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Cães que destroem objetos pessoais dos donos

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Quando chegamos em casa e encontramos objetos de nosso uso destruídos pelo amigo, é comum virem à mente pensamentos como “Ele fez de propósito” ou “Veja a cara dele, sabe que fez coisa errada”. E, se nos deparamos com xixi e cocô na nossa cama, bem em cima do nosso travesseiro, até parece óbvio: “foi pura vingança!”. Mas, será que os cães são realmente vingativos? É verdade que preferem destruir as coisas de seus donos?

É possível evitar que chinelos, óculos, peças de roupas e outros objetos de uso pessoal sejam destruídos pelo cão.

Humanização
Seria maravilhoso se afirmações como essas fossem verdadeiras. Sim! Pois significaria que os cães teriam desenvolvido habilidades para lidar com sentimentos tão complexos quanto os dos humanos. Mas, não.

Os pets não são vingativos, infelizmente, existe uma humanização na interpretação dos comportamentos caninos. As pessoas associam bastante as atitudes desses animais com reações humanas. Não há nada de errado nisso. É algo comum e até esperado, pela proximidade que os cães têm com a nossa rotina. Mas, infelizmente, interpretações incorretas das atitudes dos amigos de quatro patas resultam, muitas vezes, em punições indevidas para eles.

Sobrevivência
Comportamentos destrutivos como morder, rasgar e enterrar fazem parte da natureza, de sobrevivência canina. Entender o porquê isso acontece, mesmo estando eles longe da vida selvagem, é importante para podermos melhorar a qualidade de vida deles e até para prevenirmos problemas comportamentais sérios.

Prevenção
Submeter o cão a uma rotina de atividades faz com que ele preveja os acontecimentos do dia-a-dia, sentindo maior segurança e conforto e menor estresse de ansiedade. Em geral os cães de grande porte necessitam muito de exercício, principalmente se não dispuserem de espaço amplo para gastar as energias.

Raças pequenas também precisam de atenção. Intercalar passeios com objetos desafiadores, como brinquedos contendo comida que exige esperteza para ser retirada, é uma maneira interessante de manter o cão ocupado física e psicologicamente.

Filhote
Os primeiros meses de vida dos cães são um caso à parte. A troca de dentes gera incomodo nas gengivas. Morder tudo o que é encontrado pela frente pode ser uma maneira de aliviar o desconforto. O período em que isso acontece começa aproximadamente entre as 3 e as 12 semanas de vida, quando nascem os primeiros dentes, bem finos e pontiagudos. Costuma durar até o fim da troca dos dentes de leite pelos permanentes, aos 7 meses de idade. Nesse período, as gengivas sofrem vermelhidão inchaços e irritações.

O objetivo é o filhote associar o uso de brinquedo com chamar facilmente a sua atenção e a perda dela quando morde o que não deve, como os seus pés, a sua mão ou seus brinquedos.

Ansiedade
Não podemos finalizar a matéria sem citar a possibilidade de o cão destruidor sofrer ansiedade da separação. Diversos indicadores podem sinalizar que o cão não esteja sabendo ficar sozinho. Entre eles, ser muito apegado; comportar-se como sombra; seguir você por todos os ambientes; chorar; latir ou uivar quando você sai; destruir objetos na sua ausência ou só comer quando você volta.

Nesses casos, o melhor é procurar a ajuda de um especialista em comportamento animal. Ele levará em conta todas as atitudes do cão para orientar sobre como diminuir o sofrimento e o estresse causados pela ansiedade da separação.

Dessa maneira, consegue-se possibilitar ao animal uma vida mais equilibrada.

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Vai viajar de avião com seu cão ou gato? Confira dicas

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Um dilema comum às famílias que possuem animais de estimação é o que fazer com eles durante uma viagem de férias ou quando é necessária uma mudança de cidade. As quatro principais companhias aéreas brasileiras decidiram investir nesse mercado, oferecendo transporte de cães e gatos na cabine de passageiros, ou no compartimento de cargas da aeronave.

Voar com o um pet não é uma tarefa extremamente simples. É importante avaliar as condições do animal antes de decidir levá-lo na viagem e consultar um veterinário. Por mais calmo que seja o seu cão ou seu gato, ou por mais bem acomodado que eles estejam durante a viagem, voar será sempre um fator de estresse. Um sugestão inicial é programar voos diretos e trajetos curtos, na medida do possível. Isso diminui a ansiedade dos bichanos e de seus donos, bem como a chance de desidratação, um dos riscos de saúde que os animais correm durante uma viagem de avião.

Passo a passo para a viagem de avião com o seu animal de estimação

  • Informe-se das regras de transporte de animais da companhia aérea antes de comprar a passagem. Algumas empresas que não permitem o transporte de animais na cabine e tem restrições para o transporte no porão;
  • Verifique a documentação de vacinação do seu animal. É necessário apresentar o certificado de vacinação antirrábica (para animais com mais de 3 meses de idade), aplicada entre 30 dias até 1 ano antes da data do embarque. Caso a vacina esteja vencida ou não seja possível comprovar a vacinação (como acontece em campanhas públicas), é necessário reaplica-la pelo menos 30 dias antes do voo;
  • Procure a bolsa ou caixa de transporte mais adequada, veja opções aqui. A caixa de transporte precisa ser resistente, bem ventilada e com tamanho adequado ao animal. Leve as especificações da companhia aérea para medir e comparar as dimensões na loja. Lembre-se que o animal precisa de espaço para se movimentar e que vai ficar naquele espaço durante toda a viagem;

Tipo de caixa de transporte

A principal diferença do tipo de caixa de transporte é o material que ele é feito, para viagem na cabine o ideal é que seja de um material maleável com fundo impermeável, flexível e bem ventilada. Para viagens no compartimento de cargas o material deve ser um plástico bem resistente e duro esse fator é importante para a segurança do seu pet. Ambos devem ter ventilação na parte superior, não pode ter rodinhas, a portinha deve ser em forma de grade com trinca, o bebedouro e comedouros devem ser fixados na grade.

Bolsa de transporte de material maleável

 

 

Caixa de transporte de material mais resistente

 

Comprimento: Deve ser medido o comprimento do animal do focinho até a base da cauda + metade da medida da pata dianteira até o peito do animal. O animal deve conseguir ficar deitado.

Largura: Deve ser no mínimo duas vezes a medida da largura das costas do animal. O animal deve conseguir dar uma volta em torno de si mesmo.

Altura: Deve ser 2 centímetros maior que a altura do animal em pé com as quatro patas no chão. O animal deve conseguir ficar em pé sem abaixar a cabeça.

Antes da viagem

Uns 15 dias antes da viagem inicie a adaptação do animal a bolsa ou caixa de transporte. É uma etapa muito importante. Alguns procedimentos sugeridos nos sites das companhias aéreas podem ajudar muito nesse processo:

  • Torne a caixa de transporte um local familiar para o animal. Deixe-a sempre aberta, acessível e o tempo todo disponível em um local da casa onde o animal costuma ficar;
  • Faça dela um local de experiências agradáveis, oferecendo petiscos dentro dela, ossos para roer e brinquedos;
  • Diariamente, ofereça ao menos uma das refeições de seu animal na caixa de transporte e, à medida em que ele se mostre confortável enquanto come lá dentro, feche a portinha. Abra quando o animal terminar. Gradativamente, aumente o tempo em que ele permanece dentro da caixa, mesmo já tendo finalizado a refeição supervisionando o processo;
  • Uma vez acostumado com o esquema de alimentação dentro da caixa de transporte, comece a colocar o animal dentro dela em outros momentos, preferencialmente quando estiver tranquilo. Procure manter-se afastado, para que o animal vá também se acostumando com a sua ausência enquanto confinado;

Documentação e preparativos finais para a viagem

Cerca uma semana antes do voo procure um veterinário e peça o atestado de saúde para viagens aéreas para o seu animal. Cada companhia tem sua regra, mas atestados emitidos no máximo 10 antes da data do voo são aceitos por todas as empresas nacionais. É também uma boa oportunidade para avaliar as condições de saúde do animal antes da viagem. Calmantes não são recomendados em viagens de avião, pois podem provocar efeitos colaterais, tais como sedação excessiva, relaxamento muscular ou até excitação e ansiedade paradoxal. Só utilize se for expressamente recomendado pelo veterinário.

Na véspera da viagem, recomenda-se dar banho e aparar as unhas do animal. Ofereça alimentos leves no dia da viagem. A última refeição deve ocorrer 2-3 horas antes do embarque, para evitar enjoos. Água pode e deve ser oferecida à vontade, inclusive no aeroporto, logo antes do embarque. Caso o animal vá no porão, identifique-o e identifique também a caixa de transporte. Utilize um tapete higiênico para forrá-la e deixe uma pequena peça/pedaço de roupa com ele dentro da caixa.

Leve a coleira e passeie com seu cão um pouco antes do voo. Incentive ele a urinar/defecar. Dê água. Evite embarcar com muita antecipação, a menos que o animal não se mostre tranquilo no ambiente do aeroporto. Brinque e ofereça carinho a ele. Vai ajudá-lo a relaxar.

No porão, as caixas de transporte são mantidas presas no chão por cordas e cintos. O local tem a mesma pressurização da cabine e é iluminado. Se o animal estiver viajando na cabine, ele deverá ser colocado abaixo do assento e deve permanecer dentro da caixa durante toda a viagem. No desembarque, caso tenha viajado no compartimento de carga, o animal será retirado do avião e colocado na área de retirada das bagagens. Ele não será colocado na esteira.

O ideal é sempre o pet testar a caixa de transporte antes da viagem e o dono acostumar o animal a ficar na caixa de transporte. Confira algumas sugestões de dimensões de caixa para os pets:

Raça Yorkshire e Gatos Medidas : 46X26X20

Raças Maltês e Lhasa Apso Medidas : 55X35X30

Raças Poodle Toy, Beagle e Schnauzer Medidas : 61X41X36

Raças Coker e Bull Terrier Medidas: 66X45X43

Raças Pastor e Pit Bull Medidas: 87X57X59

Raças Rottweiller, Collie e Labrador Medidas: 94X64X61

Fontes: Dog Travel e Melhores destinos

 

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Como evitar calos nos cotovelos dos cães

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Seu cão possui calos nos cotovelos? Pode ser hiperqueratose, que é o aumento de espessura da pele, no caso, na região do cotovelo dos cães, dando origem aos “calos de apoio”, mais observado em cachorros de porte grande e idosos.

A região fica mais espessa, sem pelos e com a pele mais grossa. Muitos donos de cães não se importam com esta aparência, mas outros não sabem se este é um processo normal ou patológico.

Como se formam?

Os cotovelos são regiões menos desprovidas de gordura e quando o animal se apoia nesta região (ao deitar e sentar) apenas a pele amortece o atrito entre o chão e o osso. Com isso, a pele começa a ficar mais espessa (devido o depósito de queratina) para compensar este impacto, gerando o aspecto de calo (hiperqueratose) no cotovelo dos cães.

Por ser uma região com pouca ou nenhuma sensibilidade, o animal não sente dores caso haja algum machucado, que é comum nestas situações. Portanto é importante a inspeção rotineira nestas áreas para evitar que haja a evolução de algum machucado, levando a uma escara de decúbito. As escaras de decúbito são caracterizadas por um machucado séptico (com bactérias) que não foi tratada, evoluindo para feridas grandes, podendo gerar episódios de febre e até sepse (infecção espalhada para a corrente sanguínea) se não for tratado.

Como evitar?

Esses calos (hiperqueratose) podem ser evitados oferecendo um lugar macio para o animal deitar, como camas e colchões. Ambientes como quintais geralmente têm o piso duro e com irregularidades, facilitando arranhões e, consequentemente, as escaras. Atenção também ao peso do cão, já que animais com sobrepeso sofrem impactos maiores. Este é mais um dos diversos motivos para manter o peso saudável de seu animal. É possível regular o sobrepeso com rações específicas e passeios rotineiros.

Uma opção adicional é manter a região de calo sempre hidratada (confira aqui hidratante para cachorro), com produtos específicos, também ajuda a não haver rachaduras e machucados. Para minimizar o aparecimento de calos, providencie uma superfície macia para o cachorro dormir. Pode ser uma cama acolchoada ou um tapete preenchido com espuma de borracha. Cães de apartamento, que dormem na cama com o dono ou no sofá, dificilmente vão apresentar calos no cotovelo. Cães mais pesados também tendem a ter mais calos pelo excesso de peso sobre os cotovelos.

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

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Ragdoll, o gato com características caninas

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Muitos associam as palavras indiferença, independência ou até mesmo antipatia aos gatos, porém, os amantes dos felinos contestam essas associações. E com razão, pois o convívio com felinos tem aumentado e essa impressão negativa tem diminuído.

E quando um felino tem comportamento canino? Existe? Sim! Os gatos da raça Ragdoll, que devido a sua personalidade, se parece muito mais ao de um cão do que de gato.

Para começar, o que torna esse felino diferente de todos outros é que sua personalidade, é muito dependente, assim como a de um cão. Ele não sairá do seu lado, tampouco irá ignorá-lo quando você o chamar. Sempre irá responder ao seu chamado e procurará seus cuidados e suas carícias. É um gato ideal para estar com crianças, com outros gatos, com cães e com qualquer outro animal. Tal como um cão, o Ragdoll irá saudá-lo quando você entrar pela porta. Ele irá querer estar sempre em cima de você e, se deixar de lhe dar atenção, ele vai seguir aonde quer que você vá, sempre pedindo um cafuné. São muito bons anfitriões com os convidados, pois em seus esmeros para conseguir carinhos, eles irão atrás deles em suas buscas. Uma carícia extra nunca será demais.

Como um bom gato canino, você poderá brincar com ele e lhe jogar objetos, e ele irá atrás deles. Ele irá correndo quando lhe vir sorrir ou passar por perto. Ele também é parte da família e adora brincar! Sua inteligência é superior à de outros gatos, portanto, não espere vê-lo dentro de algum lugar sem saber como sair. O Ragdoll não passará por isso.

Quase nunca miam, pois, sua voz não é muito potente e preferem utilizá-la para avisar que é a hora de comer, fazendo leves ruídos. Não gostam das alturas. Devido a sua paixão pelas carícias, preferem permanecer no sofá, caso chegue alguém disposto a lhe fazer alguns carinhos.

O Ragdoll não é aconselhado para famílias que ficam fora o dia todo ou viajam com frequência e deixam a casa sozinha por muito tempo. Por ser um gatinho que gosta muito de carinho, precisa de companhia por perto.

São usados em sessões de terapia, especialmente com pessoas idosas, pois o grande carinho e amor desses felinos faz com que os idosos se sintam amados e úteis, o que melhora o humor e também a autoestima deles.

Origem da raça

De origem americana e raramente encontrada em outros países, a raça Ragdoll foi batizada pela criadora norte-americana Ann Baker, no início da década de 60. Bem polêmica, a criadora patenteou o nome Ragdoll obrigando qualquer pessoa que viesse a criar ou comercializar a raça a lhe pagar os devidos royalties. Relativamente recente, é considerada uma das raças domésticas de maior porte do mundo, resultado do cruzamento de um gato semelhante ao Angorá com a raça Sagrado da Birmânia.

Curiosamente seu nome significa “boneca de pano”, em referência a sua maior característica: a capacidade de relaxar completamente quando está no colo. Ele é tão dócil que se deixa ser jogado de um lado para o outro sem reclamar, coisa que a maioria dos gatos não aceita.

 

Saúde e cuidados especiais

O gato da raça Ragdoll é um felino de desenvolvimento lento e que precisa de cuidados especiais para ter um crescimento saudável. A alimentação deve ser balanceada com rações de qualidade e adequadas para cada etapa de seu crescimento. Também é aconselhável que se pergunte ao veterinário sobre suplementos vitamínicos.

É preciso vermifugar seu gato periodicamente e vaciná-lo nas épocas certas. Os exercícios físicos devem ser bem moderados já que é uma raça muito sedentária.

A raça possui um pelo semi longo e predisposição para ter bolas de pelos. Como possui o hábito de se lamber constantemente, esse pelos podem ir parar em seu intestino, causando problemas de saúde. Para evitar essa complicação, é indicada a escovação diária do pelo. Além disso, uma vez por semana, os olhos e as orelhas devem limpos e as pontas das unhas aparadas. É importante deixar um arranhador por perto para que o gatinho possa brincar e afiar bem as suas unhas.

Brinquedos que fazem barulho, bolinhas que acendem, almofadinhas etc. são alguns dos brinquedinhos indicados para a diversão do gatinho. Sua caixa de areia deve ser limpa todos os dias e a água e os alimentos frescos também devem estar facilmente à sua disposição.

Apesar de considerada uma raça bem forte e não possuir defeitos genéticos recorrentes, algumas doenças poderão surgir, como cardiomiopatia hipertrófica felina (adensamento do músculo do coração) e doença de rins policísticos.

Se precisar ficar muito tempo sem seus donos e outros animais como companhia, é aconselhável deixar alguns brinquedos à disposição de seu gatinho para que ele se distraia. E, no mais, dar sempre muito amor, carinho e atenção para manter seu Ragdoll saudável e feliz.

Descrição
Porte: grande
Área de criação: vive bem em apartamentos
Escala de energia (1 a 5): 4
Escala de saúde (1 a 5): 3
Tipo de pelo: semi longo, abundante e macio, em padrão pontiagudo. Curto no rosto e nas omoplatas, mais denso na barriga e ao redor no pescoço e longo na direção da cauda
Temperamento: inteligente, quieto, gentil e dócil
Expectativa de vida: 12 a 17 anos
Peso: 4,5 a 9 kg

Fontes: Adimaxpet / Canal do Pet / meusanimais.com.br

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É possível levar seu gatinho para passear

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Não se preocupe, você não leu errado. O título da matéria é realmente esse que você leu acima. Agora você deve estar se perguntando “Como? Gatos são animais extremamente caseiros!”. Vamos explicar aqui quais são as vantagens de levar seu gatinho passear.

Pesquisas recentes revelam que o hábito de sair para passear com seu gato podem devolver a ele alguns instintos primitivos que ele não usa na vida dentro de casa, como caçar e se aventurar em lugares que ele não conhece. Passear com gato pode devolver a liberdade dele, sem que ele corra riscos de ser atacado por outro animal, envenenado ou atropelado na rua.

Porém, deve-se ter em mente também que muitos gatos se arrepiam e morrem de medo de saírem de casa, é importante respeitar o felino nessa hora. Se ele não se incomodar, não mostrar medo, ótimo, ele provavelmente vai adorar o passeio. Agora, se ele ficar muito amedrontado e arredio, não o force a sair. O estresse que o gatinho vai passar na rua pode lhe fazer muito mal posteriormente.

Gatos são animais extremamente obcecados por controle do território deles, a maioria não consegue relaxar se não conhece detalhadamente o ambiente em que estão. Gostam também de sempre terem um “’esconderijo”, um lugarzinho onde eles se sintam seguros e protegidos. Por isso, na hora do passeio com seu gato, leve-o sempre no mesmo lugar, por exemplo, na mesma praça, na mesma casa de amigos ou parentes, na mesma creche, etc. E leve junto também sempre a caixinha de transporte dele e deixe-a por perto, aberta. Assim, se ele sentir necessidade, ele pode se esconder a hora que quiser.

Veja aqui alguns pré-requisitos para passear com seu gatinho de forma segura. Antes de começar a levar um gato passear, deixe ele se acostumar a usar o peitoral e a guia dentro de casa. Sempre fique de olho enquanto ele usa a coleira dentro de casa, para ver se ele está se adaptando bem. Não deixe as coleiras muito frouxas, para que ele não consiga tirá-las, nem muito justas, para não machucar o bichano. Para aumentar a segurança no passeio fora de casa, coloque a peitoral com uma coleira em volta do pescoço. Veja algumas opções aqui. Manter uma plaquinha de identificação com o telefone de contato do tutor é super importante.

TREINOS

Para que o gato se acostume a ter esse item em seu corpo, o ideal é começar apenas brincando com a coleira, sem ainda prendê-la no felino, fazendo associações positivas com recompensas saborosas ou brincadeiras que o gato goste. Aos poucos, colocar e logo tirar, aumentando o tempo à medida que ele se mostre confortável. Só se deve colocar a coleira e a guia e começar a andar pela casa quando ele não demonstrar sinais de desconforto ou medo.

HORA DE SAIR

Quando o gato já estiver habituado à coleira e à guia dentro de casa, pode-se começar a explorar novos ambientes. O indicado é começar em lugares pouco movimentados e sem muitos estímulos, como, por exemplo, o hall de entrada do prédio ou a garagem de casa. Se o gato se mostrar com medo do novo local a ser explorado, o ideal é voltar um passo atrás, ou seja, ir para um local menos estimulante, onde ele não se sinta inseguro. É importante ir aos poucos, deixando o gato ficar totalmente à vontade em um lugar para somente então levá-lo a outro, com sessões curtas no início.

Quando o gato estiver demonstrando segurança e curiosidade natural em relação a novos locais, pode-se avançar um pouco mais, indo para lugares com mais estímulos visuais e sonoros. Caminhar com o gato já treinado em horários mais calmos e em locais com poucos cachorros pode tornar o passeio ainda mais legal e seguro. Lembrando que será um passeio bem diferente do que é com um cão: o gato vai preferir cheirar cada cantinho, subir em tronco de árvore etc. Se tudo correr bem com o treinamento, passear com o gato de coleira pode ser divertido para o animal e para o tutor.

Fontes: Site CachorroGato  e Canal do Pet – iG

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A folia canina tomou conta do Carnapet!

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O Carnapet foi palco de muitas fofuras neste fim de semana! Muitas famílias levaram seus cãezinhos para curtirem as atrações do Carnapet. Teve apresentação do Bicho Terra, bandinha de carnaval, pintura facial para crianças, pet park, sorteios e o esperado concurso do Rei e Rainha e Príncipe e Princesa Pet!

Confira os melhores momentos:

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Como controlar a ansiedade em cães causada por separação

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O cão não ficar bem ao ser separado da pessoa ou da família à qual é apegado é uma das situações mais comuns em clínicas de comportamento animal. Alguns latem sem parar quando estão longe da companhia dos donos.

Como animal que vive em grupo, o cão forma ligações. É normal, portanto, que sinta ansiedade quando está separado de quem tem vínculo. Mas não a ponto de passar por alterações comportamentais como latir de forma exagerada ou a destruir coisas a sua volta apresentada por alguns cães.

O comportamento exacerbado muitas vezes é estimulado pelos próprios donos do animal. Fazer o cão ficar próximo o tempo todo e saudá-lo efusivamente ao sair de casa e ao voltar são atitudes que podem agravar o apego excessivo e ansiedade por separação.

Outra possibilidade é a associação entre “ficar sozinho” e um trauma sofrido por trovão, maus-tratos ou outro motivo, enquanto o cão estava sozinho na casa. A ausência prolongada de uma pessoa querida, como acontece em casos de divórcio, morte ou saída de casa do filho que cresceu também pode causar ansiedade por separação. E por aí vai. Até mesmo a chegada de um novo membro à família, o retorno às aulas depois de várias semanas de férias ou de uma estadia traumática ou prolongada fora de casa têm potencial para provocar o problema.

Não é tédio

Ansiedade por separação não é o mesmo que tédio e frustração por ficar sozinho. Na síndrome da ansiedade por separação, as atitudes do cão estão relacionadas com sofrimento psicológico; já em caso de tédio há apenas necessidade de ocupar melhor o tempo.

As duas situações produzem alguns sintomas semelhantes, como latidos excessivos e destrutividade. Mas a ansiedade por separação produz também sinais específicos como arranhar e destruir portas e janelas (tentativa de escapar), destruir objetos, muitas vezes relacionados com os donos (já que a ansiedade decorre da ausência deles), diarreia e vômito, falta de apetite, salivação excessiva, respiração ofegante e taquicardia. Uma soma de sintomas decorre da ansiedade por separação, inclusive evacuar fora do lugar, mas esse comportamento pode também ter relação com aprendizado incompleto do uso do banheiro.

Uma técnica que evidencia bem se o caso é de ansiedade por separação ou de tédio é gravação do que o cão faz enquanto está sozinho em casa. Os sintomas de ansiedade visíveis em um vídeo são inquietação e perambulação frequente sem relaxar, respirar ofegante e sinais de estresse como se lamber, bocejar e erguer uma pata para fora de contexto. Já os de tédio são descansar bastante, eventualmente se levantar, destruir algo e voltar a descansar.

Mal reversivo

É possível reverter os casos de ansiedade por separação. As sessões educativas são realizadas diariamente, com o objetivo de acostumar o cão a permanecer calmo na medida em que os donos se afastam dele.

Durante o período de treinamento, que pode demorar até um ano. O cão é deixado sozinho, na cama dele, com algo que goste de comer, e com liberdade para sair quando quiser. Participam ambos os donos ou um só, simulando situações, indo em direção à porta, sem sair. Quando o cão deixar de seguir, o treino passa a ser feito com o casal saindo de casa. Pode-se fechar a porta e retornar antes que ele comesse a latir. No começo, o retorno acontece alguns segundos depois de deixa-lo só, e, aos poucos, o intervalo de tempo aumenta para minutos e depois horas. A chegada do dono deve ser sempre neutra, sem qualquer premiação, para o evento não ganhar importância excessiva. O método não usa punições para não agravar a ansiedade do animal e o sofrimento dele.

Possível recaída

Há risco de a síndrome da ansiedade por separação voltar a se manifestar depois de controlada. O retorno pode acontecer a partir de uma mudança importante de rotina, principalmente em decorrência de algum evento traumático ou pela ausência prolongada do dono, por motivos como divórcio ou falecimento, e até pela morte de um cão de casa. O surgimento de doença neurológica como a síndrome de disfunção cognitiva, semelhante ao Alzheimer humano, também pode provocar recaída, já que a presença desse mal é capaz de trazer à tona antigos problemas comportamentais.

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Fazer as necessidades fora do lugar, nunca mais

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Ao chegar em casa após um dia de trabalho, o administrador de empresas Thiago Salazar, 29 anos, de São Luís, se apressa para soltar seu Shih Tzu, Teo, de 3 anos. Sempre que sai, ele limita o espaço do cãozinho na pequena área de serviço do apartamento, com comida, água e tapetinho. “Se o deixo solto, ele faz as necessidades por toda a casa – nada escapa, nem minha cama, nem o sofá, nem a geladeira nova, cujo pé enferrujou de tanto xixi que Teo fez lá”, reclama Thiago.

Esta é a principal causa do abandono de animais em abrigos, segundo revela pesquisa feita nos Estados Unidos pelo departamento de Medicina Veterinária da Perdue University, de Indiana. A principal conclusão dos pesquisadores é que a maioria das pessoas não sabe corrigir os maus hábitos de seus cães ou que na hora da compra não imaginem que eles façam necessidades fisiológicas.

O caso de Teo reflete essa realidade. “Quando ele chegou do canil, veio treinado, tudo certinho”, conta Thiago. “Até o dia em que, ao voltar do trabalho, encontrei xixi do Teo no sofá, então gritei com ele. A cena voltou a se repetir e acabei trocando o jornal por tapetinho – imaginei que pudesse ser mais atraente para ele, mas tudo em vão”, informou desconsolado.

Atribuir esse tipo de comportamento canino a birra é muito comum, mas a utilização de locais variados como banheiro indica que, na verdade, o cão não sabe qual é o lugar certo para fazer suas necessidades. Todo cão pode aprender a usar o banheiro – o que muda é a demora para obter resultado. A rapidez do aprendizado pode variar de uma única aula até algumas semanas, dependendo de variáveis como a maneira de treinar, a correta aplicação dos esforços positivos ( devem ocorrer sempre que o cão apresentar o comportamento certo), a persistência do treinador, e há quanto tempo o cachorro tem o mau hábito.

Treino dentro de casa

Tanto para filhotes quanto para adultos, cada sessão de treino começa logo depois de acordar ou 20 a 30 minutos após a ingestão de comida ou água, ocasiões em que os cães costumam fazer as necessidades.

Também estimulam a evacuação, as sessões de brincadeiras, morder brinquedos ou ossos ou, ainda, estar sem urinar nem defecar por 3 a 4 horas ( nos filhotes com menos de 4 meses de vida).

Assim que o animal começa a farejar o chão intensamente e a girar em torno de si mesmo ou raspar o piso, é preciso levá-lo calmamente para o lugar onde fica o banheiro dele. Ao chegar lá, aguarda-se até ele começar a evacuar, ocasião em que se usam palavras de incentivo como “muito bom”, ditas de maneira carinhosa. Assim que ele termina, a associação positiva é reforçada com carinhos.

Garantir os acertos

No começo, a indicação é deixar uma ampla área do “banheiro” forrada com folhas de jornal ou tapetes higiênicos, para ficar praticamente impossível de acontecer erro. Na medida em que aumenta a desenvoltura do “aluno”, a área de forração é reduzida até ficar equivalente a meia folha de jornal ou a um tapetinho, se o cão for pequeno. Se ele tiver o porte de um labrador, a forração terá o dobro da área, ou o triplo, se for ainda maior.

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Conheça o Pastor Catalão

pastor catalão

Muito comum na Catalunha, onde é chamado “gos d´atura”, este cão tem uma origem claramente análoga as dos demais pastores europeus. Interessante observar que o tipo de pastor de pelo longo, difundido por toda Europa, não podia deixar de imigrar para a Espanha, principalmente na zona dos pirineus, onde o pastoreio sempre constituiu um dos recursos principais.

Na região de origem, o pastor catalão ainda é empregado como auxiliar na condução de rebanhos, atividade na qual mostra-se realmente formidável: sabe evitar com muita facilidade que os animais passem a zonas cultivadas ou que o rebanho se disperse. Nem o touro mais impetuoso ou o potro mais selvagem o desobedecem: graças a sua astúcia, força e capacidade, obtém do gado uma submissão tal que lhe basta colocar-se no limite de um terreno cultivado para que nenhum animal se atreva a entrar nele. É possível observar, ás vezes, como um pastor, sem mais ajuda que um ou dois destes cães, consegue conduzir um rebanho muito numeroso com segurança, rapidez e precisão tais, que desperta assombro.

Excelente para a guarda, como cão policial de guerra, graças à pelagem e à estatura reduzida, o pastor catalão vai-se afirmando cada vez mais também como raça de companhia.

Temperamento

O Pastor Catalão é carinhoso, rústico e fiel. É bastante inteligente e obediente, o que faz com que seja de fácil treinamento, é capaz de seguir os seus próprios instintos de forma a resolver os problemas com que se depara. Por vezes encontra-se exemplares desta raça em concursos de agility, pois é muito ágil e enérgico. É aconselhável que seja habituado à socialização, devido à presença forte de características de cão de guarda. É ainda um cão reservado, mas mesmo assim é brincalhão.

Expectativa de Vida: 12 – 14 anos
Personalidade: Protetor, Ágil, Inteligente, Treinável
Altura: Macho: 47–55 cm, Feminino: 45–53 cm
Cores: Preto, Vermelho, Cinzento, Fulvo, Sable, Marrom
Peso: Macho: 16–20 kg, Fêmea: 16–20 kg

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