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Ragdoll, o gato com características caninas

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Muitos associam as palavras indiferença, independência ou até mesmo antipatia aos gatos, porém, os amantes dos felinos contestam essas associações. E com razão, pois o convívio com felinos tem aumentado e essa impressão negativa tem diminuído.

E quando um felino tem comportamento canino? Existe? Sim! Os gatos da raça Ragdoll, que devido a sua personalidade, se parece muito mais ao de um cão do que de gato.

Para começar, o que torna esse felino diferente de todos outros é que sua personalidade, é muito dependente, assim como a de um cão. Ele não sairá do seu lado, tampouco irá ignorá-lo quando você o chamar. Sempre irá responder ao seu chamado e procurará seus cuidados e suas carícias. É um gato ideal para estar com crianças, com outros gatos, com cães e com qualquer outro animal. Tal como um cão, o Ragdoll irá saudá-lo quando você entrar pela porta. Ele irá querer estar sempre em cima de você e, se deixar de lhe dar atenção, ele vai seguir aonde quer que você vá, sempre pedindo um cafuné. São muito bons anfitriões com os convidados, pois em seus esmeros para conseguir carinhos, eles irão atrás deles em suas buscas. Uma carícia extra nunca será demais.

Como um bom gato canino, você poderá brincar com ele e lhe jogar objetos, e ele irá atrás deles. Ele irá correndo quando lhe vir sorrir ou passar por perto. Ele também é parte da família e adora brincar! Sua inteligência é superior à de outros gatos, portanto, não espere vê-lo dentro de algum lugar sem saber como sair. O Ragdoll não passará por isso.

Quase nunca miam, pois, sua voz não é muito potente e preferem utilizá-la para avisar que é a hora de comer, fazendo leves ruídos. Não gostam das alturas. Devido a sua paixão pelas carícias, preferem permanecer no sofá, caso chegue alguém disposto a lhe fazer alguns carinhos.

O Ragdoll não é aconselhado para famílias que ficam fora o dia todo ou viajam com frequência e deixam a casa sozinha por muito tempo. Por ser um gatinho que gosta muito de carinho, precisa de companhia por perto.

São usados em sessões de terapia, especialmente com pessoas idosas, pois o grande carinho e amor desses felinos faz com que os idosos se sintam amados e úteis, o que melhora o humor e também a autoestima deles.

Origem da raça

De origem americana e raramente encontrada em outros países, a raça Ragdoll foi batizada pela criadora norte-americana Ann Baker, no início da década de 60. Bem polêmica, a criadora patenteou o nome Ragdoll obrigando qualquer pessoa que viesse a criar ou comercializar a raça a lhe pagar os devidos royalties. Relativamente recente, é considerada uma das raças domésticas de maior porte do mundo, resultado do cruzamento de um gato semelhante ao Angorá com a raça Sagrado da Birmânia.

Curiosamente seu nome significa “boneca de pano”, em referência a sua maior característica: a capacidade de relaxar completamente quando está no colo. Ele é tão dócil que se deixa ser jogado de um lado para o outro sem reclamar, coisa que a maioria dos gatos não aceita.

 

Saúde e cuidados especiais

O gato da raça Ragdoll é um felino de desenvolvimento lento e que precisa de cuidados especiais para ter um crescimento saudável. A alimentação deve ser balanceada com rações de qualidade e adequadas para cada etapa de seu crescimento. Também é aconselhável que se pergunte ao veterinário sobre suplementos vitamínicos.

É preciso vermifugar seu gato periodicamente e vaciná-lo nas épocas certas. Os exercícios físicos devem ser bem moderados já que é uma raça muito sedentária.

A raça possui um pelo semi longo e predisposição para ter bolas de pelos. Como possui o hábito de se lamber constantemente, esse pelos podem ir parar em seu intestino, causando problemas de saúde. Para evitar essa complicação, é indicada a escovação diária do pelo. Além disso, uma vez por semana, os olhos e as orelhas devem limpos e as pontas das unhas aparadas. É importante deixar um arranhador por perto para que o gatinho possa brincar e afiar bem as suas unhas.

Brinquedos que fazem barulho, bolinhas que acendem, almofadinhas etc. são alguns dos brinquedinhos indicados para a diversão do gatinho. Sua caixa de areia deve ser limpa todos os dias e a água e os alimentos frescos também devem estar facilmente à sua disposição.

Apesar de considerada uma raça bem forte e não possuir defeitos genéticos recorrentes, algumas doenças poderão surgir, como cardiomiopatia hipertrófica felina (adensamento do músculo do coração) e doença de rins policísticos.

Se precisar ficar muito tempo sem seus donos e outros animais como companhia, é aconselhável deixar alguns brinquedos à disposição de seu gatinho para que ele se distraia. E, no mais, dar sempre muito amor, carinho e atenção para manter seu Ragdoll saudável e feliz.

Descrição
Porte: grande
Área de criação: vive bem em apartamentos
Escala de energia (1 a 5): 4
Escala de saúde (1 a 5): 3
Tipo de pelo: semi longo, abundante e macio, em padrão pontiagudo. Curto no rosto e nas omoplatas, mais denso na barriga e ao redor no pescoço e longo na direção da cauda
Temperamento: inteligente, quieto, gentil e dócil
Expectativa de vida: 12 a 17 anos
Peso: 4,5 a 9 kg

Fontes: Adimaxpet / Canal do Pet / meusanimais.com.br

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É possível levar seu gatinho para passear

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Não se preocupe, você não leu errado. O título da matéria é realmente esse que você leu acima. Agora você deve estar se perguntando “Como? Gatos são animais extremamente caseiros!”. Vamos explicar aqui quais são as vantagens de levar seu gatinho passear.

Pesquisas recentes revelam que o hábito de sair para passear com seu gato podem devolver a ele alguns instintos primitivos que ele não usa na vida dentro de casa, como caçar e se aventurar em lugares que ele não conhece. Passear com gato pode devolver a liberdade dele, sem que ele corra riscos de ser atacado por outro animal, envenenado ou atropelado na rua.

Porém, deve-se ter em mente também que muitos gatos se arrepiam e morrem de medo de saírem de casa, é importante respeitar o felino nessa hora. Se ele não se incomodar, não mostrar medo, ótimo, ele provavelmente vai adorar o passeio. Agora, se ele ficar muito amedrontado e arredio, não o force a sair. O estresse que o gatinho vai passar na rua pode lhe fazer muito mal posteriormente.

Gatos são animais extremamente obcecados por controle do território deles, a maioria não consegue relaxar se não conhece detalhadamente o ambiente em que estão. Gostam também de sempre terem um “’esconderijo”, um lugarzinho onde eles se sintam seguros e protegidos. Por isso, na hora do passeio com seu gato, leve-o sempre no mesmo lugar, por exemplo, na mesma praça, na mesma casa de amigos ou parentes, na mesma creche, etc. E leve junto também sempre a caixinha de transporte dele e deixe-a por perto, aberta. Assim, se ele sentir necessidade, ele pode se esconder a hora que quiser.

Veja aqui alguns pré-requisitos para passear com seu gatinho de forma segura. Antes de começar a levar um gato passear, deixe ele se acostumar a usar o peitoral e a guia dentro de casa. Sempre fique de olho enquanto ele usa a coleira dentro de casa, para ver se ele está se adaptando bem. Não deixe as coleiras muito frouxas, para que ele não consiga tirá-las, nem muito justas, para não machucar o bichano. Para aumentar a segurança no passeio fora de casa, coloque a peitoral com uma coleira em volta do pescoço. Veja algumas opções aqui. Manter uma plaquinha de identificação com o telefone de contato do tutor é super importante.

TREINOS

Para que o gato se acostume a ter esse item em seu corpo, o ideal é começar apenas brincando com a coleira, sem ainda prendê-la no felino, fazendo associações positivas com recompensas saborosas ou brincadeiras que o gato goste. Aos poucos, colocar e logo tirar, aumentando o tempo à medida que ele se mostre confortável. Só se deve colocar a coleira e a guia e começar a andar pela casa quando ele não demonstrar sinais de desconforto ou medo.

HORA DE SAIR

Quando o gato já estiver habituado à coleira e à guia dentro de casa, pode-se começar a explorar novos ambientes. O indicado é começar em lugares pouco movimentados e sem muitos estímulos, como, por exemplo, o hall de entrada do prédio ou a garagem de casa. Se o gato se mostrar com medo do novo local a ser explorado, o ideal é voltar um passo atrás, ou seja, ir para um local menos estimulante, onde ele não se sinta inseguro. É importante ir aos poucos, deixando o gato ficar totalmente à vontade em um lugar para somente então levá-lo a outro, com sessões curtas no início.

Quando o gato estiver demonstrando segurança e curiosidade natural em relação a novos locais, pode-se avançar um pouco mais, indo para lugares com mais estímulos visuais e sonoros. Caminhar com o gato já treinado em horários mais calmos e em locais com poucos cachorros pode tornar o passeio ainda mais legal e seguro. Lembrando que será um passeio bem diferente do que é com um cão: o gato vai preferir cheirar cada cantinho, subir em tronco de árvore etc. Se tudo correr bem com o treinamento, passear com o gato de coleira pode ser divertido para o animal e para o tutor.

Fontes: Site CachorroGato  e Canal do Pet – iG

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A folia canina tomou conta do Carnapet!

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O Carnapet foi palco de muitas fofuras neste fim de semana! Muitas famílias levaram seus cãezinhos para curtirem as atrações do Carnapet. Teve apresentação do Bicho Terra, bandinha de carnaval, pintura facial para crianças, pet park, sorteios e o esperado concurso do Rei e Rainha e Príncipe e Princesa Pet!

Confira os melhores momentos:

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Como controlar a ansiedade em cães causada por separação

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O cão não ficar bem ao ser separado da pessoa ou da família à qual é apegado é uma das situações mais comuns em clínicas de comportamento animal. Alguns latem sem parar quando estão longe da companhia dos donos.

Como animal que vive em grupo, o cão forma ligações. É normal, portanto, que sinta ansiedade quando está separado de quem tem vínculo. Mas não a ponto de passar por alterações comportamentais como latir de forma exagerada ou a destruir coisas a sua volta apresentada por alguns cães.

O comportamento exacerbado muitas vezes é estimulado pelos próprios donos do animal. Fazer o cão ficar próximo o tempo todo e saudá-lo efusivamente ao sair de casa e ao voltar são atitudes que podem agravar o apego excessivo e ansiedade por separação.

Outra possibilidade é a associação entre “ficar sozinho” e um trauma sofrido por trovão, maus-tratos ou outro motivo, enquanto o cão estava sozinho na casa. A ausência prolongada de uma pessoa querida, como acontece em casos de divórcio, morte ou saída de casa do filho que cresceu também pode causar ansiedade por separação. E por aí vai. Até mesmo a chegada de um novo membro à família, o retorno às aulas depois de várias semanas de férias ou de uma estadia traumática ou prolongada fora de casa têm potencial para provocar o problema.

Não é tédio

Ansiedade por separação não é o mesmo que tédio e frustração por ficar sozinho. Na síndrome da ansiedade por separação, as atitudes do cão estão relacionadas com sofrimento psicológico; já em caso de tédio há apenas necessidade de ocupar melhor o tempo.

As duas situações produzem alguns sintomas semelhantes, como latidos excessivos e destrutividade. Mas a ansiedade por separação produz também sinais específicos como arranhar e destruir portas e janelas (tentativa de escapar), destruir objetos, muitas vezes relacionados com os donos (já que a ansiedade decorre da ausência deles), diarreia e vômito, falta de apetite, salivação excessiva, respiração ofegante e taquicardia. Uma soma de sintomas decorre da ansiedade por separação, inclusive evacuar fora do lugar, mas esse comportamento pode também ter relação com aprendizado incompleto do uso do banheiro.

Uma técnica que evidencia bem se o caso é de ansiedade por separação ou de tédio é gravação do que o cão faz enquanto está sozinho em casa. Os sintomas de ansiedade visíveis em um vídeo são inquietação e perambulação frequente sem relaxar, respirar ofegante e sinais de estresse como se lamber, bocejar e erguer uma pata para fora de contexto. Já os de tédio são descansar bastante, eventualmente se levantar, destruir algo e voltar a descansar.

Mal reversivo

É possível reverter os casos de ansiedade por separação. As sessões educativas são realizadas diariamente, com o objetivo de acostumar o cão a permanecer calmo na medida em que os donos se afastam dele.

Durante o período de treinamento, que pode demorar até um ano. O cão é deixado sozinho, na cama dele, com algo que goste de comer, e com liberdade para sair quando quiser. Participam ambos os donos ou um só, simulando situações, indo em direção à porta, sem sair. Quando o cão deixar de seguir, o treino passa a ser feito com o casal saindo de casa. Pode-se fechar a porta e retornar antes que ele comesse a latir. No começo, o retorno acontece alguns segundos depois de deixa-lo só, e, aos poucos, o intervalo de tempo aumenta para minutos e depois horas. A chegada do dono deve ser sempre neutra, sem qualquer premiação, para o evento não ganhar importância excessiva. O método não usa punições para não agravar a ansiedade do animal e o sofrimento dele.

Possível recaída

Há risco de a síndrome da ansiedade por separação voltar a se manifestar depois de controlada. O retorno pode acontecer a partir de uma mudança importante de rotina, principalmente em decorrência de algum evento traumático ou pela ausência prolongada do dono, por motivos como divórcio ou falecimento, e até pela morte de um cão de casa. O surgimento de doença neurológica como a síndrome de disfunção cognitiva, semelhante ao Alzheimer humano, também pode provocar recaída, já que a presença desse mal é capaz de trazer à tona antigos problemas comportamentais.

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Fazer as necessidades fora do lugar, nunca mais

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Ao chegar em casa após um dia de trabalho, o administrador de empresas Thiago Salazar, 29 anos, de São Luís, se apressa para soltar seu Shih Tzu, Teo, de 3 anos. Sempre que sai, ele limita o espaço do cãozinho na pequena área de serviço do apartamento, com comida, água e tapetinho. “Se o deixo solto, ele faz as necessidades por toda a casa – nada escapa, nem minha cama, nem o sofá, nem a geladeira nova, cujo pé enferrujou de tanto xixi que Teo fez lá”, reclama Thiago.

Esta é a principal causa do abandono de animais em abrigos, segundo revela pesquisa feita nos Estados Unidos pelo departamento de Medicina Veterinária da Perdue University, de Indiana. A principal conclusão dos pesquisadores é que a maioria das pessoas não sabe corrigir os maus hábitos de seus cães ou que na hora da compra não imaginem que eles façam necessidades fisiológicas.

O caso de Teo reflete essa realidade. “Quando ele chegou do canil, veio treinado, tudo certinho”, conta Thiago. “Até o dia em que, ao voltar do trabalho, encontrei xixi do Teo no sofá, então gritei com ele. A cena voltou a se repetir e acabei trocando o jornal por tapetinho – imaginei que pudesse ser mais atraente para ele, mas tudo em vão”, informou desconsolado.

Atribuir esse tipo de comportamento canino a birra é muito comum, mas a utilização de locais variados como banheiro indica que, na verdade, o cão não sabe qual é o lugar certo para fazer suas necessidades. Todo cão pode aprender a usar o banheiro – o que muda é a demora para obter resultado. A rapidez do aprendizado pode variar de uma única aula até algumas semanas, dependendo de variáveis como a maneira de treinar, a correta aplicação dos esforços positivos ( devem ocorrer sempre que o cão apresentar o comportamento certo), a persistência do treinador, e há quanto tempo o cachorro tem o mau hábito.

Treino dentro de casa

Tanto para filhotes quanto para adultos, cada sessão de treino começa logo depois de acordar ou 20 a 30 minutos após a ingestão de comida ou água, ocasiões em que os cães costumam fazer as necessidades.

Também estimulam a evacuação, as sessões de brincadeiras, morder brinquedos ou ossos ou, ainda, estar sem urinar nem defecar por 3 a 4 horas ( nos filhotes com menos de 4 meses de vida).

Assim que o animal começa a farejar o chão intensamente e a girar em torno de si mesmo ou raspar o piso, é preciso levá-lo calmamente para o lugar onde fica o banheiro dele. Ao chegar lá, aguarda-se até ele começar a evacuar, ocasião em que se usam palavras de incentivo como “muito bom”, ditas de maneira carinhosa. Assim que ele termina, a associação positiva é reforçada com carinhos.

Garantir os acertos

No começo, a indicação é deixar uma ampla área do “banheiro” forrada com folhas de jornal ou tapetes higiênicos, para ficar praticamente impossível de acontecer erro. Na medida em que aumenta a desenvoltura do “aluno”, a área de forração é reduzida até ficar equivalente a meia folha de jornal ou a um tapetinho, se o cão for pequeno. Se ele tiver o porte de um labrador, a forração terá o dobro da área, ou o triplo, se for ainda maior.

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Conheça o Pastor Catalão

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Muito comum na Catalunha, onde é chamado “gos d´atura”, este cão tem uma origem claramente análoga as dos demais pastores europeus. Interessante observar que o tipo de pastor de pelo longo, difundido por toda Europa, não podia deixar de imigrar para a Espanha, principalmente na zona dos pirineus, onde o pastoreio sempre constituiu um dos recursos principais.

Na região de origem, o pastor catalão ainda é empregado como auxiliar na condução de rebanhos, atividade na qual mostra-se realmente formidável: sabe evitar com muita facilidade que os animais passem a zonas cultivadas ou que o rebanho se disperse. Nem o touro mais impetuoso ou o potro mais selvagem o desobedecem: graças a sua astúcia, força e capacidade, obtém do gado uma submissão tal que lhe basta colocar-se no limite de um terreno cultivado para que nenhum animal se atreva a entrar nele. É possível observar, ás vezes, como um pastor, sem mais ajuda que um ou dois destes cães, consegue conduzir um rebanho muito numeroso com segurança, rapidez e precisão tais, que desperta assombro.

Excelente para a guarda, como cão policial de guerra, graças à pelagem e à estatura reduzida, o pastor catalão vai-se afirmando cada vez mais também como raça de companhia.

Temperamento

O Pastor Catalão é carinhoso, rústico e fiel. É bastante inteligente e obediente, o que faz com que seja de fácil treinamento, é capaz de seguir os seus próprios instintos de forma a resolver os problemas com que se depara. Por vezes encontra-se exemplares desta raça em concursos de agility, pois é muito ágil e enérgico. É aconselhável que seja habituado à socialização, devido à presença forte de características de cão de guarda. É ainda um cão reservado, mas mesmo assim é brincalhão.

Expectativa de Vida: 12 – 14 anos
Personalidade: Protetor, Ágil, Inteligente, Treinável
Altura: Macho: 47–55 cm, Feminino: 45–53 cm
Cores: Preto, Vermelho, Cinzento, Fulvo, Sable, Marrom
Peso: Macho: 16–20 kg, Fêmea: 16–20 kg

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Participe do Cãocurso, neste sábado, dia 2

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A Secretaria do Estado da Saúde promove neste sábado, dia 02/12, o evento “Mais Saúde Animal”, com apoio da Terra Zoo e do Hospital Veterinário da UEMA – Universidade Estadual do Maranhão. O evento vai oferecer vários serviços gratuitos para a comunidade em geral como consultas veterinárias para cães e gatos, vacinação antirrábica, testagem para leishmaniose em cães e castrações de cães machos, previamente cadastrados e indicados por ongs protetoras de animais.

A Terra Zoo estará presente com um stand de demonstração e venda de produtos e na organização do Cãocurso, onde todos os presentes poderão concorrer com seus cães nas seguintes categorias: o cão mais parecido com o dono, a fêmea mais elegante, o look mais criativo e o macho mais posudo. Os primeiros colocados nessas categorias ganharão super kits oferecidos pela Terra Zoo. Para participar, os tutores deverão inscrever seus cães mediante a doação de 2 kg de ração para cães ou gatos (pacotes lacrados), onde toda a arrecadação irá para as ongs participantes do evento. O Cãocurso acontecerá às 11h da manhã.

O evento “Mais Saúde Animal” acontece das 8h às 17h, no Hospital Veterinário da UEMA e ainda trará stand de adoção de animais com painéis com fotos de animais que estão disponíveis para adoção, venda de lanches de ongs com renda revertida para os mesmos continuarem seus trabalhos voluntários com animais em situação de abandono.

Participe!

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Prepare seu cão para as festas de fim de ano

fim de ano

Quando os festejos de final de ano são anunciados, muita gente começa a se afligir com o que vem pela frente. Nessa época, alguns problemas comportamentais do cão podem se tornar bem incômodos. Por exemplo, quanto maior o cão, maior a facilidade para ele explorar com o focinho as gostosuras da ceia de natal em cima da mesa. Se os estouros dos fogos fizerem o fiel amigo entrar em pânico, a comemoração da entrada do Ano Novo poderá ser bastante tumultuada. Sem falar nos trovões das chuvas de verão, que podem resultar em buscas atrás do cão fugitivo no meio do aguaceiro. O impacto de situações estressantes como essas, porém, pode ser evitado ou bastante reduzido com algumas dicas.

Medo de fogos

Cães com receio de estampidos costumam salivar com excesso, perdem o apetite, ficam ofegantes e procuram o tempo todo um lugar seguro para se esconderem (geralmente menor que eles). Há também os que fogem ou acabam se machucando ao tentar pular uma cerca ou muro, por exemplo. Se não para começar a preparar o cão para os estrondos sejam aceitos com naturalidade, algumas dicas poderão ser úteis na hora H.

Segurança

Não se esqueça de verificar se o local onde o cão fica abrigado nas situações que o amedrontam é seguro e livre de perigos. Alguns cães chegam a quebrar portas de vidro, podendo se ferir gravemente.

Medicação

Se o caso do seu cão é caracterizado como fobia em alto grau, é indicado consultar um veterinário de confiança. Ele poderá prescrever medicamentos para os mais ansiosos, se for o caso.

Roubo de comida

É normal que o cão saudável tenha bom apetite. Mas alguns são vorazes demais, difíceis de controlar. Raças selecionadas para caça, como os Beagles, tendem a estar esfomeadas o tempo todo. É um comportamento que até pode contribuir para manter o interesse pela presa, mas tanta gula não é bem-vinda nas confraternizações familiares.
E como agir quando não foi possível preparar o cão para ser bem-comportado ao ver comida? Sugerimos, em seguida, algumas providências com potencial para reduzir significativamente os ímpetos de abocanhar gostosuras. Mas lembre-se que, no futuro, quando você resolver ensinar obediência básica ao cão, um comando poderá ser suficiente para controlar os impulsos gastronômicos dele.

Canse o cão antes da festa

Algumas poucas horas antes do evento, faça um passeio longo e vigoroso com o cão. Com isso, ele terá menos energia para atividades como dar uma espiada na mesa e, quem sabe, conseguir alguma guloseima.

Encha a barriga dele previamente

Alimente bem o cão antes da reunião familiar para diminuir o interesse dele por comida. Além disso, quando for servir a refeição aos convidados, ofereça antes ao cão um osso novo, do tipo que ele mais gosta. Ou, então, dê um brinquedo daqueles que desafiam a tirar a comida do seu interior (alguns modelos permitem até que a comida esteja congelada, o que prolonga a duração do entretenimento). Cansado depois de passear, barriga cheia e ainda entretido com as delícias especialmente oferecidas para ele provavelmente participará da confraternização familiar sem incomodar.

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O doce gigante Irish Wolfhound

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Apesar do seu tamanho gigante e do seu aspecto eriçado, o Irish Wolfhound – consciente, talvez, de ser o mais forte – é de índole amável, e de grande bondade e generosidade; paciente com todos, em particular com as crianças, coisa em que dificilmente o iguala a outras raças caninas.

É muito inteligente, mais reflexivo que vivaz, e muito hábil. Quem teve por companheiro a um destes cães dificilmente poderá escolher outro. Bom cão de guarda, valente, enérgico, não é de natureza mordedora: limita-se a latir e a observar o intruso até que chegue o dono. Entretanto, se adestrado para o ataque, pode ser perigosíssimo, porque a sua extraordinária força permite-lhe chegar a matar um homem.

Ama a todos os membros da família, mas mostra especial tendência a tomar carinho por uma pessoa mais que por outras, a que logo considera o seu guia; por ela, o seu apego não conhecerá limites e não será transferido a outros.

Não é aconselhável tê-lo na cidade: sofre com o calor e gosta de estar ao ar livre. Mas, para estar junto ao dono, adapta-se a todos os ambientes embora a falta de liberdade e espaço possa influir na sua saúde e caráter.

Diz-se que as origens desta raça datam de 1863, a partir de cruzas com o Dogue alemão. Outros consideram, que as suas origens são muito remotas, já que pareceria certo que na Irlanda existiam antigamente cães lutadores de grande tamanho e estatura, dotados de excepcional força muscular.

O naturalista E.C.Ash não crê que a raça tenha uma origem anterior ao século XIV: refere-se a cães irlandeses de grande volume, mas diz que teriam sido simplesmente descendentes dos dogues alemães, mastins e greyhonds.

Nestes últimos anos, o Irish Wolfhound voltou a estar na moda na Grã-Bretanha e nos Estados Unidos; em ambos os países o seu número aumentou consideravelmente e as suas qualidades psicofísicas melhoraram notavelmente.

Expectativa de vida: de 6 a 10 anos
Classificação: Raça
Personalidade: Leal, Dócil, Generoso, Digno, Aprende fácil, Paciente
Cores: Preto, Branco, Vermelho, Cinzento, Fulvo, Tigrado
Origem: Bélgica, Irlanda

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Vários filhotes adotados neste sábado, na Cohama

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Vários filhotes de cães e gatos ganharam novos lares, neste fim de semana (25/11), durante a adoção na Terra Zoo da Cohama. Treze cães e 4 gatos foram adotados, todos vacinados, vermifugados e microchipados, e ganharam uma nova oportunidade, sem sofrimento e sem abandono.

A Associação Maranhense em Defesa dos Animais, Amada, foi a ong responsável pela doação dos animais e também vendeu lanches, com toda a renda revertida para os cuidados de outros animais sob sua tutela.

E se você não conseguiu adotar um pet, não se preocupe! A próxima Feirinha de adoção já tem data marcada, dia 16/12, na loja da Forquilha.

Confira:

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