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Não perca o Zera Estoque na Terra Zoo Forquilha!

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Que tal conferir as ofertas no Zera Estoque na Terra Zoo da Forquilha?

Centenas de produtos em promoção com descontos de 20% a 70%, todos os setores com ofertas imperdíveis!

Até dia 28 de fevereiro e somente na loja Terra Zoo Forquilha!

Avenida Guajajaras, 5000, Galpão 01. Forquilha
CEP: 65.055.285
Fone: (98) 3248-9555
Horário de Funcionamento:
Segunda a Sexta – das 08h00 às 20h00
Sábado – das 08h00 às 18h00
Domingo – das 08h00 às 13h00

 

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Primeira Feirinha de Adoção de 2019

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Obaaaaa!!!! No dia 05 de janeiro, teremos Feirinha de Adoção na Terra Zoo do Rio Anil Shopping. É pra começar o ano com o amor de um novo amiguinho peludo!

PROGRAMAÇÃO:

•FEIRINHA DE ADOÇÃO
Cães e gatos SRD disponíveis!
Das 10h às 18h.
Para adotar você precisa ser maior de idade, ter em mãos documento com foto, comprovante de residência, passar por uma entrevista com a ong na hora da adoção e fazer uma doação de 3kg de ração (pacote lacrado de fábrica) para ajudar outros animais em situação de abandono.

•VENDA DE LANCHES (ONGs)
Para arrecadar dinheiro pra ajudar animais em situação de abandono.
Das 10h às 18h.

•OFICINA DE CHAVEIRINHOS
Inscrição: R$20 (pagamento no dia) – Todo valor arrecado será repassado para as 3 ONGs parceiras da Terra Zoo em São Luís: @amadasaoluis @caesegatosderuaslz @patinhassemtetoslz_2_
+QUEM VAI MINISTRAR A OFICINA? Jakeline @linhadebordar; Iara @feltrandoideiasbyiara; Nádia @feltrojardim; Michele @doce_feltro1 (Instagram)

FEIRINHA DE ADOÇÃO!
Dia 05/01
Terra Zoo, Rio Anil Shopping
Das 10h às 18h.
#adoção #adote #ongs #causa

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Como prevenir tártaro em cães

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Assim como os seres humanos, os cachorros também desenvolvem o tártaro e isso muitas vezes é negligenciado pelos tutores de cães e gatos. Muitas vezes os donos não sabem nem em que estado estão os dentes do animal pois não tem o costume de checar a boca do cão com frequência.

Às vezes os dentes da frente parecem saudáveis mas os dentes de trás estão cheios de tártaro. Tenha o costume de sempre verificar como estão os dentes do seu cachorro e saiba identificar o tártaro. Se você não se sente seguro para mexer na boca do cachorro (o ideal é acostumar desde filhote), leve-o no veterinário para que o profissional diga se o seu cão precisa da cirurgia de limpeza de tártaro.

O que é o tártaro?

O tártaro é uma placa de bactérias que vai acumulando com o tempo por conta de restos de comida. Mesmo que o cachorro só se alimente de ração seca, biscoitos crocantes para cachorro e petiscos que “limpam” os dentes, muitas vezes isso não é suficiente.

Os riscos do tártaro

O tártaro é um acúmulo de bactérias e ele vai consumindo a gengiva do animal. Conforme o avanço do tártaro, as bactérias podem entrar na corrente sanguínea e irem parar no coração, nos rins e fígado, levando até à morte do cachorro. Sim, tártaro pode matar seu cão.

Como evitar o tártaro?

É importante saber que o tártaro é uma questão de tendência. Alguns cães possuem o pH bucal que facilita o acúmulo do tártaro, assim como algumas pessoas tem mais tendência pra ter placa e outras não. Normalmente, as raças pequenas são mais propensas a ter tártaro, mas isso não é uma regra. Cachorros grandes também podem ter tártaro e há cachorros pequenos que não tem essa tendência. Vai variar de acordo com o indivíduo.

A única forma de evitar o tártaro (ou prorrogar o aparecimento dele, caso seja um cão com mais tendência) é a escovação DIÁRIA. Sim, você precisa escovar os dentes do seu cachorro todos os dias.

Também existem opções de produtos em que não é necessária a escovação como o Defengy OC, que é uma pasta oral com gosto de mental e é comestível, recomendada para cães que não aceitam escovação. Confira aqui.

Como saber se meu cão está com tártaro?

Um dos primeiros sintomas do tártaro é o mau-hálito. Às vezes você não vê tanta diferença na coloração dos dentes mas começa a sentir que o cão está com “bafo”, isso normalmente indica que o tártaro está se acumulando.

Os dentes afetados pelo tártaro ficam amarelos e vão passando pro marrom. Além disso, o tártaro começa a empurrar a gengiva, deixando-a vermelha, inflamada e em casos mais graves, correm o tecido gengival. Em casos ainda mais graves, o cachorro para de se alimentar, pois o tártaro causa dor e o cachorro começa a evitar a mastigação.

 

Meu cão já está com tártaro, o que fazer?

Não procure soluções caseiras para acabar com o tártaro do seu cachorro, procure um veterinário e ele vai dizer se é necessária a cirurgia de limpeza de tártaro. Nada que você faça em casa vai eliminar o tártaro do seu cachorro uma vez que ele estiver instalado.

Como é o tratamento de tártaro em cães?

É feita uma cirurgia simples para a limpeza do tártaro, normalmente realizada por um odonto veterinário (dentista) e um anestesista. A anestesia mais indicada é a inalatória, por ser mais segura para a maioria dos cães.

São necessários exames pré-operatórios para ter certeza que seu cachorro está saudável para realizar o procedimento, que é simples e o cão volta pra casa no mesmo dia.

Fonte: Site Tudo sobre Cães

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Calendário de vacinação em felinos

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As vacinas para gatos são algo de extrema necessidade para que a saúde e o bem-estar dos bichanos possam ser constantes, e quem deseja ter um felino como parte da família, deve estar ciente da importância que essa imunização tem na vida dos animais. Levando em conta que o sistema imunológico dos gatos filhotes ainda não é completamente desenvolvido, esse cuidado se torna ainda mais preciso na primeira fase da vida dos bichanos, que podem garantir sua proteção contra problemas graves na saúde dos felinos.

Imunizando os gatos de doenças como Panleucopenia, Rinotraqueíte, Calicivirose, e Clamidiose, a vacina quádrupla – conhecida como V4 – é, na maioria das vezes, a escolha de quem busca a proteção de seus novos gatinhos. Entretanto, o mercado conta, ainda, com a versão V3 para as vacinas para gatos, sendo que a diferença entre elas está na quantidade de antígenos presentes na sua formulação.

Seja qual for a sua escolha, ela deve ser aprovada e aplicada por um profissional veterinário de confiança, pois somente ele terá condições de definir quais são as prioridades de imunização para seu pet, além de poder indicar vacinas adicionais para protegê-lo de outras doenças comuns que não fazem parte dos pacotes polivalentes, como Raiva, Leucemia Felina e Dermafitose.

Tendo em vista que o calendário de vacinação felina é específico, fica reforçada a necessidade de uma visita ao veterinário, que poderá dar as instruções adequadas em relação aos tipos de vacina e tempo de intervalo entre elas, garantindo que a imunização seja completa e eficiente.

Além disso, o profissional veterinário também terá condições de identificar outras possíveis complicações que o gatinho esteja sujeito a ter (de acordo com sua raça ou o ambiente em que vive, por exemplo), ajudando a prevenir mais um leque de problemas na vida do animal e de sua família. Conheça, neste artigo, as principais doenças que podem ser imunizadas por meio das vacinas para gatos, e saiba que tipo de cuidado é necessário para garantir a eficácia das vacinas e a saúde do seu pet.

Calendário de vacinas para gatos

As vacinas mais importantes para manter seu bichano longe dos principais perigos felinos são a vacina polivalente e a vacina antirrábica; sendo que a polivalente pode ser encontrada em duas versões diferentes: tríplice e quádrupla – respectivamente chamadas de V3 e V4. Também existem no mercado, vacinas V5, que incluem imunização contra Felv (leucemia felina). Conforme citado anteriormente, a diferença entre elas se dá em função da quantidade de antígenos contida em cada uma.

A V3 (Vacina Tríplice) previne os gatos contra Panleucopenia, Rinotraqueíte e Calicivirose; enquanto a V4 (Vacina Quádrupla), além de todos os antígenos contidos na V3, inclui, ainda, a proteção contra a Clamidiose e a V5 inclui a imunização contra Felv. Confira, abaixo, como seguir os intervalos corretos entre as doses para proteger o seu gatinho:

Aos 60 dias de vida: 1ª dose da polivalente
Aos 90 dias de vida: 2ª dose da polivalente
Aos 120 dias de vida: vacina antirrábica

Conforme detalhado acima, cada uma das doses destas principais vacinas para gatos devem ser administradas com um intervalo de 30 dias, sendo que a primeira dose só pode ser dada ao bichano a partir de seus 60 dias de vida.

Doenças felinas imunizadas pela vacinação

Tendo em vista que Raiva, Clamidiose, Rinotraqueíte, Panleucopenia e Calicivirose são algumas das doenças mais perigosas para os gatos e que todas elas podem ser imunizadas com o simples ato da vacinação, conheça, a seguir, um pouco mais sobre elas:

  • Panleucopenia: Extremamente contagiosa, a Panleucopenia Felina é transmitida por meio do contato com animais doentes ou objetos contaminados com o vírus da doença. Febre, vômitos, falta de apetite, depressão e diarreia são alguns dos sintomas mais comuns em felinos infectados; sendo que filhotes podem, ainda, sofrer com a falta de coordenação motora. Provocando alterações nas células de defesa do organismo dos bichanos, a doença os deixa mais suscetíveis a outras complicações, que podem levar o pet à morte.
  • Rinotraqueíte: Causada pelo herpesvírus – responsável por mais de 40% das doenças respiratórias em felinos – a Rinotraqueíte é fatal para 60% dos filhotes que desenvolvem a doença. Altamente contagioso, o problema tem o aparecimento de espirros, rinite, salivação, conjuntivite, febre, falta de apetite e secreções nasais entre os seus principais sinais.
  • Calicivirose: Causando uma espécie de gripe nos gatos, a Calicivirose afeta as mucosas oral e respiratória dos felinos, e a presença de úlceras na cavidade oral do animal é o sinal mais típico da doença. Podendo ser associada a outros problemas (como a Rinotraqueíte, por exemplo), a complicação também pode facilitar a infecção do animal contaminado por doenças diferentes, que podem evoluir para pneumonias e levar o gato a óbito.
  • Clamidiose: Tendo os microrganismos intracelulares como agentes causadores, a Clamidiose se apresenta como uma mistura entre a rinite e a conjuntivite aguda, tendo febre, secreções oculares e espirros como seus principais sintomas.
  • Raiva: Podendo afetar todos os mamíferos, esta zoonose pode ser transmitida por meio da saliva de animais contaminados e pela mordida de morcegos hematófagos (que se alimentam de sangue). Responsável por alterações no sistema neurológico dos infectados, a Raiva não tem cura, e sua única forma de prevenção é por meio da vacinação antirrábica. Alterações de comportamento, fotofobia (medo de luz), agressividade, hidrofobia (medo de água) e falta de apetite são alguns dos sintomas mais comuns em gatos com a doença.
  • Felv (leucemia felina): A Leucemia felina é uma doença causada pelo vírus FeLV que compromete as defesas imunológicas dos gatos domésticos e felídeos selvagens. Com o vírus, o felino fica vulnerável a doenças infecciosas, lesões na pele, desnutrição, cicatrização mais lenta de feridas e problemas reprodutivos.

Vacinação de filhotes felinos

Embora a necessidade das vacinas para gatos seja ainda maior quando filhotes, é preciso lembrar que os felinos não devem ser vacinados antes dos 60 dias de vida, já que os anticorpos passados de mãe para cria podem interferir na eficácia das vacinas, fazendo com que a imunização do gatinho não seja completa.

Outro cuidado que deve ser tomado antes de vacinar o seu felino – em qualquer idade – é o de certificar-se de que ele está saudável e sem sintomas como febre ou diarreia, por exemplo.

Vale a pena lembrar que, por seus sistemas imunológicos ainda não estarem completamente desenvolvidos, gatos filhotes não devem ser expostos às ruas ou a outros animais enquanto não tiverem tomado todas as vacinas necessárias aos felinos; já que, nesta fase, o risco de contaminação por qualquer tipo de doença é muito maior. Tendo isso em mente, basta levar seu bichano para a vacinação, e reforçar as doses anualmente para que ele continue protegido.

Vacinação de gatos adultos

Independentemente da idade do gato, a vacinação segue como item imprescindível. Como estes já apresentam o sistema imune formado, basta uma dose da polivalente e uma dose da antirrábica. Feito isso, basta reforçar a dose todos os anos para mantê-lo longe de problemas.

Gatos adultos também devem estar saudáveis e vermifugados para que possam receber toda a proteção oferecida pelas vacinas, e passar por uma consulta com um veterinário pode ser uma boa pedida – principalmente, se o felino tiver sido adotado das ruas, pois tem mais chances de ter sido exposto a diferentes doenças e zoonoses.

Reações das vacinas para gatos

Há uma série de reações que podem ser desencadeadas nos gatos que recebem vacinas e, embora não sejam tão frequentes, é importante que os donos de pets fiquem atentos aos sinais.

Durante a primeira imunização dos felinos, infelizmente, não é possível prever complicações; no entanto, há medidas que podem ser tomadas por profissionais veterinários para diminuir reações em gatos que já demonstraram uma tendência para problemas desse tipo. Estas precauções serão tomadas de acordo com os motivos da reação do animal e, em alguns casos, a administração de antialérgicos ou anti-histamínicos pode ser recomendada antes da vacinação.

Coceiras na cabeça e no rosto, dificuldades respiratórias, vômitos e falta de coordenação são alguns dos sintomas mais frequentes em bichanos com reações às vacinas e, ao notar qualquer um destes sinais no seu pet, não hesite em levá-lo para uma clínica veterinária. Sem o pronto-atendimento o gato pode desenvolver ainda mais complicações, que podem ser fatais.

Reações que incluem paralisias localizadas e um andar manco do bichano podem ser causadas em função da maneira com que a vacina felina foi aplicada, e não pelo seu conteúdo. Entretanto, a melhor pedida ao perceber qualquer tipo de comportamento incomum no seu pet após a vacinação é recorrer a um profissional da saúde animal.

Fonte: Site CachorroGato

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Terra Zoo na Fecoimp 2018

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De 12 a 15 de setembro, a Fecoimp – Feira do Comércio e Indústria de Imperatriz vai movimentar a cidade e região. Realizada pela Associação Comercial e Industrial de Imperatriz-ACII, em parceria com empresas e instituições públicas e privadas, a Fecoimp tem como princípio básico a integração, a divulgação e o fomento do comércio e indústria.

A Terra Zoo e a Potiguar estão presentes com um stand, especialmente montado com cenários,  oferecendo uma demonstração do mix de produtos encontrados nas lojas e atrações imperdíveis para os visitantes da Fecoimp. Dentre elas, oficinas de decoração como: iluminação e decoração de ambientes, utilização de tintas e efeitos marmorizados ministradas por arquitetos e decoradores da Potiguar. A Terra Zoo irá oferecer oficinas de aquarismo (como montar aquários), jardinagem (técnicas de plantio), demonstração de tosa e cuidados básicos de cães e gatos, ministradas por profissionais das respectivas áreas como biólogo e veterinária.

No stand, também acontecerá a ação Foto Premiada, onde o visitante poderá tirar qualquer foto de seu celular, postar em seu perfil no Instagram (deixando o perfil público), marcar @terrazoo e usar a hashtag #terrazooitz e receber a foto impressa. Dentre essa fotos impressas, algumas serão premiadas com 15% de desconto em compras (somente no setor pet, como rações e acessórios) ou um banho e tosa (na máquina) para cão de qualquer porte, na loja Terra Zoo de Imperatriz. A validade para utilização da premiação é até o dia 29 de setembro de 2018.

 

A Fecoimp 2018 acontece até o dia 15 de setembro, no Centro de Convenções de Imperatriz, na rua Marechal Hermes da Fonseca- Centro.

 

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Saiba como proteger seu cão contra barulho de fogos de artifício

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Em determinadas épocas do ano como Natal, Ano Novo, festas juninas e mais especificamente, Copa do Mundo, fogos de artifício são muito comuns. O que muitas pessoas não sabem é que os animais, principalmente cachorros, sofrem muito com estes barulhos. Saiba como acalmar seu cachorro contra fogos de artifício, evitando que ele se machuque gravemente ou até de uma fatalidade.

Para acalmar seu cachorro nestas situações, é necessário compreender o medo do seu animal. Cachorros têm uma audição muito sensível. Por isso, o som dos fogos, como alarmes e trovões, provocam muita ansiedade e inquietação nesses animais.

Em dias tranquilos, pode ser interessante fazer seu cachorro escutar o som dos fogos, pelo celular, computador ou televisão. Ao mesmo tempo que ele ouve o barulho, faça brincadeiras e dê petiscos. Assim, o cachorro irá associar o barulho à um momento de diversão e poderá ficar mais calmo quando os fogos acontecerem de fato.

Colocar um pouco de algodão nos ouvidos do animal pode ajudar a reduzir a intensidade do som. Outra opção é ligar o som da televisão ou do ar condicionado, isso pode ajudar a tirar a atenção dos sons dos fogos lá fora.

Deixe seu veterinário por dentro do problema. Em alguns casos, pode ser necessário o uso de tranquilizantes. Além disso, eles podem indicar soluções para o problema mais específicas para o seu cachorro.

Verificar as portas de casa, colocar a guia no animal e ter uma coleira de identificação podem ser medidas essenciais para que o cachorro se sinta mais seguro. Além disso, pode evitar que o cachorro fuja com medo e se perca, podendo sentir mais medo por estar sozinho.

Truque do Pano

O truque do pano já é conhecido por muitos donos de cachorros. Enrolar um pano em volta do seu animal faz com que ele se sinta “abraçado” e seguro. Isso pode ajudar a acalmar seu cachorro contra fogos de artifício.

 

Fonte: Blog Zee Dog

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Saiba como manejar lagartos e serpentes

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Bem diferentes dos mamíferos e das aves, lagartos e serpentes causam repulsa e medo em algumas pessoas. Outra parte do público considera esses répteis sem graça, sem sentimentos e com a aparência pouco atrativa. Mas há também quem sinta fascínio inexplicável por eles e os veja como mascotes diferenciados, silenciosos, com traços únicos e admiráveis.

Entre os répteis mais presentes nos lares brasileiros estão os lagartos Gecko e Pogona e as serpentes Snake e Píton. São todos animais exóticos, ou seja, não encontrados naturalmente na nossa fauna. Apesar de, desde 1998, a portaria 102 do Ibama proibir a importação de répteis exóticos para a implantação de criadouros, não existe impedimento formal para a sua comercialização.

Origem e curiosidades

Os lagartos Gecko são nativos do deserto do Norte da Índia e do Paquistão. De hábitos noturnos, medem até 20 a 25 cm considerando-se também a cauda, sendo as fêmeas um pouco menores que os machos. Chegam a pesar entre 100 a 120 g, com expectativa de vida entre 10 a 20 anos, apesar de um Gecko ter vivido nos Estados Unidos por 39 anos.

Já os lagartos Pogonas, originários da Austrália, são maiores. Alcançam até 60 cm incluindo a cauda e têm expectativa de vida de até 12 anos.

Quando às serpentes, as duas espécies desta matéria não são venenosas. A Corn Snake, que vem do sul dos Estados Unidos, é considerada por muitos, a serpente mais mansa do mundo. De fácil manuseio, tem porte relativamente pequeno (alcança 1,5m, no máximo). Vive aproximadamente por até 20 anos.

As Pítons, de origem Asiática, são bem maiores. Podem atingir cerca de 6m, com expectativa de vida de 30 nos. Destacam-se também pela beleza e comportamento calmo, mas, por serem extremamente fortes, exigem destreza e atenção no trato, pois são capazes de estrangular uma pessoa.

Alimentação

Cada espécie tem seus hábitos alimentares. Para os Geckos basta dar larvas de tenébrio, baratas e outros insetos, os quais podem ser servidos em forma de rodízio. Durante o crescimento, precisam de alimentação diária e, quando adultos, as refeições podem ser ofertadas em dias alternados.

Os Pogonas são onívoros: aceitam, além de tenébrios e baratas, pequenos vertebrados como neonatos de camundongo. E na fase adulta, necessitam também de vegetais, como folhas e frutas. A recomendação é alimentá-los diariamente.

De outra parte, as serpentes Corn Snake e Píton são exclusivamente carnívoras. Dão-se bem com camundongos ou ratos, que podem ser servidos vivos (criação caseira) ou aquecidos em temperatura ambiente (quando comprados congelados).

Uma forma prática de alimentar serpente no momento certo é fazê-lo sempre que ela defecou. Normalmente, isso acontece uma vez por semana, mas o metabolismo pode acelerar ou ficar mais lento dependendo da temperatura ambiente (calor estimula a comer mais).

O terrário

A criação de répteis é feita tradicionalmente em terrário, cujas medidas variam conforme o tamanho adulto e a quantidade de exemplares colocados juntos. O espaço deve ser suficiente para conter também galhos, pedras, tocas, vasilhas de água e comida, e para deixar para a movimentação dos animais pelo menos 40% da área do terrário.

Uma regra básica da criação de répteis é deixar um dos lados do terrário mais quente, com fonte de calor, e o outro mais frio, com algum recipiente contendo água. O animal escolhe qual lado quer ficar conforme sua necessidade de termorregulação.

A água é importante para proporcionar a umidade necessária para a ecdise, que é a troca de camada mais externa da pele. É necessária uma pedra ou um galho resistente para o animal ter onde se esfregar ao remover a pele velha.

É essencial também que o terrário disponha o esconderijo. Apesar de os répteis manifestarem menos estresse de cativeiro que outras espécies, os casos que ocorrem são, em sua maioria, causados por ausência de um abrigo onde se sintam seguros.

O substrato mais prático é o de papel toalha, por facilitar a limpeza. Outras opções são terras e cascalhos de madeira. Areia também pode ser usada, mas é melhor evita-la com lagartos. Há riscos de eles a engolirem, principalmente quando estressados, e adquirirem impactação (ou sablose), que é acumulo de areia no trato gastrointestinal.

Mais de um

Tanto a Corn Snake quanto a Píton convivem bem com outros indivíduos de sua espécie. Quanto aos lagartos, como Geckos e Pogonas, vivem sozinhos na natureza. Nesse caso, mas de um macho no terrário não acostuma ser boa ideia, já que as brigas ocorrem com frequência. Fêmeas são mais tolerantes, mais podem disputar comida e território. Caso a opção seja manter mais de uma fêmea no mesmo terrário, todas deverão ter um esconderijo individual para usarem como local de fuga.
De olho na saúde

Por causa do metabolismo lento, os répteis se movimentam menos que os outros animais, o que dificulta identificar os problemas de saúde ainda no início. Muitas vezes, quando se percebe algo de errado, o caso já é grave. Sendo assim é de extrema importância dar atenção frequente a esses animais. Além de ficar de olho em qualquer pequena mudança de comportamento, como inapetência e apatia, é interessante submeter os répteis, pelo menos uma vez por ano, a exame clínico feito por veterinário especialista.

Conforme a Resolução 829/2006, do Conselho Federal de Medicina Veterinária, qualquer animal necessitando de assistência, independentemente de ter ou não origem legal, deve ser atendido. Então, não tenha receio de procurar ajuda profissional sempre que julgar necessário.

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Feirinha de Adoção, neste sábado, na loja do Rio Anil Shopping

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Neste sábado, 23/09, acontece mais uma edição da Feirinha de Adoção Terra Zoo. Desta vez, na loja do Rio Anil Shopping. A última edição, na Forquilha, promoveu a adoção de mais de 100 pets, entre cães e gatos, adultos e filhotes.

Cães e gatos SRD (Sem Raça Definida), adultos e filhotes, estarão disponíveis para adoção a partir das 10h da manhã, todos vacinados e com microchip de identificação. Se você quer ter um pet, ou aumentar sua família, essa é oportunidade de receber e oferecer amor a animais resgatados e que precisam de um lar.

Para adotar, é preciso atender aos seguintes requisitos:

Ser maior de 18 anos;
Apresentar RG e comprovante de residência;
Passar pela entrevista de adoção com as ong’s.

Além de promover a Feirinha, a Terra Zoo abraça a causa animal e doará as ong’s e protetores participantes, 10 quilos de ração por cada animal adotado.

Feirinha de Adoção Terra Zoo!
Sábado, 23 de setembro, a partir das 10h na Terra Zoo do Rio Anil Shopping.

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Ongs e projetos recebem rações da Feirinha de adoção de julho

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Nesta semana, as 5 ONG’s e projetos, que participam da Feirinha de Adoção da Terra Zoo, receberam os quilos de ração correspondentes ao número de animais doados no dia do evento.

A Feirinha de Adoção aconteceu no dia 15 de julho, na loja da Forquilha e foram doados 103 pets, sendo 79 cães e 24 gatos SRD (Sem Raça Definida), entre adultos e filhotes. As ONG’s Amada, Dindas Formiguinha e Lar de Noé e os projetos Mutirão de Doação de Ração e Cães e Gatos de Rua de São Luís  receberam as doações que irão alimentar seus animais tutelados e, também, de protetores independentes que participaram da feirinha agregados aos grupos citados.

Amada recebeu 300 kg de ração
Dindas Formiguinha recebeu 420 kg de ração

 

 

 

 

Projeto Cães e Gatos de Rua de São Luís recebeu 120 kg
Lar de Noé recebeu 170 kg de ração

 

Mutirão de Doação de Ração recebeu 20 kg
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