close

Cães

CãesRaças

Pulgas e carrapatos: prevenção e como controlar

img-destaque

Presentes tanto nas cidades quanto no campo, as pulgas e os carrapatos não causam apenas incômodo aos cães e gatos. Suas picadas podem provocar verminoses, anemias, dermatite alérgica e sérias doenças que podem levá-los inclusive à morte.

Prevenção

O mais indicado é prevenir as infestações destes parasitas com aplicação periódica de produtos disponíveis para eliminá-los, não importando a época do ano, lembra Ronan Weber,gerente do setor pet da Terra Zoo. “Como há produtos bem variados, como coleira, spray, pipetas e de uso oral, o ideal é que o veterinário indique a melhor opção para cada caso”, acrescenta Ronan. Fatores como tomar muitos banhos, ter contato com grama ou viver em apartamento podem influenciar na escolha do  mais recomendado e na frequência de sua aplicação.

Detecção

É importante inspecionar frequentemente o cão ou gato. Cada interação feita com ele é uma oportunidade para detectar se há presença de pulgas ou carrapatos. Caso o animal esteja se coçando, o exame deve ser mais minucioso. “A região mais acometida por picadas de pulgas é a lombo sacra ( pouco antes da cauda), porém em grandes infestações podemos encontrar rastros de ectoparasitas por todo corpo”, explica Carlos. “Já os carrapatos se fixam mais nas extremidades, como nas orelhas e patas, principalmente a região entre os dedos, que devem ser regularmente inspecionados.”

Tratamento

Em caso de infestação por pulgas e carrapatos, os banhos com produtos adequados ajudam a eliminá-los. São parte fundamental no tratamento, além de diminuírem a carga desses parasitas, durante o banho é facilitada a visualização tanto dos parasitas, quanto das feridas causadas pelas picadas. O tratamento é complementado com uso de um anti pulgas e anti carrapatos e com a eliminação dos parasitas no ambiente onde o animal vive. Apenas 5% das pulgas ficam no animal, as 95% estão no ambiente por onde ele circula, afirmam especialistas. Para cada carrapato ou pulga encontrados no cão, é muito maior  a quantidade destes bichos indesejáveis, presentes no ambiente. Em caso de ambiente infestado, a recomendação é dedetizá-lo duas vezes com intervalo de três ou quatro semanas. Quanto ao carrapato, é preciso cuidado ao retirá-lo, se for arrancado de forma incorreta, o abdômen dele pode se romper e os ovos se disseminarem, aumentando a infestação em alguns dias.

Hoje está cada vez mais fácil combater estes parasitas, com a variedade disponível de produtos no mercado, sejam eles de uso tópico ou em comprimidos, que protegem os cães por um tempo determinado. Na Terra Zoo, existe uma grande variedade de marcas tanto para combater carrapatos ou pulgas nos cães, quanto para pulverizar os ambientes contra estes parasitas indesejáveis.

Preparamos uma listinha para você combater com eficácia estes parasitas indesejados. Clique aqui e descubra como eliminá-los

Leia mais
CãesCuriosidades

Para ter um cão confiante ao andar nas ruas

img-destaque

Cães na rua e pedestres

Desde os primeiros meses de vida, é recomendado que o filhote tenha contato com pessoas e cães de todos os tipos, caso contrário é provável que desenvolva insegurança e até agressividade nesses encontros. Na faixa etária de dois a cinco meses, até terminar a vacinação, faça a socialização em casa, recebendo convidados, e na residência de amigos, sempre em ambientes limpos e seguros e com cães saudáveis, que estejam com a vacinação em dia.

Aprender a interagir e a interpretar a linguagem canina é fundamental para que o cão consiga, no futuro, se comunicar adequadamente nas interações com cães desconhecidos e se sentir mais seguro.

Medo já adquirido

É possível eliminar medos já adquiridos ou reduzi-los bastante por meio da sensibilização controlada, processo  que pode levar de dois a oito meses, com sessões diárias ou no mínimo, três vezes por semana, de 15 a 40 minutos.

Ruídos assustadores

Coloca-se o cão em contato com o barulho que o atemoriza, no começo com volume bem baixo para não incomodá-lo. Para tanto, utiliza-se uma gravação do ruído (há estrondos de trovão e de fogos, roncos de motocicleta, por exemplo, na internet e em CDs). Sempre que o cão não reagir ao barulho, clique e dê um pedaço de petisco para ele.  Depois de ele se manter calmo por três vezes seguidas, aumente um pouco o som e repita o treino. O exercício avançará gradualmente, até que o medo, não mais se manifeste, mesmo que o som não seja tocado bem alto. Caso, durante a prática, o medo aparecer, retorne á altura de som que não causa reação e prossiga com o treino a partir daí.

Na rua

Se o seu cão tem medo de pessoas ou de outros cães na rua, ou é agressivo, treine-o se manter calmo enquanto a causa da reação indesejável estiver no cenário. Para tanto, poste-se longe o suficiente da pessoa ou do outro cão, de modo que seu cão continue calmo. Ele não deve latir nem rosnar, não pode puxar a guia nem dar sinais de medo ou agressividade (ou seja, ficar arrepiado, franzir os lábios, colocar a cauda atrás das pernas).

Depois de três repetições seguidas em que o seu cão não esboçou reação, aproxime-o mais um pouco do outro cão ou da pessoa e continue a treinar. Sempre que o seu cão mostrar medo ou agressividade para com pessoas ou cães, retome o exercício distanciando-o mais, para que fique calmo e possa ser premiado.

O treino estará completo quando o seu cão se conservar ao lado de pessoas ou cães em dar qualquer sinal de medo ou agressividade. O exercício pode ser praticado com conhecidos (tanto pessoas, como cães).

Leia mais
CãesCuriosidadesNovidades

Sem medo do barulho do trânsito

img-destaque

Barulho de motos e carros

Assim como se age com estampidos de trovões e fogos de artifício, o barulho de motos e carros não deve causar reação nossa diante do filhote. O certo é, a partir dos dois meses de idade, apresentar a rua para ele de forma gradual. Antes de terminado o período da vacinação, dê voltinhas com o filhote no carro ou no colo, inicialmente em ruas calmas. Enquanto ele se mantiver tranquilo e observando ao redor, recompense-o de vez em quando com um clique e um pedaço de petisco. Por outro lado sempre que ele se mostrar assustado, ignore-o. Dessa maneira, aos poucos, ele se acostumará a encarar com naturalidade as várias situações típicas das ruas.

Andar de carro

A adaptação ao veiculo também deve acontecer de forma gradual. O primeiro passo é fazer o cão gostar de entrar nele. Para tanto, leve-o até o carro e, quando estiverem em seu interior, clique, ofereça um pedaço de petisco e brinque um pouco com ele. Depois de três sessões em que ele se mantiver confiante dentro do automóvel, ligue o motor. Na primeira saída, dê apenas uma volta de quarteirão. De acordo com a confiança mostrada pelo cão, aumente gradativamente a extensão e a movimentação do percurso.

Leia mais
CãesCuriosidadesNovidades

Sem medo de barulhos e trovões

img-destaque

Aprenda a evitar que o filhote desenvolva medos e, caso ele já os tenha adquirido, saiba como eliminá-los.

Entre os motivos que podem deixar o cão inseguro a ponto de sentir muito medo, estão á falta de socialização, os traumas causados pela inexperiência na lida por parte dos donos e até a predisposição genética à insegurança, gerada de algum ancestral. Mas, qualquer que seja o motivo, um cão medroso pode ficar agressivo e atacar o próprio dono e seus familiares. Por isso, ajudar o animal a não sentir medo significa assegurar maior qualidade de vida para ele, bem como para a família humana com a qual ele convive.

Para crescer equilibrado

As primeiras experiências do filhote influenciarão o comportamento dele por toda a vida. Muitos medos podem ser evitados encaminhando corretamente o contato inicial com as situações que podem causa-los.

Fogos e trovões

São, sem dúvida, o motivo número 1 para os cães ficarem temporariamente apavorados. Para o filhote aprender que estrondo não significa ameaça, é preciso que quando o barulho ocorrer pela primeira vez na vida dele, todos por perto se mantenham calmos.

Nesse momento, o cãozinho colocará as orelhas para trás, olhará ao redor e, se ninguém reagir, sossegará e interpretará que não há o que temer, a não ser que sofra de insegurança de origem genética.

Entreter o filhote com algo do agrado dele, como roer um ossinho ou brincar de buscar bolinha antes de o estrondo acontecer, de modo que o filhote ouça o barulho enquanto está se divertindo, é uma boa alternativa, desde que seja possível. Dessa maneira, o impacto do primeiro contato com o primeiro ruído  fica reduzido e o risco de ele sentir medo diminui.

O que não deve ser feito em hipótese alguma ao ocorrer estrondo é pegar o filhote no colo ou acaricia-lo. Ou, então dar bronca nele porque abaixou as orelhas ou fugiu e tentou se esconder embaixo de algum lugar. Essas reações, como qualquer outra poderão ser compreendidas como confirmação de que o ruído é uma ameaça e que há razão para ter medo dele.

Leia mais
CãesCuriosidadesRaças

Ele não para de latir!

img-destaque

Sabe aquele momento em que você está tranquilo e quer somente descansar quando, de repente, escuta uma sequência de latidos, uivos e uma sinfonia de “au-aus” que não param nunca? Por mais que amemos nossos pets, isso é bem irritante, ainda mais se não sabemos como controlar a histeria do bicho.

Alguns especialistas consideram que latir é pouco saudável, considerando essa vocalização similar a um grito. Para estes especialistas, o animal late para aliviar o estresse, dizer que tem algo de errado acontecendo,  avisar que alguém está por perto, e, se o dono não interfere, ele entende que pode latir. Logo, se torna um habito, explicam. Não podemos esquecer que o latido é um forma de comunicação para os cães, além de ser um comportamento auto recompensante, ou seja traz alívio ao animal.

Para resolver o problema dos latidos e acabar com o motivo que leva o cão a ter esse comportamento, que pode se dar por diversos fatores psicológicos, como medo, ansiedade, excitação, tédio, entre outros, frequentemente, os dono reforçam comportamentos indesejados, como latidos, sem sequer perceberem. Só o fato de você falar com o bicho, mesmo que seja em tom de repreensão, tocar ou olhar na hora em que está latindo, ou fazendo algo errado, pra ele, isso já é uma conquista, pois conseguiu ganhar a sua atenção.

Os latidos também podem indicar doenças

Outros dois fatores que podem contribuir para os latidos incansáveis do animal são a genética e ainda problemas físicos.

No primeiro caso, o cruzamento entre bichos mais agitados e ansiosos resulta em filhotes com esse mesmo temperamento. Já na segunda situação, o animal pode latir demasiadamente por que está sofrendo com algum problema físico, se sente incomodado e avisa que precisa da sua ajuda.

Infelizmente, não conseguiremos trazer o silêncio absoluto entre os cães, mas você pode aprender alguns truques que prometem acabar com a gritaria em diferentes casos de latidos.

Latindo o dia todo

Cães que latem por qualquer motivo são inseguros: Eles latem em reação a essa insegurança, por que ficam com medo, para eles, agindo dessa forma, é como se fossem espantar a fonte do barulho, afirmam alguns adestradores comportamentais.

Excesso de mimos pode tornar o animal muito dependente do dono. Quando você sai de casa, o bicho se sente inseguro, logo, o latido para eles se transforma em uma maneira de exigir que você volte.

Tudo pra chamar atenção

Um dia você estava vendo TV e seu pet subiu no seu colo. Você fez um agrado e ele gostou. A atitude se repetiu por diversas vezes até que isso se tornou um hábito. Pronto! É o suficiente para ele aprender que, sempre que você não estiver fazendo nada, ele vai receber atenção. Esse comportamento se explica pela falta de sociabilização do cão associada á falta de liderança do dono. Provavelmente o bicho percebeu que aquele momento é o melhor para ir lá buscar atenção.

Barulho só no fim do dia

Adestradores da linha “naturalista”, acreditam que os cães latem no final do dia porque no mundo selvagem, é nessa hora que os lobos, seus ancestrais, se reúnem depois de um dia longo de caçada. No entanto, não temos como saber se essa teoria é correta.

A explicação mais “urbana”, é que esse animal só vê seu dono no final do dia, quando chega do trabalho. É quase uma reação em cadeia por que a maioria dos donos chega em casa nesse horário, e aí o bicho fica excitado porque sabe que vai ganhar carinho e atenção nesse momento.

Toque da campainha

Almeida enfatiza que, quando a campainha toca, o bicho entende que alguém novo está chegando: Em casos de cães agressivos, o animal deixa claro que não quer aproximação, então late para proteger seu ambiente.

Quando a visita chega, o cão fica mais excitado pela situação e, portanto, late mais ainda para ter atenção, proteger o local ou então por puro medo. Tirar o bicho do local e prende-lo para evitar mais euforia pode torna-lo agressivo e fazer com que associe o toque com algo negativo.

Latição nos passeios

Cães que não têm o hábito de passear muito tendem a latir mais nas horas de lazer. A falta de sociabilização do bicho, tanto com outros animais como com pessoas ou bicicletas, por exemplo, é a principal culpada nesses casos: Para o animal aquele território é imenso e novo, com diversos invasores, além disso, deve-se considerar que o pet conseguiria andar muito mais que o tempo do passeio, assim, essa hora é a melhor para ele, por isso quer fazer tudo o que não pode enquanto está preso.

Euforia no portão

Esses latidos podem ser de alarme indicar insegurança, para chamar a atenção de outros cães ou de quem está passando na rua e até mesmo para descarregar toda aquela adrenalina que o bicho tem guardado dentro de si. Cães dóceis precisam de atenção, então vocalizam para tê-la, avisam que estão ali, esperando por alguém, no caso dos cães mais agressivos, por serem mais territorialistas, vão latir para avisar que ninguém pode invadir o espaço que é deles.

Leia mais
CãesCuriosidadesNovidades

PASTOR BELGA

img-destaque

No fim do século passado, na Bélgica, a situação das raças pastoras apresentava-se confusa: o país estava inundado de cães condutores de rebanho de todo tipo e estatura, com origens incertas. Num país como a Bélgica, onde está viva em todo o país  a paixão por selecionar e melhorar as raças de animais domésticos, era estranha a pouca atenção prestada aos cães de pastoreio.

Com a finalidade de colocar um pouco de ordem nisto, vários cinófilos apaixonados começaram a organização de um grupo, que foi fundado por A. Reul, da Escola de Medicina Veterinária de Cureghem.

Assim,  conseguiram agrupar em poucas raças e variedades os cães que haviam conservado as características consideradas fundamentais e as qualidades necessárias para auxiliar eficazmente o homem no exercício do pastoreio. Chegou-se então a fixar um grupo de raças bélgicas de pastores ( Groenendael, malinois, tervueren, laekenois) e algumas de suas variedades.

As quatro variedades eram conhecidas na época como pastor belga ou pastor continental. Contudo, o cão que herdou o nome de Pastor Belga foi originalmente conhecido como a variação Groenendael da raça. Como todos os Pastores Belgas, ele era um cão de fazenda tanto para deslocar o rebanho, quanto como cão de guarda.

Esta raça difere das outras por conta dos pelos mais longos. Em 1910, estes cães foram oficialmente apelidados Groenendael, graças ao castelo, cujos donos tinham criado  seletivamente os cães pretos desde 1893 (logo após os Pastores Belgas serem reconhecidos como uma raça). Entre as raças de pastores belgas, é a mais difundida, criada por Nicolau Rose, proprietário do castelo de Groenendael, ao sul de Bruxelas, originou-se do acasalamento entre Petite, uma fêmea preta com mancha branca no peito, e o macho Piccard d´Uccle (exemplar adquirido diretamente a um proprietário de rebanhos) que tinha características físicas análogas as de Petite. Num primeiro momento pensou-se  em batizar “Rose” á raça, em homenagem ao criador, mas conferir este nome a um cão preto como um carvão pareceu um contrassenso. Foi assim que pensou no lugar de origem, o castelo de Groenendael.

Por sua atrativa linha estética, a pelagem reluzente (longa, espessa e preta), o Groenendael hoje pode competir com os melhores cães de luxo e de companhia. Com esta raça também veio a acontecer o mesmo que com outros cães de pastoreio, passou  a ter sua utilização em setores distintos do original; é assim que este pastor, valente, afetuoso, vigilante, se há revelado ótimo para a defesa e a guarda,  mas também tem sido empregado vantajosamente como auxiliar da ação policial e bélica.

 

Temperamento do Pastor Belga

Sempre alerta e em movimento, o Pastor Belga é bastante brincalhão, vigilante e protetor além de ser um cachorro muito forte. Ele pode ser indiferente com estranhos e alguns podem ser bravos e até avançar. Esta raça é inteligente e dócil mais independente. Ele é o protetor de sua casa e família.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Expectativa de vida: de 10 a 14 anos

Origem: Bélgica

Altura: Macho: 61 – 66 cm, Feminino: 56 – 61 cm

Peso: Macho: 25 – 30 kg, Feminino: 20 – 25 kg

Leia mais
CãesCuriosidadesNovidadesRaças

MANCHESTER TERRIER

img-destaque

Muito escreveu-se sobre um provável cruzamento entre o Manchester primitivo ( também chamado, mais propriamente, black and tan terrier) e o pequeno lebrel italiano, vendo-se confirmada a hipótese pelo fato de que nesta raça advertem-se algumas formações características dos lebréis.

O Manchester desde a fundação do clube em 1879, ficou dividido em dois tipos: um de estatura maior, com características semelhantes ao Manchester atual, que teve funções de cão de toca e de ratos; outro, de estatura reduzido, que assumiu o papel de cão de companhia e constituem o progenitor do toy terrier, atualmente chamado pequeno terrier inglês de pelo curto (black and tan toy terrier).

image001

O Manchester terrier não goza, hoje, do favor que mereceria. A raça vai-se extinguindo na própria Inglaterra. É lamentável , pois trata-se dum cão inteligente, fiel, ativo e de uma elegante raça adequada à vida em apartamentos, já que ocupa pouquíssimo lugar e tem pelo fino e curto, que não requer atenções e cuidados especiais.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 14 a 16 anos

Origem: Inglaterra

Personalidade: Dedicado, Alerta, Alegre, Esperto, Ativo, Discerning

Cores: Preto, Azul e Bronze, Preto e canela, Azul, Tan

Leia mais
CãesCuriosidadesNovidadesRaças

SCOTTISH TERRIER

img-destaque

Na pequena e simpática cidade escocesa de Aberdeen, viveu no principio do século XIX um senhor Van Best, considerado, durante muito tempo, o melhor criador de um terrier especial, habilíssimo para a caça na toca. Quando esse cão difundiu-se no resto da Escócia e em toda a Grã-Bretanha, recebeu o nome de Aberdeen Terrier, que conservou com variável sucesso até 1887, quando decidiu-se chama-lo simplesmente scottish terrier.

Os primeiros pedigrees tem data precisamente daquele ano, que indica, principalmente, o começo da seleção que fez do atual scottish terrier um cão muito mais refinado que o criado por van Best.

No entanto, ainda hoje, esse terrier conserva aptidões especiais para a caça de animais nocivos: a potente musculatura da traseira e a brevidade dos membros permitem-lhe uma rapidez notável nos caminhos subterrâneos.

image002

Personalidade

O Scottish, como bom terrier, é um cão extremamente valente e ativo. Muito ágil e versátil e segundo seus admiradores, poucos conseguiram manter as qualidades de temperamento na caça como o Scottish. Além de desentocarem suas presas, muitas vezes podem ser usados como auxiliares na caçada com armas de fogo, buscando a caça após o abate ou mostrando a caça para o seu dono. São cães bastante alegres e de temperamento bem forte. São muito úteis como cães de alarme, uma vez que não costumam deixar passar o menor movimento estranho em seu território.

Até em função de ter mantido suas características primordiais, o Scottish pode dar alguma dor de cabeça ao seu proprietário com sua necessidade de exercitar suas habilidades de ‘toqueiro’. Se existir um jardim, certamente ele será escavado pelo Scottish. Sua personalidade forte e valente pode também ser uma característica que dificulte a convivência com outros cães e mesmo entre cães do mesmo sexo, talvez seja por isso que tenha ganho o apelido de “Galo do Norte”. Seu relacionamento com crianças pode ser complexo, uma vez que apesar do tamanho e de sua aparência de pelúcia não são absolutamente cães de ‘colo’ e realmente podem acabar revidando com mordidas as brincadeiras mais violentas das crianças.

Segundo a classificação do estudioso Stanley Coren, em seu livro “A inteligência dos Cães” os Scotties aparecem apenas em 65lugar. Justamente por isso e devido à sua personalidade forte e grande independência dos donos, devem o quanto antes frequentar classes de adestramento e socialização para que a convivência entre cão e dono seja mais tranquila e proveitosa.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Origem: Escócia

Personalidade: Brincalhão, Resoluto, Alerta, Seguro de si mesmo, Rápido, Independente

Cores: Preto, Tigrado, Cor de trigo

Altura: Macho: 25–28 cm, Feminino: 25–28 cm

Leia mais
CãesCuriosidadesNovidadesRaças

MASTIM NAPOLITANO

img-destaque

O mastim é descendente do mastiff que os romanos trouxeram da Grã-Bretanha. O grande porte do animal dava um aspecto imperial ao mascote, que caiu no gosto da nobreza romana. Quando chegou a Napoles, no sul da bota, o mastiff foi cruzado com o molosso romano, uma raça já extinta, ganhou a pele abundante e pendente no rosto e teve o nome latinizado para “mastim”. Por séculos, foram selecionados para servir de cães de guarda em elegantes mansões napolitanas, o que gerou uma raça leal aos seus donos. O filhote enrugado e acizentado está entre os mais fofos do reino canino, mas precisa ser socializado para conviver em harmonia com a família. Depois que se acostuma com humanos, é para toda a vida – apesar de ser levemente bagunceiro quando adulto.

image006

Temperamento e cuidados com a raça Mastim Napolitano

O Mastim Napolitano, raça de cães oficialmente chamada de Mastino Napoletano, não é uma raça para todos. Esta raça a primeira vista, pode parecer um pouco intimidante, mas na verdade é uma raça de cachorros muito carinhosos, calmos, tranquilos e amorosos. Cachorros da raça Mastim Napolitano gostam de receber visita de pessoas da família e amigos, sendo muito bons anfitriões. O Mastim Napolitano é um cachorro que baba bastante, principalmente em tempo muito quente, e depois de beber água gostam de se limpar nas pessoas o que ás vezes não é lá muito agradável. Os machos tendem a ser mais babões do que as fêmeas.

Cães da raça Mastim Napolitano são muito inteligentes e também muito obedientes, trata-se de uma raça de cachorros com uma índole extremamente protetora, corajosa e apesar de ter um ar um pouco sério, devido a expressão de seu rosto, são muito gentis. Dotados de um temperamento calmo, estes cães tendem a latir apenas quando necessário. Alguns exemplares da raça podem ser reservados com estranhos e por isso é sempre importante socializá-los bem com pessoas, lugares, sons e animais desde muito cedo. Estes cães são geralmente muito carinhosos com as crianças, desde que sejam crianças que não machuquem, não gritem com eles e tenham sido ensinadas a ter um comportamento adequado e educado diante de um cachorro, em geral cães sabem respeitar quando são respeitados e também em geral cães não reagem bem a gritos e comportamentos pouco amistosos.

image007

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 8 a 10 anos

Personalidade: Protetor, Obediente, Teimoso, Destemido, Dominante, Treinável

Peso: Macho: 60–70 kg, Feminino: 50–60 kg

Altura: Macho: 63–77 cm, Feminino: 58–70 cm

Cores: Preto, Tawny, Mahogany, Tigrado, Azul

Leia mais
CãesCuriosidadesNovidades

OS BENEFÍCIOS DA CASTRAÇÃO

img-destaque

Quando seu pet entra na “puberdade” é chegada a hora de tomar a decisão, às vezes difícil, de castrá-lo. Muitos donos ainda ficam receosos com a operação, em grande parte pelas dúvidas que têm sobre ela e pelo medo de fazer seu amigo sofrer. Para esclarecer os mitos e verdades da castração, consultamos especialistas que vão ajudar você a entender melhor essa operação que, além de evitar a reprodução indesejada, previne doenças que podem surgir devido a presença de hormônios do ciclo reprodutivo. Segundo veterinários cerca de 70% das cadelas não castradas desenvolvem tumor de mama, mas, se forem operadas precocemente, a chance de terem a doença é praticamente zero. O tumor de mama está diretamente relacionado com a cadela que tem ovário, não importando se ela teve cria ou não. A castração também previne problemas como a piometra, grave infecção uterina em gatas e cadelas, e tumores da próstata nos machos.

image004

Muitos têm medo do pós-operatório

A dentista Marta Ribeiro,  conta que só aprendeu os benefícios da castração há alguns anos quando suas gatas Ligia e Luiza tiveram piometra. “Minha gatinha mais velha, morreu no pós-operatório da cirurgia de infecção no útero, até ela ficar doente, não sabia que a castração poderia ser benéfica, por isso não fazia a operação em pets antes”. Hoje Marta tem dois gatinhos, o Junior, de 8 anos, e a Lady, de 2 anos, que foram castrados ainda jovenzinhos. Devido à diminuição hormonal, a esterilização pode trazer mudanças comportamentais, mais evidentes três meses após operação.

A castração também evita que o bicho fuja de casa para procriar, ficando sujeito a doenças e acidentes, e em machos atenua problemas como demarcação de território, além da agressividade motivada pela excitação sexual constante. Nas fêmeas, a castração minimiza episódios de gravidez psicológica e suas consequências, como a inflamação das mamas.

 

Como saber se é hora de castrar o pet?

Em geral, os especialistas sugerem que a castração aconteça no primeiro ano de vida, por volta dos 6 ou 8 meses de idade, no machos. No caso das fêmeas, alguns recomendam castrá-las antes do primeiro cio, ou após esse período. Outros acreditam que a melhor idade é após o primeiro cio das fêmeas, e nos machos antes da puberdade.

A fase da vida em que o pet é castrado influência no comportamento que ele terá dali em diante. Quando a castração é feita antes do primeiro cio nas fêmeas e nos machos antes dos 10 meses de idade, a tendência é que o pet se mantenha ativo e brincalhão por muito tempo. Já quando a cirurgia é feita tardiamente, após 1,5 ano nos machos e depois do segundo cio nas fêmeas, o animal tende a ficar mais sedentário e a engordar, alguns cães ficam mais mansos, e os gatos põem deixar de demarcar território. Mesmo com a esterilização, alguns machos mantêm comportamentos como urinar fora do lugar, perceber quando a fêmea está no cio e acasalar, brigar com outros machos, entre outras peraltices, devido ao instinto natural dos animais.

Anestesia: o pesadelo dos donos de pets

Muitos ficam receosos de castrar suas cadelas por causa da anestesia. Independentemente do tamanho do animal, não existe procedimento médico sem riscos. Contudo, na anestesia se utilizam anestésicos e equipamentos para diminuir o risco calculado.  Antes da cirurgia é recomendado fazer exames de sangue, como hemograma, para avaliar o estado de saúde do pet. No caso dos mais velhos ou daqueles que têm alguma doença, é feito um acompanhamento mais específico.

Cuidados pós-cirúrgico são essenciais

Nos dias que se seguem à castração deve-se seguir a orientação do veterinário. O pós-cirúrgico consiste em cuidar da ferida cirúrgica, além da administração de anti-inflamatórios e antibióticos para prevenir dores e infecções. Animais muitos agitados devem evitar o sobe e desce de escadas e sofás para não infeccionar os pontos. Maior cuidado deve se tomar com as fêmeas, pois a incisão é abdominal, já os machos ficam com sutura somente na pele.

Outra dica é oferecer alimentos com maior índice de proteína. Os pontos, feitos com fios cirúrgicos à base de náilon ou outros materiais, são retirados, em média, após 8 a 10 dias de castração, e a quantidade dependerá do tamanho do pet. Os fios cirúrgicos absorvíveis também são adotados em cirurgias realizadas em pets.

Atenção redobrada com os pontos!

Enquanto os pontos não são retirados, seu amiguinho não deve coçar ou lamber a região. Se o seu pet for daqueles que não conseguem se controlar, existem roupinhas pós-cirúrgicas e colares que podem ajudar.

Leia mais
1 3 4 5 6 7
Page 5 of 7