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Como prevenir tártaro em cães

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Assim como os seres humanos, os cachorros também desenvolvem o tártaro e isso muitas vezes é negligenciado pelos tutores de cães e gatos. Muitas vezes os donos não sabem nem em que estado estão os dentes do animal pois não tem o costume de checar a boca do cão com frequência.

Às vezes os dentes da frente parecem saudáveis mas os dentes de trás estão cheios de tártaro. Tenha o costume de sempre verificar como estão os dentes do seu cachorro e saiba identificar o tártaro. Se você não se sente seguro para mexer na boca do cachorro (o ideal é acostumar desde filhote), leve-o no veterinário para que o profissional diga se o seu cão precisa da cirurgia de limpeza de tártaro.

O que é o tártaro?

O tártaro é uma placa de bactérias que vai acumulando com o tempo por conta de restos de comida. Mesmo que o cachorro só se alimente de ração seca, biscoitos crocantes para cachorro e petiscos que “limpam” os dentes, muitas vezes isso não é suficiente.

Os riscos do tártaro

O tártaro é um acúmulo de bactérias e ele vai consumindo a gengiva do animal. Conforme o avanço do tártaro, as bactérias podem entrar na corrente sanguínea e irem parar no coração, nos rins e fígado, levando até à morte do cachorro. Sim, tártaro pode matar seu cão.

Como evitar o tártaro?

É importante saber que o tártaro é uma questão de tendência. Alguns cães possuem o pH bucal que facilita o acúmulo do tártaro, assim como algumas pessoas tem mais tendência pra ter placa e outras não. Normalmente, as raças pequenas são mais propensas a ter tártaro, mas isso não é uma regra. Cachorros grandes também podem ter tártaro e há cachorros pequenos que não tem essa tendência. Vai variar de acordo com o indivíduo.

A única forma de evitar o tártaro (ou prorrogar o aparecimento dele, caso seja um cão com mais tendência) é a escovação DIÁRIA. Sim, você precisa escovar os dentes do seu cachorro todos os dias.

Também existem opções de produtos em que não é necessária a escovação como o Defengy OC, que é uma pasta oral com gosto de mental e é comestível, recomendada para cães que não aceitam escovação. Confira aqui.

Como saber se meu cão está com tártaro?

Um dos primeiros sintomas do tártaro é o mau-hálito. Às vezes você não vê tanta diferença na coloração dos dentes mas começa a sentir que o cão está com “bafo”, isso normalmente indica que o tártaro está se acumulando.

Os dentes afetados pelo tártaro ficam amarelos e vão passando pro marrom. Além disso, o tártaro começa a empurrar a gengiva, deixando-a vermelha, inflamada e em casos mais graves, correm o tecido gengival. Em casos ainda mais graves, o cachorro para de se alimentar, pois o tártaro causa dor e o cachorro começa a evitar a mastigação.

 

Meu cão já está com tártaro, o que fazer?

Não procure soluções caseiras para acabar com o tártaro do seu cachorro, procure um veterinário e ele vai dizer se é necessária a cirurgia de limpeza de tártaro. Nada que você faça em casa vai eliminar o tártaro do seu cachorro uma vez que ele estiver instalado.

Como é o tratamento de tártaro em cães?

É feita uma cirurgia simples para a limpeza do tártaro, normalmente realizada por um odonto veterinário (dentista) e um anestesista. A anestesia mais indicada é a inalatória, por ser mais segura para a maioria dos cães.

São necessários exames pré-operatórios para ter certeza que seu cachorro está saudável para realizar o procedimento, que é simples e o cão volta pra casa no mesmo dia.

Fonte: Site Tudo sobre Cães

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Calendário de vacinação em felinos

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As vacinas para gatos são algo de extrema necessidade para que a saúde e o bem-estar dos bichanos possam ser constantes, e quem deseja ter um felino como parte da família, deve estar ciente da importância que essa imunização tem na vida dos animais. Levando em conta que o sistema imunológico dos gatos filhotes ainda não é completamente desenvolvido, esse cuidado se torna ainda mais preciso na primeira fase da vida dos bichanos, que podem garantir sua proteção contra problemas graves na saúde dos felinos.

Imunizando os gatos de doenças como Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicivirose, e Clamidiose, a vacina quádrupla – conhecida como V4 – é, na maioria das vezes, a escolha de quem busca a proteção de seus novos gatinhos. Entretanto, o mercado conta, ainda, com a versão V3 para as vacinas para gatos, sendo que a diferença entre elas está na quantidade de antígenos presentes na sua formulação.

Seja qual for a sua escolha, ela deve ser aprovada e aplicada por um profissional veterinário de confiança, pois somente ele terá condições de definir quais são as prioridades de imunização para seu pet, além de poder indicar vacinas adicionais para protegê-lo de outras doenças comuns que não fazem parte dos pacotes polivalentes, como Raiva, Leucemia Felina e Dermafitose.

Tendo em vista que o calendário de vacinação felina é específico, fica reforçada a necessidade de uma visita ao veterinário, que poderá dar as instruções adequadas em relação aos tipos de vacina e tempo de intervalo entre elas, garantindo que a imunização seja completa e eficiente.

Além disso, o profissional veterinário também terá condições de identificar outras possíveis complicações que o gatinho esteja sujeito a ter (de acordo com sua raça ou o ambiente em que vive, por exemplo), ajudando a prevenir mais um leque de problemas na vida do animal e de sua família. Conheça, neste artigo, as principais doenças que podem ser imunizadas por meio das vacinas para gatos, e saiba que tipo de cuidado é necessário para garantir a eficácia das vacinas e a saúde do seu pet.

Calendário de vacinas para gatos

As vacinas mais importantes para manter seu bichano longe dos principais perigos felinos são a vacina polivalente e a vacina antirrábica; sendo que a polivalente pode ser encontrada em duas versões diferentes: tríplice e quádrupla – respectivamente chamadas de V3 e V4. Também existem no mercado, vacinas V5, que incluem imunização contra Felv (leucemia felina). Conforme citado anteriormente, a diferença entre elas se dá em função da quantidade de antígenos contida em cada uma.

A V3 (Vacina Tríplice) previne os gatos contra Panleucopenia, Rinotraqueíte e Calicivirose; enquanto a V4 (Vacina Quádrupla), além de todos os antígenos contidos na V3, inclui, ainda, a proteção contra a Clamidiose e a V5 inclui a imunização contra Felv. Confira, abaixo, como seguir os intervalos corretos entre as doses para proteger o seu gatinho:

Aos 60 dias de vida: 1ª dose da polivalente
Aos 90 dias de vida: 2ª dose da polivalente
Aos 120 dias de vida: vacina antirrábica

Conforme detalhado acima, cada uma das doses destas principais vacinas para gatos devem ser administradas com um intervalo de 30 dias, sendo que a primeira dose só pode ser dada ao bichano a partir de seus 60 dias de vida.

Doenças felinas imunizadas pela vacinação

Tendo em vista que Raiva, Clamidiose, Rinotraqueíte, Panleucopenia e Calicivirose são algumas das doenças mais perigosas para os gatos e que todas elas podem ser imunizadas com o simples ato da vacinação, conheça, a seguir, um pouco mais sobre elas:

  • Panleucopenia: Extremamente contagiosa, a Panleucopenia Felina é transmitida por meio do contato com animais doentes ou objetos contaminados com o vírus da doença. Febre, vômitos, falta de apetite, depressão e diarreia são alguns dos sintomas mais comuns em felinos infectados; sendo que filhotes podem, ainda, sofrer com a falta de coordenação motora. Provocando alterações nas células de defesa do organismo dos bichanos, a doença os deixa mais suscetíveis a outras complicações, que podem levar o pet à morte.
  • Rinotraqueíte: Causada pelo herpesvírus – responsável por mais de 40% das doenças respiratórias em felinos – a Rinotraqueíte é fatal para 60% dos filhotes que desenvolvem a doença. Altamente contagioso, o problema tem o aparecimento de espirros, rinite, salivação, conjuntivite, febre, falta de apetite e secreções nasais entre os seus principais sinais.
  • Calicivirose: Causando uma espécie de gripe nos gatos, a Calicivirose afeta as mucosas oral e respiratória dos felinos, e a presença de úlceras na cavidade oral do animal é o sinal mais típico da doença. Podendo ser associada a outros problemas (como a Rinotraqueíte, por exemplo), a complicação também pode facilitar a infecção do animal contaminado por doenças diferentes, que podem evoluir para pneumonias e levar o gato a óbito.
  • Clamidiose: Tendo os microrganismos intracelulares como agentes causadores, a Clamidiose se apresenta como uma mistura entre a rinite e a conjuntivite aguda, tendo febre, secreções oculares e espirros como seus principais sintomas.
  • Raiva: Podendo afetar todos os mamíferos, esta zoonose pode ser transmitida por meio da saliva de animais contaminados e pela mordida de morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue). Responsável por alterações no sistema neurológico dos infectados, a Raiva não tem cura, e sua única forma de prevenção é por meio da vacinação antirrábica. Alterações de comportamento, fotofobia (medo de luz), agressividade, hidrofobia (medo de água) e falta de apetite são alguns dos sintomas mais comuns em gatos com a doença.
  • Felv (leucemia felina): A Leucemia felina é uma doença causada pelo vírus FeLV que compromete as defesas imunológicas dos gatos domésticos e felídeos selvagens. Com o vírus, o felino fica vulnerável a doenças infecciosas, lesões na pele, desnutrição, cicatrização mais lenta de feridas e problemas reprodutivos.

Vacinação de filhotes felinos

Embora a necessidade das vacinas para gatos seja ainda maior quando filhotes, é preciso lembrar que os felinos não devem ser vacinados antes dos 60 dias de vida, já que os anticorpos passados de mãe para cria podem interferir na eficácia das vacinas, fazendo com que a imunização do gatinho não seja completa.

Outro cuidado que deve ser tomado antes de vacinar o seu felino – em qualquer idade – é o de certificar-se de que ele está saudável e sem sintomas como febre ou diarreia, por exemplo.

Vale a pena lembrar que, por seus sistemas imunológicos ainda não estarem completamente desenvolvidos, gatos filhotes não devem ser expostos às ruas ou a outros animais enquanto não tiverem tomado todas as vacinas necessárias aos felinos; já que, nesta fase, o risco de contaminação por qualquer tipo de doença é muito maior. Tendo isso em mente, basta levar seu bichano para a vacinação, e reforçar as doses anualmente para que ele continue protegido.

Vacinação de gatos adultos

Independentemente da idade do gato, a vacinação segue como item imprescindível. Como estes já apresentam o sistema imune formado, basta uma dose da polivalente e uma dose da antirrábica. Feito isso, basta reforçar a dose todos os anos para mantê-lo longe de problemas.

Gatos adultos também devem estar saudáveis e vermifugados para que possam receber toda a proteção oferecida pelas vacinas, e passar por uma consulta com um veterinário pode ser uma boa pedida – principalmente, se o felino tiver sido adotado das ruas, pois tem mais chances de ter sido exposto a diferentes doenças e zoonoses.

Reações das vacinas para gatos

Há uma série de reações que podem ser desencadeadas nos gatos que recebem vacinas e, embora não sejam tão frequentes, é importante que os donos de pets fiquem atentos aos sinais.

Durante a primeira imunização dos felinos, infelizmente, não é possível prever complicações; no entanto, há medidas que podem ser tomadas por profissionais veterinários para diminuir reações em gatos que já demonstraram uma tendência para problemas desse tipo. Estas precauções serão tomadas de acordo com os motivos da reação do animal e, em alguns casos, a administração de antialérgicos ou anti-histamínicos pode ser recomendada antes da vacinação.

Coceiras na cabeça e no rosto, dificuldades respiratórias, vômitos e falta de coordenação são alguns dos sintomas mais frequentes em bichanos com reações às vacinas e, ao notar qualquer um destes sinais no seu pet, não hesite em levá-lo para uma clínica veterinária. Sem o pronto-atendimento o gato pode desenvolver ainda mais complicações, que podem ser fatais.

Reações que incluem paralisias localizadas e um andar manco do bichano podem ser causadas em função da maneira com que a vacina felina foi aplicada, e não pelo seu conteúdo. Entretanto, a melhor pedida ao perceber qualquer tipo de comportamento incomum no seu pet após a vacinação é recorrer a um profissional da saúde animal.

Fonte: Site CachorroGato

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Terra Zoo na Fecoimp 2018

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De 12 a 15 de setembro, a Fecoimp – Feira do Comércio e Indústria de Imperatriz vai movimentar a cidade e região. Realizada pela Associação Comercial e Industrial de Imperatriz-ACII, em parceria com empresas e instituições públicas e privadas, a Fecoimp tem como princípio básico a integração, a divulgação e o fomento do comércio e indústria.

A Terra Zoo e a Potiguar estão presentes com um stand, especialmente montado com cenários,  oferecendo uma demonstração do mix de produtos encontrados nas lojas e atrações imperdíveis para os visitantes da Fecoimp. Dentre elas, oficinas de decoração como: iluminação e decoração de ambientes, utilização de tintas e efeitos marmorizados ministradas por arquitetos e decoradores da Potiguar. A Terra Zoo irá oferecer oficinas de aquarismo (como montar aquários), jardinagem (técnicas de plantio), demonstração de tosa e cuidados básicos de cães e gatos, ministradas por profissionais das respectivas áreas como biólogo e veterinária.

No stand, também acontecerá a ação Foto Premiada, onde o visitante poderá tirar qualquer foto de seu celular, postar em seu perfil no Instagram (deixando o perfil público), marcar @terrazoo e usar a hashtag #terrazooitz e receber a foto impressa. Dentre essa fotos impressas, algumas serão premiadas com 15% de desconto em compras (somente no setor pet, como rações e acessórios) ou um banho e tosa (na máquina) para cão de qualquer porte, na loja Terra Zoo de Imperatriz. A validade para utilização da premiação é até o dia 29 de setembro de 2018.

 

A Fecoimp 2018 acontece até o dia 15 de setembro, no Centro de Convenções de Imperatriz, na rua Marechal Hermes da Fonseca- Centro.

 

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Saiba como proteger seu cão contra barulho de fogos de artifício

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Em determinadas épocas do ano como Natal, Ano Novo, festas juninas e mais especificamente, Copa do Mundo, fogos de artifício são muito comuns. O que muitas pessoas não sabem é que os animais, principalmente cachorros, sofrem muito com estes barulhos. Saiba como acalmar seu cachorro contra fogos de artifício, evitando que ele se machuque gravemente ou até de uma fatalidade.

Para acalmar seu cachorro nestas situações, é necessário compreender o medo do seu animal. Cachorros têm uma audição muito sensível. Por isso, o som dos fogos, como alarmes e trovões, provocam muita ansiedade e inquietação nesses animais.

Em dias tranquilos, pode ser interessante fazer seu cachorro escutar o som dos fogos, pelo celular, computador ou televisão. Ao mesmo tempo que ele ouve o barulho, faça brincadeiras e dê petiscos. Assim, o cachorro irá associar o barulho à um momento de diversão e poderá ficar mais calmo quando os fogos acontecerem de fato.

Colocar um pouco de algodão nos ouvidos do animal pode ajudar a reduzir a intensidade do som. Outra opção é ligar o som da televisão ou do ar condicionado, isso pode ajudar a tirar a atenção dos sons dos fogos lá fora.

Deixe seu veterinário por dentro do problema. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de tranquilizantes. Além disso, eles podem indicar soluções para o problema mais específicas para o seu cachorro.

Verificar as portas de casa, colocar a guia no animal e ter uma coleira de identificação podem ser medidas essenciais para que o cachorro se sinta mais seguro. Além disso, pode evitar que o cachorro fuja com medo e se perca, podendo sentir mais medo por estar sozinho.

Truque do Pano

O truque do pano já é conhecido por muitos donos de cachorros. Enrolar um pano em volta do seu animal faz com que ele se sinta “abraçado” e seguro. Isso pode ajudar a acalmar seu cachorro contra fogos de artifício.

 

Fonte: Blog Zee Dog

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Saiba como manejar lagartos e serpentes

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Bem diferentes dos mamíferos e das aves, lagartos e serpentes causam repulsa e medo em algumas pessoas. Outra parte do público considera esses répteis sem graça, sem sentimentos e com a aparência pouco atrativa. Mas há também quem sinta fascínio inexplicável por eles e os veja como mascotes diferenciados, silenciosos, com traços únicos e admiráveis.

Entre os répteis mais presentes nos lares brasileiros estão os lagartos Gecko e Pogona e as serpentes Snake e Píton. São todos animais exóticos, ou seja, não encontrados naturalmente na nossa fauna. Apesar de, desde 1998, a portaria 102 do Ibama proibir a importação de répteis exóticos para a implantação de criadouros, não existe impedimento formal para a sua comercialização.

Origem e curiosidades

Os lagartos Gecko são nativos do deserto do Norte da Índia e do Paquistão. De hábitos noturnos, medem até 20 a 25 cm considerando-se também a cauda, sendo as fêmeas um pouco menores que os machos. Chegam a pesar entre 100 a 120 g, com expectativa de vida entre 10 a 20 anos, apesar de um Gecko ter vivido nos Estados Unidos por 39 anos.

Já os lagartos Pogonas, originários da Austrália, são maiores. Alcançam até 60 cm incluindo a cauda e têm expectativa de vida de até 12 anos.

Quando às serpentes, as duas espécies desta matéria não são venenosas. A Corn Snake, que vem do sul dos Estados Unidos, é considerada por muitos, a serpente mais mansa do mundo. De fácil manuseio, tem porte relativamente pequeno (alcança 1,5m, no máximo). Vive aproximadamente por até 20 anos.

As Pítons, de origem Asiática, são bem maiores. Podem atingir cerca de 6m, com expectativa de vida de 30 nos. Destacam-se também pela beleza e comportamento calmo, mas, por serem extremamente fortes, exigem destreza e atenção no trato, pois são capazes de estrangular uma pessoa.

Alimentação

Cada espécie tem seus hábitos alimentares. Para os Geckos basta dar larvas de tenébrio, baratas e outros insetos, os quais podem ser servidos em forma de rodízio. Durante o crescimento, precisam de alimentação diária e, quando adultos, as refeições podem ser ofertadas em dias alternados.

Os Pogonas são onívoros: aceitam, além de tenébrios e baratas, pequenos vertebrados como neonatos de camundongo. E na fase adulta, necessitam também de vegetais, como folhas e frutas. A recomendação é alimentá-los diariamente.

De outra parte, as serpentes Corn Snake e Píton são exclusivamente carnívoras. Dão-se bem com camundongos ou ratos, que podem ser servidos vivos (criação caseira) ou aquecidos em temperatura ambiente (quando comprados congelados).

Uma forma prática de alimentar serpente no momento certo é fazê-lo sempre que ela defecou. Normalmente, isso acontece uma vez por semana, mas o metabolismo pode acelerar ou ficar mais lento dependendo da temperatura ambiente (calor estimula a comer mais).

O terrário

A criação de répteis é feita tradicionalmente em terrário, cujas medidas variam conforme o tamanho adulto e a quantidade de exemplares colocados juntos. O espaço deve ser suficiente para conter também galhos, pedras, tocas, vasilhas de água e comida, e para deixar para a movimentação dos animais pelo menos 40% da área do terrário.

Uma regra básica da criação de répteis é deixar um dos lados do terrário mais quente, com fonte de calor, e o outro mais frio, com algum recipiente contendo água. O animal escolhe qual lado quer ficar conforme sua necessidade de termorregulação.

A água é importante para proporcionar a umidade necessária para a ecdise, que é a troca de camada mais externa da pele. É necessária uma pedra ou um galho resistente para o animal ter onde se esfregar ao remover a pele velha.

É essencial também que o terrário disponha o esconderijo. Apesar de os répteis manifestarem menos estresse de cativeiro que outras espécies, os casos que ocorrem são, em sua maioria, causados por ausência de um abrigo onde se sintam seguros.

O substrato mais prático é o de papel toalha, por facilitar a limpeza. Outras opções são terras e cascalhos de madeira. Areia também pode ser usada, mas é melhor evita-la com lagartos. Há riscos de eles a engolirem, principalmente quando estressados, e adquirirem impactação (ou sablose), que é acumulo de areia no trato gastrointestinal.

Mais de um

Tanto a Corn Snake quanto a Píton convivem bem com outros indivíduos de sua espécie. Quanto aos lagartos, como Geckos e Pogonas, vivem sozinhos na natureza. Nesse caso, mas de um macho no terrário não acostuma ser boa ideia, já que as brigas ocorrem com frequência. Fêmeas são mais tolerantes, mais podem disputar comida e território. Caso a opção seja manter mais de uma fêmea no mesmo terrário, todas deverão ter um esconderijo individual para usarem como local de fuga.
De olho na saúde

Por causa do metabolismo lento, os répteis se movimentam menos que os outros animais, o que dificulta identificar os problemas de saúde ainda no início. Muitas vezes, quando se percebe algo de errado, o caso já é grave. Sendo assim é de extrema importância dar atenção frequente a esses animais. Além de ficar de olho em qualquer pequena mudança de comportamento, como inapetência e apatia, é interessante submeter os répteis, pelo menos uma vez por ano, a exame clínico feito por veterinário especialista.

Conforme a Resolução 829/2006, do Conselho Federal de Medicina Veterinária, qualquer animal necessitando de assistência, independentemente de ter ou não origem legal, deve ser atendido. Então, não tenha receio de procurar ajuda profissional sempre que julgar necessário.

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Feirinha de Adoção, neste sábado, na loja do Rio Anil Shopping

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Neste sábado, 23/09, acontece mais uma edição da Feirinha de Adoção Terra Zoo. Desta vez, na loja do Rio Anil Shopping. A última edição, na Forquilha, promoveu a adoção de mais de 100 pets, entre cães e gatos, adultos e filhotes.

Cães e gatos SRD (Sem Raça Definida), adultos e filhotes, estarão disponíveis para adoção a partir das 10h da manhã, todos vacinados e com microchip de identificação. Se você quer ter um pet, ou aumentar sua família, essa é oportunidade de receber e oferecer amor a animais resgatados e que precisam de um lar.

Para adotar, é preciso atender aos seguintes requisitos:

Ser maior de 18 anos;
Apresentar RG e comprovante de residência;
Passar pela entrevista de adoção com as ong’s.

Além de promover a Feirinha, a Terra Zoo abraça a causa animal e doará as ong’s e protetores participantes, 10 quilos de ração por cada animal adotado.

Feirinha de Adoção Terra Zoo!
Sábado, 23 de setembro, a partir das 10h na Terra Zoo do Rio Anil Shopping.

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Ongs e projetos recebem rações da Feirinha de adoção de julho

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Nesta semana, as 5 ONG’s e projetos, que participam da Feirinha de Adoção da Terra Zoo, receberam os quilos de ração correspondentes ao número de animais doados no dia do evento.

A Feirinha de Adoção aconteceu no dia 15 de julho, na loja da Forquilha e foram doados 103 pets, sendo 79 cães e 24 gatos SRD (Sem Raça Definida), entre adultos e filhotes. As ONG’s Amada, Dindas Formiguinha e Lar de Noé e os projetos Mutirão de Doação de Ração e Cães e Gatos de Rua de São Luís  receberam as doações que irão alimentar seus animais tutelados e, também, de protetores independentes que participaram da feirinha agregados aos grupos citados.

Amada recebeu 300 kg de ração
Dindas Formiguinha recebeu 420 kg de ração

 

 

 

 

Projeto Cães e Gatos de Rua de São Luís recebeu 120 kg
Lar de Noé recebeu 170 kg de ração

 

Mutirão de Doação de Ração recebeu 20 kg
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Pets: eles também podem voar!

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Tratados como integrantes da família, os cães tornaram-se companheiros dos donos até nas viagens aéreas. Grande parte não abre mão de ter a companhia do seu amigo na hora de viajar,  mesmo podendo deixá-los em hotéis especializados para cães, ou com alguma pessoa de confiança. A decisão é justificável, uma vez que os cães apegados a seus donos, podem sentir falta deles, gerando apatia, tristeza e falta de apetite. Sem falar que levar o mascote na viagem pode ser bem divertido.

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Se o seu pet vai viajar, e o meio de transporte escolhido for o aéreo, algumas recomendações devem ser seguidas. Por exemplo, é preciso reservar com antecedência e observar várias normas com as companhias aéreas. Cada companhia tem as suas. Umas aceitam cães na cabine, desde que sejam observados alguns pontos, como idade, peso do animal e especificações do container.Outras, no compartimento de cargas, desde que obedecidas as normas para esta situação.

É importante lembrar, que a maioria das companhias aéreas não transporta raças braquicefálicas ( cães de focinho curto, como bulldogs ou pugs, por exemplo ) por causa do risco de terem problemas respiratórios durante os voos. No Brasil, a TAM é a única que aceita todas as raças, mas só transporta as braquicefálicas no porão de carga, em vôos noturnos, quando a temperatura no horário do embarque e desembarque ainda está amena.

Algumas companhias aéreas aceitam o transporte de cães de pequeno porte ou filhotes em bolsas flexíveis, que lembram sacolas, dentro da cabine, desde que obedeçam as especificações determinadas pela cia aérea.

Tanto quando o cão for viajar dentro da cabine, quanto no porão de cargas, é necessário solicitar a reserva com alguns dias de antecedência, e aguardar o retorno da companhia aérea, informando se sua solicitação foi aceita ou não. Algumas companhias têm restrição quanto a quantidade máxima de animais viajando ao mesmo tempo no compartimento de bagagem.

Se a viagem for internacional, também é importante conferir as regras gerais para entrada de animais no país do destino. Para viajar com cães para a União Europeia, o animal precisa ter microchip eletrônico, e destinos como o Reino Unido, Irlanda, Suécia e Malta, impõem condições sanitárias adicionais, que devem ser consultadas junto às companhias aéreas ou consulados, bem antes do embarque, para que as devidas providências sejam tomadas. Vacinas e atestados de saúde veterinários também são necessários.

Além disso, alguns cuidados com os cães também devem ser observados. O transporte de animais requer alguns cuidados: ” E recomendado não alimentar o animal por cerca de 6 a 8 horas antes do embarque. Os animais devem ser transportados em containers de fibra ou plástico resistente, com tamanho suficiente para que possam ficar em pé e efetuar o movimento de 360 graus em seu interior. Deve haver compartimento para água e o piso deve estar forrado com material que absorva os dejetos”, explica Ronan Weber, gerente do setor pet da Terra Zoo, onde podem ser encontrados containers de todos os tamanhos para o transporte seguro e confortável do seu cão.

Além do transporte, é necessário pesquisar hotéis que aceitam animais, restaurantes e locais de visitação que dêem acesso livre a animais de estimação. Levar seu animal de estimação para viajar dá algum trabalho, mas com certeza valerá a pena. É sempre muito divertido viajar na companhia de um grande amigo, e o seu melhor amigo com certeza vai tornar a sua viagem mais divertidas.

A seguir, algumas das regras de algumas cias aéreas nacionais para o transporte dos pets ( com os respectivos links), convém sempre consultá-las bem antes do embarque, uma vez que podem mudar de tempos em tempos:

TAM

O transporte aéreo de cães e gatos pode ser realizado de duas formas:

– Na cabine de passageiros, somente em Classe Econômica, não sendo permitido no Espaço +.

– No compartimento de carga.

Ambas opções possuem controle de temperatura e pressão, e no compartimento de carga a iluminação é mantida.

RESTRIÇÕES

Algumas raças de cães e gatos possuem restrições, como animais de focinho curto, chamados braquicefálicos.  Por apresentarem dificuldade em manter sua temperatura corporal os animais braquicefálicos não são aceitos para transporte como carga, no compartimento de bagagem da aeronave.  É possível transportar estas raças junto a TAM Cargo em rotas 100% domésticas dentro do Brasil.

A temperatura também é um fator de restrição de transporte de animais. Viagens a regiões com temperaturas muito extremas não são recomendadas, esteja atento à época do ano na qual realizará a viagem, bem como o horário do voo e as temperaturas nos locais de saída e de chegada.

PREPARANDO-SE PARA A VIAGEM – CAIXA DE TRANSPORTE

De modo geral, a caixa de transporte precisa ser resistente, bem ventilada, com tamanho adequado ao animal (para que ele consiga dar uma volta completa em torno de si), não pode abrir facilmente, a porta não pode estar trancada com cadeado ou lacre, deve haver um pote acessível por fora para o fornecimento de água, deve estar forrada com material absorvente (jornal, por exemplo), mas sem outros objetos soltos, deve ter alças, não pode ter rodas.

Para animais viajando na cabine:

A caixa deve seguir as seguintes limitações: o peso total não deve exceder 7kg e as dimensões máximas permitidas são 36cm de comprimento, 33cm de largura e 19cm de altura para caixas rígidas e 36cm de comprimento, 33cm de largura e 23cm de altura para caixas caixas soft “sacolas”.

Para animais viajando no compartimento de carga:

A caixa deve seguir as seguintes limitações: o peso total não deve exceder 45 Kg em voos de/para América do Norte e América do Sul e 32 Kg em voos de/para Europa. As dimensões máximas permitidas são 94cm de comprimento, 64cm de largura e 61cm de altura.

 

Documentação 

  • Certificado de vacinação antirrábica exigido para animais com mais de 03 meses de idade. Essa vacina precisa ser aplicada de 30 dias a 01 ano antes do embarque. Filhotes que tenham menos de 03 meses de vida e que, portanto, não tenham tomado a primeira vacina, serão embarcados somente com autorização expressa do veterinário.
  • Atestado de saúde. Emitido pelo veterinário. A validade do atestado é de 10 dias a partir da data de emissão.
  • No embarque, será necessário o preenchimento de formulário de responsabilidade pelo transporte do animal.

 

Para mais informações sobre as regras de embarque para pets na TAM, consulte a Central de Informações TAM CARGO: 3273-2800 (São Paulo) ou 0300 115 9999 (demais localidades). Acesse http://www.tam.com.br/b2c/vgn/img/ServicosInfos/TransportedeAnimais/index.html

 

 

Azul

A Azul aceita apenas cães e gatos transportados na cabine de passageiros.

Não é permitido o transporte no porão.

A empresa limita o transporte de 3 animais por voo sendo 1 por passageiro e por embalagem. Filhotes (de cães/gatos) com idade inferior a doze semanas são aceitos.

O peso total (animal + container) deve ser de, no máximo, 5 kg.

O animal deve ser acomodado em um pet contêiner, que deve atender as seguintes especificações: Altura = 20 cm; Largura = 31,5 cm; Comprimento = 43 cm.

A taxa cobrada é de R$ 200,00 (duzentos reais).

Documentos para o embarque do pet
São eles:
– comprovante de vacina antirrábica: deve ter o nome do laboratório produtor, tipo da vacina e número da ampola utilizada. Seu animal precisa tomar essa vacina há mais de 30 dias e há menos de um ano do embarque.
– atestado de saúde do animal com validade de 10 dias da data de emissão. É só falar com o veterinário!

Saiba mais sobre as regras de embarque para pets na Azul. http://www.voeazul.com.br/servicos/embarque-animal-estimacao

 

GOL

Na cabine de passageiros

Junto com a caixa de transporte o pet deve pesar até 10kg, acima deste peso não poderá ser transportado na cabine de passageiros.

Na GOL são permitidos dois tipos de embalagens: o kennel rígido ou o flexível, resistentes a vazamentos. As dimensões deles devem ser de, no máximo:

– Kennel rígido: 22cm de altura x 43cm de profundidade x 32cm de largura, conter dados de identificação do dono do bichinho, resistente, feito de fibra ou plástico rígido;

​- Kennel flexível: 24cm de altura x 43cm de profundidade x 32cm de largura, conter dados de identificação do dono do bichinho, com estrutura rígida interna para que fique firme, além de ser de material impermeável;

A GOL não transporta animais em:

– voos com mais de uma conexão, neste caso o animal deverá ser transportado como carga;

– voos de companhias parceiras;

– voos interline e codeshare;

– voos para Estados Unidos.

No porão

Caso seu bichinho de estimação ultrapasse as dimensões ou peso máximo para viajar na cabine não se preocupe, ele voa com você, apenas em outro ambiente.

Até 30 kg – no porão dianteiro da aeronave, que possui a mesma pressurização e temperatura da cabine de passageiros. Para o transporte, é cobrada uma taxa no valor de R$ 90,00 (noventa reais) por trecho, mais o peso total do animal junto com a caixa de transporte, multiplicado pelo valor correspondente a 1% da tarifa cheia vigente no dia do embarque do trecho a ser voado. É importante lembrar que as dimensões da caixa de transporte do animal não podem ultrapassar 86cm (A) x 122cm (L) x 135cm (C).

Acima de 30 kg – Neste caso, a viagem é feita pela Gollog, o serviço de cargas da GOL.

A GOL não transporta no compartimento de carga caninos e felinos braquicefálicos.

Documentos

Saiba mais sobre as regras de embarque para pets na GOL. http://compre2.voegol.com.br/

 

Documentos necessários

Assim como você, seu pet deve apresentar alguns documentos para viajar. Um deles é o comprovante de vacinação contra raiva. A vacina é obrigatória para animais com mais de três meses de idade e deve ter sido aplicada há mais de trinta de dias e tem validade de pelo menos de um ano. Outro documento é o certificado de inspeção veterinária, ou atestado de saúde, como também é conhecido. Para ter validade na hora do embarque, o documento deve ser emitido no máximo dez dias antes da viagem.

Dicas extras

– Não viaje com fêmeas em fase de gestação, pois a movimentação pode assustá-las;

– Não viaje com animais muito novos ou muito idosos, pois ambos requerem cuidados mais especiais.

– Se o cãozinho tiver embarcado com você na cabine, durante as escalas, deixe que ele caminhe um pouco para que possa gastar energia, possa se movimentar um pouco depois de um longo período parado e fazer suas necessidades fisiológicas em um local adequado.

  • As regras das companhias aéreas podem sofrer alterações sem prévio aviso. Consulte o site da companhia aérea ao programar sua viagem para ficar livre de surpresas desagradáveis.
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