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OS BENEFÍCIOS DA CASTRAÇÃO

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Quando seu pet entra na “puberdade” é chegada a hora de tomar a decisão, às vezes difícil, de castrá-lo. Muitos donos ainda ficam receosos com a operação, em grande parte pelas dúvidas que têm sobre ela e pelo medo de fazer seu amigo sofrer. Para esclarecer os mitos e verdades da castração, consultamos especialistas que vão ajudar você a entender melhor essa operação que, além de evitar a reprodução indesejada, previne doenças que podem surgir devido a presença de hormônios do ciclo reprodutivo. Segundo veterinários cerca de 70% das cadelas não castradas desenvolvem tumor de mama, mas, se forem operadas precocemente, a chance de terem a doença é praticamente zero. O tumor de mama está diretamente relacionado com a cadela que tem ovário, não importando se ela teve cria ou não. A castração também previne problemas como a piometra, grave infecção uterina em gatas e cadelas, e tumores da próstata nos machos.

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Muitos têm medo do pós-operatório

A dentista Marta Ribeiro,  conta que só aprendeu os benefícios da castração há alguns anos quando suas gatas Ligia e Luiza tiveram piometra. “Minha gatinha mais velha, morreu no pós-operatório da cirurgia de infecção no útero, até ela ficar doente, não sabia que a castração poderia ser benéfica, por isso não fazia a operação em pets antes”. Hoje Marta tem dois gatinhos, o Junior, de 8 anos, e a Lady, de 2 anos, que foram castrados ainda jovenzinhos. Devido à diminuição hormonal, a esterilização pode trazer mudanças comportamentais, mais evidentes três meses após operação.

A castração também evita que o bicho fuja de casa para procriar, ficando sujeito a doenças e acidentes, e em machos atenua problemas como demarcação de território, além da agressividade motivada pela excitação sexual constante. Nas fêmeas, a castração minimiza episódios de gravidez psicológica e suas consequências, como a inflamação das mamas.

 

Como saber se é hora de castrar o pet?

Em geral, os especialistas sugerem que a castração aconteça no primeiro ano de vida, por volta dos 6 ou 8 meses de idade, no machos. No caso das fêmeas, alguns recomendam castrá-las antes do primeiro cio, ou após esse período. Outros acreditam que a melhor idade é após o primeiro cio das fêmeas, e nos machos antes da puberdade.

A fase da vida em que o pet é castrado influência no comportamento que ele terá dali em diante. Quando a castração é feita antes do primeiro cio nas fêmeas e nos machos antes dos 10 meses de idade, a tendência é que o pet se mantenha ativo e brincalhão por muito tempo. Já quando a cirurgia é feita tardiamente, após 1,5 ano nos machos e depois do segundo cio nas fêmeas, o animal tende a ficar mais sedentário e a engordar, alguns cães ficam mais mansos, e os gatos põem deixar de demarcar território. Mesmo com a esterilização, alguns machos mantêm comportamentos como urinar fora do lugar, perceber quando a fêmea está no cio e acasalar, brigar com outros machos, entre outras peraltices, devido ao instinto natural dos animais.

Anestesia: o pesadelo dos donos de pets

Muitos ficam receosos de castrar suas cadelas por causa da anestesia. Independentemente do tamanho do animal, não existe procedimento médico sem riscos. Contudo, na anestesia se utilizam anestésicos e equipamentos para diminuir o risco calculado.  Antes da cirurgia é recomendado fazer exames de sangue, como hemograma, para avaliar o estado de saúde do pet. No caso dos mais velhos ou daqueles que têm alguma doença, é feito um acompanhamento mais específico.

Cuidados pós-cirúrgico são essenciais

Nos dias que se seguem à castração deve-se seguir a orientação do veterinário. O pós-cirúrgico consiste em cuidar da ferida cirúrgica, além da administração de anti-inflamatórios e antibióticos para prevenir dores e infecções. Animais muitos agitados devem evitar o sobe e desce de escadas e sofás para não infeccionar os pontos. Maior cuidado deve se tomar com as fêmeas, pois a incisão é abdominal, já os machos ficam com sutura somente na pele.

Outra dica é oferecer alimentos com maior índice de proteína. Os pontos, feitos com fios cirúrgicos à base de náilon ou outros materiais, são retirados, em média, após 8 a 10 dias de castração, e a quantidade dependerá do tamanho do pet. Os fios cirúrgicos absorvíveis também são adotados em cirurgias realizadas em pets.

Atenção redobrada com os pontos!

Enquanto os pontos não são retirados, seu amiguinho não deve coçar ou lamber a região. Se o seu pet for daqueles que não conseguem se controlar, existem roupinhas pós-cirúrgicas e colares que podem ajudar.

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Pets no ambiente de trabalho

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Teca: gata que é a vedete da empresa

Com trânsito livre pelos departamentos do estabelecimento, Teca é mais do que uma mascote. Segundo Marcos Santos, publicitário da Marketing Spot, a gata mestiça é “responsável por aquela pausa necessária durante o expediente”. Sua presença ali suaviza o clima de estresse tão comum dentro de uma empresa. Isso por que a companhia de um animal de estimação em um escritório tem o poder de amenizar o estresse no ambiente e ainda fomenta a criatividade. Essa não é a opinião de alguém apaixonado por bichos, mas sim informação de uma pesquisa realizada este ao pela Universidade Virginia Commonwealth, nos Estados Unidos.

A rainha do pedaço

Todos os funcionários são um pouco responsáveis por ela,  talvez por isso, hoje reine absoluta, pois tem total permissão para vagar perto de todos e escolher onde quer tirar o próximo cochilo. “Quando estamos trabalhando, muitas vezes ela resolve andar e deitar sobre o teclado de algum computador”, revela . A gata cheia de mimos ainda colabora trazendo ao cotidiano da empresa situações divertidas. “Como ficamos no segundo andar, ela fica de olho nos pombos da rua e sempre tenta pegar algum, mas acaba dando com a cabeça no vidro”, conta o publicitário, comprovando que tudo vira motivo de riso quando Tequinha se envolve em aventuras que quebram a rotina do trabalho.

O bom é que, até  agora, nenhum cliente reclamou da presença ilustre e muito ativa da gatinha. “Tem vezes que nem conseguimos fazer a reunião direito, pois os clientes querem ficar brincando com a gata”, se diverte o gerente da empresa, Claudio Pinto.

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No Brasil, empresas resistem à iniciativa

Nos Estados Unidos muitas empresas já praticam o Pet Day, aquele dia em que os funcionários levam seus animais para interagir no ambiente de trabalho. Aqui no Brasil ainda é uma novidade que encontra bastante resistência. Para a consultora de RH Patricia Lima, isso ocorre por pura falta de uma politica de inclusão, e até mesmo pelo fato de nem sequer haver interesse em aprender como lidar com o tema. O outro ponto pela consultora, que defende a prática do Pet Day nas empresas em que presta serviço, é a falta de infraestrutura. Telma explica que a promoção de ações como essa demanda, além de espaço para o livre trânsito dos animais, pausas para acompanhá-los na hora das necessidades fisiológicas. “O animal é um objeto de amor e afeto, normalmente, num ambiente de trabalho, todos se policiam para não demonstrar esse tipo de sentimento, mas, com a presença dele, você faz isso com naturalidade, pois o bicho atua com um ponto comum para que todos á sua volta relaxem e recarreguem as baterias, ele aproxima as pessoas, pois acabamos conhecendo esse lado mais emocional de cada um”, argumenta Patricia, que já levou Guto –seu poodle – para acompanha-la em visitas que faz á empresas.

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TERRA NOVA

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Na ilha Terra Nova, uma raça faz companhia ao popular labrador. Os pescadores contam com a ajuda de uma raça de cães batizada com o mesmo nome da ilha. O terra-nova vive na água, quase como um cão aquático, puxando redes de pesca e salvando pessoas que acidentalmente mergulham nas águas geladas. Com perfil corajoso e leal, o gigante peludo não tem medo de se jogar no mar para levar cordas e boias para pessoas em perigo. Na costa da França as autoridades mantém um plantel de terra-novas que atuam como salva-vidas. Em terra firme, que está acostumado a puxar ainda mais carga seja no lombo ou carregando trenós. É muito trabalho, mas o terra-nova adora desafios e agradece. Está entre os cães mais amáveis: adora carinho, conviver com humanos e outros mascotes.

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Temperamento

O cão da raça Terra Nova tem o costume de ser um cão bastante gentil e dócil, gostam muito de água, de recuperar objetos e não hesitam em salvar tudo e todos que caem na água mesmo que não se precise de salvamentos. O cão Terra Nova é um animal bastante obediente ao seu dono, que gosta de agradá-lo. Apesar disso pode demonstrar uma certa dificuldade em termos de treinamento. Seus movimentos mais lentos exigem que seu treinador possua muita paciência nas atividades.

É um cão um tanto sensível principalmente a tons de voz mais ásperos, deve ser treinado porém precisa de um treino que seja estimulante e ao mesmo tempo divertido. É um cão que costuma ser carinhoso e afetuoso com seu próximo, não gosta de solidão e podem ficar deprimidos caso fiquem sozinhos por muito tempo. É ótimo nas atividades de cão de guarda e também cão de alerta. Possui um ladrar grave, que utiliza sempre que possível para dar sinal ao seu dono. Se sentir que sua família ou seus criadores estão em perigo, irá sempre se colocar a postos entre o dono e o perigo, protegendo assim os seus mentores.

São cães excelentes com as crianças, e acima de tudo precisam ser ensinados principalmente a não partirem para brincadeiras mais bruscas para que não aconteçam assim acidentes. São cães que se mostram desconfiados com pessoas estranhas, apesar de serem considerados cães pacíficos. São muito harmoniosos, se dando bem com gatos e outros animais. Existem apenas alguns registros que apontam determinadas raças com uma certa dificuldade de lidar com outros cães da mesma família, principalmente se forem machos. Muito provavelmente está relacionado á briga por espaço. Os cães desta raça possuem um nível de energia moderado, se adaptando inclusive a vida em apartamento, desde que possam ser suficientemente exercitados. Uma boa alternativa e uma piscina, pois a natação é ideal para este cão. Caso você tenha uma piscina, certamente irá o encontrar por lá se divertindo pois adora água. Os passeios diários são altamente recomendados para este cão, indispensáveis para o bom desenvolvimento da raça principalmente nos primeiros meses até dois anos de vida.

O cão Terra Nova não é um cão que se mantêm limpo por muito tempo. Sempre que ele tiver acesso a água ele não irá hesitar em se molhar, por isso é importante sempre ter uma toalha a mão caso passeie por locais onde tiverem rios, lagos ou mares. O cão baba muito após beber água, largando pingos por onde passa.

 

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 8 a 10 anos

Altura: Macho: 69–74 cm, Feminino: 63–69 cm

Personalidade: Gentil, Dócil, Treinável

Peso: Macho: 60–70 kg, Feminino: 45–55 kg

Cores: Preto, Cinzento, Marrom, Preto e branco

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ANIMAIS TÊM SENTIMENTOS?

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Semelhanças básicas entre os sinais celebrais dos humanos e de alguns animais mostram que os mamíferos, as aves e os invertebrados como o polvo também apresentam estados mentais, ações intencionais e inteligência.

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Durante séculos, o meio acadêmico se mostrou cético com relação á capacidade de os animais demonstrarem sentimentos, como a dor ou o prazer. Mais esse posicionamento vem mudando na medida em que a ciência acumula um número significativo e crescente de evidencias que apontam para a existência de emoções e sentimentos em varias espécies animais.

Na Declaração de Cambridge , em  7 de julho de 2012, um grupo de destaque internacional de neurocientistas cognitivos , neuropharmacologists , neurofisiologistas , neuroanatomistas e neurocientistas computacionais reuniram-se na Universidade de Cambridge para reavaliar os substratos neurobiológicos da consciência experiência e comportamentos relacionados em animais humanos e não-humanos . No documento, 25 renomados cientistas afirmam que o ser humano não é o único a gozar de consciência. Semelhanças básicas entre os sinais celebrais dos humanos e de alguns animais mostram que os mamíferos, as aves e os invertebrados como o polvo também apresentam estados mentais, ações intencionais e inteligência.

Nesse contexto, cresce o clamor de segmentos da sociedade por respeito aos animais. Demanda que aumenta na medida em que evoluem os valores morais e os princípios éticos que norteiam e equilibram o convívio em sociedade. Dessa evolução, nasceram manifestações no Brasil e no mundo pela inclusão dos animais como sujeitos de direito.

O próprio reconhecimento da ciência animal – ou seja, a capacidade de outros animais terem sensações e percepções conscientes sobre o que acontece consigo ou ao seu redor – reforça a tese de que eles são indivíduos e não coisas ou propriedades.

O assunto é complexo e não se esgota facilmente. Por isso, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) vem atuando, por meio da comissão de Ética, Bioética e Bem – estar Animal (CEBEA/CFMV), para atender a demanda da sociedade, como o melhor tratamento aos animais, ao longo de13 anos, a CEBEA encabeçou diversas iniciativas relevantes, com destaque para resoluções sobre bem-estar animal, ética profissional e bioética, além de fóruns discussão realizado em todo país. Recentemente, por exemplo, o CFMV, numa parceria com a Universidade Federal do Paraná  (UFPR), reuniu em Curitiba, no III Congresso Brasileiro de Bioética e Bem – Estar Animal, mais de 700 pessoas, entre profissionais e estudantes de medicina veterinária. Durante três dias, uma equipe de renomados especialistas promoveu debates aprofundados sobre temas relevantes para o bem estar animal no Brasil e no mundo.

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BASSETS ALEMÃES/ DACHSHUND/ TECKEL

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O basset alemão, também conhecido por dachshund ou teckel, é um cão de toca por excelência. Excelentes cães de caça, se o refúgio subterrâneo, onde a raposa e o furão se esconderam, tem uma embocadura que não permite a entrada do basset, este, com maestria e rapidez, põe-se a trabalhar para alarga-la.

A seguir, tanta penetrar nela e estica-se-se para logo encolher-se. A esses exercícios, praticados durante gerações e séculos, deve-se atribuir talvez, a particularíssima estrutura física do basset, obtida por uma leve, mas constante modificação da sua conformação geral; o resto é obra da seleção humana. E justo, então falar de anomalia ao referir-se ás características do basset; mas trata-se evidentemente, duma anomalia que corresponde a exigências precisas de trabalho.

Monumentos funerários do antigo Egito nos mostram cães não muito diferentes do atual basset alemão, mas isto não é suficiente para considerar a raça de origem egípcia, por outro lado, no Perú e no México encontram-se estatuetas que representam cães muito parecidos com os bassets egípcios. Isto demonstraria o que se sustentou muitas vezes, que o “bassetismo” produziu-se em diversas regiões. Pode-se supor, pois que o dachshund tenha-se formado, ou pelo menos se aperfeiçoado, na Alemanha, em tempos muito remotos.

Entre nós é considerado cão de companhia, inteligente e afetuoso; mas na Alemanha, e também na Inglaterra, ainda hoje é utilizado para caçar animais de toca.

Dotado dum olfato finíssimo, que lhe permite seguir a mais tênue das pistas, costuma alcançar a toca e penetrar arrojadamente nela, atacando o adversário que se escondeu; infelizmente, não é raro que se resulte vítima do seu próprio arrojo. Mas o basset alemão é também um bom sabujo, capaz de atacar a animais de caça grossa, aos quais, muitas vezes, consegue entreter até a chegada do caçador, o que resulta difícil de crer dado do seu aspecto e suas dimensões, mas como ocorre muitas vezes, também com os cães as aparências enganam. Apesar da desproporção entre o corpo longo e os membros curtos não deve parecer sem graça.

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Temperamento

Além de ótimo ajudante na caça, o Basset Alemão é um grande companheiro, pois é obediente, adora agradar e assimila bem o que aprende. Embora pequeno, trata-se de um animal de natureza destinada à caça.

Outra qualidade é o seu fácil aprendizado, além de ser um cão muito obediente. De temperamento dócil, o Basset Alemão é um animal muito leal e faz de tudo para agradar ao seu dono.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Altura: 30 – 38 cm (Adulto, até à cernelha)

Origem: Alemanha

Classificação: Raça

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KING CHARLES SPANIEL

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Como indica seu nome, o Cavalier King Charles Spaniel deriva da linhagem spaniel. Os cães europeus pequenos provavelmente foram resultado do cruzamento de pequenos spaniels com raças orientais, como o Chin japonês e talvez o spaniel tibetano. Esses cães Tudor de colo, conhecidos como “Spaniel Consolador”, serviam para aquecer o colo e os pés, e até como substitutos das bolsas de água quente. Além disso, eles tinham a função vital de atrai para eles as pulgas das pessoas! Os Toy Spaniels eram muito populares porque agradavam a todos os membros da família. Nos anos de 1700, o Rei Charles II se encantou de tal forma pelos Toy Spaniels que foi acusado de ignorar assuntos de Estado por causa dos cães. Os cães ficaram tão associados a ele que acabaram conhecidos como “Spaniels do Rei Charles”. Após a sua morte, o Duque de Marlborough assumiu a causa da raça. O “Blenheim” vermelho e branco, que era seu preferido, ganhou o nome de seu palácio. O King Charles spaniel continuou a enfeitar os lares de milionários por gerações, mas com o tempo um cachorro de nariz menor se tornou o preferido. No começo de 1900, os poucos cães que lembravam a raça foram considerados inferiores. Uma reviravolta do destino aconteceu quando um milionário americano, Roswell Eldridge, chegou à Inglaterra e ofereceu um estranho prêmio em dinheiro para os spaniels de “focinho mais longo”, aqueles que mais lembravam o modelo antigo. Criadores começaram a desenvolver juntos seus cães do tipo antigo na tentativa de ganhar o prêmio, e fazendo isso, muitos começaram a gostar dos cachorros. Ironicamente, esses cães, chamados de Cavalier King Charles spaniels em homenagem ao “rei cavaleiro”, acabaram ultrapassando os colegas spaniels em popularidade, e se tornaram uma das mais queridas raças da Europa. Eles levaram mais tempo pra pegar na América, e muitos donos de cavaliers lutaram por seu reconhecimento no AKC na tentativa de controlar os problemas que sempre acompanham a popularidade. Em 1996, o AKC reconheceu o cavaliers. Ainda é cedo pra dizer se isso vai trazer mais sucesso para a raça.

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Temperamento do Cavalier King Charles Spaniel

O Cavalier se encaixa no ideal do cachorro de estimação perfeito em muitos aspectos. Ele é doce, gentil, brincalhão, gosta de agradar é afeito e quieto. É amável com outros cães e com estranhos. Ao ar livre, sua herança spaniel desperta, e ele adora explorar, cheirar e caçar (por isso jamais deve ser solto em um lugar aberto). Os Cavaliers AMAM ficar no colo e ficar junto do dono. É uma raça que não deve ficar sozinha, precisa de companhia constante o tempo todo, são muito apegados e carentes.

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 9 a 14 anos

Altura: Feminino: 30 – 33 cm (Adulto), Macho: 30 – 33 cm (Adulto)

Personalidade: Brincalhão, Adaptável, Destemido, Paciente, Afetuoso

Cores: Blenheim, Tricolor, Preto e canela, Ruby

Peso: Feminino: 5,9 – 8,2 kg (Adulto), Macho: 5,9 – 8,2 kg (Adulto)

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SCHNAUZER

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É sabido que os cães costumam sentir amizade pelos cavalos. Mas existem os que tem uma verdadeira predileção pelo nobre animal: entre estes sobressai o schnauzer.

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Quando a Europa, central especialmente, estava quase completamente coberta de grandes bosques e os viajantes deviam fazer cansativas travessias em diligência, a presença do schnauzer era indispensável: durante o trajeto diurno corria ao lado dos cavalos, quase nos seus calcanhares; cada tanto, adiantava-se a eles para inspecionar o caminho, latindo furiosamente quando advertia algo suspeitoso. Nas horas noturnas acomodava-se junto ao postilhão.

As origens deste cão são confusas e podem-se vincular com as do terrier mais antigos. Por outra parte, o schnauzer, é um verdadeiro terrier; na Itália, na França e outros países é classificado entre os cães guardiões, cujas tarefas cumpre com grande valentia; isto não impede, entretanto, que seja considerado entre os terrier, como bem diz o seu nome alemão de schnauzer pinscher (“pinscher” significa, precisamente, “terrier”). Embora acostume-se utilizá-lo contra os animais monteses, tem aptidões notáveis para a caça de ratos, gatos monteses e fuinhas.

Provém de Wurttemberg, na Baviera e de Baden-Baden, mas há muito tempo que se difundiu, também, na Suissa setentrional e na França. Aparece pela primeira vez numa exposição em 1879, na Alemanha, com o nome de pinscher de pelo duro.

Suas múltiplas qualidades (é forte, vigilante, muito robusto, rude, dinâmico, fiel, inteligentíssimo) fazem dele um cão particularmente apto para aguarda e a defesa pessoal e também para a companhia; graças a seu carácter jovial e graciosa fisionomia, caracterizada pelo seu pêlo do focinho, que ao alongar-se, forma “bigodes” e sobrancelhas muito longas.

Expectativa de Vida: Schnauzer miniatura: 12 – 14 anos, mais

Altura: Schnauzer miniatura: 36 cm, Schnauzer gigante: 65 – 70 cm, Schnauzer standard: 46 – 51 cm

Peso: Schnauzer miniatura: 5 – 8,2 kg, Schnauzer gigante: 34 – 43 kg, Schnauzer standard: 16 – 23 kg

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CÃO DE SANTO HUMBERTO (Bloodhound)

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Seu rosto triste, com orelhas e bochechas pendentes, como se estivesse sofrendo por um amor perdido, dão a sensação de um mascote desligado. Mas poucas raças estão conectadas com a terra quanto o cão de Santo Humberto.  O focinho avantajado e os lábios caídos ajudam a farejar com maestria. Desenvolvido na idade média, ele passa o tempo com o nariz afundado no chão.

Conhecido também como bloodhound, já que consegue rastrear traços de sangue (blood), pode encontrar animais e pessoas e atua em polícias de todo o mundo. Fotógrafos adoram retratá-lo com cachimbo na boca e chapéu, para homenagear Sherlock Holmes, uma associação natural que vem do notório faro para achar quem ninguém estava conseguindo encontrar.

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Origem e história da raça

Essência do Scenthound, as raízes do Bloodhound são muito antigas. Seu ancestral mais antigo pode ter sido o St. Hubert preto, documentado na Europa do século VIII. Guilherme o Conquistador é considerado o responsável por levar esses cães para a Inglaterra em 1066. No século 12, muitas autoridades da igreja caçavam com esses cães, e a maioria dos mosteiros mantinha criações dessa raça. Eles eram tão bem criados que ficaram conhecidos como “blooded hounds” (cães de sangue), uma referência ao seu sangue puro e raça nobre. Bloodhound eram conhecidos na América desde meados de 1800.

Apesar de terem ganho reputação como farejadores de escravos, muitos desses cães tinham faro múltiplo. O Bloodhound provou ser uma das raças mais úteis, usando seu faro insuperável para localizar tanto pessoas desaparecidas como criminosos. Depois de localizar a pessoa, o trabalho do Bloodhound se encerrava, pois ele nunca teve tendências ao ataque. O Bloodhound conquistou muitos recordes de rastreamento, e houve uma época em que ele era a única raça cujas identificações eram aceitas em um tribunal. Ironicamente, o nome do Bloodhound e uma publicidade ruim assustaram muitas pessoas, que acreditavam que os cães rastreavam pessoas por uma sede de sangue. Nada poderia estar mais longe da verdade. A raça é muito conhecida por todas as pessoas, mas não é muito popular como animal de estimação. Por outro lado, ele é um cão de exposição bastante competitivo e um farejador sem igual.

Temperamento do Bloodhound

Com todo seu jeito calmo dentro de casa, é um rastreador incansável quando está seguindo uma trilha. Ele é forte, obstinado e independente, mas ao mesmo tempo gentil e tranquilo e extremamente confiável para conviver com crianças. No entanto, ele não é um velho cachorro preguiçoso como se conta por aí, mas um cão ativo e brincalhão. Embora não seja a raça mais fácil de treinar para tarefas de obediência tradicionais, ele é incrivelmente fácil de treinar quando a tarefa envolve seguir rastros. O Bloodhound é um pouco reservado com estranhos, embora se dê bem com outros animais.

Nome científico: Canis lupus familiaris

Classificação superior: Cachorro

Expectativa de vida: de 10 a 12 anos

Personalidade: Temperamento balanceado, Gentil, Teimoso, Afetuoso

Peso: Feminino: 36–45 kg, Macho: 41–50 kg

Altura: Feminino: 58–64 cm, Macho: 64–69 cm

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São Bernardo – Mais conhecido como Beethoven

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Nos Alpes suíços, há um trecho que permite o trânsito entre as montanhas, conhecido como a passagem do Grande São Bernardo. O local entrou para a história canina no ano de 1049, quando São Bernardo de Menton reergueu um prédio que passou a servir como monastério e ponto de parada para todos os que ousavam cruzar os Alpes.

O albergue passou a resgatar exploradores perdidos em meio na nave. E esse trabalho, a partir do século 17, ganhou o reforço de grandes cachorros de espírito amigável. Acredita-se que o são Bernardo descende de mastiffis que cruzaram a região marchando com o exército romano. Enorme, o cão assustava invasores e, por isso, os monges do albergue decidiram criar os animais. Mas logo perceberam que a raça tinha outra vocação: buscar viajantes perdidos. Os são Bernardos foram treinados para cruzar os Alpes latindo até perder a voz. O som era uma guia para os viajantes. Muitas vezes os cães encontravam aventureiros no chão exaustos ou feridos, e o cachorro adotava o procedimento do resgate: lambia o rosto e deitava ao lado da pessoa para aquecê-lo. Estima-se que os cães salvaram mais de 2 mil pessoas até os anos 2000, quando foram substituídos por métodos mais modernos de resgate. Barry, um são Bernardo nascido em 1800, era a estrela do albergue e teria salvado mais de 40 viajantes. Sua vida é cercada de lendas. Em uma delas, ela teria encontrado uma criança desacordada na neve. Como de praxe, lambeu a cara do pequeno e deitou ao seu lado. A criança teria se recuperado a ponto de abraçar Barry, que ergueu o jovem nas costas e o levou até o albergue. Barry ficou famoso a ponto de ganhar uma estátua em um cemitério de animais na cidade francesa de Asniéres-surseine. Morto em 1814, seu corpo está exposto no Museu de História Natural de Berna, na Suíça. Ele e toda a raça costumam ser retratados com pequenos barris no pescoço contendo conhaque, que ajudaria viajantes perdidos a se recuperar, mas é mais uma lenda em torno dos gigantes dos Alpes: que os monges do albergue negam que os animais também fossem pubs ambulantes ( mas o Barry empalhado no museu tem o barril no pescoço). Em 2005, o albergue passou a missão de preservar a raça para a Fundação Barry, na cidade suíça de Martingny.

No entanto, Barry, que pesava 45kg, era diferente dos atuais são Bernardo, que facilmente passam dos 50kg. No século 19, uma série de avalanches e doenças matou uma porção de animais, dificultando a preservação da raça. A solução foi cruzar, em 1830, os são Bernardos restantes com os terra-nova, uma espécie mais pacata e peluda. A raça ficou mais dócil e preguiçosa… ou seja, ficou com o espírito Beethoven, que fez sucesso em sete filmes a partir dos anos 90.

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Temperamento do São Bernardo

Calmo e descontraído, São Bernardo é gentil e paciente com crianças, embora ele não é particularmente brincalhão. Ele é dedicado a sua família e está disposto a agradar, embora em seu próprio ritmo e pode ser teimoso.

Família: cão de gado, sheepdog, mastiff
Área de origem: Suíça
Função original: carga, busca e resgate
O tamanho médio dos machos: Altura: >0,7 m, Peso: 54 – 90 kg
O tamanho médio das fêmeas: Altura: >0,7 m, Peso: 54 – 90 kg
Outros nomes: Mastiff dos Alpes

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Frases marcantes sobre animais

4- SIGMUND FREUD

1- MARK TWAIN“O cão é um cavalheiro, eu espero ir para o céu deles, não para o dos homens. ” ( Mark Twain, escritor americano)

2- EMILY DICKINSON

“Os cães são melhores que os seres humanos, porque eles sabem mas não contam” (Emilly Dickinson, poetisa americana)

“Os cachorros só ladram a quem não conhecem.” ( Heráclito, filósofo grego)

“Ninguém pode se queixar da falta de um amigo, podendo ter um cão.” ( Marquês de Maricá, escritor brasileiro)

“Se um cão não vier até você após ter olhado em seu rosto, você deverá ir para casa e examinar sua consciência” ( Woodrow Wilson, presidente americano)

“De todos os animais selvagens, o homem jovem é o mais difícil de domar”. ( Platão, filósofo grego)

3- CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE“O uísque é o melhor amigo do homem. É o cachorro engarrafado.” ( Carlos Drummond de Andrade, poeta brasileiro)

“Prefiro cheiro de cavalo do que cheiro de povo”( João Baptista de Oliveira Figueiredo, militar e ex-presidente brasileiro)

“Se eu prefiro os gatos aos cães é porque não existem gatos policiais” ( Jean Cocteau, poeta Francês)

4- SIGMUND FREUD“Cães amam seus amigos e mordem seus inimigos, bem diferente das pessoas, que são incapazes de sentir amor puro e têm sempre que misturar amor e ódio em suas relações.”( Sigmund Freud, psiquiatra, criador da psicanálise)

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