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Cheio de energia, o Foxhound Inglês é um corredor nato

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Corajoso e amigável, o Foxhound Inglês gosta de ficar perto da família. Contudo, gosta da companhia de outros cães. Precisa de exercícios diários para não se tornar ansioso e dominante. É mais indicado para a vida no campo, ou com donos que pratiquem atividades diárias. Cheio de energia, consegue correr por quatro ou cinco horas sem parar. De difícil adestramento, exige paciência do dono.

A maioria dos especialistas e autores concordam em que o Foxhound Inglês deriva do cruzamento entre o antigo cão rastejador normando e várias raças de sabujos, muito abundantes desde a antiguidade em todas as regiões da Grã-Bretanha. Embora os ingleses sempre possuíssem e caçassem com cães rastejadores, foi somente depois da conquista normanda que a caça a cavalo com um grupo de cães foi introduzida no país e organizada regularmente. Os cães levados pelos conquistadores normandos eram, sem dúvida alguma, os sabujos normandos. Na Inglaterra, esta raça tomou mais tarde o nome de talbot.

Com o passar dos anos, o talbot continuou existindo enquanto várias raças derivadas dele, evoluíram em formas diferentes nas distintas zonas de Grã-Bretanha, segundo a necessidade, o tipo de terreno e os gostos e ideias dos caçadores e criadores.

Durante o reinado de Jaime I e de Carlos I, ocorreu um súbito melhoramento na velocidade de alguns tipos de sabujos ingleses. Alguns autores atribuem esta modificação imprevista nas aptidões do cão, ao fato de que Jaime I da Inglaterra ter recebido de presente de Henrique IV da França um grupo de cães, para caçar cervos a cavalo, de uma das raças reais de “chiens courants”, e que esses cães, considerados de moda, foram amplamente usados como reprodutores em todas as zonas do país; outros, ao contrário, atribuem-na cruzamentos reiterados e bem dosificados com o greyhound. Mas, na segunda metade do século XVIII, na Grã-Bretanha, a raposa substitui o cervo como presa preferida na caça esportiva; portanto, as normas e regras do “fox hunting” foram uniformizadas e regulamentadas em todo o país e o foxhound adquiriu um tipo definido, com características precisas e válidas ainda hoje.

O foxhound inglês, atualmente, é um modelo de sabujo por suas qualidades, seus dotes estéticos e aptidão para a caça. É difícil encontrar outro cão que possa trotar 15 ou 20 quilômetros desde o canil até o sítio prefixado, caçar durante 5 ou 6 horas (seguindo quase sempre a galope o passo da presa, descoberta no mato) e logo refazer o caminho para voltar à casa, sempre atento.

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Poodle: uma das raças mais populares

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Por baixo do porte aristocrático e da tosa extravagante, existe um cérebro muito desenvolvido. É característico do poodle imitar quase com perfeição o que vê fazer os demais, principalmente o dono, aprendendo com grande facilidade os exercícios mais diversos; por esta razão, os famosos cães amestrados dos circos foram, na sua maior parte, poodles. A sua aguda inteligência, que muitos especialistas consideram superior a de qualquer outro cão, faz que seja agrupado entre as raças mais interessantes e difundidas.

Além destas qualidades, é preciso levar em conta a sua beleza e originalidade. Trata-se, na realidade, dum cão anatomicamente bem constituído e muito gracioso, que se destingiu pelo seu característico tosado, que a diferencia de qualquer outra raça.

Eles cheiram bem. Não exalam o típico odor de cachorro – muito menos de cachorro molhado. A explicação para o perfume natural, é uma característica da pele que os impede de perder pelos. Por causa disto, são também bastante populares entre os alérgicos.

Cheiram bem, não soltam pelos e são inteligentes. Popularidade garantida. Em São Paulo, por exemplo, é a segunda raça mais popular como cão de estimação. Não há dados precisos referentes às suas origens. Os franceses pretendem que é, indiscutivelmente, originário da sua terra; entretanto os alemães afirma que se trata dum produto nórdico autóctone, mais precisamente teutônico, opinião compartilhada pelo grande naturalista Brehm. Há, também, os que sustentam que é originário do Piemonte. Sélincourt, por exemplo, defende esta opinião, baseada no fato de que antigamente havia na Itália poodles de singular beleza, que os turistas ingleses costumavam comprar para levar consigo à sua terra.

Mas a hipótese mais aceitável é a que sustentam os franceses, para os quais os poodles modernos viriam do barbet, cão de mostra francês hoje quase desaparecido, que se caracteriza pelo pelo lanudo e crespo. Do barbet teria conservado, principalmente o instinto para a caça. Na França é chamado de “caniche”, de “canard” (pato), animal que noutra época este cão caçava com gosto e perícia.

Características:

Altura: 45 – 60 cm (Adulto, até à cernelha)
Expectativa de Vida: 12 anos
Classificação superior: Cachorro
Classificação: Raça

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Venda de lanche e Adoção de cães e gatos na loja Cohama

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Neste sábado, a Terra Zoo da Cohama abre espaço, mais uma vez, para as ongs fazerem seu belíssimo trabalho social. A partir das 8h da manhã, o projeto Cães e Gatos de Rua de São Luís vai vender lanches com toda renda revertida para animais resgatados por eles. Já a ong Dindas Formiguinha vai realizar a doação de filhotes de cães e gatos adultos e filhotes, todos com a primeira dose aplicada de vacina viral e microchip de identificação.

Para adotar é preciso ser maior de 18 anos, apresentar RG e comprovante de residência, passar por entrevista e realizar a doação de 3kg de ração (para cães ou gatos), somente pacotes lacrados.

Participe! você pode ajudar comprando lanche ou adotando!

O quê? Venda de lanches e adoção de cães e gatos

Onde? Terra Zoo Cohama

Horário: 8h às 18h

 

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Conheça o Dogo Argentino

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É a primeira e, até agora, a única raça canina criada na Argentina. O professor de Antropologia, Etnologia e Genética da Universidade de Turim, Dr. Alfredo, no seu tratado “problemas de sistemática biológica”, faz referência a esta raça que apresenta, segundo ele, duas qualidades fundamentais: estabilidade biotipológica e força genética. O criador da raça foi o Dr. Antônio Nores Martinez. Já no ano de 1928, haviam confeccionado o standard da raça, mas somente em 1947 deu-se a publicidade na revista “Diana”. Este standard permanece o mesmo que aprovaram a Sociedade Rural Argentina e a Federação Cinófila Argentina nos anos de 1964 e 1965, respectivamente, datas em que abriram-se os registros genealógicos para o Dogo Argentino, adotado, logo pelo Clube de Criadores do Dogo Argentino.

A finalidade que guiou o criador da raça era obter um cão que reunisse uma série de condições que o tornassem apto para a caça grossa de espécies depredadoras como o puma, o javali, o pecari, a raposa etc. e que se adaptasse às condições naturais, do país, completamente diferentes das que existem nos terrenos cerrados para a caça europeus.

Devia reunir, como condições fundamentais as do cão capaz de bater um mato em silêncio afim de não afugentar a presa, bom olfato para farejar no alto, agilidade, valentia e fortaleza. Para isto reuniu nele as características de várias raças tomando como base o velho cão de luta cordobês, que não era mais que uma mistura de mastim espanhol com bull-terrier, quando não bull-terrier puro ou cruzado com bulldog inglês e que se caracterizava pelas suas condições extraordinárias de combatividade, valentia e resistência, mas que carecia de olfato e velocidade; além disso, a sua ferocidade tornava-o inútil para a caça, porque lutavam entre eles. Partindo desta origem foram-lhe injetando distintas correntes de sangue, a fim de chegar a obter a raça desejada. Intervieram, pois, na sua formação o bull terrier, o bulldog, o grande dinamarquês, o boxer, o mastim dos Pirineus, o galgo irlandês, o pointer, o doge de bordéus e o mastim, seguindo um claro conceito genético que levou o criador a obter a raça atual.

Temperamento do Dogo Argentino

O Dogo Argentino é extremamente fiel aos donos, aprende comandos com facilidade e é muito paciente com crianças. Mas como são muito grandes, não se recomenda deixá-los sozinhos com crianças pequenas. Não é um cão agressivo com sua família e não fará muita festa com pessoas que não conhece ao visitarem sua casa. Tem pouca tolerância quando seu território é invadido por estranhos. Quando filhote tem que ser socializado desde cedo com outros cães e animais para poder ter uma convivência tranquila. Como é um cão com instinto muito forte de luta e caça, dificilmente se dará bem com outro macho no mesmo território.

Origem: Argentina
Expectativa de vida: de 10 a 12 anos
Personalidade: Tolerante, Protetor, Leal, Amigável, Alegre, Afetuoso
Altura: Feminino: 60–65 cm, Macho: 60–68 cm
Peso: Feminino: 35–40 kg, Macho: 40–45 kg

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Muitas fofuras na Feirinha de Filhotes

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No último sábado, 11/11, a Terra Zoo promoveu mais uma edição da Feirinha de Filhotes, um show de fofuras que encantaram a todos! Filhotes das raças Shitzu, Maltês, Dachshund, Bulldog Francês, Pug, Chow Chow, entre outros, estiveram em exposição e conquistaram muitos corações.

Além da Feirinha de Filhotes, várias atrações animaram o sábado na loja da Forquilha, a corrida de obstáculos com cães, o caça-bolinhas, Pet Park, jogo de golf, bolinha do Jack fizeram a festa da família! Premiações e distribuição de brindes para os cães que foram participar das atividades e também que aproveitaram e atualizaram suas carteirinhas com a aplicação de vacina antirrábica (também para os gatinhos) e testes de leishmaniose somente para cães fornecidos gratuitamente pela UVZ – Unidade de Vigilância em Zoonoses.

As ongs também tiveram espaço para venda revertida para os animais resgatados das ruas, as Dindas Formiguinha fizeram um bazar com muitos produtos bacanas e a Amada vendeu deliciosos lanches.

O canil Fort Cães realizou demonstrações de adestramento e de agility, fechando o evento com muitas atrações!

 

 

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Feirinha de Filhotes Terra Zoo, neste sábado

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Neste sábado, dia 11/11, tem FEIRINHA DE FILHOTES TERRA ZOO, na loja da Forquilha!

As raças confirmadas que estarão disponíveis são: Chow Chow, Pug, Shitzu, Sharpei, Beagle, Yorkshire, Labrador, Maltês, Bulldog Francês, Bulldog Inglês, Cocker Spaniel e Dachshund.

Além da venda de filhotes de cães de raça, também terão várias atrações e atividades como:

  • Pet Park;
  • Demonstração de Agility;
  • Brincadeiras com premiação;
  • Brindes;
  • Bazar da Ong Dindas Formiguinha;
  • Venda de lanches da Ong Amada;
  • Vacinação antirrábica e teste de leishmaniose gratuitos realizados pela UVZ (Unidade de Vigilância em Zoonoses). 

     

    Feirinha de Filhotes Terra Zoo
    Loja da Forquilha.
    Sábado, 11 de novembro.
    Das 8h às 18h.

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Spitz Japonês: espirituoso e inteligente

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Ninguém sabe exatamente as origens do Spitz Japonês, mas alguns dizem que eles são descendentes do Samoieda. A teoria é controversa, mas aqueles que acreditam que o Spitz Japonês vem do Samoieda, dizem que eles foram criados para serem “Samoiedas pequenos”. Tudo em relação ao Spitz Japonês sugere que ele realmente seja uma versão pequena do Samoieda. A raça foi criada no final do século XIX e foi muito popular nos anos 50. Tem ficado mais popular na Europa e na América do Norte.

Temperamento do Spitz Japonês

O Spitz Japonês é um cachorro espirituoso, alegre, inteligente e brincalhão. Ele também é ótimo cão de alerta, sempre atento ao que acontece ao seu redor. O Spitz Japonês não é difícil de treinar, contanto que o dono seja firme e consistente na sua educação (como deve ser com qualquer raça). Essa raça aprende muito rápido e adora agility e pegar bolas e frisbees. Esse cão alegre normalmente é ótimo com crianças e se dá bem com outros animais.

Na verdade, o Spitz Japonês é um cão grande em um corpo pequeno. Ele age como um protetor da casa e um grande guardião do lar. Cuidado: ele pode latir bastante se for incentivado a fazer isso e se ele se sentir o líder da matilha. Ele é alegre, firme e muito afetuoso com seus donos. Você precisa ser pra ele um líder firme, confiável e consistente. O Spitz Japonês é bom para apartamentos, mas é bastante ativo e precisa de passeios diários. Também convive bem em quintais, contanto que ele não seja deixado lá o tempo todo.

Família: Spitz, Setentrional
Área de origem: Japão
Função: cão de companhia
Tamanho médio dos machos: Altura: 30-38 cm; Peso: 5-10 kg
Outros nomes: nenhum

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Setter Gordon: um cão atlético e dócil

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Ele é o mais pesado e, portanto, o mais lento dos setters: entretanto, neste caso, o peso é índice de maior robustez e permite ao cão caçar em qualquer terreno e também na água, elemento onde pode demonstrar as suas excelentes condições de nadador. Desde 1620 tem-se notícias dum setter preto com manchas cor de fogo, de formas maciças, muito estimado pela sua capacidade de resistência; Carlos II, que reinou na Inglaterra entre 1660 e 1685, possuía alguns exemplares e os apreciava até o ponto de tê-los ao seu lado quando posava para os retratos oficiais.

O professor Pollacci, famoso criador italiano de setters escoceses, escreveu a propósito desta raça: “Na região da Escócia, ao norte de Forchabers, perto do rio Spey e a algumas milhas do mar, com anterioridade a 1800, os pastores já utilizavam cães que, empregados para a guarda do rebanho, descobriam a presa à grande distância e seguiam os seus rastros lentamente, demonstrando extraordinários dotes olfativos e um instinto de mostra superior ao de outras raças existentes naquela época. Efetivamente, o duque Alexandre IV de Gordon, morto em 1827 na idade de 84 anos, costumava pedir emprestado aos pastores, para suas caçadas cães destes, entre os quais havia uma fêmea que se distinguia por seus excepcionais dotes de mostra e de olfato. É precisamente a essa obscura e humilde cadela a quem, com toda segurança, devem-se as famosas qualidades fixadas na criação dos setters escoceses pelo duque de Gordon, que acasalou a com o melhor dos seus setters, originando o tal modo o atual setter preto com manchas cor de fogo”.

Alguns afirmam, como Stonehenge, que pelas veias do setter preto-fogo de tipo antigo corria sangue bloodhound, tese que estaria confirmada, não só pela relativa tosquedade do seu esqueleto, mas, além disso, pelo desenvolvimento notável dos lábios.

Personalidade

O Setter Gordon é um cão muito atlético e dócil. Trata-se de um cão essencialmente equilibrado – menos agitado do que o Setter Irlandês – e mais discreto do que o Setter Inglês. Não costuma fazer festas efusivas a desconhecidos, mesmo que sejam apresentados pelos proprietários. Seu porte grande e necessidade real de exercícios, fazem com que sejam cães ideais para quem possua um belo terreno em que possam gastar sua energia. No campo, mostra uma excelente disposição e um faro invejável. Os amantes da caça e da raça são unânimes em afirmar o quanto a raça é capaz, com instintos muito preservados e uma “parada” natural e segura. Uma vez que foi desenvolvido para não apenas apontar a caça mais também trazê-la ao caçador, tem uma enorme facilidade em nadar, no que é ajudado pela força muscular. Extremamente ligado ao dono, é um daqueles cães que elegerá um dono principal dentro do ambiente doméstico. É um cão tranquilo, que gosta de carinho e atenção mais prefere um tipo menos agitado e violento de brincadeiras. Adaptam-se bem a diversas situações e ambientes.

Nome científico: Canis lupus familiaris
Classificação superior: Cachorro
Expectativa de vida: de 10 a 12 anos
Cor: Preto e canela
Personalidade: Alerta, Leal, Alegre, Confiante, Destemido, Ansioso
Altura: Feminino: 58–66 cm, Macho: 61–69 cm

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Bengal: o “leopardo” de bolso

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Com estampa de felino selvagem e estilo animado e afetuoso, esse gato lidera o ranking de registros da The Internacional Cat Association (TICA). Pode-se dizer que o Bengal é o fruto da admiração humana pelos felinos selvagens, com relação a aparência. Mas, até algumas décadas atrás, não existiam gatos domésticos com pele de onça. Havia, porém, quem sonhasse com essa possibilidade. E foi a norte-americana Jean Sugden Mill, da Califórnia, que gostava tanto de felinos selvagens quanto de gatos domésticos, que trabalhou intensamente para que o anseio se tornasse realidade.

Ela trazia na memória uma experiência vivida em 1963, indicando que a natureza poderia ajuda-la nessa tarefa. Naquela época, Jean mantinha como animal de estimação uma fêmea de Leopardo Asiático (Prionailurus bengalensis), pequeno gato selvagem do Sudeste Asiático e Subcontinente Indiano. Qual não foi a surpresa dela quando a felina deu á luz uma ninhada apesar de não haver nas redondezas machos da espécie? Ficou evidente que a gestação fora obra de um gato doméstico.

Mas Jean não aproveitou naquela casualidade para começar uma criação. Ela só viria a fazer isso a partir do início dos anos 1980, com a aquisição que os filhos de Leopardos Asiáticos com gatos domésticos produzidos pelo pesquisador Dr. Willard Centerwall’s na década de 1970.

Jean percebeu que, para chegar a gatos dóceis e confiáveis, era necessário acasalar naqueles felinos com gatos domésticos por quatro gerações consecutivas. Na primeira geração, ela chamou de “F1”, a pelagem era parecida com a do Leopardo Asiático, mas o temperamento não costumava ser suficiente dócil e “civilizado”. Por um lado, a confiabilidade quanto ao equilíbrio comportamental das ninhadas só vinha depois de cruzar as gerações “F1”, “F2” e “F3” com gatos domésticos.

Em 1986, Jean conseguiu que a TICA reconhecesse o Bengal como um novo doméstico. A raça continuou a ser aprimorada com o uso de bengals, no lugar de gatos domésticos, nos cruzamentos com o Leopardo Asiático.

Adestrabilidade

Bengals costumam ter personalidade forte: gostam de fazer o que bem entendem. Quando ensinados, porém, aprendem depressa a se comportar e a executar atividades do cotidiano.

Sociabilidade

Na chegada de visitas com ou sem crianças, o Bengal fica desconfiado, simplesmente se mantém na dele, sem ser agressivo, mais depois de uma pequena convivência, ele se entrega.
Quem pensa em criar peixes, pássaros e outros pequenos animais junto com o Bengal, precisa tomar bastante cuidado. Mesmo quando for bem socializado desde filhote com esses animais, é difícil para ele resistir ao forte instinto de caça.

Saúde

Atualmente, a criação mundial de Bengals trabalha para combater cardiomiopatia hipertrófica (aumento exagerado do músculo do coração), que é o mal cardíaco mais comum em gatos, com ou sem pedigree, e cuja incidência na área está entre as mais baixas, estimada em 2,2% pela veterinária de felinos. Os sintomas da doença incluem cansaço, redução de atividade, aumento da frequência respiratória e dificuldade na respiração, sem excluir a possibilidade de morte súbita.

Cores e marcações

As grandes entidades da gatofilia aceitam a marcação spotted – com marcas (spots) ou rosetas, como as dos grandes felinos – e a marble, ou mármore, com desenhos em posições aleatórias. Essas marcações sobre fundo marrom (brown) ou prata (silver), podem ser de cor preta (black) ou marrom (brown), quanto mais escuro, melhor. Geralmente, os Bengals têm listra horizontais nas extremidades, outros tem pintas e são mais valorizados. Já na barriga, as pintas são obrigatórias.

Filhotes

A melhor idade para avaliar a marcação dos spotteds é entre as três e quatro semanas de vida, depois disso, cresce uma pelagem mais longa, que cobre parcialmente as marcações. A partir de um ano de idade, o Bengal amadurece. É quando se troca a ração de filhotes pela de adultos e também quando se cruza as fêmeas (os machos podem ficar maduros um pouco antes ou um pouco depois disso).

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Maltês, cãozinho para levar no colo

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Os bichon compreendem: o maltês, o bolonhês, o bichon de pelo crespo (“a poil frise”) e o havanês. Trata-se de um grupo de raças afins, de origem antiguíssima, tanto que o próprio Darwin as supõe originadas uns 600 anos antes de Cristo.

Mas, observemos cuidadosamente o maltês: antigamente era chamado “cão das damas romanas”, porque era o preferido destas, que lhes davam especial preferência. Não se enganavam: o seu pelo longuíssimo e imaculado se tornava muitíssimo atrativo, sendo, além disso, muito inteligente e afetuoso com o dono, vivaz e expressivo, o que faz dele um cão de companhia de rara perfeição.

As opiniões não coincidem enquanto à origem. Estrabon, geógrafo e literato que viveu no século I a. de C., descreve um cão maltês definindo-o como “canis melitoieus”, por Melita, nome latino da ilha de Malta, da qual – segundo Robin – “partiu para conquistar o mundo”.

Na opinião de muitos, o Maltês contemporâneo descende diretamente do maltês de Estrabon. Outros, ao contrário, discordam; entre eles o barão Hoytart, ilustre investigador das raças caninas europeias de luxo. Sustenta que “…os povos antigos da ilha de Malta ou Melita perto da Sicília, mas chama-lo-ei cão de Melita’ e não Maltês, para não confundi-lo com os malteses modernos, que são absolutamente diferentes dos antigos”.

A origem do Maltês moderno foi buscada no cruzamento do épagneul anão com o caniche, não ou com o cão de Caiena. De tais antepassados derivaria o barbichon, logo chamado bichon. O seu berço parece haver sido a Itália e existem disto abundantes provas.

Temperamento do Maltês

Há muito tempo é o cachorrinho de colo preferido, e o gentil Maltês se encaixa lindamente nesse papel. Ele também tem um lado selvagem e ama correr e brincar. Apesar do seu ar inocente, ele é corajoso e rabugento, e pode desafiar cães maiores. Ele é um pouco reservado com estranhos. Alguns latem muito.

Expectativa de vida: de 12 a 15 anos
Classificação superior: Cachorro
Cor: Branco
Origem: Bacia do Mediterrâneo
Personalidade: Vivaz, Brincalhão, Fácil de lidar, Gentil, Dócil, Responsivo, Destemido, Ativo, Inteligente, Afetuoso
Altura: Macho: 21–25 cm, Feminino: 20–23 cm

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