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Outubro Rosa Pet Terra Zoo

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Nos últimos anos, o mês de outubro tornou-se um importante aliado na luta contra o câncer de mama na mulher. Conhecido como “Outubro Rosa”, o movimento agrega várias instituições em prol da missão de orientar a população quanto à prevenção do tumor. No mundo animal a história não é diferente. Uma corrente cada vez maior de veterinários e profissionais da área se reúne todo mês de outubro para lembrar que o câncer de mama pode atingir também nossos melhores amigos.

O câncer de mama atinge mais cadelas do que gatas de qualquer raça, sendo mais frequente em bichos com idade acima de 5 anos. O diagnóstico precoce pode ser feito com o auxílio dos donos, realizando uma espécie de “auto-exame” no animal, por meio da palpação das mamas da fêmea.

Na campanha do “Outubro Rosa Pet”, veterinários em todo o Brasil orientam os tutores a palpar as mamas dos animais à procura de pequenos nódulos firmes do tamanho de uma ervilha. Uma vez que esse nódulo é confirmado em consultório, a conduta é retirá-lo em uma cirurgia e mandá-lo para análise em laboratório para averiguar de que tipo de tumor se trata. Em 50% dos casos são encontrados tumores malignos — daí a necessidade de detectá-los precocemente. Quando retirados logo no início, as chances de cura tornam-se altíssimas e muitas vezes nem é preciso submeter o bicho a sessões de quimioterapia. A cirurgia, por si só, atinge a cura. Aliás, é bom que se diga que, nos animais, essa intervenção não causa tantos efeitos colaterais como no ser humano.

Outra medida preventiva importantíssima disseminada nas campanhas do mês de outubro é a castração. Sabe-se que a realização precoce do procedimento resulta numa queda expressiva no risco de um câncer de mama aparecer. Por isso é importante conscientizar a população sobre essa ferramenta de prevenção. Fêmeas não castradas têm 26% de probabilidade de desenvolver um tumor maligno na mama; se a castração for realizada antes do primeiro cio, entre 5 e 9 meses de idade, este índice cai para 0,5 %. Esses números apontam, portanto, que a castração pode ser positiva tanto em termos de longevidade quanto na qualidade de vida do animal.

Vamos aproveitar o mês de outubro para apoiar também o combate ao câncer de mama nos bichos, lembrando parentes e amigos que possuem fêmeas sobre esses cuidados tão importantes para o bem-estar de nossos grandes amigos.

Fonte: Saúde Abril – Vida Animal

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Como prevenir tártaro em cães

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Assim como os seres humanos, os cachorros também desenvolvem o tártaro e isso muitas vezes é negligenciado pelos tutores de cães e gatos. Muitas vezes os donos não sabem nem em que estado estão os dentes do animal pois não tem o costume de checar a boca do cão com frequência.

Às vezes os dentes da frente parecem saudáveis mas os dentes de trás estão cheios de tártaro. Tenha o costume de sempre verificar como estão os dentes do seu cachorro e saiba identificar o tártaro. Se você não se sente seguro para mexer na boca do cachorro (o ideal é acostumar desde filhote), leve-o no veterinário para que o profissional diga se o seu cão precisa da cirurgia de limpeza de tártaro.

O que é o tártaro?

O tártaro é uma placa de bactérias que vai acumulando com o tempo por conta de restos de comida. Mesmo que o cachorro só se alimente de ração seca, biscoitos crocantes para cachorro e petiscos que “limpam” os dentes, muitas vezes isso não é suficiente.

Os riscos do tártaro

O tártaro é um acúmulo de bactérias e ele vai consumindo a gengiva do animal. Conforme o avanço do tártaro, as bactérias podem entrar na corrente sanguínea e irem parar no coração, nos rins e fígado, levando até à morte do cachorro. Sim, tártaro pode matar seu cão.

Como evitar o tártaro?

É importante saber que o tártaro é uma questão de tendência. Alguns cães possuem o pH bucal que facilita o acúmulo do tártaro, assim como algumas pessoas tem mais tendência pra ter placa e outras não. Normalmente, as raças pequenas são mais propensas a ter tártaro, mas isso não é uma regra. Cachorros grandes também podem ter tártaro e há cachorros pequenos que não tem essa tendência. Vai variar de acordo com o indivíduo.

A única forma de evitar o tártaro (ou prorrogar o aparecimento dele, caso seja um cão com mais tendência) é a escovação DIÁRIA. Sim, você precisa escovar os dentes do seu cachorro todos os dias.

Também existem opções de produtos em que não é necessária a escovação como o Defengy OC, que é uma pasta oral com gosto de mental e é comestível, recomendada para cães que não aceitam escovação. Confira aqui.

Como saber se meu cão está com tártaro?

Um dos primeiros sintomas do tártaro é o mau-hálito. Às vezes você não vê tanta diferença na coloração dos dentes mas começa a sentir que o cão está com “bafo”, isso normalmente indica que o tártaro está se acumulando.

Os dentes afetados pelo tártaro ficam amarelos e vão passando pro marrom. Além disso, o tártaro começa a empurrar a gengiva, deixando-a vermelha, inflamada e em casos mais graves, correm o tecido gengival. Em casos ainda mais graves, o cachorro para de se alimentar, pois o tártaro causa dor e o cachorro começa a evitar a mastigação.

 

Meu cão já está com tártaro, o que fazer?

Não procure soluções caseiras para acabar com o tártaro do seu cachorro, procure um veterinário e ele vai dizer se é necessária a cirurgia de limpeza de tártaro. Nada que você faça em casa vai eliminar o tártaro do seu cachorro uma vez que ele estiver instalado.

Como é o tratamento de tártaro em cães?

É feita uma cirurgia simples para a limpeza do tártaro, normalmente realizada por um odonto veterinário (dentista) e um anestesista. A anestesia mais indicada é a inalatória, por ser mais segura para a maioria dos cães.

São necessários exames pré-operatórios para ter certeza que seu cachorro está saudável para realizar o procedimento, que é simples e o cão volta pra casa no mesmo dia.

Fonte: Site Tudo sobre Cães

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Doença de pele em pug: como tratar

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Com o rosto enrugado e os olhos esbugalhados, os pugs são companheiros leais, adaptam-se com facilidade a qualquer ambiente e se dão bem com outros cachorros, por isso são tão populares, principalmente entre os tutores que têm pouco espaço disponível em casa.

Eles são bastante conhecidos pelos seus focinhos achatados e olhos saltados. Suas dobrinhas também são características, fazendo com que a raça seja querida por aqueles que gostam de cachorros pequenos, ativos e muito fofos.

Essas características dos pugs, no entanto, acabam gerando diversos problemas de pele. As dermatites, como são chamadas as doenças de pele, acometem os pugs por conta do pelo curto e das pregas espalhadas no corpo.

Além desse problema de saúde, esses cães frequentemente sofrem frequentemente com deficiências respiratórias, doenças oculares, problemas dentários e dificuldades no parto.

Confira as dicas para que você saiba mais sobre a prevenção, os sintomas e os cuidados a serem tomados para manter a pele do seu cão da raça pug sempre saudável:

Prevenção

A boa higiene do cachorro é primordial para manter a saúde em dia. Como os pugs têm muitas dobrinhas pelo corpo, é necessário prestar muita atenção para deixá-las sempre bem limpas e secas.

Escovações frequentes previnem o acúmulo de sujeira, diminuindo as chances de haver desenvolvimento de fungos e bactérias na pele do cachorro. Por questões genéticas, os pugs têm maiores chances de desenvolver atopias, um tipo de reação alérgica na pele.

Os agentes alergênicos responsáveis por desencadear essa reação variam. Poeira e ácaro até fumaça de cigarro são apenas alguns deles. Por isso, fique sempre atento ao comportamento do seu cão, assim você saberá quais são as possíveis causas da alergia.

A parte do corpo na qual os pugs mais apresentam alergia é nas dobras do nariz, logo, essa área deve receber cuidados especiais. É preciso manter o focinho do seu cachorro limpo e seco, realizando a higienização com frequência.

Manter o ambiente no qual o seu cão vive sempre limpo e arejado previne o acúmulo de sujeira, poeira e ácaros. Isso reduz as chances de aparecimento de bactérias e fungos. Além disso, tome cuidado com os produtos de limpeza utilizados nos locais que o cachorro costuma ficar.

Alguns componentes químicos podem provocar alergias, não só na pele, mas também nas mucosas do seu pet. Como os pugs já tem mais chances de desenvolver essas doenças, é importante eliminar todos os fatores de risco, usando produtos neutros para a limpeza.

O seu cão também pode desenvolver dermatites por conta da alimentação. Muitas vezes os cachorros não se adaptam a determinadas rações, por isso é preciso tomar cuidado na hora de escolher o alimento de seu pug.

Compre rações específicas para a raça e, caso você opte pela alimentação natural, converse com um nutricionista veterinário para que a pele e o pelo do cão não sejam afetados por deficiências nutricionais.

Sintomas 

O tutor deve conhecer muito bem seu cachorro, assim qualquer mudança de comportamento será facilmente percebida. Os principais sintomas das dermatites são quedas de pelo, coceira, mau cheiro e descamação no local da alergia.

Quando as dermatites acontecem perto dos olhos ou dos ouvidos, os cães também podem desenvolver conjuntivites e otites. Caso a alergia ataque os olhos do cachorro, sintomas como lacrimejamento, inchaço e aparecimento de secreções podem surgir. A otite faz com que os cachorros cocem muito a região das orelhas, chorem durante o processo e exalem um cheiro forte.

Os pugs, assim como outros cães com pelos curtos, fazem duas trocas de pelo por ano. Isso costuma acontecer antes do verão e antes do inverno. Se o seu cachorro estiver soltando muitos pelos nessas épocas, preste atenção para saber se é um processo natural ou se a queda está sendo agravada por alguma alergia.

Tratamento

O tratamento da dermatite canina depende de sua causa. É necessário que o seu pug seja avaliado por um veterinário que, ciente de todas as informações sobre a rotina do seu cão, alimentação adotada e ambiente de vivência, saberá avaliar as possíveis explicações para a alergia. É possível que o veterinário solicite testes de alergia, para ter certeza do que causa irritabilidade na pele o seu cão, evitando dermatites no futuro.

Quando o agente alergênico for identificado, o tratamento com medicamentos pode começar. É possível utilizar xampus medicinais, que acalmam a pele reduzindo os sintomas da alergia, e também anti histamínicos.

Para saber qual é o tratamento mais adequado para o seu pug e recuperar ou deixar sua pele e seus pelos ainda mais bonitos, consulte um médico veterinário.

Fonte: agência SEO Marketing

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Boiadeiro de Appenzell, o cão rural suíço

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Os cães rurais suíços são de origem antiguíssima. Alguns naturalistas admitem que trata-se de raças de formação local, isto é, autóctones, e que são derivadas do cão da idade de bronze e do setentrião (Canis familiares inostranzewil) com infusão de sangue de lobo. Por outro lado, estudiosos como Tschudy, Keller e Kraemer, reconhecem o antepassado destes atuais cães rurais, no cão Tibetano. Assim como no caso do São Bernardo e o Rottweiler, os romanos teriam levado para suas colônias suíças, numerosas manadas, fazendo-se seguir naturalmente pelos próprios pastores. Já numa lâmpada de terracota da época romana, está representado um cão pastor semelhante ao atual cão rural bernês. Portanto, o Boiadeiro Bernês e o de Appenzeller são parecidos com o tibetano leve de pelagem pardo-preta, enquanto que o São Bernardo é mais parecido com o tibetano pesado.

O Appenzeller Sennenhund é um boiadeiro de incrível vitalidade e grande dedicação ao trabalho e ao dono. É usado para conduzir rebanhos e manadas pelas montanhas; de noite, está sempre vigilante, e enquanto não está a conduzir o gado a pastorear, está a vigiar a casa do dono e seus bens. Esta raça necessita de atividades ao ar livre e grandes espaços abertos para se exercitar.

Expectativa de vida: de 12 a 14 anos

Personalidade: Vivaz, Confiável, Seguro de si mesmo, Energético, Destemido

Altura: Feminino: 50–54 cm, Macho: 52–56 cm

Cores: Vermelho tricolor, Preto tricolor

Peso: Feminino: 22–32 kg, Macho: 22–32 kg

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Conheça o Pastor de Beauce

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Também chamado pastor francês de pelo curto ou beauceron ou bas rouge ( isto é “meias vermelhas” pelas manchas cor de fogo nas garras), o pastor de Beauce é um pouco parecido com o dobermann, e não são poucos os que vêm nesta antiga raça francesa, a origem do mais moderno cão de defesa alemão.

O pastor de Beauce, por sua vez, descenderia de um cão muito mais primitivo, de pelo duro e aspecto selvagem, no qual atuaram minuciosos processos seletivos até que, em 1897, a raça, tal como é conhecida hoje, foi apresentada pela primeira vez em exposições caninas francesas, suscitando o interesse de numerosos cinófilos; Desde então, sua criação tem-se estendido notavelmente.

Sobre as qualidades psíquicas deste cão, escreveu Boulet de Elbeufs, criador do griffon homônimo: “…a inteligência, a obediência, a atividade do beauceron são proverbiais: é também um guardião fiel e um defensor denotado e sua inclinação para cuidar o rebanho parece inata, escrupulosamente transmitida através de séculos..”.

Comportamento

O Pastor Beauceron é tenaz, sociável, curioso e sente um grande apego por seus donos. Ele é inteligente, tem uma grande memória e é muito obediente. Apesar disso, eles não aceitam imposições sem sentido, mesmo que por seus donos. Devido ao seu passado como cão pastor e a sua desconfiança com pessoas estranhas, ele é um cão de guarda nato. Essa raça adora brincar e fazer exercícios com seus donos.

O cão Beauceron trabalha com empenho e é muito determinado, principalmente em situações de pastoreio como está acostumado a trabalhar há séculos, porém dentro de casa ele é gentil e sociável, sempre pronto para brincar, fazer uma caminhada ou simplesmente trocar carinhos e descansar no sofá.

Um pouco reservado e desconfiado com pessoas de fora do circulo familiar, o Pastor de Beauce tem instintos protetores poderosos. Eles tendem a ser especialmente protetores e vigilantes com as crianças da família. Com um treinamento e socialização corretos, o Pastor Beauceron pode se dar muito bem com outros cães e até mesmo gatos.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Expectativa de vida: de 10 a 12 anos

Peso: Macho: 32 – 45 kg, Feminino: 30 – 39 kg

Personalidade: Protetor, Amigável, Calmo, Destemido, Inteligente

Altura: Macho: 66 – 71 cm, Feminino: 64 – 66 cm

Cores: Tricolor, Preto e canela, Arlequim, Preto e Ferrugem

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Curiosidades sobre o Dobermann

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Há poucas raças de cães tão aptas para a defesa e a guarda, as qualidades físicas e psíquicas do dobermann o colocaram em pouco tempo em primeiríssima linha, dotado de grande desconfiança com os desconhecidos, sempre prefere estar perto do dono, sua vigilância é interessante, seu olhar vivaz investiga sem descanso ao redor, de modo que possa advertir o dono de qualquer perigo eventual. Não conhece o medo, no momento do perigo seu corpo musculoso põe-se tenso na fisionomia se endurece o olho se acende e ao menor sinal ou ordem do dono ataca corajosamente o adversário.

Surpreende que, no caso desta raça, a obra de seleção tenha sido lograda em um período muito breve, obtendo com rigor características excepcionais. A origem do dobermann é recente: tal como conhecemos, a raça existe desde há poucas décadas, e ainda antes, quando se apresentava menos refinada, a sua origem não ia mais além da metade do século passado.

Mesmo assim, sabemos pouco sobre a sua origem. Os franceses consideram que havia descendência do seu cão pastor de Beauce e é certo que há entre ambas as raças uma notável semelhança. Por sua vez, os cinófilos alemães preferem derivar o dobermann de diversos antepassados; por exemplo, o consideram originário da Turingia e precisamente da aldeia de Apold, onde um simples porteiro de palácio de nome Dobermann (de quem derivaria o nome da raça) haveria conseguido obter este cão pelo cruzamento de várias raças, entre elas o pastor alemão antigo e o pinscher alemão.

No princípio, a raça tivera por nome “belling”, aparentemente o apelido daquele porteiro, mas há quem diga que o belling era um cão completamente diferente. Segundo outros especialistas, o velho pastor alemão haveria sido a raça básica para criar o dobermann, mas empregando além do pinscher, o braco de Weimar. Não falta, finalmente, quem supõe a intervenção do black-and-tan-terrier e do rottweiler, mas isto foi rejeitado categoricamente por Otto Goller, quem seguiu na criação a Dobermann; diz-se que Goller foi o verdadeiro selecionador, o que fixou a raça. É provável também, que mais adiante o dobermann tenha recebido sangue inglês no sentido de que, num primeiro momento, era um pouco tosco e logo afinou-se através do cruzamento com o terrier preto fogo (black-and-tan), presente na Alemanha com dimensões consideráveis. Parece que somente em 1900 o dobermann adquiriu a conformação ágil que ostenta hoje.

Além dos dotes psíquicos e as aptidões da raça. A raça ainda possui grande capacidade de aprendizagem e é fácil de adestrar. De constituição muito robusta, suporta facilmente fadigas e intempéries e, em qualquer circunstância, está disposto a sacrificar a vida para proteger o dono.

Temperamento do Dobermann

O Dobermann é um cão de guarda inteligente e capaz, sempre alerta e pronto para proteger sua família e sua casa. Ele é um companheiro leal e aventureiro. Gosta de desafios mentais, e é muito obediente como aluno. É sensível e muito receptivo aos desejos da família, embora alguns possam ser dominadores. Geralmente é desconfiado com estranhos.

Origem: Alemanha

Expectativa de vida: de 10 a 13 anos

Personalidade: Alerta, Obediente, Leal, Energético, Destemido, Inteligente

Cores: Preto, Branco, Vermelho, Fulvo, Azul

Altura: Macho: 66–72 cm, Feminino: 61–68 cm

Peso: Macho: 34–45 kg, Feminino: 27–41 kg

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Pets também precisam de protetor solar

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Os índices de radiação UV nunca estiveram tão altos e diariamente ouvimos a recomendação do uso de protetor solar com fator cada vez mais alto. O que poucos sabem é que cães e gatos de pelagem branca, com pouco pelo na ponta da orelha, no focinho, nas patas e no rabo ou com focinho rosado precisam usar protetor solar diariamente antes de se expor ao sol. A ocorrência de câncer de pele em cães e gatos vem aumentando muito nos últimos anos. Em gatos, o câncer de pele é mais agressivo e se não tratado e controlado no início pode se espalhar para outros órgãos.

Sintomas e tratamento

Os primeiros sinais são crostas e feridas de difícil cicatrização e que voltam repetidas vezes no mesmo local. O tratamento é cirúrgico para a remoção completa da área atingida – o que pode causar mutilações dependendo da região afetada. Por esse motivo, a criocirurgia, uma técnica de congelamento do tumor para a sua eliminação, é muito utilizada em casos desse tipo. Porém, mesmo essa técnica tem suas limitações em casos mais avançados.

Prevenção

Se seu cão ou gato tem o nariz e o dorso do focinho rosado, as pontas das orelhas com pouco pelo e a pele fica exposta, ou qualquer outra área sem pelo pelo corpo, use e abuse do filtro solar fator 60 e reaplique durante o dia, de acordo com a recomendação do fabricante. Pode ser usado protetor solar humano, ou específico para animais, que é mais espesso e difícil de ser removido pela lambedura. Além da textura, os produtos próprios para os bichos têm gosto amargo, repelindo a vontade do animal em retirá-lo.

No caso da utilização de protetor solar para humanos, o pet provavelmente vai lamber o produto, atente para a composição. Uma boa indicação são produtos para bebê ou hipoalergênicos, mas cuidado: não use nunca nada aromatizado nem colorido no seu pet!

Observe também se o protetor não tem salicilatos nos ingredientes (vem escrito em inglês: Salicylate, o mais comum é o Octyl Salicylate) e nem óxido de zinco (Zinc Oxide), os dois são altamente nocivos – leia o rótulo! Depois de escolhido o produto, passe diariamente nas pontinhas das orelhas e nariz do seu pet; se ele fica muito em janelas ou já teve problemas de pele, passe mais de uma vez por dia. É interessante distraí-lo enquanto o protetor seca na pele, para ele ficar menos incomodado e lamber menos.

E atenção: todos os cães e gatos de pele clara devem passar protetor solar! Mesmo que fiquem só dentro de casa e mesmo que esteja nublado.

Acesso à rua

Para os cães, evite passeios entre 10h da manhã até às 16h, além de proteger as almofadinhas das patas de queimaduras por contato, você também protege os cães (principalmente, os de pele clara) da exposição nociva do sol.

No caso dos gatos, evite o acesso à rua, se não puder evitar totalmente, pois a rua é cheia de perigos, a exposição excessiva ao sol também pode causar danos à pele do seu gatinho, principalmente dos gatos brancos e de narizes rosados! Para mantê-lo em casa, a castração cirúrgica é indicada e colocar telas em janelas e portões  também é recomendado. Se o gatinho for o único pet em casa, adote mais um gato para fazer companhia, também enriqueça o ambiente dentro de casa com prateleiras, túneis, caixas de papelão, arranhadores , quebra-cabeças e brinque com os peludos todo dia, eles não vão nem sentir falta da rua e vão estar protegidos.

Colocar proteção anti-UV nas janelas

Essa é uma opção um pouco mais cara, mas os pets curtem um solzinho e ter um vidro que impede as passagens dos raios nocivos é uma boa pedida. A proteção anti-UV já pode vir no vidro ou ser colocada depois, é só uma película como insulfilm de carro, mas transparente. Assim o calorzinho e a luz passam, mas o perigo fica de fora. Só não adianta colocar a proteção e deixar o vidro aberto nos horários de sol!

E se o pior acontecer?

Orelha vermelha, nariz descascando, pelos caindo? Veterinário imediatamente! Cuidar da queimadura é uma parte importante para prevenir problemas mais graves. Caso o pior dos piores aconteça e o pet for diagnosticado com câncer, procure um veterinário de sua confiança e não demore pra começar o tratamento, pois o câncer é uma doença que espalha super rápido. Mas mantenha sempre a calma, seu pet sente seu nervoso e com tratamento adequado ele tem grandes chances de se recuperar!

Fontes: Sites Época e Gatinho Branco

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Conheça o grande boiadeiro suíço

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Dotado de temperamento tranquilo, que demonstra grande segurança em si mesmo, o grande boiadeiro suíço é um excelente condutor de manadas.

Tal como se apresenta hoje, a raça provém diretamente dos cães que acompanharam os antigos confederados suíços nas guerras da Idade Média.

A raça conheceu um período difícil em 1489, quando o burgomestre da cidade de Zurich ordenou que não fossem mais criados, por considera-los muito agitados para a caça. A ordem no entanto, terminou provocando uma reação violenta dos camponeses, que os consideravam companheiros fiéis e auxiliares inestimáveis. Este é um dos poucos exemplos de reconhecimento por parte do homem em relação a uma raça canina, que aqueles séculos escuros da Idade Média nos legaram; reconhecimento, que antes de tudo, serviu para que perdurasse uma raça notável, cuja história está intimidade ligada a do povo suíço.

Além do trabalho especifico de cão de rebanhos, o grande boiadeiro tem se mostrado muito idôneo como guardião, cão de defesa e também de tiro; atividade esta a qual somou-se, recentemente, outra, não menos importante: a de fiel cão de companhia.

Expectativa de vida: de 10 a 11 anos

Cor: Tricolor

Personalidade: Dedicado, Protetor, Boa natureza, Alerta, Autoconfiança, Destemido

Altura: Macho: 65–72 cm, Feminino: 60–68 cm

Peso: Macho: 60–70 kg, Feminino: 50–60 kg

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