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Conhece o Griffon Belga?

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Alerta, amigável, curioso e leal, este cão é extremamente apegado ao dono, o seguindo por toda parte. Inteligente, é fácil de ser treinado. Sua expressão facial é quase humana. Este cão pode até ficar algumas horas sozinho sem fazer estragos na casa, mas não por muito tempo. De natureza curiosa, precisa de interação e exercícios para não ficar entediado. Ideal para quem mora em apartamento e indicado para idosos ou casais sem crianças ou com filhos mais velhos.

A cinofilia moderna o subdivide em três variedades consideradas raças autônomas, cada uma com seu standard respectivo. São elas o Griffon Belga, com pelo duro e desordenado, na cor preto, preto fogo, preto e verelho misturados; o Griffon Brabantino, de pelo curto e cor vermelha, com mascara escura e ainda o Griffon de Bruxelas, com pelo duro e cor vermelha.

Os griffons belgas são graciosos cães de companhia, muito vivos, inteligentes e sempre interessantes. Como acontece com tantos outros cães, as suas origens são pouco conhecidas ou, pelo menos, muito confusas, tanto que são vários os países que os disputam. Entretanto, tudo permite supor que o primeiro griffon, com características muito semelhantes ao atual, tenha nascido na Bélgica. Não é casual que esta raça receba vários nomes tais como griffon belga, de Bruxelas, ou brabantino.

Segundo os holandeses, deve-se ia buscar a origem do griffon na descendência do smoushondje, raça quase extinta. Os ingleses, pela sua parte, atribuem-se a origem afirmando que o primeiro exemplar nasceu em 1873 do cruzamento dum yorkshire terrier com outro terrier. Para os alemães, finalmente, não se trataria de outra coisa que uma variedade de pequeno griffon alemão, isto é, de affenpinscher.

É um cão curioso, animado, engraçado, alegre e atento ao que está acontecendo ao seu redor. O Griffon Belga é um cão amável com todos, se dá bem com outros cães e até mesmo com gatos. Inteligente e fácil de treinar, carinhoso, tranquilo e sente um grande apego a sua família. Alguns podem ser barulhentos, mas será devido ao tédio ou solidão.

Expectativa de vida: de 10 a 15 anos
Origem: Bélgica
Classificação: Raça
Personalidade: Inquisitivo, Vigilante, Alerta, Self-important, Companheiro, Sensível
Cores: Preto, Belge, Vermelho, Preto e canela, Azul, Marrom

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O seu cão é hiperativo?

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O comportamento hiperativo do cão é, em conjunto com a agressividade, um dos problemas que mais preocupa os proprietários e o motivo mais frequente de consulta de especialistas na área de psicologia canina.

Existem de fato raças hiperativas ou cães considerados hiperativos são produtos dos seus proprietários? Durante muito tempo pensou-se que o proprietário era a causa direta das condutas hiperativas do cão, mais as últimas investigações questionaram tal crença.

Existem raças que são muito desportivas e outras que são muito nervosas. O que parece inquestionável, embora não haja estatísticas a esse respeito, é que há casos de hiperatividade cada vez mais visíveis nos cães independentemente do que se espera no padrão de suas raças. Na última década, houve uma clara tendência ascendente no aparecimento deste problema. Nos últimos anos, aumentou o número de cães agressivos com os seus proprietários, de animais que destroem a sua casa ou apresentam incontinência, e os que saem defecando e urinando pela casa.

Se o cão escava continuamente buracos nos jardins, morde os sapatos ao seu alcance, destrói móveis, faz barulho quando está sozinho e rosna quando o dono toca na sua comida, seguramente é um cão hiperativo, é um cão ansioso e precisa que o dono lhe dedique mais atenção. Este é um problema mais comum do que muitos proprietários creem. É muito estressante, porque um cão que não aceita as normas estabelecidas, tem dificuldade em controlar a conduta, em seguir ordens e parece que não escuta as reprimendas.

A hiperatividade se acentua nas grandes cidades, onde os cães permanecem muitas horas fechados, sem estímulos gratificantes, sem possibilidade de se exercitarem. A conduta destrutiva própria do cão hiperativo aparece por aborrecimento quando o cão não tem oportunidade de exercer os seus instintos básicos de um modo natural. Uma conduta canina correta inclui atos como correr, escavar, mordiscar objetos, jogar e cheirar outros cães. Se o animal permanece muitas horas sozinho em casa, sem poder realizar estas atividades, acaba por se converter num sujeito hiperativo.

O que fazer?

Existe um método recomendável para reeducar um cão hiperativo. O mais apropriado será sempre a observação e convivência. O modo mais adequado de restituir o equilíbrio perdido é reconhecer os seus aspectos positivos e premiá-los. A melhor recompensa que um cão pode receber é uma reação positiva do dono perante as suas ações cotidianas.

Qualquer cão pode ser hiperativo, mas normalmente os jovens têm mais energia, desejam jogar a toda hora e o proprietário deve colocar à sua disposição elementos lúdicos adequados para que a convivência não se converta numa verdadeira tortura para ambos.

Somos os responsáveis pelo equilíbrio psíquico do nosso animal. As rotinas básicas de educação e treino, e a incorporação de jogos nas atividades mútuas são elementos de equilíbrio para o animal. A solidão é um fator que cria hiperatividade. Não podemos deixar um cão sozinho em casa durante todo dia e pedir-lhe que quando chegamos à noite este continue deitado, dormindo. Para modificar o comportamento hiperativo do cão, o dono tem de passar mais tempo com ele.

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Conheça o cão da raça Tibetan Terrier

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Alegre, extrovertido, alerta, inteligente e brincalhão. Assim é o cão da raça Tibetan Terrier. Possui elevado senso de humor e entusiasmo pela vida. Adora a companhia do seu dono, que deve ser firme, pois a raça tende a ser teimosa. É reservado com estranhos, mas não violento nem briguento. Recomendado para pessoas ativas ou famílias com crianças. É indicado para quem não passa muito tempo fora de casa, caso contrário, o cão pode ficar ansioso. O dono deve levá-lo para praticar exercícios regularmente.

A religião do Tibet admite a transmigração da alma; por esta razão os animais, e portanto os cães, e as plantas são todos na mesma consideração que os seres humanos. Os cães pequenos, chamados também “pequena gente” por isso objeto do maior cuidado.

Durante séculos os povos asiáticos – escreve a professora C.J. Stelzer -, e também o Tibet, mandavam presentes ao imperador da China. Cada ano, partiam as caravanas portadoras do tributo desde o Potala, o palácio do Dalai Lama, até a Grande China, incluindo terriers do Tibet (sempre machos), que seguidamente eram presenteados como reconhecimento aos chefes das aldeias que lhes ofereciam alojamento e assistência.

Estes cães, considerados sagrados e com valor de talismã, corriam, entretanto, o risco de ficar sem descendência, o que haveria de causar segundo a superstição – o fim da felicidade e da prosperidade destas aldeias. Pensou-se então em cruzá-los com uma única raça de estatura diminuta que se tenha alcance: os spaniels tibetanos. O cruzamento obtido era muito parecido com os progenitores machos. Quando houve insurreições no Tibet, os cães sagrados originais – isto é, os terriers do Tibet, – foram levados da capital para os vales do interior do país. Mais tarde difundiram-se especialmente aqueles cães muito pequenos de pelo longo, conhecidos hoje como Lhassa apso (cão de pelo longo da cidade de Lhassa obtidos também pelo cruzamento entre terriers do Tibet e spaniels tibetanos). O Lhassa apso tem, efetivamente, o pelo do terrier do Tibet e o corpo mais longilíneo, parecido com o do spaniel tibetano; o focinho mais curto do Lhassa Apso lembra também o spaniel.

Características:

Altura: 35 – 41 cm
Expectativa de vida: de 12 a 15 anos
Peso: 8 – 14 kg
Personalidade: Reservado, Gentil, Amável, Energético, Afetuoso, Sensível
Cores: Preto, Branco, Dourado, Tricolor, Cinzento, Tigrado, Malhado

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Mais de 100 pets adotados na Feirinha Terra Zoo da Forquilha

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Sucesso! Assim foi a Feirinha de Adoção da Terra Zoo, no sábado, dia 15, na loja da Forquilha. Num total de 103 pets adotados, – sendo 79 cães e 24 gatos SRD (Sem Raça Definida), entre adultos e filhotes -, ganharam novos lares! Todos vacinados, com a primeira dose antiviral e com microchip de identificação, foram doados tanto pets adultos castrados, quanto filhotes com agendamento da castração pelas ONG’s.

Muitas famílias felizes levando seus novos integrantes para casa.

Além de promover a Feirinha, a Terra Zoo abraça a causa animal e doará as ONG’s e protetores participantes, 10 quilos de ração por cada animal adotado.

Se você não conseguiu adotar ou não pode ir até a Feirinha, fique ligado nas próximas edições ou entre em contato com uma das ONG’s participantes, pois sempre há pets precisando de um novo lar!

ONGS E PROJETOS PARCEIROS DA TERRA ZOO:
AMADA – ASSOCIAÇÃO MARANHENSE EM DEFESA DOS ANIMAIS
FACEBOOK: AMADA – ASSOCIAÇÃO MARANHENSE EM DEFESA DOS ANIMAIS
INSTAGRAM: @amadasaoluis
E-MAIL: amada.sl@gmail.com

CÃES E GATOS DE RUA DE SÃO LUÍS
FACEBOOK: CÃES E GATOS DE RUA SLZ
INSTAGRAM: @caesegatosderuaslz
E-MAIL: caesegatosderuaslzma@gmail.com

DINDAS FORMIGUINHA
FACEBOOK: DINDAS FORMIGUINHA
INSTAGRAM: @dindasformiguinha
E-MAIL: fabiohborjas@gmail.com

LAR DE NOÉ
FACEBOOK: LAR DE NOÉ
INSTAGRAM: @lardenoe
E-MAIL: lardenoe@gmail.com

MUTIRÃO DE DOAÇÃO DE RAÇÃO
FACEBOOK: MUTIRÃO DE DOAÇÃO DE RAÇÃO PARA CÃES E GATOS – SÃO LUÍS
INSTAGRAM: @mutirao_slz
E-MAIL: mutiraoslz@gmail.com

 

 

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Feirinha de Adoção na Terra Zoo da Forquilha, neste sábado

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Neste sábado (15/07), acontece mais uma edição da Feirinha de Adoção na Terra Zoo da Forquilha. Cães e gatos SRD (Sem Raça Definida), adultos e filhotes, estarão disponíveis para adoção a partir das 9h da manhã, todos vacinados e com microchip de identificação. Se você quer ter um pet, ou aumentar sua família, essa é oportunidade de receber e oferecer amor a animais resgatados e que precisam de um lar.

Para adotar, é preciso atender aos seguintes requisitos:

Ser maior de 18 anos;
Apresentar RG e comprovante de residência;
Passar pela entrevista de adoção com as ong’s.
Além de promover a Feirinha, a Terra Zoo abraça a causa animal e doará as ong’s e protetores participantes, 10 quilos de ração por cada animal adotado.

E, se você não for adotar, pode conferir a feirinha e também ajudar a Amada – Associação Maranhense em Defesa dos Animais, que estará vendendo lanches, e o projeto Mutirão de Doação de Ração, que estará com um bazar de roupas, sapatos e acessórios. Tudo revertido para os animais resgatados e que estão sob suas tutelas.

Feirinha de Adoção Terra Zoo!
Sábado, 15 de julho, a partir das 9h na Terra Zoo da Forquilha.

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Já conhece a TV Terra Zoo? Confira a novidade!

logo TV Terra Zoo

A Terra Zoo tem mais uma novidade! Toda quinta, em seu canal no YouTube, entra no ar um episódio inédito da TV Terra Zoo, com dicas, entrevistas, novidades e muita notícia bacana sobre pets, jardinagem, aquarismo, cultura e muito mais!

Vários quadros como o Você Precisa Saber, Da Terra e Minha Vida de Pet serão apresentados por Beto Lima, um dos nossos colaborazoores, sempre com muita simpatia e descontração, mas também com muita informação sobre esse universo tão encantador!

Confira aqui em nosso canal!

 

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Arrasta Pet: muitas atrações para a toda a família!

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No último sábado, dia 17/06, aconteceu a primeira edição do Arrasta Pet, evento junino voltado para os pets e seus tutores, que aconteceu no mall em frente a Terra Zoo do Rio Anil Shopping.

Muitas atrações, voltadas para toda a família, aconteceram durante todo o dia. O Pet Park – com brinquedos exclusivos para cães, como escorregadores, obstáculos, túneis, etc. – ficou montado durante todo o evento, para os tutores brincarem juntos com seus peludos. Também aconteceu uma demonstração de agility, da empresa de adestramento Fort Cães, que mostrou como é possível ensinar muitos truques bacanas para os cães.

  

A Barraca do Lambeijo fez sucesso no evento e nas fotos postadas no Instagram pelos tutores, que colocaram a #ArrastaPet2017 e concorreram a um banho e uma tosa no Beauty Pet da loja do Rio Anil Shopping. O vencedor foi o Tito,  cãozinho da raça Shitzu, da Milla Rodrigues, a foto deles na barraca do Lambeijo foi a mais curtida no Instagram.

No Arrasta Pet, também aconteceu uma palestra muito bacana com os grupos de criadores Husky Siberiano São Luís, Labradores Slz e Patas DouradasGolden Retriever. Cada grupo falou sobre as respectivas características e responderam a perguntas, tirando dúvidas sobre as raças.

O Concurso Rei e Rainha Caipira Pet foi o grande sucesso do Arrasta Pet, um média de 30 cães concorreram nas categorias masculino e feminino. Os critérios de avaliação foram fantasia, beleza e desenvoltura no desfile. O eleito como Rei Caipira foi o cão Pepeto, da raça Golden Retriever, de 11 meses de idade, do tutor Danilo Augusto e a Rainha Caipira foi a Cecie, SRD (sem raça definida), também de 11 meses de idade, da tutora Letícia Assunção.

No Arrasta Pet ainda tiveram muitas brincadeiras com direito a brindes, a animação do forró pé de serra de Ronnie Duarte e Andrezinho e os Brotos do Forró, e muitas delícias nas barracas de comidas típicas, vendidas por ONG’s de São Luís (Amada, Lar de Nóe, Mutirão de Doação de Ração e Projeto Cães e Gatos de Rua de São Luís), que teve toda renda revertida para os animais abandonados que estão sob suas tutelas. Também aconteceu uma ação social, com um local para arrecadação de ração, que totalizou, ao final do evento, 75 kg que foram divididos entre as ONG’s .

 

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Cães ativos, que tal se exercitar junto?

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Alguns cães são verdadeiros atletas. O seu sistema nervoso, órgãos sensoriais e musculatura coordenam-se de tal modo que pode efetuar verdadeiras proezas físicas. A capacidade física de um cão é no mínimo surpreendente. Um animal que tenha uma vida diária sedentária pode passar um fim de semana inteiro a correr no campo, sem lhe observarmos sinais de cansaço. Realmente, na vida cotidiana é quase impossível distinguir entre um cão verdadeiramente atlético e um outro com uma vida sedentária, dado que a sua capacidade física é notoriamente superior à nossa.

Não devemos confundir um cão ativo com um cão com desequilíbrio nervoso. O primeiro animal que pela sua constituição física está capacitado para efetuar ações onde é necessária velocidade, agilidade, rapidez de reflexos, por exemplo, o Boxer, o Podengo ou um Terrier. O segundo é um animal com um certo equilíbrio emocional, impressionável, emotivo, que se altera com relativa facilidade perante estímulos insignificantes, por exemplo, um cão que se assusta quando ouve um ruído estranho à noite ou perante qualquer estímulo sonoro.

 

 

Raças como o Boxer ou Fox Terrier são frequentemente consideradas “demasiado nervosas”, quando acima de tudo são cães de trabalho, apaixonados por exercício, que precisam e gostam de espaços amplos, onde possam expandir essa sua paixão.
Quem possui um Boxer jamais o vê envelhecer e seu caráter pode ser descrito como: vitalidade, alegria jovial, carinho, apego à família e um constante desejo de movimento e jogo.

 

 

O Fox Terrier é outra raça que secularmente ganhou o título de nervosa. É um cão valente, nascido há mais de um século para a raça e tocas, onde entra sem hesitações. A trabalhar debaixo de terra, este cão atua sem comunicar com o proprietário, sendo que uma das primeiras características de temperamento selecionadas foi à independência, que produziu um cão sem sentido claro de hierarquia, dificultando a sua convivência com outros cães.

Outra característica é o seu ladrar, pois estes ladram ao sentir-se minimamente excitados. A sua voz anunciava a presença de uma caça na toca. Assim, foram selecionados cães de boa voz com o habito de ladrar. Atualmente, o Fox Terrier, mesmo criado para companhia, embora se tenham muitas gerações sem caçar, é ladrador e barulhento como os seus antecessores. Mas é justo rotular de nervoso um cão que segue simplesmente as normas de condutas que lhe foram incutidas durante dezenas de anos? Sem dúvida que não. Para os cães ativos, ação é o melhor remédio, passeios, caminhadas e brincadeiras vão deixá-los mais calmos, pode ser também uma oportunidade para você se exercitar junto e manter a forma.

 

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Protetores e ONG’s recebem ração da Feirinha de Adoção

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No dia 27 de maio, aconteceu mais uma edição da Feirinha de Adoção Terra Zoo, na loja do Rio Anil Shopping. Muitos pets ganharam um novo lar e uma nova oportunidade de uma vida sem abandono. Foram 88 animais adotados, sendo 65 cães e 23 gatos, todos vacinados, castrados (ou castração a ser agendada) e com microchip de identificação.

A Terra Zoo doa 10 quilos de ração por cada animal adotado paras as ONG’s e protetores participantes, e nesta edição, o total foi 880 quilos de ração, que foram entregues dias após a realização da Feirinha.

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Lidando com cão agressivo, o que fazer

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A agressividade está presente em praticamente todas as espécies animais. Por meio dela, fazem a defesa de território e dos ataques predadores, protegem os filhotes, disputam alimentos e caçam. Com os cães, não é diferente, no convívio com o ser humano, a agressividade também pode aparecer. Na maioria das vezes, ela se manifesta por conta da falta de habilidade na maneira de lidar com o animal, e nem sempre por maus-tratos ou falta de carinho, como muitos costumam afirmar.

Existem diversas maneiras de lidar com animais. Em todas, devemos sempre buscar um relacionamento harmonioso e seguro. Mesmo cães aparentemente indefesos, como um simpático poodle ou um minúsculo chihuhahua podem se tornar agressivos. Saber lidar com comportamentos agressivos é essencial para que a relação entre o ser humano e o animal se desenvolva corretamente. E quando o animal se mostra demasiadamente agressivo, o domínio das técnicas passa a ser fundamental.

Não imitar os bichos

Muitas pessoas, inclusive especialistas, sugerem que, ao lidarmos com determinado bicho, imitemos os comportamentos de outros indivíduos da espécie dele. No caso do cão, tais pessoas sugerem que, ao dar uma bronca, devemos emitir um ruído semelhante ao rosnado, olhar diretamente nos olhos dele e, dependendo da situação, agarrá-lo pela nuca e dar uma sacudida, imitando a repreensão hierárquica canina.

Tais técnicas podem ser claras para os animais, já que são estímulos semelhantes aos que ocorreriam com eles se convivessem com outros da mesma espécie. Mas, quando nos comportamos desse modo, é de esperar que a recíproca seja verdadeira – o animal agir conosco da mesma maneira que se comportaria com um igual a ele. Quem estuda matilhas sabe que um cão hierarquicamente inferior pode um dia desafiar o líder, havendo a possibilidade inclusive de mata-lo. É claro que não desejamos isso para nós. Portanto, não devemos agir exatamente da mesma maneira que os cães se não quisermos nos arriscar.

Usar a inteligência

Conhecer a maneira que os animais se relacionam e como expressam a agressividade pode ser bastante útil para não estimular que essa agressividade se volte contra nós, um cuidado especialmente conveniente em situações potencialmente perigosas.

Atitudes que estimulam a agressividade podem aumentar as possibilidades de agressões futuras. Tanto contra o dono como contra outra pessoa que não pareça tão forte ou tão dominante para o animal. Por isso, a melhor repreensão é a que menos estimula o comportamento hostil. Cada vez que entrava na cozinha, um Rottweiler era repreendido de maneira agressiva pelo dono, que o segurava pelo cangote e o jogava para fora. O cão passou a responder com agressividade. Quando me trouxeram o caso, sugeri que, em vez de agarrar o Rottweiler, fosse dito “não” e se deixasse cair um biscoito no chão, para assustar o cão sem estimular a agressividade. A estratégia resolveu o problema com maior eficiência.


Tornar agradável a aproximação

O animal deve gostar da sua aproximação e não temê-la. Se ele o associar a coisas negativas, aumentarão as chances de um dia você ser atacado. Para sua segurança aumentar, você precisa está associado a coisas positivas como petiscos, companhia, brincadeiras, passeios, etc.

Fazer nossa força ser superestimada

Brincar é uma das maneiras de os animais testarem os oponentes sem se machucar. Quando brincamos com um animal, também poderemos estar sendo testados. Brincar com cão dominante pode ser uma estratégia para que ele passe a respeitar você e não atacá-lo.

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