converse um pouquinho com seu peixe Betta, após um tempo ele reconhecerá a sua voz e o seu rosto e ficará feliz em lhe ver.

Antes de criar um peixe betta ou mesmo se você já possui este peixinho saiba que o mais importante é saber como cuidar dele. Mesmo que seu desejo seja aquele de ter o aquário mais belo saiba que um peixe betta feliz e saudável será mais bonito e embelezará o seu aquário, trazendo movimento e cor. Ninguém gosta de ver um peixe triste, um peixe beta doente esquecido em um canto do aquário.

Confira algumas dicas essenciais e veja os erros mais comuns na criadores inexperientes cometem na criação de peixe betta e que podem matar seu peixinho. Para agradecer sua visita preparamos 10 lições por email gratuitas que lhe ajudarão a ter um peixe betta muito mais feliz, insira seus dados logo abaixo e receba agora a primeira lição!

Por causa da beleza, o peixe betta é muito procurado para aquários domésticos. Poucos sabem, no entanto, do que ele realmente precisa para nadar de forma saudável. À primeira vista, o peixe betta nem é tão exigente: três bolinhas de ração específica bastam para matar sua fome. O aquário não precisa ser imenso, nem ter filtros de limpeza.

Só um detalhe é fundamental e pouca gente cuida disso: para que esse peixe com fama de brigão viva bem, ele deve se sentir em casa. Ou seja, como o betta veio dos arrozais do Tibete, o aquário deve imitar esse ambiente com algas, pedras e areia. “Quando deixado só na água, sem nada, o peixe pode se estressar, desenvolver doenças e até morrer”, diz o especialista Luiz Fernando Duboc.

 

Nome científico: Betta splendens

Nome popular: Betta

De onde veio: dos arrozais do sudeste asiático, especialmente aqueles na região do rio Mekong, no Tibete

Características: o macho é normalmente maior e tem uma cauda que se abre quando se sente ameaçado. A fêmea tem uma cauda comum, relativamente pequena

O aquário ideal:

. Dimensões: 15 cm (comprimento) X 12 cm (largura) X 12 cm (altura)

. Água: 25% filtrada e o restante turva. Ou seja, só troque um quarto da água do aquário a cada limpeza

. Para completar: areia fina, algas e pedrinhas, que imitam seu habitat

 

Fonte: Site Peixe Betta / Abril Saúde

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Neon Blue Goby, beleza e resistência

neon blue

Diversos atributos fazem do Neon Blue Goby (Elacatinus oceanops) um peixe interessante para aquaristas marinhos novatos. Parece ter sido o primeiro peixe ornamental marinho a ser criado em cativeiro, destacando-se pelas listras na cor azul incandescente e pela facilidade de manejo, e por ser muito resistente em sistemas fechados. Seu comprimento não passa de 5 centímetros, o que permite mantê-lo em aquário compacto com até 140 litros. Facilmente encontrado nas lojas de aquarismo, é criado em escala em todo mundo. Não ser proveniente de captura é mais um ponto a favor na escolha desse pequeno peixe.

Na natureza

O habitat de Neon Blue Goby está no Oeste do Oceano Atlântico, concentrado principalmente nos recifes de corais da Flórida, nos Estados Unidos. Normalmente, a espécie vive em profundidade média de 1 metro, mas pode ser encontrada até 40 metros abaixo da superfície. É comum ver o Neon Blue Goby fazendo simbiose com peixes de recife de diversos tamanhos. Nessa atividade, ele presta serviço de retirada de ectoparasitas os quais ingere como alimento. A troca é vantajosa para ambas as partes.

Na costa brasileira vive um peixe muito parecido: o Neon Goby Amarelo (Elacantinus fígaro). A diferença está na faixa colorida, em vez de azul, é amarela. A coleta do primo brasileiro é proibida pelo Ibama e até pouco tempo, era quase impossível conseguir uma autorização para reproduzi-lo comercialmente. Mas há notícia de que atualmente existe criação legalizada da espécie no Brasil. Nos Estados Unidos, já criam Neon Goby Amarelo há muitos anos e fazem hibridização dele com o Neon Blue Goby.

Comportamento

O Neon Blue Goby é extremamente territorial, mas somente com indivíduos da própria espécie e do mesmo sexo. No máximo, dá pra ter um casal da espécie no mesmo aquário. Mas, por ser quase imperceptível a diferença entre macho e fêmea, não se deve comprar um par a não ser que esteja junto e conviva pacificamente. Já com os peixes de outras espécies, o Blue Goby não é agressivo. Pelo contrário. Dá mostras de achar ótima a companhia. Passa a maior parte do tempo limpando os colegas dos quais remove pequenos parasitas. É comum ver um peixe se “deitar” na frente dele, sinal de que ele deseja receber o serviço de limpeza.

Ambiente

Habitante de regiões de recife, o Blue Goby prefere aquário com bastante rocha e que abrigue outros peixes de recifes, como Palhaços, Tangs e Wrasses. Gosta de ambiente bem iluminado. Tolera temperaturas de 22 a 28 graus, densidade de água de 1021 a 1026, pH de 8.1 a 8.4 e dKH de 6.0 a 12. Adapta-se aos mais diversos fluxos de circulação da água no aquário.

Dieta

Carnívoro, o Blue Goby come crustáceos e pequenos parasitas em seu habitat. Já em sistemas fechados, todos os peixes marinhos necessitam de dieta variada. No caso do Neon Goby, escolha raçoes com microgrânulos ou flocos que possam ser ingeridos pela boca bem pequena dele.

A escolha

Ao adquirir um Blue Goby não se esqueça de verificar a limpeza do sistema de aquários onde ele se encontra, bem como a saúde dos peixes bem ali estão (verifique toda a bateria de aquários interligados). É essencial que a cor do peixe seja vibrante. Estando tudo aparentemente em ordem, peça para o vendedor alimentar o peixe na sua frente. Comer é uma confirmação de boa saúde.

Quer saber onde encontrar produtos para aquarismo? Acesse www.terrazoo.com.br

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Ofertas imperdíveis na Semana de Aquarismo Terra Zoo!

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Você já tá sabendo da Semana de Aquarismo da Terra Zoo? São descontos incríveis de até 90%, em todas as nossas lojas e no site pra deixar qualquer aquário de tirar o fôlego. Para ficar ainda melhor, a cada dois dias, um grupo diferente de peixe estará com até 30% de desconto. E se você ama esse universo assim como eu, vai adorar conhecer o novo aquário da Terra Zoo no Rio Anil Shopping!

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Semana de Aquarismo Terra Zoo. Descontos para deixar qualquer aquário de tirar o fôlego.

 

 

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Já conhece a TV Terra Zoo? Confira a novidade!

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Vários quadros como o Você Precisa Saber, Da Terra e Minha Vida de Pet serão apresentados por Beto Lima, um dos nossos colaborazoores, sempre com muita simpatia e descontração, mas também com muita informação sobre esse universo tão encantador!

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Terra Zoo recebe visita de consultor técnico da Lumare Import

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Nos dias 31/05 a 03/06, a Terra Zoo recebeu a visita do sr. Homero Costa, consultor técnico da empresa Lumare Import, fornecedor dos produtos Microbe-Lift, que esteve à disposição dos clientes para tirar todas as dúvidas sobre uso dos produtos para a prática do Aquarismo.

Na ocasião, ele também ministrou treinamento aos colaborazoores do setor de aquarismo das lojas Terra Zoo da Cohama, Rio Anil e Forquilha. Tudo para as equipes estarem cada vez mais atualizadas e mais preparadas para atender clientes.

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