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SCHNAUZER

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É sabido que os cães costumam sentir amizade pelos cavalos. Mas existem os que tem uma verdadeira predileção pelo nobre animal: entre estes sobressai o schnauzer.

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Quando a Europa, central especialmente, estava quase completamente coberta de grandes bosques e os viajantes deviam fazer cansativas travessias em diligência, a presença do schnauzer era indispensável: durante o trajeto diurno corria ao lado dos cavalos, quase nos seus calcanhares; cada tanto, adiantava-se a eles para inspecionar o caminho, latindo furiosamente quando advertia algo suspeitoso. Nas horas noturnas acomodava-se junto ao postilhão.

As origens deste cão são confusas e podem-se vincular com as do terrier mais antigos. Por outra parte, o schnauzer, é um verdadeiro terrier; na Itália, na França e outros países é classificado entre os cães guardiões, cujas tarefas cumpre com grande valentia; isto não impede, entretanto, que seja considerado entre os terrier, como bem diz o seu nome alemão de schnauzer pinscher (“pinscher” significa, precisamente, “terrier”). Embora acostume-se utilizá-lo contra os animais monteses, tem aptidões notáveis para a caça de ratos, gatos monteses e fuinhas.

Provém de Wurttemberg, na Baviera e de Baden-Baden, mas há muito tempo que se difundiu, também, na Suissa setentrional e na França. Aparece pela primeira vez numa exposição em 1879, na Alemanha, com o nome de pinscher de pelo duro.

Suas múltiplas qualidades (é forte, vigilante, muito robusto, rude, dinâmico, fiel, inteligentíssimo) fazem dele um cão particularmente apto para aguarda e a defesa pessoal e também para a companhia; graças a seu carácter jovial e graciosa fisionomia, caracterizada pelo seu pêlo do focinho, que ao alongar-se, forma “bigodes” e sobrancelhas muito longas.

Expectativa de Vida: Schnauzer miniatura: 12 – 14 anos, mais

Altura: Schnauzer miniatura: 36 cm, Schnauzer gigante: 65 – 70 cm, Schnauzer standard: 46 – 51 cm

Peso: Schnauzer miniatura: 5 – 8,2 kg, Schnauzer gigante: 34 – 43 kg, Schnauzer standard: 16 – 23 kg

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CÃO DE SANTO HUMBERTO (Bloodhound)

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Seu rosto triste, com orelhas e bochechas pendentes, como se estivesse sofrendo por um amor perdido, dão a sensação de um mascote desligado. Mas poucas raças estão conectadas com a terra quanto o cão de Santo Humberto.  O focinho avantajado e os lábios caídos ajudam a farejar com maestria. Desenvolvido na idade média, ele passa o tempo com o nariz afundado no chão.

Conhecido também como bloodhound, já que consegue rastrear traços de sangue (blood), pode encontrar animais e pessoas e atua em polícias de todo o mundo. Fotógrafos adoram retratá-lo com cachimbo na boca e chapéu, para homenagear Sherlock Holmes, uma associação natural que vem do notório faro para achar quem ninguém estava conseguindo encontrar.

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Origem e história da raça

Essência do Scenthound, as raízes do Bloodhound são muito antigas. Seu ancestral mais antigo pode ter sido o St. Hubert preto, documentado na Europa do século VIII. Guilherme o Conquistador é considerado o responsável por levar esses cães para a Inglaterra em 1066. No século 12, muitas autoridades da igreja caçavam com esses cães, e a maioria dos mosteiros mantinha criações dessa raça. Eles eram tão bem criados que ficaram conhecidos como “blooded hounds” (cães de sangue), uma referência ao seu sangue puro e raça nobre. Bloodhound eram conhecidos na América desde meados de 1800.

Apesar de terem ganho reputação como farejadores de escravos, muitos desses cães tinham faro múltiplo. O Bloodhound provou ser uma das raças mais úteis, usando seu faro insuperável para localizar tanto pessoas desaparecidas como criminosos. Depois de localizar a pessoa, o trabalho do Bloodhound se encerrava, pois ele nunca teve tendências ao ataque. O Bloodhound conquistou muitos recordes de rastreamento, e houve uma época em que ele era a única raça cujas identificações eram aceitas em um tribunal. Ironicamente, o nome do Bloodhound e uma publicidade ruim assustaram muitas pessoas, que acreditavam que os cães rastreavam pessoas por uma sede de sangue. Nada poderia estar mais longe da verdade. A raça é muito conhecida por todas as pessoas, mas não é muito popular como animal de estimação. Por outro lado, ele é um cão de exposição bastante competitivo e um farejador sem igual.

Temperamento do Bloodhound

Com todo seu jeito calmo dentro de casa, é um rastreador incansável quando está seguindo uma trilha. Ele é forte, obstinado e independente, mas ao mesmo tempo gentil e tranquilo e extremamente confiável para conviver com crianças. No entanto, ele não é um velho cachorro preguiçoso como se conta por aí, mas um cão ativo e brincalhão. Embora não seja a raça mais fácil de treinar para tarefas de obediência tradicionais, ele é incrivelmente fácil de treinar quando a tarefa envolve seguir rastros. O Bloodhound é um pouco reservado com estranhos, embora se dê bem com outros animais.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 10 a 12 anos

Personalidade: Temperamento balanceado, Gentil, Teimoso, Afetuoso

Peso: Feminino: 36–45 kg, Macho: 41–50 kg

Altura: Feminino: 58–64 cm, Macho: 64–69 cm

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Cairn Terrier

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Dorothy, uma garota do Kansas, está longe de casa, num lugar colorido e estranho, após voar dentro de um tornado. Espantada com o cenário, diz para o seu cachorro, que está nos seus braços: “Totó, tenho a sensação de que não estamos mais no Kansas”. A frase, votada a quarta mais famosa da história, é o ponto chave do roteiro de O Mágico de Oz, clássico de 1939.

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No colo de Dorothy, está um Cairn Terrier, o Totó original, que deu origem a milhares de Totós pelo mundo. Na verdade, Totó era uma cadela chamada Terry, que apareceu em 15 filmes ao longo da carreira e que ganhava mais do que os outros atores (dinheiro embolsado pelo seu dono). Fora das telas, o escocês cairn terrier tem fama de vasculhar tudo, como pedras e cantos de jardim – sua função original era de caçar e espantar pequenos bichos e insetos. Dentro de sua casa, gosta de se enfiar em sofás, armários, enfim, qualquer canto.

Originário da Escócia, o Cairn terrier é uma das raças mais populares e antigas da Grã-Bretanha e, segundo historiadores e especialistas, o Cairn é uma das poucas raças que se mantiveram fiéis ao seu tipo original durante os anos. Sabe-se que o Cairn já era conhecida na região desde a Idade Média. No século XV, cães muito semelhantes aos cairn terriers eram utilizados na caça de pequeno porte, como raposas, lebres, lontras. A principal função destes pequenos caçadores era a de expulsar lontras de seus esconderijos, formados por pilhas de pedras, em inglês cairn, de onde herdaram seu nome Cairn Terrier. Foi apresentado em exposições caninas, pela primeira vez, em 1860, com o nome Skaye Terrier de Pelo Duro, nome escolhido para homenagear a ilha de origem da raça e onde se encontravam os exemplares mais típicos. Sua antiguidade e a grande variedade de raças aparentadas torna difícil precisar quais foram as raças que constituíram o Cairn Terrier. O que se sabe é que foi a partir do Cairn terrier que surgissem outras raças, especialmente o West Highland White Terrier, uma vez que do acasalamento de 2 Cairns eventualmente nasciam exemplares brancos que eram banidos pelos criadores. A cor branca foi banida das cores aceitas para o Cairn no início do século XX, justamente quando o Cairn Terrier obteve seu reconhecimento como raça independente. Durante o período de transição, numa mesma ninhada poderiam haver cães registrados como Cairn Terrier e outros filhotes registrados como Westie, dependendo da cor.

Personalidade do cairn terrier

O Cairn terrier é considerado como o mais apegado dos terriers. Possui grande aptidão para a caça e é um cão bastante ativo, valente e alegre, mas apesar disso, pode ser um excelente companheiro. Como todo bom terrier, certamente não é um cão indicado para os afissionado por jardinagem, a não ser que se queira um ajudante.

Por ser um cão muito ativo e alegre, o Cairn viverá melhor e mais feliz numa casa com quintal ou jardim em que possa explorar à vontade. Apesar do seu tamanho, possibilitar que viva em apartamentos, o ideal é que possa exercitar-se diariamente em passeios de pelo menos 1 hora. É um cão de personalidade muito alegre e que está sempre disposto a brincadeiras e mesmo em idade avançada costuma conservar essa jovialidade. Brincadeiras que estimulem seus instintos de caça serão sempre bem vindas.

Justamente por sua função de caça em tocas, em que precisavam tomar “suas próprias decisões”, não se pode dizer que sejam um exemplo de obediência ou solicitude. No ranking elaborado pelo pesquisador Stanley Coren, no livro “A Inteligência dos Cães”, o Cairn ocupa a 35ª posição entre as raças pesquisadas.

Assim como os demais Terriers, o Cairn pode apresentar uma tendência a ser um cão bastante latidor, funcionando como cão de alarme. Porém, caso more em apartamento, essa característica pode ser um transtorno e por isso o proprietário deve condicioná-lo desde cedo a não latir à toa. Sua personalidade alegre e divertida, sempre disposta à atividade, fazem do Cairn uma excelente companhia para crianças. Com outros cães, demonstra menos agressividade de que os outros Terriers, podendo conviver em relativa harmonia, mesmo com exemplares do mesmo sexo.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 12 a 15 anos

Personalidade: Alegre, Destemido, Resistente, Ativo, Inteligente, Assertivo

Altura: Macho: 25–33 cm, Feminino: 23–30 cm

Cores: Preto, Vermelho, Cinzento, Tigrado, Creme, Cor de trigo

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São Bernardo – Mais conhecido como Beethoven

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Nos Alpes suíços, há um trecho que permite o trânsito entre as montanhas, conhecido como a passagem do Grande São Bernardo. O local entrou para a história canina no ano de 1049, quando São Bernardo de Menton reergueu um prédio que passou a servir como monastério e ponto de parada para todos os que ousavam cruzar os Alpes.

O albergue passou a resgatar exploradores perdidos em meio na nave. E esse trabalho, a partir do século 17, ganhou o reforço de grandes cachorros de espírito amigável. Acredita-se que o são Bernardo descende de mastiffis que cruzaram a região marchando com o exército romano. Enorme, o cão assustava invasores e, por isso, os monges do albergue decidiram criar os animais. Mas logo perceberam que a raça tinha outra vocação: buscar viajantes perdidos. Os são Bernardos foram treinados para cruzar os Alpes latindo até perder a voz. O som era uma guia para os viajantes. Muitas vezes os cães encontravam aventureiros no chão exaustos ou feridos, e o cachorro adotava o procedimento do resgate: lambia o rosto e deitava ao lado da pessoa para aquecê-lo. Estima-se que os cães salvaram mais de 2 mil pessoas até os anos 2000, quando foram substituídos por métodos mais modernos de resgate. Barry, um são Bernardo nascido em 1800, era a estrela do albergue e teria salvado mais de 40 viajantes. Sua vida é cercada de lendas. Em uma delas, ela teria encontrado uma criança desacordada na neve. Como de praxe, lambeu a cara do pequeno e deitou ao seu lado. A criança teria se recuperado a ponto de abraçar Barry, que ergueu o jovem nas costas e o levou até o albergue. Barry ficou famoso a ponto de ganhar uma estátua em um cemitério de animais na cidade francesa de Asniéres-surseine. Morto em 1814, seu corpo está exposto no Museu de História Natural de Berna, na Suíça. Ele e toda a raça costumam ser retratados com pequenos barris no pescoço contendo conhaque, que ajudaria viajantes perdidos a se recuperar, mas é mais uma lenda em torno dos gigantes dos Alpes: que os monges do albergue negam que os animais também fossem pubs ambulantes ( mas o Barry empalhado no museu tem o barril no pescoço). Em 2005, o albergue passou a missão de preservar a raça para a Fundação Barry, na cidade suíça de Martingny.

No entanto, Barry, que pesava 45kg, era diferente dos atuais são Bernardo, que facilmente passam dos 50kg. No século 19, uma série de avalanches e doenças matou uma porção de animais, dificultando a preservação da raça. A solução foi cruzar, em 1830, os são Bernardos restantes com os terra-nova, uma espécie mais pacata e peluda. A raça ficou mais dócil e preguiçosa… ou seja, ficou com o espírito Beethoven, que fez sucesso em sete filmes a partir dos anos 90.

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Temperamento do São Bernardo

Calmo e descontraído, São Bernardo é gentil e paciente com crianças, embora ele não é particularmente brincalhão. Ele é dedicado a sua família e está disposto a agradar, embora em seu próprio ritmo e pode ser teimoso.

Família: cão de gado, sheepdog, mastiff
Área de origem: Suíça
Função original: carga, busca e resgate
O tamanho médio dos machos: Altura: >0,7 m, Peso: 54 – 90 kg
O tamanho médio das fêmeas: Altura: >0,7 m, Peso: 54 – 90 kg
Outros nomes: Mastiff dos Alpes

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Border Collie – A raça mais inteligente do mundo

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Tão esperta que os border collies sequer competem com outros cães em testes de QI canino. As outras raças ficam tão aquém no escore que precisam de competições separadas para não passar vergonha. Mas não é bom levar tenta inteligência para dentro de casa. Os border collies não são cães domésticos. Treinadores dizem que eles são capazes de levar o dono á loucura quando estão confinados. Estão sempre atrás de alguma coisa, até de sombras, e possuem tanta energia que não há atividade indoor capaz de satisfazê-los. Com instinto de pastor, são exímios companheiros para tarefas no campo e são tão facilmente treináveis que viraram referências em busca e resgate de pessoas em locais de difícil acesso. Têm a habilidade de controlar seus passos e rastejar para atacar a vítima de surpresa.

 

Origem e história da raça

 

O Border Collie é o resultado de mais de um século de criação para a função de pastor de ovelhas. Nos anos de 1800, existia uma variedade de cães pastores de ovelhas na Grã-Bretanha. Alguns eram cães de resgate, com uma tendência inata para cercar o rebanho e trazê-lo de volta para o pastor. A maioria dos cães era barulhenta, que costumavam mordiscar e latir durante o trabalho. O orgulho pela superioridade de certos cães era normal. Em 1873, aconteceu o primeiro campeonato de cães pastores de ovelhas a fim de resolver algumas dessas questões. Esse concurso iria levar indiretamente aos primeiros collies, a partir de um cachorro chamado Hemp, que se destacou tanto que gerou um grande número de descendentes. Ele conduzia o rebanho não com latidos e mordidas, mas parando tranquilamente em frente à ovelha, e a intimidando. Hemp é considerado o pai do Border Collie. Em 1906, o primeiro padrão foi estabelecido, mas ao contrário dos padrões físicos da maioria das raças, esse se baseava em habilidades para o trabalho, sem relação com a aparência física. Essa tem sido a referência que padronizou a raça desde então. Na verdade, os cães eram chamados simplesmente de Sheepdogs (pastores de ovelhas). Apenas em 1915 foi registrado o nome Border Collie, uma referência à sua origem nas fronteiras inglesas e escocesas. O Border Collie chegou à América e imediatamente encantou os criadores de ovelhas com seu trabalho rápido e sua capacidade de obediência. Na verdade, essa última qualidade abriu as portas para a raça como uma das mais competitivas em campeonatos de obediência. Depois de trabalhar muito para ganhar fama como uma das raças mais inteligentes, e não por valores estéticos, muitos criadores de Border Collie lutaram por seu reconhecimento pelo AKC como um cão de exposição. Em 1995, o AKC reconheceu a raça e ela entrou para o círculo das exposições.

 

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Temperamento do Border Collie

 

O Border Collie é um pacote de energia física e mental só esperando para se soltar no mundo. É uma das raças mais inteligentes e obedientes. Se puderem fazer exercícios suficientes, ele é um companheiro fiel e leal. Ele se concentra em tudo que faz e costuma encarar, o que costuma irritar outros animais. Ele também gosta de caçar outros animais. Ele é desconfiado e protetor em relação a estranhos.

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 13 a 16 anos

Cores: Preto, Vermelho-merle, Dourado, Branco, Azul, Sable Merle, Vermelho, Chocolate, Tigrado, Lilás, Sable, Fígado, Azul merle

Personalidade: Alerta, Energético, Persistente, Responsivo, Inteligente

Altura: Macho: 48–56 cm, Feminino: 46–53 cm

Peso: Macho: 14–20 kg, Feminino: 12–19 kg

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WEST HIGHLAND WHITE TERRIER

WEST HIGHLAND WHITE TERRIER

A raça nasceu do cruzamento de cairn terrier (o totó de O Mágico de Oz) no oeste da Escócia no final do século 19 pelas mãos do coronel E.D. Malcolm. Durante uma caçada, oficial matou seu cairn terrier ao confundi-lo com um coelho. Inconsolável, decidiu fazer um cruzamento seletivo entre terriers para originar mascotes brancos como a neve, mas fáceis de serem reconhecidos à distância. Por causa do porte diminuto, conseguem se meter em tocas atrás de roedores de qualquer espécie.

São tão destemidos que, não raro, ficam presos em túneis e canais onde se enfiam atrás das presas. Para serem salvos, latem alto. Seu rabo longo e resistente facilita  sua sobrevivência. Os donos costumam puxá-lo pelo rabo quando estão presos em túneis e valas estreitos. Vivem muito (em média, 14 anos), são ativos e de difícil treinamento.

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Origem e história da raça

O West Highland White Terrier compartilha raízes com outros terriers da Escócia, na caça de raposas, texugos e vários animais nocivos. O Westie, o Dandie Dinmont, o Skye, o Cairn e o Terrier Escocês, eram considerados ao mesmo tempo uma só raça com bastante diversidade. Cruzamentos seletivos baseados em qualidades como tipo de pelo ou cor, podem ter gerado linhagens fáceis de preservar em relativo isolamento nas várias ilhas do país. O Westie chamou a atenção pela primeira vez em 1907 como Poltalloch terrier, nome da terra natal do Coronel E. D. Malcom, que havia criado uma raça de terriers brancos com pernas curtas 60 anos antes. A raça trocou de nome muitas vezes, incluindo Roseneath, Poltalloch, Escocês Branco, pequeno Skye e Cairn. Na verdade, o primeiro registro feito pelo AKC foi como Terrier Roseneath em 1908, mas o nome mudou para West Highland White Terrier em 1909. Desde essa data seu nome ficou famoso, e ele se mostrou como um dos mais competitivos terriers em exposições e um dos mais populares de estimação.

Temperamento do White Terrier

O agitado Westie é feliz, curioso e está sempre no meio das coisas. Ele é afetuoso e carente, um dos terriers mais companheiros. Mas não é muito amigável com animais pequenos. Gosta de uma corrida diária em área segura ou seguir o dono em um passeio, assim como brincar em casa. Ele é independente e um pouco teimoso, e pode latir e cavar.

WEST HIGHLAND WHITE TERRIER

Nome científico: Canis lupus familiaris

Expectativa de vida: de 12 a 16 anos

Classificação superior: Cachorro

Personalidade: Alerta, Amigável, Corajoso, Resistente, Ativo, Independente

Altura: Feminino: 23–28 cm, Macho: 25–30 cm

Peso: Feminino: 6–7 kg, Macho: 7–10 kg

 

 

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Está planejando viajar de avião com seu cão?

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As companhias aéreas têm regras muito específicas para o transporte do seu melhor amigo. Saiba o que é necessário.

Cães: Eles também podem voar

Tratados como integrantes da família, os cães tornaram-se companheiros dos donos até nas viagens aéreas. Grande parte não abre mão de ter a companhia do seu amigo na hora de viajar,  mesmo podendo deixá-los em hotéis especializados para cães, ou com alguma pessoa de confiança. A decisão é justificável, uma vez que os cães apegados a seus donos, podem sentir falta deles, gerando apatia, tristeza e falta de apetite. Sem falar que levar o mascote na viagem pode ser bem divertido.

Se o seu pet vai viajar, e o meio de transporte escolhido for o aéreo, algumas recomendações devem ser seguidas. Por exemplo, é preciso reservar com antecedência e observar várias normas com as companhias aéreas. Cada companhia tem as suas, e elas podem mudar de tempos em tempos, portanto, convém sempre entrar no site de cada empresa e seguir as determinações do momento. Umas aceitam cães na cabine, desde que sejam observados alguns pontos, como idade, peso do animal e especificações do container. Outras, no compartimento de cargas, desde que obedecidas as normas para esta situação.

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É importante lembrar, que a maioria das companhias aéreas não transporta raças braquicefálicas ( cães de focinho curto, como bulldogs ou pugs, por exemplo ) por causa do risco de terem problemas respiratórios durante os voos. No Brasil, a TAM é a única que aceita todas as raças, mas só transporta as braquicefálicas no porão de carga, em vôos noturnos, quando a temperatura no horário do embarque e desembarque ainda está amena.

Algumas companhias aéreas aceitam o transporte de cães de pequeno porte ou filhotes em bolsas flexíveis, que lembram sacolas, dentro da cabine, desde que obedeçam as especificações determinadas pela cia aérea.

Tanto quando o cão viajar dentro da cabine, ou no porão de cargas, é necessário solicitar a reserva com alguns dias de antecedência, e aguardar o retorno da companhia aérea, informando se sua solicitação foi aceita ou não. Algumas companhias têm restrição quanto a quantidade máxima de animais viajando ao mesmo tempo no compartimento de bagagem.

Se a viagem for internacional, também é importante conferir as regras gerais para entrada de animais no país do destino. Para viajar com cães para a União Europeia, o animal precisa ter microchip eletrônico, e destinos como o Reino Unido, Irlanda, Suécia e Malta, impõem condições sanitárias adicionais, que devem ser consultadas junto às companhias aéreas ou consulados, bem antes do embarque, para que as devidas providências sejam tomadas. Vacinas e atestados de saúde veterinários também são necessários.

Além disso, alguns cuidados com os cães também devem ser observados. O transporte de animais requer alguns cuidados: E recomendado não alimentar o animal por cerca de 6 a 8 horas antes do embarque. Os animais devem ser transportados em containers de fibra ou plástico resistente, com tamanho suficiente para que possam ficar em pé e efetuar o movimento de 360 graus em seu interior. Deve haver compartimento para água e o piso deve estar forrado com material que absorva os dejetosNa Terra Zoo,  podem ser encontrados containers de todos os tamanhos para o transporte seguro e confortável do seu cão, assim como bebedouros.

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A seguir, alguns documentos necessários para o embarque do seu cão, convém sempre consultar as companhias bem antes do embarque, uma vez que as exigências podem mudar de tempos em tempos:

Documentos necessários

Assim como você, seu pet deve apresentar alguns documentos para viajar. Um deles é o comprovante de vacinação contra raiva. A vacina é obrigatória para animais com mais de três meses de idade e deve ter sido aplicada há mais de trinta de dias e tem validade de pelo menos de um ano. Outro documento é o certificado de inspeção veterinária, ou atestado de saúde, como também é conhecido. Para ter validade na hora do embarque, o documento deve ser emitido no máximo dez dias antes da viagem.

Dicas extras

– Não viaje com fêmeas em fase de gestação, pois a movimentação pode assustá-las;

– Não viaje com animais muito novos ou muito idosos, pois ambos requerem cuidados mais especiais.

– Se o cãozinho tiver embarcado com você na cabine, durante as escalas, deixe que ele caminhe um pouco para que possa gastar energia, possa se movimentar um pouco depois de um longo período parado e fazer suas necessidades fisiológicas em um local adequado.

– Algumas raças de cães e gatos possuem restrições, como animais de focinho curto, chamados braquicefálicos.  Por apresentarem dificuldade em manter sua temperatura corporal os animais braquicefálicos sofrem restrições na maioria das companhias aéreas.

– A temperatura também é um fator de restrição de transporte de animais. Viagens a regiões com temperaturas muito extremas não são recomendadas, esteja atento à época do ano na qual realizará a viagem, bem como o horário do voo e as temperaturas nos locais de saída e de chegada.

– De modo geral, a caixa de transporte precisa ser resistente, bem ventilada, com tamanho adequado ao animal ( para que ele consiga dar uma volta completa em torno de si), não pode abrir facilmente, a porta não pode estar trancada com cadeado ou lacre, deve haver um pote acessível por fora para o fornecimento de água, deve estar forrada com material absorvente ( jornal, por exemplo), mas sem outros objetos soltos, deve ter alças, não pode ter rodas.

Além do transporte, é necessário pesquisar hotéis que aceitam animais, restaurantes e locais de visitação que dêem acesso livre a animais de estimação. Levar seu animal de estimação para viajar dá algum trabalho, mas com certeza valerá a pena. É sempre muito divertido viajar na companhia de um grande amigo, e o seu melhor amigo com certeza vai tornar a sua viagem mais divertida.

 

Veja alguns modelos de caixas de transporte para seu AUmigão:

• Bolsas e Caixas de Transportes para Cães

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