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Cuidados com hamsters filhotes

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Tomar conta de hamsters filhotes – independentemente de tê-los criado ou comprado – pode ser bastante trabalhoso. Mesmo se estiverem com a mãe, é necessário ficar de olho neles para verificar se ela está realizando corretamente seus “afazeres” maternos e não os machucando. Se a mãe não estiver presente, hamsters criados à mão têm pouca chance de sobreviver, mesmo se o dono for bastante carinhoso e atencioso. No entanto, existem algumas maneiras de aumentar a chance de sobrevivência deles, com ou sem a mãe por perto.

Preparando o parto da mãe

Avalie os fatores de risco dos pais. Os hamsters chegam à maturidade sexual ao completarem seis semanas de idade, mas não é aconselhável deixar que cruzem nesse momento. A fêmea deve ter ao menos entre 8 a 10 semanas de idade antes de cruzar, enquanto os machos deverão ter de 10 a 12 semanas de vida. Quando o hamster completar 1 ano, ele não deve mais procriar, já que o risco de os filhotes desenvolverem problemas de saúde disparam. A expectativa de vida média de um hamster é de 18 a 24 meses.

Procure por sinais de que a fêmea dará cria. As gestações desses animais são curtíssimas, durando de 15 a 18 dias. Quando souber que a fêmea está grávida, fique de olhos nos indícios a seguir para saber que ela está prestes a dar à luz:
Agitação
Construção de ninhos
Irritabilidade
Aumento no apetite

Prepare a gaiola para o parto, confira opções aqui. Ao observar qualquer um dos sinais acima descritos, a fêmea está perto de dar à luz, logo, a gaiola deve ser arrumada para que os filhotes possam ficar à vontade. Limpe e prepare-a antes do nascimento, mas não muito perto do dia do parto. É muito importante não incomodar a mãe nos últimos dias da gravidez, já que isso aumenta a chance dela canibalizar os filhotes (devido a uma má formação congênita, por exemplo).

Alguns dias antes de dar à luz, coloque-a em uma gaiola limpa e deixe-a em paz. Se não souber em qual período da gestação ela está, isole-a ao perceber que a barriguinha está aumentando de tamanho.

Tire os brinquedos da gaiola. A mãe pode machucar ou matar os bebês se os brinquedos a atrapalharem. Evite lã de algodão ou outros materiais que possam formar muitos fios no chão da gaiola, atrapalhando a movimentação dos pequenos. Além disso, não coloque palha, já que as pontas afiadas machucarão os filhotes. As alternativas mais seguras são: polpa de celulose, pedaços de papel, faia preta ou carefresh (um material agradável para os animais e que absorve os excrementos).

Dê à mãe o material necessário para que ela faça o ninho, como algo aconchegante, quente e que possa formar uma toca. Papel-toalha ou papel de tecido não tingido são recomendados. A partir dos dois dias anteriores à data prevista do nascimento dos filhotes até 10 dias após ela dar à luz, não mexa na gaiola e nem pegue a mãe no colo. Verifique se a mãe preparou o ninho. Quando estiver quase pronta para dar cria, ela construirá um ninho para cuidar dos filhotes. Por isso, não há necessidade de colocar mais revestimento ou materiais para deixá-los confortáveis ou colocar os pequenos em outro local. Na verdade, mexer nele após o nascimento pode ser algo desastroso, já que hamsters são conhecidos pelo canibalismo; deixar a mãe nervosa pode colocar os filhotes em risco. Ele é maior na primeira semana após o nascimento e em mães de primeira viagem.

Cuidando de filhotes de hamster com a presença da mãe

Interfira muito pouco durante a primeira semana. Depois que os bebês nascerem, continue preenchendo os bebedouros com água e os pratinhos com ração durante sete dias, mas não incomode a mãe e os filhotes. Deixe-os quanto mais isolados for possível, ou seja, longe de barulhos de crianças curiosas, do trânsito e da TV e do rádio, por exemplo. Cães e gatos também não devem entrar no cômodo.

Não pegue os bebês no colo em hipótese alguma durante os primeiros 14 dias. A mãe dos hamsters poderá praticar canibalismo nos filhotes se o dono incomodar. Como é um mecanismo de autodefesa desses animais, fique apenas observando durante os primeiros dias. Durante essas mesmas duas semanas, não limpe a gaiola. Deixe a temperatura do ambiente por volta de 21 °C.

Entenda como os filhotes se desenvolverão. Os hamsters recém nascidos são extremamente vulneráveis – sem pelos, surdos, cegos e com os membros parcialmente desenvolvidos. No entanto, eles crescem com muita velocidade; nesse período os acontecimentos devem ocorrer após esses períodos de tempo se eles estiverem se desenvolvendo de maneira normal e saudável:

5-15 dias: os olhos e ouvidos devem abrir
Sete dias: começarão a andar
Sete a dez dias: comerão alimentos sólidos
Dez dias: início do crescimento dos pelos
10-20 dias: os filhotes já conseguirão usar o bebedouro

Deixe que a mãe cuide dos filhotes. Para maior chance de sobrevivência dos recém-nascidos, a mãe deve ter instintos maternos adequados para isso. A função do dono é apenas ficar de olho e deixá-la fazer o que for necessário. Enervar ou incomodá-la fará com que ela ataque os filhotes. Deixe-a em paz; quando os recém-nascidos estiverem sob os cuidados da mãe, não é preciso fazer nada. Verifique se a mãe está bem alimentada. Nas primeiras duas ou três semanas, quando os filhotes são nutridos pela mãe, é importante que ela esteja bem alimentada e saudável. O dono poderá dar ração de hamster ou comida fresca, como cenouras e erva dos prados.

Bolinhas nutritivas para ratos ou camundongos são melhores opções do que muesli para hamster. Isso acontece porque o animal acaba comendo as partes mais saborosas e deixa as mais nutritivas – e menos apetitosas – no pratinho. Forneça água e alimentos para os filhotes. Ao completarem de 7 a 10 dias de vida, os pequenos já estarão prontos para consumir alimentos e bebidas de outra fonte que não a mãe. Não coloque uma tigela de água na gaiola, já que eles podem se afogar; em vez disso, pegue um bebedouro e coloque o bico cerca de 1 ou 2 cm sobre o leito da gaiola. O bebedouro da mãe também deve ser deixado na gaiola, com a diferença que o outro (especial para os filhotes) será baixo demais para um hamster crescido. Quando estiverem prontos para consumir alimentos, os bebês começarão a “roubar” a comida da mãe, logo, coloque bastante ração sólida após observar que estão prontos.

Separe os hamsters por sexo na idade adequada. Hamsters sírios devem ser segregados ao atingirem três ou quatro semanas de vida ou começarão a brigar. Os hamsters anões podem ficar juntos, mas separe-os por sexo se não quiser que cruzem. Isso deve ser feito dentro de 48 horas após o desmame, que por sua vez, deve ser realizado de 21 a 28 dias após nascerem. A puberdade se inicia entre 2 a 18 dias após o desmame. Nesse momento, os hamsters estarão prontos para reprodução.

Cuidando de hamsters órfãos

Entenda os riscos. Conseguir criar hamsters sem a presença da mãe é algo quase impossível. Os filhotes nascem pouco desenvolvidos e precisam de uma alimentação adequada para sobreviverem. Os nutrientes vêm do leite materno e as fórmulas criadas para substitui-los pouco ajudam na formação saudável dos órgãos e ossos ainda deficientes.

Não fique triste se os filhotes morrerem. A chance já era muito pequena desde o começo, mas ao menos você tentou. Cuidado ao usar uma “mãe de aluguel”. Apesar do leite natural de hamster ser a melhor fonte de nutrição para desenvolvimento dos filhotes, o “aluguel” de uma mãe não é algo que funciona muito bem com hamsters, já que a chance da fêmea lactante canibalizar os pequenos é muito grande. Fêmeas que não estão lactando não poderão fornecer o leite necessário para os filhotes.

Substitua o leite materno da melhor maneira possível. O lactol é a melhor opção para servir como leite materno de hamsters (ele geralmente é dado a cães). Os filhotes precisam estar sob uma dieta rígida 24 horas por dia até que comecem a consumir alimentos sólidos. Por sorte, eles se interessam por comida sólida ao completarem entre 7 a 10 dias de vida. Quando começarem a ingerir alimentos sólidos, você poderá dar leite apenas uma vez a cada três horas.

Use um conta-gotas para alimentá-los. Coloque um pouco de lactol no conta-gotas e aperte a borracha para que uma gota fique pendurada na ponta. Segure-a sobre a boca do filhote; ele tentará lamber ou chupar o leite da ponta. Não espirre leite na boca do hamster. Eles são tão frágeis que até mesmo uma pequena quantidade do fluido pode entrar no pulmão do animal, causando pneumonia ou até afogamento. Essa é uma das principais razões que fazem com que cuidar de hamsters órfãos seja tão difícil.

Regule a temperatura do ambiente. Como nascem sem pelos, os filhotes não conseguem regular a própria temperatura corporal até completarem 10 dias de idade. Mantenha o cômodo em uma temperatura constante de ao menos 21 °C, através de uma almofada, compressa quente ou fechando as janelas e ajustando a temperatura do local. Os filhotes ficarão bem à vontade em temperaturas até 26 °C. Acima disso, eles poderão ser afetados negativamente pelo calor. Quando os filhotes estiverem no ninho, cubra-os parcialmente com o revestimento do leito para deixá-los um pouco mais quentinhos.

Fonte: Wiki How

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Dicas de como escolher seu pet de estimação

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Animais de estimação podem ser uma responsabilidade para a vida toda, por isso, você deve ter a responsabilidade de escolher bem com quem vai dividir a sua vida. Se você quer ter um pet e ainda não sabe qual escolher ou qual irá se encaixar em sua rotina e vice-versa, confira algumas dicas abaixo, a final, pets são animais vivos – não bichos de pelúcia que podem ser “jogados fora” quando se cansar deles.

Comprar ou adotar um animal de estimação certo pode ser um desafio. Pense em que tipo de animais você gosta. Você gosta de animais pequenos e fáceis de cuidar? Ou você gosta de animais que requeiram um pouco de cuidado? Ou você gosta de animais grandes? Quando pensar em tamanho, lembre-se de que gatos e cachorros crescem. Algumas raças ficam pequenas, mas alguns podem crescer bastante. Depende do tipo de gato ou cachorro.

O custo do animal pode ser um fator importante ao escolher o animal certo. Considere tanto o custo inicial de compra como o custo de manutenção, de cuidados veterinários, alimentação, etc.

Se estiver pensando em ter um animal exótico, veja antes as leis da cidade, do estado e do país sobre possuir ou importar o animal. Se estiver trazendo um animal de fora do país, veja com a empresa aérea e a alfândega sobre os documentos necessários e o procedimento de quarentena de animais vindos de determinado país. Estes podem variar de acordo com a fronteira e mudar sem aviso prévio dependendo das regulamentações de saúde.

Veja o que sua moradia permite. Se estiver alugando ou morando em um apartamento ou condomínio, seu prédio permite esse tipo de animal que você quer? As regras podem variar bastante. Muitos prédios permitem animais menores, mas não os grandes, alguns não permitem certos animais independente do tamanho, alguns permitem contanto que se faça um depósito de caução, etc. Verifique com o síndico sobre espécies diferentes, raças e tamanhos que você pretende ter. Consiga permissão por escrito, e faça uma atualização no seu contrato se achar que possa ter problemas.

Diferentes tipos de pets

  • Animais aquáticos:
    Ao optar por um animal aquático como um peixe ornamental, uma tartaruga, etc., avalie o quanto de espaço você tem sobrando. Para a instalação de um aquário, é preciso verificar o local onde o mesmo ficará e a proximidade dele com uma tomada, pois será necessário.
    Avalie o seu tempo disponível para cuidar disso. Isso significa mais do que dar comida. Você terá que se comprometer com as limpezas regulares do aquário: separar os peixes individualmente, limpar bombas e filtros, lavar toda a estrutura e depois gentilmente colocar os peixes de volta sem estressá-los muito.
  • Aves:
    Ao escolher alguma espécie de ave de estimação, você deve avaliar se o espaço é suficiente para eles, pois, quanto maior for o pássaro, maior será a gaiola que ele vai precisar. Alguns pássaros, especialmente papagaios, tem uma expectativa de vida longa. Papagaios cinza africanos, por exemplo, vivem uma média de 50 anos. Periquitos, por outro lado, vivem entre 5-15 anos. Não escolha um pássaro que não possa ter um compromisso com ele para a vida inteira.
    O tempo de de dedicação para eles também deve ser avaliado. Gaiolas precisam ser limpas semanalmente. Os pássaros devem ser molhados algumas vezes por semana. Eles precisam de pelos menos algumas horas por dia de interação com humanos. Um pássaro solitário fica entediado facilmente e pode desenvolver hábitos ruins de se bicar e comer demais, que podem ser prejudiciais se não tratados. Brinquedos e companhias podem melhorar esse problema, mas eles ainda precisam de interação com a família. Eles podem não se dar bem com as outras aves companheiras e isso também afeta os custos em geral, espaço, etc.
    Muitas espécies de aves são presas. Como tais, elas se desenvolveram para não mostrar sinais de doença até que estejam quase mortas. Você deve ter ou desenvolver um senso de observação aguçado para poder dar atenção médica imediata ao seu pássaro.

  • Hamster e Coelhos:

Os hamsters ficam muito ativos à noite e gostam de correr, escalar e cavar. Uma gaiola espaçosa é importante para que tenham espaço pra explorar e se exercitar e para caber acessórios, tocas e brinquedos.  Preste atenção na segurança. A gaiola não pode ser fácil de ser aberta pelo hamster. Os espaços entre as grades tem que ser pequenos para não ser possível escapar, mas não podem ser  pequenos demais para não prender as patinhas. Pode ter vários andares, túneis, escorregadores, rampas e escadas. Precisa ter uma roda para exercícios que pode já fazer parte da gaiola ou ser comprada separadamente. Tocas, casinhas ou algum tipo de esconderijo são muito importantes para que o hamster tenha onde se esconder e dormir sentindo-se seguro. Os hamsters desidratam facilmente por isso é importante ter certeza que terão água sempre disponível.  Cuidado com bebedouros muito pequenos que não armazenam a quantidade de água necessária para pelo menos 2 ou 3 dias. No caso de coelhos, existem diversos modelos e tamanhos de gaiolas para eles. Escolha sempre o maior tamanho possível. Lembre-se que dentro da gaiola é preciso haver espaço suficiente para o coelho se movimentar com conforto e se esticar para deitar mesmo com todos os acessórios dentro. E essa só é uma opção para coelhos que possam ser soltos diariamente por um longo período para brincar e se exercitar fora da gaiola. As gaiolas são úteis para coelhos que não podem ser sempre supervisionados e para casas onde existam outros animais ou crianças pequenas que possam acidentalmente ferir o bichinho. Gaiolas também são uma boa opção para quem gosta de viajar frequentemente levando seu bichinho. A maioria das gaiolas tem grades no fundo,o que facilita a higienização, mas pode causar desconforto para o coelho, por isso é preciso que pelo menos em parte do alojamento exista uma parte sem grade ou um descanso para as patas para dar conforto ao bichinho.

  • Cobras e Lagartos:
    Você está preparado para ter um pet de vida longa? Está disposto a alimentá-lo com grilos e camundongos? É necessário também ter espaço suficiente, pois cobras e alguns lagartos podem ficar muito grandes. Eles vem ganhando espaço na vida de alguns tutores e, aos poucos, sendo considerados uma boa opção para animal de estimação. Isso porque é ideal para quem tem alergia a pelos, possuem pouco tempo disponível e procuram animais menos carentes de atenção. Eles são ótimas opções para os tutores que não possuem disponibilidade de espaço e tempo. Afinal, ficam dentro dos terrários e não carecem de atenção o tempo todo. No entanto, é uma péssima escolha para os tutores que gostam de carinho e afeto, já que este tipo de animal não é muito adepto a afabilidade. Eles moram dentro de terrários, que são aquários com tampas, planejados especificamente para ficarem parecidos com seu habitat natural, possuem pedras, galhos, pequenos poleiros e uma caverninha para o animal se esconder e descansar. Geralmente, os terrários possuem lâmpadas que mantém o ambiente quente e iluminado, do jeitinho que répteis e lagartos gostam e ficam confortáveis. Sobre o tipo de alimentação, há duas possibilidades: comprar no pet shop alimentos específicos, ou alternativas caseiras como insetos, larvas, minhocas, folhas e legumes. Lagartos devem ser alimentados duas vezes por dia, mas é sempre bom consultar um veterinário, para que este recomende qual o melhor tipo de alimentação com base na espécie do seu lagarto.

  • Cães e Gatos:
    Os campeões na escolha da maioria das pessoas como pets de estimação, os cães e gatos precisam de bastante atenção e cuidados, por isso, você deve se fazer os seguintes questionamentos: Você pode ter gatos ou cães onde mora? Você tem um quintal, ou está preparado para levar o cão para passear? Você pode pagar por treino de obediência? Ter um animal desobediente pode ser um estrago na sua vida. Mesmo que você prefira não fazer um treino formal, deve estar preparado a fazer uma pesquisa e aplicar a disciplina necessária para o treino básico.
    Quanta atenção você pode devotar a eles? A maioria dos cães tem que ser levado para passear todo dia e tem que sair para fazer as necessidades. Certas raças de cães desenvolvem problemas de comportamento se forem deixados sozinhos por longos períodos de tempo.
    Quem vai tomar conta dele quando você viajar? Veja a disponibilidade de canis e hotéis de pets na sua região, se você não tiver amigos ou família dispostos a cuidar deles quando você sair.
    Você se muda muito? Cães especialmente podem não responder bem à mudanças frequentes no habitat imediato.
    Você vai arrumar um animal adulto ou um filhote? Se for um filhote, certifique-se de que ele tenha idade suficiente para ser separado da mãe. Animais novos precisam de muito carinho e cuidados. Lembre-se de que eles precisam de mais atenção e cuidados. Isso significa maior comprometimento do seu tempo.
    Cães e gatos podem viver uma média de 15 anos, dependendo da raça. Você está disposto a ter esse comprometimento? Você pode pagar pelas visitas anuais ao veterinário e contas inesperadas? Talvez você deva reconsiderar um seguro saúde do seu pet. Se não pode gastar com todas essas despesas, melhor avaliar e deixar para uma próxima oportunidade.

Dicas adicionais

Pesquise sobre o animal antes de aceitar a responsabilidade. Não compre ou adote por impulso! Não fique intimidado por tudo isso. Um animal pode ser uma adição preciosa na sua vida, e todo o trabalho e responsabilidade valem a pena. Mas você ainda precisa estar pronto para aceitar a responsabilidade.
Lembre-se de que a adoção pode até ajudar ou salvar a vida de cães e gatos, então é uma ótima maneira de arrumar um bichinho. Além disso, a maioria dos abrigos de adoção fornece serviços de castração e microchip para os pets antes de serem adotados. Em alguns lugares, é até obrigatório que sejam castrados. Isso evita a superpopulação, especialmente de gatos.

Use precaução ao comprar um animal de uma pet shop. Algumas lojas conseguem os filhotes de criadores irregulares. Isso pode significar que os animais têm problemas genéticos, que podem causar problemas de comportamento e humor, ou problemas físicos que requerem cuidados veterinários.

Opção para quem não pode ter um pet

Por algum motivo você não pode ter um pet em casa? Tente ser passeador de cães, babá de animais ou ser voluntário em um abrigo de animais, assim você terá contato com pets sempre que quiser ou puder. Mais importante, lembre-se de ser paciente. Cuidar de um animal nem sempre é fácil.

A maioria dos animais estabelecem uma presença na sua vida de uma maneira muito forte, e manter as coisas limpas e organizadas todo o tempo será impossível. Tente sempre lembrar em como o animal é importante para você e que ter um bichinho é uma experiência recompensadora.
Se não quiser mais um lagarto que já possui, não largue-o no mato! Isso é muito ruim para o ambiente e o lagarto provavelmente vai morrer. Diferentes animais têm diferentes necessidades. Cães precisam de espaços abertos para correr, e gatos também precisam de um espaço razoável, arranhadores e brinquedos para não ficarem entediados. Pássaros são animais sociais e precisam de um amigo ou um companheiro. Certifique-se de que pode garantir todas essas necessidades antes de ter um bichinho.
Se você for alérgico a cães e gatos, ter um pode ser arriscado. Tente ficar com o de um amigo primeiro.
O mesmo se aplica a um peixe. Não jogue fora um peixe de aquário em um lago ou oceano, o peixe irá morrer além de outros animais que vivem lá. Seu peixinho foi criado para um aquário com químicos, ele irá envenenar o lago.

Fontes: Wiki How e Canal do Pet

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Pets também precisam de protetor solar

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Os índices de radiação UV nunca estiveram tão altos e diariamente ouvimos a recomendação do uso de protetor solar com fator cada vez mais alto. O que poucos sabem é que cães e gatos de pelagem branca, com pouco pelo na ponta da orelha, no focinho, nas patas e no rabo ou com focinho rosado precisam usar protetor solar diariamente antes de se expor ao sol. A ocorrência de câncer de pele em cães e gatos vem aumentando muito nos últimos anos. Em gatos, o câncer de pele é mais agressivo e se não tratado e controlado no início pode se espalhar para outros órgãos.

Sintomas e tratamento

Os primeiros sinais são crostas e feridas de difícil cicatrização e que voltam repetidas vezes no mesmo local. O tratamento é cirúrgico para a remoção completa da área atingida – o que pode causar mutilações dependendo da região afetada. Por esse motivo, a criocirurgia, uma técnica de congelamento do tumor para a sua eliminação, é muito utilizada em casos desse tipo. Porém, mesmo essa técnica tem suas limitações em casos mais avançados.

Prevenção

Se seu cão ou gato tem o nariz e o dorso do focinho rosado, as pontas das orelhas com pouco pelo e a pele fica exposta, ou qualquer outra área sem pelo pelo corpo, use e abuse do filtro solar fator 60 e reaplique durante o dia, de acordo com a recomendação do fabricante. Pode ser usado protetor solar humano, ou específico para animais, que é mais espesso e difícil de ser removido pela lambedura. Além da textura, os produtos próprios para os bichos têm gosto amargo, repelindo a vontade do animal em retirá-lo.

No caso da utilização de protetor solar para humanos, o pet provavelmente vai lamber o produto, atente para a composição. Uma boa indicação são produtos para bebê ou hipoalergênicos, mas cuidado: não use nunca nada aromatizado nem colorido no seu pet!

Observe também se o protetor não tem salicilatos nos ingredientes (vem escrito em inglês: Salicylate, o mais comum é o Octyl Salicylate) e nem óxido de zinco (Zinc Oxide), os dois são altamente nocivos – leia o rótulo! Depois de escolhido o produto, passe diariamente nas pontinhas das orelhas e nariz do seu pet; se ele fica muito em janelas ou já teve problemas de pele, passe mais de uma vez por dia. É interessante distraí-lo enquanto o protetor seca na pele, para ele ficar menos incomodado e lamber menos.

E atenção: todos os cães e gatos de pele clara devem passar protetor solar! Mesmo que fiquem só dentro de casa e mesmo que esteja nublado.

Acesso à rua

Para os cães, evite passeios entre 10h da manhã até às 16h, além de proteger as almofadinhas das patas de queimaduras por contato, você também protege os cães (principalmente, os de pele clara) da exposição nociva do sol.

No caso dos gatos, evite o acesso à rua, se não puder evitar totalmente, pois a rua é cheia de perigos, a exposição excessiva ao sol também pode causar danos à pele do seu gatinho, principalmente dos gatos brancos e de narizes rosados! Para mantê-lo em casa, a castração cirúrgica é indicada e colocar telas em janelas e portões  também é recomendado. Se o gatinho for o único pet em casa, adote mais um gato para fazer companhia, também enriqueça o ambiente dentro de casa com prateleiras, túneis, caixas de papelão, arranhadores , quebra-cabeças e brinque com os peludos todo dia, eles não vão nem sentir falta da rua e vão estar protegidos.

Colocar proteção anti-UV nas janelas

Essa é uma opção um pouco mais cara, mas os pets curtem um solzinho e ter um vidro que impede as passagens dos raios nocivos é uma boa pedida. A proteção anti-UV já pode vir no vidro ou ser colocada depois, é só uma película como insulfilm de carro, mas transparente. Assim o calorzinho e a luz passam, mas o perigo fica de fora. Só não adianta colocar a proteção e deixar o vidro aberto nos horários de sol!

E se o pior acontecer?

Orelha vermelha, nariz descascando, pelos caindo? Veterinário imediatamente! Cuidar da queimadura é uma parte importante para prevenir problemas mais graves. Caso o pior dos piores aconteça e o pet for diagnosticado com câncer, procure um veterinário de sua confiança e não demore pra começar o tratamento, pois o câncer é uma doença que espalha super rápido. Mas mantenha sempre a calma, seu pet sente seu nervoso e com tratamento adequado ele tem grandes chances de se recuperar!

Fontes: Sites Época e Gatinho Branco

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O que fazer quando seu gato não usa a caixa de areia

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O seu gato sempre usou a caixa de areia para fazer as necessidades, só que de uma hora para outra começou a preferir outros lugares? Não entre em pânico — esse comportamento pode ocorrer por diversos motivos.

Fique tranquilo e confira abaixo as dicas que vão ajudá-lo a identificar a causa dessa mudança nos hábitos do seu pet.

Os gatos gostam de limpeza

A primeira coisa a fazer, ao identificar essa mudança de comportamento, é verificar as condições da caixa de areia, o que significa que os gatos se recusam a usar um “banheiro sujo”.

É recomendado que a limpeza da caixa de areia, retirando o xixi e o cocô, seja realizada 2 vezes ao dia, de manhã e à noite. E o descarte de toda areia 1 vez por semana, porém, já existem no mercado areias que não necessitam dessa mesma frequência de descarte por conta dos torrões (blocos) de areia mais firmes. Confira opções aqui.

Lembre-se de deixar os potes de água e comida longe da caixinha de areia, pois os gatos não gostam de comer perto de sujeira!

Demarcação de território é coisa séria

Se você tem mais de um gato, é natural que a disputa pelo território exista, e isso pode desmotivar um de seus bichanos a usar a caixa de areia, sobretudo se eles forem do mesmo sexo. Para resolver esse problema é importante que se tenha uma caixa de areia para cada gato e também castrá-los, já que uma vez castrados os gatos tendem a perder o interesse por demarcar território.

Verifique o tamanho da caixa de areia

Tenha em mente que existem vários tamanhos de caixa de areia para gatos, elas não são “tamanho único”. Se a caixa for pequena demais, seu pet pode sentir dificuldade em enterrar as fezes ou, se a caixa for grande demais, ele pode se sentir incomodado com os odores, já que, quanto maior a caixa, mais odores ela armazena.

Observe com cuidado, também, a altura da caixa, procurando observar se ele tem dificuldade de acessar o interior dela.

Verifique a localização da caixa de areia

Outro ponto importante a ser observado é a localização da caixa de areia, pois os gatos são desconfiados por natureza e adoram ter privacidade. Se a caixinha estiver localizada em um ponto de intensa circulação de pessoas ou em uma área muito ampla, mude-a de lugar. Os gatos preferem fazer suas necessidades em lugares mais reservados e silenciosos, pois assim eles se sentem menos vulneráveis.

O desinteresse pela caixa de areia pode estar ligado à saúde

Quando os gatos têm algum problema de saúde, a forma de demonstrar isso é pelo comportamento, incluindo o uso da caixa de areia. Portanto, se você já tomou em consideração todos os outros possíveis motivos e nenhuma das atitudes recomendadas deu certo, leve-o ao veterinário. Desde infecção no trato urinário a problemas de locomoção — principalmente se a caixa for muito alta —, qualquer alteração no organismo do animal pode levá-lo a ter comportamentos fora do comum, então, fique atento!

Fonte: Blog Areia de Gato

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Conheça o grande boiadeiro suíço

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Dotado de temperamento tranquilo, que demonstra grande segurança em si mesmo, o grande boiadeiro suíço é um excelente condutor de manadas.

Tal como se apresenta hoje, a raça provém diretamente dos cães que acompanharam os antigos confederados suíços nas guerras da Idade Média.

A raça conheceu um período difícil em 1489, quando o burgomestre da cidade de Zurich ordenou que não fossem mais criados, por considera-los muito agitados para a caça. A ordem no entanto, terminou provocando uma reação violenta dos camponeses, que os consideravam companheiros fiéis e auxiliares inestimáveis. Este é um dos poucos exemplos de reconhecimento por parte do homem em relação a uma raça canina, que aqueles séculos escuros da Idade Média nos legaram; reconhecimento, que antes de tudo, serviu para que perdurasse uma raça notável, cuja história está intimidade ligada a do povo suíço.

Além do trabalho especifico de cão de rebanhos, o grande boiadeiro tem se mostrado muito idôneo como guardião, cão de defesa e também de tiro; atividade esta a qual somou-se, recentemente, outra, não menos importante: a de fiel cão de companhia.

Expectativa de vida: de 10 a 11 anos

Cor: Tricolor

Personalidade: Dedicado, Protetor, Boa natureza, Alerta, Autoconfiança, Destemido

Altura: Macho: 65–72 cm, Feminino: 60–68 cm

Peso: Macho: 60–70 kg, Feminino: 50–60 kg

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Cães que destroem objetos pessoais dos donos

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Quando chegamos em casa e encontramos objetos de nosso uso destruídos pelo amigo, é comum virem à mente pensamentos como “Ele fez de propósito” ou “Veja a cara dele, sabe que fez coisa errada”. E, se nos deparamos com xixi e cocô na nossa cama, bem em cima do nosso travesseiro, até parece óbvio: “foi pura vingança!”. Mas, será que os cães são realmente vingativos? É verdade que preferem destruir as coisas de seus donos?

É possível evitar que chinelos, óculos, peças de roupas e outros objetos de uso pessoal sejam destruídos pelo cão.

Humanização
Seria maravilhoso se afirmações como essas fossem verdadeiras. Sim! Pois significaria que os cães teriam desenvolvido habilidades para lidar com sentimentos tão complexos quanto os dos humanos. Mas, não.

Os pets não são vingativos, infelizmente, existe uma humanização na interpretação dos comportamentos caninos. As pessoas associam bastante as atitudes desses animais com reações humanas. Não há nada de errado nisso. É algo comum e até esperado, pela proximidade que os cães têm com a nossa rotina. Mas, infelizmente, interpretações incorretas das atitudes dos amigos de quatro patas resultam, muitas vezes, em punições indevidas para eles.

Sobrevivência
Comportamentos destrutivos como morder, rasgar e enterrar fazem parte da natureza, de sobrevivência canina. Entender o porquê isso acontece, mesmo estando eles longe da vida selvagem, é importante para podermos melhorar a qualidade de vida deles e até para prevenirmos problemas comportamentais sérios.

Prevenção
Submeter o cão a uma rotina de atividades faz com que ele preveja os acontecimentos do dia-a-dia, sentindo maior segurança e conforto e menor estresse de ansiedade. Em geral os cães de grande porte necessitam muito de exercício, principalmente se não dispuserem de espaço amplo para gastar as energias.

Raças pequenas também precisam de atenção. Intercalar passeios com objetos desafiadores, como brinquedos contendo comida que exige esperteza para ser retirada, é uma maneira interessante de manter o cão ocupado física e psicologicamente.

Filhote
Os primeiros meses de vida dos cães são um caso à parte. A troca de dentes gera incomodo nas gengivas. Morder tudo o que é encontrado pela frente pode ser uma maneira de aliviar o desconforto. O período em que isso acontece começa aproximadamente entre as 3 e as 12 semanas de vida, quando nascem os primeiros dentes, bem finos e pontiagudos. Costuma durar até o fim da troca dos dentes de leite pelos permanentes, aos 7 meses de idade. Nesse período, as gengivas sofrem vermelhidão inchaços e irritações.

O objetivo é o filhote associar o uso de brinquedo com chamar facilmente a sua atenção e a perda dela quando morde o que não deve, como os seus pés, a sua mão ou seus brinquedos.

Ansiedade
Não podemos finalizar a matéria sem citar a possibilidade de o cão destruidor sofrer ansiedade da separação. Diversos indicadores podem sinalizar que o cão não esteja sabendo ficar sozinho. Entre eles, ser muito apegado; comportar-se como sombra; seguir você por todos os ambientes; chorar; latir ou uivar quando você sai; destruir objetos na sua ausência ou só comer quando você volta.

Nesses casos, o melhor é procurar a ajuda de um especialista em comportamento animal. Ele levará em conta todas as atitudes do cão para orientar sobre como diminuir o sofrimento e o estresse causados pela ansiedade da separação.

Dessa maneira, consegue-se possibilitar ao animal uma vida mais equilibrada.

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Vai viajar de avião com seu cão ou gato? Confira dicas

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Um dilema comum às famílias que possuem animais de estimação é o que fazer com eles durante uma viagem de férias ou quando é necessária uma mudança de cidade. As quatro principais companhias aéreas brasileiras decidiram investir nesse mercado, oferecendo transporte de cães e gatos na cabine de passageiros, ou no compartimento de cargas da aeronave.

Voar com o um pet não é uma tarefa extremamente simples. É importante avaliar as condições do animal antes de decidir levá-lo na viagem e consultar um veterinário. Por mais calmo que seja o seu cão ou seu gato, ou por mais bem acomodado que eles estejam durante a viagem, voar será sempre um fator de estresse. Um sugestão inicial é programar voos diretos e trajetos curtos, na medida do possível. Isso diminui a ansiedade dos bichanos e de seus donos, bem como a chance de desidratação, um dos riscos de saúde que os animais correm durante uma viagem de avião.

Passo a passo para a viagem de avião com o seu animal de estimação

  • Informe-se das regras de transporte de animais da companhia aérea antes de comprar a passagem. Algumas empresas que não permitem o transporte de animais na cabine e tem restrições para o transporte no porão;
  • Verifique a documentação de vacinação do seu animal. É necessário apresentar o certificado de vacinação antirrábica (para animais com mais de 3 meses de idade), aplicada entre 30 dias até 1 ano antes da data do embarque. Caso a vacina esteja vencida ou não seja possível comprovar a vacinação (como acontece em campanhas públicas), é necessário reaplica-la pelo menos 30 dias antes do voo;
  • Procure a bolsa ou caixa de transporte mais adequada, veja opções aqui. A caixa de transporte precisa ser resistente, bem ventilada e com tamanho adequado ao animal. Leve as especificações da companhia aérea para medir e comparar as dimensões na loja. Lembre-se que o animal precisa de espaço para se movimentar e que vai ficar naquele espaço durante toda a viagem;

Tipo de caixa de transporte

A principal diferença do tipo de caixa de transporte é o material que ele é feito, para viagem na cabine o ideal é que seja de um material maleável com fundo impermeável, flexível e bem ventilada. Para viagens no compartimento de cargas o material deve ser um plástico bem resistente e duro esse fator é importante para a segurança do seu pet. Ambos devem ter ventilação na parte superior, não pode ter rodinhas, a portinha deve ser em forma de grade com trinca, o bebedouro e comedouros devem ser fixados na grade.

Bolsa de transporte de material maleável

 

 

Caixa de transporte de material mais resistente

 

Comprimento: Deve ser medido o comprimento do animal do focinho até a base da cauda + metade da medida da pata dianteira até o peito do animal. O animal deve conseguir ficar deitado.

Largura: Deve ser no mínimo duas vezes a medida da largura das costas do animal. O animal deve conseguir dar uma volta em torno de si mesmo.

Altura: Deve ser 2 centímetros maior que a altura do animal em pé com as quatro patas no chão. O animal deve conseguir ficar em pé sem abaixar a cabeça.

Antes da viagem

Uns 15 dias antes da viagem inicie a adaptação do animal a bolsa ou caixa de transporte. É uma etapa muito importante. Alguns procedimentos sugeridos nos sites das companhias aéreas podem ajudar muito nesse processo:

  • Torne a caixa de transporte um local familiar para o animal. Deixe-a sempre aberta, acessível e o tempo todo disponível em um local da casa onde o animal costuma ficar;
  • Faça dela um local de experiências agradáveis, oferecendo petiscos dentro dela, ossos para roer e brinquedos;
  • Diariamente, ofereça ao menos uma das refeições de seu animal na caixa de transporte e, à medida em que ele se mostre confortável enquanto come lá dentro, feche a portinha. Abra quando o animal terminar. Gradativamente, aumente o tempo em que ele permanece dentro da caixa, mesmo já tendo finalizado a refeição supervisionando o processo;
  • Uma vez acostumado com o esquema de alimentação dentro da caixa de transporte, comece a colocar o animal dentro dela em outros momentos, preferencialmente quando estiver tranquilo. Procure manter-se afastado, para que o animal vá também se acostumando com a sua ausência enquanto confinado;

Documentação e preparativos finais para a viagem

Cerca uma semana antes do voo procure um veterinário e peça o atestado de saúde para viagens aéreas para o seu animal. Cada companhia tem sua regra, mas atestados emitidos no máximo 10 antes da data do voo são aceitos por todas as empresas nacionais. É também uma boa oportunidade para avaliar as condições de saúde do animal antes da viagem. Calmantes não são recomendados em viagens de avião, pois podem provocar efeitos colaterais, tais como sedação excessiva, relaxamento muscular ou até excitação e ansiedade paradoxal. Só utilize se for expressamente recomendado pelo veterinário.

Na véspera da viagem, recomenda-se dar banho e aparar as unhas do animal. Ofereça alimentos leves no dia da viagem. A última refeição deve ocorrer 2-3 horas antes do embarque, para evitar enjoos. Água pode e deve ser oferecida à vontade, inclusive no aeroporto, logo antes do embarque. Caso o animal vá no porão, identifique-o e identifique também a caixa de transporte. Utilize um tapete higiênico para forrá-la e deixe uma pequena peça/pedaço de roupa com ele dentro da caixa.

Leve a coleira e passeie com seu cão um pouco antes do voo. Incentive ele a urinar/defecar. Dê água. Evite embarcar com muita antecipação, a menos que o animal não se mostre tranquilo no ambiente do aeroporto. Brinque e ofereça carinho a ele. Vai ajudá-lo a relaxar.

No porão, as caixas de transporte são mantidas presas no chão por cordas e cintos. O local tem a mesma pressurização da cabine e é iluminado. Se o animal estiver viajando na cabine, ele deverá ser colocado abaixo do assento e deve permanecer dentro da caixa durante toda a viagem. No desembarque, caso tenha viajado no compartimento de carga, o animal será retirado do avião e colocado na área de retirada das bagagens. Ele não será colocado na esteira.

O ideal é sempre o pet testar a caixa de transporte antes da viagem e o dono acostumar o animal a ficar na caixa de transporte. Confira algumas sugestões de dimensões de caixa para os pets:

Raça Yorkshire e Gatos Medidas : 46X26X20

Raças Maltês e Lhasa Apso Medidas : 55X35X30

Raças Poodle Toy, Beagle e Schnauzer Medidas : 61X41X36

Raças Coker e Bull Terrier Medidas: 66X45X43

Raças Pastor e Pit Bull Medidas: 87X57X59

Raças Rottweiller, Collie e Labrador Medidas: 94X64X61

Fontes: Dog Travel e Melhores destinos

 

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Como evitar calos nos cotovelos dos cães

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Seu cão possui calos nos cotovelos? Pode ser hiperqueratose, que é o aumento de espessura da pele, no caso, na região do cotovelo dos cães, dando origem aos “calos de apoio”, mais observado em cachorros de porte grande e idosos.

A região fica mais espessa, sem pelos e com a pele mais grossa. Muitos donos de cães não se importam com esta aparência, mas outros não sabem se este é um processo normal ou patológico.

Como se formam?

Os cotovelos são regiões menos desprovidas de gordura e quando o animal se apoia nesta região (ao deitar e sentar) apenas a pele amortece o atrito entre o chão e o osso. Com isso, a pele começa a ficar mais espessa (devido o depósito de queratina) para compensar este impacto, gerando o aspecto de calo (hiperqueratose) no cotovelo dos cães.

Por ser uma região com pouca ou nenhuma sensibilidade, o animal não sente dores caso haja algum machucado, que é comum nestas situações. Portanto é importante a inspeção rotineira nestas áreas para evitar que haja a evolução de algum machucado, levando a uma escara de decúbito. As escaras de decúbito são caracterizadas por um machucado séptico (com bactérias) que não foi tratada, evoluindo para feridas grandes, podendo gerar episódios de febre e até sepse (infecção espalhada para a corrente sanguínea) se não for tratado.

Como evitar?

Esses calos (hiperqueratose) podem ser evitados oferecendo um lugar macio para o animal deitar, como camas e colchões. Ambientes como quintais geralmente têm o piso duro e com irregularidades, facilitando arranhões e, consequentemente, as escaras. Atenção também ao peso do cão, já que animais com sobrepeso sofrem impactos maiores. Este é mais um dos diversos motivos para manter o peso saudável de seu animal. É possível regular o sobrepeso com rações específicas e passeios rotineiros.

Uma opção adicional é manter a região de calo sempre hidratada (confira aqui hidratante para cachorro), com produtos específicos, também ajuda a não haver rachaduras e machucados. Para minimizar o aparecimento de calos, providencie uma superfície macia para o cachorro dormir. Pode ser uma cama acolchoada ou um tapete preenchido com espuma de borracha. Cães de apartamento, que dormem na cama com o dono ou no sofá, dificilmente vão apresentar calos no cotovelo. Cães mais pesados também tendem a ter mais calos pelo excesso de peso sobre os cotovelos.

Fonte: Tudo Sobre Cachorros

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Ragdoll, o gato com características caninas

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Muitos associam as palavras indiferença, independência ou até mesmo antipatia aos gatos, porém, os amantes dos felinos contestam essas associações. E com razão, pois o convívio com felinos tem aumentado e essa impressão negativa tem diminuído.

E quando um felino tem comportamento canino? Existe? Sim! Os gatos da raça Ragdoll, que devido a sua personalidade, se parece muito mais ao de um cão do que de gato.

Para começar, o que torna esse felino diferente de todos outros é que sua personalidade, é muito dependente, assim como a de um cão. Ele não sairá do seu lado, tampouco irá ignorá-lo quando você o chamar. Sempre irá responder ao seu chamado e procurará seus cuidados e suas carícias. É um gato ideal para estar com crianças, com outros gatos, com cães e com qualquer outro animal. Tal como um cão, o Ragdoll irá saudá-lo quando você entrar pela porta. Ele irá querer estar sempre em cima de você e, se deixar de lhe dar atenção, ele vai seguir aonde quer que você vá, sempre pedindo um cafuné. São muito bons anfitriões com os convidados, pois em seus esmeros para conseguir carinhos, eles irão atrás deles em suas buscas. Uma carícia extra nunca será demais.

Como um bom gato canino, você poderá brincar com ele e lhe jogar objetos, e ele irá atrás deles. Ele irá correndo quando lhe vir sorrir ou passar por perto. Ele também é parte da família e adora brincar! Sua inteligência é superior à de outros gatos, portanto, não espere vê-lo dentro de algum lugar sem saber como sair. O Ragdoll não passará por isso.

Quase nunca miam, pois, sua voz não é muito potente e preferem utilizá-la para avisar que é a hora de comer, fazendo leves ruídos. Não gostam das alturas. Devido a sua paixão pelas carícias, preferem permanecer no sofá, caso chegue alguém disposto a lhe fazer alguns carinhos.

O Ragdoll não é aconselhado para famílias que ficam fora o dia todo ou viajam com frequência e deixam a casa sozinha por muito tempo. Por ser um gatinho que gosta muito de carinho, precisa de companhia por perto.

São usados em sessões de terapia, especialmente com pessoas idosas, pois o grande carinho e amor desses felinos faz com que os idosos se sintam amados e úteis, o que melhora o humor e também a autoestima deles.

Origem da raça

De origem americana e raramente encontrada em outros países, a raça Ragdoll foi batizada pela criadora norte-americana Ann Baker, no início da década de 60. Bem polêmica, a criadora patenteou o nome Ragdoll obrigando qualquer pessoa que viesse a criar ou comercializar a raça a lhe pagar os devidos royalties. Relativamente recente, é considerada uma das raças domésticas de maior porte do mundo, resultado do cruzamento de um gato semelhante ao Angorá com a raça Sagrado da Birmânia.

Curiosamente seu nome significa “boneca de pano”, em referência a sua maior característica: a capacidade de relaxar completamente quando está no colo. Ele é tão dócil que se deixa ser jogado de um lado para o outro sem reclamar, coisa que a maioria dos gatos não aceita.

 

Saúde e cuidados especiais

O gato da raça Ragdoll é um felino de desenvolvimento lento e que precisa de cuidados especiais para ter um crescimento saudável. A alimentação deve ser balanceada com rações de qualidade e adequadas para cada etapa de seu crescimento. Também é aconselhável que se pergunte ao veterinário sobre suplementos vitamínicos.

É preciso vermifugar seu gato periodicamente e vaciná-lo nas épocas certas. Os exercícios físicos devem ser bem moderados já que é uma raça muito sedentária.

A raça possui um pelo semi longo e predisposição para ter bolas de pelos. Como possui o hábito de se lamber constantemente, esse pelos podem ir parar em seu intestino, causando problemas de saúde. Para evitar essa complicação, é indicada a escovação diária do pelo. Além disso, uma vez por semana, os olhos e as orelhas devem limpos e as pontas das unhas aparadas. É importante deixar um arranhador por perto para que o gatinho possa brincar e afiar bem as suas unhas.

Brinquedos que fazem barulho, bolinhas que acendem, almofadinhas etc. são alguns dos brinquedinhos indicados para a diversão do gatinho. Sua caixa de areia deve ser limpa todos os dias e a água e os alimentos frescos também devem estar facilmente à sua disposição.

Apesar de considerada uma raça bem forte e não possuir defeitos genéticos recorrentes, algumas doenças poderão surgir, como cardiomiopatia hipertrófica felina (adensamento do músculo do coração) e doença de rins policísticos.

Se precisar ficar muito tempo sem seus donos e outros animais como companhia, é aconselhável deixar alguns brinquedos à disposição de seu gatinho para que ele se distraia. E, no mais, dar sempre muito amor, carinho e atenção para manter seu Ragdoll saudável e feliz.

Descrição
Porte: grande
Área de criação: vive bem em apartamentos
Escala de energia (1 a 5): 4
Escala de saúde (1 a 5): 3
Tipo de pelo: semi longo, abundante e macio, em padrão pontiagudo. Curto no rosto e nas omoplatas, mais denso na barriga e ao redor no pescoço e longo na direção da cauda
Temperamento: inteligente, quieto, gentil e dócil
Expectativa de vida: 12 a 17 anos
Peso: 4,5 a 9 kg

Fontes: Adimaxpet / Canal do Pet / meusanimais.com.br

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