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A docilidade é a principal característica dos ratos brancos e são facilmente adestráveis. A linhagem deles vêm dos ratos de laboratório, do gênero e espécie Rattus norwegicus. O rato Wistar ou rato branco, assim chamado porque foi criado no Wistar Institute of Psichology and Biology, na Universidade de Pensilvânia, nos EUA, é uma variedade albina de Rattus norwegicus.

Além de ter sido utilizado em Wiscar, o rato albino tem sido usado extensivamente desde que se começou a lidar com psicologia animal, isto é, desde os anos 30.

É comum que os estudantes se afeiçoem aos “seus” ratos e passam a humaniza-los, isto é, a atribuir-lhes uma conduta humana. É comum ouvir um estudante dizer: “O Tuca hoje não está nos seus melhores dias” ou “O Zeca hoje está amuado”, referindo-se aos roedores.

Em Psicologia, o rato branco foi usado como um animal praticamente básico para experimentos de aprendizagem. Primeiro, nos labirintos: o mais simples é aquele em forma de T, onde o rato devia escolher um dos braços, que leva a comida.

Mais tarde, B.S Skinner propôs o que ficou sendo conhecido como a caixa de Skinner. É uma caixinha com porta de vidro, onde o rato pode ser observado. A sua direita ele tem uma alavanca que, acionada, faz aparecer uma gota d´água. O rato deve pressioná-la se ele quiser beber.

E ele aprende. Aprende principalmente pela dupla afeto-comida. O afeto parece ser indispensável para estes pequenos roedores: muito desconfiados eles têm o ouvido e o olfato bastante apurados e “sentem” quando podem confiar em alguém. Pela comida e pela bebida eles são treinados nos laboratórios de Psicologia: pelo afeto, eles vivem no bolso dos aventais dos seus donos, correm pelos seus braços, comem em suas mãos, atendem seus chamados, até mesmo pelo nome.

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Terra Zoo

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