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Ele não para de latir!

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Sabe aquele momento em que você está tranquilo e quer somente descansar quando, de repente, escuta uma sequência de latidos, uivos e uma sinfonia de “au-aus” que não param nunca? Por mais que amemos nossos pets, isso é bem irritante, ainda mais se não sabemos como controlar a histeria do bicho.

Alguns especialistas consideram que latir é pouco saudável, considerando essa vocalização similar a um grito. Para estes especialistas, o animal late para aliviar o estresse, dizer que tem algo de errado acontecendo,  avisar que alguém está por perto, e, se o dono não interfere, ele entende que pode latir. Logo, se torna um habito, explicam. Não podemos esquecer que o latido é um forma de comunicação para os cães, além de ser um comportamento auto recompensante, ou seja traz alívio ao animal.

Para resolver o problema dos latidos e acabar com o motivo que leva o cão a ter esse comportamento, que pode se dar por diversos fatores psicológicos, como medo, ansiedade, excitação, tédio, entre outros, frequentemente, os dono reforçam comportamentos indesejados, como latidos, sem sequer perceberem. Só o fato de você falar com o bicho, mesmo que seja em tom de repreensão, tocar ou olhar na hora em que está latindo, ou fazendo algo errado, pra ele, isso já é uma conquista, pois conseguiu ganhar a sua atenção.

Os latidos também podem indicar doenças

Outros dois fatores que podem contribuir para os latidos incansáveis do animal são a genética e ainda problemas físicos.

No primeiro caso, o cruzamento entre bichos mais agitados e ansiosos resulta em filhotes com esse mesmo temperamento. Já na segunda situação, o animal pode latir demasiadamente por que está sofrendo com algum problema físico, se sente incomodado e avisa que precisa da sua ajuda.

Infelizmente, não conseguiremos trazer o silêncio absoluto entre os cães, mas você pode aprender alguns truques que prometem acabar com a gritaria em diferentes casos de latidos.

Latindo o dia todo

Cães que latem por qualquer motivo são inseguros: Eles latem em reação a essa insegurança, por que ficam com medo, para eles, agindo dessa forma, é como se fossem espantar a fonte do barulho, afirmam alguns adestradores comportamentais.

Excesso de mimos pode tornar o animal muito dependente do dono. Quando você sai de casa, o bicho se sente inseguro, logo, o latido para eles se transforma em uma maneira de exigir que você volte.

Tudo pra chamar atenção

Um dia você estava vendo TV e seu pet subiu no seu colo. Você fez um agrado e ele gostou. A atitude se repetiu por diversas vezes até que isso se tornou um hábito. Pronto! É o suficiente para ele aprender que, sempre que você não estiver fazendo nada, ele vai receber atenção. Esse comportamento se explica pela falta de sociabilização do cão associada á falta de liderança do dono. Provavelmente o bicho percebeu que aquele momento é o melhor para ir lá buscar atenção.

Barulho só no fim do dia

Adestradores da linha “naturalista”, acreditam que os cães latem no final do dia porque no mundo selvagem, é nessa hora que os lobos, seus ancestrais, se reúnem depois de um dia longo de caçada. No entanto, não temos como saber se essa teoria é correta.

A explicação mais “urbana”, é que esse animal só vê seu dono no final do dia, quando chega do trabalho. É quase uma reação em cadeia por que a maioria dos donos chega em casa nesse horário, e aí o bicho fica excitado porque sabe que vai ganhar carinho e atenção nesse momento.

Toque da campainha

Almeida enfatiza que, quando a campainha toca, o bicho entende que alguém novo está chegando: Em casos de cães agressivos, o animal deixa claro que não quer aproximação, então late para proteger seu ambiente.

Quando a visita chega, o cão fica mais excitado pela situação e, portanto, late mais ainda para ter atenção, proteger o local ou então por puro medo. Tirar o bicho do local e prende-lo para evitar mais euforia pode torna-lo agressivo e fazer com que associe o toque com algo negativo.

Latição nos passeios

Cães que não têm o hábito de passear muito tendem a latir mais nas horas de lazer. A falta de sociabilização do bicho, tanto com outros animais como com pessoas ou bicicletas, por exemplo, é a principal culpada nesses casos: Para o animal aquele território é imenso e novo, com diversos invasores, além disso, deve-se considerar que o pet conseguiria andar muito mais que o tempo do passeio, assim, essa hora é a melhor para ele, por isso quer fazer tudo o que não pode enquanto está preso.

Euforia no portão

Esses latidos podem ser de alarme indicar insegurança, para chamar a atenção de outros cães ou de quem está passando na rua e até mesmo para descarregar toda aquela adrenalina que o bicho tem guardado dentro de si. Cães dóceis precisam de atenção, então vocalizam para tê-la, avisam que estão ali, esperando por alguém, no caso dos cães mais agressivos, por serem mais territorialistas, vão latir para avisar que ninguém pode invadir o espaço que é deles.

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PASTOR BELGA

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No fim do século passado, na Bélgica, a situação das raças pastoras apresentava-se confusa: o país estava inundado de cães condutores de rebanho de todo tipo e estatura, com origens incertas. Num país como a Bélgica, onde está viva em todo o país  a paixão por selecionar e melhorar as raças de animais domésticos, era estranha a pouca atenção prestada aos cães de pastoreio.

Com a finalidade de colocar um pouco de ordem nisto, vários cinófilos apaixonados começaram a organização de um grupo, que foi fundado por A. Reul, da Escola de Medicina Veterinária de Cureghem.

Assim,  conseguiram agrupar em poucas raças e variedades os cães que haviam conservado as características consideradas fundamentais e as qualidades necessárias para auxiliar eficazmente o homem no exercício do pastoreio. Chegou-se então a fixar um grupo de raças bélgicas de pastores ( Groenendael, malinois, tervueren, laekenois) e algumas de suas variedades.

As quatro variedades eram conhecidas na época como pastor belga ou pastor continental. Contudo, o cão que herdou o nome de Pastor Belga foi originalmente conhecido como a variação Groenendael da raça. Como todos os Pastores Belgas, ele era um cão de fazenda tanto para deslocar o rebanho, quanto como cão de guarda.

Esta raça difere das outras por conta dos pelos mais longos. Em 1910, estes cães foram oficialmente apelidados Groenendael, graças ao castelo, cujos donos tinham criado  seletivamente os cães pretos desde 1893 (logo após os Pastores Belgas serem reconhecidos como uma raça). Entre as raças de pastores belgas, é a mais difundida, criada por Nicolau Rose, proprietário do castelo de Groenendael, ao sul de Bruxelas, originou-se do acasalamento entre Petite, uma fêmea preta com mancha branca no peito, e o macho Piccard d´Uccle (exemplar adquirido diretamente a um proprietário de rebanhos) que tinha características físicas análogas as de Petite. Num primeiro momento pensou-se  em batizar “Rose” á raça, em homenagem ao criador, mas conferir este nome a um cão preto como um carvão pareceu um contrassenso. Foi assim que pensou no lugar de origem, o castelo de Groenendael.

Por sua atrativa linha estética, a pelagem reluzente (longa, espessa e preta), o Groenendael hoje pode competir com os melhores cães de luxo e de companhia. Com esta raça também veio a acontecer o mesmo que com outros cães de pastoreio, passou  a ter sua utilização em setores distintos do original; é assim que este pastor, valente, afetuoso, vigilante, se há revelado ótimo para a defesa e a guarda,  mas também tem sido empregado vantajosamente como auxiliar da ação policial e bélica.

 

Temperamento do Pastor Belga

Sempre alerta e em movimento, o Pastor Belga é bastante brincalhão, vigilante e protetor além de ser um cachorro muito forte. Ele pode ser indiferente com estranhos e alguns podem ser bravos e até avançar. Esta raça é inteligente e dócil mais independente. Ele é o protetor de sua casa e família.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Expectativa de vida: de 10 a 14 anos

Origem: Bélgica

Altura: Macho: 61 – 66 cm, Feminino: 56 – 61 cm

Peso: Macho: 25 – 30 kg, Feminino: 20 – 25 kg

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MANCHESTER TERRIER

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Muito escreveu-se sobre um provável cruzamento entre o Manchester primitivo ( também chamado, mais propriamente, black and tan terrier) e o pequeno lebrel italiano, vendo-se confirmada a hipótese pelo fato de que nesta raça advertem-se algumas formações características dos lebréis.

O Manchester desde a fundação do clube em 1879, ficou dividido em dois tipos: um de estatura maior, com características semelhantes ao Manchester atual, que teve funções de cão de toca e de ratos; outro, de estatura reduzido, que assumiu o papel de cão de companhia e constituem o progenitor do toy terrier, atualmente chamado pequeno terrier inglês de pelo curto (black and tan toy terrier).

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O Manchester terrier não goza, hoje, do favor que mereceria. A raça vai-se extinguindo na própria Inglaterra. É lamentável , pois trata-se dum cão inteligente, fiel, ativo e de uma elegante raça adequada à vida em apartamentos, já que ocupa pouquíssimo lugar e tem pelo fino e curto, que não requer atenções e cuidados especiais.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 14 a 16 anos

Origem: Inglaterra

Personalidade: Dedicado, Alerta, Alegre, Esperto, Ativo, Discerning

Cores: Preto, Azul e Bronze, Preto e canela, Azul, Tan

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SCOTTISH TERRIER

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Na pequena e simpática cidade escocesa de Aberdeen, viveu no principio do século XIX um senhor Van Best, considerado, durante muito tempo, o melhor criador de um terrier especial, habilíssimo para a caça na toca. Quando esse cão difundiu-se no resto da Escócia e em toda a Grã-Bretanha, recebeu o nome de Aberdeen Terrier, que conservou com variável sucesso até 1887, quando decidiu-se chama-lo simplesmente scottish terrier.

Os primeiros pedigrees tem data precisamente daquele ano, que indica, principalmente, o começo da seleção que fez do atual scottish terrier um cão muito mais refinado que o criado por van Best.

No entanto, ainda hoje, esse terrier conserva aptidões especiais para a caça de animais nocivos: a potente musculatura da traseira e a brevidade dos membros permitem-lhe uma rapidez notável nos caminhos subterrâneos.

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Personalidade

O Scottish, como bom terrier, é um cão extremamente valente e ativo. Muito ágil e versátil e segundo seus admiradores, poucos conseguiram manter as qualidades de temperamento na caça como o Scottish. Além de desentocarem suas presas, muitas vezes podem ser usados como auxiliares na caçada com armas de fogo, buscando a caça após o abate ou mostrando a caça para o seu dono. São cães bastante alegres e de temperamento bem forte. São muito úteis como cães de alarme, uma vez que não costumam deixar passar o menor movimento estranho em seu território.

Até em função de ter mantido suas características primordiais, o Scottish pode dar alguma dor de cabeça ao seu proprietário com sua necessidade de exercitar suas habilidades de ‘toqueiro’. Se existir um jardim, certamente ele será escavado pelo Scottish. Sua personalidade forte e valente pode também ser uma característica que dificulte a convivência com outros cães e mesmo entre cães do mesmo sexo, talvez seja por isso que tenha ganho o apelido de “Galo do Norte”. Seu relacionamento com crianças pode ser complexo, uma vez que apesar do tamanho e de sua aparência de pelúcia não são absolutamente cães de ‘colo’ e realmente podem acabar revidando com mordidas as brincadeiras mais violentas das crianças.

Segundo a classificação do estudioso Stanley Coren, em seu livro “A inteligência dos Cães” os Scotties aparecem apenas em 65lugar. Justamente por isso e devido à sua personalidade forte e grande independência dos donos, devem o quanto antes frequentar classes de adestramento e socialização para que a convivência entre cão e dono seja mais tranquila e proveitosa.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Origem: Escócia

Personalidade: Brincalhão, Resoluto, Alerta, Seguro de si mesmo, Rápido, Independente

Cores: Preto, Tigrado, Cor de trigo

Altura: Macho: 25–28 cm, Feminino: 25–28 cm

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MASTIM NAPOLITANO

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O mastim é descendente do mastiff que os romanos trouxeram da Grã-Bretanha. O grande porte do animal dava um aspecto imperial ao mascote, que caiu no gosto da nobreza romana. Quando chegou a Napoles, no sul da bota, o mastiff foi cruzado com o molosso romano, uma raça já extinta, ganhou a pele abundante e pendente no rosto e teve o nome latinizado para “mastim”. Por séculos, foram selecionados para servir de cães de guarda em elegantes mansões napolitanas, o que gerou uma raça leal aos seus donos. O filhote enrugado e acizentado está entre os mais fofos do reino canino, mas precisa ser socializado para conviver em harmonia com a família. Depois que se acostuma com humanos, é para toda a vida – apesar de ser levemente bagunceiro quando adulto.

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Temperamento e cuidados com a raça Mastim Napolitano

O Mastim Napolitano, raça de cães oficialmente chamada de Mastino Napoletano, não é uma raça para todos. Esta raça a primeira vista, pode parecer um pouco intimidante, mas na verdade é uma raça de cachorros muito carinhosos, calmos, tranquilos e amorosos. Cachorros da raça Mastim Napolitano gostam de receber visita de pessoas da família e amigos, sendo muito bons anfitriões. O Mastim Napolitano é um cachorro que baba bastante, principalmente em tempo muito quente, e depois de beber água gostam de se limpar nas pessoas o que ás vezes não é lá muito agradável. Os machos tendem a ser mais babões do que as fêmeas.

Cães da raça Mastim Napolitano são muito inteligentes e também muito obedientes, trata-se de uma raça de cachorros com uma índole extremamente protetora, corajosa e apesar de ter um ar um pouco sério, devido a expressão de seu rosto, são muito gentis. Dotados de um temperamento calmo, estes cães tendem a latir apenas quando necessário. Alguns exemplares da raça podem ser reservados com estranhos e por isso é sempre importante socializá-los bem com pessoas, lugares, sons e animais desde muito cedo. Estes cães são geralmente muito carinhosos com as crianças, desde que sejam crianças que não machuquem, não gritem com eles e tenham sido ensinadas a ter um comportamento adequado e educado diante de um cachorro, em geral cães sabem respeitar quando são respeitados e também em geral cães não reagem bem a gritos e comportamentos pouco amistosos.

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Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 8 a 10 anos

Personalidade: Protetor, Obediente, Teimoso, Destemido, Dominante, Treinável

Peso: Macho: 60–70 kg, Feminino: 50–60 kg

Altura: Macho: 63–77 cm, Feminino: 58–70 cm

Cores: Preto, Tawny, Mahogany, Tigrado, Azul

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OS BENEFÍCIOS DA CASTRAÇÃO

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Quando seu pet entra na “puberdade” é chegada a hora de tomar a decisão, às vezes difícil, de castrá-lo. Muitos donos ainda ficam receosos com a operação, em grande parte pelas dúvidas que têm sobre ela e pelo medo de fazer seu amigo sofrer. Para esclarecer os mitos e verdades da castração, consultamos especialistas que vão ajudar você a entender melhor essa operação que, além de evitar a reprodução indesejada, previne doenças que podem surgir devido a presença de hormônios do ciclo reprodutivo. Segundo veterinários cerca de 70% das cadelas não castradas desenvolvem tumor de mama, mas, se forem operadas precocemente, a chance de terem a doença é praticamente zero. O tumor de mama está diretamente relacionado com a cadela que tem ovário, não importando se ela teve cria ou não. A castração também previne problemas como a piometra, grave infecção uterina em gatas e cadelas, e tumores da próstata nos machos.

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Muitos têm medo do pós-operatório

A dentista Marta Ribeiro,  conta que só aprendeu os benefícios da castração há alguns anos quando suas gatas Ligia e Luiza tiveram piometra. “Minha gatinha mais velha, morreu no pós-operatório da cirurgia de infecção no útero, até ela ficar doente, não sabia que a castração poderia ser benéfica, por isso não fazia a operação em pets antes”. Hoje Marta tem dois gatinhos, o Junior, de 8 anos, e a Lady, de 2 anos, que foram castrados ainda jovenzinhos. Devido à diminuição hormonal, a esterilização pode trazer mudanças comportamentais, mais evidentes três meses após operação.

A castração também evita que o bicho fuja de casa para procriar, ficando sujeito a doenças e acidentes, e em machos atenua problemas como demarcação de território, além da agressividade motivada pela excitação sexual constante. Nas fêmeas, a castração minimiza episódios de gravidez psicológica e suas consequências, como a inflamação das mamas.

 

Como saber se é hora de castrar o pet?

Em geral, os especialistas sugerem que a castração aconteça no primeiro ano de vida, por volta dos 6 ou 8 meses de idade, no machos. No caso das fêmeas, alguns recomendam castrá-las antes do primeiro cio, ou após esse período. Outros acreditam que a melhor idade é após o primeiro cio das fêmeas, e nos machos antes da puberdade.

A fase da vida em que o pet é castrado influência no comportamento que ele terá dali em diante. Quando a castração é feita antes do primeiro cio nas fêmeas e nos machos antes dos 10 meses de idade, a tendência é que o pet se mantenha ativo e brincalhão por muito tempo. Já quando a cirurgia é feita tardiamente, após 1,5 ano nos machos e depois do segundo cio nas fêmeas, o animal tende a ficar mais sedentário e a engordar, alguns cães ficam mais mansos, e os gatos põem deixar de demarcar território. Mesmo com a esterilização, alguns machos mantêm comportamentos como urinar fora do lugar, perceber quando a fêmea está no cio e acasalar, brigar com outros machos, entre outras peraltices, devido ao instinto natural dos animais.

Anestesia: o pesadelo dos donos de pets

Muitos ficam receosos de castrar suas cadelas por causa da anestesia. Independentemente do tamanho do animal, não existe procedimento médico sem riscos. Contudo, na anestesia se utilizam anestésicos e equipamentos para diminuir o risco calculado.  Antes da cirurgia é recomendado fazer exames de sangue, como hemograma, para avaliar o estado de saúde do pet. No caso dos mais velhos ou daqueles que têm alguma doença, é feito um acompanhamento mais específico.

Cuidados pós-cirúrgico são essenciais

Nos dias que se seguem à castração deve-se seguir a orientação do veterinário. O pós-cirúrgico consiste em cuidar da ferida cirúrgica, além da administração de anti-inflamatórios e antibióticos para prevenir dores e infecções. Animais muitos agitados devem evitar o sobe e desce de escadas e sofás para não infeccionar os pontos. Maior cuidado deve se tomar com as fêmeas, pois a incisão é abdominal, já os machos ficam com sutura somente na pele.

Outra dica é oferecer alimentos com maior índice de proteína. Os pontos, feitos com fios cirúrgicos à base de náilon ou outros materiais, são retirados, em média, após 8 a 10 dias de castração, e a quantidade dependerá do tamanho do pet. Os fios cirúrgicos absorvíveis também são adotados em cirurgias realizadas em pets.

Atenção redobrada com os pontos!

Enquanto os pontos não são retirados, seu amiguinho não deve coçar ou lamber a região. Se o seu pet for daqueles que não conseguem se controlar, existem roupinhas pós-cirúrgicas e colares que podem ajudar.

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Pets no ambiente de trabalho

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Teca: gata que é a vedete da empresa

Com trânsito livre pelos departamentos do estabelecimento, Teca é mais do que uma mascote. Segundo Marcos Santos, publicitário da Marketing Spot, a gata mestiça é “responsável por aquela pausa necessária durante o expediente”. Sua presença ali suaviza o clima de estresse tão comum dentro de uma empresa. Isso por que a companhia de um animal de estimação em um escritório tem o poder de amenizar o estresse no ambiente e ainda fomenta a criatividade. Essa não é a opinião de alguém apaixonado por bichos, mas sim informação de uma pesquisa realizada este ao pela Universidade Virginia Commonwealth, nos Estados Unidos.

A rainha do pedaço

Todos os funcionários são um pouco responsáveis por ela,  talvez por isso, hoje reine absoluta, pois tem total permissão para vagar perto de todos e escolher onde quer tirar o próximo cochilo. “Quando estamos trabalhando, muitas vezes ela resolve andar e deitar sobre o teclado de algum computador”, revela . A gata cheia de mimos ainda colabora trazendo ao cotidiano da empresa situações divertidas. “Como ficamos no segundo andar, ela fica de olho nos pombos da rua e sempre tenta pegar algum, mas acaba dando com a cabeça no vidro”, conta o publicitário, comprovando que tudo vira motivo de riso quando Tequinha se envolve em aventuras que quebram a rotina do trabalho.

O bom é que, até  agora, nenhum cliente reclamou da presença ilustre e muito ativa da gatinha. “Tem vezes que nem conseguimos fazer a reunião direito, pois os clientes querem ficar brincando com a gata”, se diverte o gerente da empresa, Claudio Pinto.

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No Brasil, empresas resistem à iniciativa

Nos Estados Unidos muitas empresas já praticam o Pet Day, aquele dia em que os funcionários levam seus animais para interagir no ambiente de trabalho. Aqui no Brasil ainda é uma novidade que encontra bastante resistência. Para a consultora de RH Patricia Lima, isso ocorre por pura falta de uma politica de inclusão, e até mesmo pelo fato de nem sequer haver interesse em aprender como lidar com o tema. O outro ponto pela consultora, que defende a prática do Pet Day nas empresas em que presta serviço, é a falta de infraestrutura. Telma explica que a promoção de ações como essa demanda, além de espaço para o livre trânsito dos animais, pausas para acompanhá-los na hora das necessidades fisiológicas. “O animal é um objeto de amor e afeto, normalmente, num ambiente de trabalho, todos se policiam para não demonstrar esse tipo de sentimento, mas, com a presença dele, você faz isso com naturalidade, pois o bicho atua com um ponto comum para que todos á sua volta relaxem e recarreguem as baterias, ele aproxima as pessoas, pois acabamos conhecendo esse lado mais emocional de cada um”, argumenta Patricia, que já levou Guto –seu poodle – para acompanha-la em visitas que faz á empresas.

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TERRA NOVA

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Na ilha Terra Nova, uma raça faz companhia ao popular labrador. Os pescadores contam com a ajuda de uma raça de cães batizada com o mesmo nome da ilha. O terra-nova vive na água, quase como um cão aquático, puxando redes de pesca e salvando pessoas que acidentalmente mergulham nas águas geladas. Com perfil corajoso e leal, o gigante peludo não tem medo de se jogar no mar para levar cordas e boias para pessoas em perigo. Na costa da França as autoridades mantém um plantel de terra-novas que atuam como salva-vidas. Em terra firme, que está acostumado a puxar ainda mais carga seja no lombo ou carregando trenós. É muito trabalho, mas o terra-nova adora desafios e agradece. Está entre os cães mais amáveis: adora carinho, conviver com humanos e outros mascotes.

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Temperamento

O cão da raça Terra Nova tem o costume de ser um cão bastante gentil e dócil, gostam muito de água, de recuperar objetos e não hesitam em salvar tudo e todos que caem na água mesmo que não se precise de salvamentos. O cão Terra Nova é um animal bastante obediente ao seu dono, que gosta de agradá-lo. Apesar disso pode demonstrar uma certa dificuldade em termos de treinamento. Seus movimentos mais lentos exigem que seu treinador possua muita paciência nas atividades.

É um cão um tanto sensível principalmente a tons de voz mais ásperos, deve ser treinado porém precisa de um treino que seja estimulante e ao mesmo tempo divertido. É um cão que costuma ser carinhoso e afetuoso com seu próximo, não gosta de solidão e podem ficar deprimidos caso fiquem sozinhos por muito tempo. É ótimo nas atividades de cão de guarda e também cão de alerta. Possui um ladrar grave, que utiliza sempre que possível para dar sinal ao seu dono. Se sentir que sua família ou seus criadores estão em perigo, irá sempre se colocar a postos entre o dono e o perigo, protegendo assim os seus mentores.

São cães excelentes com as crianças, e acima de tudo precisam ser ensinados principalmente a não partirem para brincadeiras mais bruscas para que não aconteçam assim acidentes. São cães que se mostram desconfiados com pessoas estranhas, apesar de serem considerados cães pacíficos. São muito harmoniosos, se dando bem com gatos e outros animais. Existem apenas alguns registros que apontam determinadas raças com uma certa dificuldade de lidar com outros cães da mesma família, principalmente se forem machos. Muito provavelmente está relacionado á briga por espaço. Os cães desta raça possuem um nível de energia moderado, se adaptando inclusive a vida em apartamento, desde que possam ser suficientemente exercitados. Uma boa alternativa e uma piscina, pois a natação é ideal para este cão. Caso você tenha uma piscina, certamente irá o encontrar por lá se divertindo pois adora água. Os passeios diários são altamente recomendados para este cão, indispensáveis para o bom desenvolvimento da raça principalmente nos primeiros meses até dois anos de vida.

O cão Terra Nova não é um cão que se mantêm limpo por muito tempo. Sempre que ele tiver acesso a água ele não irá hesitar em se molhar, por isso é importante sempre ter uma toalha a mão caso passeie por locais onde tiverem rios, lagos ou mares. O cão baba muito após beber água, largando pingos por onde passa.

 

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 8 a 10 anos

Altura: Macho: 69–74 cm, Feminino: 63–69 cm

Personalidade: Gentil, Dócil, Treinável

Peso: Macho: 60–70 kg, Feminino: 45–55 kg

Cores: Preto, Cinzento, Marrom, Preto e branco

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ANIMAIS TÊM SENTIMENTOS?

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Semelhanças básicas entre os sinais celebrais dos humanos e de alguns animais mostram que os mamíferos, as aves e os invertebrados como o polvo também apresentam estados mentais, ações intencionais e inteligência.

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Durante séculos, o meio acadêmico se mostrou cético com relação á capacidade de os animais demonstrarem sentimentos, como a dor ou o prazer. Mais esse posicionamento vem mudando na medida em que a ciência acumula um número significativo e crescente de evidencias que apontam para a existência de emoções e sentimentos em varias espécies animais.

Na Declaração de Cambridge , em  7 de julho de 2012, um grupo de destaque internacional de neurocientistas cognitivos , neuropharmacologists , neurofisiologistas , neuroanatomistas e neurocientistas computacionais reuniram-se na Universidade de Cambridge para reavaliar os substratos neurobiológicos da consciência experiência e comportamentos relacionados em animais humanos e não-humanos . No documento, 25 renomados cientistas afirmam que o ser humano não é o único a gozar de consciência. Semelhanças básicas entre os sinais celebrais dos humanos e de alguns animais mostram que os mamíferos, as aves e os invertebrados como o polvo também apresentam estados mentais, ações intencionais e inteligência.

Nesse contexto, cresce o clamor de segmentos da sociedade por respeito aos animais. Demanda que aumenta na medida em que evoluem os valores morais e os princípios éticos que norteiam e equilibram o convívio em sociedade. Dessa evolução, nasceram manifestações no Brasil e no mundo pela inclusão dos animais como sujeitos de direito.

O próprio reconhecimento da ciência animal – ou seja, a capacidade de outros animais terem sensações e percepções conscientes sobre o que acontece consigo ou ao seu redor – reforça a tese de que eles são indivíduos e não coisas ou propriedades.

O assunto é complexo e não se esgota facilmente. Por isso, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) vem atuando, por meio da comissão de Ética, Bioética e Bem – estar Animal (CEBEA/CFMV), para atender a demanda da sociedade, como o melhor tratamento aos animais, ao longo de13 anos, a CEBEA encabeçou diversas iniciativas relevantes, com destaque para resoluções sobre bem-estar animal, ética profissional e bioética, além de fóruns discussão realizado em todo país. Recentemente, por exemplo, o CFMV, numa parceria com a Universidade Federal do Paraná  (UFPR), reuniu em Curitiba, no III Congresso Brasileiro de Bioética e Bem – Estar Animal, mais de 700 pessoas, entre profissionais e estudantes de medicina veterinária. Durante três dias, uma equipe de renomados especialistas promoveu debates aprofundados sobre temas relevantes para o bem estar animal no Brasil e no mundo.

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BASSETS ALEMÃES/ DACHSHUND/ TECKEL

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O basset alemão, também conhecido por dachshund ou teckel, é um cão de toca por excelência. Excelentes cães de caça, se o refúgio subterrâneo, onde a raposa e o furão se esconderam, tem uma embocadura que não permite a entrada do basset, este, com maestria e rapidez, põe-se a trabalhar para alarga-la.

A seguir, tanta penetrar nela e estica-se-se para logo encolher-se. A esses exercícios, praticados durante gerações e séculos, deve-se atribuir talvez, a particularíssima estrutura física do basset, obtida por uma leve, mas constante modificação da sua conformação geral; o resto é obra da seleção humana. E justo, então falar de anomalia ao referir-se ás características do basset; mas trata-se evidentemente, duma anomalia que corresponde a exigências precisas de trabalho.

Monumentos funerários do antigo Egito nos mostram cães não muito diferentes do atual basset alemão, mas isto não é suficiente para considerar a raça de origem egípcia, por outro lado, no Perú e no México encontram-se estatuetas que representam cães muito parecidos com os bassets egípcios. Isto demonstraria o que se sustentou muitas vezes, que o “bassetismo” produziu-se em diversas regiões. Pode-se supor, pois que o dachshund tenha-se formado, ou pelo menos se aperfeiçoado, na Alemanha, em tempos muito remotos.

Entre nós é considerado cão de companhia, inteligente e afetuoso; mas na Alemanha, e também na Inglaterra, ainda hoje é utilizado para caçar animais de toca.

Dotado dum olfato finíssimo, que lhe permite seguir a mais tênue das pistas, costuma alcançar a toca e penetrar arrojadamente nela, atacando o adversário que se escondeu; infelizmente, não é raro que se resulte vítima do seu próprio arrojo. Mas o basset alemão é também um bom sabujo, capaz de atacar a animais de caça grossa, aos quais, muitas vezes, consegue entreter até a chegada do caçador, o que resulta difícil de crer dado do seu aspecto e suas dimensões, mas como ocorre muitas vezes, também com os cães as aparências enganam. Apesar da desproporção entre o corpo longo e os membros curtos não deve parecer sem graça.

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Temperamento

Além de ótimo ajudante na caça, o Basset Alemão é um grande companheiro, pois é obediente, adora agradar e assimila bem o que aprende. Embora pequeno, trata-se de um animal de natureza destinada à caça.

Outra qualidade é o seu fácil aprendizado, além de ser um cão muito obediente. De temperamento dócil, o Basset Alemão é um animal muito leal e faz de tudo para agradar ao seu dono.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Altura: 30 – 38 cm (Adulto, até à cernelha)

Origem: Alemanha

Classificação: Raça

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